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inteligência artificial

Business

Revolução nos negócios com Inteligência Artificial

Por Marina Klein Telles 28/04/2023
Por Marina Klein Telles

A inteligência artificial provoca grandes transformações em profissões e negócios, mas não há motivos para pânico. Essa é a mensagem que o CEO da Cigam, fundador e conselheiro da Aceleradora Ventiur e vice-presidente de Inovação e Tecnologia da ACI, Robinson Oscar Klein, transmitiu aos participantes do Prato Principal, nesta quinta-feira. “Sem pânico. Estamos vivendo tempos modernos, emocionantes e inteligentes”, disse.

Conforme o empresário, a inteligência artificial é uma revolução como outras que já ocorreram e oferece uma série de novas possibilidades para empresas e profissionais que estiverem preparados para lidar com as mudanças e a implementaram de forma responsável e ética.

Com uma apresentação feita por inteligência artificial em poucos minutos, inclusive com criação de imagens, Robinson disse que a IA teve um salto quântico inimaginável nas últimas semanas, mas sua origem remonta a 1950, quando Alan Turing publicou um artigo histórico no qual especulava sobre a possibilidade de criar máquinas que pensam. “Não é, portanto, algo novo, mas causa espanto por ser acessível, grátis e ter impensáveis capacidades”, acrescentou.

Conforme Klein, a IA amplia de tal forma o acesso ao conhecimento que até mesmo a frase de Sócrates, dita em 400 a.C, “Só sei que nada sei, e o fato de saber isso me coloca em vantagem em relação àqueles que acham que sabem alguma coisa” precisa ser atualizada para “Só sei que nada sabia. E o fato de saber isto me coloca em vantagem sobre aqueles que não querem inovar”.

A IA requer mudança de mindset e, no novo mundo, cada pessoa pode aprender a criar coisas novas todos os dias, auxiliando a curva de desenvolvimento tecnológico. “O que interessa, agora, não é mais a resposta. É a capacidade de fazer as perguntas certas, pois as respostas estão em todos os lugares e podem ser obtidas por meio da inteligência artificial”, explicou Klein.

Como funciona

Inteligência artificial são sistemas computacionais que realizam tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana, em diferentes áreas e setores, como assistentes virtuais, carros autônomos e reconhecimento facial, entre outros. O Generative Pre-trained Transformer (Transformador pré-treinado generativo) é um modelo de IA que utiliza redes neurais artificiais baseadas na arquitetura Transformer para gerar texto de forma autônoma.

O Chat GPT, lançado em novembro de 2022, deu maior visibilidade à inteligência artificial, tendo alcançando mais de 100 milhões de usuários em apenas dois meses. Mas já foi superado por uma novidade ainda mais poderosa: o AutoGPT, que, ao contrário do GPT, pode operar sem a interferência humana. Coleta informações na internet e elabora estratégias para alcançar os objetivos definidos. Pode ser usado para diversas finalidades, como atendimento ao cliente, marketing, investimento em ações, geração de conteúdo e muito mais.

Apesar dos grandes avanços, conforme Klein, há muitos desafios para a IA, como regulamentação e risco de ataques cibernéticos. Além disso, ela vai acabar com muitos empregos (e gerar outros melhores), profissões serão extintas (e novas serão criadas) e a educação terá que mudar de novo, como ocorreu com a calculadora, a internet, o Google e os smartphones.

Nos últimos 30 dias, segundo o palestrante do Prato Principal, foram lançadas mais de 2 mil novas IAs, o que indica que novas possibilidades vão surgir, como a automação, que vai simplificar trabalhos repetitivos e liberar tempo para atividades mais importantes e criativas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2023 0 Comentários 883 Visualizações
Ensino

ChatGPT e Inteligência Artificial: como isso muda o seu cérebro?

Por Marina Klein Telles 12/04/2023
Por Marina Klein Telles

A tecnologia muda o mundo todos os dias, mas, nos últimos meses deu um salto alcançando milhares de usuários em todo mundo que passaram a contar com o uso de Inteligência Artificial na produção de textos e imagens. Mais famoso entre os recursos hoje disponíveis, o ChatGPT da empresa OpenAI é, sem dúvida, uma novidade para os amantes de automatizações.

Na prática, o site possibilita a criação de qualquer texto depois de uma orientação inicial usando como base informações já disponíveis na rede e – algo novo –, com uma linguagem próxima a de um ser humano, aproximando a comunicação ainda mais dos usuários.

Apesar de não ser relativamente nova, o uso de Inteligência Artificial para a criação de textos e imagens deu um salto significativo em 2023 e está cada vez mais popularizada entre crianças, jovens e adultos que agora contam com a máquina para produzir todo tipo de texto. A ferramenta vem sendo incluída no dia a dia de empresas como forma de simplificar tarefas cotidianas e agilizar processos.

Ameaça ou oportunidade?

Enquanto profissionais de comunicação usam o recurso para otimizar suas entregas e acelerar processos criativos, a novidade também chega para quem ainda está com o cérebro em formação, e, é aí, segundo a especialista do SUPERA, que mora o problema.

“Veja bem: estamos falando de crianças em idade escolar que ao criarem um texto, ao pensarem em uma imagem, ao inventarem uma realidade, estão criando conexões cerebrais porque é justamente disso que se trata: aproveitar o melhor momento do cérebro para absorver todo tipo de conteúdo e correlacionar esses conteúdos para que eles façam sentido em breve, na vida adulta”, alerta Livia Ciacci, neurocientista do SUPERA. 

Quanto menos usamos o cérebro na infância, menor o desenvolvimento das habilidades cognitivas e socioemocionais.

A pesquisadora explica ainda que quando as crianças “começam a optar pelo caminho preguiçoso muito cedo, terceirizando a um algoritmo o trabalho de esforço mental que elas mesmas deveriam ter, temos sim um cenário de atenção para a sociedade”. O que pode afetar o desenvolvimento cognitivo e a capacidade criativa do indivíduo de forma negativa, tornando-o dependente de recursos que são fabricados por eles.

As crianças são o público mais prejudicado pelo uso do sistema. A neurocientista lembra ainda que, assim como outras tecnologias, o ChatGPT e o uso de Inteligência Artificial são um caminho sem volta. “Nosso papel enquanto formador de opinião não é ir contra a corrente, pois o ChatGPT é a nova calculadora. Mas temos sim o dever de alertar sobre os prejuízos deste tipo de tecnologia para quem ainda não tem discernimento para fazer o bom uso do recurso”, justificou.

Inteligência Artificial X inteligência Humana

Embora recursos como o ChatGPT só funcionem bem com riqueza de detalhes e autoridade de quem usa a ferramenta, o recurso está completamente condicionado a informações que já estão disponíveis na rede – que não são poucas. Estamos falando de uma ferramenta que funciona como uma rede neural humana, mas com capacidade de armazenamento (memória) que envolve absolutamente tudo o que existe na internet.

Apesar de a Inteligência Artificial ainda não conseguir correlacionar fatos de forma clara, sobretudo as informações que envolvem a capacidade analítica do ser humano em tirar as suas próprias conclusões. Esses erros estão sendo corrigidos, proporcionando que em sua quarta geração, a GPT-4, já não tenha certas incongruências narrativas, o que tornará ainda mais humana a forma como a ferramenta se expressa e mais coesa. E mais difícil de discernir a olho nu quando um material foi escrito pela máquina ou por um ser humano.

O ChatGPT pode resolver alguns problemas e acelerar a escrita, mas ele não ensina a pensar ou a como usar as informações. A especialista do SUPERA acredita que na área da educação por exemplo, ele deveria ser incorporado o mais rápido possível, já que é uma oportunidade de criar atividades mais complexas para os alunos.

Ao invés de pedir para uma turma escrever um texto sobre algo, pode-se pedir para que usem a automatização para escrever e depois fazer uma análise crítica, como por exemplo: Qual item importante o ChatGPT não incluiu? A informação que ele trouxe está atualizada? “Ou seja, no fim das contas, o que interessa é como aprendemos a usar nosso córtex pré-frontal e as funções executivas, que continuarão sendo o diferencial humano. Análise, planejamento, motivação, foco e propósito, só nós temos e precisamos constantemente aprender e aperfeiçoar tais habilidades. Em um mundo cada vez mais automatizado, quem pensa é rei!”, avaliou Ciacci.

O ChatGPT vai mudar o cérebro humano?

A resposta é: depende. Segundo a neurocientista, temos que considerar outros fatores que estão atrelados ao uso desta tecnologia, como a maior pressão por produtividade, a banalização da originalidade e o não incentivo a produções autorais e criativas.

Quanto o ChatGPT irá mudar o cérebro humano? A reposta é: Depende.

Ainda segundo Ciacci, podemos pensar que muitas das inovações que estão surgindo agora não foram analisadas usando os devidos parâmetros científicos, que asseguram a resposta que a ciência vem dando à sociedade nas últimas décadas, e, com a Inteligência Artificial não será diferente. 

“O que podemos afirmar é que o cérebro se adapta ao que faz e ao que não faz. Se os algoritmos são utilizados para ganhar tempo em tarefas mecânicas e a pessoa usa esse tempo para se ocupar com atividades mais complexas, teremos o cenário perfeito! Por outro lado, se a preguiça tomar conta, evitando o esforço de pensar cada vez mais, teremos um problema.”, concluiu a pesquisadora.

Sobre o SUPERA

Espalhado por todo país, com 16 unidades só no Rio Grande do Sul, o instituto SUPERA – Ginástica para o Cérebro, tem como missão levar as pessoas a experimentarem a emoção de pensar e agir de forma inovadora, desenvolvendo o potencial do cérebro e impulsionando uma forma incrível de viver. Além de saúde, a organização tem como objetivo o desenvolvimento de habilidades cognitivas, socioemocionais e éticas, entregando performance e qualidade de vida aos alunos, seja no ambiente profissional, escolar, social ou familiar.

Atuando com pessoas de todas as idades, o SUPERA auxilia na melhora da qualidade de vida e a tornar espaços corporativos mais saudáveis e ágeis. Tudo isso através de exercícios para aprimoramento da memória, agilidade de pensamento e processo criativo, baseados em neurociência aplicada.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2023 0 Comentários 1,7K Visualizações
Ensino

Universidade parceira da Unisc na Alemanha oferece palestra sobre inteligência artificial

Por Amanda Krohn 04/09/2022
Por Amanda Krohn

Na busca da internacionalização da ciência e pesquisa, e de novos impulsos para a cooperação entre a Universidade de Tübingen e universidades parceiras do Brasil, como a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), o Brasilien-Zentrum de Baden-Württemberg promove o programa Tübingen Science Bridge – Connecting Brazil Germany. O objetivo é promover e expandir a ciência, além de aproximar e fortalecer o trabalho colaborativo por meio de uma sequência de palestras online e gratuitas. A inscrição pode ser feita pelo link: https://bit.ly/TSBridge-october

Cientistas de diversas instituições parceiras apresentam os últimos dados de pesquisa nas áreas da Biologia, Biotecnologia, Química, Ciências Humanas e Culturais, Ciências da Terra, Medicina Humana, Ciências da Computação, Inteligência Artificial, Tecnologia Médica, Biologia Molecular, Psicologia, Física, Ciências Sociais, entre outras.

As palestras online são destinadas a professores e pesquisadores científicos, alunos de pós-graduação e também para o público em geral. Os webinars acontecem em inglês através da plataforma ZOOM. O próximo webinar do programa acontece no dia 5 de outubro, às 11h30, e será sobre Inteligência Artificial. Quem fala sobre o assunto é a professora Teresa B. Ludermir, do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ela colocará em pauta a temática “Artificial Intelligence and Machine Learning”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2022 0 Comentários 588 Visualizações
Variedades

Unisc oferece curso de extensão gratuito em Ciência de Dados e Inteligência Artificial

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Unisc está oferecendo o curso de extensão gratuito a distância em Ciência de Dados e Inteligência Artificial. Com carga-horária de 4 horas, o curso apresenta temas pertinentes sobre essa nova área de atuação, procurando evidenciar a importância do profissional e as necessidades atuais das empresas.

Através de materiais diversificados e com a participação de professores e convidados, é possível entender alguns conceitos, tais como: o que é Ciência de Dados e Inteligência Artificial; suas aplicações na prática; como soluções de dados podem ser construídas e visualizadas; como identificar oportunidades; e qual a importância da área para as empresas.

As matrículas podem ser feitas pelo link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 640 Visualizações
Saúde

Gestão de escalas do Hospital Moinhos de Vento utilizará IA

Por Gabrielle Pacheco 31/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mais tempo para o cuidado com o paciente. Esse é o grande benefício de uma nova tecnologia que vai otimizar a gestão de escalas de trabalho no Hospital Moinhos de Vento. A partir da parceria com a startup Stargrid, uma nova plataforma será utilizada para sistematizar e dar fluxo no desenvolvimento das escalas dos colaboradores. O piloto será implementado na área da Enfermagem. Por meio de inteligência artificial, será possível solucionar erros de alocação de profissionais e evitar a perda de tempo com atividades administrativas.

Hoje, um gestor de escalas utiliza, em média, entre 50 e 80 horas mensais para gerenciar a escala de trabalho de sua equipe, dependendo do número de pessoas. As escalas são manuais, feitas no papel, e há diferentes padrões de escolha, entre áreas e turnos. A partir da extração de dados da administração de pessoal da instituição, a plataforma vai gerar escalas de trabalho automáticas, resultando numa melhor gestão de pessoas e proporcionando uma maior eficiência na destinação de recursos. O sistema auxilia ainda no aumento da satisfação dos profissionais e na promoção da melhoria do cuidado.

Stargrid pode ser ampliada para prestadoras de serviço

De acordo com a gerente de Estratégia Corporativa do Moinhos de Vento, Melina Schuch, iniciativas voltadas à inovação estão no radar da instituição. “Em 2020, inclusive, vamos lançar o nosso próprio centro de inovação, para que iniciativas como essa cresçam cada vez mais”, projeta a gestora.

Inicialmente voltada para a área da saúde, a Stargrid pode ser ampliada para empresas prestadoras de serviços e também para a indústria. “O propósito da Stargrid é aumentar a qualidade assistencial, permitindo que a rotina de trabalho desses colaboradores seja melhor”, projeta Guilherme Bunse, diretor executivo e co-fundador da startup. A empresa está em expansão e crescente captação de clientes na Região Sul e no estado de São Paulo.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/01/2020 0 Comentários 581 Visualizações
Saúde

Tecnologia com impacto social: Robô Laura já está ajudando a salvar dez vidas por dia

Por Gabrielle Pacheco 18/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

A tecnologia que revoluciona o setor da saúde: a Laura, primeiro robô gerenciador de riscos do mundo, já é responsável por ajudar a salvar dez vidas por dia.

São mais de 9 mil pessoas que, desde 2016, ganharam a oportunidade de um recomeço com o uso da inteligência artificial na governança dos atendimentos hospitalares.

O projeto nasceu da dor de um pai que perdeu a filha para a sepse aos 18 dias de vida e tem no nome a homenagem a ela. “A Laura, com toda a vida que tinha naqueles 28 centímetros de altura e 440 gramas, deixou a inspiração para que eu tivesse, mesmo nas piores condições, força para impactar a vida de outras pessoas. Nossa equipe leva hoje pra casa o saldo de dez vidas salvas todos os dias”, diz o arquiteto de sistemas Jacson Fressatto, pai e CEO da Laura.

Graças à Laura, a história da pequena Bianca teve um final diferente. Em 2018, ela veio ao mundo quando a mãe ainda estava com 27 semanas de gestação. Com a saúde frágil, a recém-nascida teve hemorragia pulmonar e sepse tardia (quando a infecção manifesta-se após 72 horas de vida).

“Foi uma situação bem difícil porque ela teve várias apneias, além de pneumonia. O que me dava segurança era saber que o hospital tinha o monitoramento do Robô Laura, que gerou alertas para que a equipe de enfermagem checasse o estado da minha filha”, conta a mãe Jéssica Amaral.

Bianca recebeu alta depois de 77 dias e hoje esbanja saúde. “É muito bom saber que a tecnologia está sendo usada para salvar vidas, ainda mais porque o Robô Laura foi criado a partir de uma história com a qual eu me identifiquei muito”, afirma Jéssica.

Sobre a Laura

A Laura é uma tecnologia inovadora implantada nos hospitais para identificação precoce dos riscos de infecção grave, a Sepse.

O recurso, criado pelo arquiteto de sistemas Jac Fressatto após a morte de sua filha, usa a inteligência artificial e a tecnologia cognitiva para fazer o gerenciamento de dados da rotina do hospital e emitir alertas.

Ativa desde 2016, a Laura já teve cerca de 1,2 milhão de pacientes conectados e reduziu em 25% a taxa de mortalidade hospitalar. Além de salvar vidas, a tecnologia é um instrumento para otimização de tempo e recursos em saúde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/04/2019 0 Comentários 551 Visualizações
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