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moinhos de vento

Saúde

Moinhos de Vento recebe visita de Eduardo Leite

Por Gabrielle Pacheco 16/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Para falar sobre qualificação do atendimento de saúde dos gaúchos e possíveis parcerias, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, visitou o Hospital Moinhos de Vento na tarde desta terça-feira (15). Considerado um dos cinco hospitais de excelência do Brasil, a instituição já está elaborando projetos em colaboração com o Piratini.

Para o governador, o Estado tem interesse em aprofundar a parceria “para que seja aplicada da melhor forma em assistência”. “Ter um hospital de referência no Rio Grande do Sul, como é o Moinhos de Vento, é fundamental, inclusive do ponto de vista econômico”, disse o chefe do Executivo gaúcho, destacando também a atração de mão de obra qualificada.

O CEO do Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, destacou investimentos em pesquisa, educação e qualificação dos serviços na instituição. “Temos aqui um dos melhores hospitais do Brasil, que gera empregos, retém talentos e oferece medicina de excelência. Queremos contribuir cada vez mais com a comunidade, compartilhando experiências e expertise, tecnologia, conhecimento”, destacou.

“Queremos contribuir cada vez mais com a comunidade, compartilhando experiências e expertise, tecnologia, conhecimento.”

Segundo o presidente do Conselho de Administração, Eduardo Bier, a instituição também pode auxiliar o Estado por seu modelo eficiente de gestão. “Conseguimos oferecer aqui a mesma excelência em saúde que se encontra no eixo Rio-São Paulo”, destacou.

Desenvolvimento do SUS

Superintendente de Educação, Pesquisa e Responsabilidade Social, Luciano Hammes apresentou projetos executados por meio do Programa de Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). Em dez anos, a iniciativa já investiu R$ 4,6 bilhões em mais de 500 projetos. O executivo explicou as ações mais importantes e citou, por exemplo, a telemedicina aplicada às UTIs pediátricas. A partir dessa iniciativa, foi possível reduzir significativamente a mortalidade infantil em alguns hospitais atendidos.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, colocou-se à disposição para troca de conhecimento entre o Estado e o hospital. Ela destacou gestão hospitalar, transplantes, emergência, UTI e oncologia como áreas prioritárias. Também participaram da reunião a Superintendente de Operações e Governos do Hospital, Tanira Torelly, a gerente médica, Gisele Nader Bastos, e a diretora do Departamento de Ações em Saúde do governo estadual, Ana Costa.

Na oportunidade, a diretoria do Moinhos de Vento entregou o convite para o 1º Summit Hub da Saúde, organizado em parceria com a Melnick Even. O evento será dia 21 de outubro, no Maxplaza Canoas, em Canoas.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/10/2019 0 Comentários 560 Visualizações
Saúde

Encontro celebra avanços do transplante de medula

Por Gabrielle Pacheco 11/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

A evolução e os números sobre os transplantes de medula óssea (TMO) realizados no Hospital Moinhos de Vento e na Johns Hopkins Medicine International foram tema do Grand Round desta quinta-feira (10). O debate mensal integra uma programação especial voltada ao assunto – que terá sequência nesta sexta-feira, 11, e sábado, 12, com o Simpósio Internacional de TMO, no Plaza São Rafael.

No Anfiteatro Schwester Hilda Sturm, o chefe do Serviço de Oncologia do Moinhos de Vento, Sergio Roithmann, falou sobre sua trajetória e os primeiros transplantes desse tipo na instituição.

“Uma das ações que iniciou na minha área e acabou sendo expandida para todo o Moinhos de Vento foi a readequação das pias para lavar as mãos. Esse procedimento beneficiou todos os pacientes”, contou. Segundo ele, pacientes que aguardam um transplante ou transplantados requerem cuidados extremos devido à baixa imunidade e ao alto risco de infecções.

Com a presença do professor Ephraim Joseph Fuchs, do Departamento de Oncologia da Johns Hopkins, a primeira parte do Grand Round tratou do histórico do transplante haploidêntico. Realizado por doadores familiares parcialmente compatíveis, geralmente com 50% de similaridade, o processo fez aumentar o número doadores.

“Apesar dos riscos iniciais que tínhamos nos anos 80, os avanços na medicina permitiram que realizássemos transplantes haploidênticos com baixos índices de morte. Hoje, a cura de hemoglobinopatias graves é possível para a maioria dos pais, o que não costumava ocorrer no passado, por exemplo”, explicou o americano.

“Apesar dos riscos que tínhamos nos anos 80, os avanços na medicina permitiram que realizássemos transplantes haploidênticos com baixos índices de morte.”

Fuchs será um dos três palestrantes internacionais do Simpósio. No laboratório onde atua, em Baltimore (Estados Unidos), o médico investiga métodos para aumentar as respostas imunológicas contra o câncer no cenário do TMO. A Johns Hopkins realiza em torno de 150 transplantes dessa área por ano.

TMO no Moinhos de Vento

A segunda parte do encontro foi apresentada por Claudia Caceres Astigarraga, hematologista do Moinhos de Vento. A profissional falou sobre o processo e o ambiente para os transplantes na instituição.

“Há quatro anos, o hospital fez um grande investimento, incluindo a primeira unidade fechada fora do CTI”, explica Claudia, mencionando os 117 TMOs realizados na instituição. Desses casos, segundo ela, 27 foram através do Mais TMO – projeto do PROADI-SUS para pacientes vindos diretamente do Sistema Único de Saúde, totalmente isentos de custos.

“Há quatro anos, o hospital fez um grande investimento, incluindo a primeira unidade fechada fora do CTI.”

Dentro da programação do Simpósio, Claudia falará mais sobre a iniciativa. A programação é dirigida aos profissionais da área e reúne 28 palestrantes nacionais e três internacionais. O evento, que prevê reunir 270 participantes de 56 centros transplantadores e centrais reguladoras, tem como objetivo capacitar as equipes de TMO.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2019 0 Comentários 612 Visualizações
Saúde

Retirada de tumor no ovário é realizada com robô em Porto Alegre

Por Gabrielle Pacheco 09/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O tumor no ovário afeta o sistema reprodutor feminino e é a segunda neoplasia ginecológica mais comum. Em casos malignos, pode evoluir para um tipo letal câncer. A cirurgia para sua retirada é complexa e a recuperação costuma ser mais lenta. Mas o uso da tecnologia tem ajudado pacientes e médicos. Na última semana, o Hospital Moinhos de Vento realizou essa operação com auxílio de equipamento robótico.

Feito por poucos médicos no mundo em função de sua complexidade, o procedimento ocorreu pela primeira vez na instituição. Uma paciente de 45 anos, com um tumor benigno, foi atendida pela equipe liderada pelo ginecologista e obstetra Marcos Wengrover Rosa. Os cirurgiões Mauro Weiss, Jose Antonio Perrone, Raquel Dibi e Cláudio Crispi também integraram o grupo.

“A cirurgia robótica proporciona maior segurança ao paciente quando comparada a uma operação comum, em virtude de todos os mecanismos que envolvem o robô”, ressaltou Rosa. Segundo o médico, o pós-operatório também traz menos dor e reduz o uso de medicações analgésicas, agilizando a alta hospitalar. “Nesses casos, a pessoa pode estar em casa no dia seguinte.”

Pioneirismo e tecnologia

Em linha com alguns dos principais centros globais de saúde, o Moinhos de Vento tem apostado na cirurgia robótica para melhorar a experiência de seu paciente. Com a tecnologia adquirida no ano passado, mais de 200 procedimentos já foram realizados no hospital – muitos deles em tratamentos urológicos.

A redução do tempo no bloco cirúrgico e de internação é um dos benefícios desse tipo de operação. O uso dos robôs também garante cortes menores e sangramentos mais controlados, graças ao seu alto nível de segurança e precisão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

09/10/2019 0 Comentários 634 Visualizações
Business

Moinhos de Vento recebe prêmio Top Ser Humano

Por Gabrielle Pacheco 04/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital Moinhos de Vento recebeu, nesta quarta-feira (2), o Top Ser Humano. O prêmio é oferecido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RS) a indivíduos e organizações que valorizam o ser humano como diferencial estratégico.

A Superintendente Assistencial, Vania Röhsig, representou o Moinhos de Vento e frisou a importância desse reconhecimento. “A premiação reflete exatamente o que nossas lideranças desenvolvem dentro do Hospital. Elas fazem toda a comunicação, toda a estratégia, desdobrada até a ponta. Nosso case mostra que é possível realizar esse desdobramento engajando as pessoas cada vez mais na missão e na visão”, explica Röhsig.

Com o case “O papel do líder na estratégia de comunicação”, o Hospital Moinhos de Vento destacou as ações que foram desenvolvidas pelas áreas de Desenvolvimento de Pessoas e Endomarketing da instituição nos últimos anos.

“A instituição estimula suas lideranças a serem os protagonistas do processo de comunicação interna. Para isso, estabeleceu fluxos e disponibilizou ferramentas para apoiar e potencializar o papel dos líderes nesse processo”, aponta Katherine Saibel, Gerente de Desenvolvimento Humano da instituição. Segundo ela, o case também evidenciou os resultados da nova cultura na organização, por meio de indicadores de resultados obtidos, do crescimento institucional e do fortalecimento da sinergia e engajamento das equipes.

 

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
04/10/2019 0 Comentários 755 Visualizações
Saúde

Revolução digital na saúde é discutida no Moinhos de Vento

Por Gabrielle Pacheco 19/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O uso da tecnologia digital na oncologia e na neurologia será debatido em um encontro do Hospital Moinhos de Vento. Na próxima terça-feira, 24, o Grand Round reunirá o corpo clínico e colaboradores, além de alunos da pós-graduação da instituição e público em geral. O formato do evento, que ocorrerá no Anfiteatro Schwester Hilda Sturm, será semelhante ao da série de conferências TED Talks.

O evento terá a abertura do responsável pela telemedicina do Hospital Moinhos de Vento, Felipe Cezar Cabral. O objetivo será mostrar como a tecnologia pode agregar e qualificar o atendimento na área. “A transformação digital está vindo não para substituir o médico, mas para apoiá-lo. Esse é um caminho sem volta”, sintetiza.

Jornada do paciente

As perspectivas sobre tecnologia no atendimento a pacientes oncológicos e a importância da pesquisa para a qualificação do tratamento serão abordados por Alessandra Morelle. “Hoje, somente 3% dos pacientes em terapia oncológica, nos Estados Unidos, participam de estudos clínicos. São essas pesquisas que definem os tratamentos. Temos de melhorar a coleta de dados dos pacientes”, destaca a oncologista.

O neurologista Pedro Schestatsky, por sua vez, descreverá a jornada de um paciente com a utilização de ferramentas tecnológicas. “Vou apresentar basicamente cinco ferramentas para mostrar que é possível fazer hoje os tratamentos com sistemas ditos do futuro. Há novas tecnologias que são acessíveis, baratas e fáceis de usar”, antecipa, acrescentando que as técnicas estão tornando o paciente proativo, e não mais reativo.

Serviço

O quê: Grand Round Hospital Moinhos de Vento – Tecnologias Digitais Transformando o setor de Saúde
Quando: 24 de Setembro, 12h15 às 13h15
Onde: Anfiteatro Schwester Hilda Sturm, Porto Alegre
Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
19/09/2019 0 Comentários 688 Visualizações
Saúde

I Encontro de Enfermagem Pediátrica reúne especialistas 

Por Gabrielle Pacheco 09/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Na última sexta-feira (6), o Hospital Moinhos de Vento realizou o I Encontro de Enfermagem Pediátrica. Com a participação de 130 profissionais, o evento debateu a atuação do enfermeiro na liderança do cuidado à criança e à família em diferentes cenários do ambiente hospitalar.

O papel do enfermeiro na telemedicina, a oncologia pediátrica e o profissional da assistência como líder no cuidado à criança foram alguns dos temas abordados. Para a coordenadora assistencial do Serviço de Pediatria do Hospital, enfermeira Rosa Etchichury Rolim, o encontro reafirmou a excelência da instituição no assunto.

“É emocionante ver técnicos de enfermagem, enfermeiros, psicólogos, farmacêuticos, médicos, fisioterapeutas, nutricionistas envolvidos no propósito de cuidar de vidas”, ressaltou Rosa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2019 0 Comentários 870 Visualizações
Saúde

Debate sobre inovações da medicina respiratória

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Diagnósticos mais rápidos e precisos, tratamentos inovadores e o uso da cirurgia robótica na medicina respiratória foram discutidos em Porto Alegre, no 2º Simpósio Internacional do Serviço de Pneumologia e Cirurgia Torácica.

Promovido pelo Hospital Moinhos de Vento, o evento ocorreu na tarde de sexta-feira (30) e durante todo o sábado (31), no Hotel Sheraton. Especialistas nacionais e internacionais apresentaram palestras voltadas à atualização dos profissionais nas técnicas de manejo das doenças respiratórias.

Para o coordenador do simpósio e Chefe do Serviço de Pneumologia e Cirurgia Torácica do Hospital Moinhos de Vento, Marcelo Gazzana, a rápida evolução da tecnologia e as descobertas cientificas tornam cada vez mais necessários o treinamento e a atualização dos pneumologistas e cirurgiões.

“É sempre oportuno ir além das fronteiras para conhecer e divulgar novas técnicas e possibilidades. Nossa intenção é promover a troca de conhecimentos para qualificar ainda mais os tratamentos oferecidos aos pacientes, desde as doenças mais prevalentes, como a asma, até as mais complexas e desafiadoras, como o câncer de pulmão”, avaliou Gazzana.

A Gerente Médica do Hospital Moinhos de Vento, Gisele Nader, lembrou que o serviço de Pneumologia e Cirurgia Torácica vem se fortalecendo não só pelo investimento em tecnologia de ponta, mas também pela qualificação dos médicos.

“Nos próximos meses nossa equipe contará com mais dois profissionais certificados em cirurgia robótica.”

Em novembro de 2018, a instituição gaúcha realizou a primeira cirurgia robótica torácica do Sul do Brasil.

Cirurgia robótica

Diversas conferências do simpósio destacaram os resultados promissores da cirurgia robótica no tratamento das doenças respiratórias e torácicas. Para o secretário da Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica, Ricardo Terra, um dos palestrantes, a tecnologia apresenta vantagens ao permitir cirurgias minimamente invasivas. Isso acontece, segundo ele, sobretudo pela flexibilidade dos instrumentos e pela visão 3D que proporciona ao cirurgião.

“Especialmente no tórax, a cirurgia robótica tornou o procedimento cirúrgico mais preciso e menos traumático”, indicou o professor da USP, destacando que a novidade provocou uma importante expansão tanto no volume como na complexidade dos procedimentos realizados.

As novas formas de exame e diagnóstico também foram apontadas pelos especialistas como grandes inovações. De acordo com Maria Teresa Ruiz Tsukazan, cirurgiã torácica do Hospital Moinhos de Vento, a instituição tem apostado nos procedimentos de ecobroncoscopia (Ebus) para ampliar a precisão do diagnóstico e a avaliação do estágio em tumores de pulmão.

“Fomos os primeiros a adquirir esse equipamento no Estado e a contar com profissionais capacitados no exterior para operá-lo”, sublinhou.

Asma em debate

No sábado, o simpósio aprofundou as discussões sobre os diagnósticos e tratamentos da asma, doença crônica que voltou às rodas de conversa desde a morte da escritora Fernanda Young, no último domingo (25).

Os pneumologistas Leandro Genehr Fritscher, Flavia Gabe Beltrami e Pierangelo Tadeu Baglio, do Hospital Moinhos de Vento, participaram de uma mesa redonda sobre a educação de pacientes asmáticos, os casos que não respondem aos tratamentos e as perspectivas da medicina personalizada.

Completou o debate o pneumologista Bernardo Henrique Ferraz Maranhão, professor da Faculdade de Medicina da UniRio e ex-presidente da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio de Janeiro.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2019 0 Comentários 601 Visualizações
Cidades

Nobel da Paz realizou palestra em Porto Alegre

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

“Não há desafio que possamos vencer sem as mulheres. Não vamos conseguir enfrentar as mudanças climáticas e o aquecimento global, combater a pobreza e acabar com o preconceito e a violência se não valorizarmos os nossos recursos mais importantes: as mulheres.”

As palavras são do Prêmio Nobel da Paz 2018, Denis Mukwege. Foi assim que o médico congolês iniciou a sua fala – e também suas provocações – a uma plateia de convidados nesta terça-feira (20), no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

Conhecido como Dr. Milagre, o ginecologista contou histórias do período que tratou mais de 30 mil meninas, mulheres e idosas vítimas de estupro e violência sexual na República Democrática do Congo. Mukwege é considerado o maior especialista do mundo em reparação interna de genitais femininos, coordenando programas de HIV/Aids em seu país.

Com amor e sensibilidade, transformou seu ofício em arma contra os horrores da guerra. Denunciou pessoas que se beneficiavam do terror e criou um movimento feminista de homens comprometidos em mudar essa realidade.

Mukwege sofreu um atentado após suas denúncias resultarem em um relatório da ONU que recomendava o julgamento de políticos e poderosos do Congo. Mesmo podendo viver em segurança na Europa, voltou ao seu país através da mobilização de mulheres que se uniram para pagar sua passagem de volta.

Hoje, vive cercado de seguranças dentro do complexo hospitalar onde trabalha. Questionado sobre como convive com a constante ameaça, atribuiu a força às mulheres que o cercam.

“Eu não sou corajoso. Corajosas são elas”, reconheceu.

Fonte de esperança

A palestra fez parte da programação do Fronteiras do Pensamento, patrocinado pelo Hospital Moinhos de Vento. Na recepção ao convidado, o Superintendente Executivo Mohamed Parrini agradeceu a visita do Nobel da Paz, algo inédito na história da instituição.

“Temos aqui a figura de alguém totalmente conectado com nossas crenças e valores mais caros. Os profissionais da saúde sempre serão fonte de esperança para vencer o medo. São apoio e suporte nas horas difíceis e, às vezes, a única orientação em meio ao desespero. Virtudes elevadas à máxima potência pelo Dr. Mukwege”, pontuou.

Para o Superintendente Médico Luiz Antonio Nasi, enquanto a ciência e a tecnologia avançam à velocidade da luz, não há evolução sem a sensibilidade presente no trabalho do médico. “O Dr. Mukwege serve para nos lembrar que ainda estaremos atrasados enquanto fecharmos os olhos para aquela violência que não nos atinge diretamente” destacou.

Ao finalizar sua palestra, o Prêmio Nobel da Paz convocou as pessoas a se engajarem na luta em defesa das mulheres. Em especial, pediu aos homens que apoiem a causa em organizações internacionais, como a ONU, lembrando que é preciso mobilização e pressão mundial.

“Mexer nesse tema é denunciar e expor quem está no poder em países como o Congo. É colocar no banco dos réus autoridades, políticos, policiais.” Mukwege destacou que o que acontece nessas regiões de conflito é a “ponta do iceberg”, e que a violência contra a mulher é um problema global.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2019 0 Comentários 511 Visualizações
Cidades

Poa Day Run será neste domingo

Por Gabrielle Pacheco 16/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Para incentivar a prática de exercícios físicos, o Hospital Moinhos de Vento promove neste domingo, 18, a segunda etapa do Circuito Poa Day Run. Partindo às 9h do Parque Marinha do Brasil, em Porto Alegre, as corridas serão divididas em quatro trajetos – em percursos de três, cinco, oito e 16 quilômetros, nas categorias masculina e feminina.

Às margens do rio Guaíba, nas proximidades da pista de skate do parque, o lounge da prova será aberto a partir das 7h45. A partir das 8h30, está previsto o início do aquecimento dos participantes. A largada da prova será dada às 9h, com a cerimônia da premiação ocorrendo após as 10h30. São esperados três mil competidores.

Os cinco primeiros colocados gerais das categorias masculina e feminina, nos percursos de três, cinco, oito e 16 quilômetros, receberão troféus exclusivos. A premiação por categoria se dará para os três primeiros colocados – exceto no trajeto de três quilômetros, agraciados apenas na primeira etapa do circuito.

O Hospital Moinhos de Vento Circuito Poa Day Run contará, ao longo do dia, com um equipe médica, lounge para expositores, acompanhantes e participantes. E para completar a festa, um DJ vai proporcionar um clima descontraído para os atletas.

O evento é aferido pela Confederação Brasileira de Atletismo, com supervisão técnica da Federação Gaúcha de Atletismo e organização da Run Sports 4. Mais informações e inscrições no site do evento.

Alterações no trânsito

O percurso inicia na avenida Edvaldo Pereira Paiva, nas proximidades do Skate Park do Parque Marinha do Brasil, passa pela avenida Padre Cacique com retorno na avenida Diário de Notícias em frente ao Barra Shopping Sul. Esse trecho será bloqueado no sentido centro-bairro, a partir das 4h30 da madrugada, para montagem da estrutura.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2019 0 Comentários 838 Visualizações
Saúde

Escolas públicas recebem treinamento em primeiros socorros

Por Gabrielle Pacheco 15/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Foi a primeira vez que a estudante Thainá Pereira Lopes, de 18 anos, teve contato com procedimentos de primeiros socorros. Mais do que aprender a salvar vidas, esse foi o primeiro passo para jovem realizar seu sonho: ela quer seguir carreira na saúde e planeja entrar em algum curso da área no ano que vem. Essa e outras histórias fizeram parte da atividade “Educar para prevenir”, promovida esta semana pelo Hospital Moinhos de Vento nas escolas públicas Ildo Meneghetti e Raul Pilla, no bairro Restinga, de Porto Alegre.

Durante dois dias, alunos do curso técnico em enfermagem da Escola de Educação Profissional do Hospital Moinhos de Vento ensinaram fundamentos sobre primeiros socorros e atendimento a parada cardiorrespiratória para 152 pessoas, entre professores, funcionários e estudantes do último ano do Ensino Médio. Eles assistiram a palestras e, depois, simularam uma massagem cardíaca em bonecos utilizados no treinamento. “Não ensinam pra gente na escola ou em casa como agir numa situação assim. Agora eu vou saber o que fazer se acontecer alguma coisa com alguém da minha família, com um amigo ou até um desconhecido, na rua”, contou Thainá.

Esse sonho já está sendo concretizado pelo aluno do curso técnico em enfermagem, Marcelo Reges Góes. Morador da Restinga, ele voltou ao bairro para conduzir o treinamento em uma das escolas. Ele se forma no fim do ano e ficou feliz em compartilhar os conhecimentos com sua comunidade de origem. “Sendo uma região vulnerável, a maioria das pessoas não tem acesso a essas informações, à educação para a saúde”, destacou.

“E, quem sabe, esse meu sonho não é também o

de alguns deles. Um dia, esses meninos e meninas também podem se tornar profissionais da saúde.”

Para Rafael Albuquerque, professor do curso Técnico em Enfermagem, é fundamental que noções de primeiros socorros sejam ensinadas nas escolas. “Nossa ideia é aproveitar para que os alunos mostrem o que eles aprenderam no curso, como futuros profissionais da área da saúde, aliando a prática a um serviço fundamental para essas comunidades. Quanto mais gente preparada para atuar numa situação dessas, mais vidas serão salvas”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2019 0 Comentários 576 Visualizações
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