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mercado internacional

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Pacto Calçadista debate reposicionamento do calçado do RS nos EUA

Por Jonathan da Silva 15/10/2024
Por Jonathan da Silva

O reposicionamento do calçado do Rio Grande do Sul no mercado dos Estados Unidos, que importa cerca de 2 bilhões de pares por ano, foi o tema central de um evento promovido pelo Comitê de Internacionalização e o Pacto Calçadista, nesta quinta-feira (10), no auditório da ACI, em Novo Hamburgo. Especialistas destacaram a necessidade de união de todo o setor para aumentar as vendas no mercado norte-americano, que é amplamente dominado por produtos da Ásia.

O integrante do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, Marlos Schmidt, ressaltou que já foram realizados avanços significativos, como a associação à Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados (FDRA), e anunciou que uma missão da entidade visitará o Rio Grande do Sul em 2025. Schmidt enfatizou a importância do apoio de empresas e entidades empresariais e incentivou a participação de mais integrantes do setor.

Durante o segundo painel, a empresária e professora universitária Ana Cristina Klein abordou a relevância da integração entre cultura exportadora e capacidade de internacionalização para o sucesso em mercados globais. Segundo Ana, “a cultura exportadora cria a mentalidade certa, enquanto a capacidade de internacionalização oferece as ferramentas e estruturas necessárias.” Ela também destacou a qualidade do produto e certificações internacionais como estratégias para exportação ao mercado americano.

A especialista apresentou ainda os dez mandamentos da exportação de calçados para os Estados Unidos:

  1. Não reclamarás de ter que produzir meio número.
  2. Não tentarás convencer o cliente a aceitar número cheio.
  3. Não farás ‘enjambrações’ e terás equipe técnica com capacidade para desenvolver e produzir meio número.
  4. Responderás e-mails e solicitações de preços e entregas em 24 horas, como fazem os chineses.
  5. Farás amostras e produção 100% de acordo com a ficha técnica detalhada pelo cliente, e sugerirás alterações em tempo hábil, não no último momento.
  6. Respeitarás datas de entrega de amostras e produção, e quando possível, informarás mudanças em tempo hábil.
  7. Terás claro a diferença entre uma desculpa e uma explicação.
  8. Calcularás o preço de forma precisa e não voltarás atrás nas condições de negociação.
  9. Entenderás que, sem compliance, não há negócios com empresas americanas.
  10. Entenderás que precisas entregar produto e serviço excelentes!

No terceiro painel, a gerente comercial do IBTeC, Karin Becker afirmou que a conformidade com normas internacionais é essencial para realizar negócios com grandes marcas internacionais. “Sem isso, não há negócios”, destacou Karin, que também mencionou que o mercado americano é o segundo mais regulamentado do mundo e que a sustentabilidade será um fator indispensável no futuro.

O coordenador do Eixo Pessoas, Processos e Produtos do Pacto Calçadista, Oscar Bortolussi, ressaltou a importância da capacitação de profissionais e da preparação das empresas para garantir o sucesso organizacional, afirmando que “tudo começa e termina nas pessoas”.

Christian Thomas, também do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, defendeu que o calçado brasileiro deve buscar um reposicionamento no mercado norte-americano, focando em um nicho de preço superior ao ocupado por produtos asiáticos. Ele ressaltou que o Brasil pode competir em faixas de preço mais altas, entre US$ 200 e US$ 300, aproveitando diferenciais como lead-time reduzido, transit time eficiente e a participação em feiras internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2024 0 Comentários 319 Visualizações
Business

Brasil e Cazaquistão discutem ampliação da relação comercial

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

Brasil e Cazaquistão discutiram a ampliação de sua relação comercial durante a 3ª Reunião do Comitê Empresarial entre os dois países, realizada nesta quinta-feira (10) na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. O encontro destacou o potencial de crescimento nas trocas comerciais entre as duas nações, que já possuem parcerias importantes em setores como energia sustentável, transporte, fertilizantes e indústria alimentícia.

O embaixador do Cazaquistão no Brasil, Bolat Nussupov, presente no evento, destacou a posição estratégica de seu país como um importante corredor de exportação entre a Ásia e a Europa, por onde passam 80% do transporte terrestre entre os dois continentes. “Muitos itens exportados da China para a Europa passam pelo nosso país. O Brasil tem grande potencial para explorar essa oportunidade”, afirmou Nussupov, sugerindo que o Cazaquistão pode se tornar um intermediário no comércio entre China, Europa e Brasil.

O evento foi organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Fiergs e o Centro de Indústria e Exportação do Cazaquistão (QazIndustry). O vice-presidente executivo da CNI, Gilberto Porcello Petry, enfatizou que a relação comercial com o Cazaquistão é promissora, especialmente para o Rio Grande do Sul. “Nosso intuito é fortalecer a cooperação e ampliar as potencialidades de negócios bilaterais com o Cazaquistão”, pontuou Petry.

O embaixador do Brasil no Cazaquistão, Marcel Biato, que participou de forma online, reforçou a importância do Brasil como parceiro nas novas fronteiras diplomáticas do Cazaquistão. Ele mencionou iniciativas já em andamento, como a produção de soja com tecnologia brasileira, além da atuação de empresas como a WEG, que desenvolve projetos de energias renováveis e hidrogênio verde no país.

Em 2023, a corrente de comércio entre Brasil e Cazaquistão superou os US$ 121 milhões, embora tenha registrado uma queda de mais de 36% em comparação ao ano anterior. No entanto, a corrente entre o Cazaquistão e o Rio Grande do Sul aumentou 137%, atingindo US$ 9,6 milhões no mesmo período. O secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, Ernani Polo, afirmou que as localizações estratégicas do estado e do Cazaquistão, assim como as semelhanças econômicas, oferecem grandes oportunidades para avanços, especialmente em tecnologia e inovação.

Além de empresários e autoridades dos dois países, o encontro contou com a participação do vice-presidente do Conselho de Administração JSC da QazIndustry, Alibek Shakimov, e do deputado federal Lucas Redecker (PSDB), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara dos Deputados. Representantes de empresas brasileiras que já atuam no Cazaquistão também compartilharam suas experiências durante o evento.

Ao final da reunião, foram assinados memorandos de cooperação entre empresas brasileiras e cazaques nas áreas de cultivo de soja e processamento de carne de frango. Também foi firmado um acordo de irmandade entre o Rio Grande do Sul e a região de Almaty, além da ata da 3ª Reunião do Comitê Empresarial. Além disso, o embaixador Nussupov participou de uma reunião com o presidente da Fiergs, Claudio Bier.

Reunião entre Nussupov e Bier

Fotos: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 483 Visualizações
Business

“Invasão chinesa” preocupa setor calçadista brasileiro

Por Jonathan da Silva 03/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira encerrou agosto com saldo positivo de 12,4 mil novos postos de trabalho, totalizando 293 mil empregos no setor, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) baseados em registros do Ministério do Trabalho e Emprego. Apesar do crescimento de mais de 4% na produção até agosto, com 500 milhões de pares de calçados fabricados, o número de empregos ainda é 2,5% menor do que no mesmo período do ano passado. Além disso, uma “invasão chinesa” é vista com alarme pela entidade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirma que o crescimento da renda das famílias brasileiras impulsionou o mercado interno e contribuiu para a recuperação do setor. No entanto, Ferreira alertou para a ameaça representada pelo aumento das importações de calçados asiáticos, especialmente da China. Segundo ele, a prática de dumping, quando produtos são vendidos abaixo do preço de mercado, tem gerado concorrência desleal com a produção nacional. “Esses calçados entram no Brasil com valores subfaturados, o que prejudica a competitividade das empresas brasileiras”, pontua Ferreira.

Outro risco apontado pelo executivo é a possibilidade de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a China, o que poderia agravar a situação. “Seria uma tragédia se a China pudesse enviar seus produtos ao Brasil sem taxa de importação e sem a tarifa antidumping, que hoje é de US$ 10,22 por par. Isso colocaria em risco tanto os empregos quanto a própria existência da indústria calçadista brasileira”, conclui Ferreira.

Em termos regionais, o Rio Grande do Sul, principal empregador do setor, criou 1,6 mil empregos até agosto, somando 85,7 mil postos, uma redução de 4% em relação ao mesmo período de 2023. Já o Ceará foi o primeiro estado a recuperar as perdas de 2023, gerando mais de 3 mil postos até agosto e fechando o período com 68,3 mil empregos, um aumento de 0,7%. Na Bahia, foram criados mil postos até agosto, totalizando 40,8 mil empregos, uma queda de 4,8% em comparação com o ano anterior.

Empregos no setor por estado

  • Rio Grande do Sul: + 1,6 mil empregos entre janeiro e agosto / 85,8 mil empregos no total (-4% ante 2023)
  • Ceará: + 3 mil empregos entre janeiro e agosto / 68,3 mil empregos no total (+0,7% ante 2023)
  • Bahia: + 1 mil empregos entre janeiro e agosto / 40,8 mil empregos no total (-4,8% ante 2023)
  • São Paulo: + 4 mil empregos entre janeiro e agosto / 33,8 mil empregos no total (-0,8% ante 2023)
  • Brasil: + 12,4 mil empregos entre janeiro e agosto / 293 mil empregos no total (-2,5% ante 2023)
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2024 0 Comentários 582 Visualizações
Business

Feiras nos EUA devem gerar US$ 3,9 milhões para calçadistas brasileiros

Por Jonathan da Silva 27/09/2024
Por Jonathan da Silva

As feiras Magic Las Vegas e Magic Nova Iorque, realizadas em agosto e setembro nos Estados Unidos, devem gerar mais de US$ 3,9 milhões em negócios para 11 marcas brasileiras de calçados. O valor inclui negócios realizados durante os eventos e acordos alinhavados que serão concretizados posteriormente. A participação das empresas brasileiras foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações do setor, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A responsável pelo departamento de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, comentou sobre a recuperação do mercado norte-americano após um início de ano fraco. “O fato foi refletido nos eventos, que geraram mais de 140 visitas de players do mercado dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e países da América Latina. No total, devem ser comercializados mais de 90 mil pares de calçados brasileiros”, afirmou Carla.

Os Estados Unidos, maior mercado consumidor de calçados do mundo em valores, continuam sendo o principal destino dos calçados brasileiros. Segundo dados da Abicalçados, entre janeiro e agosto de 2024, foram exportados cerca de 7 milhões de pares para o mercado norte-americano, um volume 5% menor do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

As marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participaram da Magic Las Vegas com o apoio do Brazilian Footwear. Na Magic Nova Iorque, o programa apoiou as marcas Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BRsport e Carrano.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2024 0 Comentários 399 Visualizações
Business

Indústria de Transformação gaúcha exporta 14,7% a menos em agosto

Por Jonathan da Silva 19/09/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações gaúchas da Indústria de Transformação caíram 14,7% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado. Influenciados pelas condições climáticas e por um problema zoosanitário, os embarques geraram US$ 1,3 bilhão, com queda na quantidade vendida e estabilidade nos preços médios. Dos 23 segmentos exportadores, somente nove apresentaram aumento em suas vendas para o mercado externo.

Nossos principais segmentos, de alimentos e tabaco, tiveram fortes reduções nas vendas no último mês, provocando grande impacto nas exportações. Além disso, a demanda externa continua menos aquecida”, avalia o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier.

A retração em alimentos, que faturou US$ 390,9 milhões, foi de 24,7% na comparação com agosto de 2023, de acordo com o levantamento realizado pela Fiergs com base nos resultados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O movimento das quantidades embarcadas, que caiu 36,9%, foi o preponderante para explicar a retração observada, visto que os preços médios se expandiram em 19,3%. Óleos vegetais em bruto (US$ 140,0 milhões, queda de US$ 72,4 milhões) foram enviados principalmente para o Irã. Em segundo lugar, o abate de aves (US$ 77 milhões, diminuição de US$ 57,1 milhões) teve seus produtos comprados majoritariamente pelos Emirados Árabes Unidos.  O caso da doença de Newcastle, ocorrido no final de julho, no município gaúcho de Anta Gorda, afetou frontalmente a produção de frangos no estado, fragilizando os embarques.

Já a diminuição nas vendas de tabaco se deu, segundo a entidade, porque, ainda que tenha ocorrido incremento nos preços médios, a menor quantidade exportada acabou por impactar negativamente a receita do segmento, que totalizou US$ 271,8 milhões. É uma retração de 3,2% frente a agosto de 2023. Os preços médios aumentaram 23,9%, enquanto as quantidades caíram 21,9%. Os embarques foram afetados por causa da redução na safra, resultado do fenômeno El Niño. O principal ramo exportador foi o de rocessamento industrial do tabaco (US$ 260 milhões, redução de US$ 8,9 milhões), que teve seus produtos comercializados principalmente com Bélgica e Vietnã.

Químicos terminou em terceiro lugar, faturando US$ 113,1 milhões com exportações em agosto, queda de 1,9% frente ao mesmo período de 2023, com a maioria dos produtos vendidos com origem no ramo de Resinas termoplásticas (US$ 69,4 milhões, elevação de US$ 9,5 milhões). O principal destino foi a Bélgica.

Importações

Em agosto, o Rio Grande do Sul importou US$ 1,3 bilhão em mercadorias, aumento de 0,9% frente ao mesmo mês de 2023. Nesse período, 26,9% das importações gaúchas se concentraram em bens do segmento de Químicos (US$ 350,1 milhões, mesmo assim, uma redução de 2,4%). Dessas compras, a maior parte foram os pertencentes ao ramo de Intermediários para fertilizantes (US$ 156,7 milhões, aumento de US$ 16,8 milhões), adquiridos em sua maioria do Marrocos.

Foto: Tawatchai07/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2024 0 Comentários 376 Visualizações
Business

Feira calçadista italiana gera mais de US$ 26 milhões para marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 18/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Brasil encerrou mais uma participação na feira italiana Micam Milano com o saldo de US$ 26,2 milhões em negócios, entre os já fechados e os alinhavados conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Terceira maior delegação internacional do evento, o país esteve representado por 78 marcas, com participação promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados da entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Mais de 1,25 mil compradores de todo o mundo investiram nas empresas brasileiras.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a feira superou as expectativas dos expositores. “Apesar da retração de consumo na Europa, os nossos expositores tiveram três dias de bons negócios, que irão auxiliar o crescimento da participação do Brasil no mercado internacional”, destaca Ferreira. O dirigente salienta, ainda, que os resultados confirmam as expectativas positivas para a BFSHOW, que ocorre de 11 a 13 de novembro, em São Paulo.

Em sua primeira participação pelo Brazilian Footwear, a marca Melissa teve resultados considerados positivos. “Foram três dias muito intensos, recebendo clientes e prospects qualificados. Os compradores vieram para conhecer a marca e também para relembrar, pois as pessoas nutrem uma nostalgia pela Melissa, que faz parte da história de muitas meninas”, relata a analista Comercial de Exportação da Melissa, Fernanda de Cassia Krummenauer.

O representante do departamento de Vendas Internacionais da Opananken, Leandro Moscardini, mostrou-se satisfeito com a edição, que diz ter sido a melhor participação da empresa em sete anos. “A Micam Milano foi uma surpresa bastante positiva. Com uma melhor localização, com estande mais aberto, tivemos uma grande visitação e fizemos muitos negócios importantes, com abertura de sete novos mercados no Kuwait, Chipre, Jordânia, Grécia, Filipinas, Argélia e Arábia Saudita, além de outros prospects que podem surgir”, celebra Moscardini.

Para o representante do departamento de Exportação da Piccadilly, Gustavo Zinke Braun, a Micam Milano superou as expectativas iniciais. “Tivemos uma participação positiva, com vários novos contatos e mercados abertos em países como Alemanha, Indonésia, Jordânia e Síria”, pontua Zinke Braun.

Brasil na passarela

A moda brasileira também foi destaque na passarela da Micam Milano. Onze marcas nacionais foram selecionadas para o desfile, iniciativa que foi retomada nesta edição. Para a gerente de Exportação da Santa Lolla, Haide Sehen, essa foi uma oportunidade de reforçar o posicionamento da marca no exterior. “A visibilidade que tivemos no desfile foi muito boa, sentimos que as pessoas já nos reconhecem, nos procuram, param para conhecer melhor os nossos produtos”, destaca Haide, ao frisar que a empresa sai da Micam Milano com pedidos fechados e uma expectativa bastante positiva para a temporada. Além da Santa Lolla, participaram do desfile as marcas Maithë, Satryani, Piccadilly, Modare Ultraconforto, Voices Culture, Arezzo, Guilhermina, Perlatto, Ramarim e Schutz.

Participaram da Micam Milano, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 SOFT, Actvitta, Adrun, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Andacco, Andine, Archetti, Arezzo, Beira Rio, BR Sport, ByCool, Camminare, Campesi, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Cristófoli, Dakota , Degalls, Democrata, DiBorges, Divalesi, Ferracini, Ferricelli, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Jorge Bischoff, JotaPe, Killana, Kolosh, Kolway, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil, Maithë, Melissa, Mississipi, Modare Ultraconforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antitensor, Pegada, Perlatto, Petite Jolie, Piccadilly, Pink Cats, Ramarim, Rider, Santa Lolla, Santinelli, Satryani, Savelli, Schutz, Solis Brasil, Stéphanie Classic, Tabita, Usaflex, Valentina, Variettá, Verofatto, Vicenza, Villione, Vizzano, Voices Culture, West Coast, Wirth e Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2024 0 Comentários 393 Visualizações
Business

Assintecal colhe insights em missão realizada na China

Por Jonathan da Silva 17/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) realizou uma missão na China entre os dias 3 e 12 de setembro. A iniciativa foi promovida pelo Brazilian Materials, programa realizado pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Durante a viagem, a comitiva colheu insights durante visita a uma das maiores feiras internacionais de couros e componentes, a All China Leather Exhibition (Acle), que aconteceu em Xangai de 3 a 5 de setembro.

A ACLE é um evento anual para marcas do setor calçadista e compradores de materiais para calçados, que oferece produtos como couro, cabedais, solas, malhas, flyknit, suprimentos, químicos e máquinas para couro e calçados. Nesta edição, o evento contou com mais de 1,2 mil expositores de 28 países, entre eles seis participantes brasileiros apoiados pelo programa Brazilian Materials: Tanac, Noko, Química Carioca, Seta, SystemHaus e Corium. “Na feira, percebemos grandes avanços dos fornecedores de insumos e calçadistas locais, especialmente no que diz respeito à oferta de insumos sustentáveis”, conta gestor de Mercado Internacional da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Luiz Ribas Júnior.

Avanços

Ribas Júnior afirma que o país asiático chamou a atenção da comitiva pelos avanços tecnológicos, pela inovação em produtos com design diferenciado e pelo foco em qualidade e conforto. “Aquela China dos anos 90 não existe mais. Claro que existem exceções, mas o que vimos foi uma indústria atenta às mudanças no comportamento do mercado, com estratégia planejada e que aprendeu a contar seu storytelling para o mundo com uma estrutura qualificada para exportar”, avalia o gestor.

Precisamos mudar o olhar sobre a China. Claro que existe concorrência desleal praticada por algumas empresas, mas não é a regra dos principais players do mercado. Hoje, a indústria local, fornecedora para marcas internacionais, produz calçados de qualidade, com design e inovação. É preciso parar de enxergar a China como um fantasma para passar a ver uma possibilidade de parceria estratégica”, comenta Ribas Júnior.

Sustentabilidade como diferencial brasileiro

Como oportunidades e diferenciais brasileiros, Ribas Júnior destaca a vantagem na prática ESG. O mercado chinês está focado em calçados esportivos e para atender a demanda de marcas internacionais. “Não se visualizou, pelo menos no geral, um trabalho para avançar neste tema. Assim, a indústria brasileira de componentes deve aproveitar esta brecha para fortalecer sua participação no mercado internacional”, explica o gestor.

Ao todo, a Missão China realizou mais de 20 visitas na ACLE ,em indústrias, centros de pesquisa e tecnologia, varejos de rua e shoppings nas cidades de Xangai, Quanzhou, Jinjiang, Guangzhon, Foshan, Shenzhen e Dongguan. Participaram da iniciativa diretores de Bertex, Chronos, Cofrag, Cofratec, Cotton Shoes, Crespi do Brasil, FCC, Killing, Martêxtil, Metalização Igrejinha, Sugar Shoes e Assintecal.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2024 0 Comentários 358 Visualizações
Business

Feira peruana deve gerar R$ 5,5 milhões para empresas brasileiras

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

Cerca de R$ 5,5 milhões (US$ 1,1 milhão) devem ser gerados para empresas brasileiras que participaram da feira peruana Expo Detalles, realizada de 7 a 9 de agosto em Lima com expositores de 22 países. A participação do Brasil foi promovida pelo Brazilian Materials, programa de apoio às exportações mantido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O valor esperado contabiliza negócios feitos diretamente no feira calçadista, que totalizam R$ 825 mil (US$ 150 mil) para 15 marcas nacionais, além dos encaminhados durante o evento.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que a feira foi bastante positiva para os brasileiros, que receberam grande visitação não apenas de compradores locais, mas também de outras diversas partes da América Latina. “Foram contabilizados 230 contatos, a maior parte deles inéditos. As feiras do continente, como um todo, vem crescendo de importância para empresas que buscam expandir suas exportações sem necessitar grandes investimentos”, comenta Ribas Júnior. De acordo com o dirigente, os mercados locais buscam, sobretudo, novidades que unem preço competitivo e atributos de sustentabilidade, característica cada vez mais demandada nos mercados latino-americanos.

Participaram da Expo Detalles as empresas Biatex, Fibertex, Usicon, Usitec, Tecmec, Orisol, WS Metais, Primus Têxtil, Artecola, Rodamatrizes, Quimicolla, Maquetec, KSD Metais, Plastiuzzi e GP Matrizes.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 524 Visualizações
Business

Feira norte-americana de calçados deve gerar R$ 21 milhões a marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de R$ 21 milhões (US$ 3,88 milhões) devem ser gerados para 27 marcas brasileiras que participaram da feira Atlanta Shoe Market, que aconteceu entre os dias 10 e 12 de agosto, em Atlanta, nos Estados Unidos. A participação das empresas do Brasil foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Os resultados do desempenho estão em relatório do programa e somam negócios efetivados no local e encaminhados para os próximos meses.

A representante da área de negócios da Abicalçados, Carla Giordani, destaca que foram cerca de 200 contatos com compradores dos Estados Unidos e países da América Latina, sendo quase 100 deles inéditos para as marcas brasileiras. Já na feira, foram comercializados mais de 34 mil pares de calçados, número que salta para 264 mil pares se somados os negócios que ficaram alinhavados para um futuro próximo. “Tivemos o recorde de participação de marcas brasileiras apoiadas pelo programa, além de resultados 20% superiores aos registrados na feira do ano passado”, pontua Carla.

Participando pela primeira vez da Atlanta Shoe Market, a Ramarim se mostra satisfeita com os resultados alcançados. “A experiência superou as nossas expectativas. É uma feira diferente das que estamos acostumados, com foco maior no lojista. Tivemos novos e importantes contatos”, avalia a gerente de exportação da empresa, Tatiana Müller.

A coordenadora comercial da Cocco Miami, Paula Gerhand, ressalta que, apesar de uma visitação menos expressiva do que em outras edições, os compradores estavam focados em negócios. “Fechamos negócios importantes, entre eles com novos clientes de Michigan e Nova Orleans, além de receber tradicionais parceiros do mercado dos Estados Unidos”, aponta Paula.

Participaram da Atlanta Shoe Market as marcas Arezzo, Schutz, Beira Rio, Moleca, Vizzano, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Bottero, Itapuã, New Face, Pegada, Ramarim, Comfortflex, Vicenza, Cartago, Ipanema, Melissa, Mini Melissa, Levecomfort, Leveterapia, West Coast, Piccadilly, Usaflex e Cocco Miami.

Próximos eventos

A Atlanta Shoe Market fez parte de um circuito de feiras calçadistas nos Estados Unidos. A próxima parada para as marcas brasileiras será a Magic Las Vegas, entre os dias 19 e 21 de agosto. As marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participam da feira apoiadas pelo Brazilian Footwear. Encerrando o circuito de mostras, Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport e Carrano participam da Magic NY entre os dias 22 e 24 de setembro, também apoiadas pelo programa.

Mercado dos Estados Unidos

O mercado estadunidense consome, anualmente, mais de 2,6 bilhões de pares de calçados, quase todos frutos de importações. Atualmente, os Estados Unidos são o principal mercado internacional para o calçado brasileiro. Entre janeiro e julho, foram embarcados para lá 5,97 milhões de pares de calçados do Brasil, que geraram US$ 125,96 milhões de receita.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 444 Visualizações
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Importações asiáticas disparam e preocupam indústria nacional

Por Marina Klein Telles 13/12/2023
Por Marina Klein Telles

O aumento vertiginoso das importações de calçados da Ásia, em especial do Vietnã, Indonésia e China, estão preocupando a indústria calçadista nacional. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em novembro, as importações de calçados dos três países asiáticos tiveram incremento de 38% em receita e de 10% em volume, alcançando US$ 29,43 milhões e 1,44 milhão de pares. Já no acumulado do ano, entre janeiro e novembro, as importações de calçados asiáticos cresceram 26,6% em receita e 11,5% em volume, somando US$ 327 milhões e 22 milhões de pares.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que somente as importações provenientes de Vietnã, Indonésia e China, as três principais origens do calçado importado pelo Brasil, representam mais de 80% do total importado, em receita. “Não somos contrários às importações, somos contrários à concorrência desleal. Os calçados asiáticos, via de regra, entram no Brasil por meio de práticas ilegais como dumping – quando a empresa pratica um preço diferente no mercado internacional visando destruir indústrias locais – estão prejudicando a indústria brasileira. Além disso, soma-se o fato da isenção das plataformas internacionais de e-commerce (cross border), que desde agosto não pagam nenhum imposto para remessas de mercadorias de até US$ 50. Essas, nem ao menos estão computadas nos índices”, avalia o executivo, ressaltando que as importações de calçados asiáticos, se somadas às via plataformas aumentariam ainda mais um registro que “já é assustador”.

O fato, segundo Ferreira, é que se nada for feito, especialmente no que diz respeito à isenção das plataformas estrangeiras, que teria o efeito mais imediato na atividade industrial, muitos empregos serão ceifados no Brasil. “A indústria calçadista brasileira emprega, aproximadamente, 300 mil pessoas de forma direta. Se somarmos a cadeia produtiva como um todo, de forma direta e indireta, esse número ultrapassa 1 milhão de empregos. O impacto da concorrência desleal das importações já vem sendo sentido pela indústria nacional e vai causar uma onda de desemprego no País”, acrescenta.

Perda de empregos

Dados elaborados pela Abicalçados apontam que, entre janeiro e outubro, o setor calçadista nacional perdeu quase 2 mil postos, estando hoje com estoque de empregos 6,6% menor do que o registrado no ano passado. Já a produção de calçados, também até outubro, caiu 1,6% no comparativo com o mesmo período de 2022. “A tendência é piorar, caso não seja solucionada a questão da importação predatória, seja ela por vias convencionais ou via plataformas cross border”, alerta o dirigente. Recentemente, a Abicalçados divulgou um levantamento que aponta que o setor deve perder 30 mil empregos nos próximos anos, caso a isenção do e-commerce internacional seja mantida.

Importações totais

Os dados elaborados pela Abicalçados apontam que, no total, entre janeiro e novembro, entraram no Brasil 26,53 milhões de pares por US$ 413,63 milhões, incrementos tanto em volume (+12,6%) quanto em receita (+24,2%) em relação ao mesmo período do ano passado. No recorte de novembro, as importações somaram 1,87 milhão de pares e US$ 36 milhões, incrementos de 13,5% e 26,4%, respectivamente, ante o mês correspondente de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/12/2023 0 Comentários 545 Visualizações
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