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meio ambiente

Cidades

Santa Cruz faz mutirão de combate ao Aedes Aegypti

Por Ester Ellwanger 16/11/2021
Por Ester Ellwanger

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesa) de Santa Cruz realizou, na última semana, um encontro com lideranças comunitárias, representantes de órgãos de segurança pública, como 7º BIB e Brigada Militar, agentes de endemias da Vigilância Sanitária, e representantes de diversas secretarias municipais, com o objetivo de organizar um mutirão de combate ao Aedes Aegypti. A reunião ocorreu no Sindicato dos Metalúrgicos.

O mutirão, a ser realizado no próximo dia 20, sábado, ocorrerá no Bairro Senai, onde, segundo a Vigilância Sanitária, há a maior incidência de focos do mosquito. A ação se dará em dois períodos: das 8h às 12h, e das 13h às 17h. A estimativa é de que 1.500 imóveis sejam visitados, entre terrenos, moradias e estabelecimentos comerciais.

De acordo com a secretária de Saúde, Daniela Dumke, a ação terá enfoque educativo, e de orientação, mas também de eliminação de possíveis focos que serão encontrados. “Sabemos que só o mutirão não é o suficiente. Precisamos orientar e conscientizar as pessoas de que, neste momento, é importante que a população entenda a importância do papel de cada um”, afirmou.

Segundo números da Vigilância Sanitária, só neste ano, foram notificados 5017 casos positivos. A maior parte deles, nos meses de abril e maio. Outros 1.671 casos deram negativo. Atualmente, 52 casos aguardam resultado e há 6 casos suspeitos ativos. Além do Senai, os bairros com maior incidência do mosquito são Arroio Grande, Centro, Santa Vitória, Schulz, Bom Jesus e Ana Nery.

Entre as ações já realizadas para conscientizar a população, estão as mobilizações realizadas nas escolas municipais desde julho deste ano, com palestras organizadas por agentes de endemias. Segundo a Sesa, com o retorno das aulas presenciais, o trabalho de conscientização será ampliado para as escolas estaduais a partir do dia 25. Para prevenir o contágio, 2.100 repelentes estão sendo distribuídos pela Sesa em escolas da rede municipal e conveniadas.

 

Como será a força-tarefa

As visitas aos imóveis serão feitas por duplas, que ao ingressar nos pátios farão uma vistoria completa nos locais, a fim de detectar a existência de focos do mosquito. Eles ajudarão os moradores na limpeza mostrando como proceder na eliminação de possíveis criadouros, focos e no recolhimento de entulhos. Na incidência de criadouros fixos – onde seja impossível a remoção -, serão chamados os agentes de endemias para fazer aplicação de larvicida. E como é de praxe, todos os moradores serão orientados sobre os cuidados necessários para evitar possíveis criadouros.

Moradores das ruas que serão contempladas na operação já podem ir se organizando e no início da manhã de sábado, poderão deixar em frente às suas casas materiais que possam acumular água e que serão recolhidos, como latas, baldes, pneus, tanques, etc. No entanto, não serão recolhidos materiais de construção, como telhas, tábuas e restos de tijolos. A concentração para a realização do mutirão será em frente ao Parque da Oktoberfest.

Foto: Guilherme Neuhaus e Andrei Barboza/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/11/2021 0 Comentários 835 Visualizações
Cidades

Campo Bom apresenta proposta à 4ª etapa do Verde Sinos

Por Ester Ellwanger 11/11/2021
Por Ester Ellwanger

O Centro de Educação Ambiental Nestor Weiler (Cemea) e o Comitesinos apresentaram, na manhã de terça-feira, 10 de novembro, a proposta de participação na 4ª etapa do Verde Sinos. Parceiro há 15 anos da entidade, Campo Bom está entre os municípios que ajudaram a construir a iniciativa, em 2006. Desde então, vem atuando e contribuindo para a sustentabilidade econômica, social e ambiental da bacia do Rio dos Sinos, com foco na água, pressuposto que norteia o projeto.

A reunião, realizada no Cemea, contou com a presença do prefeito Luciano Orsi e dos secretários de Educação, Simone Schneider, e de Meio Ambiente, João Flávio da Rosa, para os quais foi apresentado o termo de intenção de adesão à nova etapa. O projeto prevê a expansão da Educação Ambiental e será executado em parceria com o escritório local da Emater/Ascar e escolas da rede municipal, entre elas a Emef 25 de Julho, que desenvolve o Peixe Dourado, outra iniciativa gestada no âmbito do Comitê.

A reunião contou também com as presenças da Secretária Executiva do Comitesinos, Viviane Nabinger; o diretor da Emater Campo Bom, Claudinei Baldissera; o coordenador do projeto Peixe Dourado, Jonas Adolpho Boesel; a Chefe de Gabinete, Pâmela Ritter; o biólogo do Município, Jeferson Timm; e o coordenador do Cemea, Mogar Damasceno.

Nos próximos dias, o prefeito deve assinar o termo de intenção de adesão, selando o início da 4ª etapa em Campo Bom e sinalizando o começo das ações, ainda neste ano. Os recursos serão provenientes do Fundo Verde Sinos, com contrapartida da prefeitura.

“O Projeto Verde Sinos surgiu com o propósito de estruturar o plantio de vegetação característica de mata ciliar da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos. Qualificamos professores para promover a educação ambiental das crianças, agora vamos à ação, levando conhecimento e consciência para toda a rede municipal de ensino”, ressalta o prefeito.

Ainda na terça-feira, à tarde, o Cemea sediou o encontro mensal dos parceiros Verde Sinos, reunião de trabalho entre os municípios participantes do projeto, que neste momento finalizam o planejamento das ações da 4ª etapa. Até agora, oito cidades da bacia aderiram à nova fase. A coordenadoria do Verde Sinos aproveitou para visitar a Emei Bem Viver conferir os quintais agroflorestais e espécies da flora nativa no pátio da escola.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2021 0 Comentários 850 Visualizações
Business

Startup vai trabalhar na recuperação de terras degradadas em projeto da Syngenta

Por Ester Ellwanger 11/11/2021
Por Ester Ellwanger

A startup ConnectFarm foi a assessoria escolhida para atuar na orientação de produtores rurais participantes do projeto Reverte. Desenvolvido pela Syngenta, em parceria com a ONG The Nature Conservancy (TNC), a iniciativa quer recuperar pelo menos 1 milhão de hectares de terras degradadas no Brasil nos próximos 5 anos. A agtech gaúcha selecionada pela multinacional une inteligência de dados com sustentabilidade para o aumento da produtividade. Com três anos de trabalho, já conta com 496 produtores em carteira em sete estados. Para este ano, projeta faturar R$ 6 milhões — expansão de 80%.

A parceria consiste no fornecimento de cultivares de soja mais resistentes, com sistemas radiculares robustos próprios para áreas de início de cultivo em solos ainda mais pobres. Além disso, a multinacional vai promover um novo modelo de soluções financeiras em parceria com bancos que permitam ao agricultor se estruturar para recuperação dessas áreas. A ConnectFarm, por meio da definição e avaliação de protocolos, indicará as melhores práticas para monitorar a dinâmica do cultivo. A TNC, maior organização não-governamental de conservação ambiental do mundo, validará as práticas agronômicas sustentáveis.

De acordo com o CEO da ConnectFarm, Rodrigo Franco Dias, o projeto prevê a supervisão de quase 7 mil hectares em três estados: Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Tocantins. O executivo destacou o alinhamento da agtech e da Syngenta com as premissas do projeto. “Ao converter terras de pastagem degradadas em áreas para cultivo de soja e outros grãos colaboramos com uma produção sustentável. Estamos felizes por termos sido escolhidos pela Syngenta como empresa de consultoria parceira deste projeto. Temos um alinhamento natural com princípios de sustentabilidade e geração de valor,” comenta Dias.

O Censo Agropecuário Nacional reconhece atualmente 12 milhões de hectares de pastagens degradadas no país que podem ser recuperadas e convertidas para a agricultura, sendo 8 milhões apenas no Cerrado brasileiro. Estima-se, porém, que o número seja bem maior, entre 80 e 100 milhões, de acordo com a Universidade Federal de Goiás (UFG).

 

Sobre a ConnectFarm

A ConnectFarm vem se destacando no mercado brasileiro e internacional. São cerca de 496 produtores em carteira localizados no Rio Grande do Sul e em mais seis estados. A agtech agora se prepara para ampliar os negócios, com sedes nos EUA e no Paraguai. Neste ano, a agtech projeta chegar a R$ 6 milhões de faturamento — expansão de quase 80%.

A startup ganhou projeção no mercado nacional ao vencer o Desafio Nacional de Máxima Produtividade do Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), na categoria “Irrigado”, em 2020. Uma propriedade em Boa Vista das Missões (RS) alcançou produtividade de 111,9 sacas de soja por hectare — enquanto a média de produção no Brasil é de 54,5 sacas/ha.

Além disso, a ConnectFarm trabalha em projetos que aliam produtividade à inovação, sustentabilidade e impacto social. A startup gaúcha integra o Intensive Connection, programa de aceleração promovido pelo hub de inovação AgTech Garage, localizado em Piracicaba (SP). Promove ainda a inclusão digital de agricultores familiares e pequenos produtores no projeto 5K. E, em parceria com uma escola técnica do Rio Grande do Sul, o Mesa Brasil e a Rede Biofort, leva alimentos biofortificados a 6 mil pessoas em vulnerabilidade social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

11/11/2021 0 Comentários 399 Visualizações
Variedades

Plastitroque da Braskem arrecada mais de 240 kg na primeira ação no RS

Por Ester Ellwanger 09/11/2021
Por Ester Ellwanger

Com a participação de 92 pessoas, entre estudantes, professores e funcionários da Emef Oswaldo Aranha, o programa Plastitroque da Braskem arrecadou 247,5 kg de embalagens plásticas em sua primeira ação no RS. A mobilização durou em torno de um mês e teve como objetivo compartilhar informações sobre como funciona a cadeia da reciclagem a fim de que todos tenham a oportunidade de entender a importância da separação e do descarte correto de resíduos. Agora, o projeto da Braskem sobre conscientização ambiental e estímulo à reciclagem será levado para outras instituições e comunidades.

O destaque do programa foi o aluno Murilo Migotto, do 8º ano, que arrecadou 31kg de plástico. Todo o material arrecadado no Plastitroque foi destinado à Associação dos Recicladores da Ponte Seca (Aeco), em Triunfo, onde o plástico é separado e reciclado. Durante a programação na escola, professores e alunos receberam informações sobre o projeto via WhatsApp, com cards e vídeos destacando a importância da coleta seletiva, da destinação correta de cada tipo de resíduo e mostrando como funciona a cadeia da reciclagem. Houve também palestras nos turnos da manhã e da tarde, de acordo com os horários das aulas.

Como resultado da arrecadação na Emef Oswaldo Aranha foram distribuídos 76 kits de higiene aos participantes do programa, o que corresponde a aproximadamente 600 produtos de higiene, como sabonete, detergente, água sanitária e álcool em gel. E mesmo quem não conseguiu arrecadar o volume mínimo de plástico para trocar por um kit recebeu brindes pela participação.

“Ficamos muito satisfeitos com o resultado desse piloto no Estado. Os alunos se interessaram e participaram ativamente da iniciativa. Nada melhor do que conversar com jovens para mostrar que todos nós somos responsáveis pela destinação correta dos resíduos para termos um futuro mais sustentável. Quanto mais cedo começa essa conscientização, melhor para o ambiente e para todos nós. Quando a gente separa nossos resíduos, ajudamos milhares de pessoas que trabalham na reciclagem a terem uma vida melhor”, afirma Daniel Fleischer, Gerente de Relações Institucionais da Braskem.

Sobre o programa

O Plastitroque busca incentivar os participantes a coletarem os resíduos plásticos que produzem no seu dia-a-dia, seja em casa, na escola ou em outros ambientes para, depois, terem a oportunidade de trocar pelos plasticoins, a etapa mais aguardada do projeto. Para ganhar o kit 1 com 5 produtos, são necessários 3 plasticoins, o que equivale a 900 gr de plásticos coletados. Já para receber o kit 2 com 8 produtos é preciso ter 5 plasticoins, equivalente a 1,5 kg de plástico.

Para 2022, a ideia é ampliar a iniciativa no Estado, levando o Plastitroque para escolas de Montenegro, Triunfo, Nova Santa Rita e Rio Grande.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/11/2021 0 Comentários 503 Visualizações
Business

Rodadas de Negócios de Sustentabilidade reafirmam importância do pilar que mobiliza o setor coureiro-calçadista

Por Ester Ellwanger 29/10/2021
Por Ester Ellwanger

Além de estimular negócios conscientes na indústria e promover a integração das empresas de calçados com fornecedores que produzem materiais eco-responsáveis — sustentáveis, orgânicos, reutilizáveis, reciclados, recicláveis, biodegradáveis — as Rodadas de Sustentabilidade promovidas pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), juntamente com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) reafirmam a importância deste pilar na atualidade.

“Eventos voltados à sustentabilidade são essenciais para instigar a cadeia, trazendo soluções eco-responsáveis. É uma demanda do mercado, que vai ao encontro do que os consumidores estão buscando. A sustentabilidade é um processo contínuo. As empresas estão se desenvolvendo e vemos a evolução dos materiais e das reuniões em relação à primeira edição das Rodadas de Negócios de Sustentabilidade”, destaca Ingrid Cardoso, que liderou a realização do evento pela Assintecal.

Ao todo, foram 260 rodadas de negócios, que envolveram 31 empresas de materiais e 20 calçadistas, entre eles três oriundos da Colômbia e um do Equador. Participaram grandes marcas como ADG Export, Arezzo & Co, Asics – Paquetá, Calçados Beira Rio, Calçados Cecconello, Concept Shoes, Cueros Velez, Everlast | Lab House Footwear, Grendene, Inducalsa, Klin, Lacoste – Paquetá, Levis – Paquetá, Oakley – Paquetá, Penalty (Grupo Cambuci), Piccadilly, San Polos, Tiendas Josh, Urban Flowers e Usaflex Calçados.

Para Felipe Weiler, gestor administrativo da Urban Flowers, trazer o tema da sustentabilidade é muito importante para o meio ambiente e o planeta de um modo geral, e também para o mercado, porque envolve grandes empresas que estão focadas no tema. “Vi pessoas que conseguem pegar materiais que já estão na indústria e colocá-los novamente no processo de produção, para transformá-los em outras partes do calçado. Isso é o futuro: conseguir dar um novo ciclo de vida para aquele produto que seria descartado”, observa.

Na avaliação de Éliton Carvalhal Santiago e Gislene Aparecida Tomaz, compradores e desenvolvedores da Klin, a experiência nas rodadas foi muito positiva. No evento, tiveram contato com fornecedores que apresentaram opções e alternativas. Para eles, ter um processo que agregue produtos de origem renovável e reciclável envolve também seguir um conceito mais amplo de sustentabilidade. “Tivemos acesso a informações novas. Vimos não só o produto, mas também o atributo e toda a história que aquele produto conta desde a sua concepção até a finalização”, destaca Éliton.

Foto: Anna Mattos/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2021 0 Comentários 592 Visualizações
Business

Reciclando Ideias da Braskem discute descarte correto de resíduos

Por Ester Ellwanger 28/10/2021
Por Ester Ellwanger

O descarte correto de resíduos e como a separação de forma adequada pode gerar renda para trabalhadores em unidades de triagem gaúchas, os mitos e verdades sobre o plástico e a importância de uma mudança de mentalidade através da economia circular, que também faz parte dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (Ods) e Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas 2021-2030, metas criadas pela Organização das Nações Unidas (Onu).

Esses foram alguns dos assuntos abordados no Reciclando Ideias, evento promovido pela Secretaria de Educação de Porto Alegre (Smed) em parceria com a Braskem. A iniciativa pretende sensibilizar a rede pública de ensino – e interessados no tema – sobre melhores práticas de reciclagem, como isso pode gerar renda e impactar o meio ambiente, repensar o descarte de resíduos, incentivando práticas sustentáveis.

O gerente de relações institucionais da Braskem Daniel Fleischer e o Consultor da PlasticXperience Manoel Lisboa conduziram a transmissão ao vivo, que contou com o depoimento de convidados como a engenheira ambiental e sanitarista Vanessa Falcão e o Presidente do Repense e do Sindicato das Indústrias de Plástico do Rio Grande do Sul, Gerson Haas. Além de todo o conteúdo técnico, os professores também assistiram depoimentos de trabalhadores que vivem da reciclagem, explicando o papel social que cada cidadão exerce ao depositar os resíduos nos locais corretos de descarte de forma a estimular a cadeia da reciclagem, que dá sustento a muitas famílias.

E para que isso aconteça, é necessário mudanças simples e adequações na rotina e nos lares, como separar os resíduos secos dos orgânicos, por exemplo. “A minha saúde depende de mim, mas a saúde do planeta depende de nós”, afirma Fleischer. O Reciclando Ideias aconteceu em três edições e todas estão disponíveis no Youtube da Smed.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

28/10/2021 0 Comentários 727 Visualizações
Business

Abpa apoia criação do Programa Nacional de Crescimento Verde

Por Ester Ellwanger 28/10/2021
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) recebeu positivamente a criação do Programa Nacional de Crescimento Verde, lançado nesta segunda-feira, 25 de outubro, pelo Governo Federal. A iniciativa tem por objetivo reduzir emissões de carbono, preservar recursos naturais e gerar empregos.

De acordo com o presidente da Abpa, Ricardo Santin, os incentivos econômicos por meio de linhas de financiamento e subsídios voltados para o desenvolvimento de instrumentos são importantes para fomentar a expansão de iniciativas em agroindústrias, granjas e demais elos da cadeia produtiva.

“O programa é um excelente estímulo às medidas sustentáveis e as iniciativas da ABPA seguem em linha com os princípios de seu conteúdo. Por isso, aplaudimos e temos boas expectativas quanto aos avanços que serão gerados”, avalia.
O Programa Nacional de Crescimento Verde foi lançado na segunda-feira, com a presença de autoridades do Governo Federal, entre elas o Presidente da República, Jair Bolsonaro, a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o Ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite e o Ministro da Economia, Paulo Guedes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2021 0 Comentários 459 Visualizações
Cidades

Placas solares gerarão economia de R$30 mil para o Pronto Socorro de Canoas

Por Ester Ellwanger 27/10/2021
Por Ester Ellwanger

A geração de energia a partir da luz do sol será uma realidade no Hospital de Pronto Socorro Prefeito Dr. Marcos Antônio Ronchetti, em Canoas, que está recebendo a instalação de 560 placas solares. O projeto é uma parceria entre o município e a RGE, através do Programa RGE nos Hospitais. A partir da instalação das placas, o Executivo passará a ter uma economia estimada de cerca de R$ 30 mil mensais, além de oferecer um recurso totalmente renovável, sem poluentes e com pouca manutenção.

As placas são responsáveis por captar a energia solar e converter em energia elétrica por meio de células fotovoltaicas, o que caracteriza a geração de energia limpa e sustentável, além da modernização no sistema de iluminação do HPS.

Com previsão de implantação até o próximo mês, as placas fotovoltaicas devem estar todas instaladas no telhado do hospital. O investimento total é de R$1.146.746,00. Conforme a secretária do Escritório de Projetos, Joceane Gasparetto, a implantação do sistema de geração de energia deve representar uma economia média em torno de 30% mensalmente. “Além da redução considerável de custos, as placas fotovoltaicas produzem energia limpa. Precisamos considerar a grave crise energética que o país vive, as placas são ecologicamente corretas. Estamos pensando no futuro”, afirmou.

 

Sobre o programa da RGE

Lançado oficialmente em janeiro de 2020, o Programa RGE nos Hospitais conta com três frentes de trabalho: ações de eficiência energética, investimento na melhoria dos hospitais e um programa de doação por meio de conta de energia para as instituições. O primeiro pilar de eficiência energética conta com investimento de R$ 50 milhões da RGE, que vem sendo aplicado desde 2019, e contempla a instalação de usinas fotovoltaicas e a substituição de lâmpadas em cerca de 100 hospitais. Ao final do Programa é esperado que essas instituições economizem aproximadamente R$ 6 milhões por ano em suas contas de energia, podendo investir o dinheiro economizado em outras melhorias, beneficiando a comunidade e a região onde estão inseridos.

A iniciativa representa o maior investimento já registrado no Rio Grande do Sul em hospitais, dentro de Programas de Eficiência Energética. Estão aptas a participar da ação as instituições públicas e filantrópicas de saúde situadas nas cidades da área de concessão da RGE.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2021 0 Comentários 493 Visualizações
Variedades

Urban jungle: como fazer da sua casa uma extensão da natureza

Por Ester Ellwanger 26/10/2021
Por Ester Ellwanger

Quando se fala em “selva urbana”, muita gente pode pensar na imagem de um horizonte com prédios acinzentados. A associação desse termo com uma “floresta de concreto” tem dado espaço a um outro conceito. É o chamado “Urban Jungle”: um estilo de decoração que consiste em incluir plantas e elementos ligados ao meio ambiente, seja em apartamentos ou casas localizadas em grandes cidades.


Essa tendência ganhou ainda mais força com a pandemia — e deve seguir em alta mesmo depois dela. “Com as pessoas passando mais tempo em suas residências, é natural que se busque uma sensação de conforto e liberdade, mesmo para quem vive em um grande centro urbano”, aponta a designer Sandra Huber, do Studio 315.


Para eles, no entanto, não basta preencher um espaço com plantas e outros ornamentos verdes: a valorização da beleza, a artesanalidade do design autoral e o toque de lifestyle urbano também são importantes.

 

Em qualquer espaço

Mesmo em espaços relativamente pequenos, é possível ampliar a sensação natural que é característica do Urban Jungle. Na Mostra Elite Design, realizada em Porto Alegre, os designers do Studio 315 montaram um apart-hotel de 58 m² trazendo esse conceito.


Com uma base neutra em tons de cinza e verde, as paredes principais foram emolduradas em uma melamina com acabamento aveludado, trazendo conforto e elegância. O uso de pedras naturais se dá em todos os ambientes, com paginação para formação simétrica da composição. “Com sofisticação e atemporalidade, é possível viver em um ambiente que proporciona satisfação pessoal ao olhar. O importante é perceber que a essência do cliente está inserida no projeto”, reforça Sandra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/10/2021 0 Comentários 617 Visualizações
Cidades

588 mudas de árvores são doadas na campanha Gramado + Verde

Por Ester Ellwanger 25/10/2021
Por Ester Ellwanger

Superando todas as expectativas, a campanha Gramado + Verde promovida pela prefeitura de Gramado, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, doou no último sábado, 23 de outubro, 588 mudas de árvores nativas na ação realizada no Terminal Rodoviário da Várzea Grande.

Além das mudas doadas, a ação também arrecadou cerca de 200 quilos de lixo eletrônico. Desde o início da campanha, a Prefeitura já arrecadou mais de 9 toneladas de sucatas e doou 7.550 mudas de árvores.

Na próxima sexta-feira, 29 de outubro, o caminhão da Secretaria do Meio Ambiente, responsável pelo recolhimento do material e distribuição de árvores, estará estacionado junto ao Expogramado, das 8h30 às 11h30. Na ocasião serão doadas mudas de árvores nativas, e a população poderá entregar o lixo eletrônico. Além disso, a Vigilância em Saúde, também participará da ação levando alguns animais do Abrigo Municipal para adoção, como ocorreu no último sábado. Até o final do ano a ação ocorrerá paralelamente com a Campanha Gramado + Verde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2021 0 Comentários 521 Visualizações
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