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Hospital Moinhos de Vento

Saúde

Hospital Moinhos de Vento coordena estudo de efetividade da vacina ComiRNAty

Por Ester Ellwanger 10/10/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Moinhos de Vento e a Pfizer Brasil, em parceria com o Programa Nacional de Imunização, a Universidade Federal do Paraná e a Secretaria de Saúde de Toledo, realizam um estudo que avaliará a efetividade da vacina ComiRNAty contra a Covid-19, em Toledo, no estado do Paraná.

A pesquisa observacional tem como objetivo avaliar a efetividade do imunizante em um cenário de vida real no Brasil. Serão analisados os impactos da vacina em prevenção de casos sintomáticos, reinfecção, internações, mortes, efeitos adversos, além de Long Covid e consequências em longo prazo atribuídas ao coronavírus.

A coordenação do estudo será realizada por uma equipe do Instituto de Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre. O pesquisador principal e médico intensivista Regis Goulart Rosa explica que deverão ser recrutados cerca de 4.500 voluntários, dos quais aproximadamente 1.500 serão acompanhados durante um ano.
“Um dos nossos objetivos é avaliar o impacto da vacinação em massa para Covid-19 com a ComiRNAty em desfechos relevantes e em um contexto de alta prevalência de variantes preocupantes de SARS-CoV-2, como é o caso das variantes Gamma (P.1) e Delta. A pesquisa deve nos ajudar a entender a efetividade da vacinação para Covid -19 em nosso meio, contribuindo para o desenvolvimento de políticas de imunização baseadas em evidências locais e de alta qualidade”, salienta Regis.

O estudo

Todas as pessoas com 12 anos de idade ou mais que procurarem os serviços de saúde com sintomas suspeitos de Covid -19 serão convidadas a ingressar no estudo. Os pesquisadores classificarão os voluntários entre os que testarem positivo para a infecção (grupo casos) e os negativos (grupo controle). “Informações quanto ao estado vacinal destes participantes permitirão a avaliação da efetividade e segurança da vacina em curto, médio e longo prazo”, pontua Regis.

As vacinas da Pfizer serão fornecidas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) à secretaria municipal de Saúde de Toledo e oferecidas a toda população acima de 12 anos de idade que ainda não tenham recebido outro imunizante. O Município ficará com a responsabilidade de vacinar seus habitantes e fazer a manutenção do sistema de vigilância. A escolha da cidade se baseou em critérios como região geográfica favorável, epidemiologia demonstrando estabilidade do número de casos e circulação de variantes, estrutura física para realizar a vacinação e capacidade do sistema de vigilância estabelecido na cidade.

“Além disso, o potencial de estimular a parceria científica local também foi levado em consideração, o que foi possível por meio da colaboração da Universidade Federal do Paraná (Campus Toledo), que será responsável pela realização da análise genômica das amostras positivas coletadas ao longo do projeto”, explica Júlia Spinardi, líder médica da área de vacinas da Pfizer Brasil. “É um orgulho a UFPR participar de mais essa iniciativa e reforça nossa vocação em favor da ciência e da saúde pública”, completa Ricardo Marcelo Fonseca, reitor da universidade.

Estudos que avaliam a utilização da vacina em vida real vem sendo feito em todo mundo e são fundamentais para o entendimento das estratégias vacinais e medidas de controle da pandemia. “Nos sentimos honradas em poder colaborar com esse projeto e temos certeza que as análises realizadas trarão benefícios a toda a população brasileira”, complementa Júlia.

Os dados coletados serão avaliados pelos pesquisadores e possíveis pontos de melhoria na atenção de saúde da cidade poderão ser discutidos com os gestores locais quase em tempo real.

Para o prefeito Beto Lunitti, Toledo é exemplo em relação ao cumprimento do Programa Nacional de Imunização (PNI) durante toda a campanha de vacinação contra a Covid-19. Essa boa condução rendeu a participação no estudo da Pfizer sobre o comportamento em uma população totalmente vacinada. “Não é sorte. É trabalho, dedicação e respeito àquilo que foi determinado pelos órgãos que estão à frente da vacinação. Estamos felizes em participar deste estudo observacional e colaborar. A melhor vacina é aquela que está no braço e Toledo está aberto à ciência”, afirmou.

Eficácia X Efetividade

O estudo irá avaliar a efetividade da vacina, algo que só é possível num cenário de vida real, com todas as adversidades. Nestes casos, a resposta à uma substância, no caso o imunizante, é observada num grupo heterogêneo de pessoas, com as mais diversas condições de saúde, idade, etc. Ou seja, a pesquisa vai dizer o quanto a vacina é efetiva e como foi a resposta imune dos voluntários recrutados numa perspectiva realista.
A iniciativa é diferente dos testes clínicos de eficácia. Estudos deste tipo são realizados num ambiente controlado e o que se busca é avaliar os efeitos da vacina contra a doença. A ComiRNAty já se mostrou 95% eficaz contra a Covid -19 nestas pesquisas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

10/10/2021 0 Comentários 556 Visualizações
Saúde

Faculdade Moinhos de Vento realiza simpósio sobre colonoscopia terapêutica

Por Ester Ellwanger 09/10/2021
Por Ester Ellwanger

De acordo com estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil deve registrar 625 mil novos casos de câncer ao ano no triênio 2020-2022. Cerca de 41 mil brasileiros serão diagnosticados com tumores colorretais. No entanto, o segundo tipo mais comum de câncer, tanto em homens como em mulheres — depois de próstata e de mama, respectivamente —, é também um dos mais fáceis de se prevenir.

Um dos principais mecanismos para a prevenção e diagnóstico da doença é a colonoscopia. O exame captura imagens em tempo real do intestino grosso e da porção final do intestino delgado, rastreia tumores, permite identificar pólipos e, agora, também é um procedimento para a retirada dessas lesões. Os pólipos são provocados pelo crescimento desordenado das células do tecido do órgão e, se não tratados, podem evoluir para um tumor.


“Em muitos casos, com a colonoscopia terapêutica avançada, não necessitamos de cirurgias mais complexas para a remoção de pólipos ou lesões restritas à mucosa do intestino. Estamos observando inúmeros benefícios como a não necessidade de internação e do uso da anestesia geral”, explica a chefe do Serviço de Coloproctologia do Hospital Moinhos de Vento, Heloisa Guedes Mussnich. Ela acrescenta que o avanço, além de permitir procedimentos menos invasivos, reduz o risco de infecções.

Para discutir essas transformações no modo de tratar o câncer colorretal, a Faculdade de Ciências da Saúde do Hospital Moinhos de Vento promove o II Simpósio de Colonoscopia Terapêutica. O evento online e gratuito acontece no sábado, 16 de outubro, integra o projeto Moinhos Science Symposium e terá a coordenação do médico coloproctologista da instituição Rafael Castilho Pinto.

A transmissão ao vivo pode ser acompanhada pelo canal da Faculdade Moinhos no Youtube, das 8h30 às 11h15. Os interessados devem se inscrever no site do hospital.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2021 0 Comentários 699 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento celebra 94 anos com exposição

Por Ester Ellwanger 05/10/2021
Por Ester Ellwanger

Há 94 anos ninguém imaginava que seria possível prever doenças, que cirurgias poderiam ser feitas por robôs operados à distância por especialistas ou que pacientes consultariam com seus médicos de onde estivessem, por videochamadas. Em menos de um século, a medicina e a assistência evoluíram, diversas novas especialidades e profissões surgiram e outras precisaram se reinventar.

O Hospital Moinhos de Vento, no seu aniversário, faz uma homenagem aos seus profissionais para mostrar o quanto cada um deles é importante para o desenvolvimento e crescimento da instituição. A exposição “94 anos Hospital Moinhos – Juntos, movemos essa história!” apresenta ao visitante o papel que as diferentes carreiras cumprem no propósito de cuidar de vidas.

O Superintendente executivo, Mohamed Parrini, destaca que, no contexto de pandemia, o mundo passou a valorizar ainda mais os profissionais da saúde. “As equipes da linha de frente foram diretamente atingidas. Trabalharam muito para garantir a vida e o bem-estar dos nossos pacientes. O funcionamento de um hospital depende de uma série de profissionais que nem sempre estão no centro das atenções, mas que executam atividades que colaboram de maneira significativa. Assim, oferecemos um atendimento ágil e de qualidade, permitindo que os nossos pacientes tenham a melhor experiência e os melhores desfechos clínicos”, pontua.

A exposição

Inaugurada na manhã desta segunda-feira, 4 de outubro, a exposição é uma viagem no tempo e faz uma homenagem à história de todos os profissionais que atuam no hospital. O resgate da evolução do quadro de funcionários começa com as primeiras equipes, que eram coordenadas pelas Schwestern, e revela como cada atividade era desenvolvida pelas irmãs diaconisas. Com o crescimento da instituição, foram surgindo novas profissões e novos postos de trabalho. Um acervo relacionado ao atendimento de pacientes e a trajetória dos colaboradores, junto com a exibição de um vídeo com informações complementares, está à mostra no bloco C, próximo ao Convívio Médico.

Do outro lado da passarela, no 8º andar do bloco B, uma estrutura com duas telas interativas convida os visitantes a registrarem o momento para postagem nas redes sociais. As fotos serão exibidas em looping na tela seguinte. “Nosso objetivo é fazer uma homenagem a cada colaborador, mostrando que seu trabalho é essencial, seja na linha de frente, seja nas áreas de apoio. Todos nessa instituição estão extremamente engajados na missão de cuidar de vidas”, acrescenta Mohamed.

Além desses espaços, o conteúdo da exposição poderá ser acessado no site do Hospital Moinhos de Vento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2021 0 Comentários 951 Visualizações
médicos residentes
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza 1º Simpósio de Cirurgia Robótica Colorretal

Por Stephany Foscarini 27/09/2021
Por Stephany Foscarini

Muitas vezes formados a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso, os tumores intestinais atingiram quase 41 mil pessoas no Brasil em 2020, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Nos últimos anos, com inovações que revolucionaram o modo de tratar os pacientes, a medicina desenvolveu um aliado no combate à doença: a cirurgia robótica. A técnica, que por meio de um console que oferece instrumentos multiarticulados com grande mobilidade de rotação, possibilita que o cirurgião faça movimentos complexos e alcance regiões de difícil acesso.

Referência em cirurgia robótica, com mais de 200 procedimentos realizados em 2020 — sendo 179 urológicas —, o Hospital Moinhos de Vento está ampliando a formação e o acesso à técnica em diversas especialidades. Nos dias 1º e 2 de outubro, a Faculdade de Ciências da Saúde realiza o primeiro Simpósio sobre a técnica na área da cirurgia colorretal.

Composto de 5 módulos — introdutório, câncer de cólon direito, câncer de cólon esquerdo, câncer de reto e cirurgia robótica colorretal avançada —, o evento terá a participação de cinco especialistas internacionais e reunirá as dez principais referências médicas nacionais na área. Junto com médicos do Serviço de Coloproctologia do Hospital Moinhos de Vento, eles irão abordar as práticas, tendências e indicações da técnica.

A programação, que é voltada para profissionais da saúde em geral, inicia às 19h na sexta-feira (1º) e às 9h no sábado (2). Todos os painéis e discussões serão transmitidos ao vivo pelo canal no Youtube. As inscrições podem ser feitas no site do hospital.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2021 0 Comentários 507 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento recruta pacientes com histórico de AVC

Por Ester Ellwanger 18/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Moinhos de Vento está recrutando pacientes com histórico de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico que sejam maiores de 18 anos, tenham pressão alta e não possuam doenças relacionadas ao rim e ao fígado. Os voluntários irão participar de uma pesquisa internacional, considerada um dos maiores estudos de prevenção secundária do AVC deste tipo no mundo, com o objetivo de fornecer evidências do impacto do tratamento em nível global. A estimativa é que sejam recrutadas 1,5 mil pessoas, sendo 150 brasileiros, em 11 centros de diversas regiões do país.

O projeto Trident — sigla em inglês para Estudo da Terapia Tripla para Prevenção de Eventos Recorrentes de Doença Cerebral Intraparenquimatosa — investiga a combinação de medicamentos anti-hipertensivos em uma única pílula para a diminuição da recorrência da doença, uma das formas mais graves e responsável por 10% das reincidências de AVC do mundo. De acordo com a investigadora principal do estudo e chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento, Sheila Martins, os resultados poderão contribuir para a introdução de uma medicação anti-hipertensiva de baixo custo no SUS, além de ter possibilidade de manufatura em laboratórios públicos.

O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento.”

“O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento. Essa medicação é capaz de reduzir efetivamente a pressão arterial com a intenção de prevenir novos eventos, como AVC isquêmico e hemorrágico, doenças do coração e, consequentemente, a taxa de mortalidade”, afirma.

O estudo

No Brasil, a iniciativa acontece em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sus (PROADI-SUS), e com a Rede AVC Brasil. A pesquisa de nível internacional é coordenada pelo The George Institute for Global Health e estima incluir 1,5 mil pacientes até o final de 2023.

A participação brasileira é considerada fundamental para garantir a representatividade da sua população. “Nosso país tem uma amostra étnica muito ampla, garantindo características genéticas muito diversas, e com um sistema de saúde universal. Temos uma rede de pesquisa nacional muito forte na área de AVC com pessoas interessadas em mudar e qualificar o atendimento a estes casos”, ressalta a neurologista vascular do Hospital Moinhos de Vento e líder do Projeto Trident no Brasil, Ana Cláudia de Souza.

De acordo com a médica, além de contribuir internacionalmente com a pesquisa científica, o projeto é uma oportunidade de incluir no rol de medicamentos oferecidos pelo SUS uma nova opção, de baixo custo, eficaz e de dose diária única, eliminando a dificuldade dos pacientes de tomar vários remédios ao longo do dia.

O estudo teve início em 2017 e, além do Brasil, é executado na Austrália, China, Inglaterra, Taiwan, Malásia, Singapura, Sri Lanka, Holanda e Suécia.

O AVC

O AVC é uma alteração súbita da circulação cerebral e pode ocorrer de duas formas. O chamado AVC Hemorrágico, que corresponde de 10% a 15% dos casos, é provocado pelo rompimento de um vaso sanguíneo cerebral, espalhando sangue pelo cérebro. O AVC Isquêmico, considerado o mais comum, se caracteriza pela falta de sangue numa região do cérebro, que é causada a partir da obstrução de um vaso sanguíneo cerebral. Este último tem tratamento possível se o paciente chegar rapidamente ao hospital.

Considerado o maior fator de incapacidade no mundo, é a segunda causa de mortalidade no Brasil, onde são registrados cerca de 400 mil casos por ano — destes, 80% são atendidos no Sistema Único de Saúde. Apesar das estatísticas, estima-se que, em 90% dos casos, a doença poderia ser evitada. A prevenção depende de o paciente atuar em dez fatores de risco: pressão alta (considerada o principal fator), colesterol elevado, diabetes, fumo, fibrilação atrial (arritmia cardíaca que provoca má circulação sanguínea), obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, abuso de bebidas alcoólicas e depressão e/ou estresse.

É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”.

“Todos esses fatores implicam em uma mudança significativa no estilo de vida. É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”, explica Sheila Martins. A especialista também reforça que o exercício é considerado um poderoso protetor contra o AVC: fazer 30 minutos de atividade física, cinco vezes por semana, reduz os riscos em quase 40%.

É importante aprender a reconhecer os sinais, como perda de força ou dormência, geralmente em uma metade do corpo; dificuldade para falar ou compreender a fala; dificuldade de enxergar em um olho, nos dois olhos, ou numa metade do campo de visão; tontura, que se manifesta com uma sensação rotatória associada à falta de equilíbrio e de coordenação; e intensa dor de cabeça súbita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2021 0 Comentários 842 Visualizações
Variedades

Hospital Moinhos de Vento realiza melhorias

Por Stephany Foscarini 16/09/2021
Por Stephany Foscarini

Só no último ano, e em plena pandemia, o Hospital Moinhos de Vento ampliou a área de compostagem, construiu sua própria estufa agrícola e instalou um novo bicicletário. Também realizou o plantio de mudas de hortaliças e árvores frutíferas em comunidades em situação de vulnerabilidade social, como forma de promover uma alimentação mais saudável e o desenvolvimento sustentável. Essas ações se somam a iniciativas pioneiras nos últimos anos, como a implantação da primeira Central de Transformação de Resíduos dentro de um hospital no Brasil. A estrutura trata e reaproveita as 2 mil toneladas anuais de materiais gerados na própria instituição, reduzindo a zero o volume de resíduos infectantes destinados a aterros sanitários.

Esse conjunto de ações rendeu o Prêmio HealthARQ 2021 na categoria Sustentabilidade. Concedido pelo Grupo Mídia, a honraria é uma das mais importantes do Brasil no setor saúde. De acordo com o superintendente administrativo do hospital, Evandro Moraes, as tão badaladas práticas preconizadas no conceito ESG (Ambiental, Social e Governança, em livre tradução) estão no DNA da instituição desde o início de sua história e alinhadas com o propósito de cuidar de vidas. “Somos uma locomotiva que não para. Temos equipes que compreendem isso e estão engajadas na missão de manter um ambiente e uma sociedade saudável para as futuras gerações. O prêmio é o reconhecimento desse trabalho”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2021 0 Comentários 586 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza procedimento inédito

Por Stephany Foscarini 09/09/2021
Por Stephany Foscarini

Pacientes portadores do esôfago de Barrett, que é uma complicação do refluxo gastroesofágico, possuem um novo tratamento no combate à doença. A Unidade de Endoscopia do Hospital Moinhos de Vento realizou, pela primeira vez em Porto Alegre, uma ablação endoscópica por radiofrequência. O paciente, um homem de 50 anos, possuía a enfermidade e displasia de alto grau.

Com dispositivos colocados por meio de um endoscópio e com visualização direta, é possível cauterizar de forma controlada a mucosa doente”.

Mundialmente difundida e já realizada no Brasil, a nova técnica consiste na ablação por radiofrequência de toda a extensão do esôfago comprometido. “Com dispositivos colocados por meio de um endoscópio e com visualização direta, é possível cauterizar de forma controlada a mucosa doente. Um gerador específico entrega de forma precisa e automática a quantidade de energia exata para alcançar a erradicação da parte enferma e, ao mesmo tempo, minimizar o risco de complicações”, explica o chefe do Serviço de Gastroenterologia e Cirurgia do Aparelho Digestivo, Fernando Wolff.

O procedimento é destinado a pacientes com esôfago de Barrett que apresentaram alterações conhecidas como displasias de alto grau — ou, até mesmo, câncer precoce que já foi tratado. Após a resolução dessas alterações também por endoscopia, muitas vezes, há um risco aumentado de novas transformações em câncer. Por isso, é importante tratar a mucosa afetada. “Antes da radiofrequência, o que podíamos fazer era acompanhar esses pacientes com exames endoscópicos seriados para a detecção precoce do adenocarcinoma esofágico. Esse tratamento, nesse momento, geralmente é cirúrgico”, alerta a gastroenterologista Luiza Haendchen Bento. Ela acrescenta que o grande diferencial é que a ablação de todo o epitélio atingido impede que o problema evolua para um tumor.

Menos invasiva e com recuperação rápida

A doença do refluxo é muito prevalente: estima-se que 12% da população seja acometida por esse mal”.

A opção é menos invasiva e com menor incidência de eventos adversos. Pode ser feita ambulatorialmente ou com poucos dias de internação para manejo inicial da dor e da dificuldade para engolir — problema que pode ocorrer em alguns casos. O paciente, que realizou o procedimento no final de julho, conforme Luiza, passa bem e agora segue um acompanhamento médico rigoroso. “A doença do refluxo é muito prevalente: estima-se que 12% da população seja acometida por esse mal. Cerca de 10% dos pacientes que procuram o médico por doença do refluxo apresentam esôfago de Barrett. Mas não se sabe ao certo a incidência no Brasil e no RS”, conta Luiza.

A tecnologia

Registrada na Anvisa (Reg. nº 10349000491, 10349000492 ) e fabricada pela Medtronic (empresa de tecnologia médica com sede nos Estados Unidos), a inovação possui capacidade de fornecer uma quantidade controlada de terapia ablativa, reduzindo significativamente o risco de complicações. O gerador e o cateter Barrx™ RF são projetados para trabalharem em conjunto para alcançar uma profundidade de ablação entre 500μm (mícron) e 1.000 μm, aproximadamente. Engloba dois procedimentos em um, fornecendo flexibilidade para escolher um cateter para tratamentos de áreas maiores ou os cateteres focais para áreas menores.

Esôfago de Barrett

A patologia é uma alteração da mucosa (revestimento interno) da porção do esôfago próxima da junção com o estômago, ocorrendo como uma complicação da Doença do Refluxo Gastroesofágico. Na maioria dos casos, a evolução é benigna, exigindo apenas acompanhamento endoscópico periódico. “Entretanto, em alguns pacientes, surgem alterações pré-malignas (displasia de alto grau) ou mesmo malignas (câncer de esôfago) dentro dessa mucosa alterada. Quando descobertas precocemente, essas lesões são tratadas por técnicas endoscópicas, e, após essa etapa, é necessário que todo esôfago de Barrett seja adequadamente tratado a fim de diminuir o risco de novas lesões de maior risco”, conclui Fernando Wolff.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2021 0 Comentários 511 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento treina equipes de saúde de Florianópolis

Por Stephany Foscarini 13/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Hospital Moinhos de Vento está capacitando equipes de 10 unidades básicas de saúde de Florianópolis que vão atuar no Estudo de Prevalência do Papilomavírus no Brasil (POP-Brasil). A pesquisa tem como principal objetivo avaliar o impacto da vacinação contra o HPV em todas as regiões do país. As pesquisadoras da instituição chegaram na capital catarinense na última terça-feira (10), e encerraram o treinamento dos profissionais da Prefeitura de Florianópolis na quinta-feira (12).

Eles foram capacitados para realizar uma nova edição de coleta de dados e de testagem, no mesmo modelo usado entre 2015 e 2017 — primeira etapa do estudo. As coletas de dados, de sangue e de material genital e anal serão efetuadas mediante entrevistas feitas por profissionais de saúde. As amostras serão utilizadas para testes de anticorpos específicos contra os tipos de HPV incluídos na vacina.

“O objetivo é reproduzir o método e comparar os resultados para avaliar se houve diminuição da prevalência ou persistência da infecção em indivíduos vacinados”, explica a líder do projeto e pesquisadora do Hospital Moinhos de Vento, Eliana Wendland. A médica acrescenta que o estudo é essencial para avaliar e determinar os próximos passos a serem seguidos na vacinação contra o HPV no Brasil.

Em todas as capitais do país, cerca de 15 mil mulheres e homens de 16 a 25 anos serão examinados por meio de coletas feitas nos centros de saúde de cada cidade. O estudo será finalizado em 2023, período previsto para que uma boa parcela de brasileiros desta faixa etária seja analisada antes e após a imunização.

Estudos sobre o HPV

Desde 2015, o Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde, lidera um trabalho epidemiológico nacional sobre o HPV, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). A iniciativa busca avaliar o impacto da infecção pelo papilomavírus humano em três estudos: POP-Brasil (avalia a prevalência de HPV nacionalmente, monitorando o impacto da vacinação), SMESH (avalia a prevalência de HPV em populações de alto risco) e STOP-HPV (avalia a associação de HPV e câncer de cabeça e pescoço). Em 2020, o estudo POP-Brasil mostrou que o HPV atinge igualmente todas as classes sociais no país. Os dados mostram prevalência da infecção em 51% da classe A-B, 53% da classe C e 55% da classe D-E.

O HPV é um vírus infeccioso e sexualmente transmissível. Além disso, pode ser responsável pelo desenvolvimento de diversos tipos de câncer como o de colo uterino, orofaringe, pênis e vagina.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2021 0 Comentários 610 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento promove I Simpósio Multiprofissional de Aleitamento Materno

Por Stephany Foscarini 11/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Hospital Moinhos de Vento será palco, nos dias 11 e 18 de agosto, do I Simpósio Multiprofissional de Aleitamento Materno. O evento online e gratuito tem como objetivo principal enfatizar a importância de os profissionais da saúde de todas as especialidades contribuírem e promoverem a amamentação, incentivando a prática entre as pacientes puérperas. Dedicado aos públicos interno e externo, o evento ocorre das 19h às 21h e as inscrições podem ser feitas no site da instituição.

Em debate, estarão temas como o aleitamento durante a pandemia e a importância do leite materno como fator de proteção para o bebê. Também serão abordados os aspectos de nutrição do lactente, além de amamentação e o vínculo entre mãe e filho. A programação integra o Mês do Aleitamento Materno, que em 2021 tem como tema “Proteger a amamentação é proteger a vida.”

Ao longo de todo o mês — conhecido como Agosto Dourado devido à cor que se refere ao padrão ouro de qualidade do leite materno —, o Hospital Moinhos de Vento busca conscientizar a sociedade, por meio de ações internas e externas, a respeito da importância desse ato. “A amamentação é uma questão de saúde pública, um direito garantido por lei e traz benefícios tanto para a saúde da mulher quanto da criança a curto, médio e longo prazos. É sabido que reduz o número de internações na infância e, consequentemente, reduz a mortalidade infantil”, destaca Andreia Amorim, enfermeira e coordenadora assistencial da Maternidade Hilda Gerdau Johannpeter. “O aleitamento deve ter início logo no nascimento do bebê, por isso, é de fundamental importância o contato pele a pele após o parto”, explica.

Programa Amamentar

O Hospital Moinhos realiza uma série de ações de acompanhamento das pacientes. Entre eles está o serviço “Amamentar”, destinado às puérperas que desejam obter maior conhecimento sobre o aleitamento materno ou aquelas que estão com algum tipo de dificuldade para amamentar após a alta hospitalar. O atendimento conta com duas enfermeiras que possuem o título de especialista internacional em lactação pelo International Board of Lactation Consultant Examiners (IBCLE).

Além disso, as equipes da Maternidade, UTI Neonatal e Pediatria recebem capacitações frequentes para que estejam sempre atualizadas, prestando uma assistência individualizada às mães e sua rede de apoio. “Amamentar não é intuitivo, é necessário naturalizar as dificuldades que algumas mulheres experienciam no ato de nutrir seus filhos e se colocar ao lado delas para reduzir essas barreiras. Muitas vezes esses desafios estão relacionados à própria história materna e às redes de apoio nas quais ela está inserida”, revela a enfermeira.

Aleitamento materno

Uma pesquisa inédita realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2020 buscou descrever a prevalência dos indicadores do aleitamento materno, por macrorregião, e analisou a tendência desses indicadores nos últimos 34 anos.

A prevalência do aleitamento materno exclusivo entre as crianças com menos de seis meses de idade foi de 45,7% no Brasil, sendo essa prática mais frequente na região Sul (53,1%) e menos na região Nordeste (38,0%). Por outro lado, a região Nordeste apresentou maiores índices no aleitamento materno continuado aos 12 meses (crianças de 12 a 15 meses), com 61,1%. No Sul, para esta faixa etária, o índice ficou em 35%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2021 0 Comentários 506 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento entrega novo espaço de educação, eventos e transformação social

Por Stephany Foscarini 06/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Hospital Moinhos de Vento apresentou nesta quinta-feira (5) o seu novo espaço de educação, eventos e transformação social, no hall do Bloco B (Rua Tiradentes, 333). Calcada nas diretrizes de assistência, educação e pesquisa, a instituição disponibiliza agora um local inovador, que busca conectar as pessoas, com ambientes modernos e equipados com alta tecnologia. A área total de 1,2 mil metros quadrados recebeu um investimento de R$ 7 milhões e é voltada aos pacientes, acompanhantes, colaboradores, corpo clínico e estudantes.

Uma das novidades são os totens de autoatendimento, que agilizam o acesso de pacientes e acompanhantes ao hospital. “A proposta é melhorar a experiência do nosso cliente, disponibilizando a ele uma estrutura acolhedora, confortável e com sistemas informatizados. A soma de todas as interações que influenciam as percepções fazem parte do cuidado”, observa o superintendente Administrativo, Evandro Luis Moraes.

O espaço conta com um novo auditório de 112 lugares, com mídia de ponta, além de quatro salas de aula com 142 lugares no total. Esses ambientes passam a fazer parte da estrutura de eventos da instituição, o Anfiteatro Schwester Hilda Sturm (no Bloco C), com capacidade para 249 pessoas. Todos estão interligados virtualmente, com tecnologia avançada, permitindo assim transmissões ao vivo e simultâneas.

“O novo complexo proporciona eventos de grande porte e estimula que a equipe seja protagonista em compartilhar seu conhecimento, bem como fazer uso deste local para o aprendizado. Temos vários eventos tradicionais no mercado, como o Moinhos Educa, o Moinhos Class, o Moinhos Talks, além de palestras, eventos nacionais e internacionais, que poderão seguir na modalidade híbrida — presencial e online. Além de ser um espaço da Faculdade Moinhos, alavancando necessidades de nossos alunos e corpo docente”, esclarece a superintendente Assistencial e de Educação, Vania Röhsig.

A nova biblioteca, com acervo físico e virtual, está à disposição do público, colaboradores, corpo clínico, alunos e pesquisadores. O espaço também tem uma área destinada ao Instituto de Transformação Social, que será lançado nos próximos meses, com programa de voluntariado, parcerias com projetos sociais e campanhas de responsabilidade social. O local já possuía uma alameda de serviços que conta com a Cafeteria Havanna, Unicred, Santander e Panvel.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2021 0 Comentários 736 Visualizações
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