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pandemia

Business

Pandemia acelera busca do setor de RH por estratégias digitais

Por Gabrielle Pacheco 17/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Segundo dados de um estudo do Distrito, entre 2014 e 2018 o mercado de HRTechs teve um boom de novos negócios: foi nesta época que surgiram 82,5% dessas empresas. No total, o Brasil já tem 373 negócios voltados ao setor de recursos humanos, que captaram, desde 2014, mais de US$473 milhões em investimentos. Se a área já estava em franca expansão por conta da digitalização natural das empresas, a pandemia acelerou ainda mais este crescimento. Sem a possibilidade de estar no mesmo espaço físico que os colaboradores, muitos RHs perceberam que estavam perdendo uma vantagem competitiva e passaram a apostar em ferramentas de gestão e benefícios online para não perder a conexão com a equipe.

A Pulses, que oferece soluções de clima organizacional e engajamento medidos de forma contínua, por exemplo, foi uma das startups que viu seu negócio crescer durante a quarentena. Para ajudar os gestores a entenderem como os colaboradores estavam se sentindo durante o período de home office, a empresa criou o Termômetro de Crise, uma plataforma gratuita para acompanhar o impacto da pandemia na equipe, tanto em questões de adaptação com o trabalho remoto quanto aos níveis de ansiedade e estresse. O número de cadastrados na ferramenta chegou a aumentar 7x nesse período.

“Com a chegada do isolamento, os cenários acabaram mudando rapidamente e continuamente. Isso acabou trazendo uma percepção de que era necessário acompanhar e entender o que os colaboradores estavam sentindo, principalmente porque ficamos todos à distância e é mais difícil medir o humor das pessoas assim”, define Cesar Nanci, CEO da Pulses.

Essa prática de ouvir continuamente o colaborador é chamada de Continuous Sensing e vai na contramão das tradicionais pesquisas de clima anuais. Enquanto o resultado das pesquisas tradicionais anuais mostram uma “fotografia” de um momento específico na organização, as respostas dos pulsos, que são perguntas enviadas com frequência, mostram um “filme” do que acontece com as equipes — ajudando os líderes a tomarem decisões mais complexas com o acesso a dados concretos, que são coletados e analisados através de inteligência artificial.

E as pesquisas podem evoluir e mudar conforme às necessidades de cada empresa. Agora, a Pulses lançou o Termômetro do Novo Normal, uma plataforma também gratuita para medir a percepção dos colaboradores com a volta aos escritórios, a efetividade das medidas de segurança e os impactos desse novo cenário na saúde mental. “A escuta contínua não serve apenas para um momento de crise. Já é fato conhecido que as empresas que investem em programas de saúde mental têm índices menores de turnover e absenteísmo. E essas ferramentas são aliadas importantes para ajudar nessa questão, porque quando o colaborador sente que a opinião dele importa para a empresa, os níveis de ansiedade tendem a reduzir”, comenta Cesar.

Além do bem-estar: segurança financeira dos colaboradores também deve ser levada em consideração

Outro exemplo de startup que conseguiu crescer em meio à pandemia foi a Leve, que tem como objetivo levar bem-estar financeiro para colaboradores. Em nove meses, o negócio aumentou sua base de clientes em quase 10 vezes, saindo de nove empresas atendidas em janeiro para 85 em setembro deste ano. Para Gustavo Raposo, fundador e CEO, a pandemia fez com que muitos empregadores começassem a perceber a importância de lidar com o problema financeiro de suas equipes. “Há uma certa resistência das empresas em reconhecer que o estresse financeiro impacta na performance. Porém, com o surgimento da crise, que fez com que muitas pessoas passassem por um período de dificuldade e incerteza financeira, essa visão dentro dos negócios mudou drasticamente”, afirma.

De acordo com estudo da FGV (Fundação Getulio Vargas), os efeitos do home office na saúde do trabalhador estão indo além da fadiga e das dores no corpo. Quase metade dos respondentes (45,63%) apresentou baixo nível de bem-estar e saúde mental. As principais queixas são de preocupação com questões financeiras, ansiedade com a saúde de um membro da família e sensação de isolamento e solidão.

Mirando em empresas com alta competição por mão de obra, a Leve funciona como um benefício. Por meio de um aplicativo, os colaboradores têm acesso a consultorias com especialistas, junto à uma rede curada de soluções e produtos financeiros, como adiantamento de salário e empréstimos em condições mais acessíveis das encontradas no mercado. Do outro lado da operação, mantendo a privacidade de cada usuário, o RH conta com um portal web que fornece uma visão geral do bem-estar financeiro de todos os funcionários da empresa, divididos por área e posição.

Por meio do índice da startup, que, com base nos dados do diagnóstico de cada um, mede quatro áreas de bem-estar financeiro, a plataforma permite que o profissional de RH avalie ao longo do tempo os locais críticos de cada colaborador e tenha acesso a uma comparação com benchmarks — empresas do mesmo segmento e com colaboradores da mesma função.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/11/2020 0 Comentários 711 Visualizações
filmes
Cultura

Mostra universitária exibe filmes produzidos durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 16/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

As restrições impostas pela pandemia do novo Coronavírus atingiram a produção audiovisual em todo o mundo. Assim, na Unisc professores e estudantes do curso de Produção em Mídia Audiovisual viram-se num impasse quando as aulas presenciais foram suspensas. Afinal, como dar continuidade às disciplinas práticas cujo objetivo era a produção de filmes? Com isso, sem perspectiva de retorno ao presencial, a decisão foi por manter a realização das produções, mas adaptando-as às restrições necessárias. Agora, o resultado de todo esse desafio poderá ser visto na 9ª Mostra Em Cartaz, que ocorre no dia 17 de novembro, às 19 horas. A mostra, em vez de ocorrer no anfiteatro da universidade, será transmitido pela página do Facebook do curso.

Para a subcoordenadora dos cursos da Comunicação e Fotografia da Unisc, Patrícia Regina Schuster, a qualidade dos filmes superou as expectativas. “Tivemos que nos adaptar muito rápido e os estudantes responderam à altura. Será um evento espetacular”, antecipou. Impressão compartilhada pelo professor e coordenador da Mostra, Jair Giacomini. “Quando os alunos ficavam desanimados com as restrições das produções, eu dizia que os filmes deles passariam para a história do Curso por terem sido realizados durante a pandemia de 2020 e por terem superado todos os desafios que ela impôs”, lembra.

Além disso, após o término da exibição, ocorre um bate-papo com os realizadores que contará com a participação da produtora e diretora Marina Vlacic, egressa do curso de Produção em Mídia Audiovisual da Universidade. Serão 13 filmes no total, sendo oito ficções, três documentários e dois videoclipes. Além das dez produções de 2020, a mostra terá ainda dois filmes de 2019, e um de 2018. Assim, doze filmes foram produzidos em disciplinas a partir do quinto semestre e um filme surpresa foi selecionado entre as produções dos estudantes do primeiro semestre.

Filmes, sinopses e fichas técnicas

A orbe

Em um dia nublado, Edmundo avista algo bem intrigante no céu e decide seguir o objeto desconhecido.
Roteiro e Direção: Alixandre Trentin Pires, Rodrigo Edmundo | Elenco: Rodrigo Edmundo | Fotografia e Câmera: Alixandre Trentin Pires | Montagem, Efeitos Especiais e Finalização: Alixandre Trentin Pires | Trilha e Efeito Sonoros: Envato Elements | 2020 | Ficção | 1’

A terceira chamada

Trabalhando até tarde na redação, Sandra recebe uma ligação da amiga Daniela, que acredita estar sendo perseguida.
Roteiro e Direção: Bruno Granata | Elenco: Isabel Irene F. Corralo, Iasmin Alnoch, Bruno Granata | Assistentes de Direção: Fernanda Zimmer, Matheus H. Andrade | Cinematografia: Matheus H. Andrade | Som Direto: Fernanda Zimmer | Montagem e Finalização: Bruno Granata | 2020 | Ficção | 4’

Cacicus

A jovem Laura trabalha na lavanderia falida e barulhenta de seu pai, com quem tem uma relação difícil. Para fugir do ruído das máquinas e da opressão do pai, Laura começa um romance secreto com Camila, uma cliente de espírito aventureiro.
Roteiro: Bruno Cabral Gassen | Produção Executiva: Gabriela Dullius | Direção: Bruno Cabral Gassen, Gabriela Dullius | 1° Assistente de Direção: Wesllen Machado | 2° Assistente de Direção: Márcio Picoli | Direção de Produção: Gabriela Dullius | Assistência de Produção: Eduardo de Oliveira, Brenda Kern, Marina Minhote | Direção de Fotografia: Jonatan Pacheco | Assistência de Fotografia: Matheus Schwengber, Felipe Dressler, Renato Gomes | Direção de Arte: Wesllen Machado | Assistência de Arte: Camila Cassel | Direção de Som Direto: Gabriela Kopp | Assitência de Som: Maiquel Ertel | Trilha Sonora: Trombone de Frutas | Making Of: Rodrigo Carniel | Montagem: Bruno Cabral Gassen | Desenho de Som: Gabriela Kopp | Elenco: Jessica Ruviaro, Vick Maciel, Edson Sonjaque | 2019 | Ficção | 13’30’’

Companhia

Rapaz narra suas experiências e dúvidas sobre uma presença desconhecida em sua casa.
Roteiro e Direção: Vicente Mâncio | 2020 | Ficção | 4’35’’

Isolado

Por conta de uma pandemia global, Lucas vive isolado em seu apartamento. As únicas coisas que lhe trazem sentido para a vida são a namorada e seus hobbies, quase que inexistentes.
Roteiro e Direção: Yurgen Maas | Produção: Yurgen Maas, Guilherme Pagel | Fotografia: Yurgen Maas, Guilherme Pagel | Montagem e Finalização: Yurgen Maas | 2020 | Videoclipe | 3’39’’

Ponto de Vista (Ficção)

Todos nós sofremos com as restrições da pandemia. Mas como seria a visão de uma cachorra frente à rotina junto a seu tutor, que trabalha sem parar no home office?
Roteiro: Laura Zimmer Helfer | Direção: Laura Zimmer Helfer e Brenda Kern | Montagem e Finalização: Brenda Kern | Elenco: Lula Helfer e Belinha | 2020 | Ficção | 03’06’’

Por que Maria?

O estudante de Produção em Mídia Audiovisual Jonatan Pacheco decide que sua avó, Maria, será a personagem do documentário que vai produzir para uma disciplina. Por meio de Maria, Jonatan faz uma viagem pela história das mulheres de sua família, levantando questões relacionadas ao racismo estrutural e questionando o papel que ele tem e terá como realizador audiovisual.
Roteiro e Direção: Jonatan Pacheco | 2019 | Documentário | 16’47’’

Procrastinando

A rotina dele é procrastinar, procrastinar, pro-cras-ti-nar… até o limite.
Roteiro e Direção: Luís Alexandre | 2020 | Ficção | 05’47’’

PromoNET

A insistência de um vendedor pode levá-lo ao desespero. Você também sabe disso, não é?
Roteiro, Produção e Direção: Felipe Müller, Giuseppe Faccin, Ramiro Hermes, Rodrigo Edmundo | Elenco: Rodrigo Edmundo, Ramiro Hermes | 2020 | Ficção | 5’21’’

Quando

Ao encarar o isolamento social nos vemos cercados pelos próprios pensamentos. A solidão abre espaço para dúvidas, saudades, medos e descobertas. O que tínhamos antes de tudo isso? O que vem depois? Quando isso acaba? Um curta-metragem construído a partir de imagens de arquivo das realizadoras.
Direção: Gianne Vianna | Argumento e Texto: Gabriela Dullius, Gianne Vianna, Marcela Schild | Imagens de Arquivo: Gabriela Dullius, Gianne Vianna, Marcela Schild | Desenho de som: Gianne Vianna | Montagem: Gianne Vianna | 2020 | Documentário | 10’

Que som tem a distância?

Depois do cárcere, Isaura tenta se reconectar com o mundo. Na prisão, participou de uma iniciativa literária e ao reencontrar companheiras do projeto, discorre sobre suas angústias. A dificuldade de se reconfigurar como mãe, mulher e humana é constante.
Direção: Marcela Schild Pereira | Roteiro: Marcela Schild Pereira, Diego Tafarel | Direção de Fotografia: Lucas Ferreira | Direção de Arte: Maiara Fantinel | Produção: Marcela Schild Pereira | Assistência de Produção: Bruna Dalla Méa | Som Direto: Gui Carpes | Montagem: Diego Tafarel e Zé Correa | Finalização: Lucas Ferreira | Trilha Sonora: Juçara Marçal | Edição de Som: Diego Tafarel e Zé Correa | Participantes: Isaura Bastos, Fátima Jandrey, Lucimara de Oliveira, Marli Silveira. | 2018 | Documentário | 15’

White’s Problem

O videoclipe para o rap de Jonatan Pacheco e Neco Mc denuncia a perversidade do racismo policial, que pode fazer vítimas a qualquer hora.
Direção: Jonatan Pacheco Alixandre Pires | Roteiro: Jonatan Pacheco | Câmera: Alixandre Pires | Finalização: Alixandre Pires | Música: Artistas: Jonatan Pacheco e Leonardo Reis | Beat: Daniel Rodrigues | Mix & Master: Daniel Rodrigues | Captação: Koé Records | Videoclipe | 2020 | 3’28’’

Filmes surpresa: selecionado entre produções de alunos do primeiro semestre e divulgado apenas no momento da exibição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/11/2020 0 Comentários 602 Visualizações
Variedades

III Seminário Ampliado debate os vínculos de aprendizagem no contexto da pandemia

Por Gabrielle Pacheco 11/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Como manter ou revitalizar os vínculos de aprendizagem diante do desafiante momento em que vivemos? Este foi o tema do III Seminário Ampliado promovido pelo Instituto Crescer Legal nesta terça-feira, 10 de novembro. Realizado de forma virtual, o evento contou com a participação de mais de 60 profissionais das áreas de educação e assistência social nos municípios que atuam ou se relacionaram com o Instituto.

O diretor-presidente da entidade, Iro Schünke, abriu o evento falando sobre o impacto da pandemia nas atividades do Instituto. “Foi preciso muita criatividade para adaptar as atividades ao momento. Felizmente, as ações foram realizadas e temos a satisfação de chegar ao final do ano com os dois programas realizados. Nossos parceiros são extremamente importantes e esperamos contar com eles no próximo ano, quando esperamos uma volta à normalidade. Nosso agradecimento a todos aqueles que fazem o Instituto crescer cada vez mais”, frisou.

Ana Paula Motta Costa, advogada, socióloga e consultora do Instituto, falou sobre o tema do encontro. “Houve um tempo em que se acreditava que a ciência era puramente racional e passava ao largo da emoção. Mas hoje já sabemos que ninguém aprende só com razão. A aprendizagem só acontece se as pessoas se sentirem vinculadas e se entregarem ao projeto. Por isso, para o Instituto o vínculo é tão importante. E como vamos trabalhar vínculos à distância no contexto da pandemia? A resignificação do vínculo é tema central do nosso encontro”, comentou a socióloga, introduzindo a participação da psicóloga Francine Schutz Mentiacca.

Com experiência na área de desenvolvimento humano e organizacional, educação, assistência social e promoção à saúde, Francine conceituou o vínculo significativo saudável. “A construção de um vínculo significativo saudável é essencial não só para questões de aprendizagem, mas também para a saúde mental. Interesse, afeto, respeito, empatia, envolvimento, confiança e comunicação [verbal e não-verbal] perpassam a construção do vínculo. As emoções estão muito conectadas com a memória, sejam elas positivas ou negativas. Por esse motivo favorecem também o processo de aprendizagem. Desde os primórdios, o ser humano usa o vínculo como fator de sobrevivência. De lá para cá, o vínculo tem se aprimorado, mas ainda é por meio dele que, em comunidade, conseguimos nos comunicar, alinhar estratégias, aprender. Considerando que a maior parte dos aprendizados são construídos na relação com o outro, o vínculo é elemento essencial”, exemplificou.

De acordo com ela, no âmbito do Instituto, o primeiro vínculo dos aprendizes será inevitavelmente outros aprendizes. “Mas há outros vínculos a serem estimulados: com a família, com a instituição, com a comunidade e o educador. Incentivar os diferentes tipos de vínculo, pode ser desafiador, mas é importante para o pleno desenvolvimento do aprendiz”, comentou. Em relação ao momento vivido, a psicóloga refletiu que a pandemia nos trouxe desafios e foi preciso reajustar expectativas e trabalhar questões como resiliência, adaptação, flexibilidade. “Mas a construção do vínculo é possível, mesmo sem usarmos os cinco sentidos”, concluiu.

Ao longo do evento, parceiros expuseram suas experiências. Ana Paula Freitas Krug, diretora da Escola General Osório, de Herveiras, onde o Instituto sedia a segunda turma de aprendizes, relatou como as famílias e a escola, em conjunto, contornaram questões de logística enfrentadas com a pandemia. “Quando a pandemia começou, nós não sabíamos exatamente como proceder. Muitas famílias não possuem acesso à internet. Buscamos então outras referências familiares, como tios, para fazer essa comunicação inicial. Foram poucos os casos de famílias que não atenderam nosso chamado, mas a escola foi atrás e conseguiu reverter a entrega de materiais para 100%. O elo escola-família é muito grande e se intensificou diante das dificuldades”, relatou Ana ressaltando como ela também valoriza a importância do vínculo familiar.

Coube aos educadores Adriano Emmel e Débora Berghahnn trazer a experiência vivida pelo Instituto durante a pandemia. “Tivemos duas a três semanas de vivência presencial e foram fundamentais para que os educadores tivessem um primeiro contato com os aprendizes e suas diferentes realidades para dar então continuidade às atividades remotas. Planos de estudo foram entregues de forma impressa, ofertando a mesma oportunidade para todos. E a entrega e recolhimento das atividades, seguindo os protocolos de saúde necessários, acabou se tornando o momento presencial das turmas, com uma troca mais afetiva, olho no olho”, falou Adriano.

Segundo Débora, as atividades permitiram uma interação maior com a família e entes mais próximos das comunidades. Também foram criados momentos virtuais, turma a turma, de acordo com a possibilidade. “Criou-se grupo de whataspp, onde todos estão presentes, se não diretamente com o jovem, com algum ente familiar, considerando que alguns locais são limitados quando ao acesso da internet e até mesmo rede de telefone. Também se preferiu o uso de imagens e de áudios para facilitar para aqueles que não dispõe de wifi. As redes sociais também foram utilizadas para estreitar o vínculo com os jovens”, comentou.

Nádia Solf, gerente do Instituto, encerrou a programação falando sobre a alegria de reunir os parceiros. “Percebemos que estamos vinculados e nos encontramos nas dores e nas alegrias. Estamos muito felizes de poder reunir as pessoas que fazem o Instituto crescer cada vez mais. Acreditamos nos nossos jovens e sabemos que eles correspondem, querem continuar fazendo parte. Perseverar na esperança é a mensagem que levamos de 2020 para o futuro”, falou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2020 0 Comentários 489 Visualizações
saúde emocional
Saúde

Pandemia gera impactos na saúde emocional e autoconfiança

Por Gabrielle Pacheco 10/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

As constantes mudanças na vida podem fazer com que as pessoas desenvolvam barreiras mentais para enfrentar obstáculos. Assim, uma das coisas que chama atenção no momento atual de pandemia é a importância da consciência emocional para superar tais desafios. Segundo Andréa Ribas, consultora da Fundatec e especialista em saúde emocional, o momento atual é complexo e traz fortes impactos na saúde mental e na autoconfiança. “Estamos vivendo um ano desafiador, muitas pessoas estão sendo pegas de surpresa, perdendo sua estabilidade, seu emprego”, analisa.

Nesse momento, a imunidade aparece como algo necessário, mas com que devemos ter cuidado. “Desenvolver a imunidade como forma de boicotar objetivos pessoais e profissionais pode causar um efeito adverso, fazendo com que a pessoa diminua seu nível de exigência e se acomode. Não fomos treinados a fortalecer aquilo em que realmente somos bons”, alerta Andréa.

Além disso, a profissional lembra os conceitos da pesquisa “Immunity to Change”, realizada pelo psicólogo Robert Kegan (Universidade Harvard), que identificou o fenômeno que faz da pessoa, apesar de possuir objetivos na vida, agir na contramão daquilo que busca, por conta de “compromissos” mentais que fazem com que o foco em alcançá-los sejam esquecidos. “Apesar do estudo ter acontecido há 20 anos, seus resultados são muito presentes na sociedade atual”, resgata.

Andréa Ribas é especialista em Psicologia Positiva e Ciências da Autorrealização e também em Gestão Estratégica. Possui formações em Abordagem Integrada da Mente e Psicofisiologia. Além disso, é diretora da Estação Oito onde desenvolve profissionais e negócios que buscam a alta performance com saúde emocional.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/11/2020 0 Comentários 697 Visualizações
Cidades

Aulas na Escola de Aplicação Feevale permanecem remotas até o final do ano

Por Gabrielle Pacheco 09/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Escola de Aplicação Feevale anunciou no começo da tarde desta quinta-feira, 8, que seguirá atuando remotamente até a conclusão deste ano. Desde o início da pandemia, em março deste ano, a Escola vem priorizando a segurança máxima e o bem-estar de seus estudantes, professores, funcionários, pais e amigos que frequentam os seus espaços.

A Instituição, como um todo, sempre se posicionou atendendo às recomendações oficiais do Estado e do Município. Recentemente, essas duas esferas autorizaram o retorno gradual das instituições de ensino particulares, atendendo ao plano de contingência de prevenção determinado pelo governo. Como essa é uma decisão facultativa, a Escola consultou os pais e responsáveis pelos estudantes para saber a sua opinião.

A decisão de permanecer atuando remotamente foi tomada devido ao resultado dessa pesquisa, da preocupação com o bem-estar e de uma avaliação positiva – por parte de estudantes, famílias e professores – das aulas através do ambiente virtual de aprendizagem. A medida também evitará um novo processo de adaptação a 43 dias letivos do encerramento das atividades.

A Escola considera que, mais que uma medida institucional, essa é uma decisão da Comunidade Feevale. “Agradecemos a participação de todos que contribuíram com seu parecer, demonstrando união, empatia e compreensão dos nossos desafios, princípios que são vivenciados na nossa Escola. É assim que vamos superar esta pandemia”, afirmou a direção no comunicado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2020 0 Comentários 583 Visualizações
Business

24% dos porto-alegrenses guardaram dinheiro durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 07/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Ainda que 2020 esteja sendo difícil financeiramente para muitos, há parte da população que conseguiu abastecer o cofrinho de economias durante os últimos meses. De acordo com um levantamento realizado pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, esse grupo representa 24% dos porto-alegrenses que, em sua maioria (87,5%), juntou dinheiro para usar após o fim do isolamento. Os que economizaram por já terem o hábito de guardar representam apenas 8,3% e os que frearam os gastos por motivo de desemprego do parceiro somam 4,2%. Essas pessoas “entesouradas” pretendem gastar ou investir em média R$ 9.200 do total das economias do período.

A pesquisa revelou ainda o que esses 24% pretendem fazer com o dinheiro:

  • 33,3% deverão realizar aplicações financeiras
  • 29,1% pretendem usar a economia para viajar
  • 12,5% vão usar com investimentos, podendo ser a compra de móveis ou carro
  • 8,3% materiais de construção
  • 4,2% alimentação
  • 4,2% eletrônicos
  • 4,2% estética/salões de beleza/massagens
  • 4,2% eletrodomésticos

Locais físicos, como lojas, empresas de serviços e restaurantes, deverão receber maior parte do dinheiro, ficando com 45,8% das intenções de uso. Quem pretende realizar movimentações financeiras online ou por e-commerce representa 41,7% e 12,5% disseram que poderão gastar tanto em ambientes físicos quanto digitais.

Quando questionados sobre a situação financeira em que se encontram no atual momento em relação a como estavam no ano passado, 37% consideram estar em um patamar financeiro semelhante ao de 2019. Apenas 1% se vê significativamente melhor. Outros 33% acreditam que estão em situação um pouco pior, 24% significativamente pior e 5% um pouco melhor.

O Sindilojas Porto Alegre ilustrou o resultado completo da pesquisa em um infográfico, que pode ser conferido no site da Entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2020 0 Comentários 543 Visualizações
Entretenimento
Business

Empresários do entretenimento propõem retomada do setor

Por Gabrielle Pacheco 17/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O contexto criado pelas medidas de distanciamento social tiveram impacto em todas as camadas econômicas. Entre elas, o setor de entretenimento. Por isso, um grupo de empresários gaúchos se reuniu na última sexta-feira (11) para pensar como podem retomar o segmento. A ideia é levar à Prefeitura de Porto Alegre e ao Governo do Estado um estudo com possibilidades e sugestões de reabertura gradual dos locais de entretenimento.

“Compreendemos o cenário, mas ressaltamos que precisamos caminhar para uma volta ao normal.”

De acordo com Tiago Escher, um dos nomes à frente do Grupo TE2, a importância da área para a economia gaúcha é um dos pilares dessa movimentação. “Geramos mais de 50 mil empregos diretos e indiretos anualmente. Além disso, o faturamento do setor no estado chega à casa dos R$ 20 bilhões, cerca de 5% do PIB do Rio Grande do Sul. Compreendemos o cenário, mas ressaltamos que precisamos caminhar para uma volta ao normal”, avalia.

“Num ambiente controlado, responsável e com credibilidade, seria muito mais fácil adotar medidas de segurança.”

Já Eduardo Corte, responsável pelo Grupo Austral, destaca a necessidade de protocolos e um honesto diálogo com o setor. Afinal, afirma ele, o público já parece estar no limite do comportamento e começa a dar sinais mais claros de desobediência civil. “No feriado de 7 de setembro, observamos o alto número de eventos clandestinos aqui no Sul”, aponta. Eles estimam que mais de 35 mil pessoas foram às ruas nos ambientes de lazer noturno, sem que as forças de segurança conseguissem impedir as aglomerações. “Por que, então, não iniciar a retomada gradual do setor? Num ambiente controlado, responsável e com credibilidade, seria muito mais fácil adotar medidas de segurança”, questiona.

Entretenimento seguro

O grupo de empresários que desenvolve o projeto conta com o auxílio de médicos infectologistas. No entendimento deles, a reabertura é algo possível de ser feito, desde que respeitadas as medidas de segurança previamente apontadas por um corpo técnico do poder público. Por conseguinte, afirmam ser central trazer proposições que buscam indicar um modelo interessante de reabertura gradual, além de quais medidas as casas precisam estar atentas.

Por outro lado, Roberto Huwwari, à frente do Club 688, destaca que a iniciativa privada deve engajar-se para encontrar soluções que atendam às diferentes necessidades. “No último final de semana, presenciamos novamente cenas de aglomeração na Rua Padre Chagas, por exemplo. Com certeza, estamos no limite quanto sociedade. Inegavelmente, a atmosfera de transgressão civil que parece ganhar força entre parte significativa da população. Portanto, temos que abraçar esse compromisso e encontrar soluções”, pondera o empresário.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2020 0 Comentários 690 Visualizações
inovação
Variedades

Aula magna na Universidade Feevale abordará ciência pós-pandemia

Por Gabrielle Pacheco 14/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pesquisadora Lilia Katri Moritz Schwarcz, doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP), vai ministrar a aula magna dos cursos de pós-graduação stricto sensu da Universidade Feevale. A atividade, que acontecerá no dia 25 de setembro, às 18h30min, é gratuita e aberta ao público, com acesso pelo link.

Lilia, que falará sobre ciência pós-pandemia, possui experiência em Antropologia e História, com ênfase em antropologia das populações afro-brasileiras, marcadores da diferença, antropologia visual, história da antropologia e história do império brasileiro. É autora, entre outras obras, de Retrato em Branco e Preto, As Barbas do Imperador e O Sol do Brasil, tendo recebido diversas premiações. Atualmente, é professora da USP, curadora adjunta para histórias e narrativas do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e integra o Advisory Committee for Human Rights Whatch’s Americas Division.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2020 0 Comentários 573 Visualizações
Exportações
Business

Exportações de calçados caíram 32,7% até agosto

Por Gabrielle Pacheco 08/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A instabilidade no mercado internacional, em especial nos Estados Unidos, levou a uma queda nas exportações de calçados. Comparado ao mesmo período do ano passado, o tombo foi de 32,7% em receita e 25,2% em volume entre janeiro e agosto.

No total, foram embarcados 56,4 milhões de pares, que geraram US$ 437,15 milhões. Somente em agosto, foram exportados 7,27 milhões de pares por US$ 57,9 milhões. Como resultado, quedas de 26,7% em volume e de 30% em receita na relação com o mesmo mês de 2019.

“A pandemia do novo coronavírus impactou profundamente o mercado internacional.”

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a queda dos embarques deverá diminuir nos últimos meses de 2020. No entanto, o presidente-executivo Haroldo Ferreira afirma que o ano deve fechar com um revés na casa de 27% em relação a 2019. “A pandemia do novo coronavírus impactou profundamente o mercado internacional. Perdermos espaço em mercados importantes, caso dos Estados Unidos. Além disso, tivemos uma recuperação mais rápida da indústria chinesa, que inflou a concorrência internacional”, explica o dirigente. 

Conforme o executivo, nem mesmo o dólar valorizado tem sido o suficiente para impulsionar as exportações de calçados. “O mundo ainda está com muitas restrições, especialmente para encontros físicos. Por exemplo, a italiana Micam Milano, maior feira mundial do setor, terá a participação de apenas nove marcas brasileiras – ano passado, foram 76. Com isso, todas terão representação local, em função da restrição para entrada de brasileiros na Itália”, acrescenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2020 0 Comentários 473 Visualizações
Aulas suspensas
Variedades

Aulas seguem suspensas no Litoral Norte

Por Gabrielle Pacheco 08/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação dos Municípios do Litoral Norte (Amlinorte) optou por seguir com as aulas suspensas. Em assembleia extraordinária realizada na sexta-feira (4), os prefeitos da região decidiram, por unanimidade, manter a rede de ensino pública e privada fechada até o próximo dia 30 de setembro. 

Na decisão, os prefeitos levaram em consideração todos os cuidados necessários para a reabertura das escolas e unidades de educação infantil. Além das medidas de distanciamento e cuidados necessários, os gestores também analisaram a redução das equipes de pessoal, tendo em vista os afastamentos de servidores integrantes do grupo de risco, entre outros aspectos.

“Todas estas questões precisam ser avaliadas e estudadas pelas equipes técnicas antes de se tomar qualquer decisão. Devemos lembrar que as aulas não estão paradas nos municípios”, alerta o presidente da Amlinorte e prefeito de Imbé, Pierre Emerim da Rosa. Segundo ele, os municípios estão mantendo as aulas de forma remota e com conteúdo encaminhado aos alunos, sendo que a carga horária deverá ser cumprida até o mês de dezembro. 

A Amlinorte deverá realizar, na próxima semana, reunião com a Promotoria Regional de Defesa da Educação, com a 18º Coordenadoria Regional de Saúde e com representante da UFRGS Campus Litoral Norte para debater o tema. O assunto também será discutido com integrantes da rede privada e pública de ensino. Dessa maneira, será formalizado um entendimento conjunto que auxilie os gestores na tomada de decisão sobre a melhor alternativa de Volta às Aulas no Litoral Norte.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2020 0 Comentários 596 Visualizações
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