A Trensurb transportou, em média, 69.773 passageiros por dia útil na semana passada, entre os dias 24 e 28 de agosto. A média superou a semana anterior, onde foram transportados 66.358 passageiros por dia útil, e foi o maior número desde junho. Porém, o número representa uma queda de 55,4% em comparação a média de passageiros transportados por dia útil na primeira quinzena de março. No sábado, 29, foram registrados 37.068 embarques e 13.068 no domingo, 30.
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Termina na próxima segunda-feira, 31, o prazo para empresas do setor esportivo participarem voluntariamente da pesquisa “O impacto da Covid-19 nas empresas de prestação de serviço em atividades físicas e esportivas no Estado do Rio Grande do Sul”. O estudo é desenvolvido pelo curso de Educação Física da Universidade Feevale, em parceria com o grupo de Gestão em Educação Física da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e com apoio do Conselho Regional de Educação Física do Estado.
O objetivo da pesquisa é entender as operações e planejamentos das empresas, considerando as finanças e recursos humanos, além de identificar os novos produtos e serviços que passaram a ser oferecidos no período, em virtude da escassez de receita. Para participar, basta preencher o formulário eletrônico, disponível em bit.ly/3jtYSC7.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Nesta sexta-feira (28) às 16h, o curso de Enfermagem da Universidade Feevale realizará a aula inaugural Nursing Now e protagonismo da Enfermagem na Covid-19. A palestra acontecerá por meio da plataforma Blackboard Collaborate e contará com a participação de Renata Pietro, embaixadora da Federação Mundial de Enfermeiros em Cuidados Críticos (WFCCN).
O bate-papo virtual será mediado por Christian Negeliskii, docente da especialização em Terapia Intensiva da Feevale. A atividade poderá ser acessada, no dia do evento, pelo link.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Manter a alimentação saudável garante uma boa nutrição e o funcionamento adequado do corpo. Neste período de pandemia, além dos cuidados de higiene, consumir alimentos apropriados e água potável contribui para o fortalecimento do sistema imunológico e para a manutenção e recuperação da saúde.
Para detalhar esse assunto, o Hospital Moinhos de Vento promove, quarta-feira (26), às 14h, mais uma edição do Encontro Juntos, com a palestra “Cuidados Nutricionais na Pandemia”. O objetivo é promover troca de experiências, informações e apoio a quem está em tratamento oncológico, a seus familiares ou interessados no tema. O evento — online e gratuito —contará com a interação do público pelo chat.
Participarão do bate-papo a coordenadora assistencial do Serviço de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento, a enfermeira Taiana Saraiva; a liderança do Serviço de Nutrição Clínica do Hospital, Camila Becker Veronese; a nutricionista assistencial do Serviço de Oncologia, Vanessa Alves; e o coordenador de Gastronomia e chef do Bistrô do Hospital Moinhos, Samir Quaresma. As inscrições podem ser feitas pelo site da instituição, e a atividade será transmitida pelo canal no Youtube.
Encontro Juntos
Promovido pelo Hospital Moinhos de Vento, o Juntos é um encontro mensal que reúne pacientes com câncer, familiares e interessados. O objetivo é proporcionar um espaço de trocas de experiências, orientações sobre temas específicos. Inicialmente, sua proposta era criar um grupo voltado a mulheres com câncer de mama. Dois anos após o lançamento, o evento mudou sua abordagem e passou a contemplar todas as especialidades oncológicas e ambos os sexos.
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Uma iniciativa foi da CEXCORVI – Comissão Externa da Câmara dos Deputados destinada a acompanhar o Enfrentamento à Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizou na segunda-feira, 17, um encontro onde os participantes debateram temas como acesso a consultas, reabilitação e medicamentos durante a pandemia. O evento foi realizado de forma presencial pelos deputados em Brasília, com participação dos convidados por vídeo. Foi destacada a necessidade de manutenção de terapias de apoio durante a pandemia com observação de protocolos adequados e também chamaram a atenção durante o encontro os relatos da falta de medicamentos de uso continuo e a necessidade de realização de infusão domiciliar.
“Sabemos que 80% das Doenças Raras são de origem genética. A SBGM com seu papel educativo se preocupou muito tanto em dar informações para médicos e profissionais que trabalham com Doenças Raras, como para a população”, afirmou a presidente da SBGM, Têmis Maria Félix.
O relato mostrou ações importantes promovidas pela SBGM desde o início da pandemia. Entre elas estiveram a elaboração de Notas Técnicas para pacientes com Doenças Raras. O primeiro conteúdo foi voltado ao médico geneticista para que ele tivesse um norteador de suas tomadas de decisões. Após, foi dada uma orientação para que fossem mantidos em pacientes com Doenças Raras alguns cuidados necessários como a imunização contra a gripe, por exemplo. Além disso, foram feitos protocolos específicos para diferentes tipos de doenças.
Um levantamento feito durante a pandemia mostrou que houve 26% de pacientes que sofreram com a falta de medicamentos. Em algumas situações foram feitas ações de tele atendimento e a pesquisa mostrou que em 51% dos casos o acolhimento feito de forma virtual foi resolutivo.
“O atendimento ao paciente com Doença Rara vai além do medicamento, isso é importante frisar. Um indivíduo com doença crônica não pode parar seu tratamento. Em dois meses, dependendo do caso, o cenário pode ser irreversível considerando um paciente com Doença Rara. A falta de acesso foi uma coisa grave. Temos pacientes que estão há cinco meses sem fazer fonoterapia ou fisioterapia o que seria fundamental para sua recuperação”, completou Têmis.
Também participaram do encontro a coordenadora-geral das Pessoas com Doenças Raras do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – MDH, Adriana Haas Villas Bôas; presidente do Instituto Vidas Raras, Regina Próspero; coordenador Editorial do Muitos Somos Raros, Vinicius Volpi, a médica Geneticista do Hospital das Clínicas de Belo Horizonte, Letícia Lima Leão e a médica pediatra intensivista e gerente de Pediatria do Hospital Infantil João Paulo II de BH, Deise Felix Quintão Correa.
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Em meio à pandemia, empresas, instituições e lideranças somaram esforços em defesa da saúde e da economia. Hospitais foram construídos em tempo recorde com o apoio da iniciativa privada, bancos lançaram linhas de crédito para dar fôlego aos negócios e a sociedade se uniu para ajudar quem mais precisa.
Alguns resultados dessa união já aparecem. Outros devem ser sentidos mais adiante. A conexão entre economia e saúde e as perspectivas para os próximos anos serão os assuntos da próxima edição da live Moinhos Talks, que reunirá quatro importantes executivos e empresários do Brasil na próxima quarta-feira (19).
Com o tema “Qual o futuro do Brasil para os próximos 10 anos?”, o evento online terá como convidados Jorge Gerdau Johannpeter, membro do Grupo de Controle da Gerdau, e Sérgio Rial, presidente executivo do Banco Santander. Eles conversarão sobre os rumos do país com Eduardo Bier, fundador da Dado Bier e presidente da Associação Hospitalar Moinhos de Vento, e o superintendente executivo do hospital, Mohamed Parrini.
O objetivo do encontro é apresentar tendências sobre como construir um destino melhor para os brasileiros, projetando o que se desenha para a próxima década. “A pandemia acelerou o processo colaborativo entre os diversos setores e a sociedade. Nesse bate-papo, vamos pensar o futuro: como podemos juntos buscar soluções para as pessoas, para as cidades e para todo o nosso país”, destaca Parrini.
A live será transmitida pelo canal do YouTube da instituição, nesta quarta-feira (19), a partir das 19h. As inscrições podem ser feitas no site do hospital.
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Tão logo iniciou o ano letivo na maioria das escolas, universidades e organizações educacionais do país, os alunos já viram as suas rotinas mudarem drasticamente por conta dos avanços da pandemia do novo coronavírus no Brasil.
Desde então, com as medidas de distanciamento social, as instituições se viram obrigadas a recorrer à tecnologia para manter as suas atividades e a aula online se tornou a única modalidade de ensino possível no momento.
Ainda nessa semana, o governo do Estado e a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) sugeriram o retorno de modo gradual das escolas públicas e privadas, com as aulas da educação infantil reiniciando a partir de 31 de agosto. O cronograma segue com o retorno do ensino superior, em 14 de setembro, dos ensinos médio e técnico, em 21 de setembro, dos anos finais do ensino fundamental, em 28 de setembro, e dos anos iniciais, em 8 de outubro.
Além do retorno seguro em meio a pandemia, outra grande preocupação tanto para as escolas como para os alunos é com relação à carga horária mínima de horas-aula, respeitando o que está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394, de 1996) ou em contrato.
“É importante que os conteúdos destinados a cada ano letivo sejam abordados, em regime de colaboração intensa dos pais e mães ou responsáveis (…).”
No fim de julho, o Senado Federal aprovou a Medida Provisória 934/2020, que desobriga as escolas de ensino básico e universidades de cumprir a quantidade mínima de dias letivos neste ano em razão da pandemia de Covid-19. O texto agora aguarda sanção presidencial.
Volta às aulas
De acordo com o advogado João Paulo Forster, do escritório porto-alegrense Forster Advogados Associados, em um cenário de incertezas, não é possível exigir das escolas a retomada das atividades ou até mesmo que a prestação das aulas se dê integralmente de forma síncrona. “É importante que os conteúdos destinados a cada ano letivo sejam abordados, em regime de colaboração intensa dos pais e mães ou responsáveis, conforme a idade dos alunos”, afirma.
O ensino à distância não pode ser feito simplesmente ligando uma câmera, explica Forster. “Ele possui peculiaridades, tanto do ponto de vista do docente quanto do aluno, que devem ser consideradas nessa entrega”, diz.
O texto estabelece que os estabelecimentos de educação infantil (até quatro anos de idade) sejam dispensados de cumprir os 200 dias obrigatórios do ano letivo e também a carga mínima de 800 horas, conforme estabelece a LDBEN.
“Essa não é uma situação comum, pois fugiu da vontade de ambas as partes envolvidas.”
Já no caso das escolas de ensino fundamental e médio, a carga horária mínima deve ser cumprida, mas pode ser distribuída em menos dias letivos que os 200 obrigatórios. O mesmo também deve ocorrer no ensino superior, respeitando a grade curricular de cada curso.
No caso das instituições particulares, quando os consumidores pagaram pelo ensino presencial e tiveram a prestação de serviço interrompida ou adaptada, o advogado ainda explica que é preciso entender a atual situação em que vivemos. “Muitos pais de alunos de escolas particulares ainda sugerem pedir a revisão do contrato, mas essa não é uma situação comum, pois fugiu da vontade de ambas as partes envolvidas. São normas estabelecidas pelos governos, impedindo a abertura das escolas. Nesse caso, as instituições não são as responsáveis por eventual dano sofrido”, reforça João Paulo Forster.
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A pandemia do novo coronavírus modificou a forma de trabalhar de muitos brasileiros. Para dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho neste período, uma pesquisa-intervenção mapeia o impacto da Covid-19 na rotina dos trabalhadores. Estão à frente do estudo os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).
Até o momento, a pesquisa conta com cerca de 280 relatos de empregados, que estão desenvolvendo suas atividades presenciais ou remotas, e de desempregados. Deste universo, mais de mais de 81% são do sexo feminino e 18% masculino, sendo que 47,8% disseram que trabalham em casa durante a pandemia e 21,9% atuam na linha de frente e com contato com o público. As áreas de atuação com mais participação no estudo são saúde e educação, correspondente a 30,2% e 29,5% dos participantes.
De acordo com a professora Carmem Giongo, os resultados preliminares apontam para uma sobrecarga de trabalho, no qual há menos interação com os colegas e tempo para cuidar da saúde, e realização de mais atividades domésticas. “Eles estão trabalhando mais, realizando menos intervalos e mais atividades fora do horário de expediente, cumprindo as mesmas metas e prazo”, diz a professora da Feevale. “Recebem o mesmo suporte das pessoas que já recebiam antes, dormem a mesma quantidade de horas, comem mais e consomem a mesma quantidade de álcool e de outras drogas. Sentem-se mais cansados, tristes, preocupados e têm mais dificuldades de planejar o futuro”, complementa.
O grupo ainda está aceitando a participação de voluntários, maiores de 18 anos, que queiram contribuir com os estudos. Para isso, eles devem responder a um questionário no Instagram @projethoscovid19. Os participantes podem relatar suas vivências e sentimentos por meio de áudios, textos ou fotografias, que podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail projethoscovid@gmail.com ou WhatsApp (51) 98138-1752.
O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.
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O empreendedorismo feminino sofre com os impactos da pandemia no Brasil. Segundo estudos dos institutos Rede Mulher Empreendedora e Locomotiva, 86% dos negócios liderados por mulheres fecharam, ou funcionam apenas em parte durante isolamento social. Ainda, 61% das empreendedoras entrevistadas (mais de mil mulheres foram ouvidas) não faturaram mais que um salário mínimo durante o período.
Porém, na contramão da desistência, algumas empreendedoras encontraram na reinvenção de seus negócios uma forma de seguir em frente. E foi por acompanhar de perto alguns cases de inovação que Raquel Mazuco e Renata Klein, idealizadoras da Trampolim (São Leopoldo/RS), empresa de consultoria focada em empreendedorismo feminino, decidiram lançar a websérie Como me reinventei na pandemia, exibida no Instagram @somostrampolim.
“(…) o desejo de usar esse momento desafiador para se reinventar, mudar sua história e garantir sua renda.”
Com relatos feitos pelas próprias empreendedoras, os episódios do projeto gravado à distância, por conta das orientações de prevenção à Covid-19, trazem histórias reais e motivadoras para sensibilizar e inspirar outras mulheres que estão em busca de uma solução financeira também.
Inovação não é uma questão de recursos
“À medida que os primeiros dias da pandemia foram passando, no andamento das reuniões online com nossas empreendedoras, começamos a perceber um movimento muito potente partindo delas, e o desejo de usar esse momento desafiador para se reinventar, mudar sua história e garantir sua renda”, conta Raquel.
“Queremos mostrar como empreendedoras de porte pequeno e recursos limitados conseguiram dar a volta por cima.”
Quando os primeiros resultados começaram a aparecer, a ideia foi clara: era preciso compartilhar. “Percebemos que as empresárias tendem a achar que inovar requer recursos que elas não possuem. Que é algo difícil, que não conseguirão fazer. Ao contar essas histórias, queremos mostrar como empreendedoras de porte pequeno e recursos limitados conseguiram dar a volta por cima”, destaca Renata.
Inscrições para participar
O primeiro episódio da websérie já está no ar e conta a história de adaptação da empresa de roupas sob medida Looper Costuras, de Esteio (RS). A sequência trará mais clientes da Trampolim, mas o objetivo é poder apresentar histórias de outras empreendedoras também.
“Acreditamos no poder da colaboração.”
“Acreditamos no poder da colaboração. Quanto mais pessoas estiverem dispostas a participar, mais inspiração, mais confiança e ideias serão compartilhadas, criando um looping de positividade, boas práticas e coragem”, incentiva Renata.
Interessadas em participar da websérie podem entrar em contato através do e-mail contato@atrampolim.com, ou pelas redes sociais @somostrampolim.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Na próxima quinta-feira (13), a partir das 20h, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, vai reunir três craques da área econômica para tratar de temas importantes no que diz respeito a sustentabilidade empresarial nos próximos meses.
O governador do Rio Grande do Sul no período 2003/2006 e presidente do Instituto Reformar de Estudos Políticos e Tributários, Germano Rigotto; o economista e sócio da Prosper Capital, Irineu Cassel; e o economista e consultor econômico da FCDL-RS, Eduardo Starosta, estarão participando da live “Impactos da Pandemia e Reforma Tributária”.
O evento, que terá transmissão online pelos canais da Federação no Facebook e no YouTube (FCDL-RS), irá abordar os efeitos da pandemia da Covid-19 na economia gaúcha, em especial no setor do varejo e nas micro e pequenas empresas, além dos efeitos que podem ser gerados a partir das propostas de reforma tributária apresentadas pelos governos estadual e federal.
A gestão de Germano Rigotto a frente do governo gaúcho se caracterizou pela maior atração de novos investimentos da história estadual, proporcionando a retomada do desenvolvimento econômico e social. Além disso, foi criada, de forma pioneira, a Nota Fiscal Eletrônica e adotado o Pregão Eletrônico. Para impulsionar ainda mais o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, Rigotto inovou ao criar a mais avançada e moderna legislação para Micro e Pequenas Empresas do País, o Simples Gaúcho, recebendo apoio nacional de entidades ligadas ao segmento.
Como presidente do Instituto Reformar de Estudos Políticos e Tributários, Germano Rigotto lidera o trabalho de fomento ao debate entre formadores de opinião e sociedade em torno das grandes questões da política e da economia nacionais e das reformas estruturais necessárias ao país.
Já o economista e sócio da Prosper Capital, Irineu Cassel, lidera a proposta de auxiliar empresas e empresários a atravessar um dos mais desafiadores períodos da economia brasileira, com ações que buscam viabilizar e otimizar empreendimentos, gerar riqueza e prosperidade.

