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Hospital Moinhos de Vento

Saúde

Hospital Moinhos de Vento faz a 100ª cirurgia com robô Versius

Por Jonathan da Silva 24/01/2024
Por Jonathan da Silva

O centésimo procedimento utilizando a tecnologia Versius foi realizado pelo Hospital Moinhos de Vento em dezembro de 2023. O uso de robôs para realização de cirurgias tem crescido anualmente na instituição de Porto Alegre, que abriga um dos mais completos e diversificados parques robóticos da América Latina. Versius é um sistema compacto, portátil, que conta com braços que se articulam separadamente e pinças ultrafinas.

Realizada pelos cirurgiões Artur Paludo e Ricardo Zordan, o procedimento de nefrectomia radical (retirada total ou de grande parte do rim) teve duração de duas horas, e o paciente, um indivíduo de 56 anos, teve alta após 24 horas da cirurgia. “As plataformas robóticas nos permitem ter uma visão em três dimensões e ampliada em até oito vezes da anatomia do paciente. Assim, conseguimos dissecar melhor os tecidos e preservar aqueles que precisam ser preservados. Além disso, as pinças dos robôs são pequenas e têm movimentação maior que nosso próprio punho, o que permite fazer uma intervenção mais rápida, com menos dor e sangramento”, detalhou Paludo, que faz parte do corpo clínico do Hospital Moinhos de Vento.

Urologia, Ginecologia, Cirurgia Torácica, Coloproctologia, Cirurgia Geral e Digestiva tem utilizado essa plataforma regularmente. “Oferecer essas novas possibilidades vai ao encontro da política do Hospital Moinhos de Vento de investir em tecnologia para garantir uma assistência de excelência e de qualidade. Utilizar esses sistemas traz benefícios que vão além de um ótimo resultado no tratamento. Eles garantem mais qualidade de vida e pronta recuperação aos pacientes”, destacou o urologista André Berger, coordenador do Núcleo de Cirurgia Robótica do hospital.

Parque robótico

O Programa Robótico do Hospital Moinhos de Vento foi constituído em 2018 e realizou, até dezembro de 2023, quase 3 mil procedimentos com apoio dessas tecnologias. Além do Versius, a instituição conta com o sistema Da Vinci e robôs específicos para especialidades, como o Rosa (ortopedia) e Cirq (neurocirurgia).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/01/2024 0 Comentários 405 Visualizações
Saúde

Pesquisadores discutem desafios das ciências biológicas e biomédicas

Por Marina Klein Telles 11/12/2023
Por Marina Klein Telles

Dezenas de jovens pesquisadores de vários estados brasileiros participaram no domingo (10), em Porto Alegre, do workshop de pré-abertura do Proxima Symposium, que tem apoio do Hospital Moinhos de Vento. No encontro da Iniciativa Proxima, realizado no Auditório Moinhos com o tema “Fronteiras das Ciências Biológicas e Biomédicas: Medicina Personalizada”, falaram dois pesquisadores de renome mundial. Já o simpósio, evento internacional que reúne pesquisadores das áreas de ciências biológicas e da saúde, ocorrerá desta segunda (11) a quarta-feira (13) na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).

No pré-evento, o brasileiro Eduardo Zimmer, professor adjunto em Farmacologia na Ufrgs, abordou a medicina personalizada, que consiste na adaptação do tratamento médico às características individuais de cada paciente. Ele contou casos de pacientes com demência causada por Alzheimer e comentou pesquisas desenvolvidas na área. Já o português Luis Saraiva, investigador principal e diretor interino da Divisão de Modelagem de Doenças Humanas e Terapêutica na Sidra Medicine, no Catar, falou sobre mutações genéticas identificadas em pacientes renais e seus respectivos tratamentos.

O objetivo da Proxima Symposium é fortalecer a comunidade científica. “A Iniciativa Proxima busca descobrir talentos jovens no Brasil que, como brincamos, tenham os olhos brilhando pela ciência. Acreditamos que é por meio da ciência que um país, uma sociedade, as comunidades conseguem ser soberanas. Queremos criar uma estrutura de descoberta de talentos, prepará-los para uma carreira profissional e dar oportunidade de desenvolvimento”, comentou Marcelo Dietrich, professor associado em Medicina Comparativa e Neurociências em Yale, que lidera a Iniciativa Proxima.

Um dos participantes do evento deste domingo foi o estudante de biologia Jorley Santos da Silva, 24 anos, de Salvador (BA), que integrou a primeira turma da Iniciativa Proxima, há três anos, e atualmente estuda micro-organismos e resistência a antibióticos. “No próximo semestre, serei o primeiro da minha família a se graduar. Quando falei que faria biologia e que queria ser pesquisador acharam estranho. A Iniciativa Proxima me fez acreditar que a ciência é para todos, que todos podem participar e se envolver. Quero continuar fazendo pesquisa para ajudar as pessoas, fazer a diferença”, contou o estudante, que participou de mentoria e capacitações durante 10 meses.

O CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, destacou a importância de receber o evento. “Nosso propósito é cuidar das pessoas, aliando assistência, pesquisa e ensino. O incentivo à pesquisa e à ciência é uma das nossas prioridades – recentemente, investimos R$ 2,5 milhões na ampliação do nosso Instituto de Pesquisa. É um orgulho para nós, como instituição, receber esse evento de tamanha relevância para o cenário internacional da pesquisa científica”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2023 0 Comentários 401 Visualizações
Saúde

Pesquisador gaúcho acredita estar perto de encontrar a cura para o Alzheimer

Por Marina Klein Telles 08/08/2023
Por Marina Klein Telles

“Existe esperança. Estamos no caminho certo”. Foi com esse otimismo em relação à cura que o médico gaúcho Pedro Rosa Neto, autoridade internacional na pesquisa sobre a doença de Alzheimer, encerrou sua apresentação no Grand Round, evento promovido pelo Hospital Moinhos de Vento no dia 2 de agosto. Essa edição do encontro apresentou os avanços na identificação e no tratamento da enfermidade.

A confiança do diretor do Centro de Pesquisa para Estudos em Envelhecimento e professor de Neurologia da Universidade McGill, de Montreal, no Canadá, se justifica. Nos últimos anos, pesquisadores de todo o mundo têm feito esforços para descobrir a melhor maneira de identificar e tratar o problema, ainda incurável.

No âmbito dos diagnósticos, apontou Rosa Neto, exames de imagem, com uso de PET- CT, são formas importantes de avaliação e de acompanhamento dos pacientes. As análises, no entanto, ainda têm custo elevado. Por outro lado, novos tipos de testes, mais acessíveis, estão cada vez mais perto de se tornar realidade.

São exames de sangue – como os que medem glicose e colesterol, por exemplo –, capazes de indicar a presença de substâncias características da doença de Alzheimer no cérebro. “Essa imagem é muito poderosa. Faz uma associação entre o que a gente consegue medir no sangue e o que conseguimos medir no cérebro (com o PET-CT). Esses exames de sangue são correspondentes às mesmas alterações patológicas que a gente pode medir usando um scan, que custa, hoje, R$ 9 mil. Conseguimos fazer isso por R$ 400”.

A partir do diagnóstico correto, as chances de se ter um tratamento bem-sucedido aumentam. Atualmente, existem algumas drogas aprovadas e outras em fase de análise. Apesar de atuarem em uma das principais causas da doença – o acúmulo da proteína beta-amiloide no cérebro –, elas ainda não conseguem reverter a neurodegeneração do órgão e têm muitos, e sérios, efeitos colaterais. “Essa é a primeira geração desses medicamentos. Acreditamos que as futuras virão com menos efeitos secundários, serão mais seguras e poderão trazer para os pacientes uma melhora clínica muito mais significativa”, concluiu o médico.

Hospital Moinhos de Vento anuncia Centro da Memória

Um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença de Alzheimer é o envelhecimento. Dado o crescimento da população idosa em todo o país e, especialmente, no Rio Grande do Sul, o Hospital Moinhos de Vento anunciou, por meio do superintendente médico Luiz Antonio Nasi, a inauguração do Centro de Memória. A coordenadora geral do local, a médica Sheila Martins, chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia, deu detalhes sobre o funcionamento do espaço, que tem previsão de inauguração ainda em agosto.

“Um estudo mostra que, no Brasil, 51% dos casos são preveníveis. Temos que fazer mais do que estamos fazendo hoje. Então, reunimos mentes brilhantes para unificar assistência, pesquisa e educação. Nesse espaço, teremos consultórios, área para infusões e reuniões para educação de pacientes e familiares”, contou Sheila.

Pilar fundamental do espaço, a pesquisa oportunizará aos pacientes a participação em ensaios clínicos, ampliando as possibilidades de investigação e de tratamento da doença. “Estamos no melhor lugar e no melhor momento. A Organização Mundial da Saúde (OMS) nos pediu uma população diversa para caracterizar os biomarcadores da doença de Alzheimer”, comemorou o pesquisador Eduardo Zimmer, professor do Departamento de Farmacologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2023 0 Comentários 488 Visualizações
Saúde

Diálise: como funciona o procedimento feito por pacientes com insuficiência renal crônica

Por Marina Klein Telles 23/06/2023
Por Marina Klein Telles

Utilizada para substituir as funções dos rins que param de funcionar ou que reduzem sua atuação, tornando-se insuficientes para o organismo, a diálise é um tratamento realizado por cerca de 150 mil brasileiros, segundo o Censo Brasileiro de Diálise 2021, da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Ela é recomendada para pacientes com insuficiência renal aguda e crônica – último estágio da doença renal crônica.

Dos dois métodos de diálise existentes, a hemodiálise é a mais conhecida e comum, feita por cerca de 95% dos pacientes, conforme o Censo da SBN. Menos popular, a diálise peritoneal oferece como vantagem a possibilidade de ser feita em casa. Desde 2002, o Hospital Moinhos de Vento conta com uma Unidade de Diálise, criada para atender pacientes ambulatoriais ou internados. Para esclarecer as dúvidas sobre o procedimento, o chefe do Serviço de Nefrologia do Hospital Moinhos de Vento, David Saitovitch, respondeu algumas questões.

David Saitovitch

O que é a diálise?

Saitovitch define a diálise como um processo de filtragem e separação. De forma didática, ele explica que é preciso imaginar duas soluções: uma ao lado da outra, separadas, apenas, por uma membrana semipermeável. “Ao longo do tempo, esse líquido vai acabar passando de um lado da membrana para o outro, dependendo da concentração destas substâncias na solução em cada lado da membrana. Juntamente com o líquido, passam algumas moléculas também”, ilustra. Portanto, a diálise é um processo de separação de substâncias entre dois líquidos separados por uma membrana.

Para quem a diálise é indicada?

Esse processo clássico de diálise é usado para pacientes que têm doença renal – crônica ou aguda – e não conseguem mais excluir, por meio dos rins, as substâncias que estes órgãos, normalmente, eliminariam pela urina, como potássio, fósforo, ácidos e líquido. Se não eliminadas, essas substâncias ficam em excesso no corpo.

Quais são os métodos utilizados na diálise?

Basicamente, existem dois métodos: o mais conhecido é a hemodiálise, na qual o sangue retirado passa por um filtro e dele são retiradas substâncias e água. Ela é realizada em hospitais ou clínicas especializadas, de duas a quatro vezes por semana, com duração entre três e cinco horas. Outra possibilidade é a diálise peritoneal, feita diariamente em domicílio pelo próprio paciente ou familiar. Nesse método, se usa a membrana do peritônio, que fica dentro do abdômen, como filtro. Para fazê-lo, um líquido de diálise é colocado na cavidade peritoneal e drenado através de um cateter.

O que é a hemodiafiltração?

É um novo método de filtragem, incluído no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 2021. Nele, se faz uma filtragem muito maior na comparação com os outros métodos. “É um procedimento semelhante à hemodiálise, só que ele usa também um outro princípio, que é o da convecção. Quer dizer, tira muito líquido em uma membrana muito porosa e junto com esse líquido passam, por arrastamento, moléculas, e esse volume é reposto pela veia. Se tira bastante volume na hemodiafiltração e, como os poros da membrana são maiores, também são retiradas moléculas maiores do organismo, quando comparadas à hemodiálise.”, diferencia o médico.

Mas fazer hemodiálise dói?

Na maioria das sessões de hemodiálise, o paciente não sentirá nada. Entretanto, a Sociedade Brasileira de Nefrologia alerta que, algumas vezes, pode ocorrer uma queda da pressão arterial, câimbras ou dor de cabeça. Por estes motivos, as sessões sempre são acompanhadas por um médico e uma equipe de enfermagem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2023 0 Comentários 720 Visualizações
Variedades

Hospital Moinhos de Vento promove passeio ciclístico

Por Marcel Vogt 22/06/2023
Por Marcel Vogt

Cerca de 700 participantes são aguardados para a 3ª edição do Passeio Ciclístico promovido pelo Hospital Moinhos de Vento de Porto Alegre. A atividade marca as comemorações pelo mês do Meio Ambiente e ocorre no próximo sábado (24), com largada às 10h, do Parque Moinhos de Vento (Parcão). O percurso de 12 quilômetros passará pela Goethe, Vasco da Gama, Sarmento Leite, Loureiro da Silva, Edvaldo Pereira Paiva, Ipiranga e Silva Só, com chegada no Parcão.

Segundo o superintendente administrativo do Hospital Moinhos de Vento, Evandro Moraes, o evento traduz o propósito da instituição, que é cuidar das pessoas. “Promovemos uma cultura de gestão ambiental forte, com iniciativas previstas ao longo de todo o ano. E conscientizar as pessoas sobre a importância do cuidado com o meio ambiente é reforçar a importância do cuidado consigo mesmo, cuidando do nosso planeta e da nossa saúde”, observa o gestor.

O evento é aberto ao público, sem necessidade de inscrição. “Estamos promovendo este passeio com o objetivo de conscientizar sobre a importância do uso da bicicleta como um meio de transporte alternativo. Além de trazer benefícios para a saúde física e mental, a bicicleta também desempenha um papel crucial na redução das emissões de gases de efeito estufa. Com essa iniciativa, buscamos deixar um legado de boas práticas em termos de saúde e preservação ambiental para a cidade de Porto Alegre”, destaca o coordenador de Meio Ambiente do Hospital Moinhos de Vento, Rogério Almeida.

A atividade tem o apoio do PedAlegre Clube de Ciclismo, da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e da Brigada Militar.

Serviço

O que: 3º Passeio Ciclístico
Quando: sábado, 24 de junho. Concentração a partir das 10h, com largada às 10h30
Onde: Parque Moinhos de Vento (Parcão)
Quanto: Evento gratuito

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2023 0 Comentários 539 Visualizações
Variedades

Reumatologista do Hospital Moinhos de Vento recebe Medalha do Espírito Pan-Americano

Por Marcel Vogt 11/05/2023
Por Marcel Vogt

O chefe do Serviço de Reumatologia do Hospital Moinhos de Vento, Fernando Neubarth, foi condecorado com a Medalha Espírito Pan-Americano, sendo o primeiro brasileiro a receber a distinção. A homenagem da Liga Pan-Americana de Associações de Reumatologia (Panlar) ocorreu no final de abril, durante a abertura do 25º congresso da entidade, no Rio de Janeiro.

É com orgulho que recebo esse reconhecimento.

A medalha é um destaque ao especialista por seu apoio à instituição, seus esforços para incorporar a Sociedade Brasileira de Reumatologia à Panlar, bem como sua contribuição como escritor para a revista Global Rheumatology.

“É com orgulho que recebo esse reconhecimento que destaca a importância do comprometimento com os ideais das instituições em que atuamos e, em especial, num momento de avanços que temos obtido nessa área, com contribuições para a qualidade de vida dos pacientes”, destacou o especialista.

Além de presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (biênio 2006-2008) e atual presidente do seu conselho consultivo, Neubarth exerceu também vários cargos na entidade pan-americana.

A Panlar foi fundada em 1944 e o seu primeiro congresso aconteceu no Brasil, também, no Rio de Janeiro, em 1955. A Liga é formada por todos os países das Américas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2023 0 Comentários 678 Visualizações
Saúde

Marido recebe rim da esposa em transplante no Hospital Moinhos de Vento

Por Amanda Krohn 09/01/2023
Por Amanda Krohn

A promessa do juntos na saúde e na doença foi levada ao pé da letra pelo casal Gelson Luis Pires, de 57 anos, e sua esposa Rejane Maria Fresee Pires, de 55. Em tratamento conservador em função de problema nos rins desde os 30 anos, há quatro anos o advogado aposentado fazia diálise, mas o tratamento já não estava dando a resposta que precisava. E foi na esposa Rejane que ele encontrou a doadora compatível.

Com uma biópsia inconclusiva da condição de seus rins, Pires já estava com problemas no coração (coração grande) em função da pressão alta, além de sofrer com a bipolaridade. “Eu ficava angustiado já no domingo porque na segunda precisava fazer a diálise”, relata. Foi um amigo que indicou o nefrologista do Hospital Moinhos de Vento, David Saitovitch, especialista responsável pelo transplante. “Foi um milagre, deu tudo certo. Os médicos dizem que foi melhor do que o esperado”, comemora. Pai de duas filhas, Victoria, de 27, e Manuela, de 16, hoje o morador de Porto Alegre já pode fazer coisas que antes não conseguia mais fazer. “Eu nem me concentrava mais na leitura, agora tenho muito mais atividade”, revela.

Foi um milagre, deu tudo certo. Os médicos dizem que foi melhor do que o esperado

Com a sorte de encontrar na esposa o rim compatível, o advogado aposentado conscientiza sobre a importância da doação de órgãos. “As famílias devem aceitar a retirada dos órgãos, é uma forma de permitir que a vida do familiar continue. É uma missão além da vida. O sofrimento das pessoas que fazem diálise é muito grande. A pessoa enfraquece muito, muda até o modo de caminhar”, contou. O transplante é um dos tratamentos para a doença renal crônica e no caso de Pires, ele agora não faz mais hemodiálise e garante a sobrevida, mas segue realizando terapias complementares.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2023 0 Comentários 480 Visualizações
Saúde

Gaúcho assume presidência de Associação Brasileira de Otorrino

Por Stephany Foscarini 02/03/2022
Por Stephany Foscarini

Médico do corpo clínico do Hospital Moinhos de Vento, Renato Roithmann, é o novo presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). Roithmann e outros 12 membros integram a nova diretoria para a gestão 2022.

Um dos pressupostos de nossa associação é desenvolver ações que promovam a melhoria da saúde da população”.

O profissional atua há mais de 30 anos na entidade e está entusiasmado para desenvolver novos projetos. “Um dos pressupostos de nossa associação é desenvolver ações que promovam a melhoria da saúde da população. Já realizamos diversas campanhas de orientações e atendimentos em consultórios e universidades. Acreditamos que podemos ampliar e fortalecer ainda mais a nossa atuação”, afirmou o novo presidente.

Roithmann possui graduação e doutorado em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e especialização em Otorrinolaringologia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Foi fellow clínico e de pesquisa com ênfase em Rinossinusologia e Cirurgia Videoendoscópica pelo Mount Sinai Hospital em Toronto, no Canadá. Cursou pós-doutorado na cidade de Adelaide, Austrália, na área de cirurgia avançada do nariz e dos seios paranasais. O profissional também é ex-presidente da Academia Brasileira de Rinologia e da Associação Gaúcha de Otorrinolaringologia e atua há mais de 30 anos na ABORL-CCF.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2022 0 Comentários 576 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza live Coração bem cuidado

Por Ester Ellwanger 26/10/2021
Por Ester Ellwanger

A insuficiência cardíaca atinge cerca de três milhões de brasileiros e é a terceira causa de internação de pessoas com mais de 60 anos. De acordo com os dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, está presente em até 10% dos indivíduos com idade superior a 65 anos. Com o objetivo de promover a conscientização sobre a doença e a efetividade do autocuidado em pacientes, o Hospital Moinhos de Vento promove a edição da live de outubro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS) com o tema Coração bem cuidado – o uso do SMS.

O cardiologista Luís Eduardo Rohde e a pesquisadora Mariana Blacher, ambos do Hospital Moinhos, e o cardiologista do Hcor, Felix Ramires, irão debater com os convidados, a médica do Instituto de Cardiologia de Porto Alegre, Marciane Rover, e o enfermeiro do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Omar Pereira Neto, temas referentes ao projeto que dá nome à live. O evento online e gratuito acontece nesta quinta-feira, 28 de outubro, a partir das 12h, com transmissão ao vivo pelo Facebook e no canal do hospital no Youtube. As inscrições devem ser feitas no site da instituição.

O projeto

O projeto Coração Bem Cuidado — desenvolvido pelos Hospitais Moinhos de Vento e Hcor, em parceria com o Ministério da Saúde — monitora pacientes com insuficiência cardíaca após a alta hospitalar. Eles são convidados a participar da iniciativa com base em critérios observados durante a internação. Após uma formalização, os voluntários passam a receber mensagens no celular e ligações telefônicas orientando sobre o tratamento enquanto se recuperam em casa. O objetivo é atuar na chamada fase vulnerável da doença, que é o primeiro mês depois da hospitalização. Aplicado em todas as regiões brasileiras, o projeto já atinge 500 pacientes e a ideia é chegar a 700.

 

A doença

A insuficiência cardíaca (IC) é uma condição em que o coração não consegue bombear a quantidade de sangue que o corpo necessita para suprir suas necessidades. As internações por IC em hospitais públicos brasileiros representam aproximadamente 2% de todas as admissões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/10/2021 0 Comentários 541 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realizou treinamento gratuito de RCP

Por Ester Ellwanger 25/10/2021
Por Ester Ellwanger

Estima-se que, anualmente, 17 milhões de pessoas morrem em decorrência de paradas cardíacas em todo o mundo. No Brasil, são aproximadamente 360 mil por ano, ou 800 por dia — representando uma vítima a cada 90 segundos. Orientar e preparar a população para atuar numa situação como essa é essencial para salvar vidas e minimizar sequelas.

Por isso, neste domingo, 24 de outubro, o Hospital Moinhos de Vento realizou treinamentos gratuitos de reanimação cardiopulmonar (RCP) no Parcão. A iniciativa ocorreu em parceria com a Prefeitura de Porto Alegre, Samu e Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul (Socergs). Médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem utilizaram 15 bonecos e desfibriladores externos automáticos (Dea) para capacitar cerca de cem pessoas durante as três horas de evento, além de reunir frequentadores que passavam pelo local.


Entre os participantes, estavam crianças e adolescentes. Silvia Mozart, de quatro anos, veio de Canoas para participar da ação. “Desde pequena, minha filha diz que quer ser enfermeira. Ela pediu para que eu a trouxesse hoje e, no carro, veio contando que aprenderia a salvar vidas”, contou o pai, Rodrigo Mozart.

O treinamento incluiu um conjunto de manobras que pode ser iniciado antes da chegada do socorro, prevenindo sequelas e até a morte. O Comitê Internacional de Ressuscitação orienta que o procedimento seja feito seguindo os três “Cs”: checar a respiração da vítima; chamar por ajuda no número 192; e comprimir efetivamente o tórax, numa taxa de 100 a 120 compressões por minuto. “Com a iniciativa de hoje, temos mais cem pessoas aptas para identificar os sinais de parada cardíaca e fazer os procedimentos de forma segura. O efeito multiplicador de ações como essa salva vidas”, explicou o médico do Serviço de Emergência do Moinhos de Vento, Luiz Fernando Varela.

Conhecimento que faz a diferença

“Nosso propósito é cuidar de vidas, e isso inclui a promoção de ações educativas junto à comunidade. É fundamental compartilhar nosso conhecimento, orientando as pessoas a saber agir em uma situação como esta”, enfatiza Melina Schuch, Gerente de Estratégia, Inovação e Marketing do Hospital Moinhos de Vento. “Em uma situação de emergência em que a vida de uma pessoa está em risco, o socorro deve ser imediato. O conhecimento de RCP pode fazer toda a diferença”, explica o cardiologista Marcelo Rava de Campos, que ministra treinamentos pela Socergs em todo o Rio Grande do Sul.

 

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2021 0 Comentários 582 Visualizações
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