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pandemia

Saúde

Pesquisa busca compreender fatores relacionados à saúde mental e à pandemia em três países

Por Caren Souza 25/03/2021
Por Caren Souza

Um estudo internacional, liderado pela Universidade Feevale, investiga os efeitos relacionados à saúde mental sobre a população de três países afetados pela pandemia do Covid-19. A pesquisa, que está sendo realizada em parceria com a universidades de Messina, da Itália, e de Eastern Washington, dos Estados Unidos, busca compreender e avaliar o impacto desse período pandêmico, em relação aos níveis de depressão, estresse pós-traumático e resiliência em universitários e seus familiares.

Conforme o professor Marcus Levi, coordenador do Mestrado em Psicologia da Feevale, os pesquisadores querem entender como as características das pessoas estão funcionando como propulsoras de maior risco ou de proteção. “Estamos fazendo este estudo para verificar como a pandemia e seus efeitos se relacionam em relação a quadros depressivos e de estresse pós-traumático com tudo que estão vivenciando nesse período. Ao mesmo tempo, queremos verificar como a resiliência está contribuindo para proteger as pessoas dos impactos da pandemia”, destaca.

As universidades parceiras foram escolhidas por serem de países que, em algum momento foram ou estão sendo epicentro da pandemia, como é, agora, o caso do Brasil. Segundo Levi, os parceiros entenderam que seria importante participar de uma pesquisa transcultural, “para comparar esses níveis e diagnosticar diferenças e semelhanças referentes à saúde mental de suas populações”.

A pesquisa está na fase de coleta de dados e aceitando a participação de voluntários, maiores de 18 anos, que queiram contribuir com a pesquisa. Para isso, eles devem responder a um questionário eletrônico, disponível em https://bit.ly/3cckr9j.

Fonte: Assessoria
25/03/2021 0 Comentários 501 Visualizações
queda de cabelo
Moda e beleza

Dermatologista explica relação entre queda de cabelo e Covid

Por Gabrielle Pacheco 25/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Depois de mais de um ano de Covid-19, os médicos têm descoberto, cada vez mais, efeitos do coronavírus que vão além dos sintomas mais comuns. Nesse sentido, um deles é a queda de cabelo, que ocorre durante a manifestação da doença ou pode até mesmo piorar meses após o quadro inicial.

Quando nosso corpo enfrenta alguma infecção, esse intervalo entre as quedas pode ser abreviado. Por isso, observamos uma perda em maior quantidade e de uma vez.

Isso se dá porque os fios têm um ciclo de vida fixo (entre dois e seis anos) e quando o ciclo se encerra, ele entra em repouso e cai, dando espaço para um novo fio, explica a dermatologista e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Dra. Nádia Bavoso. “Quando nosso corpo enfrenta alguma infecção, esse intervalo entre as quedas pode ser abreviado. Por isso, observamos uma perda em maior quantidade e de uma vez. No entanto, uma vez encerrada a inflamação, os fios crescem normalmente, a não ser que a pessoa sofra de outras causas de queda de cabelo. A calvície, por exemplo, também pode ser potencializada pelo Covid”, afirma a médica.

Queda de cabelo pode ser multifatorial

Além das infecções e da persistência dos sintomas mesmo depois do ciclo de transmissão do vírus, outros fatores também podem impactar na queda de cabelo. Entre os principais, ela destaca o stress e a ansiedade, “que desregulam todo o funcionamento do corpo, gerando até insônia e desequilíbrios alimentares. O aumento no consumo de álcool e cigarro, também podem potencializar as quedas de cabelo. Outro ponto importante é o isolamento social, que afeta adultos e até crianças e pode ser sentido pela saúde dos fios”.

Se percebeu que está perdendo mais fios que o comum em situações simples, busque um médico para avaliação clínica.

Ela pontua que a pandemia mudou a rotina e, quando achava-se que estava tudo sob controle, a segunda onda veio como um tsunami. “Além do medo de contrair o vírus, tem todo o stress de trabalho, questões financeiras, crianças em casa e a distância de pessoas queridas. Com tudo isso, é esperado que nosso corpo responda de alguma forma e, entre elas, a queda de cabelo tem sido cada vez mais comum. Minha sugestão é: se percebeu que está perdendo mais fios que o comum em situações simples, busque um médico para avaliação clínica”, reforça a médica.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/03/2021 0 Comentários 847 Visualizações
Business

Gramado Summit realiza campanha solidária para combate ao Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 22/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A conferência de inovação Gramado Summit está promovendo uma nova campanha solidária. Desta vez, a instituição ajudada será o Hospital Arcanjo São Miguel, de Gramado, no combate à Covid-19. Em troca de uma doação acima de R$ 50 para o hospital, o evento disponibiliza ingressos com 50% de desconto.

Desenvolvemos essa ação que busca engajar as pessoas a doarem o quanto puderem e, de quebra, ainda terem a presença garantida no maior brainstorming da América Latina.

Quem já tiver comprado o ticket para o evento em outro momento também poderá participar da ação. Basta doar o valor escolhido, e a Gramado Summit disponibilizará um ingresso gratuito em contrapartida. O link para doar está disponível no site do evento. A ação fica no ar até o dia 9 de abril.

Conforme o CEO da Gramado Summit, Marcus Rossi, o momento atual pede ainda mais sensibilidade da sociedade. “Todo o país vive uma realidade delicada, e nós acreditamos que podemos continuar ajudando quem realmente necessita. Por isso, desenvolvemos essa ação que busca engajar as pessoas a doarem o quanto puderem e, de quebra, ainda terem a presença garantida no maior brainstorming da América Latina”, explica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/03/2021 0 Comentários 560 Visualizações
Business

Sindha faz duras críticas às novas medidas do Governo do RS sobre o setor da gastronomia

Por Caren Souza 22/03/2021
Por Caren Souza

O setor da gastronomia recebeu com tom crítico e preocupação as novas medidas do governo do Estado com restrições “especiais” aos restaurantes e similares, que só podem operar até as 18 horas durante a semana, além da restrição total aos fins de semana. O Sindha (Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região) reforça sobre a situação econômica insustentável na qual as empresas se encontram.

“É muito difícil entender a falta de sensibilidade com a nossa categoria. Nas últimas reuniões, reconhecemos a postura sensível apresentada quanto ao caos econômico que todas as empresas da gastronomia se encontram, mas agora isso não se reflete na decisão anunciada. É um dos setores mais afetados, isso é indiscutível”, alerta o presidente do Sindha, Henry Chmelnitsky.

E, agora, quando o setor tinha alguma esperança de retomar, passa a ser desesperador. “Atualmente, 65% dos nossos restaurantes têm suas atividades à noite, e, além de tudo, nos tiraram o final de semana. Não há mais condições de suportar essa quebradeira. Ninguém irá antecipar o jantar no salão dos estabelecimentos, não estamos nos Estados Unidos. Se preparem para o início de demissões imediatas e fechamentos permanentes. É muito preocupante o caminho que estamos tomando”, critica o presidente do Sindha, Henry Chmelnitsky.

O presidente da entidade também destaca a desigualdade nos critérios, uma vez que os mercados, por exemplo, poderão atender presencialmente até as 22 horas. “Somos um setor que cumpre rigorosamente as regras, mas que não recebe essa mesma condição de trabalhar até as 22 horas. Se queremos tirar as pessoas da rua das 20h às 5h, que ao menos exista isonomia para os restaurantes que observam 100% dos seus protocolos. Estamos neste momento pedindo a sensibilidade e revisão do governador sobre esse ponto”, destaca.

Fonte: Sindha
22/03/2021 0 Comentários 598 Visualizações
Saúde

Cogestão retorna, mas suspensão de atividades é ampliada

Por Gabrielle Pacheco 19/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Depois de três semanas com restrições mais severas para conter o avanço neste momento crítico da pandemia no Rio Grande do Sul, o governo do Estado anunciou, nesta sexta-feira (19), a retomada da possibilidade de cogestão regional a partir de segunda, 22, mas prorrogou a suspensão de atividades não essenciais até 4 de abril.

Como o sistema compartilhado permite a adoção pelos municípios de protocolos menos restritivos do que a bandeira vigente, o Gabinete de Crise suspendeu atividades não essenciais nos fins de semana e feriados e ampliou as restrições na bandeira vermelha – considerada o limite para flexibilização das regras quando houver adesão à cogestão na bandeira preta.

O retorno tem de ser feito com rigoroso controle e maior fiscalização de protocolos. A pressão no sistema hospitalar não tem se intensificado mais como antes e parece se encaminhar para uma estabilidade, mas ainda é cedo para afirmar isso.

A suspensão geral de atividades será mantida entre 20h e 5h de segunda a sexta-feira e, aos fins de semana e feriados, fica determinada a restrição de atividades presenciais durante todo o dia. As exceções são os serviços essenciais, como farmácias, supermercados e comércio de materiais de construção e demais exceções que já constam no atual decreto de suspensão geral de atividades. Confira ao final do texto todos os ajustes de protocolos que passam a valer a partir de decreto, que deve ser publicado neste sábado, 20.

A decisão foi anunciada pelo governador Eduardo Leite em transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta sexta (19), após discussão entre os integrantes do Gabinete de Crise e reunião com a Federação das Associações de Municípios (Famurs) e representantes das 27 associações regionais.

“É um vírus que circula com as pessoas, portanto, reduzir a circulação das pessoas é o caminho para reduzirmos a contaminação. Mas sabemos que há uma parcela substancial da população que precisa da retomada presencial de atividades econômicas para a sua subsistência. O retorno tem de ser feito com rigoroso controle e maior fiscalização de protocolos. A pressão no sistema hospitalar não tem se intensificado mais como antes e parece se encaminhar para uma estabilidade, mas ainda é cedo para afirmar isso. Por isso, a decisão pelo relaxamento de restrições se dá devido à necessidade de oferecer um fôlego à economia. Mas é fundamental que haja compromisso de fiscalização nos municípios, porque nosso sistema hospitalar está no limite”, afirmou o governador.

Embora os dados monitorados pelo Estado se encaminhem para uma estabilização, a taxa de ocupação dos leitos de UTIs ainda está próxima ou até superior a 100% na maioria das regiões do RS. No mapa da 46ª semana do Distanciamento Controlado, divulgado nesta sexta (19), todas as 21 regiões Covid seguem em bandeira preta por conta da alta pressão no sistema hospitalar gaúcho.

Com o retorno da cogestão regional, as regiões poderão adotar medidas mais flexíveis que a bandeira preta, mas não menos restritivas do que as de bandeira vermelha. Portanto, o governador destacou que não se trata de um mecanismo automático, mas uma possibilidade, demandada pelos prefeitos, e que deve ser adaptada à realidade do risco em cada região e à natureza de cada uma das atividades.

“A cogestão se propõe a dar a possibilidade para que as regiões ajustem alguma coisa dos protocolos a uma necessidade local. Não é algo automático: na bandeira preta, usa protocolos de bandeira vermelha. Os prefeitos de uma região podem decidir seguir, inclusive, totalmente a bandeira preta ou flexibilizar os itens em que na realidade econômica local se impõem. Podem escolher um caminho intermediário”, afirmou o governador.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/03/2021 0 Comentários 608 Visualizações
Business

Estado terá retorno da cogestão e serviços não essenciais a partir do dia 22 de março

Por Caren Souza 17/03/2021
Por Caren Souza

O Rio Grande do Sul terá novas medidas em relação às restrições econômicas a partir do próximo dia 22 de março. O anúncio foi feito nesta terça-feira (16) pelo governador Eduardo Leite (PSDB), em resposta ao pleito apresentado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gabriel Souza (MDB), em conjunto com lideranças empresariais. Na reunião virtual, Leite apresentou ao grupo o cenário epidemiológico do Estado e as novas medidas econômicas e de saúde.

Sabemos que três semanas de restrições maiores traz muitos prejuízos à população, mas precisamos ter cautela.

Entre as mudanças, o chefe do Executivo anunciou o retorno da cogestão a partir do dia 22 de março, com a renovação dos planos – considerando o atual cenário, as mudanças de protocolos e a necessidade de fiscalização. A reabertura do comércio não essencial, a partir da próxima semana, poderá ocorrer de 2ª a 6ª feira, até às 20 horas (entrada até às 19 horas).

Restaurantes, bares e lanchonetes poderão atuar sem restrição de dias, até às 17 horas (entrada até 16 horas) e hotéis e alojamentos com lotação máxima de 50% (com Selo Turismo Responsável) e 30% (sem Selo Turismo Responsável). O governador também anunciou novas medidas econômicas, com linhas de crédito nos bancos BRDE, Badesul e Banrisul. A restrição de atividades todos os dias entre 20 e 5 horas está mantida até 30 de março.

O presidente do Legislativo destacou o esforço do Executivo em subsidiar o setor produtivo para minorar os impactos econômicos ocasionados pela restrição das atividades. Também ressaltou a união dos diferentes setores e poderes pela compra da vacina contra a Covid-19. “São boas notícias para os empresários e trabalhadores. Paralelamente, estamos atuando de forma intensa pela aquisição da vacina. Já colocamos a ALRS à disposição do Governo do Estado para participar financeiramente da compra. A imunização em massa é nossa solução definitiva”, declarou Gabriel.

Sobre o comportamento recente das hospitalizações em leitos clínicos e UTIs, Leite apresentou ao grupo uma série de gráficos detalhando o crescimento da demanda nas últimas semanas. No início de fevereiro, o RS tinha 720 leitos livres e atualmente enfrenta um déficit de 300 leitos. “Temos hoje a segunda maior taxa de óbitos por 100 mil habitantes do Brasil. O RS está duas semanas adiantado em relação a outros estados, como MG e SP. Infelizmente nós antecipamos o que o país deverá viver nos próximos dias”, disse Leite.

O governador reiterou o pedido que a retomada das atividades seja controlada e com todos os cuidados necessários. “Sabemos que três semanas de restrições maiores traz muitos prejuízos à população, mas precisamos ter cautela para que não seja necessário aumentar novamente”, reforçou.

Fonte: Assessoria
17/03/2021 0 Comentários 520 Visualizações
Business

FCDL-RS encaminha proposta de retorno das atividades econômicas

Por Gabrielle Pacheco 10/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) e Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) afiliadas encaminharam ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gabriel Souza (MDB), uma proposta de protocolo que viabilize o funcionamento dos estabelecimentos mesmo com a bandeira preta no Rio Grande do Sul.

A proposta surgiu após reunião online entre lideranças empresariais gaúchas e o presidente da ALRS, realizada na segunda-feira (8), da qual o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, participou. “São propostas que estamos tentando viabilizar junto ao Governo do Estado, contando com o apoio do presidente da ALRS, deputado Gabriel Souza. O comércio e todos os setores produtivos precisam retomar sua atividade, pois é somente desta forma que podem gerar emprego, renda e honrar seus compromissos”, afirma o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

A ideia é entregar a proposta ao governador Eduardo Leite, buscando sensibilizar o Chefe do Executivo gaúcho sobre as grandes dificuldades que o setor produtivo do Rio Grande do Sul está enfrentando, com centenas de empresas fechando suas portas em definitivo e milhares de postos de trabalho sendo extintos. A proposta busca viabilizar, especialmente, que as micro e pequenas empresas, as mais afetadas por não poderem exercer sua atividade, tenham condições de trabalhar. Além disso, é proposta a obediência rígida dos protocolos de saúde estabelecidos pelas autoridades, sob pena de multa expressiva de acordo com o faturamento e até a cassação do alvará.

Ainda, a observação do distanciamento físico nas lojas, com espaço mínimo de 2m2 por pessoa ocupando a área de circulação do estabelecimento comercial, incluindo colaboradores e clientes. A proposta inclui, também, o controle rígido de entrada de clientes. Em caso de superlotação, o gestor da empresa fica obrigado a limitar a entrada de clientes, ou buscar apoio de forças policiais para não exceder os limites estabelecidos.

Na reunião realizada na segunda-feira, o presidente da Assembleia Legislativa destacou que é solidário com a pauta dos empreendedores, que estão passando terríveis dificuldades com os seus negócios e se comprometeu a fazer uma interlocução com o Governo do Estado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/03/2021 0 Comentários 515 Visualizações
Moda e beleza

I Fashion Outlet oferece delivery de compras

Por Gabrielle Pacheco 10/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Seguindo as determinações do Governo do Estado, o I Fashion Outlet Novo Hamburgo retomou o serviço de compras por delivery. A opção está disponível em algumas lojas do empreendimento em diversos segmentos, incluindo roupas, calçados e público infantil.

Nosso público poderá seguir aproveitando o mix do empreendimento de forma segura.

A dinâmica de compra é muito simples: o cliente consulta a relação das lojas participantes e seus contatos, assim como os canais de venda. Todo o processo de venda e negociação de envio do produto é feito de forma rápida e segura. Depois disso, a loja se responsabiliza pela entrega em prazo combinado.

“São variadas marcas que aderiram ao serviço de delivery para facilitar as compras dos clientes, diante do momento delicado que estamos vivendo. Assim, nosso público poderá seguir aproveitando o mix do empreendimento de forma segura”, afirma a Gerente Geral do I Fashion Outlet Novo Hamburgo, Amélia Siqueira.

Para implementar o serviço, o empreendimento está seguindo e orientando os lojistas a seguir todas as determinações dos decretos vigentes, tais como a higienização de todos os produtos e embalagens, o uso de máscara facial e álcool em gel por parte dos lojistas.

As lojas participantes são Aleatory, Arezzo, Bella Gula, Bibi, Big Brands, Bonneterie, Carmen Steffens, Diesel, Espaço Hering, Hugo Boss, Kipling, Luz da Lua, Multimarcas, Planeta Surf, Polishop, Polo Wear, Puket, Rabusch, Spirito Santo, Time Center, TNG, Track & Field e Yolo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/03/2021 0 Comentários 750 Visualizações
Business

FCDL-RS pede a retomada das atividades dos lojistas gaúchos

Por Caren Souza 08/03/2021
Por Caren Souza

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) pede ao governador Eduardo Leite que sejam encontradas maneiras do comércio considerado não essencial pelo governo estadual poder exercer sua atividade nos próximos dias, uma vez que a Bandeira Preta seguirá vigorando no RS.

 

temos observado um crescimento assustador da miséria social em praticamente todo o Rio Grande do Sul.

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, ressalta que o momento que o estado vive é complicado não apenas na área da saúde, mas, também, na questão social. Segundo ele, muitas empresas estão chegando ao seu limite financeiro, podendo fechar definitivamente em pouco tempo.

“Além do agravamento das dificuldades na saúde, temos observado um crescimento assustador da miséria social em praticamente todo o Rio Grande do Sul. São milhares de pessoas que ficaram desempregadas, perderam o seu ganha pão, consumiram suas economias e, hoje, estão nas ruas mendigando alguns trocados ou comida. São cenas que vemos, diariamente, em vários pontos de muitas cidades gaúchas”, afirma Koch.

Ao longo dos últimos dias, o presidente da FCDL-RS recebeu inúmeros contatos de lojistas extremamente preocupados com o fato de não poderem trabalhar. Para o dirigente, não há como distinguir o que é essencial e não essencial quando se fala em setor produtivo, uma vez que milhares de empresários dependem exclusivamente do pleno funcionamento de seu estabelecimento não apenas para gerar emprego e renda, mas, também, para a própria sobrevivência.

“Se não houver, de parte do governo estadual, algum tipo de flexibilização para a atividade comercial nos próximos dias em que a bandeira preta vigorar, é praticamente certo que muitas empresas varejistas irão se somar as 9 mil lojas que deixaram de existir no RS em 2020. E muitos outros postos de trabalho, além dos 13 mil já extintos no último ano no setor, também vão desaparecer”, enfatiza o presidente.

O comércio, segundo o presidente da FCDL-RS, não é o polo que dissemina a covid-19. Os comerciantes gaúchos investiram pesado, ao longo do último ano, para atender, com rigidez, os protocolos de saúde, como o uso de máscara, a disponibilização de álcool em gel e o distanciamento físico nas lojas.

“Entendemos que o que deve ser coibido são as aglomerações que desrespeitam os decretos governamentais. É preciso, também, educar a população para que sigam os cuidados básicos à risca. O transporte coletivo deveria ter toda sua frota disponibilizada para transportar os trabalhadores de todos os setores produtivos. Vimos, nos últimos meses, as pessoas indo para o seu trabalho em coletivos lotados e isso não é culpa de quem quer e precisa trabalhar. Precisamos de ações mais efetivas neste sentido”, aponta Vitor Augusto Koch.

Mesmo a tele-entrega e o teleatendimento disponibilizados pelo governo gaúcho representam um paliativo que não ameniza os graves prejuízos que os lojistas sofrem há exatamente um ano com o fecha-abre-abre-fecha. O presidente da FCDL-RS lembra que a maioria dos lojistas estabelecidos nas cidades do interior do Estado dependem quase que exclusivamente do atendimento presencial para sobreviver, não tendo aderido ao e-commerce ou a formas de entrega na casa dos consumidores.

Fonte: Assessoria
08/03/2021 0 Comentários 519 Visualizações
Cidades

Prefeitos da Granpal iniciam processo de compra da Sputnik V

Por Gabrielle Pacheco 08/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Prefeitos que integram o Consórcio dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal) decidiram iniciar o processo de compra própria da vacina para a Covid-19. A iniciativa foi divulgada na manhã de quinta-feira (4), após reunião virtual com representantes da vacina Sputnik V no Brasil.

O objetivo é zelar pelo dinheiro público e construir, com o apoio e o aval dos órgãos de controle, a negociação mais transparente possível.

Para garantir total segurança jurídica à operação, o primeiro passo será uma consulta dos prefeitos ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado. “O objetivo é zelar pelo dinheiro público e construir, com o apoio e o aval dos órgãos de controle, a negociação mais transparente possível”, explica o prefeito de Nova Santa Rita e presidente da Granpal, Rodrigo Battistella (foto em destaque).

Simultaneamente, a Granpal formará grupo de trabalho com a presença de um representante da assessoria jurídica de cada município interessado na compra da vacina. A aquisição de doses será opcional.

Passo a passo da compra

Cada dose da Sputnik V custa cerca de US$ 9. O processo de compra tem início com uma manifestação de interesse assinada pelo município, informando o número de doses pretendidas. Na segunda etapa da negociação, o laboratório envia a proposta comercial. No terceiro passo, as prefeituras encaminham o aceite da proposta, e o laboratório envia as doses. O pagamento é feito apenas quando a vacina chega ao Brasil.

“Os prefeitos da Região Metropolitana têm o claro entendimento de que a preservação de vidas e a retomada da economia só ocorrerão a partir da vacinação em massa da população. É para isso que vamos trabalhar”, conclui Battistella.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/03/2021 0 Comentários 604 Visualizações
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