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Variedades

Produção Integrada do tabaco passa a ter novas regras

Por Gabrielle Pacheco 28/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Novas regras estão valendo no âmbito da Produção Integrada de Tabaco e sua Certificação. A Norma Técnica Específica para a Produção Integrada de Tabaco (NTE), elaborada pelo Comitê Técnico Operacional, apresenta alguns novos procedimentos em atendimento à Portaria Nº 443, do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), abrangendo a produção, a colheita e a fase pós-colheita (armazenamento, comercialização e beneficiamento).

Alguns aspectos se referem à obrigatoriedade da manutenção de Responsável Técnico (RT) que tenha sua capacitação renovada a cada cinco anos e à avaliação periódica da necessidade de treinamentos dos trabalhadores rurais, diaristas e safristas envolvidos. Há ainda a recomendação de avaliar a necessidade de atualizações anuais da capacitação técnica das equipes de assistência.

Para obter a certificação, também foi aperfeiçoada a obrigatoriedade da adoção das melhores práticas conservacionistas do solo, em conformidade com as necessidades e demandas de cada área. Além disso, as análises de solo das áreas de produção de tabaco devem ser realizadas, no mínimo, a cada cinco anos.

A avaliação de resíduos de pesticidas passou a ser alvo de operacionalização mais específica. O documento estabelece que o auditor deva selecionar aleatoriamente o resultado de análises de resíduos realizadas pela beneficiadora, ou por seus importadores, para verificar a sua conformidade de acordo com os padrões internacionais. Devem ainda ser realizadas análises de resíduos sempre que houver necessidade de comprovar deriva acidental ou em decorrência de uso equivocado ou indevido de defensivos.

Em relação às auditorias, o documento do PI Tabaco estabelece que deve haver pelo menos uma auditoria em nível de campo a cada ciclo de safra. E que os produtores a serem auditados podem ser reunidos de forma individual ou por grupos, em conformidade com os parâmetros determinados pela legislação vigente e pelo programa PI Tabaco.

“A certificação representa benefícios para todos os envolvidos da cadeia produtiva. Para os produtores estamos falando da possibilidade de redução de custos de produção, produto diferenciado e garantia de continuidade no mercado. E para as indústrias, a certificação significa reconhecimento de uma produção sustentável e um diferencial competitivo no mercado global”, avalia o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke.

O programa PI Tabaco é a oportunidade de Certificação de que a produção foi obtida de forma segura e sustentável. Trata-se de um programa oficial do governo brasileiro estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com o objetivo de garantir a rastreabilidade e segurança do produto para consumo. Com a certificação, torna-se viável comprovar a origem e os métodos empregados na geração dos produtos, por meio de registros formais e auditáveis, sobre princípios de sustentabilidade e sua relação com as demandas, ambiental, econômica e social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2020 0 Comentários 871 Visualizações
Cidades

Campo Bom lança Mapa de Caracterização Ambiental

Por Gabrielle Pacheco 17/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma importante ferramenta que apresenta um extenso mapeamento ambiental, completo e inédito, contendo de forma detalhada as Áreas de Preservação Permanente (APP), matas ciliares, nascentes e banhados, cobertura vegetal e diversos outros elementos de Campo Bom que merecem algum tipo de proteção na gestão ambiental e no desenvolvimento sustentável da cidade. Assim é o Mapa de Caracterização Ambiental do Município, uma importante ferramenta de gestão ambiental lançada pela Administração Municipal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Sema). O estudo foi realizado pelos técnicos da Sema com auxílio de empresa contratada para georreferenciamento e representação cartográfica.

As informações foram agregadas em diferentes conjuntos, sendo um deles o mapa principal (Mapa Ambiental de Campo Bom), que agrega os principais elementos de uso do solo e dos meios físico e biótico, um mapa hidrográfico com relevo e representação da planície de inundação do Rio dos Sinos, um mapa de declividades, um mapa de zoneamento ambiental e um mapa de elementos de interesse cultural. Como apoio para entendimento dos mapas foi elaborado um relatório técnico que aborda todos os elementos de interesse, assim como a legislação ou característica que o torna importante para gestão ambiental.

Segundo o prefeito Luciano Orsi, conhecer o território campo-bonense e manter um banco de dados sobre ele é fundamental para um planejamento a longo prazo. “Entendemos que a cidade precisa crescer em harmonia com seus recursos naturais, é só assim que se alcança o desenvolvimento sustentável. Além disso, disponibilizar estas informações para população é muito importante para que as pessoas conheçam o território onde vivem”, destaca Orsi.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/01/2020 0 Comentários 801 Visualizações
Cultura

Novo Mapa do Turismo Brasileiro é divulgado

Por Gabrielle Pacheco 27/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ministério do Turismo divulgou nesta segunda-feira (26), no Diário Oficial da União (DOU), o novo Mapa do Turismo Brasileiro 2019-2021. Ao todo, 2.694 cidades de 333 regiões turísticas do país foram validadas pela Pasta e incluídas na atualização da plataforma.

Neste ano, os estados e municípios contaram com novos critérios, compromissos e recomendações estabelecidas pelo Ministério do Turismo, entre elas a obrigação de participação em instância de governança e em Conselho Municipal de Turismo (Comtur).

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a integração destes locais no novo Mapa do Turismo é fundamental para que a Pasta possa direcionar ações que desenvolvam o setor em cada região. “Estamos num momento de virada para o turismo brasileiro e contamos com este novo mapa para termos uma radiografia atualizada do potencial turístico do Brasil para investir de forma adequada na melhoria de infraestrutura, realização de campanhas publicitárias, entre outras ações”, finalizou.

Além da necessidade de o município ter um órgão de turismo em atividade e conselho municipal funcionando, o novo mapa adotou outros critérios obrigatórios para a participação na plataforma: orçamento próprio destinado ao turismo e possuir prestadores de serviços turísticos de cadastro obrigatório registrados no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), do Ministério do Turismo.

O secretário Nacional de Estruturação do Turismo, Robson Napier, destacou que os novos critérios darão ao Ministério a oportunidade de trabalhar com foco na qualidade dos destinos e na melhoria dos serviços prestados aos turistas.

“Em parceria com os estados e com o novo Mapa, vamos conseguir atuar com ações pontuais nestes municípios, para elevar o turismo brasileiro ao real patamar que lhe cabe”, complementou.

Entre os benefícios do Mapa do Turismo estão a categorização dos municípios turísticos, que vai de “A” a “E”. Essa classificação é um instrumento de acompanhamento do desempenho das economias turísticas locais. Além disso, ele subsidia a priorização de investimentos por programas do Ministério do Turismo, incluindo ações de infraestrutura turística, qualificação profissional e promoção dos destinos, observando características peculiares de demanda e vocação turística.

O novo Mapa do Turismo está disponível para consulta em seu site e conta ainda com a emissão de certificado digital para os municípios que o compõem. A certificação é uma maneira de comprovar que o município está inserido no Mapa e faz parte do rol de 2.694 destinos brasileiros que trabalham o turismo como política de desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/08/2019 0 Comentários 793 Visualizações
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