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pandemia

Variedades

Leite altera modelo de distanciamento e todo o RS volta à bandeira vermelha

Por Gabrielle Pacheco 27/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

Em reunião virtual nesta terça-feira (27), o governador Eduardo Leite debateu com deputados, prefeitos e, posteriormente, com o Gabinete de Crise, mudanças no modelo de Distanciamento Controlado. A medida se tornou necessária, segundo Leite, para que o sistema pioneiro de enfrentamento à pandemia se ajuste à atual realidade e permita a retomada das aulas presenciais no Rio Grande do Sul, conforme novo decreto que será publicado.

“O modelo foi pioneiro, construído com muito esforço e análises técnicas e científicas, mas nunca o vendemos como um modelo perfeito. Até porque, mesmo com um ano de pandemia, o mundo todo ainda está aprendendo sobre o coronavírus e seus efeitos. A recente onda que enfrentamos foi muito diferente daquela que tivemos em 2020. Por isso, se fizeram necessários ajustes, como o da salvaguarda, ao longo do tempo. Assim como são necessários ajustes neste momento, na medida em que observamos que o número de novos casos e internações se estabilizou, apontando para um momento mais confortável”, afirmou o governador.

Criado há um ano e lançado no dia 10 de maio de 2020, o Distanciamento Controlado foi baseado em 11 indicadores da velocidade de contágio do coronavírus e da ocupação de leitos de UTI, classificando o risco para cada região do Estado, representado nas cores de quatro bandeiras, e com protocolos para cada nível – quanto maior o risco, mais escura a bandeira, da amarela à preta.

Com a evolução da pandemia e o aprendizado sobre o comportamento do vírus, foram criadas as duas salvaguardas: a estadual – implementada por decreto a partir da 44ª rodada (5/3/21) e que coloca todo o RS em bandeira preta quando a razão de leitos livres para cada ocupado por paciente Covid está abaixo de 0,35 – e a regional, em vigor desde a 35ª rodada (1º/1/21), que é acionada quando uma região tem elevada quantidade de novas hospitalizações e de pacientes Covid e, ao mesmo tempo, está inserida em uma macrorregião com baixa capacidade hospitalar, determinando bandeira vermelha ou preta regionalmente.

Após análises de técnicos e especialistas do Gabinete de Crise, o governo decidiu ajustar a salvaguarda da bandeira preta no Estado: continuará existindo, mas passará a ser acionada apenas quando o indicador de leitos atingir o índice de 0,35 depois de um ciclo de 14 dias de piora na disponibilidade. A trava será desativada quando se observar um ciclo de pelo menos 14 dias de melhoria na ocupação hospitalar (leitos de UTI).

Quanto à salvaguarda regional, será extinta para bandeira preta, mas fica mantida para bandeira vermelha. Assim, quando uma região apresentar bandeira vermelha ou preta no Indicador 6 (hospitalizações para cada 100 mil habitantes da região) e o Indicador 8 (leitos livres/leitos Covid da macrorregião) estiver menor ou igual a 0,8, a trava é acionada e a região será classificada em bandeira vermelha mesmo que a sua média for mais baixa.

Com as mudanças, todo o Estado estará em bandeira vermelha a partir da publicação de novo decreto, previsto para esta terça-feira (27/4) e entrada em vigor a partir da 0h do dia seguinte. Para evitar que os municípios adotem protocolos compatíveis à bandeira laranja, uma vez que os indicadores ainda apontam risco alto (vermelha), o sistema de cogestão será suspenso pelo menos até o dia 10 de maio, para que as regras fiquem limitadas ao que hoje já está sendo adotado pela cogestão na bandeira preta (limite de vermelha).

“É o último ajuste que determinei no modelo de Distanciamento Controlado que existe nos termos atuais. Esse modelo vai seguir existindo até o dia 10 de maio, quando vamos completar um ano da sua implementação no RS. Depois de ter cumprido seu papel, ter dado colaboração para análise de riscos e estabelecer protocolos de forma pioneira no Brasil, vamos substituir esse modelo por outro, mais aprimorado e adequado a essa nova fase que estamos vivendo na pandemia, mas sempre colocando a proteção da nossa população, a sua vida e a sua saúde como prioridade e buscando conciliar essa proteção como a manutenção das atividades econômicas, que são essenciais para que as pessoas possam cuidar das suas famílias”, afirmou o governador.

Neste período de transição, em que serão implementadas as mudanças nas salvaguardas e a suspensão da cogestão, o governo irá estudar e definir um novo modelo de gestão da crise sanitária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 913 Visualizações
Saúde

Medidas efetivas resultam em queda de 41% na demanda por leitos no Hospital Lauro Reus

Por Caren Souza 12/04/2021
Por Caren Souza

Medidas efetivas vêm refletindo na desaceleração na demanda por leitos para pacientes positivados para Covid-19 em Campo Bom. Dados do Hospital Lauro Reus (HLR) apontam uma queda de 41% na ocupação, em relação à metade de março (16/3) e primeira semana de abril (7/4).

Sabendo que estamos no caminho certo, seguiremos firmes.

O prefeito Luciano Orsi aponta que a redução também se deu nos números de casos confirmados. Em 8 de março, o boletim epidemiológico do Município tinha 29 casos confirmados; nesse mesmo dia, em março, o boletim apresentava 111 positivados.

“Isso significa que nossos esforços são válidos e resolutivos. Desde as ações de conscientização incentivando os cuidados básicos, até as articulações do Município para com o Governo do Estado, fiscalizando e informando sobre os decretos para os comerciantes. Sabendo que estamos no caminho certo, seguiremos firmes fazendo todo possível pela proteção e qualidade de atendimento para a comunidade, que tem assimilado as orientações e sido compreensiva”, afirma.

“Ainda é prematuro dizer que o pior já passou, nossa UTI segue operando com 120% de ocupação, não podemos relaxar os cuidados de forma alguma, apenas reforçá-los para os números seguirem baixando”, acrescenta Orsi.

Confira os números do comparativo

Em 16/03

UTI: 120%

Retaguarda Covid: 100%

Observação Covid: 100%

Unidade II clínico e Semi-UTI Covid: 93%

Emergência geral (se necessário, retaguarda Covid): 120%

Em 7/04

UTI: 120%

Retaguarda Covid: 66%

Observação Covid: 0%

Unidade II clínico e Semi-UTI Covid: 48%

Emergência geral (se necessário, retaguarda Covid): 0%

Movimentações do prefeito garantiram, junto ao Governo do Estado, mais cinco respiradores para o HLR, que estão somados aos equipamentos de 61 leitos exclusivos para pacientes Covid, entre Unidade de Terapia Intensiva e Semi-intensiva. Além disso, junto a Amvars, conseguiu o adiantamento do recebimento de doses da vacina contra a Covid-19, o que permitiu, por duas vezes, avançar mais rapidamente nas faixas etárias de vacinação. E, conforme o secretário de Saúde, João Paulo Berkembrock, com 10.756 doses já aplicadas, Campo Bom vai retomou amanhã a vacinação, avançando para a faixa dos 63 anos ou mais.

O empresário Carlos Roberto Schnorr, de 65 anos, foi uma das pessoas que precisou do atendimento da ala Covid, do HLR, e conta que foi a primeira vez que precisou ser hospitalizado, mas que o atendimento o surpreendeu. “É de se emocionar a atenção que eles dão para a gente. Eu tenho certeza que isso me ajudou muito, esse amor e carinho tanto dos enfermeiros como dos médicos”, relatou, enfatizando que todos esses funcionários, junto a Deus, lhe deram uma nova oportunidade.

Foto: PMCB | Fonte: Assessoria
12/04/2021 0 Comentários 771 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento irá testar app de detecção do Covid por meio do som da tosse

Por Gabrielle Pacheco 06/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa liderada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com a Universidade de Montreal, no Canadá, vai testar o uso de um aplicativo para identificar a Covid-19 pelo som da tosse. Nesta etapa, estão sendo recrutados colaboradores do Hospital com alto risco de contrair a doença, além de pacientes maiores de 18 anos com sintomas respiratórios e que foram internados após terem o diagnóstico confirmado. Com isso, será possível acessar o prontuário e fazer um cruzamento de informações, formando um banco de dados da tosse. Em um primeiro momento, a meta é abranger cerca de 500 pessoas e atingir aproximadamente 15.500 registros acústicos de tosse.

O registro da tosse e a formação de um banco de dados será feito a partir de gravações feitas pelos pacientes, por meio de um aplicativo que será instalado no smartphone. Para isso, o participante do estudo deve acessar a ferramenta e deixá-la ligada para a gravação. Depois, essas informações serão enviadas para servidores localizados nos Estados Unidos e no Canadá, onde ocorre o processamento dos dados. A expectativa é que a pesquisa ajude no desenvolvimento de modelos de software para a triagem, diagnóstico e prognóstico da COVID-19. O estudo segue as normas nacionais e internacionais de proteção de dados.

De acordo com a coordenadora do estudo, a epidemiologista Eliana Wendland, o monitoramento digital da tosse é um campo emergente de pesquisa que foi acelerado pela pandemia. Com o aumento exponencial dos casos de COVID-19, novos métodos de diagnóstico rápidos e precisos são necessários para identificar, isolar e tratar os pacientes, ajudando a reduzir as taxas de mortalidade e o risco de transmissão. Neste contexto, a inteligência artificial poderá ser uma aliada na luta contra o coronavírus. “A tosse da Covid-19 é diferente das outras, já temos estudos comprovando isso. O objetivo agora é montar um banco de dados de tosses”, explica. Mais tarde, observa Eliana, o trabalho poderá ser replicado em outras áreas, como a Pediatria.

Outras iniciativas pelo mundo

Experiências para o monitoramento digital da tosse já foram desenvolvidas em outros países. Em Madagascar, pesquisadores fizeram um estudo para a detecção remota da tosse usando smartphones. Um total de 31.704 arquivos de som de tosse putativa foram gravados, ouvidos de forma individual e manualmente classificados como “tosse” (23%), “não tosse” (75%) ou “indeterminado” (2%). Os dados preliminares mostram diferenças nos padrões de tosse entre doenças pulmonares distintas, como tuberculose ou exposição crônica à poluição do ar em ambientes fechados. Apontam ainda que áreas com maior risco de transmissão de doenças respiratórias podem ser mapeadas com base na quantidade absoluta de tosse/tempo.

No Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, pesquisadores trabalham no desenvolvimento de um aplicativo capaz de diagnosticar uma infecção assintomática por coronavírus através dos sons produzidos por meio da tosse ou da fala.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2021 0 Comentários 634 Visualizações
Saúde

Taurus doa 1.172 cestas básicas para entidades sociais de São Leopoldo

Por Caren Souza 05/04/2021
Por Caren Souza

A Taurus, uma das principais fabricantes de armas leves do mundo, realizou no dia 1º de abril, a entrega de 1.172 cestas básicas para entidades assistenciais de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, que serão distribuídas para famílias carentes cadastradas na Prefeitura do município. A iniciativa foi realizada pelo Comitê de Prevenção ao Covid-19 da Taurus, que se dedica a proteção dos funcionários, familiares e sociedade.

A Taurus vem realizando diversas ações para contribuir no combate aos efeitos da pandemia na sociedade.

Entre as instituições que serão contempladas estão a Associação Arte Cultura Isaura Maia, Associação Meninos e Meninas de Progresso, Associação Nossa Senhora Auxiliadora, CCEI Talitha Kum, Centro Medianeira (núcleo Campina e núcleo Centro), Círculo Operário Leopoldense Casa da Criança (Cohab Feitoria e Paim), Grupo Missionário SOS Criança, Instituto Educacional Espírita, Instituto Lenon Joel Pela Paz, Associação Leopoldense de Deficientes (ALDEF), Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e Associação Pandorga.

De acordo com o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, o intuito é contribuir com as entidades sociais da região, ajudando as famílias que mais necessitam e buscando minimizar os impactos sociais e econômicos nesse momento de pandemia. “Além de priorizarmos a proteção de nossos funcionários contra o coronavírus, a Taurus vem realizando diversas ações para contribuir no combate aos efeitos da pandemia na sociedade. Cada ação conta e consideramos importante unirmos forças nesse momento de grandes desafios frente a pandemia de Covid-19 para apoiarmos essas famílias que necessitam de ajuda”, afirma Nuhs.

Fonte: Assessoria
05/04/2021 0 Comentários 698 Visualizações
Saúde

RS segue em bandeira preta pela sexta semana consecutiva

Por Gabrielle Pacheco 02/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

Pela sexta semana consecutiva, o mapa do modelo de Distanciamento Controlado traz o Rio Grande do Sul inteiro em risco altíssimo devido à pressão sobre a capacidade hospitalar. Isso significa que, nesta 48ª rodada, todas as 21 regiões Covid do Estado estão em bandeira preta.

Foto: Divulgação

Esse já é o mapa definitivo, sem possibilidade de envio de pedidos de reconsideração, devido à gravidade do cenário. Também segue suspensa a Regra 0-0, a partir da qual municípios sem registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias poderiam adotar protocolos de bandeira imediatamente inferior. A cogestão regional, por sua vez, está permitida.

A análise dos 11 indicadores do modelo de Distanciamento Controlado desta semana mostra que houve redução no número de confirmados com Covid-19 em leitos clínicos (-20%), assim como leve queda no número de internados pela doença em leitos de UTI (-4%).

Apesar da redução na velocidade de propagação e no número de internados, o sistema hospitalar segue sob pressão fortíssima, o que se traduz na elevada quantidade de mortes. O aumento no número de óbitos na semana foi bastante expressivo, com crescimento de 16% de uma semana para outra – de 1.824 para 2.124. É o maior registro em uma semana desde o começo da pandemia.

Considerando a expansão de 3% no total de leitos de UTI existentes e a redução de 3% no número de internados, houve elevação da razão de leitos de UTI livres para cada ocupado, voltando a apresentar valor positivo, mas ainda muito crítico, de apenas 0,02.

A ocupação próxima a 100% indica forte pressão sobre o sistema hospitalar, e isso significa que a operação segue acima da capacidade indicada em algumas regiões do Estado. Ou seja, quem precisar de atendimento ainda encontrará uma rede hospitalar lotada.

Pelas médias ponderadas finais de cada região, as 21 regiões Covid estariam em bandeira vermelha, que indica risco alto para o coronavírus. No entanto, devido ao acionamento da salvaguarda estadual, implementada na 43ª rodada, todas as regiões ficaram em bandeira preta. A ferramenta leva em consideração a razão de leitos livres de UTI sobre leitos ocupados por Covid em UTI. Quando a razão estiver menor ou igual a 0,35 a nível estadual, a salvaguarda é acionada, e se sobrepõe a todas as outras regras.

As regiões de Santa Rosa, Ijuí e Cruz Alta registraram a menor média ponderada final da rodada, de 1,98. A região de Cachoeira do Sul teve a mais alta média final, de 2,45, seguida por Capão da Canoa, cuja média ficou em 2,43.

O ajuste no modelo foi considerado necessário porque, quando a capacidade hospitalar está próxima do limite, alguns dados podem sofrer atrasos de preenchimento devido à sobrecarga das equipes e, além disso, os indicadores de “velocidade do avanço” e de “variação da capacidade de atendimento” se tornam prejudicados – uma vez que, mesmo havendo demanda por leitos, podem não ser preenchidos devido à lotação das áreas Covid dos hospitais. Esse aprimoramento visa melhor refletir e evitar o esgotamento de leitos.

Foto: Itamar Aguiar/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2021 0 Comentários 733 Visualizações
Business

ACINP apoia ofício encaminhado ao Governo do Estado pela Federasul

Por Caren Souza 01/04/2021
Por Caren Souza

A Associação Comercial e Industrial de Nova Petrópolis- ACINP vêm unindo esforços junto à Federasul na luta pela retomada das atividades econômicas. No último mês, os pleitos aumentaram em vista da vigência da Bandeira Preta no Estado e do aumento das restrições de funcionamento das empresas.

Atualmente a entidade reúne entidade 90 mil empresas associadas, de todos os setores da economia gaúcha e 160 entidades empresariais. A ACINP é uma delas, e tem se unido à Federação para representar os interesses de Nova Petrópolis, junto ao Governo Gaúcho.

Na segunda-feira (29), foi entregue um ofício ao Governador Eduardo Leite, em reunião na Casa Civil. Nele constam diversas proposições. Até o momento já foram apresentadas 14 novas pautas, que visam reduzir os impactos provocados pela pandemia.

Para o presidente da ACINP, Marcos Alexandre Streck, o momento exige ações articuladas e eficazes. “Estamos apoiando a Federasul, nossa entidade mãe, para que consigamos que nossa voz seja ouvida. Entendemos que o momento exige união de esforços para repor tantos prejuízos. É o que temos feito”, fala Streck.

Para o Diretor Executivo da entidade, Eduardo Costa, a ACINP tem se dedicado a construir com as autoridades, através do Presidente Marcos, e está à disposição de seu associado nesse momento tão difícil. “Recentemente, isentamos mais duas mensalidades dos nossos associados, por entendermos a gravidade do momento. No ano passado inteiro abonamos 3 meses. Em um ano renunciamos 5 meses de receita em prol dos nossos empresários”, explica Costa.

Fonte: Assessoria
01/04/2021 0 Comentários 547 Visualizações
Variedades

Governo permite abertura de comércio e restaurantes neste sábado

Por Gabrielle Pacheco 01/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

A partir de diálogo com entidades e prefeitos, o governo do Estado decidiu permitir, após reunião do Gabinete de Crise na manhã desta quinta-feira (1º), a abertura de atividades não essenciais, como o comércio e restaurantes, apenas no sábado, 3, entre 5h e 20h. No entanto, a suspensão geral das atividades foi mantida para a Sexta-feira Santa, 2, e o domingo de Páscoa, 4.

“Estamos liberando o comércio não essencial para trabalhar no próximo sábado, até as 20h, acolhendo um pedido dos setores econômicos ligados ao consumo da Páscoa. Será uma abertura pontual e cuidadosa, seguindo todos os protocolos de segurança sanitária. A liberação será autorizada apenas para o sábado. Na sexta-feira e no domingo, portanto, segue a restrição, porque, apesar da leve melhora de alguns indicadores nos últimos dias, ainda estamos em bandeira preta e o risco imposto pela Covid-19 à população gaúcha é elevadíssimo”, esclareceu o governador Eduardo Leite em um vídeo divulgado nas redes sociais.

Leite também anunciou que a restrição de horários às atividades econômicas, que começou no dia 20 de fevereiro e que terminariam no domingo, será mantida nos dias úteis até a sexta-feira da próxima semana, dia 9, entre 20h e 5h. Novas reuniões ocorrerão nos próximos dias para discutir as medidas de prevenção.

“Também decidimos que as restrições especiais de horário para todas as atividades entre 20h e 5h serão prorrogadas até o dia 9 de abril. Elas terminariam no domingo, dia 4 de abril, mas entendemos que ainda precisamos de um pouco mais de rigor e esforço por alguns dias, para não afetar a trajetória recente de leve recuperação”, apontou o governador.

O cenário epidemiológico que embasou a decisão do Gabinete de Crise mostra redução na ocupação de leitos clínicos, após atingir o pico de 6.229 pacientes confirmados e suspeitos Covid-19 em 12 de março. No momento, há 4.391 internados. No entanto, a ocupação em leitos de UTI ainda está acima dos 100%. O total de pacientes confirmados e suspeitos em UTI apresenta estabilidade desde o dia 15 de março, quando atingiu o maior pico de taxa de ocupação 110,3% e 2.732 internados, e atualmente está em 2.620 pacientes em UTIs.

Por conta desse cenário e da dificuldade com medicamentos do kit intubação, ainda é considerada fundamental a restrição à circulação de pessoas, o reforço nos protocolos de prevenção e na vacinação da população, mesmo nos feriados e fins de semana, para conter a propagação do vírus no Rio Grande do Sul.

Independentemente das regras locais, as atividades como comércio de produtos não essenciais só podem funcionar entre 5h e 20h nos dias úteis e excepcionalmente neste sábado, 3. Para restaurantes e lancherias, o horário limite para atender clientes de forma presencial é 18h nos dias úteis (incluindo este sábado), não podendo abrir nos demais dias. O atendimento pode ser feito nas modalidades de take away (pegue e leve) e drive-thru entre as 5h e 20h em todos os dias da semana, inclusive sábados, domingos e feriados.

Para os supermercados, o limite de funcionamento é 22h em qualquer dia da semana. Todos os serviços podem operar em modo delivery (tele-entrega). As atividades essenciais, como farmácias, clínicas médicas, postos de combustíveis, entre outros, não têm restrição de horário.

Parques temáticos, de aventura, jardins botânicos, zoológicos e museus, entre outros espaços de cultura e lazer, seguem proibidos de receber público externo na bandeira preta e na vermelha (limite para quem está em cogestão) em qualquer dia da semana. A permanência em praias, praças e parques urbanos também segue restrita e estão liberados apenas para atividades físicas individuais.

Foto: Itamar Aguiar/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2021 0 Comentários 833 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Novo Hamburgo recebe R$ 1 milhão da Câmara para a Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 30/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, recebeu na tarde desta terça-feira (30), o repasse de R$ 1 milhão do presidente da Câmara de Vereadores, vereador Raizer Ferreira. O recurso é oriundo de economias do duodécimo do Legislativo municipal nos três primeiros meses, com indicação de investimento no combate à covid. Além de Fátima e Raizer, participaram do ato vereadores e secretários municipais.

Todo nosso esforço neste ano é escolher com muito critério nossas prioridades, tendo como eixos a democracia, transparência e economia.

“Os vereadores de Novo Hamburgo estão mostrando para todo o Estado que é possível trabalhar com união. Somente nos primeiros meses deste ano, Novo Hamburgo já investiu R$ 14 milhões em saúde, com foco na Covid. Este recurso que está vindo da Câmara é fundamental”, destacou a prefeita, enfatizando que ninguém deixou de ser atendido na cidade. “Estamos conseguindo atender a todos, até hospitais particulares, pois, no momento em que não conseguiram dar conta da demanda, o Hospital Municipal conseguiu”, disse Fátima.

Ainda em seu discurso, a prefeita lembrou a importância dos cuidados individuais, como usar máscara, lavar as mãos com frequência e evitar aglomerações. “Toda vez que vejo alguém sem máscara, penso nos profissionais que estão na linha de frente. Essas pessoas deviam lembrar delas”, comentou. Fátima destacou, ainda, a vacinação. “As pessoas querem vacinar para poder trabalhar e voltar ao que era antes. Por isso, não medimos esforços para acelerar a vacinação”, reiterou.

O vereador Raizer adiantou que a proposta é que a Câmara economize e repasse R$ 4 milhões ao longo do ano para a Prefeitura. “Todo nosso esforço neste ano é escolher com muito critério nossas prioridades, tendo como eixos a democracia, transparência e economia. Os recursos que economizarmos devem chegar na ponta, no que o cidadão mais precisa, e, neste momento, a prioridade é a pandemia”, enfatizou.

Foto: Lu Freitas/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2021 0 Comentários 649 Visualizações
Saúde

RS segue em bandeira preta pela 5ª semana consecutiva

Por Gabrielle Pacheco 26/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

O mapa da 47ª rodada do Distanciamento Controlado, divulgado nesta sexta-feira (26), traz todas as 21 regiões Covid em risco máximo, com altíssima taxa de ocupação hospitalar e velocidade de propagação do coronavírus. Isso significa que, pela quinta semana seguida, todo o Rio Grande do Sul ficará em bandeira preta.

Esse já é o mapa definitivo, sem possibilidade de envio de pedidos de reconsideração, devido à gravidade do cenário. Também segue suspensa a Regra 0-0, a partir da qual municípios sem registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias poderiam adotar protocolos de bandeira vermelha. A cogestão regional, por sua vez, está permitida.

A análise dos dados dos 11 indicadores do modelo de Distanciamento Controlado desta semana mostra relativa estabilidade no total de internados em UTI (-1,8%) e redução nos casos confirmados com Covid-19 em leitos clínicos (-11,5%). O número de óbitos, porém, ainda foi crescente (+4%), atingindo total de 1.824 nos últimos sete dias.


Considerando o aumento de 2,5% no total de leitos de UTI existentes e a diminuição de 1,7% no número de internados, houve redução da razão de leitos de UTI livres para cada ocupado. Essa redução, no entanto, não é suficiente para que a situação do RS seja considerada estável.

A pressão sobre o sistema hospitalar permanece, causando ocupação de espaços inclusive fora dos leitos regulares e resultando em operação acima da capacidade indicada em algumas regiões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2021 0 Comentários 657 Visualizações
Business

Gastronomia e Hospedagem levam cenário preocupante à Assembleia Legislativa

Por Caren Souza 25/03/2021
Por Caren Souza

A situação das empresas gaúchas da gastronomia e da hospedagem se torna cada vez mais grave com o atual cenário de saúde e econômico. Com esse panorama preocupante, os setores levaram para a reunião da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo da Assembleia Legislativa do RS os relatos que refletem a crise, além de propostas de soluções no sentido de linhas de crédito e incentivo financeiro.

Reduzimos consideravelmente a clientela e só assistimos decisões paliativas.

A reunião foi conduzida pelo presidente da Comissão, deputado estadual Zé Nunes, e contou com a presença do presidente da AL, Gabriel Souza. Os setores econômicos foram representados pelo presidente do Sindha – Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região, Henry Chmelnitsky, que reuniu informações dos 13 sindicatos patronais do setor no Rio Grande do Sul, com a intenção de que os deputados abram um caminho de medidas junto ao Governo do Estado.

“A AL tem sido proativa e sensível às nossas questões, e neste momento temos que usar todas as forças disponíveis. O interior como um todo está passando pela mesma situação. Com um panorama de “abre e fecha”, reduzimos consideravelmente a clientela e só assistimos decisões paliativas. Esse setor não tem gordura, ele paga, com a venda de ontem, a matéria-prima de amanhã. Todas as nossas reservas já se foram, muitos dos patrimônios estão sendo utilizados para manter negócios abertos. Foi sendo criada uma corrente de endividamento na expectativa de que as coisas iriam mudar”, relatou Chmelnitsky.

Ele também destacou o “abismo” atual. “Nossa categoria é a maior geradora de mão-de-obra do primeiro emprego, mas agora está à beira do abismo. O faturamento das empresas da gastronomia sequer ultrapassa 50% em comparação ao período pré-pandemia. E a hotelaria está tendo uma ocupação que não chega a 10% da sua capacidade. Hoje encaramos demissões e fechamentos, além da baixa oferta de novos financiamentos. Vivemos uma exceção, e assim também deveriam ser tratados os créditos. Precisamos, definitivamente, de socorro”, alerta o presidente do Sindha.

Deputados como Zé Nunes e Frederico Antunes, reconhecendo o setor como um dos mais atingidos, criticaram a falta de suporte por parte dos bancos e a Comissão como um todo prometeu levar as demandas para audiência pública, com a busca de linhas de crédito emergenciais específicas para o setor junto aos bancos estaduais, assim como o parcelamento nos débitos dos serviços públicos ICM.

Fonte: Assessoria
25/03/2021 0 Comentários 790 Visualizações
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