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LDO

Política

Assembleia Legislativa aprova LDO 2027 com emenda para universidades comunitárias

Por Jonathan da Silva 16/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) aprovou o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027 na tarde desta terça-feira (14), incluindo uma emenda que reforça a destinação de recursos às universidades comunitárias gaúchas. A sessão foi acompanhada por representantes do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), entre eles o reitor da Universidade Feevale e integrante da diretoria da entidade, José Paulo da Rosa. A emenda aprovada prevê a aplicação de 0,5% da receita líquida de impostos próprios para a manutenção e o desenvolvimento do ensino superior, conforme estabelece o artigo 201 da Constituição Estadual. O projeto segue agora para sanção do governador Eduardo Leite (PSD).

O projeto da LDO foi protocolado na Assembleia Legislativa em 15 de maio e recebeu 18 emendas apresentadas por parlamentares e entidades da sociedade civil. Em 2 de julho, a proposta obteve parecer favorável da Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle. No plenário, foram aprovadas nove das 18 emendas apresentadas, após a votação de um requerimento que definiu a preferência para apreciação das propostas com parecer favorável, da emenda de comissão e do texto principal.

Emenda para o ensino superior

Entre as emendas aprovadas está a que reforça o cumprimento do artigo 201 da Constituição Estadual, dispositivo que prevê o repasse de recursos às universidades comunitárias por meio da aplicação de 0,5% da receita líquida de impostos próprios destinados à manutenção e ao desenvolvimento do ensino superior.

Representantes acompanharam a votação

Além do reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, participaram da sessão a reitora da Univates e diretora do Comung, Evania Schneider; o reitor da Urcamp, Guilherme Bragança; a presidente da FAT, mantenedora da Urcamp, Mônica Palomino de los Santos; o gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Unisinos, padre Cledinei Clóvis Cavalheiro; os representantes da Diretoria de Representação Institucional da PUCRS, Oziel Alves e Rafael Viccari; a representante de Relações Institucionais do Comung, Ana Beatriz Fett Dixon; e a assistente da entidade, Viviane Born.

Próxima etapa

Com a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias pela Assembleia Legislativa, a próxima etapa será a tramitação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027. Segundo o Comung, o objetivo é acompanhar a elaboração da LOA para que a previsão incluída na LDO resulte na destinação efetiva de recursos às instituições comunitárias de educação superior, conforme previsto na Constituição Estadual.

Foto: Eduarda de Souza/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2026 0 Comentários 96 Visualizações
Política

Fecomércio celebra aprovação de PL que facilita apoio a empresas do RS

Por Jonathan da Silva 30/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS está celebrando a aprovação nesta quinta-feira (28) do PLN 25/2024, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 para dispensar as agências financeiras oficiais de fomento, onde se incluem Banco do Brasil e Caixa, de observar impedimentos e restrições legais para acesso ao crédito de empresas com sede ou estabelecimento nos municípios que tiveram estado de calamidade pública ou situação de emergência reconhecidos pelo Governo Federal durante as enchentes. Para a medida se tornar efetiva, ainda é necessária uma Emenda Constitucional. Nesta semana, a entidade reforçou a necessidade da iniciativa com o envio de um ofício ao ministro Paulo Pimenta.

Pleito da federação, a alteração na LDO é considerada um importante passo para o setor. Contudo, a entidade salienta que ainda é insuficiente para dispensar a Certidão Negativa de Débito (CND) para os empréstimos no âmbito do Pronampe. O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, explica que o Simples Nacional, por ser um regime unificado de tributos, no caso de inadimplência, implicaria em descumprimento do disposto no Art. 195, §3º, da Constituição Federal. “Desse modo, para estas empresas em débito poderem receber benefícios fiscais e creditícios, é necessária a efetivação desta dispensa através de Emenda Constitucional, a exemplo do que foi feito na pandemia”, aponta Bohn.

No documento enviado para Pimenta na quinta-feira (28), a entidade argumenta que a burocracia pode atrasar ainda mais a recuperação da economia gaúcha. “A medida é necessária para garantir que as empresas afetadas tenham auxílio financeiro para se reerguer e se manterem ativas no mercado”, defende Bohn.

Com a não prorrogação dos prazos de recolhimento de tributos do Simples Nacional, aumenta a dificuldade dos empresários de cumprirem a exigência de apresentação da CND, por isso é fundamental que não haja mais limitações e comprometimentos à retomada da saúde financeira das empresas”, afirma Luiz Carlos Bohn.

Por meio do ministro Pimenta, a federação espera uma interlocução ágil com o Congresso Nacional para que as alterações sejam feitas na Constituição Federal, certificando que, mesmo com débitos, os negócios gaúchos possam receber os benefícios fiscais e linhas de crédito.

Foto: Renato Laky/Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2024 0 Comentários 428 Visualizações
Cidades

LDO aprovada em Novo Hamburgo estima arrecadação de R$ 1,5 bilhão para 2023

Por Amanda Krohn 27/09/2022
Por Amanda Krohn

Os vereadores hamburguenses aprovaram por unanimidade nesta segunda-feira (26), agora em votação final, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o próximo ano. Proposta pela Prefeitura, a matéria descreve riscos e metas de receita e destrincha despesas tanto para a manutenção da máquina pública quanto para investimentos diretos ao cidadão. A estimativa de arrecadação total para 2023 foi fixada em R$ 1.526.483.314,00. O valor é 13,9% superior ao orçamento aprovado para este ano.

Parte do montante (42,1%) está destinada à gestão e manutenção de secretarias, autarquias e legislativo, bem como reservas de contingência e despesas com encargos especiais, tais como dívidas, ressarcimentos e indenizações. O restante é direcionado aos chamados programas temáticos, que resultam na oferta de bens e serviços à população. Esses investimentos diretos devem somar quase R$ 883,4 milhões no próximo ano.

A proposta de LDO, consolidada sob forma do Projeto de Lei nº 77/2022, retorna agora às mãos da prefeita Fátima Daudt para sanção e publicação. A peça servirá de base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), que de fato orientará a aplicação de recursos no próximo exercício. A matéria deverá ser apresentada pelo Executivo até o dia 31 de outubro, sendo apreciada em dois turnos pela Câmara até 15 de dezembro.

Programas temáticos

Ao todo, a LDO apresenta 14 programas temáticos, subdivididos em objetivos e iniciativas, com a indicação dos recursos previstos para cada um. As maiores fatias do orçamento estão destinadas a atividades-fim nas áreas de educação (20% do montante total estimado), valor utilizado, entre outras coisas, para a reforma e ampliação de prédios escolares, e saúde (17,3%), com parte dos recursos apontada para a ampliação e modernização do Hospital Municipal.

Discussão e aprovação

Antes de ser apresentada à Câmara, a LDO foi debatida em audiência pública e aprovada por conselhos municipais ligados às áreas de educação, saúde, desenvolvimento rural, esporte e lazer, turismo, meio ambiente e assistência social. Dentro do legislativo, o texto passou ainda pela análise das Comissões de Finanças e de Constituição, Justiça e Redação, além das duas votações em plenário.

Na segunda sessão dedicada à apreciação da peça orçamentária, Enio Brizola (PT) voltou a levantar questões ligadas à saúde e à educação. “A LDO não apresenta nenhuma proposta de recuperação da qualidade do ensino em Novo Hamburgo. Os destaques que temos na educação municipal são decorrentes de esforços coletivos de professores e escolas”, declarou. Relator da Comissão de Educação da Câmara e presidente da Comissão de Finanças, o vereador também pontuou a inexistência de recursos para a construção de novas escolas, o que vinculou parcialmente à falta de repasses federais. “Acho que podemos ter um cenário político e econômico totalmente alterado nos próximos anos. Novo Hamburgo não recebe recursos para obras há muito tempo”, afirmou.

Acho que podemos ter um cenário político e econômico totalmente alterado nos próximos anos. Novo Hamburgo não recebe recursos para obras há muito tempo

Sobre a área da saúde, Brizola reiterou a possível retomada do tratamento contra o câncer, hoje realizado em Taquara, mas lamentou a ausência de menção ao serviço nos anexos do PL. “Estamos perto de iniciar a construção do Anexo 2 do Hospital Municipal, para o qual se prevê a instalação da oncologia. Precisamos insistir nessas questões para que a LOA dialogue mais diretamente com essas demandas”, concluiu.

Ex-secretário de Desenvolvimento Social, o vereador suplente Eliton Ávila (PTB) comemorou o incremento de verbas para a pasta e destacou iniciativas previstas para o setor, como a implantação do programa Família Acolhedora e a construção de Centros de Referência de Assistência Social (Cras) nos bairros Diehl e Santo Afonso. “Todos sabemos da vulnerabilidade social existente nessas localidades. Se colocada em prática a edificação dos espaços, essas comunidades agradecerão muito”, comentou.

Ávila salientou que a assistência social também tem sido impactada nos últimos anos pela falta de investimentos por parte do Governo Federal. “Temos que priorizar saúde, educação e segurança, mas a assistência social também tem que estar incluída no orçamento. Temos avançado em muitos setores no governo da prefeita Fátima Daudt, principalmente na questão econômica, mas na área social ainda deixamos a desejar. Precisamos olhar de uma forma diferente, principalmente com o aporte de recursos. Os projetos para a construção dos Cras estão prontos. Só falta a verba. Por isso fico muito contente com essa previsão”, finalizou o vereador.  Mais detalhes sobre os projetos para os quais o orçamento será destinado podem ser conferidos no site da Câmara Municipal de Novo Hamburgo.

Foto: Daniele Souza/CMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2022 0 Comentários 899 Visualizações
Cidades

Montenegro apresenta projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias 2023

Por Amanda Krohn 24/08/2022
Por Amanda Krohn

A Câmara de Vereadores de Montenegro realizou, na tarde desta terça-feira (23), a audiência pública de apresentação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023. A proposta, que contempla a previsão anual de receitas e despesas da administração pública, prevê, em 2023, uma movimentação de mais de R$ 278 milhões em Montenegro.

Os valores foram apresentados pelo secretário municipal de Gestão e Planejamento, Rafael Cruz, que também sanou dúvidas dos que participaram do encontro. Segundo o titular da pasta, a LDO é um instrumento que desdobra, em metas anuais, o planejamento da Administração que consta no Plano Plurianual 2022-2025. A Lei de Diretrizes Orçamentárias também orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) e compreende as metas e prioridades do Executivo e do Legislativo, as diretrizes para a elaboração e execução do orçamento do Município e suas alterações.

Neste ano, também foi aberto um espaço para a população contribuir com sugestões para a Lei. Segundo Rafael, foram poucas sugestões enviadas, mas que foram levadas em conta na construção do planejamento. Nos próximos dias, o texto será enviado à Câmara para apreciação pelos vereadores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/08/2022 0 Comentários 621 Visualizações

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