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grupo hospitalar conceição

Saúde

GHC passa a integrar rede de UTIs inteligentes do SUS

Por Ester Ellwanger 04/09/2026
Por Ester Ellwanger

O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) passou a fazer parte da rede de unidades de terapia intensiva (UTIs) inteligentes do Sistema Único de Saúde (SUS), iniciativa do Ministério da Saúde que conecta hospitais de diferentes estados a uma central instalada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP). No Rio Grande do Sul, o projeto é implementado por meio do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC).

Nesta primeira etapa, dez leitos de UTI do HNSC estão conectados à rede, permitindo a integração de informações clínicas e de monitorização ao prontuário eletrônico. Dados como sinais vitais e outros parâmetros acompanhados continuamente à beira do leito passam a ser disponibilizados de forma integrada, ampliando as possibilidades de acompanhamento da evolução dos pacientes pelas equipes assistenciais.

Aliando tecnologia e assistência

De acordo com o médico intensivista e assessor da Gerência de Internação do HNSC, Matheus Golenia, o GHC atua como parceiro do Ministério da Saúde na implementação da iniciativa e na construção de um modelo que alia tecnologia e assistência. “Estamos integrando os dados desses dez leitos à central de São Paulo e ao nosso prontuário eletrônico. Assim, conseguimos ampliar a possibilidade de acompanhamento dos pacientes mesmo quando o profissional não está fisicamente diante do monitor do leito”, ressalta.

Golenia também destaca que a conexão cria condições para que, progressivamente, as informações reunidas contribuam para o aprimoramento das práticas assistenciais. “A médio prazo, a ideia é que o acompanhamento dos dados das diferentes UTIs permita a construção de protocolos e a discussão de casos clínicos que possam agregar ao cuidado. Mais adiante, UTIs maiores e com equipes especializadas, como a do Conceição, poderão atuar no matriciamento de unidades menores, especialmente no interior, onde muitas vezes há necessidade de determinados profissionais”, reforça.

O gerente de Tecnologia da Informação do GHC, Marco Fisch, explica como funciona o fluxo dessas informações. “Neste primeiro momento, o projeto contempla a integração do prontuário dos pacientes com a central de São Paulo, responsável pelo armazenamento dos dados. Essas informações também são disponibilizadas no nosso prontuário, permitindo que médicos e demais profissionais da assistência visualizem os parâmetros do paciente pelo acesso institucional, no mesmo formato apresentado pelo monitor da UTI”, afirma.

 

Reunião virtual

Nesta quinta-feira, 03 de setembro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou a conexão por meio de uma transmissão e pôde visualizar, em tempo real, os mesmos parâmetros enviados à central do projeto. Para viabilizar a implantação no HNSC, O Ministério da Saúde realizou um investimento de R$ 211 mil na aquisição dos dez monitores. Também foram feitas adaptações na rede interna para suportar o novo sistema. A UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição conta com 59 leitos, e a expectativa é ampliar gradualmente a estrutura conectada, com a integração de mais dez leitos até o final de 2026.

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

04/09/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Saúde

GHC encerra Operação Inverno 2026 em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Operação Inverno 2026 do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) foi encerrada no sábado (29), após mobilizar 12 unidades de saúde administradas pelo grupo em Porto Alegre desde 6 de junho. A iniciativa teve como foco reforçar o atendimento à população durante o período de maior circulação de vírus respiratórios e ampliar o acesso à vacinação também aos fins de semana. Ao longo da operação, foram realizadas consultas médicas e de enfermagem, atendimentos a pessoas com sintomas respiratórios, vacinação e serviços de farmácia.

Entre 6 de junho e 29 de agosto, os profissionais do GHC realizaram 237 consultas médicas, 98 atendimentos de enfermagem e 49 atendimentos a pessoas que procuraram as unidades de saúde com sintomas respiratórios. No mesmo período, foram aplicadas 816 doses de vacinas. As farmácias das unidades registraram 239 atendimentos e dispensaram 475 medicamentos aos usuários.

Atendimento ampliado

A mobilização começou em 6 de junho, quando todas as 12 unidades de saúde administradas pelo GHC ficaram abertas. Depois dessa data, os atendimentos aos sábados foram concentrados na Unidade de Saúde Divina Providência, no bairro Vila Jardim, na zona norte de Porto Alegre, das 10h às 16h. A unidade manteve o atendimento nos sábados seguintes, até 29 de agosto.

Segundo a gerente de Atenção Primária à Saúde do GHC, Gerusa Bittencourt, a ampliação da vacinação teve como objetivo facilitar o acesso da população ao serviço. “A vacinação estendida ampliou a cobertura imunológica e a janela de oportunidade para as pessoas se vacinarem também aos fins de semana. Como a maior ação ocorreu no início do inverno, em 6 de junho, o trabalho também ajudou a reduzir a lotação das emergências adultas e pediátricas de Porto Alegre”, afirmou Gerusa.

Balanço da iniciativa

Na abertura da Operação Inverno, em 6 de junho, as 12 unidades de saúde do GHC registraram 188 consultas médicas e 66 consultas de enfermagem. Também foram contabilizados 29 atendimentos relacionados a sintomas respiratórios.

Na área de vacinação, foram realizados 837 atendimentos e aplicadas 752 doses de vacinas. As farmácias registraram 150 atendimentos e dispensaram 333 medicamentos aos usuários.

Atendimentos aos sábados

Entre 13 de junho e 29 de agosto, a Unidade de Saúde Divina Providência realizou 49 consultas médicas e 32 consultas de enfermagem. No período, também foram registrados 20 atendimentos a pessoas com sintomas respiratórios.

A unidade realizou ainda 96 atendimentos de vacinação, com 64 doses aplicadas. Nas farmácias, foram contabilizados 89 atendimentos e 142 medicamentos foram dispensados aos usuários.

Foto: João Gabriel Lopes/InPacto/GHC/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Variedades

Fundador do ICDRS, Balduino Tschiedel é homenageado pelos 46 anos de trabalho

Por Jonathan da Silva 25/08/2026
Por Jonathan da Silva

O médico endocrinologista e diretor-presidente do Instituto da Criança com Diabetes do Rio Grande do Sul (ICDRS), Balduino Tschiedel, foi homenageado na segunda-feira (24), pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC), pelos 46 anos de atuação na instituição. Tschiedel ingressou no GHC em 1º de setembro de 1980 e teve participação na criação do ICDRS, instituição que oferece atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a crianças, adolescentes e jovens com diabetes tipo 1.

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1976, Tschiedel é especialista em Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB), além de ter mestrado em Genética pela UFRGS. Foi chefe do Serviço de Endocrinologia do Hospital Nossa Senhora da Conceição, do GHC, durante 18 anos.

Nos últimos anos, participou da publicação de 42 artigos científicos sobre diabetes e escreveu dois livros sobre insulina, além de capítulos em outras publicações sobre o tema. Também presidiu a Sociedade Brasileira de Diabetes entre 2012 e 2013 e a Federação Internacional de Diabetes – região Saca entre 2018 e 2019.

Instituto da Criança com Diabetes

Idealizador e fundador do ICDRS, Tschiedel participou da construção de um modelo de atendimento voltado ao tratamento de diabetes tipo 1 pelo SUS. O projeto começou em 1998 e, por meio de um convênio com o GHC, passou a reunir 12 especialidades e diferentes frentes de cuidado em um mesmo serviço.

Desde o início das atividades, o instituto realizou mais de 510 mil atendimentos e acompanhou mais de 5,5 mil pacientes de 323 municípios do Rio Grande do Sul. Segundo dados apresentados pela instituição, houve redução de 94,7% nas internações hospitalares entre os pacientes atendidos, o equivalente a 4.831 hospitalizações evitadas.

Com base em dados do DataSUS de 2022, o ICDRS estima que a redução das internações tenha representado uma economia de R$ 10,1 milhões a R$ 16,9 milhões aos cofres públicos.

Atuação da instituição

O modelo de atendimento do instituto reúne acompanhamento médico, educação em diabetes e suporte às famílias. Em 2025, foram realizados 19.750 atendimentos técnicos e ações educativas que alcançaram 1.190 pessoas. No mesmo período, o ICDRS entregou mais de 97 mil insumos e insulinas a pacientes que necessitavam de suporte adicional.

O ICDRS completa 28 anos de atuação e reúne parceiros, voluntários e integrantes da sociedade em torno das atividades relacionadas ao atendimento de pessoas com diabetes.

Em 13 de agosto, mais de 500 pessoas participaram do Jantar Ilhas da Gastronomia, realizado na Associação Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre. A iniciativa contou com 16 chefs, cinco pâtissiers e mais de 50 empresas, que contribuíram com trabalho e insumos para apoiar os projetos do instituto.

Foto: Bruno Lara/ICDRS/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2026 0 Comentários 110 Visualizações
Saúde

GHC inaugura ambulatório especializado no atendimento de crianças e adolescentes com autismo

Por Ester Ellwanger 20/08/2026
Por Ester Ellwanger

O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) inaugurou, nesta quarta-feira, 19 de agosto, o Ambulatório Prisma, um espaço dedicado ao atendimento de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para marcar o momento, foi realizada uma cerimônia no Auditório Jahyr Boeira de Almeida, no Centro Administrativo do GHC, com a presença de trabalhadores, autoridades e imprensa.

Na primeira fase, já iniciada, o serviço oferecerá assistência aos filhos de trabalhadores do GHC que aderiram ao Regime Especial de Trabalho (RET), concedido aos funcionários que são pais de crianças com deficiência, como o autismo. A ideia é que o modelo seja testado com o objetivo de expansão para os demais usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em 2027.

“Temos, no sistema de saúde, uma grande necessidade e poucos serviços abertos para cuidar das pessoas com TEA. Nessa primeira fase, vamos criar protocolos de cuidado clínico, definir processos, fluxos e treinamento de profissionais. Depois, vamos contratualizar com municípios e abrir o atendimento para todas as crianças e adolescentes”, disse Gilberto Barichello, diretor-presidente do GHC.

Capacidade

Rosana Reis Nothen, diretora de Atenção à Saúde do GHC, destacou que o ambulatório tem a capacidade de reunir os serviços necessários aos pacientes.

“Entre os desafios está a organização familiar, que é penosa e trabalhosa para pais e cuidadores de crianças com autismo. Isso se soma a uma peregrinação em vários serviços de saúde. Centralizar todo esse atendimento em um lugar é importante para a comodidade da família. É um tratamento que vai permitir que a criança desenvolva potencialidades”, pontuou.

O nome

Em sua fala, Laís Garcia, gerente de Internação do Hospital Criança Conceição (HCC), explicou que a escolha do nome do ambulatório foi pensada em referência ao foco do serviço.

“O prisma é um objeto que refrata a luz, permite que ela se mova em velocidades e direções diferentes. Faz com que aquele feixe de luz branca, que parecia ser só isso, adquira todas as cores do arco-íris depois de passar pelo prisma. Nosso ambulatório tem esse objetivo: não enquadrar as nossas crianças em um modelo, mas permitir que as cores delas brilhem quando passarem por nós”, exemplificou.

Desafio

A coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Educação, Infância e Juventude do Ministério Público (MPRS), Cristiane Corrales, disse que a criação de espaços para o cuidado de pacientes com TEA garante direitos humanos básicos.

“É um grande desafio entender quais são as melhores propostas para essas crianças e adolescentes. Temos muitas terapias que podem funcionar para uma pessoa e não para outra. Então, esse aspecto da individualidade proposto pelo ambulatório é muito importante para o sucesso do tratamento”, pontuou.

Bruna Minussi Zanini, defensora pública do Estado do Rio Grande do Sul, destacou que, com o novo espaço, o SUS ganhou uma referência na assistência a pessoas com autismo. “Sabemos que o diagnóstico e o tratamento precoce são fundamentais para o futuro das crianças com TEA, para que elas superem barreiras que a sociedade impõe a pessoas neurodivergentes. Isso depende muito do trabalho que é feito a partir de espaços como o Ambulatório Prisma”, acrescentou.

Como vai funcionar

Vinculado ao HCC, o ambulatório busca proporcionar um ambiente seguro e com ajustes às necessidades dos pacientes, incluindo o controle de luzes e a atenuação de sons. Os primeiros atendimentos começaram no início de julho, e a estimativa é que 55 crianças, de zero a 14 anos incompletos, utilizem as dependências nesta primeira etapa de operações.

“O acolhimento e a orientação são essenciais para que as famílias não precisem caminhar sozinhas diante de tantos desafios que surgem no desenvolvimento de uma criança com TEA. Como mãe, sei o quanto faz diferença encontrar um lugar onde há escuta, onde nossos filhos sejam enxergados para além de um diagnóstico e onde existe uma equipe preparada para compreender suas singularidades. Precisamos de respeito e inclusão”, afirma Daiane Pinheiro, representante do Grupo de Pais e Mães Atípicos TEA do GHC.

Com funcionamento às segundas e quintas-feiras, das 7h às 19h, o ambulatório está instalado no prédio da endocrinologia pediátrica do HCC. O espaço tem uma recepção, três consultórios, uma cozinha experimental e uma sala sensorial que abriga equipamentos de cunho lúdico e de teste motor.

“Todos os graus de suporte serão atendidos nos nossos serviços. As terapias vão ser pensadas para cada criança. A ideia não é substituir o atendimento que eles têm na rede, mas complementar a assistência. Queremos ofertar outras especialidades para dar um suporte maior à criança”, explica Jeniffer Dernitz Rosa, enfermeira do ambulatório.

Quadro funcional

O quadro funcional é composto por profissionais das áreas de neuropediatria, psiquiatria, psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição, serviço social e enfermagem. O trabalho tem como metas minimizar déficits de interação e de comunicação, facilitar a aquisição de habilidades de adaptação e prevenir comportamentos que interfiram nas funções do cotidiano da criança.

Para viabilizar uma abordagem integral e com recortes personalizados, o Prisma conta com a sala sensorial equipada com ferramentas táteis, itens de pareamento lógico e peças para aferição de motricidade ampla.

Expansão planejada

O planejamento do ambulatório prevê três etapas de avanço da capacidade. Encerrado o ciclo de testes, com regime de atendimento para dependentes dos trabalhadores do GHC (o atual), a segunda fase fará a absorção dos pacientes que realizam avaliações no HCC e que estão na lista de espera para o ingresso em terapias.

Na terceira fase, o objetivo é vincular o setor ao Gerenciamento de Consultas (Gercon), gerando o encaminhamento de vagas para o fluxo da rede de saúde da prefeitura de Porto Alegre e do governo do Estado, o que é projetado para ocorrer em 2027.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

20/08/2026 0 Comentários 116 Visualizações
Saúde

GHC discute como equipes de saúde podem identificar sinais de violência contra a mulher

Por Ester Ellwanger 13/08/2026
Por Ester Ellwanger

O que pode ter acontecido além do motivo da consulta? Quais sinais sugerem possível violência? Como abordar uma mulher sem colocá-la em risco? Como a equipe multiprofissional pode ajudar?

Esses questionamentos têm ganhado espaço, na área da saúde, como aliados no combate à violência contra a mulher. A tarefa, no entanto, não é simples: exige atenção, escuta e acolhimento durante todo o período da paciente nos centros de saúde.

“Em muitos casos, as pacientes procuram o hospital com queixas físicas, mas, durante a conversa, pelo modo como a mulher se porta, pela forma como alguns sinais se apresentam, é possível perceber alguma violência psicológica, padrões de intimidação e eventos que minam a autoestima dela. Dá para perceber que a mulher está fragilizada na sua relação consigo mesma”, aponta Mylene Geiger, psicóloga do Hospital Fêmina (HF), em Porto Alegre.

Rodada de Conversa

A especialista foi uma das responsáveis por conduzir uma roda de conversa com profissionais do centro de saúde na manhã desta quarta-feira, 12 de agosto. Com o tema “O que é violência e como ela se apresenta: reconhecendo a violência no hospital”, o encontro reuniu trabalhadores no auditório do HF em uma atividade que integra o calendário do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) em referência ao Agosto Lilás, o mês de conscientização e combate à violência contra a mulher.

Dinâmica em grupo

A metodologia envolveu a análise de situações fictícias baseadas em relatos reais para incentivar a discussão sobre os possíveis sinais de violência psicológica contra pacientes. Um dos casos usados na dinâmica foi o de uma jovem de 19 anos que comparecia às consultas de pré-natal sempre acompanhada da sogra, com a qual buscava aprovação antes de responder a qualquer pergunta sobre o corpo e a rotina.

Outro cenário estudado foi o de uma mulher de 29 anos que aguardava pela ecografia e precisava urgentemente enviar uma foto da sala de espera ao companheiro para provar que estava no hospital.

Depois, em grupos, as participantes tinham de discutir quais possíveis sinais de alerta poderiam ser identificados nas situações fictícias usadas como exemplos e quais abordagens poderiam ser adotadas para interromper o problema.

“O principal é acolher esse sofrimento e mostrar para a pessoa que existem alternativas. Isso é essencial porque ela não vai perceber essas possibilidades se estiver no meio do ciclo da violência. Então, é importante que as equipes funcionem como um canalizador para potencialidades. E isso só ocorre se a pessoa sentir que pode confiar na equipe, que será bem recebida e ajudada”, acrescenta Mylene Geiger.

Da espiral de violência à ação institucional

A compreensão da dinâmica das agressões é requisito para um tratamento humanizado das pacientes, de acordo com Lucas Lazzarotto Vasconcelos Costa, psicólogo do HF, que também participou da roda de conversa. Segundo ele, a chamada “espiral da violência doméstica” pode ajudar profissionais da saúde a identificarem ações que ganham gravidade com o passar do tempo e exigem intervenções.

“O que a espiral de violência traz é que esse ciclo vai se intensificando com o tempo, vai se tornando mais violento, e a culminação dele é o feminicídio. O grande desafio do profissional de saúde é conseguir entender a violência enquanto ela ainda não se instalou na sua intensidade máxima, é tentar entender esses primeiros sinais, que aparecem muitas vezes na violência psicológica, em controle e manipulação”, destaca o psicólogo.

Tipos de violência doméstica

Também foram abordados os tipos de violência doméstica mais comuns: psicológica, sexual, virtual, moral, física e patrimonial. Outro tópico foi o “violentômetro”, uma espécie de termômetro que indica níveis de violência, como cuidado (piadas ofensivas, intimidação e desqualificação da mulher), reação (destruição de bens, proibição de realizar atividades e início de agressões contra a vítima) e alerta (ameaças de morte, abuso sexual e mutilação).

“A violência contra a mulher é um sistema violento alimentado pelo patriarcado, pela misoginia, e que se manifesta em diferentes lugares, inclusive na vida privada. É um grande desafio para os trabalhadores da saúde se perceberem nesse lugar também. O combate aos cenários de risco exige um esforço em conjunto”, acrescenta Lucas Lazzarotto Vasconcelos Costa.

O envolvimento de todos os setores

A capacitação também debateu os protocolos das instituições de saúde, que, segundo os especialistas, devem periodicamente rever os fluxos para não incorrer na reprodução de preconceitos no atendimento. Outra bandeira do trabalho contra a violência de gênero é que o acolhimento às vítimas envolva funcionários de todos os setores dos hospitais.

Há 10 anos atuando na higienização do HF, Solimara Miranda Brasil relatou que o constrangimento e o medo formam as barreiras que mantêm as mulheres no silêncio.

“Sabemos que há pessoas que se sentem constrangidas de falar das próprias situações enquanto estão sofrendo violências. Mas vejo que, em alguns casos, isso tem mudado. Muitas situações que antes não eram consideradas violências hoje são reconhecidas e discutidas em reuniões como esta, repercutidas na mídia, são assunto nas conversas do dia a dia. Para mim, quanto mais canais disponíveis para essas mulheres buscarem ajuda, mais rápido o problema diminuirá”, comentou Solimara.

No GHC

O Grupo Hospitalar Conceição mantém o Re-Humam, um serviço composto por uma equipe multidisciplinar que oferece atendimento humanizado para mulheres (e pessoas que se identificam com o gênero feminino) que chegam aos centros de saúde administrados pelo grupo em situação de violência.

A iniciativa oferece acolhimento e escuta qualificada em espaço seguro, apoio psicológico e assistência social, além de orientações jurídicas e encaminhamentos para as redes de proteção externas (segurança, justiça e assistência social) para auxiliar a mulher a romper o ciclo de violência.

A base principal fica no Espaço Elza Soares, localizado no Hospital Cristo Redentor (HCR), e as profissionais do serviço atuam nos casos a partir de ações de busca ativa e encaminhamento interno.

Foto: Tamires Rodrigues/Divulgação | Fonte: Assessoria

13/08/2026 0 Comentários 110 Visualizações
Saúde

GHC reforça pedido de doação de sangue diante de estoque baixo

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

Com queda nos estoques, o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) renova o alerta para a necessidade de doações de sangue no início desta semana. No momento, os tipos O positivo e A positivo apresentam situação crítica, enquanto O negativo, A negativo e AB negativo estão no nível de alerta.

O estoque de sangue garante a realização de serviços essenciais à população, como cirurgias, atendimentos de emergência, tratamentos oncológicos, transplantes e outros procedimentos rotineiros nos hospitais públicos.

As doações

As doações podem ser feitas no Banco de Sangue do GHC, localizado no 2º andar do Ambulatório do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), na Avenida Francisco Trein, 596, bairro Cristo Redentor, em Porto Alegre.

O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h, e aos sábados, das 7h30 às 12h. O atendimento é realizado por ordem de chegada. Aos sábados, são disponibilizadas 60 senhas. Para grupos com mais de 10 pessoas, é necessário agendamento prévio.

Requisitos

Entre os requisitos para doar estão ter idade entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg, ter ingerido alimentação leve e portar um documento oficial com foto.

Mais informações estão disponíveis no site do Banco de Sangue  ou no WhatsApp (51) 3357-2072.

Serviço

  • Local : 2º andar do ambulatório do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC)
  • Endereço : Avenida Francisco Trein, 596, bairro Cristo Redentor, Porto Alegre
  • Horários : segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h, e sábados, das 7h30 às 12h

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

27/07/2026 0 Comentários 162 Visualizações
Saúde

Grupo Hospitalar Conceição promove imersão de estudantes no sistema público de saúde da Região Metropolitana

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

A tarde de segunda-feira, 06 de julho, marcou o início oficial da edição metropolitana do projeto Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde (VER-SUS), do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). A abertura ocorreu durante uma cerimônia no Auditório Jahyr Boeira de Almeida, no Centro Administrativo do GHC, e contou com a presença da diretoria da instituição, autoridades e participantes da iniciativa.

Até sexta-feira, 10 de julho, estudantes da área da saúde vão participar de uma imersão no Sistema Único de Saúde, em atividades nos centros de saúde administrados pelo GHC e em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre.

O objetivo é mostrar aos participantes o funcionamento, os desafios e as potencialidades do SUS. Esse é o segundo encontro do gênero no ano, já que, em janeiro, a instituição tinha aberto as portas para outro grupo de alunos.

“O VER-SUS é uma iniciativa importante para fazer com que as pessoas entendam o sistema público como um todo. Após se formar e no trabalho, é comum que vejamos o setor da saúde de forma segmentada. Mas o SUS é muito mais do que isso: é preciso entender as relações sociais, os territórios de disputas, em busca de uma saúde realmente coletiva. Já o SUS ganha porque consegue estabelecer parcerias mais eficientes e estabelecer um senso de pertencimento maior”, disse Rosana Reis Nothen, diretora de Atenção à Saúde do GHC.

O Projeto

O projeto envolve estudantes de cursos como medicina, psicologia, assistência social e enfermagem. A maioria deles é do Rio Grande do Sul, mas há pessoas da Bahia, do Distrito Federal e do Piauí.

“É importante para quem está entrando agora no SUS conhecer e ajudar a aumentar as potencialidades do sistema público e entender os desafios que existem. O SUS é uma conquista da sociedade, do povo brasileiro, tão importante na vida da maioria da população e em momentos críticos como a Covid-19. Agora, vocês vão ver os diferentes tipos de sistemas que existem em um país continental como é o Brasil”, comentou Quelen Tanize Alves da Silva, diretora de Inovação, Gestão do Trabalho e Educação do GHC aos presentes no auditório.

Ao longo desta semana, os estudantes conhecerão de perto diversos serviços de saúde e poderão tirar dúvidas com profissionais que já atuam na área. Essa proximidade entre a academia e a prática de um sistema público é benéfica para todos os participantes, segundo Alcindo Ferla, gerente de Ensino e Pesquisa da Escola GHC.

“A população da Região Metropolitana é a maior usuária dos nossos serviços, então criar essas articulações é importante para estudantes, trabalhadores, gestores porque estabelece uma rede acolhedora. Além disso, o GHC é um grande laboratório de iniciativas do SUS e tem na diversidade o ativo mais importante. Além do leito hospitalar, temos a atenção domiciliar, a atenção primária, ambulatórios de especialidade e a complexidade. Isso faz dele um espaço propício para vivências aos estudantes e residentes que participam desta edição”, comentou Ferla.

O VER-SUS GHC Metropolitano é realizado pela Diretoria de Inovação, Gestão do Trabalho e Educação do GHC, por meio da Gerência de Ensino e Pesquisa/Escola GHC, em parceria com a Prefeitura de Viamão, o Ministério da Saúde e a Associação da Rede Unida, com organização conduzida por servidores e residentes da instituição.

A edição terá a participação de 150 pessoas, entre alunos de cursos técnicos e de graduação e residentes do GHC. Eles são divididos em dois grupos. O primeiro é o dos viventes, que atualmente estudam em cursos de graduação com interface com o SUS e de cursos técnicos da área da saúde.

Entre 6 e 10 de julho, eles terão atividades em período integral, com total de 60 horas. Já os facilitadores são residentes em saúde e estudantes de graduação ou do ensino técnico que foram viventes em edições anteriores do VER-SUS. Responsáveis por orientar, eles têm atividades desde a última sexta-feira  e seguem até o último dia da edição, na próxima sexta-feira. Os estudantes (tanto viventes quanto facilitadores) ficarão hospedados em alojamentos coletivos fornecidos gratuitamente pelo projeto.

O início do projeto contou ainda com a apresentação do grupo Tocantes, formado por usuários dos serviços de saúde mental do SUS em Porto Alegre, que animou os participantes com clássicos da música brasileira.

De longe para participar

Moradora de Feira de Santana, na Bahia, Laís Vitória de Santana Jesus Souza, 22 anos, foi uma das selecionadas para participar do VER-SUS. Ela soube da oportunidade por uma publicação no Instagram e decidiu deixar momentaneamente o Nordeste brasileiro para conhecer o modo de atuação do Sistema Único de Saúde no Rio Grande do Sul.

“Espero aprender como é articulada a rede de saúde pública aqui, para fazer também as comparações com o funcionamento do SUS do meu estado. Pretendo aprender também com os outros viventes e facilitadores: acredito que o debate multidisciplinar vai agregar muito para o meu currículo”, disse a jovem.

Além disso, ela diz que pretende usar a oportunidade no GHC como uma começo de trajetória no setor público.

“Quis trabalhar no SUS desde antes do início da minha graduação. Meu interesse é a saúde pública, especialmente na área da saúde da mulher. Pretendo me formar e seguir nesse eixo. Além do currículo, quero conhecer a cidade de Porto Alegre e interagir com outras culturas durante o VER-SUS”, pontuou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

08/07/2026 0 Comentários 189 Visualizações
Saúde

Fisioterapeuta do GHC é finalista de prêmio internacional por técnica de humanização

Por Jonathan da Silva 02/07/2026
Por Jonathan da Silva

O fisioterapeuta do Hospital Criança Conceição (HCC), Diego Kurtz, foi selecionado como finalista do IDEA Awards, prêmio internacional promovido pela International Drama/Theatre and Education Association (IDEA), voltado a iniciativas que utilizam práticas cênicas no atendimento de crianças hospitalizadas. A indicação foi feita pela Unima International, organização mundial de marionetistas e entusiastas de marionetes, e reconhece uma técnica desenvolvida por Kurtz que transforma objetos do cotidiano hospitalar em personagens para interação com pacientes pediátricos. Único brasileiro entre os finalistas, o profissional atua no Grupo Hospitalar Conceição (GHC) desde 2008.

O trabalho teve início em 2005, quando Diego Kurtz ainda era residente na UTI pediátrica do HCC. Diante das restrições sanitárias que impediam a entrada de bonecos tradicionais na unidade, ele passou a utilizar materiais hospitalares, como luvas de procedimento, estetoscópios e esparadrapos, para criar personagens e facilitar a comunicação com as crianças internadas.

Uso de objetos hospitalares

Ao longo dos anos, o fisioterapeuta aprofundou estudos sobre a técnica, que denominou de “exaptação” de objetos hospitalares. “Exaptação é um termo da biologia em que uma estrutura ou característica que evoluiu originalmente para uma função é reaproveitada para servir a um propósito diferente. No meu caso, dei uma nova finalidade para objetos que tinham funções industriais e os transformei em formas animadas”, explica Kurtz.

Entre as criações desenvolvidas está uma versão do personagem Zé Gotinha produzida com uma luva de látex. Segundo Kurtz, a transformação dos objetos em personagens ajuda a reduzir o estranhamento das crianças em relação ao ambiente hospitalar. “Dar referenciais humanos para um objeto hospitalar diminui o estranhamento da criança ao hospital. Isso é fundamental para a empatia e a redução do medo. Também facilita para o cuidado esse imaginário de que a animação de um objeto é um convite ao jogo, à brincadeira. Já para o profissional da saúde, é uma abordagem que amplia a capacidade de improviso e ajuda a proporcionar condições para que o encontro seja leve e produtivo”, afirma o fisioterapeuta.

Metodologia de ensino

A intervenção lúdica desenvolvida por Diego Kurtz foi estruturada como metodologia de ensino para profissionais da saúde e se tornou tema de seu mestrado. Para concorrer ao prêmio internacional, o fisioterapeuta apresentou a evolução do trabalho a um comitê internacional, enviando portfólio, vídeos, currículos e publicações relacionadas ao projeto.

O profissional salienta que pretende dar continuidade às pesquisas sobre o tema em um futuro doutorado. “Estou muito feliz com a indicação, independentemente de ser o vencedor. Para mim, ao construir uma prática humanizada, é fundamental pensar o cuidado como um acontecimento que se dá no encontro de dois sujeitos, e não como um procedimento em que o cuidador é sujeito e a criança é objeto do cuidado. Essa forma de atuar na área da saúde respeita e considera as crianças como sujeitos do acontecimento cuidador”, pontua Kutz.

Premiação internacional

De acordo com o regulamento do IDEA Awards, o anúncio dos vencedores será realizado em novembro de 2026. A cerimônia de premiação está prevista para julho de 2027, nos Estados Unidos.

Foto: Tamires Rodrigues/GHC/InPacto/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2026 0 Comentários 256 Visualizações
Variedades

Grupo Hospitalar Conceição é homenageado na Câmara de Porto Alegre por seus 70 anos

Por Jonathan da Silva 09/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) foi homenageado pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre na tarde desta segunda-feira (8), em reconhecimento aos 70 anos de atuação da instituição, celebrados em 2026. A sessão solene foi realizada no Plenário Otávio Rocha, por iniciativa do vereador Alexandre Bublitz (PT), e reuniu gestores, parlamentares e profissionais da saúde para destacar a trajetória do grupo, que presta atendimento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a Câmara, a homenagem foi concedida em razão do impacto social da instituição, da sua atuação na saúde pública e do trabalho desenvolvido por seus profissionais ao longo de sete décadas.

Legado do grupo

Durante a cerimônia, o diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello, destacou a trajetória da instituição e o papel desempenhado pelos trabalhadores que atuam na rede hospitalar. “Fazemos muito mais do que comemorar uma história: reconhecemos uma construção feita pelo tempo e pelo compromisso permanente com a vida. O GHC consolidou-se como uma instituição 100% SUS, construída por pessoas e para as pessoas. É uma trajetória que não foi erguida por prédios ou equipamentos, mas, sobretudo, pela dedicação de homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras, que transformaram o seu trabalho em propósito”, ressaltou Barichello.

O dirigente também mencionou a implantação do terceiro turno de atendimento nos hospitais e na rede de atenção primária do grupo. Segundo ele, a medida permitiu ampliar o uso das estruturas existentes e aumentar a realização de cirurgias eletivas e exames no período noturno.

Expansão e modernização

O diretor-presidente apresentou ainda projetos de expansão e modernização da rede, entre eles a construção do Complexo Econômico, Industrial e de Inovação em Saúde (Ceiis), com investimento estimado em R$ 1,7 bilhão. O empreendimento deverá abrigar novas estruturas para os hospitais Fêmina, Cristo Redentor e Criança Conceição, além do Centro Obstétrico.

Outro projeto citado foi a criação de uma empresa estatal subsidiária voltada ao fortalecimento das áreas de ensino, pesquisa científica e inovação tecnológica. “O GHC vive um momento de transformação tecnológica, modernização e evolução dos seus modelos de gestão. Só faz isso quem tem coragem de inovar e de fazer a diferença. Não cabe mais a mesmice na área da saúde. A partir da covid-19 e da tragédia climática, não podemos mais fazer saúde como fazíamos há três anos: ou mudamos nossas instituições ou vamos sucumbir e as filas de espera serão maiores”, argumentou Barichello.

Ao abordar os investimentos em tecnologia, o dirigente afirmou que as mudanças não substituirão o papel dos profissionais da saúde. “Esse investimento massivo em tecnologia digital e infraestrutura inteligente não vai substituir a inteligência humana ou os profissionais de saúde, até porque as pessoas precisam tocar o paciente, conversar e acolher, pois a afetividade muitas vezes cura muito mais do que uma tarefa cirúrgica”, pontuou o diretor-presidente do Grupo Hospitalar Conceição.

Reconhecimento da atuação do grupo

Autor da homenagem, o vereador Alexandre Bublitz destacou a atuação do GHC na saúde pública do Rio Grande do Sul e ressaltou a importância dos hospitais Conceição, Cristo Redentor, Fêmina e Criança Conceição, da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Moacyr Scliar, dos 12 postos de atenção básica e dos três Centros de Atenção Psicossocial (Caps) administrados pela instituição. “O GHC demonstra fazer atendimento de saúde com qualidade, de uma forma humana, com carinho, vinculado com o desenvolvimento da ciência, sendo um dos principais polos de desenvolvimento de tecnologia em saúde do Brasil. É uma das maiores redes de hospitais públicos, é nossa e está atendendo a população daqui. É um dos principais responsáveis por manter a saúde do nosso estado funcionando”, ressaltou o parlamentar.

Ao justificar a homenagem, Bublitz também mencionou a atuação das equipes da instituição durante a pandemia de covid-19 e nas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul há dois anos. “Não é fácil fazer a gestão de um grupo hospitalar desse tamanho. Não é fácil estar numa emergência lotada. Por isso, eu queria dizer muito obrigado ao GHC”, afirmou o vereador.

Atendimento em diferentes áreas

O secretário municipal de Saúde de Porto Alegre, Fernando Ritter, também participou da solenidade e destacou a abrangência dos serviços oferecidos pela instituição. “Ele atende do pré-natal às pessoas da melhor idade. É voltado para o câncer, para as crianças, para a saúde da mulher. Também é importante porque desenvolve tecnologias. Isso tudo sendo 100% SUS, com cuidado de excelência que é referência no Brasil”, detalhou o titular da pasta.

Foto: Vinicius Coimbra/Impacto/GHC/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2026 0 Comentários 200 Visualizações
Variedades

Administradores do Grupo Hospitalar Conceição entram em greve total na quinta-feira

Por Jonathan da Silva 07/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato dos Administradores no Estado do Rio Grande do Sul (Sindaergs) informou que os administradores e administradoras do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) decidiram, em assembleia, pela paralisação total de suas atividades a partir das 14h desta quinta-feira, dia 9 de abril. A decisão ocorre após o esgotamento das tentativas de negociação e a ausência de resposta formal às demandas apresentadas pela categoria. A greve afeta a instituição de saúde localizada em Porto Alegre.

Segundo o sindicato, a decisão foi tomada após o esgotamento das tentativas de negociação e a falta de resposta formal às demandas apresentadas pela categoria.

Serviços mínimos mantidos

A paralisação seguirá os termos da Lei de Greve, com a manutenção dos serviços mínimos essenciais, garantindo o atendimento à população.

Diálogo aberto

O Sindaergs reforçou que permanece aberto ao diálogo e à construção de soluções que atendam aos legítimos interesses dos administradores e da sociedade. A categoria aguarda uma resposta formal da direção do Grupo Hospitalar Conceição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/04/2026 0 Comentários 748 Visualizações
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