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inadimplência

Business

Inadimplência no RS cresce em novembro, mas segue abaixo dos níveis pré-enchentes

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A inadimplência entre pessoas físicas e jurídicas no Rio Grande do Sul registrou alta em novembro de 2024 conforme o Indicador de Inadimplência da CDL Porto Alegre (CDL POA). Apesar do crescimento em relação a outubro, de 0,22% entre PFs e 0,19% em PJs, os índices permanecem abaixo dos níveis observados antes das enchentes que atingiram o estado em abril.

Entre as pessoas físicas, o estado soma um percentual de 31,89% de inadimplentes. O resultado é 0,72% inferior ao obtido no período pré-enchentes, em abril, quando o Rio Grande do Sul somava 32,61% de pessoas físicas inadimplentes. No total, são 2,7 milhões de CPFs negativados a nível estadual de acordo com dados do Equifax | Boa Vista. No caso das pessoas jurídicas, são 12,82% de PJs inadimplentes no estado, com um total de 181.667 CNPJs negativados no Rio Grande do Sul.

Os indicadores também consideraram a inadimplência em Porto Alegre, que atualmente é de 33,08% entre as pessoas físicas, um aumento de 0,09% em relação a outubro e baixa de 1,26% ante abril, e de 14,53% entre as pessoas jurídicas, elevação de 0,13% comparado ao mês anterior.

Dados de inadimplência entre pessoas físicas (PF)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 31,89%, um aumento de 0,22% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 33,08%, com alta de 0,09% no mesmo período
  • Comparação com abril: Os índices seguem abaixo dos níveis pré-enchente (32,61% no RS e 34,34% em Porto Alegre).
  • Número de negativados: 2,735 milhões de CPFs no RS e 355.583 em Porto Alegre, segundo dados da Equifax | Boa Vista e estimativas baseadas no Censo 2022 do IBGE

Dados de inadimplência entre pessoas jurídicas (PJ)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 12,82%, avanço de 0,19% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 14,53%, crescimento de 0,13% no mesmo período
  • Número de empresas negativadas: 181.667 CNPJs no RS e 32.929 em Porto Alegre, conforme levantamento da Equifax | Boa Vista e o Mapa das Empresas do Governo Federal

Análise econômica

O economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, explicou que a redução na inadimplência durante os meses críticos após a crise climática, entre maio e junho, foi impulsionada pela injeção de recursos emergenciais e contenção de gastos das famílias devido às limitações de mobilidade. “Com o dinheiro em circulação diminuindo e a normalização da mobilidade, os indicadores voltam a sofrer pressão para cima, mas ainda permanecem abaixo dos níveis de abril”, afirmou o economista.

No caso das empresas, Frank destacou o impacto do programa “Desenrola Pequenos Negócios”, que tem permitido a renegociação de dívidas de micro e pequenas empresas desde abril. Porém, fatores como a inflação ao produtor, que acumulou alta de 6,97% nos últimos 12 meses, e a desvalorização cambial têm pressionado os custos das empresas. “O aumento da inadimplência PJ no Rio Grande do Sul reflete uma natural acomodação após cinco meses consecutivos de quedas no indicador”, avaliou o representante da entidade.

O economista também apontou desafios relacionados à elevação da taxa básica de juros (Selic), projetada para terminar o ano em 14,25%. “O cenário econômico doméstico e externo conturbados reduzem o espaço para cortes nos juros no próximo ano”, concluiu Frank.

O indicador

O Indicador de Inadimplência CDL POA, criado pelo Núcleo Econômico da entidade, mede mensalmente a inadimplência de consumidores e empresas no estado e em Porto Alegre com base nos dados restritivos da Equifax | Boa Vista. O levantamento sobre pessoas físicas foi iniciado em fevereiro de 2022 e inclui restrições relacionadas a crédito, cheques, protestos e ações judiciais.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 290 Visualizações
Projetos especiais

Acist-SL integra campanha Super Feirão Zero Dívida para redução da inadimplência

Por Jonathan da Silva 26/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Tecnologia de São Leopoldo (Acist-SL), em parceria com a Rede de Entidades Parceiras da CDL Porto Alegre, está promovendo o Super Feirão Zero Dívida. A campanha, que acontece até o dia 30 de novembro, é totalmente digital e tem como objetivo ajudar consumidores inadimplentes a regularizar débitos com empresas de diversos setores em todo o Rio Grande do Sul.

Neste ano, mais de 4,5 mil empresas estão participando da ação, que busca diminuir o índice de inadimplência no estado, atualmente em 31,67%, conforme o Indicador de Inadimplência da CDL Porto Alegre. Esse percentual representa 2,7 milhões de pessoas negativadas no Rio Grande do Sul, de acordo com dados de outubro.

O presidente da CDL Porto Alegre, Irio Piva, destaca que a iniciativa beneficia tanto consumidores quanto empresas. “Para o consumidor, é uma oportunidade de recuperar seu poder aquisitivo e encerrar o ano sem dívidas. Para as empresas, significa melhorar o fluxo de caixa e resgatar clientes que haviam deixado de consumir seus produtos ou serviços devido à inadimplência”, afirmou Piva.

A campanha incentiva os consumidores a utilizarem receitas extras, como 13º salário e abonos de fim de ano, para quitar dívidas e começar 2025 em uma situação financeira mais estável.

Como participar

Os interessados devem acessar o site do Super Feirão Zero Dívida e utilizar o assistente virtual “Renê”. Por meio de um chat, será possível consultar o CPF, identificar débitos pendentes e negociar diretamente com as empresas credoras.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2024 0 Comentários 354 Visualizações
Business

Inadimplência entre MEIs em Dois Irmãos atinge menor índice desde 2021

Por Jonathan da Silva 21/11/2024
Por Jonathan da Silva

A taxa de inadimplência dos Microempreendedores Individuais (MEIs) em Dois Irmãos registrou a menor marca desde 2021, conforme relatório mais recente da Receita Federal. Dos 2.951 MEIs cadastrados no município em setembro, 2.481 quitaram a guia mensal de outubro, resultando em uma inadimplência de 15,93%. O índice representa uma queda significativa em comparação a períodos anteriores, como janeiro de 2023, quando a taxa chegou a 32,80%.

De acordo com o chefe do Departamento de Indústria e Comércio de Dois Irmãos, Mauro Hahn, a diminuição na inadimplência está associada ao Programa MEI Legal, lançado em maio. “Desde o início do programa, já é a segunda vez que a inadimplência fica abaixo de 20%. Todo mês é um novo desafio e o objetivo é fazer com que a inadimplência diminua mais ainda, mesmo com o crescente número de MEIs”, afirmou Hahn.

Entre as ações promovidas pelo programa está o envio de guias de pagamento. O atendente da Sala do Empreendedor, Anderson Ismael Muller, destacou a importância dessa iniciativa. “Desde o começo do programa, já geramos mais de 700 guias de pagamento para regularizar as pendências do MEI. Além dos empreendedores ficarem em dia com a Receita Federal, deixam de pagar multas e juros”, explicou Muller.

Apoio ao microempreendedor

Os MEIs que desejam regularizar sua situação ou consultar informações tributárias podem procurar a Sala do Empreendedor de Dois Irmãos. O atendimento é realizado pelo telefone ou WhatsApp (51) 3564-8827. A Sala também auxilia no encaminhamento para escritórios de contabilidade, contribuindo para que os empreendedores mantenham suas obrigações em dia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2024 0 Comentários 230 Visualizações
Variedades

Impacto das apostas on-line preocupa varejo e aumenta inadimplência no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

O crescimento das apostas on-line, conhecidas como “bets”, tem gerado preocupações no setor varejista do Rio Grande do Sul, afetando o volume de vendas e aumentando os índices de inadimplência. A Federação Gaúcha do Varejo e outras entidades ligadas ao comércio discutem o tema e buscam pressionar o governo federal pela regulamentação e tributação das apostas virtuais, visando mitigar os impactos na economia familiar.

O economista-chefe da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA), Oscar Frank, destaca que 24 milhões de brasileiros participam dessas apostas, movimentando valores via Pix entre janeiro e agosto de 2024. Frank ressalta que, desse total, 8,9 milhões de participantes do Bolsa Família movimentaram mais de R$ 10,5 bilhões, o que começa a influenciar a inadimplência. “Esse contingente começa a impactar nos níveis de inadimplência do país”, afirma o economista.

Outro fator citado pelo Banco Central (BC) é o impacto da inadimplência no custo do crédito. Segundo Frank, 22% do custo do crédito se refere a financiamentos e operações afetados pelo não pagamento de dívidas em atraso. “Quanto maior a inadimplência, maiores as taxas de juros como um todo, prejudicando a contratação de crédito para investimentos e para o financiamento das famílias”, aponta o especialista da CDL-POA.

O presidente da Federação da Associação Gaúcha do Varejo (FAGV), Vilson Nailor Noer, explica que as apostas em jogos têm gerado prejuízos financeiros e problemas de saúde pública, dado o risco de vício. Ele também observa efeitos negativos no ambiente laboral: “Ao invés de realizar vendas, os vendedores começam a usar o telefone para apostar, causando desorganização no ambiente de trabalho”, avalia Noer.

No Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP), o tema é discutido regularmente entre diretores e associados. Segundo o presidente da entidade, Mauro Spode, os impactos econômicos e sociais das apostas afetam o desempenho do comércio na região. “Embora Santa Cruz do Sul tenha um dos menores índices de inadimplência do Estado, o custo do crédito, que reflete a inadimplência, já é sentido por aqui”, comenta Spode. O Sindilojas-VRP apoia a regulamentação nacional das apostas on-line e defende maior divulgação de informações para consumidores. “Não somos contra os jogos, mas é preciso que o governo regulamente essa atividade”, afirma Spode.

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê que as apostas on-line causem um prejuízo anual de R$ 117 bilhões ao comércio nacional. Segundo a CNC, o valor movimentado em apostas no Brasil deve ultrapassar R$ 150 bilhões até o fim de 2024.

Para ajudar a controlar o problema, o Sindilojas-VRP incentiva empresários a abordarem o tema com suas equipes, promovendo conscientização sobre os riscos das apostas. “Mais do que uma questão econômica, o vício em apostas é um problema social que demanda atenção de toda a sociedade”, salienta Spode, relatando que algumas empresas já enfrentam dificuldades com colaboradores impactados pelo vício.

No próximo dia 11 de novembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) discutirá a regulamentação das apostas on-line em uma audiência pública em Brasília. A Federação da Associação Gaúcha do Varejo (FAGV) participará do encontro, defendendo medidas de comunicação para alertar os apostadores sobre os riscos e propondo a tributação das apostas. “Não somos contra essas empresas, mas é importante que o setor de saúde pública receba parte dos impostos de atividades que causam impactos na sociedade”, conclui Noer.

Foto: Master1305/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 389 Visualizações
Cidades

Inadimplência em Santa Cruz inicia semestre repetindo índice de 2023

Por Marina Klein Telles 20/08/2024
Por Marina Klein Telles

O segundo semestre de 2024 iniciou com um índice de inadimplência praticamente igual ao medido no mesmo período do ano passado. Segundo o relatório da Equifax Boa Vista, birô de crédito utilizado pelo Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP), o percentual medido no último mês de julho foi de 28,6%. No mesmo período do ano passado, o percentual foi de 28,2%. Segundo economista, recursos aportados para o socorro das famílias atingidas pelas enchentes associados à cultura local de manutenção do crédito podem ser os elementos que colaboram com a manutenção do índice abaixo das médias estadual e nacional.

Para o economista-chefe da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA), Oscar Frank, em nível estadual, uma soma de fatores colaborou com a segurada nos índices de inadimplência. De acordo com ele, houve redução da entrada de informações restritivas nos cadastros estaduais. De outro, as políticas de apoio do poder público, embora insuficientes frente aos danos causados pela tragédia climática, ajudaram a antecipar pagamentos e benefícios, além de injetar novos recursos: “Nesse sentido, acreditamos que parte da liquidez dos programas governamentais, provenientes de diferentes esferas, foi direcionada para a renegociação de dívidas em atraso”, pondera.

Repetindo o desempenho positivo do município, Santa Cruz do Sul mantém-se abaixo dos percentuais estadual, medido em julho em 31,07% e no Brasil, 31,6%. Para o economista, a tradição de manutenção de crédito local, somada a outros fatores – como até mesmo a continuidade da safra do tabaco na indústria local – podem colaborar com o desempenho positivo. “Cada caso é um caso, mas são vários aspectos da parte econômica e até mesmo da cultura de um determinado município”, ressalta Frank.

Para o presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, o percentual favorável à economia local demonstra a preocupação do consumidor com seu cadastro de crédito, associado à condição econômica das famílias. “Esta avaliação demonstra que seguimos uma tendência de estabilidade na inadimplência e mesmo com todo o efeito negativo das enchentes e os prejuízos causados às famílias, no município, pelo menos ao que se refere à inadimplência, a tragédia do clima parece ter sido superada”, avalia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2024 0 Comentários 477 Visualizações
Variedades

PEIC-RS de julho aponta que 91,2% das famílias gaúchas estão endividadas

Por Jonathan da Silva 13/08/2024
Por Jonathan da Silva

91,2% das famílias do Rio Grande do Sul estão endividadas segundo a edição de julho da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias (PEIC-RS), da CNC. Os dados foram coletados nos dez últimos  dias do mês de junho, em Porto Alegre, e divulgados pela Fecomércio-RS. Pela primeira vez no ano, o percentual de endividados ultrapassou a marca dos 90%. A estatística foi maior que o da edição anterior (89,2%), mas inferior aos 96,3% de julho de 2023.

Pelo segundo mês consecutivo, houve aumento no percentual de famílias endividadas pelo levantamento da PEIC. O quadro da geral da pesquisa, antes da tragédia, esboçava uma trajetória de reação, em linha com o bom desempenho do mercado de trabalho, estabilidade inflacionária e alívio nas taxas de juros. No entanto, os dados de julho consolidam uma mudança de trajetória.

O percentual da renda comprometida com dívidas aumentou de 24,6% em junho para 28% no mês passado. Dentre os endividados, os que se dizem “muito endividados” atingiram 28,1%, percentual maior do que os 24,9% do levantamento anterior. Aumentaram também o percentual de pessoas com dívidas vinculadas ao cartão de crédito (64%) e com carnês (37,1%). O tempo de comprometimento com dívidas, por sua vez, também se elevou, alcançando 6,5 meses, acima dos 6,2 meses da edição anterior.

Vamos ter que acompanhar os dados das próximas divulgações com bastante atenção. A piora do quadro já era esperada. Para muitos, neste momento, endividar-se é a única alternativa e o pagamento de contas passadas perde na disputa com outras prioridades. No entanto, é importante que, independentemente da motivação, o endividamento seja feito de forma consciente para que não estrangule o consumo futuro nem vire inadimplência.”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O percentual de famílias com contas em atraso foi de 38% e registrou aumento em relação ao mês anterior, que havia somado 34,2%. Com isso, o percentual de contas em atraso voltou a crescer após 8 quedas consecutivas. O tempo de atraso no pagamento de dívidas vencidas foi de 31,8 dias e também teve alta na margem diante dos 30,9 dias em junho. Já o percentual de famílias que não terão condições de quitar nenhuma parte das dívidas em atraso nos próximos 30 dias atingiu 3,3%, na segunda alta na margem consecutiva. Desde outubro de 2021, o indicador não alcançava a casa dos 3%. Contudo, a manutenção desse indicador em patamares baixos é considerada importante para a redução dos riscos relacionados à persistência da inadimplência no mercado de crédito, fundamental na dinâmica do varejo.

A pesquisa completa pode ser acessada em drive.google.com/file/d/1kl2OJl7358Whbxz3zBkev08Pk7JVBsfp/view?usp=sharing.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2024 0 Comentários 359 Visualizações
Variedades

Fecomércio-RS divulga resultados da edição de jan/24 da PEIC-RS

Por Marina Klein Telles 19/02/2024
Por Marina Klein Telles

A edição de janeiro de 2024 da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias (PEIC-RS), realizada nos últimos 10 dias de dezembro revelou que o percentual de famílias com dívidas na capital gaúcha foi de 89,0%, com pequena variação ante dezembro de 2023 (88,7%). O percentual de famílias com contas em atraso foi de 39,1% e apenas 2,4% relatam não ter condições de pagar qualquer parte da dívida atrasada em 30 dias. A PEIC-RS é realizada pela CNC e a análise e divulgação foi feita pela Fecomércio-RS em 16 de fevereiro.

Para o indicador do percentual de famílias com contas em atraso, os dados mostraram pequeno recuo na margem, passando de 39,5% em dez/23 para 39,1% em jan/24. Ante janeiro do ano passado (36,4%), no entanto, o indicador segue em patamar elevado, indicando que as dificuldades em pagar as contas em dia persistem. Ainda assim, a evolução recente do indicador, com a terceira variação negativa consecutiva, assim como a nova redução na margem no total de famílias que se sentem muito endividadas (27,8% para 26,3%) e a queda no tempo médio de atraso (34,7 dias para 33,5 dias) indicam um quadro que apesar de difícil, tem mostrado evolução positiva.

Em relação ao percentual de famílias que não conseguem quitar nenhuma parte de suas dívidas nos próximos 30 dias (2,4%), também se verificou pequena contração ante os 2,6% do mês anterior – primeiro recuo na margem em oito meses. Apesar de mais elevado que em jan/23 (2,1%), a média histórica baixa do indicador esboça um quadro de poucas famílias em situação de persistência da inadimplência e esforço para pagar as contas atrasadas e, assim, manter o acesso ao crédito. Além disso, a pesquisa também destaca o percentual maior de famílias que relatam ter condições de pagar a totalidade das contas atrasadas em 30 dias, com avanço na margem, de 51,0% para 52,0%, e também em relação a jan/23 (40,7%). “Ainda que persista uma situação delicada no quadro de endividamento das famílias, um cenário macroeconômico com continuidade da queda dos juros, inflação comportada e sustentação da renda abre espaço para uma dinâmica de crédito menos nociva aos orçamentos familiares.” comentou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS.

Para conferir o material completo, clique aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/02/2024 0 Comentários 458 Visualizações
Ensino

Feevale orienta sobre finanças e gestão financeira

Por Marina Klein Telles 10/11/2023
Por Marina Klein Telles

A edição de setembro da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias (PEIC-RS), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS)*, demonstrou que 96,3% das famílias estão endividadas. Entre as famílias com renda de até 10 salários-mínimos, o percentual de endividados atingiu 97,9%, o pico da série para essa faixa de renda. Já o percentual de famílias com contas em atraso atingiu 41,2% – em agosto, era de 39,7% e em setembro de 2022, de 37,8%. Esse indicador segue bastante elevado e é um sinal de alerta para riscos de inadimplência.

Para auxiliar pessoas físicas que necessitam de orientações sobre finanças pessoais, bem como organizações de pequeno porte e empreendedores individuais (MEI) da região que precisam de apoio nas áreas contábil, fiscal e financeira, a Universidade Feevale disponibiliza atendimentos gratuitos por meio do projeto social Sustentabilidade Econômica e Financeira. As orientações podem ser individuais ou para as empresas, online ou presenciais, e devem ser marcadas pelo e-mail projetosustentabilidade@feevale.br. Os atendimentos presenciais acontecem na sala 105 do prédio Azul, no Câmpus II da Feevale, em Novo Hamburgo (ERS-239, 2755).

Cartilha auxilia no planejamento familiar

A fim de disseminar conhecimentos básicos sobre finanças pessoais, o projeto social Sustentabilidade Econômica e Financeira desenvolveu uma cartilha sobre o assunto. Com uma linguagem simples e exemplos práticos, o documento foi criado por professores e acadêmicos dos cursos de Ciências Contábeis e Gestão Financeira da Instituição.

A publicação reúne informações básicas sobre controle e planejamento e auxilia o leitor a identificar o seu perfil financeiro. Além disso, o material conta com planilhas e tabelas que podem ser utilizadas na hora da organização das finanças. A cartilha está disponível, de forma gratuita, no link feev.as/cartilha-financas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2023 0 Comentários 450 Visualizações
Variedades

Inadimplência tem nova alta em setembro

Por Marina Klein Telles 23/10/2023
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS divulgou a edição de setembro de 2023 da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias (PEIC-RS). O percentual de famílias endividadas corresponde a 96,3% do total de famílias da amostra. No mês anterior, esse percentual atingiu o máximo da série histórica (96,6%) e, na comparação com setembro de 2022, houve alta (94,1%). Entre as famílias com renda de até 10 salários mínimos (s.m.), o percentual de endividados atingiu 97,9%, o pico da série para essa faixa de renda. Entre as famílias com renda com mais de 10 s.m., houve queda do percentual de endividados que passaram de 92,5% para 89,7% de agosto de 2023 para setembro de 2023.

Ainda que o percentual de endividados seja bastante elevado, o percentual daqueles que se consideram “muito endividados” caiu em comparação ao mês anterior, indo de 29,2% para 27,5%. Contudo, comparado a setembro de 2022 (17,7%) é ainda bastante elevado. Por outro lado, a parcela da renda comprometida com o pagamento de dívidas passou de 26,4% em agosto de 2023 para 27% setembro de 2023. Em setembro de 2022 era de 21,9%. O tempo de comprometimento com dívidas, porém, se reduziu na comparação mensal e interanual, atingindo 6,6 meses. O menor prolongamento das dívidas pode se refletir num comprometimento maior da renda com o pagamento dessas dívidas.

O percentual de famílias com contas em atraso atingiu 41,2%. Em agosto de 2023, era de 39,7% e, em setembro de 2022, de 37,8%. Esse indicador segue bastante elevado e é um sinal de alerta para riscos de inadimplência. Ainda que o contexto econômico atual tenha apresentado melhora em algumas variáveis importantes, as famílias continuam com muitas dificuldades para pagar suas contas em dia. “Nos últimos meses, o mercado de trabalho melhorou, a inflação se comportou de forma mais benigna e os juros começaram a cair. Mas ainda não vemos isso se refletir nos números. Estamos ainda vivendo o rebote de um tempo em que o crédito se expandiu muito na economia brasileira, financiando as famílias que viam seus orçamentos estrangulados pela inflação. Até a situação se normalizar, o varejo e os serviços voltados às famílias não vão conseguir capturar plenamente os efeitos da melhora da conjuntura”, comentou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS. O tempo de pagamento com atraso foi de 36,4 dias, ficando estável na comparação com o mês anterior e apresentando redução interanual (39,8 dias).

Por fim, o percentual de famílias que não terão condições de quitar nenhuma parte de suas dívidas em atraso em 30 dias foi de 2,6%. Esse percentual, apesar de baixo, aumentou pelo segundo mês consecutivo, ficando praticamente estável na comparação com o ano anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2023 0 Comentários 427 Visualizações
Cidades

Índice de inadimplência cai para 27,68% em Santa Cruz

Por Marcel Vogt 15/08/2023
Por Marcel Vogt

O primeiro mês do segundo semestre iniciou com uma discreta recuperação do crédito e redução no percentual de inadimplência em Santa Cruz do Sul. De acordo com dados do Boa Vista Serviços, birô de crédito utilizado pelo Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), o total de inadimplência do município saiu de 28,3% em junho para 27,6% em julho. A redução na taxa básica de juros e a adesão do consumidor com dívidas ao programa “Desenrola Brasil” são apontados como elementos que colaboraram com esta queda.

Para a coordenadora do SCPC do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP), Gicele Fernandes Arruda, o movimento positivo é reflexo das condições da economia no município. “Tivemos a entrada do programa Desenrola Brasil, que em nível nacional vem repercutindo de forma positiva, na recuperação do crédito. Isso mostra que de forma local, os consumidores endividados podem ter aderido ao programa”, aponta.

Gicele destaca ainda a queda da taxa básica de juros, que em todo o país elevou em 1,8% o consumo, na comparação com o mesmo período de 2022, como outro fator favorável para o varejo local. “Ainda no que se refere ao percentual de inadimplência, seguimos abaixo do resultado estadual, que em julho tinha 30,8% dos consumidores endividados. Estamos mais baixos que o percentual nacional, que registrou no mês passado, 30,6% da população endividada”, compara a coordenadora.

Para o presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, o cenário pode, inclusive, impactar de forma positiva nas vendas do comércio para o Dia dos Pais, comemorado no último domingo, 13 de agosto. “Ainda não tivemos acesso aos levantamentos, mas sempre que há uma movimentação positiva, seja ela na redução de juros ou na recuperação do crédito, o varejo percebe, quase que de forma imediata, este impacto.”

Segundo Spode, o Dia dos Pais é a primeira data importante do calendário do segundo semestre do varejo. Embora não impacte em todos os ramos do comércio, a venda deste período é o pontapé inicial para fechar o ano em alta com o Natal. “Se estes fatores continuarem com este bom desempenho e a confiança do consumidor seguir esta tendência, poderemos fechar o segundo semestre com um bom desempenho no comércio”, projeta o presidente do Sindilojas-VRP.

Fusão internacional

A Boa Vista Serviços – birô de crédito utilizado pelo SCPC local – ganhou um reforço internacional em julho. A empresa foi incorporada à norte-americana Equifax, considerada um dos maiores bancos de dados e birôs de crédito do mundo.

Esta fusão internacional qualificará ainda mais o serviço de orientação ao lojista, oferecido por meio da Boa Vista Serviços, da qual o Sindilojas-VRP é parceiro desde 2011. “Este birô de crédito não é utilizado apenas para validar o cadastro positivo de um consumidor. O banco de dados serve como análise para várias ações do lojista. A entrada da Equifax do Brasil deixa tudo ainda mais preciso e seguro”, pontua a coordenadora do SCPC em Santa Cruz do Sul, Gicele Fernandes Arruda.

Foto: Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2023 0 Comentários 462 Visualizações
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