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mulheres

Business

Inspiramais é palco para lançamento do projeto Mulheres+

Por Marcel Vogt 12/07/2023
Por Marcel Vogt

A 28ª edição do Inspiramais, salão de lançamentos de materiais para as indústrias de calçados, vestuário, móveis e bijuterias que comeu no dia de ontem, terça feira (11), e segue até, dia 12 de julho, no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre/RS, foi palco para o lançamento do projeto Mulheres+. Com o objetivo de estimular a formação de lideranças femininas no setor, o projeto é realizado conjuntamente pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel) e Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, explica que o projeto visa fortalecer e ampliar a presença feminina em cargos de liderança do setor. “As mulheres líderes, com suas histórias e desafios, criam uma rede de apoio importante para a formação de novas lideranças femininas na atividade”, comenta. O projeto prevê consultorias, assessorias e workshops para o desenvolvimento de lideranças femininas nas empresas do segmento. A primeira reunião será na segunda quinzena de agosto.

O caminho

O lançamento do projeto foi antecedido por dois painéis que trouxeram temas complementares. Na primeira parte, o professor e antropólogo Alexandre Cerveira, falou sobre a importância da diversidade como vantagem competitiva para as empresas. “Apesar de o setor calçadista ter uma média de lideranças femininas acima da média nacional, de 36% – ante 14% -, temos um caminho pela frente, especialmente porque essa média cai quando outros marcadores sociais são adicionados. Mulheres negras, PCDs, por exemplo, têm mais dificuldades no mercado”, destaca.

Segundo o professor, a diversidade, não apenas de gênero, mas de sexualidade, cor, credo, idade, entre outras questões, traz vantagens competitivas para as empresas. “Pesquisas, como da Mckinsey, apontam que empresas que investem em diversidade possuem lucratividade 21% maior do que as demais”, ressalta. O mercado também vem exigindo diversidade, segundo Cerveira. Bolsas como Nasdaq e Wall Street já listam a diversidade como requisito para valorização de ações.

O evento

A 28ª edição do INSPIRAMAIS apresenta materiais inovadores e sustentáveis de fornecedores para as indústrias de calçados, confecções, móveis e bijuterias de 150 expositores, com uma visitação estimada em mais de 7 mil pessoas nos dois dias de evento. A promoção é da Assintecal em parceria com o CICB, Abit e Abimóvel. A realização é do programa By Brasil Components, Machinery and Chemicals e a parceria do Sebrae Nacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/07/2023 0 Comentários 477 Visualizações
Cultura

As mulheres que colonizaram Pinhal Alto

Por Marina Klein Telles 20/04/2023
Por Marina Klein Telles

Historicamente, os fatos sempre foram narrados a partir dos feitos masculinos. Assim como foi registrada a história da colonização do Tannenwald, nome da localidade de Pinhal Alto, interior de Nova Petrópolis, até 1940. “NOSSAS MÃES e os Sinos de Bochum” é uma obra que dará voz a mulheres já falecidas, através do relato de filhos e netos e estes, muitas vezes, octogenários, até nonagenários.

A obra “NOSSAS MÃES e os Sinos de Bochum” surge para dar voz a mulheres que fizeram história e ajudaram a construir uma comunidade, mas ficaram no anonimato. Helena Ines Seger Weber, professora, filha de professores e autora do livro “Central Pinhalense”, lançará sua mais nova obra no próximo dia 6 de maio, sábado.

O livro, que conta a história do Pinhal Alto, interior de Nova Petrópolis, possui 30 personagens, mulheres marcadas por sua religiosidade e guiadas pelos sinos de Bochum, cidade de onde vieram os sinos da igreja Imaculado Coração de Maria.

As festividades de lançamento do livro iniciam com uma recepção às 9h30min em frente à Igreja Imaculado Coração de Maria, seguida pela missa festiva. Logo após a celebração religiosa, o Centro Social e Cultural será o palco do lançamento oficial da obra. Helena estará acompanhada pelas famílias das 30 personagens.

Haverá almoço, por adesão, ao custo de R$ 50,00. Reservas para o almoço deverão ser feitas pelos fones 54 98404.4555 ou 99610.2263 até 30 de abril. O encerramento será às 16h, oportunizando rica interação entre os participantes.

Sobre a obra

O livro traz uma síntese da história da comunidade de Pinhal Alto, escrita pelo falecido pai de Helena, Walter Seger, grande historiador. O livro oferecerá uma grande bagagem cultural ao povo, não apenas pelo registro da história, mas pela valorização dos feitos femininos ao longo da história. As histórias retratadas no livro estão ligadas aos atos religiosos, festas, lendas, fatos históricos, feitos heróicos, acontecimentos do cotidiano e brincadeiras.

Pinhal Alto é uma localidade no interior de Nova Petrópolis e era, até 1940, chamada Tannenwald. Originariamente, distrito do município de São Leopoldo, recebeu seus primeiros imigrantes a partir de 1850. O livro será enriquecido com a tradução de documentos, cartas, artigos: do Deutsches Volksblatt (periódico que circulou a partir de 1871), escritos por moradores locais e guardados numa pasta por uma das personagens.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2023 0 Comentários 537 Visualizações
Business

Fátima Daudt palestra para mulheres empreendedoras em Bento Gonçalves

Por Marina Klein Telles 20/04/2023
Por Marina Klein Telles

Com a presença de mais de cem mulheres empreendedoras da Serra gaúcha, a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt (MDB), fez palestra na última quarta-feira (19) em Bento Gonçalves. A prefeita participou do evento Inspirando Mulheres Empreendedoras no painel Ecossistema de Startups, em que abordou a rede formada por empresas, instituições financeiras, universidades e instituições governamentais que estimulam o empreendedorismo de empresas inovadoras. O mote da fala foi o papel do poder público para impulsionar a inovação.

Fátima afirmou que cabe aos governos facilitar o ambiente de negócios, regular o setor e estimular investimentos. A prefeita relatou ações desenvolvidas em Novo Hamburgo para desburocratizar e simplificar processos, criando um ambiente confiável aos empreendedores. Outro ponto abordado foi a importância da diversificação da matriz econômica para minimizar eventuais impactos em caso de crise em algum setor.

Na palestra, realizada no Hotel Spa do Vinho, Fátima ainda falou sobre a transformação para o digital, que mudou a relação do cidadão com o poder público. “O mundo mudou. Hoje em dia, as pessoas resolvem quase tudo pelo celular e esperam facilidade e agilidade quando se relacionam com os governos. O poder público precisa acompanhar essa transformação que a sociedade está passando e apresentar novas soluções para os problemas do dia a dia”, comentou.

O Inspirando Mulheres Empreendedoras está sendo realizado ao longo desta semana no Vale dos Vinhedos com palestras, experiências, painéis, cases de empreendedoras, feira de empreendedorismo e networking especializado. O evento é direcionado para mulheres que buscam empreender ou que já atuam em suas empresas. O programa já realizou edições em Santa Catarina, Sergipe, Bahia, Portugal, Emirados Árabes e na Itália.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2023 0 Comentários 565 Visualizações
Saúde

Menopausa e queda de cabelos: mudança hormonal preocupa saúde e beleza dos fios femininos

Por Stephany Foscarini 09/04/2022
Por Stephany Foscarini

Os 50 são os novos 30, isso o século XXI já provou. Mas, apesar de ativa e plena, a mulher de meia idade ainda precisa batalhar contra o fantasma da menopausa, que, dentre outras coisas, por conta da queda brusca da produção de estrogênio pelos ovários, causa a consequente baixa dos níveis de colágeno e, nesta bola de neve, provoca a temida queda de cabelos. Para que essas mudanças hormonais não causem prejuízo à beleza e saúde de seus fios, é importante que, ao entrar na menopausa, a mulher procure o acompanhamento de um médico especialista.

Segundo Dra. Alessandra Anzai, dermatologista e tricologista com grande atuação na área de estudos das doenças dos cabelos, os hormônios femininos de regra são um estímulo natural do corpo aos cabelos. “Com eles, os fios da mulher têm maior velocidade de crescimento, mais brilho, são mais encorpados e grossos. Já os hormônios masculinos têm efeito contrário, afinam e fazem cair, diminuindo o ciclo do cabelo. A parada na produção de hormônios femininos consequentemente expõe a mulher aos masculinos, o que causa a queda dos fios”, explica a dermatologista de São Paulo.

Não existe um número padrão de queda tolerável para todas as pessoas. Cada paciente conhece seu corpo e tem seu próprio padrão. Mas, ao identificar um aumento, maior que de costume, é importante procurar um dermatologista especializado, que vai ajudar a diagnosticar e iniciar o tratamento”.

Para identificar se a queda está mais acentuada que o normal, é importante a observação da própria mulher. “Não existe um número padrão de queda tolerável para todas as pessoas. Cada paciente conhece seu corpo e tem seu próprio padrão. Mas, ao identificar um aumento, maior que de costume, é importante procurar um dermatologista especializado, que vai ajudar a diagnosticar e iniciar o tratamento”, diz Dra. Alessandra.

A melhor maneira de tratar é confirmar o diagnóstico. “Existem diversas causas para queda de cabelo, por isso é muito importante que o dermatologista consiga investigar, examinar e tentar determinar quais são os verdadeiros motivos. Se realmente é a menopausa ou se há uma outra razão”, comenta a médica, que esclarece ainda que, ao contrário do que se imagina, a reposição hormonal, nestes casos, não só não é obrigatória como pode até ser uma inimiga dos fios. “Existem alguns tipos de reposições que causam um estímulo maior dos hormônios masculinos, o que pode causar piora na queda e no aspecto dos fios. A reposição serve para aliviar uma série de sintomas da menopausa e deve ser uma decisão conjunta entre paciente e médico ginecologista. Ela não é mandatória para o tratamento da queda de cabelos”, esclarece.

Eles se baseiam principalmente no uso do Minoxidil, que é a substância com maior evidência e eficácia comprovada. Mas é importante combinar outras coisas como o uso de nutracêuticos e procedimentos em laser ou microagulhamento, que tem a intenção de rejuvenescer o couro cabeludo”.

Para o tratamento da queda, Dra. Alessandra diz que os mais comuns são os tópicos, orais e procedimentos em consultório. “Eles se baseiam principalmente no uso do Minoxidil, que é a substância com maior evidência e eficácia comprovada. Mas é importante combinar outras coisas como o uso de nutracêuticos e procedimentos em laser ou microagulhamento, que tem a intenção de rejuvenescer o couro cabeludo”.

A dermatologista esclarece ainda que uma boa alimentação é sempre fundamental, pois o cabelo também precisa de calorias, proteínas e micronutrientes adequados. “Mas, sozinha, ela não é capaz de mudar muito a estrutura dos fios, a não ser em casos extremos de desnutrição”, explica.

Para finalizar, Dra. Alessandra esclarece que não é mito a informação de que os fios novos que nascem após a menopausa podem ser diferentes dos fios jovens. “Como eles são estimulados pelas mudanças hormonais, eles podem vir mais finos, mais quebradiços, menos brilhantes. Com a mudança da quantidade de glândulas sebáceas e a chegada dos fios brancos, a mulher na menopausa também pode ter um fio mais seco e com diferentes estruturas”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2022 1 Comentário 973 Visualizações
Business

Mulheres que constroem o setor calçadista

Por Stephany Foscarini 15/03/2022
Por Stephany Foscarini

Maiores consumidoras de calçados no mundo, as mulheres também têm papel fundamental na construção do setor calçadista brasileiro. Atuando em todos os níveis, elas respondem por cerca de 50% dos empregos e ocupam 33% dos cargos de liderança na atividade. E o índice, conforme percepção dos calçadistas, vem aumentando nos últimos anos.

Dentro da própria Abicalçados, hoje temos uma equipe feminina que responde por 70% do quadro de colaboradores. O mesmo ocorre em diversas entidades representativas”.

A coordenadora de Promoção de Imagem da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Alice Rodrigues, destaca que, embora o setor ainda seja “masculino”, essa é uma realidade que vem mudando gradativamente. “Dentro da própria Abicalçados, hoje temos uma equipe feminina que responde por 70% do quadro de colaboradores. O mesmo ocorre em diversas entidades representativas”, conta.

Na matéria especial deste mês, destacamos justamente a participação feminina na indústria calçadista brasileira, que com uma produção superior a 800 milhões de pares ao ano é a maior do Ocidente e a quinta maior do planeta. Conheça histórias de cinco mulheres que participam ativamente e atuam nos mais variados setores dentro das empresas de calçados do Brasil.

Força feminina

Com 164 funcionários, sendo 45% mulheres, a Ferricelli, de Franca/SP, tem na força feminina, inclusive em cargos de liderança, um mote do seu desenvolvimento. Janaína Rezende, gestora de Exportação da empresa, iniciou sua carreira no setor calçadista em 1999, após conclusão do curso superior em Comércio Exterior. “Sempre busquei estudar a área de comércio internacional, especialmente diante da importância da exportação para a minha cidade – Franca, o principal polo de calçados masculinos do País -, que sempre foi inovadora no quesito”, conta.

Nos últimos anos, presenciamos mudanças grandiosas para as mulheres, que cada vez mais conquistam espaço nas diversas atividades. É uma evolução da humanidade, mas ainda temos muito o que conquistar”.

Segundo ela, há 23 anos, o setor calçadista era muito mais masculino. “Nos últimos anos, presenciamos mudanças grandiosas para as mulheres, que cada vez mais conquistam espaço nas diversas atividades. É uma evolução da humanidade, mas ainda temos muito o que conquistar”, avalia Janaína, para quem a relação com a atividade do calçado é de amor. “Não me vejo trabalhando ou exercendo outra atividade na minha vida”.

Trabalhando diretamente na produção de calçados no grupo Danper, de Nova Serrana/MG, Franciele Cechinatto, é responsável pelo acabamento dos produtos. “Eu gosto de exercer esse trabalho que faço, principalmente porque é muito gratificante quando você vê alguém calçando um produto que passou pelas suas mãos”, afirma. Franciele, que se diz muito detalhista, conta que a atividade casa com a sua personalidade, o que criou um vínculo ainda maior com o trabalho de acabamento dos produtos. Empresa em crescimento no polo calçadista mineiro, a Danper possui 82 funcionários, sendo 35 mulheres (43%).

Hoje, vejo que a mulher vem ganhando o seu espaço no mercado, não somente de calçados. É muito bom ver esse reconhecimento, mas temos que saber que os elogios são degraus para sempre buscarmos mais espaço”.

Realizada profissional e pessoalmente atuando no segmento calçadista, a diretora Comercial e de Exportação no grupo Parô Calçados, de São João Batista/SC, Schirley Booz Sa, começou sua carreira em 1997. Schirley é uma das mulheres do quadro de colaboradores da calçadista que tem 222 funcionários e a presença feminina representa quase 60%. Com passagem por outras empresas do polo catarinense, sua atuação, inclusive, levou a um convite do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC), para o qual ela gerencia projetos com pequenas empresas do cluster local. “Quando iniciei minha carreira no calçado, a mulher era muito discriminada. Não foi fácil ser mãe, esposa e gerente comercial, viajando mais da metade do meu tempo”, recorda, lembrando que, na época, ainda sofria com o julgamento por ser uma das poucas mulheres nos grupos de viajantes para feiras nacionais. “Hoje, vejo que a mulher vem ganhando o seu espaço no mercado, não somente de calçados. É muito bom ver esse reconhecimento, mas temos que saber que os elogios são degraus para sempre buscarmos mais espaço”, avalia Schirley.

Referência no mercado de calçados casuais masculinos, a Pegada, de Dois Irmãos/RS, tem na força feminina parte importante da sua posição de destaque. Com um total de mais de 3,7 mil colaboradores, as mulheres representam 46% do quadro de funcionários da fabricante. Uma delas é Márcia Birk, que atua há mais de três décadas na atividade e atualmente ocupa posição no setor de produção da Modelagem da empresa. Mãe de trigêmeas, Márcia tem a “jornada dupla”, realidade de muitas mulheres nas mais diversas atividades. Segundo ela, apesar de não ser tarefa fácil, é gratificante. “Todas as empresas nas quais trabalhei até hoje são do setor calçadista. Nos 21 anos dentro da Calçados Pegada passei por diversas funções em setores diferentes. Quando penso nisso, passa um filme de toda a minha trajetória dentro da indústria, em um trabalho que gosto e me dedico muito”, conta, ressaltando a admiração que tem por mulheres guerreiras, “a maior força do mundo”.

Aqui na empresa, além de mais de 50% de todo o corpo de funcionários ser feminino, temos cargos de liderança ocupados por mulheres. Estamos conquistando cada vez mais espaço”.

No polo calçadista de Jaú/SP, a Mariotta tem 273 colaboradores. Destes, 154 são mulheres, o que representa 56% do quadro de funcionários. Uma delas é a coordenadora de Recursos Humanos da empresa, Eliani Maria Mareschachi, que destaca a facilidade multitarefas das mulheres, bem como o capricho com o trabalho. Vinda do ramo de metalurgia, a coordenadora está desde 2017 na Mariotta. “Gosto muito de trabalhar com o setor calçadista pelo dinamismo, pelos desafios”, diz. Segundo ela, a presença feminina vem crescendo no setor, apesar de ainda existir um caminho a ser percorrido. “Aqui na empresa, além de mais de 50% de todo o corpo de funcionários ser feminino, temos cargos de liderança ocupados por mulheres. Estamos conquistando cada vez mais espaço”, acrescenta.

Depoimentos

“Mulher, nunca desista do que você sonha e busca. O setor calçadista é de muitos ensinamentos e aprendizados. Quero deixar aqui, em nome da equipe Ferricelli, um Feliz Dia da Mulher, hoje e sempre”, Janaína Rezende, gestora de Exportação da Ferricelli.

“Mulher é muito mais que apenas um gênero. É ter desafios diários e força para ultrapassá-los! A cada dia estamos conquistando o nosso espaço perante a sociedade. por isso, gostaria de parabenizar todas as mulheres do setor”, Franciele Cechnatto, colaboradora do setor de acabamentos do grupo Danper.

“Mulheres busquem seu ideal, busquem aprender sempre! Vocês são especiais! Acreditem sempre e tenham um feliz Dia das Mulheres”, Schirley Booz Sa, diretora comercial e de Exportação da Parô Calçados.

“Quero parabenizar todas as mulheres, principalmente aquelas que trabalham no ramo calçadista, pelo seu Dia. Mulheres com garra, esforçadas e determinadas, que permanecem nove horas por dia se dedicando ao seu trabalho e que ainda se dedicam à sua casa. Toda a minha admiração por essas mulheres que, sem perder a delicadeza, são a maior força do mundo”, Márcia Birck, colaboradora do setor de Modelagem da Calçados Pegada.

“A mulher vem conquistando cada vez mais espaço em todas as profissões. Sabemos que existe um gap, mas que ele vem diminuindo. A mulher tem mais facilidade no trabalho multitarefa, além de ter mais cuidado com os detalhes”, Eliani Maria Mareschachi, coordenadora de Recursos Humanos da Mariotta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/03/2022 0 Comentários 683 Visualizações
Variedades

Brigada realiza blitz sobre violência contra as mulheres em Torres

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

Na manhã de sexta-feira, 7 de janeiro, a Brigada Militar realizou uma blitz de enfrentamento à violência contra as mulheres, em Torres. A ação foi promovida pela Patrulha Maria da Penha e envolveu também os policiais militares da Base Móvel Comunitária (BMC), com o objetivo de orientar à comunidade sobre a assistência disponibilizada pela Patrulha Maria da Penha durante todo o ano em todas as regiões do Estado.

A blitz contou com a participação do Corpo de Bombeiros Militares, da Polícia Civil – RS, das mulheres da “Rede Lilás” – apoio e proteção a mulher, do Centro de Referência da Mulher, do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul Comarca de Torres, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Conselho do Idoso.


Ambos os envolvidos fizeram distribuição de materiais informativos contendo dados divulgados pelo MP-RS, para a conscientização quanto a este tipo de violência. Os números demostram que no Brasil a violência doméstica ainda acontece com demasiada frequência: a cada hora 503 mulheres sofrem violência doméstica, a cada dia treze mulheres são vítimas de feminicídio, a cada 8 minutos uma brasileira é estuprada.

Os informativos continham também os canais para efetuar denúncias e solicitar atendimento ou informações.

Canais de Atendimento

Central de Atendimento à Mulher (180)
Brigada Militar (190)
Telefone Lilás (0800 541 0803)
Polícia Civil (WhatsApp 51 – 98444-0606)

A Patrulha Maria da Penha, um dos projetos sociais da Brigada Militar, foi criada em 2012 e busca proteger e acolher mulheres e familiares em situação de violência doméstica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2022 0 Comentários 567 Visualizações
Business

Ball abre novo curso de capacitação exclusivo para mulheres, desta vez em Águas Claras

Por Stephany Foscarini 04/11/2021
Por Stephany Foscarini

Reforçando cada vez mais seu compromisso com a equidade de gênero no mercado de trabalho, a Ball Corporation, líder mundial em embalagens sustentáveis de alumínio, em parceria com o Senai abre 60 vagas para cursos profissionalizantes em Águas Claras (RS). A formação ocorre de forma gratuita e exclusiva para mulheres com idade superior aos 21 anos, Ensino Médio Completo e que tenham residência próximo à região.

As vagas serão divididas em duas turmas de Auxiliar de Manutenção Mecânica. O curso tem duração de 160 horas e será realizado de forma semipresencial, com aulas online e presenciais, divididas em três sábados. As aulas presenciais serão realizadas no CFP Senai Ney Damasceno Ferreira, em Gravataí.

As inscrições podem ser feitas das 8h do dia 27 de outubro às 20h do dia 8 de novembro neste site, e a seleção será realizada a partir da aplicação de provas de língua portuguesa e matemática, em formato múltipla escolha, no dia 11 de novembro. As aulas têm início no dia 22 de novembro e vão até 27 de janeiro de 2022.

A Ball Corporation já organizou outros cursos gratuitos e com foco exclusivo na capacitação técnica do público feminino, em Brasília (DF) e Frutal (MG). Na nova fábrica de latinhas da empresa em Minas, inclusive, a planta destaca-se por ser a mais inclusiva do País, com quase 50% da força de trabalho da área de produção sendo feminina e, muitas delas, contratadas a partir do curso realizado em parceria com Senai.

“Só na minha turma, cerca de 8 a 10 mulheres foram contratadas. Muitas pessoas me falam que não têm costume de ver mulheres trabalhando na Printer, acham que é pesado, mas, na verdade, temos que trabalhar com a cabeça e não com a força. A Ball capacitou todas as novas colaboradoras, foi um investimento grande da parte da empresa. Vejo que estou em uma empresa que valoriza o funcionário, tem muitos benefícios. É uma oportunidade muito grande”, explica Nubia de Souza Pereira, moradora de Frutal que participou do curso do Senai na cidade e foi uma das contratadas pela Ball.

Para 2021, a Ball segue um forte plano de Diversidade e Inclusão, que contempla as seguintes metas na América do Sul:

• Ampliação de mulheres em posições de liderança sênior;
• Aumento do número de mulheres em posições de direção;
• Ampliação de mulheres em cargos técnicos nas plantas da Ball;
• Aumento do número de mulheres no planejamento da sucessão (vice-presidente e diretoras);
• Mais de mil horas de formação para os líderes da América do Sul nas temáticas de diversidade e inclusão.

Tatiany Lourenço, que também fez o curso em parceria com o Senai em Frutal e foi contratada, conta sobre a experiência: “Fizemos um treinamento por três meses e aprendemos muito. Antes de entrar na Ball, eu não sabia como era feita uma lata. Agora aprendi todos os processos e em breve iniciaremos os trabalhos. Com certeza a contratação na Ball está sendo uma grande oportunidade para muitas mulheres de Frutal.”

Sobre a Ball Corporation

A Ball fornece soluções inovadoras e sustentáveis de embalagens de alumínio para clientes de bebidas, cuidados pessoais e produtos domésticos, bem como aeroespacial e outras tecnologias e serviços. A companhia e suas subsidiárias empregam 21.500 pessoas em todo o mundo e registraram vendas líquidas de US$ 11,8 bilhões em 2020.  Na América do Sul, a empresa conta com 15 fábricas, distribuídas entre Brasil, Chile, Argentina e Paraguai. Para mais informações, acesse o site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2021 0 Comentários 973 Visualizações
Variedades

Trensurb é parceira no projeto Elas por Elas

Por Caren Souza 02/06/2021
Por Caren Souza

Foi lançado na terça-feira (1), no Plenarinho da Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, o projeto Elas por Elas. A iniciativa é da Delegacia de Atendimento à Mulher de Novo Hamburgo (Deam-NH) em parceria com a Procuradoria Especial da Mulher da Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo e o Mestre em Artes Marciais Cezar Nunes.

O projeto social tem como objetivo prevenir casos de violência contra a mulher através de aulas de defesa pessoal e inteligência emocional. As aulas gratuitas terão início no dia 9 de junho, sendo duas turmas com 6 alunas cada. As inscrições são através do whatsApp da Rede Lilás: (51) 3594-0560. O público-alvo são mulheres que já foram vítimas de violência doméstica ou abuso sexual, mas também para aquelas que tem interesse na garantia da segurança pessoal e autodefesa.

O Elas por Elas foi criado pela delegada Raquel Peixoto, representante da Deam-NH, após análise dos atendimentos e relatos de mulheres que foram vítimas de violência e buscaram ajuda na delegacia. Segundo Raquel, o projeto é inédito no Brasil, é “pioneiro e inovador”. Dentre os objetivos principais do projeto, Raquel destaca o empoderamento feminino e a promoção da garantia da segurança pessoal, familiar e em vias públicas para as mulheres.

De acordo com a delegada, “aprender a prática da defesa pessoal pode diminuir muito os casos de feminicídio ou qualquer tipo de agressão e abuso”, afirma. Sobre a parceria com a Trensurb, ela diz que é “fundamental para divulgar as ações da delegacia de Novo Hamburgo, onde a Trensurb sempre está presente em campanhas que ajudam mulheres, crianças e adolescentes.”

A Trensurb será parceira do projeto, divulgando todas as informações do projeto em seus canais de comunicação e relacionamento com os usuários do metrô. Para o diretor-presidente da Trensurb, Pedro Bisch Neto, “é uma pequena colaboração da empresa para fomentar o respeito entre as pessoas, particularmente aquelas que se sentem menos protegidas”.

O assessor da presidência da Trensurb, Paulo Lomando, que esteve no lançamento do projeto nessa tarde em Novo Hamburgo, que podem participar as mulheres que já foram vítimas de feminicídio ou abuso, mas também quem tem interesse em conhecer e aprender as técnicas. Lomando diz que a ideia é “futuramente levar o programa para as metroviárias que tiverem interesse em fazer parte do projeto.”

Fonte: Assessoria
02/06/2021 0 Comentários 481 Visualizações
Business

Presença feminina em direções contribui para a lucratividade das empresas

Por Caren Souza 29/03/2021
Por Caren Souza

O mês da mulher reacende muitas reflexões sobre o mercado de trabalho no Brasil. O cenário da pandemia trouxe ainda mais indagações sobre as diferenças de oportunidade nos ambientes corporativos. Conforme a Pnad Contínua, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 8,5 milhões de mulheres precisaram abandonar seus empregos no terceiro trimestre de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados mostram que a taxa de participação na força de trabalho ficou em 45,8%, registrando uma queda de 14% em relação a 2019.

Mesmo acostumada com o trabalho remoto, o momento foi desafiador.

Para a Economista da Universidade Federal da Bahia, Diana Gonzaga, “além das questões que afetam todos os grupos, como perda de renda e emprego, cai sobe elas grande parte dos cuidados com filhos e casa”. Assim, mesmo com um cenário desafiador para as mulheres brasileiras, é de se comemorar quando é possível encontrar casos de superação e de caminhada no sentido contrário às estatísticas.

Na liderança da Engaje!Comunicação no Rio Grande do Sul, Cíntia Miguel Kaefer, mãe de duas meninas, de 2 e 9 anos, afirma que o ano de 2020 foi de reinvenção. Além de liderar processos com os clientes de uma forma diferente, com mais agendas e reuniões de planejamento, foi preciso reorganizar o espaço da casa, uma vez que a família toda ingressou no home office e no homeschooling. “Mesmo acostumada com o trabalho remoto, o momento foi desafiador, servindo para organizar minuciosamente as demandas de trabalho e também os momentos de desligar de tudo e dar atenção total às crianças”.

Essa realidade tem relação direta com o relatório da Organização Internacional, do Trabalho (OIT), da ONU – realizado em 70 países, que demonstra as características femininas que impactam diretamente no mundo dos negócios, mesmo em cenários adversos. O levantamento mostra que a presença feminina em direções é um dos fatores que contribuem para o desempenho e lucratividade. Os dados apontam que as mulheres são mais empáticas e flexíveis, bem como, mais persuasivas e dispostas a assumir riscos.

No contexto afrontado pela pandemia há praticamente um ano, as pessoas tiveram que se adaptar ao novo contexto e pensar novas formas de fazer a gestão dos negócios. “A comunicação recuperou um espaço estratégico nas organizações, que precisaram falar com os seus funcionários, com a imprensa e com a sociedade de uma forma mais objetiva e transparente. E isso possibilitou a manutenção dos nossos negócios e até um crescimento no atendimento no segundo semestre do ano”, enfatiza a diretora da agência no Rio Grande do Sul.

É possível perceber que o Brasil está em caminhada quanto à igualdade de oportunidades no trabalho. Dados da Organização Internacional do Trabalho mostram que enquanto a Jordânia lidera o ranking com 62% dos cargos de chefia preenchidos por mulheres, o Brasil aparece na 25ª posição, com 39,4% de mulheres em cargos de chefia. Na área de comunicação corporativa, também existem dados que reforçam esse processo. Segundo a pesquisa “Perfil da Liderança em Comunicação no Brasil”, divulgada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), as mulheres ocupam 69% dos cargos de liderança na comunicação corporativa no Brasil e representam 45% do total de cargos de direção ou vice-presidência nas empresas onde trabalham.

Na Engaje! Comunicação, há mais mulheres na liderança dos processos atualmente e isso possibilita a abertura para esses espaços de reflexões, pois a agência precisa acompanhar os diálogos sobre as temáticas que acompanham seus clientes e a sociedade. Segundo Cíntia, é preciso avançar, o mercado de trabalho precisa acolher e possibilitar que as mulheres voltem aos espaços deixados na pandemia, como forma de persistir no processo de desenvolvimento das carreiras femininas. Este retorno precisa ocorrer sem que o sentimento de culpa e a falsa ideia de “precisar dar conta de tudo” impliquem no cotidiano profissional. A sociedade evolui a cada dia e as questões de gênero, de divisão de tarefas e de respeito às opções pessoais precisa evoluir no mesmo sentido, enfatiza.

Fonte: Assessoria
29/03/2021 0 Comentários 547 Visualizações
Business

ACINP Talks destaca pontos importantes na liderança feminina

Por Caren Souza 24/03/2021
Por Caren Souza

O ponto de virada da sua vida é agora. Esse foi o tema do primeiro ACINP Talks de 2021, especialmente dedicado às mulheres, em comemoração ao mês delas. O bate-papo virtual foi promovido pela Associação Comercial e Industrial de Nova Petrópolis no dia 23 de março, e contou com a participação de duas executivas brasileiras, reconhecidas nas suas áreas de atuação: Tatiane Vita, da Chilli Beans, e da Josiane Lima, da Alelo. A condução ficou a cargo da colaboradora da entidade, a jornalista Karin Felix.

Em aproximadamente uma hora, foram levantados temas estratégicos para que a mulher ocupe seus espaços e esteja alinhada ao seu propósito de vida. Com uma abordagem leve e cheia de conteúdos e histórias de vida e de superação, as debatedoras mostraram que é possível abrir novos caminhos, ampliar suas conquistas e mudar a sua realidade, mesmo na pandemia.

Para Josiane Lima, a mulher tende a seguir o fluxo, seja ele corporativo ou social, sem avaliar qual o seu real desejo e o que mais está alinhado com seu propósito de vida e alerta sobre a necessidade de se ouvir, de não vivenciar apenas empiricamente as oportunidades que aparecem ou que a sociedade impõe. Cada mulher é única e deve saber o que é bom para si, independente das cobranças da sociedade.

Tatiane Vita tem um projeto que nasceu na sua licença maternidade, que se chama Eu mulherizo. “Meu objetivo é impactar um milhão de mulheres até 2033, de todas as formas possíveis para que elas sejam cada vez mais representadas. Atualmente, apenas 3% de brasileiras ocupam cargos de liderança no País, e representam mais da metade da população nacional. Esse projeto surgiu durante sua licença maternidade e o despertar nasceu na pandemia, durante a gravidez. “A gente precisa deixar nossa marca no mundo, e eu quero fazer a minha parte”, explica Vita.

Não conseguiu assistir? Acesse o link https://bit.ly/3f7CDTr e confira. O ACINP Talks contou com o patrocínio de gestão ACINP de Círculo Operário Caxiense, Hotel Petrópolis, Sicredi Pioneira e Safeweb, e o apoio do Departamento da Mulher.

Fonte: Assessoria
24/03/2021 0 Comentários 584 Visualizações
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