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história

Ensino

Projeto Afroletramento é lançado para professores do ensino fundamental de Gramado

Por Jonathan da Silva 21/02/2024
Por Jonathan da Silva

O lançamento do projeto Afroletramento junto aos professores dos anos iniciais e equipes pedagógicas do ensino fundamental do município de Gramado ocorreu nesta segunda-feira (19). Estiveram presentes na formação a Secretária da Educação, Simone Tomazelli Andreis, a procuradora-geral do município, Mariana Melara Reis, o defensor público de Gramado, Igor Menini, e o vice-prefeito, Luia Barbacovi. O evento foi marcado por uma formação pedagógica com a temática do material didático adquirido e como utilizá-lo em sala de aula.

O vice-prefeito Luia Barbacovi esteve na abertura do evento e destacou a importância do tema, aproveitando para desejar um bom início de ano letivo às equipes. “O acolhimento e a inclusão marcam as crianças para o resto da vida e por isso esse trabalho da Educação é tão importante. Que tenhamos um bom ano de 2024”, desejou Barbacovi.

O projeto conta com a aquisição de obras literárias voltadas para alunos de 1º a 5º anos, do escritor Edergênio Negreiros Vieira, que marcou presença na formação para falar sobre Afrocentricidade, Literatura e Afroletramento.

Edergênio Negreiros Vieira participou do evento

Após isto, a professora Marina Minhote, representante da editora Inteligência Educacional, apresentou os materiais e as maneiras de como trabalhá-los com os estudantes. Marina também demonstrou a utilização da plataforma com  conteúdo digital, suporte para a prática pedagógica dos docentes.

O defensor público de Gramado, Igor Menini, destacou ser necessária a representatividade presente nesses materiais didáticos. “Este evento é um passo importante para o Termo de Cooperação de Combate à Discriminação Racial que assinamos em março de 2023. Com essa abordagem, conseguimos instruir os cidadãos para que tenham uma visão crítica e a noção da necessidade de construirmos uma sociedade justa e inclusiva”, declarou Menini.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/02/2024 1 Comentário 695 Visualizações
Cultura

Destino mais querido do Brasil ganha espaço no digital para imortalizar sua história

Por Marcel Vogt 21/07/2023
Por Marcel Vogt

Como município e destino turístico, Gramado tem quase 69 anos de história. E a Rossi & Zorzanello Feiras e Eventos completou 35 anos em abril deste ano. Essa soma de vivências aproximou a empresa do projeto “Gramado Tem História”, que reúne o acervo de imagens e pesquisas da historiadora Iraci Casagrande Koppe.

Liderada atualmente por Marta Rossi e Eduardo Zorzanello, este patrocínio ao projeto é uma forma, também, de agradecer pelas conquistas que Gramado possibilitou à empresa. “Uma cidade só existe de verdade se há uma preocupação com a sua história. Ao mesmo tempo, a história precisa ser de conhecimento da sua comunidade e valorizada por ela”, afirma Marta Rossi. A empresária recorda a proximidade que Iraci sempre teve com ela e Silvia Zorzanello, falecida em 2010, e também fundadora da empresa.

A guardiã da memória do município

O Projeto Gramado Tem História surgiu em 2019 como uma ideia, tornando-se realidade em 2021. Há décadas, Iraci Casagrande Koppe, conhecida carinhosamente como Tia Ci, vem dedicando parte significativa do seu tempo revisitando o passado de Gramado. Junto ao projeto está sua filha, Lilian Casagrande Koppe, que auxilia a mãe a contar a história do município com postagens nas redes sociais.

A historiadora sempre teve um olhar atento aos fatos históricos, alguns deles que ela testemunhou, como a fundação da cidade, a Festa das Hortênsias, tendo sido eleita, em 1958, a 1ª rainha do evento, além disso as criações da Rossi & Zorzanello como o Festuris e o nascimento dos principais eventos da cidade, como por exemplo, o Festival de Cinema, o Natal Luz e a Festa da Colônia, entre outros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2023 0 Comentários 441 Visualizações
Cultura

Jornalista conta a jornada histórica de cidade do Vale do Taquari em novo livro

Por Marina Klein Telles 05/07/2023
Por Marina Klein Telles

Passado, presente e futuro ligados a uma cultura de pertencimento e representatividade. Essa é a essência do livro “Nós não estamos sozinhos – História de fé e luta de Santa Clara do Sul”, do jornalista Eduardo Dorneles, que conta a trajetória do município do Vale do Taquari emancipado há 31 anos.

Segundo Dorneles, a obra parte da colonização germânica da região ainda no século 19, visita momentos históricos, como o combate vitorioso dos colonos contra os maragatos na Revolução Federalista, e detalha o importante processo de emancipação no início dos anos 1990. “Além disso, o livro não tem receio de tocar em pontos que geralmente uma narrativa coletiva, ainda mais de comunidades com tradições tão fortes, prefere evitar. Por exemplo, o passado da relação dos imigrantes germânicos no Vale do Taquari com pessoas escravizadas”, explica.

Para conduzir o leitor por esse trajeto, Dorneles confabula a partir de personagens centrais na história de Santa Clara do Sul, do Vale do Taquari e de outras regiões. O objetivo é imaginar como essas pessoas, algumas com poucos registros documentais, colaboraram para o desenvolvimento da cidade. “A escolha foi por explorar o potencial da literatura e envolver o leitor. Para isso, a obra conta com um narrador e parte da jornada é compreender quem ele é”, conta.

A obra teve colaboração direta de Patrícia Schneider, Neli Galarce Machado e Marcos Rogério Kreutz, pesquisadores do Centro de Memória, Documentação e Pesquisa da Univates. Idealizado pela administração municipal com o patrocínio da Sicredi Integração RS/MG, a obra foi desenvolvida por Dorneles em parceria com o Alfa – Estúdio de Conteúdo e Estratégia.

Segundo Sérgio Sant’Anna, diretor do Alfa, a trajetória da comunidade de Santa Clara do Sul proporcionou aos pesquisadores um rico material cultural, que inspirou Dorneles a uma narrativa por vezes eloquente, por vezes sensível e emocionante. “‘Nós não estamos sozinhos’ desvenda percursos pouco explorados na história do Rio Grande do Sul e ainda nos entrega uma rara abordagem literária, com o narrador situado em um ponto de luz ético e espiritual”, conclui.

Sobre o autor

Eduardo Dorneles é de Porto Alegre e jornalista formado pela Universidade Luterana do Brasil. Já foi premiado por produções e coberturas especiais, como o Prêmio Ari-Banrisul de Jornalismo 2017, na categoria Jornalismo Universitário Web, e o Prêmio de Jornalismo da Justiça Eleitoral do Rio Grande do Sul 2018. Em 2020, publicou seu primeiro trabalho inteiramente ficcional, o conto “A redenção entre os joelhos”, no livro “Quarentenas: textos de uma quarentena criativa”, da editora Palavra Bordada. Através da plataforma Amazon Kindle, publicou também os contos “Dois sub-homens e um youtuber”, “Eu não gosto de pornô” e “Ninguém sente como sentia com 18 anos”.

Fotos: Aldo Lopes/divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2023 0 Comentários 418 Visualizações
Cidades

Campo Bom vai restaurar prédio que abrigou o Grupo Escolar Theodomiro Porto da Fonseca

Por Ester Ellwanger 09/06/2022
Por Ester Ellwanger

Prédio inaugurado em 10 de setembro de 1933 com o propósito de servir à educação pública será restaurado para receber estudantes, novamente, em Campo Bom. Trata-se do imóvel localizado na rua dos Andradas, 252, que abrigou o Grupo Escolar Theodomiro Porto da Fonseca, a primeira instituição de ensino estadual instalada em um distrito no RS — à época, o município ainda pertencia à São Leopoldo.

O espaço terá oito metros da volumetria original restaurada e, a partir disso, ocorrerá a construção de um centro tecnológico educacional. A prefeitura adquiriu o imóvel em janeiro de 2020 e firmou contrato com a Associação Pró-Ensino Superior (Aspeur) para a elaboração do projeto de restauro do antigo prédio e da realização da nova obra.

Para o prefeito Luciano Orsi, a decisão significa mais um avanço para a educação pública campo-bonense, bem como mostra a preocupação da administração municipal com a história local.

“O prédio é um patrimônio histórico e cultural do município, que agora será restaurado e voltará a servir à população com fins educacionais”, observa.

“É o lugar onde passado e futuro vão se encontrar, pois temos um espaço que representa parte da história de Campo Bom e vai receber alunos para falar sobre tecnologia”, destaca a secretária de Educação e Cultura Simone Schneider.

No momento, ocorre a limpeza do prédio para que a equipe da empresa responsável pelo projeto realize os laudos e diagnósticos necessários para o início da restauração.

 

Foto: Lucas Unser/ Divulgação | Fonte: Assessoria

 

09/06/2022 0 Comentários 562 Visualizações
Cultura

Guaporé ganha livro histórico sobre a cidade

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

Composto por 368 páginas, o livro “Caminhos de Guaporé — Dos primeiros habitantes ao primeiro centenário” chegará às mãos da comunidade no dia 20 de abril, quarta-feira, às 19h, em evento com entrada gratuita na Casa da Cultura de Guaporé. A ocasião celebra o longo trabalho de pesquisa de Gilberto Luis Dal Mas para compor a história da cidade desde o ano de 1632 até 2003, ocasião das comemorações de 100 anos da emancipação guaporense.

Recheada de informações inéditas, a obra é ricamente ilustrada com fotografias de época e texto de profunda pesquisa com conteúdo distribuído em 12 capítulos no formato de cronologia temporal linear. A publicação de elevado padrão de acabamento oferece ao leitor um passeio por diferentes aspectos e fatos que forjam a cidade atual. Enaltece a identidade automobilística, joalheira e de confecções, sem deixar passar despercebido outros setores econômicos da configuração de Guaporé como município.


Com edição de Fabiano Mazzotti, proponente do projeto, a obra ultrapassa a forma convencional de apresentação de conteúdo histórico de um território. Compartilha protagonistas sempre lembrados no desenvolvimento da cidade, bem como recorda de personagens comuns no dia-a-dia do lugar e que fazem dessa narrativa de fatos um livro de interesse coletivo. Em suas páginas, também se observa o importante registro de nomes ocupantes de posições nos poderes executivo e legislativo ao longo dos anos.

A origem e significado do nome ‘Guaporé’ ganha destaque ao final da obra com profundas justificativas de sua designação ao município e demonstra a seriedade na edição do conteúdo impresso.

Disponível na noite de lançamento pelo preço promocional de R$ 50,00 (para os primeiros 200 exemplares), o livro tem tiragem total de 1.000 unidades acompanhado por uma versão sonora, oferecendo acessibilidade de conteúdo a deficientes visuais.

O projeto é viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal. Tem patrocínio das empresas Vibra, Agrogen, Pan Electric, Buffon, LNF Latino-americana, Servicarga Transportes e Serviços, Politorno Móveis, Três M Recuperadora, Zandei Plásticos, Instinto Íntimo, Safira Joias, Camadi Joias e Superluc Tecnologia. Apoio do Município de Guaporé. E realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

 

Serviço

O lançamento:
Quando: 20 de abril, às 19h
Onde: Casa da Cultura de Guaporé
Entrada gratuita

O livro:
Formato: 24cm x 28cm
Páginas: 368
Capa: dura
Miolo: em papel couchê com impressão colorida
Preço promocional: R$50,00 (para os primeiros 200 exemplares)
Preço normal: R$ 80,00
Vendas na noite de lançamento. Após, diretamente com o editor, o autor e livrarias em Guaporé.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 858 Visualizações
Cultura

Brinquedos são destaque no Museu do Colégio Mauá

Por Ester Ellwanger 11/03/2022
Por Ester Ellwanger

Com o lançamento da exposição temporária Brincar é Coisa Séria, o Museu do Colégio Mauá foi reaberto ao público na tarde na quinta-feira, 10 de março, com a presença da imprensa e convidados. A mostra destaca brinquedos de diferentes épocas, desde o século 19 até os dias de hoje, como bonecas de porcelana, celuloide, papel e plástico. “São brinquedos que marcaram a infância de muitas crianças. O público também encontra na exposição jogos de tabuleiro, autorama, carrinhos, quebra-cabeças, casinhas de boneca, bercinhos, entre outras peças”, destacou a diretora do Museu, Maria Luiza Rauber Schuster.

Conforme Maria Luiza, a escolha do tema da exposição teve como inspiração o dia 21 de março, Dia Mundial da Infância, criada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) como um dia de reflexão sobre as condições de vida das crianças do mundo, com a compreensão de que é muito importante que todas elas tenham uma infância saudável e feliz. “Todo o ser humano tem seu tempo de infância e que depende do meio e condições em que vive. As crianças precisam ter o direito de brincar, que oportuniza aprendizados para a vida adulta. Nossa exposição mostra um pouco disso por meio dos brinquedos”, ressaltou.

A exposição é fundamentada também pela afirmação da educadora Adriana Friedmann, que explicou que o “brincar” deve ter lugar prioritário na vida da criança. “Brincar é fundamental na infância por ser uma das linguagens expressivas do ser humano. Proporciona a comunicação, a descoberta do mundo, a socialização e o desenvolvimento integral”, afirmou. Além disso, o Estatuto da Criança e do Adolescente, publicado em 1990, determina que pessoas de até 12 anos incompletos são consideradas crianças, e que devem ter oportunidades e facilidades que assegurem o pleno desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social em condições de liberdade e de dignidade.

Outro embasamento para a realização da exposição é o Marco Legal da Primeira Infância (Lei Federal Nº 13.257/2016), criado em 2016, que contempla crianças de zero até seis anos e tem, entre as diversas diretrizes, a determinação do direito ao brincar. Para conferir a mostra de brinquedos, o Museu do Colégio Mauá está localizado na Rua Marechal Floriano, 274, com atendimento de terças a sextas-feiras, das 14h às 17 horas. Os grupos devem agendar horário pelo telefone (51) 3715-0496. Os ingressos custam R$ 4,00 para o público em geral, e estudantes e aposentados pagam R$ 2,00.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2022 0 Comentários 904 Visualizações
Cultura

Museu Histórico de Taquara inicia visitas guiadas com alunos do município

Por Ester Ellwanger 11/03/2022
Por Ester Ellwanger

As visitas guiadas aos estudantes do município já estão sendo promovidas pelo Museu Histórico Municipal Adelmo Trott. Após dois anos fechado, o espaço foi reaberto no início do mês em novo endereço, na Rua Nelson Renck, 2933, Centro, ao lado da Biblioteca Pública Municipal Professor Rodolfo Dietschi. O horário de atendimento é de segunda à quinta-feira, das 7h30 às 12h e das 13h às 17h, e nas sextas, das 7h30 às 13h30.

Para participar as escolas devem agendar as visitas pelo telefone 51 3541 9200, ramal 434 e pelos e-mails museu@taquara.rs.gov.br / museumunicipaladelmotrott@gmail.com. O acompanhamento é feito pelo professor de Literatura, Laureci Armando Mayca e pelo chefe de Divisão do Arquivo Histórico, o historiador Maicon Rodrigues.

 

Primeira visita guiada

A Escola Municipal de Ensino Fundamental João Martins Nunes foi a primeira instituição de ensino a ser recebida no novo espaço. Os alunos do Gama (Grupos de Aprendizagem por Metodologias Ativas para correção do fluxo escolar) estiveram acompanhados das professoras Luciane de Oliveira Corrêa (supervisora dos anos finais do turno da tarde) e Tatiane Jaeger (supervisora da parte da manhã). 

“A nossa visita ao museu vai ao encontro do projeto “As experiência do meu cotidiano” onde estamos fazendo uma ampla pesquisa sobre as origens do bairro Medianeira, a sua historicidade. Partimos para a questão do Município, dos pontos principais da cidade, parte histórica, geográfica, acessibilidade, trabalhando todo este projeto de modo interdisciplinar”, explica Luciane. Após a visita ao museu, os estudantes conheceram o Palácio Municipal Coronel Diniz Martins Rangel e a Praça Marechal Deodoro.

 

O Museu

Segundo o historiador Maicon Rodrigues, o museu possui 993 peças cadastradas. “São objetos relacionados a personalidades históricas do Município, objetos familiares, documentos, acervos relacionados a profissões, armamentos, objetos de cozinha, filatelia, fotografias, quadros, animais empalhados, entre outros. Peças que contam um pouco a história de Taquara e ao mesmo tempo das personalidades que construíram esta cidade ao longo do tempo”, informa Maicon.

Dentro do espaço há sempre uma exposição itinerante que a cada semestre muda dando lugar a uma nova apresentação ao público. Hoje, uma das exposições itinerantes para visitação é sobre o projeto “Memórias da africanidade: a contribuição da comunidade afrodescendente na história de Taquara-RS a partir dos olhares dos educandos taquarenses e do Museu Municipal Adelmo Trott”.

Foto: Magda Rabie/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2022 0 Comentários 988 Visualizações
Cidades

Projeto busca a reconstrução da memória do universo ferroviário em Gramado

Por Ester Ellwanger 11/03/2022
Por Ester Ellwanger

Gramado teve grande parte de sua história construída a partir dos trilhos do trem. Ao longo de 44 anos, de 1919 a 1963, o sino das estações ferroviárias, o apito e o barulho das marias-fumaça determinaram o ritmo de vida das pessoas da região. O projeto “Reconstrução da memória do universo ferroviário”, criado e desenvolvido pelos historiadores Wanderley Cavalcante, Alex Juarez Müller e Eduardo da Silva Weber (Grupo Karahá – História e Cultura), revisado pela professora Lisiane Pinto dos Santos, é financiado pelo Fundo Municipal de Cultura, e objetiva reconstruir essa trajetória.

O projeto vai disponibilizar um livro digital (e-book) denominado “Gramado nos caminhos do Trem”, que servirá como guia para pesquisas sobre o tema na região. Também será oferecido um curso de Introdução à história ferroviária de Gramado na modalidade Educação a Distância (EAD), com carga horária de 40h e que contemplará exercícios, prova e certificado. Além disso, serão distribuídos folders educativos com infográficos nas escolas públicas do município, que também vão receber oficinas sobre o tema. Todas essas ações têm o objetivo de difundir amplamente esse conhecimento.

O projeto apresenta ainda uma proposta de ação concreta para debate junto às comunidades, às áreas da Educação, da Cultura, do Turismo e da Ação Social, aos setores público e privado: a concepção e construção de um Sítio Ferroviário para registro e tombamento desse patrimônio, reunindo edificações, pontos históricos, memórias afetivas, imagens e ações de pesquisas futuras sobre esse passado coletivo.

Assim, reconhecendo a memória ferroviária como marca fundamental da história da região, o projeto busca chamar a atenção para a urgência de se preservar a essência do patrimônio cultural do município como condição para seu desenvolvimento fincado em suas raízes.

 

 Foto: Igor Mallmann/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

11/03/2022 0 Comentários 509 Visualizações
Cultura

Arquivo Histórico de Nova Petrópolis promove exposição com fotos de 1987

Por Ester Ellwanger 26/10/2021
Por Ester Ellwanger

O Arquivo Histórico Municipal de Nova Petrópolis está promovendo uma exposição com imagens do concurso fotográfico “Construindo uma nova pátria” realizado no ano 1987 e que foram utilizadas no Calendário de Eventos de 1988. As fotos estão à disposição para contemplação no saguão da Biblioteca Municipal Professora Elsa Hofstätter da Silva até o dia 19 de novembro.

De acordo com a diretora do arquivo histórico, Cristiane Schneider Weber, o concurso contou com a participação de 36 fotos, que tinham o objetivo de promover as belezas de Nova Petrópolis nossetores da agricultura, indústria e serviços, despertar o interesse pela fotografia e atrair a atenção dos visitantes para a cidade.

Os fotógrafos participantes foram Normelio Deppe, Gessy Deppe, Edio Bratz, Luís Antônio Schneider, Hermann Walter Schaal, Celio Ivo Nöller, João Darcy Hennemann e Erica Hoffmann.

As fotos estão expostas na entrada da biblioteca e também na sala do arquivo municipal, no terceiro andar do prédio, desde o dia 22 de outubro e ficam disponíveis até o dia 19 de novembro, diariamente das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h30.

Foto: Ana Paula Backes/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/10/2021 0 Comentários 721 Visualizações
Cidades

Uma aula de história no café da manhã

Por Ester Ellwanger 27/09/2021
Por Ester Ellwanger

Era de manhã e as cinco xícaras estavam expostas, no saguão da Secretaria de Educação de Santa Cruz do Sul, aguardando os convidados. Em meio a elas estavam livros de história. De repente aparecem cinco atores juvenis da Escola Municipal Guido Herberts, do bairro Várzea. “Queremos homenagear Santa Cruz com a apresentação contos e encontros”, diz a estudante Nicole Kohls, de 11 anos. “Santa Cruz é considerada uma das dez maiores economias do Rio Grande do Sul”, exclamou Enrique Figueiredo de, 16 anos. “O progresso pegou carona no trem que ligou Santa Cruz a Rio Pardo”, prosseguiu Lucas dos Santos, de 14 anos. E as curiosidades sobre o município foram sendo elencadas, conforme a cronologia do tempo.

O ato cívico ocorreu nesta segunda-feira, 27 de setembro, dentro das festividades alusivas aos 143 anos do município. A programação iniciou com a execução dos hinos Nacional e Riograndense, e finalizou com o hino de Santa Cruz do Sul.

A prefeita Helena Hermany prestigiou o evento e, em sua fala, referiu-se aos professores e às crianças. “A escola já existia antes mesmo de Santa Cruz ser emancipada. Então percebemos quanta diferença faz o professor na vida de uma cidade. Quantas crianças passam na mão de um professor”, afirmou. E elogiou o trabalho realizado pelos profissionais de educação. “Entrei aqui e senti uma aura positiva, de pessoas que trabalham com uma missão, e quando se faz com amor, tudo funciona melhor”, finalizou.

Já o secretário de Educação Miguel Wenzel, exaltou o empenho dos educadores durante o período de pandemia. “Nossos professores souberam se reinventar neste período tão difícil para todos. E nesta apresentação de hoje, vimos o quanto a educação deve e pode ser viva, e que temos uma educação de qualidade”, afirmou.

Também estiveram presentes no ato cívico o vice-prefeito, Elstor Desbessell, a chefe de gabinete, Berenice Bohnen, o secretário de Obras e Infraestrutura, Edmar Hermany, e a diretora da Emef Guido Herberts, Lucenia Pohlmann.

Foto: Luiz Fernando Bertuol/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2021 0 Comentários 589 Visualizações
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