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Business

Participando da Construsul, Jimo projeta crescimento de 25% em 2024

Por Jonathan da Silva 17/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Jimo, tradicional indústria gaúcha de soluções domésticas e para a construção, projeta um crescimento de 25% em seu faturamento para 2024 no mercado nacional. A empresa pretende alcançar essa meta com a participação na 25ª Construsul, feira de materiais de construção realizada na Fiergs, em Porto Alegre, entre os dias 15 e 18 de outubro.

O gerente nacional de Vendas da Jimo, Daniel Trussardi Fayh, afirmou que a expectativa de vendas na feira é até 25% maior em relação ao evento do ano passado. Além disso, Fayh destacou que a participação na Construsul é uma oportunidade para fortalecer a marca, realizar networking, demonstrar produtos e lançar novos itens. “A Construsul é o momento de fortalecer parcerias já existentes e criar novas conexões”, pontuou o gerente.

Durante o evento, a Jimo lança o Jimo Limpa Box & Banheiro, um produto voltado à limpeza de diversas superfícies laváveis, como louças sanitárias, vidros e metais. Fayh também mencionou que haverá promoções para compras realizadas no estande da empresa.

Fundada em 1956 pelos químicos Julio e Ieda Morandi, a Jimo possui uma fábrica em Cachoeirinha, um escritório em Porto Alegre e uma filial em Guarulhos-SP. A empresa oferece ao mercado mais de 70 produtos, incluindo inseticidas, fungicidas e outras soluções para o uso doméstico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2024 0 Comentários 331 Visualizações
Variedades

Calçadistas realizam evento em Taquara para discutir ESG no setor

Por Jonathan da Silva 16/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), realizou nesta terça-feira (15) o evento Conexão Origem Sustentável, no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara. O encontro reuniu cerca de 350 pessoas e teve como foco o debate sobre práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) no setor calçadista, com a apresentação de cases de sustentabilidade, pesquisas de mercado e exposição de materiais sustentáveis.

Durante a abertura, Haroldo Ferreira, presidente-executivo da Abicalçados, ressaltou a importância da certificação Origem Sustentável, que atesta as práticas ESG na indústria calçadista brasileira. “A sustentabilidade é crescente no setor, e exemplo desse nosso compromisso é o investimento de esforços na promoção do Origem Sustentável”, afirmou o dirigente.

O presidente da Assintecal, Gerson Berwanger, também destacou o papel da certificação no setor. “O Origem Sustentável não é apenas uma certificação, mas um guia de práticas sustentáveis”, disse Berwanger, mencionando ainda que o evento busca criar uma comunidade para estimular a cultura da sustentabilidade.

O evento contou ainda com a participação de representantes de empresas como a Tramontina, que apresentou suas iniciativas de logística reversa e reciclagem de plásticos, e a Fruki, que destacou suas práticas de responsabilidade social, como programas de desenvolvimento de lideranças e promoção da diversidade.

O gerente de Excelência Ambiental da Suzano, Francisco Rollo, compartilhou as metas ambientais da empresa, incluindo a remoção de milhões de toneladas de CO2 da atmosfera e o objetivo de retirar 200 mil pessoas da linha de pobreza até 2030.

Representando o varejo, a C&A enfatizou a importância da integração entre indústria e varejo com foco na sustentabilidade, com a participação da gerente de Calçados, Kelly Braz.

O evento incluiu também um painel com empresas certificadas no programa Origem Sustentável, mediado por Marco Schmitt, diretor de Negócios da Box Print, com participação de Thomas Simon, CEO do grupo S2 Holding (Tess), e outros representantes do setor.

No final, empresas como Grendene, Arezzo&Co e Broplast foram recertificadas no programa Origem Sustentável. A primeira edição do Conexão Origem Sustentável incorporou práticas sustentáveis em sua realização, incluindo reuso e reciclagem de materiais e neutralização das emissões de carbono do evento.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/10/2024 0 Comentários 326 Visualizações
Business

Pacto Calçadista debate reposicionamento do calçado do RS nos EUA

Por Jonathan da Silva 15/10/2024
Por Jonathan da Silva

O reposicionamento do calçado do Rio Grande do Sul no mercado dos Estados Unidos, que importa cerca de 2 bilhões de pares por ano, foi o tema central de um evento promovido pelo Comitê de Internacionalização e o Pacto Calçadista, nesta quinta-feira (10), no auditório da ACI, em Novo Hamburgo. Especialistas destacaram a necessidade de união de todo o setor para aumentar as vendas no mercado norte-americano, que é amplamente dominado por produtos da Ásia.

O integrante do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, Marlos Schmidt, ressaltou que já foram realizados avanços significativos, como a associação à Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados (FDRA), e anunciou que uma missão da entidade visitará o Rio Grande do Sul em 2025. Schmidt enfatizou a importância do apoio de empresas e entidades empresariais e incentivou a participação de mais integrantes do setor.

Durante o segundo painel, a empresária e professora universitária Ana Cristina Klein abordou a relevância da integração entre cultura exportadora e capacidade de internacionalização para o sucesso em mercados globais. Segundo Ana, “a cultura exportadora cria a mentalidade certa, enquanto a capacidade de internacionalização oferece as ferramentas e estruturas necessárias.” Ela também destacou a qualidade do produto e certificações internacionais como estratégias para exportação ao mercado americano.

A especialista apresentou ainda os dez mandamentos da exportação de calçados para os Estados Unidos:

  1. Não reclamarás de ter que produzir meio número.
  2. Não tentarás convencer o cliente a aceitar número cheio.
  3. Não farás ‘enjambrações’ e terás equipe técnica com capacidade para desenvolver e produzir meio número.
  4. Responderás e-mails e solicitações de preços e entregas em 24 horas, como fazem os chineses.
  5. Farás amostras e produção 100% de acordo com a ficha técnica detalhada pelo cliente, e sugerirás alterações em tempo hábil, não no último momento.
  6. Respeitarás datas de entrega de amostras e produção, e quando possível, informarás mudanças em tempo hábil.
  7. Terás claro a diferença entre uma desculpa e uma explicação.
  8. Calcularás o preço de forma precisa e não voltarás atrás nas condições de negociação.
  9. Entenderás que, sem compliance, não há negócios com empresas americanas.
  10. Entenderás que precisas entregar produto e serviço excelentes!

No terceiro painel, a gerente comercial do IBTeC, Karin Becker afirmou que a conformidade com normas internacionais é essencial para realizar negócios com grandes marcas internacionais. “Sem isso, não há negócios”, destacou Karin, que também mencionou que o mercado americano é o segundo mais regulamentado do mundo e que a sustentabilidade será um fator indispensável no futuro.

O coordenador do Eixo Pessoas, Processos e Produtos do Pacto Calçadista, Oscar Bortolussi, ressaltou a importância da capacitação de profissionais e da preparação das empresas para garantir o sucesso organizacional, afirmando que “tudo começa e termina nas pessoas”.

Christian Thomas, também do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, defendeu que o calçado brasileiro deve buscar um reposicionamento no mercado norte-americano, focando em um nicho de preço superior ao ocupado por produtos asiáticos. Ele ressaltou que o Brasil pode competir em faixas de preço mais altas, entre US$ 200 e US$ 300, aproveitando diferenciais como lead-time reduzido, transit time eficiente e a participação em feiras internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2024 0 Comentários 252 Visualizações
Variedades

Calçadista Kidy reporta melhor Dia das Crianças em meia década

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

A fabricante de calçados infantis Kidy, de Birigui-SP, registrou em 2024 o melhor desempenho de vendas para o Dia das Crianças nos últimos cinco anos, com um aumento de 36% no faturamento consolidado do terceiro trimestre de 2024. A empresa informou que esse crescimento está relacionado ao período em que os produtos são encomendados para abastecer o varejo para a data comemorativa. Com esse resultado, a expectativa da empresa é fechar o ano com um aumento de mais de 15% em seus resultados.

O gerente comercial nacional da Kidy, Rafael Menezes, afirmou que, apesar dos desafios do mercado e da instabilidade econômica, a empresa sempre confiou em bons resultados. “Temos produtos acertados, como as linhas Surpresa, que inclui 14 brinquedos exclusivos, e Luz, com proteção contra água para as crianças brincarem sem preocupações”, destacou Menezes. Ele também ressaltou que o crescimento da Kidy em 2024 será três vezes maior do que a média projetada para o setor calçadista brasileiro, que é de cerca de 5%, segundo a Abicalçados.

Para 2025, a Kidy mantém uma perspectiva otimista, com planos de ampliar sua carteira de clientes em todo o Brasil. A empresa, que produz mais de 3,5 milhões de pares de calçados infantis por ano, tem fábricas em Birigui e Três Lagoas-MS, onde emprega cerca de 1,2 mil pessoas. Atualmente, 12% da produção é destinada à exportação, com os principais destinos sendo países da América Latina.

Foto: Kidy/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 377 Visualizações
Variedades

Produção de ovos no Brasil em 2024 será a maior da história

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

A produção de ovos no Brasil deve atingir um recorde histórico em 2024, com 56,9 bilhões de unidades, um aumento de 8,5% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A informação foi divulgada durante as comemorações do Dia Mundial do Ovo, celebrado nesta sexta-feira, 11 de outubro. O crescimento na produção acompanha o aumento no consumo da proteína, que deve alcançar o maior nível da história.

De acordo com Ricardo Santin, presidente da ABPA, cada brasileiro deverá consumir até 263 ovos ao longo deste ano, 21 unidades a mais do que em 2023. “Está mais competitivo produzir ovos em 2024. Os custos estão mais ajustados e o consumidor tem demandado mais o produto”, afirma Santin, destacando que o ovo se tornou uma proteína essencial para diversas classes e perfis de consumo.

O Brasil é o quinto maior produtor de ovos do mundo, e o consumo nacional está acima da média internacional, que é de 230 unidades por pessoa. O Dia Mundial do Ovo é comemorado em diversos países, e no Brasil as ações são coordenadas pelo Instituto Ovos Brasil.

Foto: Cottonbro Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 707 Visualizações
Business

Abicalçados revisa previsão de crescimento do setor calçadista para até 3,2%

Por Jonathan da Silva 09/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) revisou sua previsão de crescimento para o setor calçadista em 2024, com projeções de aumento entre 1,9% e 3,2% na produção, que deve alcançar entre 882 milhões e 893 milhões de pares. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9), durante o evento on-line “Análise de Cenários”, conduzido pela coordenadora de Inteligência de Mercado da entidade, Priscila Linck, e pelo doutor em economia Marcos Lélis.

Durante o evento, Lélis traçou um panorama econômico global e nacional. O economista mencionou que, apesar da recuperação econômica nos Estados Unidos, Japão e Europa, um mercado importante para o calçado brasileiro, a Argentina, enfrentou uma queda de 1,7% no segundo trimestre de 2024.  “Tratando do PIB brasileiro, crescemos 3,3% no segundo trimestre, número acima do esperado. O resultado foi impactado pela associação entre os aumentos do consumo das famílias e dos investimentos”, ressaltou Lélis, acrescentando que a demanda interna tem crescido mais do que o PIB.

Priscila destacou o impacto da concorrência internacional, especialmente da China, no mercado de exportações brasileiro. Segundo ela, entre janeiro e setembro de 2024, as exportações de calçados do Brasil caíram 21% em número de pares. Para 2025, a projeção é de uma estabilização das exportações, com variação de -1,9% a 0,2%. “O Brasil vem perdendo participação para os asiáticos no mercado internacional, principalmente para Vietnã, Indonésia e China”, comentou a coordenadora.

No mercado interno, que absorve mais de 85% das vendas do setor, a produção de calçados cresceu 4,4% até agosto de 2024, recuperando os níveis pré-pandemia de 2019. Para 2025, a Abicalçados projeta um crescimento entre 1,1% e 1,9%, com a produção entre 897 milhões e 904 milhões de pares, sendo mais de 89% destinados ao mercado interno.

O evento “Análise de Cenários” também foi realizado presencialmente em polos calçadistas como Franca, Jaú e Birigui, em São Paulo, e contou com o patrocínio do grupo FCC e apoio da ApexBrasil, MDIC, Sindifranca, Sindicalçados Jaú e Sinbi.

Principais dados e projeções do Análise de Cenários

  • Produção de calçados em pares (consolidada): +4,4% de janeiro a agosto no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Exportações de calçados em pares (consolidada): -21% de janeiro a setembro no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Consumo aparente em pares (consolidado): +9,4% de janeiro a setembro no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Produção de calçados 2024 em pares (projeção): Entre +1,9% e +3,2% (882 milhões de pares e 893 milhões de pares);
  • Produção de calçados 2025 em pares (projeção): Entre +1,1% e +1,9% (897 milhões de pares e 904 milhões de pares);
  • Exportações de calçados 2024 em pares (projeção): Entre -19,2% e -14,5% (95,6 milhões de pares e 101,2 milhões de pares);
  • Exportações de calçados 2025 em pares (projeção): Entre -1,9% e +0,2% (96,5 milhões de pares e 98,6 milhões de pares).
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2024 0 Comentários 605 Visualizações
Business

Desempenho da indústria gaúcha volta a cair em agosto

Por Jonathan da Silva 09/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria gaúcha registrou queda de 1,9% em agosto na comparação com julho, de acordo com o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta terça-feira (8). Segundo o presidente da entidade, Claudio Bier, o resultado reflete um movimento de acomodação após duas altas consecutivas, que sucederam a queda causada pelas enchentes de maio. No entanto, na comparação com agosto de 2023, o índice apresentou um crescimento de 1%, sendo a terceira alta anual registrada em 2024.

O resultado se explica por conta de um movimento de acomodação após as duas fortes altas consecutivas que sucederam a queda ocorrida com as enchentes de maio”, aponta Claudio Bier.

O IDI-RS é composto por seis indicadores, que apresentaram variações distintas no mês de agosto. O faturamento real recuou 5,2%, a utilização da capacidade instalada caiu 2,5 pontos percentuais e a massa salarial real teve uma retração de 0,5%. Por outro lado, as compras industriais cresceram 5,8%, as horas trabalhadas na produção aumentaram 0,6% e o emprego subiu 0,3%.

Na comparação anual, o IDI-RS cresceu 1% em agosto, mesmo com um dia útil a menos em relação ao mesmo mês de 2023. Esse resultado reduziu a queda acumulada no ano de 2%, registrada até julho, para 1,6% até agosto, em comparação com os primeiros oito meses de 2023.

De janeiro a agosto de 2024, a maioria dos indicadores permaneceu no campo negativo em relação ao mesmo período de 2023. As compras industriais caíram 5,7%, o faturamento real recuou 2,7%, as horas trabalhadas na produção diminuíram 1,9% e o emprego teve queda de 1,5%. Apenas a utilização da capacidade instalada e a massa salarial real registraram crescimento, com altas de 1,5 ponto percentual e 3,2%, respectivamente.

Entre os 16 segmentos analisados pela pesquisa, nove apresentaram queda na atividade industrial até agosto. Máquinas e equipamentos foi o setor com a maior retração, de 14%, seguido por Couros e calçados, que caiu 4%, e Alimentos, com queda de 1%. Por outro lado, Veículos automotores teve o melhor desempenho, com alta de 12,2%, seguido por Móveis, que cresceu 9%, e Metalurgia, com elevação de 13,2%.

A pesquisa completa está disponível no site do Observatório da Indústria da Fiergs, em observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2024 0 Comentários 419 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta aumento na produção e no emprego

Por Jonathan da Silva 03/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Sondagem Industrial de agosto realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) revelou aumentos na produção e no emprego industrial no estado, além de menor ociosidade e baixos níveis de estoques. Os dados da pesquisa foram divulgados nesta quinta-feira (3).

O índice de produção subiu de 53,5 pontos em julho para 55,9 pontos em agosto, indicando duas altas consecutivas, com a de agosto sendo mais intensa e disseminada do que a anterior. O resultado é considerado o melhor em dois anos e está acima da média histórica para o mês de agosto, que é de 53,7 pontos. Segundo a pesquisa, 34% das empresas consultadas relataram aumento de produção, 52,5% mantiveram a produção estável e 13,5% registraram queda.

Em relação ao emprego industrial, o índice aumentou de 50,5 pontos em julho para 53,3 pontos em agosto, marcando a maior elevação em 36 meses e ficando acima da média histórica de 49,8 pontos. Aproximadamente 20% das empresas indicaram crescimento no número de empregados, enquanto 7,1% relataram queda, e 73% mantiveram a quantidade de trabalhadores.

A utilização da capacidade instalada (UCI) também apresentou crescimento, subindo para 73%, três pontos percentuais acima de julho. Entretanto, os empresários consideram a UCI ainda abaixo do nível usual para agosto, com um índice de 46 pontos, o mais próximo do nível considerado normal desde outubro de 2022.

Os estoques de produtos finais cresceram em agosto, após três meses de queda, com um índice de evolução de 50,6 pontos. O índice que compara os estoques ao planejado atingiu 48,2 pontos, indicando que os estoques estão abaixo do que as empresas esperavam, pelo quarto mês consecutivo.

Os empresários gaúchos mostraram-se mais otimistas em relação aos próximos seis meses, com todos os índices de expectativas crescendo na pesquisa realizada entre 2 e 11 de setembro. O índice de demanda subiu de 56,1 para 56,6 pontos, enquanto o índice de intenção de investimento aumentou de 54,8 para 58 pontos, superando a média histórica de 51,5 pontos. Em setembro, 62,8% das empresas consultadas expressaram intenção de investir em máquinas, equipamentos, pesquisa e desenvolvimento.

A pesquisa consultou 156 empresas, sendo 37 pequenas, 52 médias e 67 grandes. A pesquisa completa está disponível no site da Fiergs, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/sondagem-industrial.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2024 0 Comentários 360 Visualizações
Business

“Invasão chinesa” preocupa setor calçadista brasileiro

Por Jonathan da Silva 03/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira encerrou agosto com saldo positivo de 12,4 mil novos postos de trabalho, totalizando 293 mil empregos no setor, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) baseados em registros do Ministério do Trabalho e Emprego. Apesar do crescimento de mais de 4% na produção até agosto, com 500 milhões de pares de calçados fabricados, o número de empregos ainda é 2,5% menor do que no mesmo período do ano passado. Além disso, uma “invasão chinesa” é vista com alarme pela entidade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirma que o crescimento da renda das famílias brasileiras impulsionou o mercado interno e contribuiu para a recuperação do setor. No entanto, Ferreira alertou para a ameaça representada pelo aumento das importações de calçados asiáticos, especialmente da China. Segundo ele, a prática de dumping, quando produtos são vendidos abaixo do preço de mercado, tem gerado concorrência desleal com a produção nacional. “Esses calçados entram no Brasil com valores subfaturados, o que prejudica a competitividade das empresas brasileiras”, pontua Ferreira.

Outro risco apontado pelo executivo é a possibilidade de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a China, o que poderia agravar a situação. “Seria uma tragédia se a China pudesse enviar seus produtos ao Brasil sem taxa de importação e sem a tarifa antidumping, que hoje é de US$ 10,22 por par. Isso colocaria em risco tanto os empregos quanto a própria existência da indústria calçadista brasileira”, conclui Ferreira.

Em termos regionais, o Rio Grande do Sul, principal empregador do setor, criou 1,6 mil empregos até agosto, somando 85,7 mil postos, uma redução de 4% em relação ao mesmo período de 2023. Já o Ceará foi o primeiro estado a recuperar as perdas de 2023, gerando mais de 3 mil postos até agosto e fechando o período com 68,3 mil empregos, um aumento de 0,7%. Na Bahia, foram criados mil postos até agosto, totalizando 40,8 mil empregos, uma queda de 4,8% em comparação com o ano anterior.

Empregos no setor por estado

  • Rio Grande do Sul: + 1,6 mil empregos entre janeiro e agosto / 85,8 mil empregos no total (-4% ante 2023)
  • Ceará: + 3 mil empregos entre janeiro e agosto / 68,3 mil empregos no total (+0,7% ante 2023)
  • Bahia: + 1 mil empregos entre janeiro e agosto / 40,8 mil empregos no total (-4,8% ante 2023)
  • São Paulo: + 4 mil empregos entre janeiro e agosto / 33,8 mil empregos no total (-0,8% ante 2023)
  • Brasil: + 12,4 mil empregos entre janeiro e agosto / 293 mil empregos no total (-2,5% ante 2023)
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2024 0 Comentários 484 Visualizações
Variedades

Evento Conexão Origem Sustentável terá palestras de cases de ESG

Por Jonathan da Silva 01/10/2024
Por Jonathan da Silva

O evento Conexão Origem Sustentável, organizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), terá palestras de grandes empresas sobre práticas de ESG. O encontro ocorrerá no dia 15 de outubro, no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara.

Entre os cases confirmados estão Tramontina, Suzano, C&A, Fruki e Mosaiclab. O evento contará com cinco palestras, um painel sobre o programa Origem Sustentável, que certifica práticas ESG na cadeia produtiva do calçado, e um coquetel de networking. O sócio-fundador do Mosaiclab, Ricardo Contrera, conduzirá a palestra “Panorama do ESG para o mercado e consumo”, onde apresentará como marcas e o varejo estão se posicionando em relação ao tema e trará insights sobre o consumidor.

A gerente de Sustentabilidade da Tramontina, Lizandra Rostellato Marin, apresentará a palestra “Liderança e ação para um futuro sustentável”, discutindo a história da marca em relação à sustentabilidade. A palestra “Compromisso sustentável” será conduzida por Fabíola Eggers, da Fruki, e Elias Neto, da Ecovalor, e abordará os desafios enfrentados na jornada de sustentabilidade da empresa.

A Suzano será representada por Francisco Martins Rollo, que apresentará “Sustentabilidade e cadeia de valor – desafios e oportunidades”, compartilhando lições aprendidas em sua jornada de sustentabilidade. A palestra da C&A, “Agilidade, modernização no mercado e monitoramento da cadeia de fornecedores”, será conduzida por Kelly M. Braz, que abordará a importância da agilidade em práticas sustentáveis.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, afirmou que o evento foi criado para ser um “ponto de encontro” para discutir práticas ESG na cadeia produtiva do calçado. Os ingressos são gratuitos para empresas certificadas ou em processo de certificação pelo Origem Sustentável, enquanto empresas associadas pagam R$ 75 e o público geral R$ 150. Mais informações e ingressos estão disponíveis no site do evento.

Programação

  • 13h30min – Credenciamento
  • 14h – Abertura oficial
  • 14h10min – Palestra Panorama do ESG para o mercado e consumo, com Mosaiclab | Ricardo Duarte Contrera
  • 14h50min – Palestra Tramontina: Liderança e Ação para um futuro sustentável | Lizandra Rostellato Marin
  • 15h30min – Palestra Fruki: Compromisso sustentável | Fabíola Eggers e Elias Neto
  • 16h10min – Palestra Suzano: Sustentabilidade e cadeia de valor – desafios e oportunidades | Francisco Rollo
  • 16h50min – Palestra C&A: Agilidade, modernização no mercado e monitoramento da cadeia de fornecedores | Kelly M. Braz
  • 17h30min – Painel Sustentabilidade como Diferencial Competitivo | com empresas certificadas nível Diamante pelo Origem Sustentável: Grendene (Carlos André Carvalho), Box Print (Marco Schmitt), Cipatex (William Marcelo Nicolau), Ambiente Verde (Alberto Luiz Wanner) e S2 Holding (Thomas Simon).
  • 18h10min – Coquetel de networking
    20h – Encerramento do evento
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2024 0 Comentários 410 Visualizações
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