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história

Cultura

Noite dos Museus 2019 ocorrerá no dia 18 de maio em 14 espaços culturais da Capital

Por Gabrielle Pacheco 25/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Noite dos Museus 2019 já tem data e locais definidos. O projeto que une história, cultura, e interatividade acontecerá no dia 18 de maio, abrindo 14 espaços culturais de Porto Alegre em horário inusitado, das 19h até a 1h.

Em sua quarta edição, o evento terá uma programação ainda mais abrangente, levando não só música, mas também outras linguagens artísticas para dentro dos museus. O roteiro cultural está sendo criado por um conselho artístico formado pela equipe da produtora Rompecabezas e dois consultores convidados: o gestor cultural paulistano Bruno Assami e o jornalista gaúcho Roger Lerina.

“O desafio de fazer o Noite dos Museus neste ano é enorme. Nossa intenção não é repetir o evento, mas sim desconstruí-lo para que ele não se repita completamente e continue inovando. A expectativa é ampliar nossa estrutura e abrangência, além de trazer uma pluralidade artística ainda maior para o público, através do nosso conselho artístico”, explica Rodrigo Nascimento, idealizador do Noite dos Museus no Brasil.

O projeto que acontece anualmente na capital gaúcha, sempre na Semana dos Museus, já reuniu mais de 100 mil pessoas das mais diversas gerações pelas ruas e museus da cidade nas últimas três edições.

Neste ano, o circuito de visitação ganhou dois novos endereços, o Museu da Brigada Militar e o Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo, além dos já participantes.

Todos os anos, o evento abre vagas para voluntários que desejam participar como monitores. As inscrições para a próxima edição já estão disponíveis. Os currículos podem ser enviados até o dia 20 de abril pelo link https://goo.gl/forms/yfdl1TOkCtx7gDH12. Para entrar no processo de seleção, é necessário ser maior de 18 anos, cordial e proativo e ter facilidade em lidar com o público.

Serviço

O quê: Noite dos Museus 2019;
Quando: dia 18 de maio, sábado, das 19h à 1h;
Onde: Porto Alegre – RS;
Quanto: entrada franca

Foto: Felipe Fraga/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2019 0 Comentários 481 Visualizações
O Fashionista

O xadrez

Por Gabrielle Pacheco 10/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

Ter uma peça xadrez no guarda roupa equivale a um amigo fiel. Não é futilidade e nem leviandade, é uma constatação de autoconfiança. Tem momentos em que é necessário vestir uma roupa mais profissional e séria, mas para não ficar chato com aquela camisa lisa, você coloca uma camisa xadrez e pronto. Está profissional, sério e cool. É uma estampa que desafia os códigos de moda, caminha em qualquer ocasião, e cai bem em qualquer forma de corpo.

Apesar de sempre ter estado in, pensando de forma genérica, é possível associar o xadrez a algo do momento e da juventude. Mas na moda, as coisas são muito mais complexas e históricas. Uma roupa em uma passarela, não é simplesmente um pedaço de costura bonito que o designer criou e vestiu na modelo. Uma roupa tem que representar algo, ter contexto. É uma forma de comunicação e só existe comunicação se há um emissor, uma mensagem e um receptor. Se eu, designer/emissor, encaminhar através da roupa problemáticas sociais/mensagem, e você comprador e fã/receptor, entender a questão, comunicação realizada com sucesso. É eu dizendo algo relevante para você.

Aos poucos, as pessoas vão compreendendo que a moda não é futilidade e desfile de beleza, é uma empregadora maciça e uma forma de expressão artística e social. Esclarecendo essas questões, o xadrez representa pontos de conexão. Listras e cores diversas que se conversam e formam algo intrigante, faço uma correlação com a nossa sociedade. Pessoas e cores diversas que se conversam e formam algo intrigante = sociedade. Por isso faz sentido as pessoas se identificarem tanto com essa estampa. É diversa como a gente!

Essa conexão remonta há 700 a.C. A historiadora norte-americana Elizabeth Jane Wayland Barber, descobriu uma associação da estampa com os antigos celtas, um povo que viveu no Oeste da Europa reunidos em diversas tribos. As pesquisas arqueológicas realizadas através de escavações mostraram que vestimentas com padronagens têxteis, feitas com fios de lã e pigmentos à base de vegetais de pântanos foram encontrados, e se assemelham com o xadrez usado hoje.

(Foto: Reprodução / Representação do povo celta)

Mas só a partir do século XVII, na Escócia, que a estampa se difundiu. O tartã, lã com as estampas quadriculadas, foi símbolo de resistência e guerrilha do Levantes Jacobitas, uma série de batalhas que ocorreram entre 1688 e 1746 pela Escócia, Inglaterra e Irlanda a fim de restituir a Casa Stuart ao trono; Jacobitas se refere ao termo Jacobus, forma em latim do nome James. James II, da Casa Stuart, foi o último rei católico da Inglaterra, derrotado e deposto pelo nobre protestante William III na Batalha do Boyne em 1688. O neto do rei James, Carlos Stuart por sua vez, apesar de ser italiano, mas por ser descendente e ter uma uma grande simpatia pela Grã-Bretanha, montou um exército para reconquistar o trono perdido pelo avô, liderando os Jacobitas e assim, restaurar a dinastia Stuart.

A tentativa foi mais um fracasso para o currículo dos Jacobitas. O exército fora derrotado na batalha de Culloden pelo exército oposto de nove mil homens e Carlos teve de fugir para a França e depois para a Itália para não ser morto. No final dessa batalha, todas as esperanças do grupo foram destruídas e trazer os Stuart de volto ao trono, era impossível. Mas, apesar da perda, um item marcou a quase revolução. O casaco usado por Carlos durante todo esse processo, um tartã com gola e mangas de veludo clássico, causou uma revolução fashion.


(Foto: Reprodução / Imagens do casaco de tartã usado por Carlos Stuart no Levantes Jacobitas. A peça tem 272 anos e está exposta no Museu Nacional da Escócia, no centro de Edimburgo. No canto direito, retrato pintado de Stuart).

Depois da perda total dos Jacobitas e do exílio de Carlos, o rei baniu o uso do xadrez por quase 100 anos, o que rendeu um status cult, afinal, usar o que é proibido é muito mais interessante. O tartã só foi restabelecido tempos depois, após o romancista Sir Walter Scott recriar de forma romântica as batalhas do Levantes Jacobitas, os clãs e a essência cultural escocesa no livro “Waverley”. Scott era favorável a causa liderada por Carlos Stuart, apesar de saber que era uma rebelião que já nascia morta. A forma como o autor desenvolveu o romance histórico reacendeu a alma nacionalista, e a aristocracia inglesa em um ato irônico, passou a se apropriar da estampa novamente.

O ponto marcante para a liberação do tartã, segundo historiadores, foi a visita do rei George IV a Edimburgo, convidado por Walter Scott, na qual ele vestiu um kilt. Durante a viagem a capital da Escócia, foi pintado usando o traje nacional escocês, influenciando para o retorno da peça e cravando firmemente o xadrez na história.

 
(À esquerda e no centro, os atores escoceses Alan Cumming e Sean Connery usando kilt. À direita, retrato do rei Goerge IV em visita à Escócia | Foto: Reprodução)

Séculos passaram, a mitologia mesclada ao marketing gerou uma estampa atemporal e incrivelmente vendável.  Antes feito de lã à mão e nobre, hoje a máquina printa e populariza. O que também é interessante, pois democratiza a estampa europeia para todo o tipo de pessoa, idade e gênero.

O xadrez foi peça central em movimentos sonoros e sociais, como o movimento punk nos anos 1970 que utilizou de forma cômica, ridicularizando os costumes tradicionais e patriarcais da cultura inglesa. Nos anos 1990, o movimento grunge utiliza de forma desleixada e suja a estampa. As bandas de garagem com uma sonoridade bastante crua formada por jovens, fez o hard rock e as calças de couro da década anterior, repensar sua estética.

(Foto: Reprodução / A estampa xadrez nos anos 70′ usada de forma cômica pelos punks para ridicularizar os costumes britânicos.)

(Foto: Reprodução / A estampa nas peças em flanela.)

E essa é a importância do tartã, permear movimentos culturais diferentes, mantendo uma estética própria, mas plural. E aí, o que você tem de xadrez no armário? Vale mantinha, cachecol, casaco, camisa e cueca.

Texto: Matheus Martins / Fotos: Divulgação
10/08/2018 0 Comentários 2,1K Visualizações
Cultura

Exposições comemoram 2ª Semana Nacional dos Arquivos

Por Gabrielle Pacheco 04/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Arquivo Público Municipal de Novo Hamburgo está realizando, de segunda (4) a sexta-feira (8), duas exposições comemorativas em relação ao Dia Internacional dos Arquivos, comemorado no sábado (9). A ação faz parte da 2ª Semana Nacional dos Arquivos Públicos, organizada pelo Ministério da Cultura (MinC) e com participação da Secretaria Municipal da Cultura.

Estas atividades colocam o Arquivo em uma dinâmica que envolve centenas de outras instituições de todo o país e que colaboram como guardiãs da memória da sociedade brasileira”, comenta o historiador e organizador das exposições, Paulo Daniel Spolier.

Dentro da temática Governança Memória e Herança, primeira a mostra organizada em Novo Hamburgo ganha o título Janelas do Tempo – Desenvolvimento Urbano de Novo Hamburgo pelas Imagens Oficiais. Ocupando o saguão do segundo andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry, fotografias levam os flagrantes que apresentam obras, serviços e a evolução urbana da cidade hamburguense.

“Este material faz parte do acervo oficial da Prefeitura e conta com registros realizados entre os anos de 1930 e 1960”, explica o arquivista e também organizador das atividades, Uriel Battisti. Já no Museu Nacional do Calçado, localizado no Campus 1 da Universidade Feevale, 12 peças publicitárias formam a exposição Janelas do Tempo – Publicidade Coureiro–Calçadista em Novo Hamburgo. Os anúncios, que fazem parte do acervo do Arquivo Municipal, foram publicadas na revista Tribuna Illustrada, de maio de 1927.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2018 0 Comentários 542 Visualizações
Cultura

Coimbra e sua tradição universitária

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2018
Por Gabrielle Pacheco

Visitar a região do Centro de Portugal permite explorar lugares diferentes em seus mínimos detalhes, mergulhar na rica história de monumentos e personagens e apreciar manifestações culturais peculiares. Dentre lugares com histórias incríveis para serem apreciadas, Coimbra se destaca por sua tradição universitária.

Como uma boa cidade portuguesa, Coimbra foi construída às margens de um rio e em cima de uma montanha que separa a cidade alta da cidade baixa. A parte baixa guarda preciosas construções medievais e ruelas onde se concentra o comércio. A alta, coroada pela universidade no seu ponto mais elevado, é território de grande parte das repúblicas de estudantes, pontos turísticos como a Sé Velha (foto abaixo) e a Biblioteca Joanina e, também, palco dos principais acontecimentos da vida acadêmica de Coimbra.

Serenata Monumental na escadaria da Sé Velha | Foto: Divulgação

Para quem deseja conhecer de perto os encantos universitários da cidade, o Sapientia Books & Wine Hotel é o único hotel localizado no Centro Histórico. A propriedade está situada no coração da Alta de Coimbra, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco. O rooftop é uma das grandes atrações do hotel, pois oferece uma vista de 360 graus para toda a cidade, incluindo a tradicional e secular Universidade de Coimbra.

Com a missão de ajudar os viajantes nessa divertida missão de explorar a Coimbra universitária, separamos quatro tradições imperdíveis deste destino fascinante:

Tunas acadêmicas

A Tuna é um grupo musical formado por estudantes universitários. Acredita-se que a palavra “tuna” tenha vindo do nome da cidade de Túnis, onde vivia um trovador conhecido. Aliás, a arte de trovar é comum aos membros das tunas acadêmicas: suas apresentações são recheadas de canções que exaltam a cultura acadêmica e, em especial, a herança histórica portuguesa.

Trajes universitários

Os universitários portugueses vestem um uniforme peculiar, um dos maiores símbolos da tradição universitária em Coimbra: uma longa capa preta, gravata, camisa social, calças para os homens e saias para as mulheres. Esse visual pitoresco para a atualidade fez com que J. K. Rowling, autora de Harry Potter, incorporasse diversos desses elementos nas roupas dos alunos da escola de bruxaria de Hogwarts, tanto nos livros quanto nos filmes. Já em Portugal, é possível vê-los no campus da Universidade de Coimbra, onde são usados até os dias de hoje. Vestir a capa e a batina de uma das universidades mais antigas do mundo é sinônimo de prestígio.

O traje acadêmico é um dos maiores símbolos da tradição universitária em Coimbra | Foto: Centro de Portugal/Divulgação

Queima das Fitas

Conhecida como a “festa dos estudantes”, é a ocasião em que cada um veste as cores da faculdade e celebra o fim do ano letivo com muita euforia, e marca uma etapa gloriosa da vida estudantil. Os turistas também podem desfrutar do clima de alegria, das divertidas tradições e das atividades especiais, que incluem shows, festas e sarau. A comemoração começa quando toda a Academia veste os trajes e se mantém em silêncio para ouvir o show das guitarras e do fado em frente à escadaria da Sé Velha.

Biblioteca Joanina e seus guardiões inusitados

Localizada dentro da Universidade de Coimbra, essa biblioteca possui um acervo com cerca de 200 mil livros, com coleções raríssimas dos séculos XVI, XVII e XVIII. Proteger esse patrimônio é um verdadeiro desafio, que vai desde o cuidado rigoroso com a temperatura e umidade até o controle de pragas como as traças. Para combater esse inseto inconveniente, a biblioteca possui curiosos aliados: morcegos. À noite, eles se alimentam dos diversos bichinhos que corroem os papéis, mantendo todos os exemplares a salvo.

Biblioteca Joanina é ricamente decorada | Foto: Centro de Portugal/Divulgação

Sobre o Centro de Portugal

A mais charmosa região portuguesa é cheia de destinos populares: Aveiro, Coimbra, Viseu, Nazaré, Óbidos, Tomar, Fátima e tantos outros. Suas belezas se estendem por todo o território – ocupado por 2,3 milhões de habitantes que têm o dom de bem receber. O Centro de Portugal possui inúmeros patrimônios da Unesco, um litoral que é um paraíso do surfe, aldeias históricas, gastronomia riquíssima, vinhos inesquecíveis, natureza exuberante e muita cultura, que se somam a incontáveis motivos para uma visita. A principal cidade, Coimbra, está a apenas 200 quilômetros de Lisboa e a 135 quilômetros do Porto. Para mais informações, visite o site da região.

Foto: Emanuele Siracusa/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2018 0 Comentários 2,1K Visualizações
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