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Indústria gaúcha FCC anuncia sucessão na empresa

Por Gabrielle Pacheco 12/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

A FCC, indústria de Campo Bom/RS, é reconhecida por utilizar a ciência dos materiais para diversos setores, como calçadista, automotivo, moveleiro, construção civil, saúde, higiene. Dentre outros destaques, a FCC é a principal fabricante de argamassa polimérica para assentamento de alvenarias e vedação para silos e carrocerias da América Latina.

Neste ano, a empresa completa 50 anos e anuncia uma mudança de liderança no corpo executivo do grupo. Após quase oito anos como CEO da FCC, Carlos Bremer inicia a transição da função para Marcelo Reichert, que é filho do fundador Valentino Reichert e assumirá o cargo no dia 25 de março, data do aniversário da indústria.

Durante mais de 22 anos de FCC, Carlos Bremer atuou em diversas áreas da empresa e, em 2005, assumiu a diretoria administrativa e financeira, sendo escolhido como CEO em 2011. Nesta trajetória, Bremer teve um papel crucial para que a FCC chegasse ao patamar atual, aprimorando processos e desenvolvendo pessoas, dentre elas, o próprio Marcelo Reichert.

No ano de 2018, Bremer destaca que a empresa teve um crescimento de 10%, com receita líquida de R$265 milhões. De 2015 a 2018, a robusta geração de caixa de mais de R$70 milhões trouxe a relação dívida líquida / EBITDA de 1,24 para 0,33, solidificando a gestão financeira para que a empresa invista com segurança em seus projetos daqui em diante.

Durante a gestão de Bremer, de 2015 a 2018, os investimentos em pesquisa cresceram 30%. Para o mercado de calçados, investimentos em novas tecnologias fizeram com que a FCC se tornasse líder destacada nas aplicações de poliuretanos termoplásticos.

A FCC ampliou sua liderança em vários segmentos e aumentou sua presença no exterior, com destaque para a expansão geográfica na América Latina, com vendas para 15 países na região. Entre as iniciativas de internacionalização, está o início da operação local no México.

Marcelo, por sua vez, em 10 anos na FCC tornou-se um dos líderes no desenvolvimento de novos negócios para colocar a empresa em uma posição de liderança nos mercados em que atua. Desde 2014, ocupou o cargo de Diretor de Negócios responsável pelo mercado de construção civil, automotivo, utilidades industriais, higiene e saúde, óleo e gás e moveleiro.

A realidade da FCC não condiz com o cenário da maioria das empresas familiares no Brasil, que encontram dificuldades no planejamento sucessório. Dados do IBGE indicam que apenas 30% destas empresas chegam à segunda geração, que é o que está acontecendo na FCC neste momento. Por isso, há uma constante preocupação da empresa em ter o profissionalismo e a qualificação como principais critérios na escolha da liderança executiva.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/02/2019 0 Comentários 2,K Visualizações
Variedades

Desempenho industrial volta a cair

Por Gabrielle Pacheco 20/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) voltou a cair em novembro (-0,9%) com relação a outubro de 2018, depois de -0,2% em outubro e -0,1% em setembro, com ajuste sazonal. No acumulado em 2018, porém, os números seguem positivos: 2,1% em novembro, comparado ao mesmo mês, e 2,8% nos onze meses do ano (jan-nov/2018- jan-nov/2017). O IDI-RS mede a atividade da indústria gaúcha resumindo o desempenho de seis variáveis (faturamento real, compras industriais, horas trabalhadas na produção, utilização da capacidade instalada (UCI), emprego e massa salarial real) coletadas pela Pesquisa Indicadores Industriais do RS, realizada pela FIERGS e divulgada nesta quinta-feira (17).

“Os resultados dos Indicadores Industriais do RS de novembro mostraram a dificuldade do processo de recuperação em curso, ainda dominado no penúltimo mês do ano pela incerteza eleitoral, afetado também pelos efeitos da paralisação dos transportes e da crise econômica argentina”, lembrou o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

Conforme o industrial, há um cenário otimista para uma retomada de crescimento mais acelerado, baseado em um ambiente favorável (estabilização do quadro político, juros menores, inflação controlada, estoques ajustados e confiança empresarial elevada). “Para que essa perspectiva positiva vire crescimento efetivo, porém, é necessário o enfrentamento da crise fiscal, com avanço das reformas, principalmente a da Previdência”, destaca ele.

O desempenho negativo de novembro refletiu as quedas de cinco dos seis indicadores: faturamento real (-2,6%), compras industriais (-3,5%), a UCI (-1,0 ponto percentual), massa salarial real (-1,1%) e emprego (-0,2%). Apenas as horas trabalhadas na produção mostraram alta de 1,0% em relação a outubro.

Dentre os componentes do IDI-RS, quatro avançaram no acumulado do ano, com destaque para as compras industriais (+10,8%) e o faturamento real (+3,5%). A Utilização da Capacidade Instalada (+1,6 p.p.) e o emprego (+0,9%) seguiram com menor intensidade a mesma tendência positiva, ao contrário das horas trabalhadas na produção (-0,1%) e da massa salarial real (-2,6%). Setorialmente, houve crescimento em 10 dos 17 setores da pesquisa, no acumulado do ano. O destaque é Veículos automotores (+18,3%), responsável por quase 70% do desempenho do IDI-RS. Outras contribuições importantes vieram de Produtos de metal (+3,1%) e Metalurgia (+14,1%), Borracha e plásticos (+3,4%) e Máquinas e equipamentos (+2,5%). Em sentido contrário, as atividades de Bebidas (-1,8%), Têxteis (-8,7%) e Vestuário e acessórios (-6,2%) trouxeram os maiores impactos negativos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
20/01/2019 0 Comentários 877 Visualizações
Business

Estratégias para a implantação de projetos na indústria 4.0 estarão em debate na FIERGS

Por Gabrielle Pacheco 20/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Profissionais da indústria, representantes de universidades, sindicatos, associações e agentes de fomento se encontrarão, no dia 20 de novembro, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). No evento Jornada 4.0 + eficiência + produtividade, serão debatidas formas de viabilizar projetos de desenvolvimento e a adoção de tecnologia no ambiente de produção 4.0 na manufatura avançada, envolvendo provedores de soluções e instituições detentoras de infraestrutura tecnológica. Serão apresentados casos de sucesso de empresas e expostos produtos e serviços vinculados às tecnologias da indústria 4.0, incluindo rodadas de networking.

Serviço

O quê: Jornada 4.0 + eficiência + produtividade na indústria
Quando: 20/11, nesta terça-feira,
Onde: FIERGS (Centro de Exposições)
Horário: das 12h às 18h

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
20/11/2018 0 Comentários 779 Visualizações
Business

Número de novas empresas sobe 10,1% no 1º semestre

Por Gabrielle Pacheco 30/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

O número de novas empresas cresceu 10,1% no 1º semestre de 2018 ante o mesmo período do ano anterior, segundo levantamento da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. No 2º trimestre houve avanço de 1,1% em relação ao trimestre anterior.

Forma jurídica

Na classificação por forma jurídica, a variação acumulada no ano mostrou que as MEIs (Microempreendedor Individual) continuam com papel de destaque, crescendo 14,9% no semestre. Já os demais tipos de empresa caíram 3,3%, mantida a base de comparação. Em termos de composição, no resultado acumulado do ano as MEIs representam 78,4% dos casos.

Setores

Quando analisada a composição das novas empresas por setores, o levantamento mostrou que o setor de Serviços atingiu 57,8% de representatividade no 1º semestre de 2018, estando maior que os 55,8% observados no mesmo período 2017. O Comércio ficou praticamente estável em relação ao ano passado. Já o setor Industrial perdeu espaço, passando de 8,7% para 6,5% dos casos no período, enquanto o setor Rural teve participação de 0,9% no semestre.

Regiões

Em comparação com 1º semestre de 2018 (1S17), apenas a região Norte registrou queda (-3,6%), como pode ser visto no gráfico 4. As regiões Sudeste (11,9%) e Sul (12,9%) foram as que mais cresceram no número de novas empresas nos valores acumulados até junho de 2018. No mesmo sentido houve avanço nas regiões Centro-Oeste (8,2%) e Nordeste (7,2%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
30/08/2018 0 Comentários 522 Visualizações
Business

Atlas inaugura nova planta industrial no Estado

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

ACom investimentos de R$ 40 milhões, a Atlas S.A. inaugurou, na última quarta-feira (1º), uma nova planta industrial que integra as operações da sua fábrica de pincéis com a de acessórios para pintura em um único complexo, dentro do parque fabril da InBetta, em Esteio. Anteriormente dividida em dois endereços diferentes, a partir da consolidação, a Atlas passará a contar com um parque fabril em Esteio de 45 mil m².

O projeto foi totalmente pensado para contemplar uma reorganização dos setores produtivos da empresa, com processos industriais, que tem o objetivo de aumentar ainda mais a qualidade dos produtos.

É um conceito que prima pela otimização dos espaços, fluxos e movimentações”, explica o diretor presidente da InBetta, Eduardo Bettanin.

Outro importante diferencial da nova planta industrial são os equipamentos, que integram tecnologias com alto nível de funcionalidade, avançada automação e rígidos padrões de segurança. Tudo isto deve aumentar a capacidade produtiva em torno de 20%. “Utilizando novas tecnologias e processos mais modernos, estamos preparando a empresa para continuar crescendo.”, afirma o executivo.

Entre os benefícios que a consolidação vai proporcionar estão a agilidade nos serviços, otimização da logística, estoques e racionalização dos custos operacionais, melhor alinhamento das áreas técnicas e de gestão, além das vantagens estruturais e de processos.

A integração das fábricas trará mais dinamismo e sinergia entre as áreas industriais”, avalia o diretor geral da Atlas, José Márcio Atz.

Ele completa que “o bem-estar do funcionário não foi esquecido. Criamos espaços de convivência que atendem a quesitos apontados pela Pesquisa Interna de Clima Organizacional. Nosso objetivo é criar um ambiente adequado também às necessidades dos nossos profissionais, que são decisivos para o sucesso da empresa.

O projeto também contempla sistemas de ventilação com troca de ar, que garantem conforto térmico aos colaboradores, aproveitamento de iluminação natural e utilização de lâmpadas, que consomem menos energia elétrica. Estas escolhas favorecem a produtividade e utilizam de forma mais eficiente os recursos energéticos. “Esta é uma fábrica moderna e projetada com o que há de melhor em instalações industriais.”, finaliza Atz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2018 0 Comentários 812 Visualizações
Business

West Coast e Usaflex desafiam designers em plataforma de cocriação

Por Gabrielle Pacheco 24/04/2018
Por Gabrielle Pacheco

As gigantes calçadistas West Coast e Usaflex estão desafiando os mais de dois mil designers cadastrados na plataforma de cocriação Moda Co a responderem seus desafios de desenvolvimento. Pioneira no setor, a iniciativa é da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e busca estimular a criação de novos produtos, com diferenciais em design, conforto e tecnologia.

O gestor de Projetos da Abicalçados, Cristian Schlindwein, conta que os desafios foram lançados no site do Moda Co – endereço onde se realizam todas as etapas dos desafios. A West Coast lançou dois briefings para a criação de sapatênis e sandálias, que deverão carregar o DNA da marca, aliando resistência, conforto e qualidade.

Já o desafio da Usaflex busca o desenvolvimento de produtos que tragam design de festas e eventos sociais atrelados à identidade da marca de sapatos confortáveis.

Segundo Schlindwein, a terceira edição do Moda Co, que já teve desafios propostos por marcas como Piccadilly, Bibi, Pampili, Kidy, Zaxy, Grendene Kids e Werner, mostra a consolidação gradual da cultura da cocriação no setor calçadista.

Somos um setor conservador. O fato de estarmos, aos poucos, mudando a cultura da criação a sete chaves, sem participação de agentes criativos externos, para a um modo colaborativo, é muito relevante”, avalia, acrescentando que a plataforma recebe centenas de respostas a cada edição, gerando referências para a criação de coleções inovadoras.

Prazos

A partir do lançamento no site, realizado dia 23 de abril, os mais de dois mil inscritos na plataforma terão até o dia 30 de maio para postar suas respostas. A avaliação dos projetos será realizada até o dia 15 de junho, sendo que serão destacadas duas propostas por desafio (total de seis), um eleito pela própria empresa proponente e outra pela comunidade de designers, em votação on-line.

A premiação para os melhores trabalhos escolhidos pelas empresas será de R$ 1,8 mil, enquanto as propostas mais votadas pelos inscritos receberão R$ 700. Os vencedores serão conhecidos no dia 19 de junho.

Realizado pela Abicalçados, o Moda Co é um projeto apoiado pela Endutex, multinacional portuguesa de componentes para o setor calçadista com filial em Três Coroas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/04/2018 0 Comentários 561 Visualizações
Business

Relatório aponta perda de competitividade do setor calçadista

Por Gabrielle Pacheco 18/04/2018
Por Gabrielle Pacheco

Lançado recentemente, o Relatório Setorial da Indústria de Calçados, da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), aponta para dificuldades da atividade que há mais de um século tem importante papel na economia nacional.

O documento apresenta, por meio de pesquisas oficiais cruzadas com um minucioso levantamento de produção realizado com associados da entidade – que respondem por mais de 70% do total produzido pelo segmento –, números de produção, exportação, importação, emprego, uso da capacidade instalada, entre outros.

Um dos dados que mais chama a atenção é a discrepância entre o crescimento da produção mundial e os números da produção nacional de calçados. No mundo, conforme dados levantados, foram produzidos 21,4 bilhões de pares, quase 4% mais do que em 2016. Analistas ressaltam que o crescimento foi, basicamente, impulsionando pelo consumo interno nos países.

Em 2017, foram consumidos 19,6 bilhões de pares, 3% mais do que no ano anterior. Já no Brasil, que produziu 908,9 milhões de pares no período, houve um incremento de apenas 1%, na produção, ao passo que o consumo chegou a 805,5 milhões de pares, somente 1,2% maior do que em 2016, quando já havia despencado mais de 2%.

Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, a indústria calçadista brasileira, assim como a de manufaturados em geral, está com dificuldades devido aos problemas estruturais já, exaustivamente, citados e que formam o caldo do Custo Brasil, obstáculos que somados à retração na demanda doméstica vem causando grandes danos ao segmento. “O que salvou a indústria de um resultado pior em 2017 foram as exportações, que aumentaram 1,2% em volume e 9,3% em receita gerada (127,1 milhões de pares por US$ 1,09 bilhão)”, avalia.

Por outro lado, o executivo ressalta que a discrepância entre o crescimento do volume e do valor gerado pelos embarques é preocupante, pois denota o aumento de preços no exterior, explicado pela valorização da moeda brasileira sobre o dólar.

O câmbio, muitas vezes, é um compensador das nossas fraquezas estruturais. Ele compensa o problema que é se produzir e ser competitivo com uma das maiores cargas tributárias do planeta, além de todos os problemas estruturais que enfrentamos no dia a dia, como uma logística precária, os custos com mão de obra, entre outros”, comenta Klein.

Segundo ele, no ano passado, os principais destinos do calçado brasileiro foram Estados Unidos, Argentina, Paraguai e Bolívia. “Com o preço mais elevado, em função da defasagem cambial, estamos perdendo espaço nos Estados Unidos, sendo que no primeiro trimestre desde ano – dado que não consta no relatório -, os norte-americanos já foram ultrapassados pela Argentina”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/04/2018 0 Comentários 508 Visualizações
Variedades

Comercialização da Expocande prioriza empresas locais

Por Gabrielle Pacheco 12/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

Com o intuito de valorizar a economia local, a 9ª Exposição Industrial, Comercial, Serviços e Agronegócios de Candelária (Expocande) está priorizando, até o dia 31 de janeiro, a comercialização de espaços para empresas que atuam no município. De acordo com a presidente da 9ª Expocande, Patricia Steffanello, a comissão organizadora vem trabalhando fortemente para integrar mais a comunidade de Candelária ao seu maior evento. “Estamos propondo valores diferenciados para as empresas locais como forma de ampliar a participação destes empreendedores e promover o desenvolvimento do município”, enfatiza.

Com 144 estandes disponíveis para os setores do comércio, indústria, serviço, agronegócio e veículos, a feira estará organizada nos Pavilhões 1 e 2 e nas áreas externas. Nos pavilhões 1 e 2, o custo do metro quadrado é de R$ 70,00 para associados à ACIC (desconto de 30%) e R$ 100,00 para não-sócios. “Nesta proposta, um estande com montagem básica de nove metros quadrados custa R$ 630,00 para sócios da ACIC, o que representa um bom incentivo à participação. O mesmo espaço para empresas não associadas fica em R$ 900,00”, destaca o diretor Financeiro da feira, Sinésio Mueller. Já nas áreas externas os valores variam entre R$ 1.000,00 e R$ 2.000,00. Mais informações podem ser obtidas com a Lume no fone (51) 3751-2000 ou pelo e-mail [email protected].

Super Feirão

Com o objetivo de oferecer mais oportunidades de negócios, a Expocande promoverá um Super Feirão de Carros e Motos. O número de consumidores interessados em adquirir ou trocar seu automóvel está em constante crescimento, por isso, a expectativa é de um grande público visite o espaço que é uma das novidades de 2018. “Nós, da comissão, estamos muito otimistas com o Super Feirão de Carros e Motos, que estará acontecendo em um mês economicamente muito bom dentro do cenário agrícola. Além da comercialização de tabaco, o comércio já começa a se aquecer com as vendas de duas outras importantes culturas da região, o arroz e a soja. Sem dúvidas, é um excelente momento para o comércio”, completa Mueller.

Com o slogan Uma feira de negócios, cultura e diversão, a 9ª Expocande, que ocorre de 3 a 6 de maio, no Parque Municipal de Eventos Itamar Vezentini, é uma realização da Associação Cultural de Candelária Erico Veríssimo (ACCEV), em parceria com a Prefeitura de Candelária e Associação do Comércio e Indústria de Candelária (ACIC), com organização da Lume Eventos. O evento, que busca envolver a comunidade e os setores empresariais para fomentar a economia, incentivar o turismo e a cultura e contribuir para o fortalecimento do agronegócio, espera reunir cerca de 40 mil visitantes.

Serviço
O quê: 9ª Exposição Industrial, Comercial, Serviços e Agronegócios de Candelária (Expocande)
Quando: 3 a 6 de maio
Onde: Parque Municipal de Eventos Itamar Vezentini, em Candelária/RS

Fonte: Assessoria | Foto: Divulgação
12/01/2018 0 Comentários 728 Visualizações
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