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medicina

Saúde

Surto de mão-pé-boca gera alerta em escolas do RS

Por Jonathan da Silva 18/09/2025
Por Jonathan da Silva

O aumento de casos de mão-pé-boca em escolas e creches do Rio Grande do Sul tem gerado alerta entre famílias e educadores neste mês. A doença, causada por vírus do grupo dos enterovírus, apresenta rápida transmissão entre crianças em contato próximo. O médico infectologista e professor de Medicina da Ulbra, Cezar Riche, explica que os sintomas aparecem entre três e sete dias após o contágio.

Segundo o especialista, os primeiros sinais da infecção incluem febre, mal-estar e falta de apetite, seguidos pelo surgimento de pequenas manchas ou bolhas na boca, mãos e pés — característica que dá nome à doença. “Essas lesões podem causar dor ao engolir e, embora geralmente sejam leves, exigem atenção para evitar desidratação em casos mais graves”, afirma Riche.

A enfermidade atinge principalmente crianças pequenas, que têm o sistema imunológico em desenvolvimento e convivem em ambientes coletivos, o que facilita a propagação. Adultos também podem ser infectados, mas apresentam sintomas mais brandos. O infectologista lembra ainda que a doença pode ocorrer mais de uma vez. “Existem diferentes tipos de vírus que causam a mão-pé-boca, então a criança pode adoecer novamente em outro momento”, destaca.

Prevenção e cuidados

A transmissão acontece por contato direto com secreções da boca, gotículas de tosse ou espirro, fezes e objetos contaminados. Entre as medidas de prevenção recomendadas estão a higienização frequente das mãos, a limpeza de brinquedos e superfícies e o afastamento temporário de crianças com sintomas. O tratamento é de suporte, voltado à hidratação, ao controle da febre e ao alívio do desconforto, com recuperação entre sete e dez dias. Complicações graves, como neurológicas, são raras.

Formação médica

Além das orientações à comunidade, Riche ressalta que surtos como este também contribuem para a formação de novos profissionais. O curso de Medicina da Ulbra, segundo o especialista, mantém os alunos em constante atualização, com acompanhamento de situações reais de saúde pública que reforçam a integração entre teoria e prática.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2025 0 Comentários 327 Visualizações
Ensino

Ulbra destina ambulância histórica para aulas práticas de Medicina

Por Jonathan da Silva 17/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) oficializou a destinação de uma ambulância histórica para as práticas do curso de Medicina nesta segunda-feira (15), no campus Canoas. Reformado e adaptado para simular atendimentos do Samu, o veículo torna a Ulbra a primeira universidade do Brasil a contar com uma ambulância própria para uso acadêmico, ampliando o centro de simulação já existente, que reproduz todo o circuito de atendimento hospitalar.

O veículo é um modelo americano Ford F150 XL S, de 1991, considerado raro no país e conhecido por aparições em produções cinematográficas. Na cor branca, com capacidade para cinco pessoas, suspensão ajustável e baú projetado como UTI móvel, a ambulância traz características incomuns às versões brasileiras. Adquirida pela Ulbra em 1996, foi utilizada em atendimentos domiciliares, no Hospital Álvaro Alvim, em Porto Alegre, no hospital da instituição em Tramandaí e em treinamentos de Trauma e Emergência.

A restauração durou 40 dias e foi conduzida pelo profissional Renan Carvalho da Cruz. “Pegamos essa ambulância que estava há praticamente 15 anos parada e restauramos quase todas as peças, praticamente 100% de restauração. As peças estavam boas, porém velhas, mas é um veículo com material americano, diferenciado, e isso facilitou a restauração”, explicou o restaurador.

Avanço na formação médica

Para o professor Rogério Fett Schneider, docente do curso de Medicina e coordenador do Centro de Simulação da Ulbra, a integração do veículo representa um reforço importante na capacitação prática. “Hoje, com o advento do Samu, temos muitas ocorrências, tanto emergências clínicas quanto traumáticas, e o atendimento pré-hospitalar é fundamental. Muitos alunos estão atuando em serviços de regulação do Samu, e o cenário prático vai contemplar também esse contexto, a regulação, o atendimento na rua, o resgate, com todas as formas de urgência e emergência”, afirmou Schneider.

Simulação e segurança do paciente

O coordenador do curso de Medicina da Ulbra, Marcelo Guerra, destacou o impacto da iniciativa na formação dos estudantes. “Estamos cada vez mais integrando a simulação, que é toda a atividade que o aluno faz antes de chegar ao paciente verdadeiro. Então, a simulação tem muito a ver com a segurança dos nossos pacientes. O aluno primeiro treina em ambiente simulado, controlado, e se capacita para quando realmente tiver um caso, saber atuar nessa circunstância”, pontuou Guerra.

Fotos: Bruna Santos/Ulbra/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2025 0 Comentários 291 Visualizações
Variedades

Especialista aponta benefícios do aleitamento materno para mães, bebês e sociedade

Por Jonathan da Silva 21/08/2025
Por Jonathan da Silva

O aleitamento materno, prática recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), foi tema de orientação em agosto de 2025 na Afya Educação Médica de Porto Alegre. A instituição reforçou que amamentar desde a primeira hora após o parto, de forma exclusiva até os seis meses e continuada até os dois anos ou mais, garante benefícios à saúde da mãe e do bebê, além de reduzir custos para os sistemas públicos de saúde.

De acordo com a professora de pediatria da Afya Educação Médica de Porto Alegre, Fernanda Silveira de Nogueira Berthier, o leite materno é um recurso natural, completo e acessível, capaz de reduzir riscos de doenças respiratórias, diarreias, otites, obesidade, asma, diabetes tipo 1 e síndrome da morte súbita infantil, além de contribuir para o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças. “Ele é considerado o alimento mais completo para o bebê nos primeiros meses de vida, pois contém todos os nutrientes necessários, anticorpos que fortalecem a imunidade e é de fácil digestão”, afirmou a pediatra.

Para as mães, os benefícios incluem menor risco de câncer de mama e de ovário, diabetes tipo 2, hipertensão e síndrome metabólica, além de auxílio na recuperação pós-parto. “Nosso papel como profissionais de saúde é oferecer informação de qualidade e apoio contínuo para que mais mulheres possam amamentar de forma segura, tranquila e com confiança”, destacou a especialista.

Orientações nutricionais para mães

A pediatra da Afya também apresentou recomendações para mães que amamentam ou estão em preparação. Entre as orientações estão manter uma alimentação equilibrada, hidratar-se com 2,5 a 3 litros de água por dia, evitar dietas restritivas e limitar alimentos ultraprocessados.

Fernanda ressaltou ainda que, em alguns casos, pode ser necessária suplementação de ferro, vitamina D, cálcio, ômega-3, iodo ou vitamina B12, sempre sob orientação médica. Além disso, alertou sobre o consumo de cafeína e álcool, que deve ser limitado ou evitado. “Nem todo chá é seguro na amamentação. Sempre pergunte ao seu médico ou nutróloga”, reforçou a pediatra.

Papel da sociedade

Segundo a professora, a amamentação deve ser vista não apenas como decisão individual, mas como prática que precisa ser incentivada e apoiada coletivamente. “O leite materno tem potencial de salvar vidas e transformar o futuro de milhares de crianças”, afirmou Fernanda.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
21/08/2025 0 Comentários 245 Visualizações
Variedades

Encontro em Porto Alegre debate fortalecimento da pesquisa clínica no Brasil

Por Jonathan da Silva 15/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento promoveu, na sexta-feira passada (8), em Porto Alegre, o evento “Clinical Research Summit”, reunindo representantes do governo, pesquisadores, indústria farmacêutica, instituições de saúde e órgãos reguladores para discutir estratégias de fortalecimento da pesquisa clínica no país. O objetivo da iniciativa foi ampliar o acesso de pacientes a novos tratamentos, acelerar descobertas e integrar a ciência brasileira às demandas da população, por meio de mais investimentos, parcerias público-privadas e colaboração entre instituições.

Segundo o CEO do hospital, Mohamed Parrini, a ciência nasce da colaboração entre pessoas. “Ao integrar assistência, medicina e pesquisa, temos a oportunidade de gerar inovação e desenvolvimento para o país”, destacou Parrini.

O evento teve como destaque a palestra do cardiologista e professor da Harvard Medical School, Peter Libby, sobre a inflamação como mecanismo comum a diversas doenças. Libby ressaltou a importância da persistência em projetos ousados e avaliou que a Inteligência Artificial pode liberar o médico para se dedicar mais ao paciente. “Não ficaremos presos a um computador durante a consulta, mas sim livres para olhar e interagir com o paciente”, afirmou o palestrante.

Pesquisa como soberania nacional

A diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Meiruze Freitas, defendeu a criação de um Programa Nacional de Pesquisa Clínica com financiamento sustentável e integração entre etapas pré-clínicas e clínicas. O diretor do Instituto Butantan, Esper Kallas, citou a experiência durante a pandemia como modelo de articulação a ser mantido. Já o professor emérito da Universidade Federal de Pelotas, César Victora, destacou que o propósito maior da ciência é aliviar o sofrimento humano.

Parcerias e inclusão

Na mesa-redonda “Construindo pontes: o poder da colaboração público-privada na pesquisa clínica”, representantes da Fiocruz, da Sanofi no Brasil e de hospitais defenderam a criação de um programa nacional com metas claras, orçamento estável e gestão integrada. As propostas incluem aumentar a inclusão e diversidade nos estudos, garantir representatividade regional, de gênero e raça, e alinhar projetos às necessidades do SUS.

Próximos passos

O encontro será seguido pela elaboração de um artigo científico sobre o panorama da pesquisa clínica no Brasil, com participação dos palestrantes e coordenação do Hospital Moinhos de Vento. A segunda edição do Clinical Research Summit está marcada para junho de 2026. Criado em 2014, o Instituto de Pesquisa Moinhos mantém mais de 200 estudos clínicos em andamento, em mais de 40 especialidades, e lidera a única unidade de ensaios clínicos da região Sul dedicada à coordenação de pesquisas.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2025 0 Comentários 303 Visualizações
Ensino

Palestra na Ulbra aborda desafios e estratégias da carreira médica

Por Jonathan da Silva 13/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Centro Acadêmico de Medicina da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), em Canoas, foi palco para a palestra “Carreira Médica no Brasil – Desafios e Estratégias para uma jornada que vale a pena” na noite desta segunda-feira (11). A atividade reuniu especialistas para discutir o mercado de trabalho, a saúde mental e o propósito na profissão. O evento marcou também as comemorações do Dia do Estudante e o retorno às aulas do curso de Medicina.

Participaram como palestrantes o urologista Tiago Rosito, chefe do serviço de Urologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e presidente da Sociedade Ibero-Americana de Urologia Pediátrica; o otorrinolaringologista e diretor de relacionamento estratégico da Unicard, Bruno Netto; e o professor da Ulbra, especialista em urologia pediátrica e reconstrutiva e transplante renal, Renan Timóteo de Oliveira, que também mediou o encontro. Cada convidado apresentou sua visão individual e, ao final, participou de um bate-papo para responder perguntas e trocar percepções com o público.

Motivação e desafios

O professor Renan Timóteo de Oliveira refletiu sobre a motivação para seguir a Medicina e alertou para a crescente percepção da saúde como produto, em que pacientes se tornam consumidores e médicos, vendedores. O especialista citou o colapso do sistema público pela falta de recursos e a insatisfação crescente no setor privado. “Vivemos também a corrosão da remuneração médica, com modelos que impõem altos volumes de trabalho em troca de cada vez menos retorno”, afirmou Oliveira.

Mercado e saúde mental

O otorrinolaringologista Bruno Netto apresentou dados sobre o mercado e destacou o aumento da concorrência. “Antes, bastava abrir o consultório e esperar os pacientes chegarem. Hoje, com tanta concorrência, não é mais assim”, comentou o palestrante. Netto também chamou atenção para a saúde mental dos médicos, lembrando que, segundo o Psychiatry Online Brazil, a taxa de suicídio é 41% maior entre homens e 227% maior entre mulheres na profissão. “Meninas, preparem o coração e a mente de vocês”, aconselhou o otorrinolaringologista.

Autoridade e propósito

O urologista Tiago Rosito falou sobre construção de autoridade técnica e acadêmica para alcançar resultados profissionais e financeiros sem perder o propósito. “Quanto antes você definir onde quer chegar, melhor. O caminho para o sucesso é estudar e estudar, trabalhar e trabalhar”, afirmou Rosito. O palestrante ressaltou que a Medicina é estressante, independentemente do retorno financeiro, e que as escolhas moldam o futuro. “Se escolher o caminho mais difícil, o futuro será mais fácil. Se escolher o mais fácil, o futuro será mais difícil”, enfatizou o palestrante.

O encontro foi encerrado com um diálogo entre os três especialistas, reforçando a necessidade de preparo técnico, atenção à saúde mental e definição de propósito para enfrentar os desafios da carreira médica no país.

Foto: Bruna Santos/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2025 0 Comentários 250 Visualizações
Saúde

Amrigs participará do 34º Congresso Estadual do Cosems/RS em Gramado

Por Jonathan da Silva 04/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) confirmou presença no 34º Congresso Estadual do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS), que será realizado nos dias 7 e 8 de agosto, na Expogramado, em Gramado. O evento, que reunirá gestores das 497 secretarias municipais de Saúde do estado, representantes do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e da Secretaria Estadual da Saúde, discutirá o tema “SUS que cuida, gestão que reconstrói: novos caminhos para um Rio Grande que refloresce”.

O presidente da Amrigs, Dr. Gerson Junqueira Jr., destacou a importância da participação da entidade no encontro. “A participação da Amrigs no congresso reforça nosso compromisso com o desenvolvimento de políticas públicas e com o fortalecimento do diálogo entre a Medicina e os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou o médico.

Espaço de exposição no saguão principal

Durante o evento, a entidade contará com um espaço de exposição no saguão principal, onde apresentará projetos estratégicos e iniciativas voltadas ao fortalecimento da saúde pública. Entre os destaques estão a Prova AMB/Amrigs, processo seletivo para Programas de Residência Médica, o Prêmio Amrigs de Melhores Práticas na Medicina e o Centro de Simulação e Treinamento, destinado à qualificação e ao desenvolvimento profissional de médicos e profissionais da saúde.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/08/2025 1 Comentário 335 Visualizações
Saúde

Especialista alerta para os riscos da Síndrome Nefrótica, que pode levar à insuficiência renal

Por Jonathan da Silva 01/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Síndrome Nefrótica, condição caracterizada pela perda excessiva de proteínas na urina, pode evoluir para insuficiência renal irreversível quando não tratada precocemente, de acordo com o chefe do Serviço de Nefrologia do Hospital Moinhos de Vento, David Saitovitch. O alerta foi reforçado após o cantor Junior Lima relatar, nas redes sociais, o diagnóstico da filha de três anos com a doença, o que reacendeu o debate sobre os sintomas silenciosos e a necessidade de atenção médica.

A síndrome afeta os rins, responsáveis por filtrar o sangue, e pode causar inchaço generalizado — especialmente ao redor dos olhos, tornozelos e pés — além de urina espumosa, aumento do colesterol, ganho de peso súbito e cansaço persistente. Segundo Saitovitch, “o que torna esta síndrome particularmente preocupante é sua capacidade de progredir insidiosamente. Muitos pacientes procuram ajuda médica apenas quando os sintomas já estão avançados”.

Em crianças, a forma mais comum da doença é a chamada “doença de lesões mínimas”, que costuma responder bem ao tratamento. Em adultos, pode surgir associada a outras enfermidades, como diabetes, lúpus ou outras doenças autoimunes. Embora mais frequente em crianças de 2 a 6 anos, a Síndrome Nefrótica pode atingir pessoas de qualquer idade.

Diagnóstico e tratamento

Para a confirmação do diagnóstico, são necessários exames laboratoriais de urina e sangue, biópsia renal, ultrassonografia dos rins e testes genéticos em casos suspeitos de origem hereditária, especialmente em recém-nascidos. O Hospital Moinhos de Vento adota um protocolo multidisciplinar para diagnóstico e tratamento. “No Moinhos de Vento, o nosso protocolo integrado permite não só um diagnóstico mais assertivo, mas também a identificação da causa subjacente, o que é fundamental para o tratamento direcionado”, explicou o nefrologista.

O tratamento envolve medicamentos imunossupressores, corticosteroides, controle da pressão arterial e mudanças na alimentação. “Cada paciente recebe um plano terapêutico personalizado, considerando a idade, causa da síndrome e resposta individual ao tratamento”, complementou Saitovitch.

Importância do diagnóstico precoce

Saitovitch afirma que a maioria dos casos pode ser controlada com tratamento adequado. “Importante ressaltar que, com o tratamento correto, a maioria dos casos pode ser controlada efetivamente, preservando a função renal e permitindo que os pacientes tenham uma vida normal. No entanto, quando o diagnóstico é tardio, podemos estar diante de danos renais irreversíveis”, destacou o especialista.

Sinais de alerta

De acordo com o médico, os principais sinais que devem motivar a busca por avaliação são:

  • Inchaço persistente no rosto, especialmente ao redor dos olhos, principalmente pela manhã;
  • Inchaço nas pernas, tornozelos e pés que não melhora com repouso;
  • Urina espumosa ou com aparência leitosa;
  • Ganho de peso súbito e inexplicável;
  • Fadiga e fraqueza constantes;
  • Perda de apetite.

O Hospital Moinhos de Vento reforça que o diagnóstico precoce é decisivo para evitar a progressão da doença. “Cada dia pode fazer a diferença entre a preservação ou a perda progressiva da função renal”, afirmou Saitovitch.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
01/08/2025 0 Comentários 309 Visualizações
Ensino

Professor da Feevale participa de conferência internacional sobre Alzheimer no Canadá

Por Jonathan da Silva 22/07/2025
Por Jonathan da Silva

O professor Ricardo Rohde, do curso de Medicina da Universidade Feevale, participará da Conferência Internacional da Associação de Alzheimer (AAIC 2025), que acontece de 27 a 31 de julho em Toronto, no Canadá. O evento é considerado o maior encontro mundial dedicado ao avanço da ciência e da prática clínica relacionadas à demência.

A conferência contará com nove sessões plenárias ministradas por especialistas internacionais, entre eles neurologistas, geriatras, psiquiatras e psicólogos clínicos, além de outros profissionais da área da saúde. A programação abrange temas ligados ao diagnóstico, prevenção de riscos e tratamento da doença de Alzheimer e outras demências.

Avanço científico e troca de experiências

Reconhecida por reunir pesquisadores e profissionais da saúde de todo o mundo, a AAIC promove o intercâmbio de descobertas científicas e práticas clínicas voltadas à melhoria no atendimento e acompanhamento de pessoas com demência. Para a Feevale, a participação do docente representa uma oportunidade de contato com pesquisas e abordagens atualizadas sobre o tema.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2025 0 Comentários 312 Visualizações
Projetos especiais

Afya disponibiliza plataforma gratuita com conteúdo médico para estudantes

Por Jonathan da Silva 18/07/2025
Por Jonathan da Silva

Desde 7 de julho, todos os estudantes de medicina do Brasil, independentemente da instituição de ensino, podem ter acesso gratuito à Afya Play, plataforma educacional online com mais de 5 mil conteúdos sobre temas médicos. A iniciativa da Afya, hub de educação e tecnologia voltado à prática médica, tem como objetivo complementar a formação acadêmica de futuros profissionais da área da saúde por meio de materiais elaborados por professores especialistas.

Destinada a alunos do primeiro ao quarto ano de medicina, a Afya Play oferece uma experiência de aprendizado adaptada ao ritmo e às necessidades de cada estudante. A plataforma reúne mais de 800 temas em 51 especialidades médicas, apresentados em formatos variados, como vídeos, animações, documentários, podcasts, mapas mentais, flashcards, imagens anatômicas em 3D e mais de 5 mil questões para revisão.

De acordo com o vice-presidente de Educação Continuada da Afya, Denis Del Bianco, a plataforma funciona como um apoio para reforçar a assimilação de temas complexos. “A Afya Play atua como um complemento à formação médica, ajudando o estudante a revisar ou sistematizar temas específicos. Ela foi pensada para ser uma aliada no dia a dia dos nossos alunos, oferecendo conteúdos rápidos, modernos e em diversos formatos”, afirmou Del Bianco.

Plataforma segue as diretrizes nacionais

Os conteúdos da Afya Play seguem as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e podem ser utilizados por estudantes de faculdades públicas e privadas. Entre os destaques estão os mapas mentais e as representações tridimensionais do corpo humano, além de um cronograma inteligente que auxilia na organização dos estudos conforme prazos e avaliações.

Segundo o vice-presidente Médico da Afya, Gustavo Meirelles, a abertura gratuita da plataforma reforça o compromisso da empresa com a formação médica no país. “Ao oferecer gratuitamente a Afya Play para todos os estudantes de medicina do país, reforçamos nosso compromisso com uma formação consistente e de qualidade, que prepara profissionais mais completos para a sociedade”, comentou Meirelles.

Atuação na região Sul

Na região sul do país, a Afya mantém, há quase três anos, a unidade Afya Educação Médica Porto Alegre. O espaço conta com sete salas de aula dedicadas a cursos de pós-graduação lato sensu, em uma estrutura de 1,5 mil m². A unidade também abriga 18 consultórios, onde são realizados atendimentos gratuitos para cerca de 220 pacientes previamente agendados, encaminhados por meio do SUS e de prefeituras conveniadas. A direção local é da gestora Josiane Rial Barenho.

O que é a Afya

A Afya reúne 38 instituições de ensino superior no país, sendo 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades dedicadas à pós-graduação. A empresa possui 3.653 vagas autorizadas pelo Ministério da Educação e já formou mais de 23 mil alunos em medicina nos últimos 25 anos. Um em cada três médicos e estudantes de medicina no Brasil utiliza ao menos uma das soluções digitais do portfólio da Afya, como Whitebook, iClinic e Papers. Desde 2019, a Afya tem capital aberto na Nasdaq e já recebeu prêmios como o “Valor Inovação” e o “Valor 1000”. Em 2024, passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil.

Foto: Banco de dados do Grupo Afya/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/07/2025 0 Comentários 427 Visualizações
Ensino

Professor da Feevale debate políticas para doenças crônicas em seminário em São Paulo

Por Jonathan da Silva 15/07/2025
Por Jonathan da Silva

O geriatra Leandro Minozzo, professor do curso de Medicina da Universidade Feevale, participará nesta quinta-feira, 17 de julho, como painelista do seminário Limitações das Políticas Públicas para Doenças Crônicas, que será realizado em São Paulo. O evento tem o objetivo de discutir o avanço, na população brasileira, de doenças de longa duração e evolução lenta, como diabetes, obesidade e Alzheimer.

O professor Leandro Minozzo falará das 11h40min às 12h40min no painel Experiências Reais como Soluções, que vai apresentar exemplos de iniciativas bem-sucedidas da sociedade civil e avanços tecnológicos aplicados ao enfrentamento de doenças crônicas. Também estarão no painel a presidente da Federação Brasileira das Associações de Alzheimer (Febraz), Elaine Mateus, e a médica endocrinologista e chefe da Liga de Obesidade Infantil da Faculdade de Medicina da USP, Maria Edna de Melo.

De acordo com estimativas publicadas no “Journal of Gerontology” em 2023, o Alzheimer atingia 1,76 milhão de brasileiros com mais de 60 anos em 2019, número que pode chegar a 5,5 milhões até 2050. Minozzo tem participado de discussões sobre políticas públicas voltadas ao enfrentamento da doença e dos problemas relacionados.

Programação do seminário

O seminário terá início às 9h, com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e do CEO global da farmacêutica Eli Lilly, David Ricks. Após a abertura, será divulgada uma pesquisa inédita do Datafolha sobre doenças crônicas. O primeiro painel, programado para as 10h30min, abordará a efetividade das políticas públicas existentes. No segundo painel, Minozzo destacará o papel do Rio Grande do Sul e as ações que resultaram na criação da Lei Nacional de Alzheimer.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2025 0 Comentários 307 Visualizações
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