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pandemia

Cidades

Operação fechou 14 bares e sete festas no sábado, em Novo Hamburgo

Por Caren Souza 08/03/2021
Por Caren Souza

A noite de sábado (06) em Novo Hamburgo foi marcada pelo desrespeito às normas restritivas de combate à pandemia do novo coronavírus e pela rigorosa ação das forças de Segurança Pública. O Comitê de Fiscalização Covid fechou 14 bares e encerrou sete festas clandestinas em Novo Hamburgo. A operação integrada teve início às 20h mobilizou agentes da Guarda Municipal (GM), Polícia Civil (PC), Brigada Militar e Corpo de Bombeiros Militar (CBM).

 

Ao todo, foram atendidas 44 denúncias que configuraram descumprimento das normativas que restringem atividades visando o combate à pandemia de COVID-19. Além dos 14 bares e das sete festas, foram encerradas 12 aglomerações em praças e vias públicas, cinco aglomerações em residências e fechados seis estabelecimentos comerciais.

Entre as festas clandestinas, três mobilizaram grande número de pessoas: uma rave no bairro Lomba Grande, uma festa em uma casa desocupada no bairro Rondônia – que resultou na apreensão do material a ser utilizado no evento – e uma festa no bairro Boa Saúde.

Em uma das festas, um foragido do sistema prisional foi identificado e preso em flagrante por tráfico de drogas. No trajeto para o encerramento de outro evento clandestino, dois homens em atitude suspeita foram abordados pelas forças de segurança e presos por porte ilegal de arma de fogo.

 

Balanço parcial

As forças de Segurança Pública e a Central de Fiscalização atenderam, entre quinta-feira (25) e sábado (05), a 202 ocorrências que configuraram descumprimento das normativas que restringem atividades visando o combate à pandemia de Covid-19. Neste período, mais de 600 pessoas foram orientadas quanto a necessidade de distanciamento social em virtude do aumento de casos do novo coronavírus em Novo Hamburgo.

 

As principais denúncias são de estabelecimentos comerciais abertos, festas clandestinas e aglomerações de pessoas em locais públicos. Dentre as ocorrências que demandaram a intervenção dos agentes, constam 81 inspeções em bares e pubs, pizzarias e lancherias, 56 ocorrências de festas clandestinas e aglomerações em residências, 19 aglomerações em praças e 17 estabelecimentos comerciais em funcionamento. Também foram registradas fiscalizações em postos de gasolina, bingos ilegais, boates, quadras de esporte, academias, entre outros.

Fonte: Assessoria
08/03/2021 0 Comentários 604 Visualizações
Saúde

Campo Bom equipa mais dez leitos de internação Covid no Hospital Lauro Reus

Por Caren Souza 08/03/2021
Por Caren Souza

Gradativamente, a Prefeitura de Campo Bom vem ampliando a capacidade de atendimento para pacientes de Covid-19, no Hospital Lauro Reus (HLR). Durante a semana, foram entregues mais dez camas hospitalares automatizadas, dez monitores multiparâmetros, dez respiradores, 50 bombas de infusão e um cardioversor. Com investimento que chega a R$ 1,3 milhão, tudo isso equipa a nova unidade de tratamento semi-intensivo, que entrou em funcionamento no sábado (6).

 

seguimos fazendo o possível para garantir atendimento digno para nossa comunidade.

 

Nesta manhã o prefeito Luciano Orsi esteve no hospital fazendo a entrega simbólica dos equipamentos, junto à diretoria do HLR e o secretário de Saúde João Paulo Berkembrock. “Estamos atentos à evolução do cenário da pandemia em Campo Bom e em todo o Estado. Seguimos fazendo o possível para garantir atendimento digno para nossa comunidade. De março do ano passado para cá, já aumentamos o número de leitos Covid de dois para 59, mas infelizmente não existem leitos suficientes quando as pessoas não se cuidam”, avalia. Perdemos o sono pensando no que podemos fazer para preservar a vida dos moradores, mas precisamos da colaboração de todos, é um trabalho conjunto. Acredito que nesse momento todos conheçam alguém que perdeu a batalha para o vírus e não quer isso para si, nem para sua família”, destaca Orsi.

“Este também é um momento de agradecer muito a toda equipe de saúde do hospital, do PA (Pronto Atendimento e Centro de Referência Covid), da nossa secretaria de Saúde, que têm sido incansáveis há quase um ano. Porém é chegada a hora em que temos que tomar uma decisão que cabe a nós: a de lutar pela vida. Peço encarecidamente que façam o máximo, neste momento de restrições precisamos que colaborem, para que logo à frente possamos amenizar essa situação. Reforçamos os pedidos básicos que fazem total diferença: cuidem-se, higienizem as mãos, usem máscara, não se aglomerem e, se puderem, fiquem em casa. A gente precisa estancar a contaminação para que nosso sistema de saúde continue tendo condições de atender o cidadão de Campo Bom, nosso maior objetivo”, acrescentou.

O secretário explanou sobre a agilidade no processo de implantação. “O momento exige agilidade, já temos um internado na Retaguarda que espera por um leito da nova sala. Agradeço a toda equipe de saúde do Município e hospital, que em menos de uma semana tornou prático nosso sonho de ter mais estrutura. Investimos em material qualificado, como as camas automatizadas, para garantir mais condições de internação, visto que o paciente passa bastante tempo acamado”, disse Berkembrock.

Para o diretor técnico do HLR, Thiago Serafim, a aparelhagem chegou em momento oportuno. “Existe, na rede pública e privada, uma dificuldade para adquirir respiradores. Em Campo Bom, conseguimos que nenhum paciente até agora tenha sido prejudicado por falta de ventiladores mecânicos. Nossa capacidade está cheia, mas isso não é uma realidade local, é nacional. Então, hoje, essas dez novas unidades, nos dão ainda mais segurança para enfrentar, com esses recursos conseguimos garantir um tratamento digno. Temos uma equipe preparada para receber, mas precisamos da colaboração da população, para que o fluxo não aumente”, pontuou.

Ao longo de 2020, em nenhum momento o HLR registrou 100% de ocupação. Consequentemente, o aumento no número de leitos foi gradual, não dependendo do uso total da capacidade para serem ampliados.

 

Fonte: Assessoria
08/03/2021 0 Comentários 532 Visualizações
Business

Lojistas de diferentes regiões do RS temem desemprego e agravamento da crise

Por Caren Souza 08/03/2021
Por Caren Souza

O CDL Sapiranga entregou, de forma conjunta com CDLs da região do Vale dos Sinos e outras regiões do Estado, manifesto de contrariedade às medidas restritivas ao comércio. Os representantes de 14 entidades do movimento lojista manifestaram-se através de uma nota oficial entregue ao governador Eduardo Leite, em reunião realizada na útlima sexta-feira (05).

A busca é de uma alternativa para o comércio local, mantendo os estabelecimentos abertos, de segunda à sexta feira, desde que atendidas todas as recomendações e cumprindo todas as exigências com responsabilidade e, no sábado e domingo, o fechamento total das atividades de todos os ramos.

Além de CDLs da região do Vale dos Sinos, assinaram o documento presidentes das CDLs de Rolante e Riozinho, Igrejinha/Três Coroas, Parobé, São Sebastião do Caí, Bom Princípio e Uruguaiana. “Nossas regiões passam por momento de gravidade devido à expansão da Covid-19, mas com a paralisação das atividades econômicas está nos levando a um iminente colapso social e econômico, inclusive refletindo nas atividades consideradas essenciais”, descreve a nota.

O documento também reforça a importância de combater as irresponsabilidades das festas clandestinas, dos estabelecimentos que permitem aglomeração de pessoas, dentre outras, mas permitindo que o comércio possa desenvolver suas atividades com responsabilidade. As entidades vêm reforçando desde o início da crise sanitária que as empresas redobrem a atenção com os cuidados para o controle da pandemia, e isso vem acontecendo na região, por parte do comércio e indústria.

Fonte: Assessoria

08/03/2021 0 Comentários 617 Visualizações
Saúde

RS segue em bandeira preta até 21 de março

Por Gabrielle Pacheco 05/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul segue em alerta máximo por pelo menos mais duas semanas. Diante dos níveis críticos de ocupação de leitos e velocidade de propagação do coronavírus, o governador Eduardo Leite anunciou que todas as regiões serão mantidas em bandeira preta e sem cogestão regional pelo menos até dia 21 de março. A suspensão geral de atividades não essenciais, entre 20h e 5h, ficará vigente até 31 de março para reduzir a circulação de pessoas e, com isso, a circulação do vírus.

A velocidade de propagação do vírus e a velocidade do aumento das internações hospitalares é enorme, muito maior do que tivemos nos momentos críticos do ano passado.

“Estamos numa situação muito crítica e que piora a cada dia. Mesmo com os esforços de ampliação de leitos, a velocidade de propagação do vírus e a velocidade do aumento das internações hospitalares é enorme, muito maior do que tivemos nos momentos críticos do ano passado. Em cada um dos picos de julho e novembro, chegamos a 2,6 mil pacientes internados em leitos clínicos e de UTI. Agora, temos mais de 7,2 mil pessoas hospitalizadas por Covid-19”, comparou o governador.

A alta taxa de internações é agravada pela velocidade cinco vezes superior na variação diária de hospitalizações: se antes cerca de 60 leitos eram ocupados por dia, agora, são, em média, 350 pacientes a mais diariamente. Como essa variação (diferença entre número de pacientes que entraram e saíram de internações), que começou na metade de fevereiro e segue aumentando, significa que o pico ainda não foi alcançado e que, mesmo depois de alcançá-lo, ainda haverá maior demanda por leitos.

Estado segue em situação gravíssima (Divulgação)

“O esforço que todos estamos realizando deverá surtir efeito, como ocorreu em outros países depois de adotarem medidas semelhantes, mas teremos de esperar algum tempo até haver redução das internações. Não há indícios de que a ocupação de leitos vá cair rapidamente, em dias ou semanas. Ou seja, a situação ainda deve piorar antes melhorar, por isso, precisamos manter as restrições em nível máximo”, disse Leite.

Com base nos dados e no diálogo com prefeitos representantes das 27 associações regionais de municípios e a diretoria da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), o Gabinete de Crise decidiu dar uma previsibilidade para a retomada da cogestão e, consequentemente, para que setores sob maior restrição agora possam voltar a operar. “O que queremos é apresentar uma perspectiva para que possam se organizar, quanto ao tempo em que ficarão parados e que, assim, nos ajudem com a adesão aos protocolos agora. Nossa intenção é que, oferecendo uma luz no fim do túnel, possamos promover melhor engajamento, reduzindo a contestação de determinados segmentos empresariais em função da falta de perspectiva”, esclareceu Leite.

“Com isso, estamos sinalizando a possibilidade de retomar a cogestão no dia 22 de março desde agora, desde que a gente consiga agora cumprir as restrições, reduzir a circulação de pessoas e, assim, a propagação do vírus, que é a única forma de conter o avanço da pandemia até que consigamos vacinar a população”, acrescentou.

Com o possível retorno da cogestão e de os municípios adotarem protocolos menos restritivos, até o limite da bandeira imediatamente anterior, o Gabinete de Crise já anunciou que deverá tornar mais rigorosos alguns protocolos. A medida é pensada considerando que as regiões ainda deverão estar com risco altíssimo (bandeira preta) e, com a cogestão, poderiam adotar protocolos de bandeira vermelha. “Não podemos sair da bandeira preta direto para o que a bandeira vermelha propõe, porque ainda estaremos em risco altíssimo de contágio e internações. Por isso, além de revisar os protocolos da bandeira vermelha, tornando algumas medidas possivelmente mais restritivas, devemos manter a suspensão geral das atividades das 20h às 5h até o dia 31 de março. Isso é um horizonte, de modo a aumentar a adesão agora”, apontou o governador.

Além disso, Leite anunciou que determinou à Secretaria da Fazenda (Sefaz) para analisar as possibilidades que o Estado tem para apoiar os empreendedores mais impactados pelas restrições, principalmente quanto às obrigações tributárias. “Tudo aquilo que pudermos fazer na direção de apoiar, de reduzir impacto ou de dar fôlego para quem empreende, em relação à estrutura demandada, está sendo estudado. O Estado tem limitações, especialmente pelas regras federais, e suas decisões precisam passar pelo Confaz, mas o que estiver ao nosso alcance, tanto do ponto de vista legal quanto do ponto de vista financeiro, nós faremos para ajudar esses setores que estão mais impactados pela pandemia”, afirmou o governador.

Foto: Felipe Dalla Valle/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2021 0 Comentários 756 Visualizações
Business

CDLs se reúnem para pedir a continuidade das atividades econômicas

Por Caren Souza 05/03/2021
Por Caren Souza

Representantes das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo, Estância Velha/Ivoti, Sapiranga, Igrejinha/Três Coroas, Parobé, Gramado, Portão, Rolante/Riozinho e Nova Hartz, mobilizaram a categoria para formular um documento solicitando a continuidade das atividades econômicas na região, mesmo que com protocolos mais rígidos.

 

estamos estudando várias medidas para serem apresentadas ao governador.

O documento será confeccionado pelas entidades e entregue ao governador do Estado, Eduardo Leite, em breve. Segundo o coordenador do Grupo de CDLs, Vini Morgenster – presidente da CDL de Igrejinha/Três Coroas, as empresas estão há um ano sofrendo os prejuízos, quando se mantiveram fechadas em função da pandemia. “Estamos estudando várias medidas para serem apresentadas ao governador”, disse.

Todas as propostas que serão documentadas e apresentadas para o governo, são embasadas em levantamentos dos impactos causados pelo fechamento em 2020. O presidente da CDL-NH, Jorge Stoffel, ressaltou a importância de salvar as empresas, os empregos e as famílias. “Precisamos ser realistas e trabalhar a conscientização de todos nesse momento tão difícil”, afirma o presidente.

Fonte: Assessoria
05/03/2021 0 Comentários 550 Visualizações
Brasil solitário
Variedades

Brasil é o mais solitário entre 28 países

Por Gabrielle Pacheco 04/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A solidão tem sido um sentimento recorrente para metade da população do Brasil. De acordo com o levantamento Perceptions of the Impact of Covid-19, realizado pela Ipsos com pessoas de 28 países, 50% dos respondentes afirmam se sentir solitários no Brasil. Dentre todas as nações, é o maior índice. Em segundo lugar estão os turcos (46%), seguidos pelos indianos (43%). A média global é de 33%. Na contramão do Brasil, os respondentes da Holanda (15%), do Japão (16%) e da Polônia (23%) são os que menos se sentem sós.

O impacto da pandemia foi particularmente duro para os brasileiros (…), e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental.

A sensação de solidão aumentou no último semestre, conforme 52% dos brasileiros. Já na média de todos os países, 41% das pessoas disseram que se tornaram mais solitárias nos últimos seis meses. Para 43% dos respondentes no Brasil, o último semestre gerou impacto negativo em sua saúde mental. Por outro lado, 1 em cada 5 (21%) declarou que o impacto foi positivo.

Globalmente, considerando todos os participantes da pesquisa, 40% relataram impacto negativo dos últimos 6 meses no bem-estar mental, e 22% relataram um impacto positivo. Os países com maior impacto positivo foram Peru (47%), México (44%) e Índia (42%). Já Canadá (54%), Reino Unido (53%) e Hungria (52%) tiveram maior impacto negativo.

“O impacto da pandemia foi muito duro particularmente para os brasileiros – que se sentem muito mais solitários que a população nos demais países –, e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental”, avalia Marcos Calliari, presidente da Ipsos no Brasil.

Apesar de solitário, Brasil segue solidário

Mesmo com as pessoas se sentindo sozinhas, há uma percepção de que os membros das comunidades locais estão mais solidários uns com os outros nos últimos seis meses. No Brasil, 36% concordam que a solidariedade aumentou. O índice global é de 32%. Os países que mais notaram crescimento na solidariedade foram China (55%), Índia (55%) e Arábia Saudita (51%). Em contrapartida, no Japão (10%), Rússia (13%) e Turquia (17%) a quantidade de pessoas que acham que o sentimento solidário cresceu no último semestre é relativamente menor.

A pesquisa on-line foi realizada com 23.004 pessoas com idade entre 16 e 74 anos de 28 países. Os dados foram colhidos entre 23 de dezembro de 2020 e 08 de janeiro de 2021 e a margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2021 0 Comentários 1,7K Visualizações
lojistas
Business

Fecomércio-RS envia sugestão de protocolo para bandeira preta

Por Gabrielle Pacheco 02/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A Fecomércio-RS enviou ao Governo do Estado, nesta terça-feira (2), uma nova sugestão de protocolo para a bandeira preta, que inclui opções para a abertura do comércio e dos serviços em horário restrito e escalonado. Dessa maneira, ao diferenciar atividades com o descasamento de horários de abertura e fechamento ou com rodízio de funcionamento, “seria possível evitar a paralisação indiscriminada das atividades, medida que tem pouca efetividade no controle da pandemia e ameaça a sobrevivência de milhares de empresas”, conforme a federação.

A entidade alerta que é urgente considerar alternativas ao protocolo atual, pois o custo das medidas tem sido desproporcionalmente alto para as micro e pequenas empresas, que são as mais prejudicadas pelas restrições em vigor. Com uma variedade menor de produtos a oferecer, os pequenos negócios têm mais dificuldade em se enquadrar na categoria “essencial”, o que agrava as disparidades econômicas sem um impacto verificável no controle da pandemia.

Outros dois pedidos, já parcialmente atendidos no ano passado, foram encaminhados ao governador Eduardo Leite: a permissão para que as empresas possam abrir para receber pagamentos de carnês, já que muitas compras foram parceladas nessa modalidade, e a postergação da cobrança de tributos estaduais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2021 0 Comentários 544 Visualizações
Cidades

Operação Covid: Novo Hamburgo reforça ações de fiscalização

Por Gabrielle Pacheco 26/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

Nesta quinta-feira (25), o Comitê de Fiscalização Covid definiu a metodologia de trabalho que será utilizada para garantir o cumprimento das normas mais restritivas de enfrentamento ao aumento de casos de coronavírus no Rio Grande do Sul. A reunião teve como base as orientações repassadas pelo governo estadual em videoconferência realizada na quarta-feira (24), que determinou as ações a serem desencadeadas pelas forças de Segurança Pública em todo território gaúcho.

Agiremos por meio de operações preventivas e repressivas, com base no diálogo.

Haverá reforço nas equipes de patrulhamento da Guarda Municipal (BM), da Brigada Militar (BM), da Polícia Civil (PC) e do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), que atuarão integrados na fiscalização. A ronda terá foco no fechamento de todos os estabelecimentos a partir das 20h, com exceção de serviços que listados pelos decretos expedidos pela Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo (PMNH), baseados na normativa estadual (ver a lista completa no pé da matéria).

“Coibir aglomerações é necessário e fundamental para salvaguardar a saúde da população. Agiremos por meio de operações preventivas e repressivas, com base no diálogo. No entanto, estamos preparados para aplicar as sanções necessárias em caso de descumprimento”, afirma o secretário municipal de Segurança, Roberto Jungthon.

A BM terá o incremento de policiais militares que estavam atuando na Operação Golfinho, garantindo maior presença em campo. De acordo com o comandante do 3o BPM, major Emerson Ubirajara de Souza, a corporação estará presente em todas as ações. “Temos como missão articular a fiscalização junto à PMNH para o cumprimento dos decretos restritivos. Atuaremos também com base na inteligência policial, visando identificar possíveis pontos em que possam surgir desrespeitos aos regramentos”.

A PC manterá o atendimento durante 24h na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) e empregará o efetivo das demais unidades de forma escalonada nas operações entre 20h e 5h. O delegado Tarcísio Kaltbach, titular da DPPA, lembra que muitos serviços da corporação podem ser acessados através da Delegacia Online. “Dentro do possível, solicitamos que os registros que puderem ser efetuados pela internet sejam feitos nessa modalidade. Sabemos que, no entanto, diversas pessoas não têm condições ou acesso a computadores ou smartphones. Dessa forma, garantimos os serviços através da DPPA”.

O CBM manterá equipes de prontidão para, em caso de necessidade, deslocar bombeiros militares para atividades de inspeção e fiscalização, podendo interditar espaços que estejam em desacordo com a legislação vigente de proteção e combate a incêndios.

Foto: Divulgacão | Fonte: Assessoria
26/02/2021 0 Comentários 567 Visualizações
Saúde

Em dez meses, Feevale realizou mais de 40 mil testes de Covid

Por Gabrielle Pacheco 26/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale realizou em seu Laboratório de Microbiologia Molecular até esta terça-feira (23), um total de 41.538 exames de diagnóstico da Covid-19. Desses, 35.071 foram para prefeituras e 6.467 para empresas e pessoas físicas. Esse serviço é prestado à comunidade desde 29 de março do ano passado, quando foram analisadas as primeiras amostras.

Temos equipes que diariamente trabalham no auxílio à saúde pública, e é preciso dar apoio aos profissionais envolvidos nas ações de combate ao coronavírus.

Hoje, a Feevale faz os testes para 41 municípios conveniados, em sua maioria dos vales do Sinos e do Caí, para 350 empresas do Estado e, ainda, para moradores da região. Os exames ficam prontos de 24h a 48h a partir do recebimento dos materiais. Além disso, a Instituição está disponibilizando a municípios, hospitais, clínicas e laboratórios o serviço de sequenciamento de amostras positivas para o vírus. A genotipagem também é realizada pelo Laboratório de Microbiologia Molecular. O prazo de entrega dos resultados varia de quatro a 15 dias.

Nesta quinta-feira (25), o reitor da Feevale, Cleber Prodanov, foi até o Laboratório, que é vinculado ao mestrado em Virologia, para fazer um agradecimento à equipe que atua no espaço. Acompanhado pelo diretor do Instituto de Ciências da Saúde, Cesar Teixeira, e pela diretora de Inovação, Daiana de Leonço Monzon, ele destacou a importância do trabalho que vem sendo realizado, exaustivamente, pela equipe, que é formada por 23 profissionais, entre docentes, funcionários e alunos.

“A Universidade Feevale possui uma estrutura de laboratórios e profissionais da área da Saúde que, hoje, não atende só aos municípios da região, mas que se tornou importante para o Estado como um todo. Temos equipes que diariamente trabalham no auxílio à saúde pública, e é preciso dar apoio aos profissionais envolvidos nas ações de combate ao coronavírus”, declara Prodanov.

Foto: Carolina Souza/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2021 0 Comentários 818 Visualizações
governo
Saúde

Prefeita de Novo Hamburgo defende restrições contra a Covid

Por Gabrielle Pacheco 25/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

A principal conclusão do encontro virtual realizado na manhã desta quinta-feira (25), pela prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, com técnicos e pesquisadores das Universidades Feevale e Federal do Rio Grande do Sul (Ufgrs) e da Fundação de Saúde de Novo Hamburgo (FSNH), juntamente com a equipe da Secretaria Municipal de Saúde, é pela necessidade urgente de medidas regionais para restringir a circulação de pessoas e tentar reduzir a rápida disseminação da Covid-19.

Sou a favor de medidas mais restritivas por, pelo menos, dez dias. (…) No difícil e atual cenário, restrições locais não terão resultados.

Também foi concluído que ações municipais não teriam resultados efetivos, considerando que muitas pessoas têm familiares e moram e trabalham em cidades diferentes, circulando e disseminando o vírus livremente entre elas. “Sou a favor de medidas mais restritivas por, pelo menos, dez dias. No entanto, por estarmos inseridos na região metropolitana, é preciso que ela seja regional. No difícil e atual cenário, restrições locais não terão resultados”, destacou Fátima após o encontro.

O grupo também foi unânime em alertar para o colapso no sistema de saúde. “Não há mais leitos particulares nos hospitais privados de Novo Hamburgo. No Hospital Municipal, estamos lutando para acomodar mais dez leitos de UTI, sabendo que, infelizmente, eles estarão todos lotados em menos de uma hora”, lamentou a presidente da FSNH, Tânia Terezinha da Silva. Ela alerta também para a falta de profissionais. “Temos EPIs, máscaras, macas, mas já não encontramos mais médicos e enfermeiros. Recebemos cerca de 180 pessoas por dia no Centro Covid, a maioria dando positivo com saturação de 80% a 85%.”

O professor titular do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Feevale e coordenador da Rede Corona-ômica da Rede Vírus, vinculada ao Mistério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e que procura identificar as mutações do coronavírus no país, Fernando Spilki, frisa que o vírus e suas variantes estão se replicando de forma mais rápida e eficiente. “Já temos três variantes importantes em circulação no Brasil, e as pessoas estão tendo carga viral mais alta e por mais dias do que antes”, conta. A pesquisadora Juliana Schons Gularte, que atua no Laboratório de Microbiologia Molecular e no Laboratório de Saúde Única da Universidade Feevale, acrescenta que o percentual de testagem positiva nas coletas recebidas tem ficado entre 50% e 55%, o que é considerado muito alto.

Novas mutações

Maria Catira Bortolini, professora titular do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e pesquisadora sobre Covid 19, novas variantes e suas capacidades de infecção, concorda com Spilki. Ela alerta, ainda, que novas linhagens do vírus estão em torno de dez vezes mais contagiosa. “Quanto maior a circulação de pessoas, maior é o surgimento de novas mutações do vírus. São linhagens do vírus surgindo de forma independente em todo o mundo. Estamos assistindo a evolução biológica do vírus se processando diante dos nossos olhos. No Brasil, a vacinação é lenta, as medidas restritivas são meia boca, não tem saída: irão aparecer novas cepas do vírus”, analisa.

Qualquer restrição gera reclamação, mas a reclamação será maior se alguém deixar de ser atendido na porta de uma unidade por lotação.

“Nos parece que estamos vivenciando aqui o que chamo de ‘onda de verão’, em razão do hábito dos gaúchos de irem para a praia nas férias ou fins de semana, intensificando a disseminação do vírus”, ponderou a prefeita. Ela acrescenta que Novo Hamburgo tem observado uma crescente procura por atendimento de pessoas oriundas de outras cidades. Neste sentido, Augusto Rafael Lengler Vargas, médico responsável técnico hospitalar do Hospital Municipal, também defende medidas restritivas urgentes. “Qualquer restrição gera reclamação, mas a reclamação será maior se alguém deixar de ser atendido na porta de uma unidade por lotação”, pondera.

Médico infectologista do Hospital Municipal, Rafael Matiuzzi acrescenta que as pessoas estão necessitando internação hospitalar mais cedo do que antes. “Tem sido comum as pessoas apresentarem quadros graves já no primeiro ou segundo dia de contágio”, conta. Matiuzzi acrescenta que a capacidade de rodízio de leitos no hospital também está comprometida. Até janeiro, o número de altas e internações eram parecidos, permitindo ao hospital atender a demanda. “Atualmente, estamos com cerca de 16 a 20 internações por dia contra duas a quatro altas diárias. As pessoas estão adoecendo mais e procurando mais atendimento. A pressão no sistema de saúde é geral”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2021 0 Comentários 524 Visualizações
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