Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Administradores do Grupo Hospitalar Conceição entram em greve total na...
Produção gaúcha-cuiabana ‘Cinco Tipos de Medo’ estreia nesta quinta
Área Azul Digital começa a operar em Santa Cruz no...
Santa Cruz do Sul recebe 10º edição do Festival da...
CRMV-RS realiza evento em Porto Alegre sobre protagonismo feminino
Confraternização de Páscoa reúne 400 idosos em Santa Cruz do...
Um dos maiores nomes do agro no Brasil, José Luiz...
Aspeur/Feevale e Novo Hamburgo formalizam parceria para cercamento eletrônico
Semana do Marketing Digital do Sebrae RS oferece capacitação online...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

pandemia

Variedades

Prêmio Destaques Colunista Bernardo Guedes vai acontecer on-line

Por Gabrielle Pacheco 07/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A edição 2020 do Prêmio Destaques Colunista Bernardo Guedes vai ser diferente. Por causa da pandemia, a Real Dreams, produtora do evento, vai utilizar as redes sociais para promover a edição deste ano. A premiação deve acontecer on-line.

Outra novidade também surgiu por conta do atual contexto. Para ajudar as pessoas em vulnerabilidade social, a campanha “Juntos Somos Mais” vai recolher um quilo de alimento não perecível por inscrição.

O prêmio compreende diversas categorias em que os interessados podem se inscrever até dia 31 de agosto pelo e-mail premiobernardoguedes@gmail.com. Os candidatos devem escrever contando como se reinventaram durante a quarentena.

O jornalista Bernardo Guedes destaca a importância de reconhecer estas iniciativas inovadoras no momento atual. “Vamos valorizar todos aqueles que se reinventaram durante a quarentena e fizeram a diferença na vida das pessoas! Este é o momento em que o mundo precisa de positividade e bons exemplos”, disse Bernardo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2020 0 Comentários 572 Visualizações
Business

Empresas do RS intensificam ações solidárias durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 05/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia do novo coronavírus é um desafio a mais para empresas preocupadas com seu impacto social. Com o mercado cada vez mais exigente, marcas se destacam em um cenário de crise com ações solidárias na comunidade em que atuam. É o caso do Birô Ateliê e do Botão do Bem, que fazem parte do AGIR – Programa de Aceleração para Geração de Impacto no RS – promovido pelo Sebrae RS.

Bianca Rodrigues e Gilian Kaiser construíram a Birô Ateliê com o propósito de vestir responsabilidade, inspiração, igualdade e respeito. A marca tem uma parceria com a Ciclo Reverso, um negócio de impacto socioambiental que reutiliza as sobras de materiais sólidos das roupas criadas e transforma em outros produtos pelas mãos de mulheres em vulnerabilidade social. A preocupação com sustentabilidade também se estende para o início da produção, quase 100% dos tecidos são reaproveitados.

A Birô, assim como muitas outras empresas, precisou se adaptar à crise. Para Bianca, uma das sócias da marca, a pandemia trouxe grandes mudanças. “Não conseguimos manter nossa produção interna e fomos em busca de outra alternativa. Conseguimos dar oportunidades para quem estava sem trabalho”, disse. A empresa também doou máscaras para hospitais e está gravando aulas para capacitar as mulheres que fazem parte do projeto social da marca junto com a Ciclo Reverso, paralisado devido a pandemia.

Botão do bem

O engenheiro Eduardo Makiyama, criador do Botão do Bem, encontrou uma saída depois de três meses quase sem faturamento. O dispositivo envia um alerta quando o usuário está em situação de risco e estava sendo amplamente aceito pelos motoristas de aplicativos antes da pandemia. “O processo de venda é longo com os idosos, nosso público inicial, e com os motoristas de aplicativo achamos uma forma de monetizar rápido. Eu ia todos os dias para a Carlos Gomes e chamava um carro pelo aplicativo, ficava indo e voltando e oferecendo o produto. Deu certo, mas com o Covid tudo ficou complicado”, destacou Eduardo.

Eduardo precisou estudar seu público para entender o que poderia explorar. “Em Santa Catarina os aplicativos voltaram à ativa em junho e voltei nosso marketing para lá e funcionou. Conseguimos sair do zero. Com o isolamento, a violência doméstica também aumentou e começamos a ter a procura de institutos que auxiliam mulheres que passaram por esta situação”, disse o engenheiro.

Pensando ainda no impacto social da sua criação, Eduardo conta que o cordão em que o equipamento pode ser colocado é fabricado com tecido de guarda-chuvas e couro sustentável. As costureiras dos cordões são vítimas de violência e esta se tornou a principal fonte de renda delas durante a pandemia. “Elas são da Serra e o turismo diminui bastante, consequentemente a produção também”, conta.

É preciso estar atento para descobrir formas de se reinventar. O Botão do Bem faz o uso de três impressoras 3D para a criação quando desenvolve protótipos e começou a criar máscaras de proteção com o equipamento. “Vi que conseguiria encontrar de forma fácil o modelo na internet e resolvi falar com quem assina nosso plano ‘Boto Fé Na Causa’. Perguntei se poderia utilizar a diferença de 10% em relação ao plano mais simples para a produção de face-shields e todos aceitaram prontamente”, afirmou. As máscaras foram doadas para hospitais.

A gestora de projetos do Sebrae RS, Lissandra da Silva Monza, afirma que as iniciativas são super positivas no mercado e para as marcas. “As ações mostram seus propósitos e suas estratégias cada vez mais conscientes sobre a importância de sua responsabilidade e da própria conexão com a sociedade. O Programa Agir tem justamente o objetivo de apoiar estas empresas a criarem ações reais, modelando seus negócios e direcionando seus esforços neste sentido”, reforça a gestora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2020 0 Comentários 435 Visualizações
Business

Pandemia intensifica procura pelos serviços do Sebrae

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante da crise econômica desencadeada pelo coronavírus, os mais de 17
milhões de pequenos negócios brasileiros têm enfrentado novos e constantes
desafios. Desde o início da pandemia, o Sebrae realizou diversas ações de
suporte ao empreendedorismo no país. O último balanço feito pela instituição
mostra que de janeiro a junho deste ano, 2,3 milhões de empreendedores foram
atendidos diretamente pelo Sebrae. O número representa um aumento de 108 mil
pessoas em relação ao mesmo período do ano passado 2019.

Somente no mês de junho, o Sebrae atendeu 500 mil empresários, um
crescimento de 41% em relação ao mês de junho de 2019, quando 355 mil
pessoas foram atendidas. Assim que o governo federal determinou medidas de
isolamento social, o Sebrae investiu seus esforços em tornar seus
atendimentos digitais e online cada vez mais ágeis e eficientes. Canais como
aplicativos, e-mails, chat e portal apresentaram aumento exponencial de 85%
em relação ao ano anterior. Abril e Maio foram os meses que com maior
demanda, com 296 mil e 311 mil atendimentos, respectivamente.

De acordo com o monitoramento, o canal “Fale com o Sebrae” bateu o recorde
de crescimento na quarentena. O serviço presta atendimentos para os
empreendedores por meio de chat online e e-mails. A variação em relação ao
ano anterior é de 268% a mais de atendimentos, sendo os meses de abril e
maio os mais movimentados com 21 mil e 16 mil, respectivamente. Outro
serviço prestado pelo Sebrae que tem evoluído positivamente, em razão da
pandemia, são os cursos de ensino à distância. No primeiro semestre de 2020,
mais de meio milhão de empreendedores buscaram a especialização através dos
conteúdos disponibilizados gratuitamente. O crescimento em relação a 2019 é
de 117%, com 562 mil cursos ofertados.

O gerente de relacionamento com o cliente do Sebrae, Ênio Pinto, analisa que
os números positivos refletem os esforços da instituição em oferecer suporte
para que a inovação e o empreendedorismo sejam continuados no país, mesmo
com a chegada do vírus. “O Sebrae sempre foi parceiro do empreendedor,
focado nos pequenos negócios. Desde o início da pandemia, temos investido
todas as forças para disponibilizar serviços e conhecimentos capazes de
contribuir com a saúde dos negócios. Temos certeza que essa fase será
superada e os empreendedores irão realizar uma verdadeira transformação
digital em suas empresas”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2020 0 Comentários 492 Visualizações
Business

Webinar Tecnologia e Inovação da ACI vai tratar sobre o legado positivo da pandemia

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O legado positivo da pandemia e a tecnologia no centro da estratégia empresarial, o paradoxo do distanciamento social para as empresas, inovação no nível do profissional e das organizações e ainda os desafios da cultura digital. Os assuntos serão abordados no Webinar Tecnologia e Inovação que a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha realiza nesta terça-feira (21).

Fabio Junges, diretor na Teevo S.A, vai debater o tema das 9h30 às 10h30. As inscrições, gratuitas e exclusivas aos associados da ACI, podem ser feitas pelo site. O Webinar será transmitido pelo Youtube Live e o link será enviado 24 horas antes do evento por e-mail. Informações adicionais podem ser obtidas pelo fone 2108-2108 ou pelo e-mail capacitacao@acinh.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 485 Visualizações
Variedades

Criatividade é aliada na organização do distanciamento social

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a pandemia de coronavírus, os tempos mudaram e a rotina na organização da sociedade foi alterada. Os esforços agora são para conciliar o andamento necessário dos negócios com a proteção da saúde da população. Neste sentido, surgem cada vez mais ideias criativas que auxiliam nesse processo de retomada.

O Brasil já importou algumas boas ideias, como a demarcação no chão de espaços delimitados em praças ou parques para que as pessoas não fiquem muito próximas uma das outras. Em restaurantes, além de cartazes, há empreendedores que investem até mesmo na colocação de manequins em determinadas mesas para manter o afastamento. Medidas como essas são importantes, segundo o diretor Científico e Cultural da AMRIGS, Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça.

“Um artigo publicado no Jornal The Lancet fez uma revisão de vários estudos feitos em 16 países, analisando as medidas de proteção para evitar a disseminação do coronavírus. A análise mostrou que a medida principal é o distanciamento físico. Se ele for de um metro ou mais há uma redução significativa do risco, além, é claro, do uso de máscaras. Claro que se a distância aumenta para mais de dois metros, por exemplo, o risco fica ainda menor. Isso significa que o uso de máscara sozinho não elimina as outras medidas que são o distanciamento e a lavagem constante de mãos”, explica.

Em diversos estabelecimentos a prática de pinturas no chão é recomendada para organização das filas e é importante que a sociedade cumpra a distancia atentamente. Em igrejas e templos, a colocação de fotos dos fiéis ajudam a promover o distanciamento. Em bancos de salas de espera, podem ser colocadas fitas intercalando um assento de outro. Para reuniões profissionais, as mesas precisam ficar afastadas e as janelas abertas para circulação de ar. Na Alemanha, uma empresa apostou até na divertida utilização de chapéus imensos com aba larga para afastar um cliente do outro tornando a situação em uma ação de marketing. Na Holanda, um restaurante criou cabines ao lado de um lago para que clientes jantassem de forma separada dos demais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 864 Visualizações
Saúde

Palestra virtual destaca ações emergenciais nos consultórios dermatológicos

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS) promoveu ensinamentos importantes aos médicos sobre procedimentos padrões a serem seguidos em situações de emergências que podem acontecer no ambiente de consultórios. A abertura do Webinar foi feita pela presidente da SBD-RS, Dra. Taciana Dal’Forno Dini. Após, a professora de Anestesiologia da UFRGS, Dra. Luciana Cadore Stefani falou sobre “Emergências Médicas no Consultório”.

“O atendimento de urgência em consultórios deve ser sempre considerado. Mesmo os dermatologistas estando em uma área bastante específica que usualmente não atende urgências, estamos sempre sujeitos a uma intercorrência. A primeira coisa é ter calma e observar procedimentos a serem seguidos. Como não está na rotina, é importante ter planos pré estabelecidos. Primeiro, identificar e corrigir situações de risco e encaminhar ao serviço de emergência o mais breve possível”, explicou.

Entre as situações possíveis, estão os casos de convulsão e de reação anafilática.

“No caso da convulsão, nossa tarefa é proteger o paciente para que ele não se machuque e não se traumatize. Não devemos tentar conter o paciente. O mais importante é observar as vias aéreas e tentar proteger ele o deixando em uma posição de proteção preferencialmente no chão. Nos casos de reação alérgica, precisamos identificar a gravidade da reação que o paciente está tendo. A progressão não ocorre sempre, mas o choque anafilático é um risco elevado. O que se faz é chamar ajuda imediatamente e suspender qualquer administração que esteja sendo feita. O uso de adrenalina é um tratamento mandatório para retirar o paciente de uma situação grave como essa”, completa a Dra. Luciana.

A médica internista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Dra. Ana Cláudia Tonelli de Oliveira, apresentou o tema “Atendimento de Parada Cardiorespiratória”. Durante sua apresentação a médica detalhou exigências do Conselho Federal de Medicina (CFM) em relação a equipamentos necessários para atendimento de emergências como parada cardíaca e anafilaxia.

“O socorro precoce é fundamental. A chance de sucesso se reduz de 7 a 10% a cada minuto. Por isso a importância de tomar as condutas no menor tempo possível. Além disso a RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) de qualidade é o outro elo indispensável. Entre os cuidados é importante ter compressões em adequada frequência e profundidade, completo retorno do tórax a cada compressão, minimizar interrupções e evitar ventilação excessiva”, explicou.

A moderação do evento foi da médica dermatologista e diretora da SBD-RS, Dra. Juliana Boza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 550 Visualizações
Variedades

Moinhos Talks: Debate aponta caminhos para superar crises provocadas pela pandemia

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Rede de saúde ampla, profissionais qualificados, pesquisa, tecnologia e inovação são alguns dos caminhos que o Brasil pode trilhar para sair mais fortalecido da pandemia de Covid-19. Essa foi a avaliação dos painelistas que integraram o Moinhos Talks desta quarta-feira, 1º, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e o deputado federal Pedro Westphalen (Progressistas-RS). Promovida pelo Hospital Moinhos de Vento, a live contou com a participação do CEO da instituição, Mohamed Parrini, e teve a mediação da jornalista e sócia-diretora da Critério, Soraia Hanna.

Na avaliação de Onyx, o Brasil vem se mostrando preparado para enfrentar a pandemia, mesmo com todos os problemas. “É o país que mais cura pacientes infectados pelo coronavírus. Temos o SUS e uma rede privada que funcionam, capacidade de atendimento e profissionais qualificados”, ressaltou o ministro. Outro ponto positivo é a efetividade do pagamento do auxílio emergencial. Enquanto países desenvolvidos como os Estados Unidos enviaram cheques pelo correio, a União usou a tecnologia e garantiu o cadastro por meio de um aplicativo.

A necessidade de mais investimentos em saúde foi um dos pontos defendido por Pedro Westphalen. O deputado, que também é vice-presidente da Confederação Nacional de Saúde e médico, destacou que o sistema brasileiro é muito mais amplo do que apenas o SUS: hospitais filantrópicos e privados e outras empresas do setor respondem por 9,5% do PIB, e a saúde suplementar está tratando 45% dos casos de COVID-19. “A pandemia evidenciou uma série de problemas, desigualdades sociais, baixo investimento no SUS e em pesquisa, dependência de insumos importados, entre outros. Precisamos mudar esse retrato”, pontuou o parlamentar. Segundo ele, não faltam recursos – eles apenas precisam ser geridos de forma mais eficaz.

Otimismo diante da crise

União e soma de esforços são fundamentais para o enfrentamento da pandemia, na opinião de Mohamed Parrini. “Para cuidar de vidas, todos nós precisamos estar fortalecidos. A população está empobrecendo e me preocupa também a situação e sobrevivência dos hospitais menores”, ponderou. Mesmo assim, há motivos para manter o otimismo diante do cenário de crise. O CEO citou iniciativas de colaboração, como o projeto de telemedicina da instituição, por meio do PROADIS-SUS. A ação conseguiu reduzir em até 50% a mortalidade em UTIs de hospitais públicos de diversos estados, como Pará, Ceará e Goiás.

Mediadora do encontro, a jornalista Soraia Hanna destacou que oportunidades como essa esclarecem a opinião pública e ajudam a construir consensos. “Um desafio como uma pandemia só se supera com unidade. Vemos importantes esforços tanto no setor privado como na área pública. Ambos os lados se complementam e precisam estar próximos”, pontuou. O evento online foi transmitido pelo canal do Hospital Moinhos de Vento no YouTube e segue disponível para quem quiser assistir neste link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 543 Visualizações
Variedades

Estudo aponta a influência dos sentimentos no comportamento alimentar durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 01/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada por três estudantes do curso de Nutrição da Universidade Feevale aponta que as pessoas alteraram o seu comportamento alimentar durante a pandemia de Covid-19, dando preferência a alimentos hiperpalatáveis, que são ricos em sal, açúcar e gorduras. Essa alimentação inadequada, com grande consumo de doces, fast-foods e bebidas alcoólicas pode tornar-se um hábito alimentar, favorecendo, em longo prazo, o aparecimento de doenças crônicas não transmissíveis.

O estudo “A influência dos sentimentos no comportamento alimentar de adultos durante o período de distanciamento social da Covid-19” foi feito pelos estudantes Bianca de Athayde, Eduardo Grudka Pereira e Luana Santana Fröhlich na disciplina de Metodologia Científica, ministrada pela professora Ana Carolina Kayser, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social. O objetivo foi identificar a associação dos efeitos psicológicos do isolamento social com as mudanças comportamentais na alimentação e na qualidade alimentar.

A amostra contou com a participação de 426 pessoas, predominantemente do sexo feminino, solteiras, com idades entre 18 e 24 anos e com ensino superior em andamento. A maioria – 91,3% – reside na Região Metropolitana de Porto Alegre e 3,3% em outros Estados. A renda familiar média ficou acima de cinco salários mínimos, apontando um público com um bom poder aquisitivo. Das pessoas que participaram, 71,6% estão empregadas, com 69,5% trabalhando de forma presencial, e 51,9% não estão estudando no momento. Existe ainda uma pequena parcela – 28,6% – que trabalha e estuda.

A professora Ana Carolina Kayser diz que a pesquisa resultou em um artigo científico de ótima qualidade, que será submetido ao Inovamundi, programa de difusão do conhecimento científico e extensionista da Universidade Feevale, que ocorrerá de 17 a 24 de outubro. Organizado pela Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex), o Inovamundi busca estimular a produção, a divulgação e a discussão de conhecimentos científicos, tecnológicos e sociais desenvolvidos no contexto universitário e na Educação Básica.

Resultados

A partir da análise dos dados, os estudantes constataram que, referente aos alimentos consumidos em maior quantidade e/ou que passaram a ser consumidos durante o período de distanciamento social, 55,2% representam o grupo de doces e 34% de fast foods. Também houve um aumento no consumo de alimentos em geral, onde 60,3% consideram ter consumido mais alimentos que o habitual.

Quando há sentimentos positivos, os alimentos com alto valor nutritivo, como frutas e verduras, alimentos integrais e comida caseira, entre outros, refletem 39,9% das escolhas alimentares, enquanto os alimentos hiperpalatáveis, como doces, fast foods, frituras e refrigerantes, por exemplo, apresentam 28,9%. Já quando há sentimentos negativos, os alimentos hiperpalatáveis representam 57,8% e os alimentos com alto valor nutritivo 9,9%. “Percebemos, com a pesquisa, que as emoções têm influência direta no comportamento alimentar e contribuem para uma alimentação emocional, em que o desejo de comer é maior do que a necessidade fisiológica do organismo”, afirmam os estudantes, acrescentando que o comportamento alimentar engloba determinantes internos, como aspectos psicológicos, emoções e sentimentos, e externos, como aspectos econômicos, culturais, sociais e a influência de mídias.

Os alunos lembram que fatores psicológicos são gatilhos para que hábitos alimentares menos saudáveis sejam desencadeados, podendo gerar transtornos alimentares e/ou doenças crônicas. “Os maus hábitos alimentares repercutem na saúde como um todo, interferindo na qualidade de vida da pessoa, além de trazerem problemas socioeconômicos para a saúde pública do país, acarretando custos com atendimentos, tratamentos e acompanhamentos do paciente”, ressaltam.

Na pesquisa, 54% consideram sentir-se mais mal-humorados durante a pandemia. Ao serem questionados sobre os sentimentos com os quais mais se identificam durante o período de distanciamento social, predominam os sentimentos negativos, como preocupação (66,2%), ansiedade (64,3%) e incerteza (60,6%). Sobre os sentimentos positivos, foram mais indicados a esperança (26,8%), a gratidão (22,5%) e a tranquilidade (12,4%).  Seguem outros resultados:

Ao experimentar sentimentos positivos (alegria, tranquilidade, bem-estar, motivação etc.) o que prefere comer e/ou beber:

  • Alimentos com alto valor nutritivo: 39,9%
  • Alimentos hiperpalatáveis: 28,9%
  • Bebidas alcoólicas: 12,5%
  • Bebidas não-alcoólicas: 8,3%
  • Nenhum alimento específico: 9,4%
  • Inapetência: 1%

Ao experimentar sentimentos negativos (estresse, raiva, ansiedade, incerteza etc.) o que prefere comer e/ou beber:

  • Alimentos hiperpalatáveis: 57,8%
  • Alimentos com alto valor nutritivo: 9,9%
  • Bebidas alcoólicas: 11%
  • Bebidas não-alcoólicas: 6,5%
  • Nenhum alimento específico: 6%
  • Inapetência: 8,8%

Compra de alimentos no distanciamento social:

  • Compra mais alimentos do que o habitual: 41,3%
  • Compra menos alimentos do que o habitual: 16,1%
  • Não houve diferença: 46,9%

Reconhecimento da diferença entre a fome física e fome emocional:

  • Sabe diferenciar: 78,4%
  • Não sabe diferenciar: 14,3%
  • Não vê diferença: 7,3%
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2020 0 Comentários 805 Visualizações
Variedades

Pesquisa investiga os impactos da pandemia nos setores da indústria criativa no Rio Grande do Sul

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O cenário de crise causado pela proliferação de Covid-19 tem impactado significativamente os setores culturais e criativos do Brasil. No Rio Grande do Sul, a situação não é diferente. Com as medidas restritivas de isolamento social, práticas de criação, produção e consumo foram alteradas nas mais diversas áreas. O mapeamento dessa situação está sendo feito pelo Mestrado Profissional em Indústria Criativa da Universidade Feevale, que lança nesta segunda-feira, 29, uma pesquisa que irá coletar informações sobre o trabalho em setores criativos e o consumo digital dos gaúchos durante a pandemia. A iniciativa é coordenada pelos professores Cristiano Max Pereira Pinheiro, Vanessa Valiati e Maurício Barth.

Segundo o coordenador do mestrado em Indústria Criativa da Feevale, Cristiano Max Pereira Pinheiro, a pesquisa busca orientar a proposição de políticas públicas e soluções para os setores afetados pelo vírus. O mapeamento considera as especificidades de cada área criativa, propondo um levantamento regional com formulários técnicos e individuais para cada setor. “A partir desse mapeamento, compreenderemos de qual maneira podemos auxiliar esses modelos de negócio atingidos. É importante relacionarmos as políticas públicas com a necessidade de cada setor”, afirma.

Além de avaliar a produção da indústria criativa neste período, a pesquisa também busca analisar o consumo de conteúdos digitais dos gaúchos no isolamento social. Para isso, a professora do mestrado em Indústria Criativa, Vanessa Valiati, explica que será distribuído um questionário dividido entre as áreas de audiovisual, música e jogos digitais. “A pesquisa vai ajudar a mapear o consumo de conteúdo criativo em plataformas de streaming durante a pandemia. Os dados coletados poderão auxiliar na mensuração da demanda por produtos específicos, fornecendo informações para a compreensão do cenário atual”, argumenta. A professora ressalta que esse segmento da pesquisa conta com o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs/RS), por meio de edital de fomento de auxílio a recém-doutores. O projeto conta, também, com o apoio do governo estadual, por meio do programa RS Criativo e da Secretaria da Cultura do Estado.

O professor Mauricio Barth, do curso de Publicidade e Propaganda da Instituição, reforça que o cenário atual modificou a rotina dos trabalhadores do Estado. Segundo ele, o home office mostrou que os setores criativos são repletos de diferenças, sendo necessário um olhar diferenciado para cada um. “Os resultados da pesquisa nos permitirão conhecer a realidade desses profissionais e, com isso, têm-se a possibilidade de projetar opções possíveis para os setores envolvidos”, pondera.

A pesquisa está disponível no site  da Universidade Feevale e pode ser acessada pelo link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 509 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Canoas promove ciclo de debates sobre os desafios da administração pública em meio à pandemia do novo coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Canoas, na próxima quarta-feira (1º), às 17 horas, dá início ao “Ciclo de Debates da PGM”, com o tema “responsabilidade do gestor público, MP 966/2020 e força maior”. O evento é uma realização da Procuradoria Geral do Município e terá, ao menos, mais três edições, todas abordando os desafios da administração pública no cenário de pandemia do novo coronavírus. 

A primeira edição contará com o prefeito Luiz Carlos Busato, o procurador-geral do município Volnei Moreira dos Santos e Anderson Vischinkeski Teixeira, doutor em teoria e história do direito pela Universidade de Florença. A moderação será feita pela procuradora municipal, Laura Vianna. 

O evento, considerando as medidas de prevenção à covid-19, será realizado em formato de live, transmitida no canal da Procuradoria Geral do Município no Youtube. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 469 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 304 | Mar 2026

Entrevista | Dra. Ivana Battaglin defende que a queda dos casos de feminicídio começa na educação

Mulher | Conheça as histórias de mulheres que combatem a misoginia, liderando nas áreas
jurídica, segurança, educação e negócios

Educação | Estudante Lucas Closs conquista vagas em três programas internacionais

Turismo | Temporada da colheita das azeitonas toma conta das ações em Cachoeira do Sul

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Administradores do Grupo Hospitalar Conceição entram em greve total na quinta-feira

  • 3

    Produção gaúcha-cuiabana ‘Cinco Tipos de Medo’ estreia nesta quinta

  • 4

    Área Azul Digital começa a operar em Santa Cruz no dia 22

  • 5

    Santa Cruz do Sul recebe 10º edição do Festival da Cerveja Gaúcha

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO