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governo do estado

Cultura

Governador participa de atividades do Dia Estadual do Patrimônio Cultural

Por Marina Klein Telles 21/08/2023
Por Marina Klein Telles

No Dia Estadual do Patrimônio Cultural, celebrado no domingo (20), o governador Eduardo Leite aproveitou a tarde e o início da noite para visitar equipamentos culturais do Estado e prestigiar apresentações e atividades artísticas na Capital. O evento comemorativo é uma iniciativa do Estado realizada por meio da Secretaria da Cultura desde 2019. Com o tema “Cultura e Cidadania”, esta quinta edição contou com mais de 270 atividades – incluindo apresentações artísticas, oficinas, palestras, visitas a prédios históricos e ações de educação patrimonial – em 118 municípios do Rio Grande do Sul ao longo dos dias 19 e 20 de agosto.

O governador ressaltou a importância da iniciativa como forma de valorização da cultura e democratização do acesso aos aparelhos e espaços culturais. “É muito bom poder ver as pessoas aproveitando o patrimônio cultural, tanto o que é edificado quanto aquele que se expressa em manifestações artísticas. Que bom viver em um Estado que tem tanto patrimônio e podermos apoiar e evidenciar isso ao mesmo tempo em que vemos a população vibrando e curtindo junto toda essa cultura”, disse Leite.

Acompanhado da secretária da Cultura, Beatriz Araújo, o governador iniciou as atividades deste domingo no bairro IAPI, na zona norte de Porto Alegre, com uma visita à Biblioteca Pública Romano Reif. O local passou recentemente por uma reforma geral viabilizada por recursos do Estado. O investimento foi de R$264 mil do programa Avançar na Cultura.

Leite conheceu as instalações e aproveitou para conferir a exposição “Elis volta para casa”. A mostra levou parte do acervo da reserva técnica Casa de Cultura Mário Quintana sobre a cantora Elis Regina para a biblioteca pública no IAPI, bairro onde ela cresceu e viveu até os 18 anos. Documentação, discos, imagens e recordações da artista foram reunidos na sala multiuso do local, onde permanecerão expostos até outubro.

A diretora da biblioteca, Ana Maria de Souza, disse que, com a reforma, a biblioteca passou a atrair mais o público e que a exposição aproximou ainda mais a comunidade do espaço. “Já tivemos muitas visitas. A população do bairro, os moradores, se motivaram a visitar mais a biblioteca e têm se emocionado muito com a exposição porque se identificam. Entendemos que Elis também é um patrimônio cultural do IAPI”, disse Ana Maria.

Logo depois, o governador e a secretária visitaram a sede do Instituto Estadual do Livro, que fica em um casarão no bairro Independência. O local também recebeu recursos do programa Avançar. Foram R$ 475 mil para a recuperação da edificação.

No Centro Histórico, Leite e Beatriz participaram, no fim da tarde, da saída do cortejo que celebrou o Dia do Patrimônio. A fanfarra Bate & Sopra deu o tom do momento. O cortejo partiu do Teatro de Arena, na avenida Borges de Medeiros, e foi levando junto quem cruzava com o grupo animado, parando em frente aos espaços culturais e históricos, como o Museu Júlio de Castilhos e o Palácio Piratini. Na sede do governo gaúcho, que também estava de portas abertas aos visitantes, Leite se despediu do grupo após muitas fotos, abraços e manifestações de carinho.

Foto: Gustavo Mansur/divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2023 0 Comentários 415 Visualizações
Projetos especiais

Defesa Civil faz apelo aos gaúchos por mais doações

Por Marina Klein Telles 23/06/2023
Por Marina Klein Telles

A Defesa Civil e o Governo do Estado do Rio Grande do Sul fizeram uma nota de apelo pedindo que sejam doados mais materiais de higiene e limpeza, além de cobertores e roupas que estejam prontos para uso.  Os órgãos públicos pedem ainda que a população tenha paciência enquanto são atendidos os decretos de situação emergencial e afirmam contar contar com a imprensa e demais cidadãos para compartilhar essas informações.

Conforme diz a nota

“Sabemos que todos estão aguardando as informações a respeito do andamento dos Decretos de Situação de Emergência, homologações e reconhecimentos e etc. Pedimos compreensão, nossas equipes têm trabalhado diuturnamente, não só nisso, mas também na questão das ações imediatas de ajuda humanitária, deliberações e informações que subsidiam outros órgãos e secretarias de estado nas ações de apoio às pessoas afetadas e no suporte às famílias que perderam entes queridos e sua moradia. Portanto, agradeço a compreensão de todos pelas ausências e ainda certa dificuldade em fornecermos alguns dados mas, reitero: a prioridade é o atendimento das pessoas atingidas”, pede a Defesa Civil sem citar um porta voz.

Doações

COBERTORES

ITENS DE CAMA E BANHO (toalhas e lençóis)

Lembrando que esses itens devem ser entregues lavados e em prontas condições de uso

ITENS DE HIGIENE PESSOAL
(escova dental, creme dental, sabonete, shampoo, desodorante, absorventes femininos e fraldas descartáveis infantis)

ITENS DE LIMPEZA
(água sanitária, produtos de limpeza pesada, etc)

Agradecemos a todos mais uma vez o apoio! Até amanhã!

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2023 0 Comentários 520 Visualizações
Cidades

Número de mortes por chuva é o maior em 40 anos no RS

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

Com 16 mortes confirmadas, o ciclone extratropical que atingiu o Rio Grande do Sul na semana passada é o maior desastre natural relacionado a chuvas intensas das últimas quatro décadas no Estado. Desde 1980, não há registros de outro episódio que tenha acarretado tantas perdas humanas devido a enxurradas no Estado.

O evento gerou comoção social e mobilizou os órgãos governamentais no socorro e atendimento às vítimas. Em sequência ao amparo às famílias afetadas, o próximo passo será a recuperação das estruturas danificadas e destruídas. “Embora tenha sido um evento de grande extensão e número de óbitos, os quais lamentamos, também está sendo possível verificar a grande e efetiva articulação dos órgãos de Estado e da comunidade para que os danos humanos sejam minimizados e a resposta seja a mais rápida e a melhor possível”, ressaltou o chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira.

Até a terça-feira (20), foram notificados à Defesa Civil Estadual danos e pessoas atingidas em 48 municípios. Há 1.538 desabrigados e 13.824 desalojados. Esses números são atualizados pelas Coordenadorias Municipais de Defesa Civil e podem sofrer alterações ao longo dos próximos dias.

Em novembro de 2022, a Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) lançou um mapeamento das ocorrências de desastres naturais no Estado, analisando a sua distribuição e frequência. O material, elaborado a pedido da Defesa Civil Estadual, contempla o período entre 2003 e 2021.

O estudo teve como base a série histórica do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), que começa em 2003. No entanto, informações sobre mortos e feridos estão presentes apenas para o período 2017-2021. “Se considerarmos os demais episódios de inundações, enxurradas e vendavais do período estudado, houve mais eventos nos últimos anos, mas este de agora é o que mais provocou danos”, afirmou o diretor do Departamento de Planejamento Governamental (Deplan), Henrique Gomes Acosta, da SPGG.

Conforme o estudo da SPGG, entre 2017 e 2021, mais de 4,4 milhões de gaúchos foram direta ou indiretamente atingidos por desastres naturais em 482 municípios do Estado, havendo identificação de 14 mortes: cinco causadas por vendavais, quatro por enxurradas, duas por chuvas intensas, duas por tornados e uma por inundação. Nesse período, o número total de falecimentos foi ainda menor do que o contabilizado neste único episódio de junho de 2023, o que evidencia a sua magnitude e severidade.

A série histórica do S2iD/MIDR aponta a ocorrência de outro evento de ciclone extratropical em outubro de 2016, na região de Imbé, sem maiores danos humanos ou ambientais. No entanto, é possível que outros eventos de ciclone tenham desencadeado episódios que, na base do ministério, foram classificados pelos municípios que alimentam os dados como vendavais, enxurradas, inundações, alagamentos ou chuvas intensas.

De qualquer forma, considerando-se os números contabilizados até o momento pelas Coordenadorias Municipais de Defesa Civil, os danos humanos gerados pelo evento da semana passada fazem dele o mais grave dos últimos anos, independentemente do tipo de desastre. Em janeiro de 2019, por exemplo, houve uma chuva intensa em Alegrete, que resultou em duas mortes, 1.170 desabrigados e 4.357 desalojados. Esses números, no entanto, ainda estão aquém do efeito destruidor do evento registrado agora em junho.

Para verificar dados anteriores ao ano de 2003, é necessário consultar outras bases. Uma pesquisa de Bernadete Weber Reckziegel, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), apresentada em 2007, realizou um levantamento dos desastres desencadeados por eventos naturais adversos no Estado entre 1980 e 2005. Segundo o estudo, nenhum deles causou tantas mortes como o ciclone deste ano.

O estudo cita, ano a ano, as ocorrências de desastres naturais em solo gaúcho. Um dos mais devastadores foi um deslizamento, em Estância Velha, de parte do aterro de uma rodovia, que soterrou duas moradias e provocou a morte de dez pessoas. Em maio de 1997, um vendaval provocou sete mortes na região de Tapejara.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 542 Visualizações
Política

Governador busca estabelecer ações de apoio à população afetada pelo ciclone

Por Marina Klein Telles 20/06/2023
Por Marina Klein Telles

O governador Eduardo Leite reuniu o secretariado, no início da noite de segunda-feira (19), no Centro Administrativo Fernando Ferrari, para atualizar e estruturar novas ações de apoio à população afetada pelo ciclone extratropical que atingiu o Rio Grande do Sul entre a quinta e a sexta-feira passada.

Avaliado como o episódio de enxurrada que mais causou perdas humanas em décadas recentes no Estado, o ciclone devastou especialmente municípios do Litoral Norte, Vale do Sinos e Vale do Paranhana, deixando mais de 7 mil pessoas desalojadas ou desabrigadas, 14 mortos e um desaparecido até o momento.

Desde o início do fenômeno, as forças de segurança do Estado e a Defesa Civil Estadual estão atuando com foco total no resgate e salvamento de pessoas e animais nos municípios atingidos e no apoio humanitário aos desabrigados. A infraestrutura viária que ficou comprometida está sendo avaliada e recebendo intervenções emergenciais, assim como as escolas prejudicadas.

Para o governador, o momento é de organizar ações de restabelecimento das condições de moradia e estrutura para as famílias que perderam tudo. Para garantir que esse processo tenha maior celeridade, Leite determinou, durante a reunião, a criação de um grupo de trabalho envolvendo a Procuradoria-Geral do Estado e as secretarias de Planejamento, Governança e Gestão, da Fazenda e de Assistência Social.

O grupo deve trabalhar no desenvolvimento de uma política de apoio financeiro às famílias em situação de vulnerabilidade que sofreram perdas. A ideia é que o aporte extraordinário seja realizado por meio do cartão cidadão, no qual já são depositados benefícios como o Devolve ICMS.

Leite garantiu que não vai permitir que a situação caia no esquecimento após o momento de grande comoção. “Nesta reunião distribuímos responsabilidades e estabelecemos prazos, porque não vamos deixar que se frustrem as expectativas dessas comunidades que foram atingidas e de toda a população gaúcha que acompanhou sensibilizada todo esse momento que acabamos de passar”, afirmou.

“Vamos acompanhar ponto a ponto. As necessidades estruturais das escolas, as vacinas que precisam ser providenciadas para aqueles que ficaram expostos nas enxurradas, pontes e estradas que precisam ser reconstruídas e o apoio financeiro para as famílias que perderam tudo”, frisou o governador.

Leite disse que o Estado, além de buscar o apoio do governo federal, também vai atuar com recursos próprios. “Vamos apoiar as pessoas que precisam remobiliar suas casas e também aquelas que perderam suas casas e vão precisar de novas moradias. Tudo isso será organizado pela nossa equipe. Vamos levar ao governo federal e também tomar as nossas próprias providências. O governo do Estado está ao lado dessas comunidades para que possam se recolocar de pé. Não vamos deixar ninguém para trás”, enfatizou.

O secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, explicou que estão sendo providenciadas passagens molhadas para, de forma emergencial, restabelecer o acesso às localidades afetadas. Concomitantemente, estão sendo avaliadas as soluções para a reconstrução de pontes e viadutos danificados.

Para os pequenos produtores rurais que perderam sua produção em razão das chuvas também serão elaboradas estratégias de auxílio e crédito facilitado.

Foto: Maurício Tonetto/divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2023 0 Comentários 443 Visualizações
Variedades

Governador acompanha mobilização da Defesa Civil durante situação de emergência

Por Marcel Vogt 16/06/2023
Por Marcel Vogt

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul, juntamente à Brigada Militar e ao Corpo de Bombeiros, atua na manhã desta sexta-feira (16/6) no atendimento às cidades do Rio Grande do Sul que foram atingidas pelo ciclone extratropical na última quinta-feira (15/6). Mais de mil profissionais do Estado estão em campo para atender os chamados.

Estamos com 200 homens dos Bombeiros atuando diretamente e mais 800 brigadianos para fazer isolamento e buscas. Todo o necessário para defender a vida

Na manhã desta sexta (16), o governador Eduardo Leite acompanhou a atuação no Centro de Operações da Defesa Civil, em Porto Alegre. “Estamos com 200 homens dos Bombeiros atuando diretamente e mais 800 brigadianos para fazer isolamento e buscas. Todo o necessário para defender a vida”, assegurou Leite. “Neste momento, nosso foco é proteger as vidas enquanto as chuvas ainda estão acontecendo. Mesmo depois que elas pararem, comunidades ribeirinhas dos rios Sinos e Caí devem estar atentas para a elevação do nível das águas.” Alerta.

Segundo o chefe da Casa Militar e da Defesa Civil, Coronel Luciano Boeira, ainda que a situação atualmente esteja sob controle, a orientação é que pessoas que morem em região de risco não retornem, no momento, para suas casas.

“Estamos, desde ontem à tarde, com nossas equipes da Defesa Civil atuando em conjunto com as coordenadorias municipais de proteção e defesa civil, além de um apoio muito forte do Corpo de Bombeiros”, explicou Boeira. “Nossa sala de situação indica que, durante o dia de hoje, teremos um acumulado de 60 mm, o que ainda coloca em risco a população litorânea. Pedimos às pessoas que tiveram de sair de casa nessas regiões não retornem ainda, pois, embora a situação esteja sob controle, há risco de aumento do nível dos rios.”

Conforme relatório da Defesa Civil, a cidade com maior incidência de ventos foi Tramandaí, no litoral do Estado, onde chegaram a 101 km/h. Já Maquiné foi o município que registrou maior nível de chuvas, atingindo 288 mm na noite de quinta-feira, com previsão de mais 90 mm para esta sexta.

Até o momento, a Defesa Civil já resgatou 628 pessoas que se encontravam em áreas consideradas de alto risco, não havendo ainda uma contabilização do número de pessoas resgatadas em locais já atingidos pelo ciclone. Além disso, três pessoas estão desaparecidas: uma em Portão, outra em São Leopoldo (carro arrastado) e mais uma em Maratá. Apenas um óbito foi registrado por ora, também no município de São Leopoldo, por descarga elétrica. Já foram cortadas 166 árvores pelas equipes do Estado a fim de evitar maiores perigos.

Na quinta-feira (15), foram emitidos, durante todo o dia, alertas que indicavam risco hidrológico para dez cidades, além de avisos sobre a possibilidade de enxurrada e de enchentes nos rios Sinos e Caí. Desde o final da tarde e início da noite, a Defesa Civil já recebia notificações dos primeiros pedidos de socorro e resgate de pessoas no Litoral Norte do Estado.

Cuidados necessários

A Defesa Civil Estadual lembra que alguns cuidados precisam ser tomados enquanto perdurar a situação de risco, principalmente se cadastrar para receber avisos do 199, que são enviados com antecedência.

Como agir quando ocorrer vendaval?

  • Feche bem janelas e portas, evitando canalização de ventos no interior de sua residência;
  • desligue os aparelhos elétricos e feche o registro de água e gás; se estiver em local seguro, permaneça até a diminuição dos ventos;
  • não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de segurança;
  • não se abrigue sob árvores ou estruturas metálicas.

Como agir quando ocorrer inundação?

  • Evite o deslocamento para regiões afetadas;
  • se seguro, permaneça em casa;
  • se morar em área de risco, abandone o local;
  • separe os documentos importantes e embale-os em sacos plásticos;
  • ao sair, desligue a chave geral de eletricidade, água ou gás;
  • evite atravessar as águas de carro ou a pé;
  • se ficar isolado em local inseguro, chame imediatamente o Corpo de Bombeiros.

O que se deve fazer após a inundação?

  • Antes de retornar para sua casa, verifique as condições de segurança estrutural e elétrica;
  • após a inundação, higienize toda casa e objetos que tiveram contato com a água;
  • limpe sua casa com água sanitária, utilizando 1 litro do produto para cada 20 litros de água.

Como minimizar os efeitos da inundação?

  • não permita que o lixo seja depositado em locais inadequados;
  • não construa nas margens de rios e canais;
  • denuncie construções irregulares;
  • preserve a vegetação nas margens dos rios;
  • mantenha-se informado sobre as condições do tempo;
  • participe, junto à sua comunidade, da elaboração de um plano de contingência com um sistema de alarme.

Atualização

A pessoa que desapareceu em portão, foi encontrada com vida e passa bem.

Foto: Maurício Tonetto/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2023 0 Comentários 549 Visualizações
Cultura

Estado oficializa erva-mate como patrimônio cultural imaterial do RS

Por Marina Klein Telles 12/06/2023
Por Marina Klein Telles

Na terça-feira, dia 13 de junho, o governador Eduardo Leite, a secretária da Cultura, Beatriz Araujo, e o diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae), Renato Savoldi, assinaram termo que oficializa o Sistema Cultural e Socioambiental da Erva-Mate Tradicional como patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Sul. Foi o primeiro registro desta natureza. O ato foi realizado no Galpão Crioulo do Palácio Piratini.

Em 2022, o Iphae, instituição vinculada à Secretaria da Cultura (Sedac), apresentou parecer técnico que foi apreciado pela Câmara Temática do Patrimônio Cultural Imaterial (CTPCI). O processo de instrução e indicação para registro continha mais de 700 páginas, reunindo as pesquisas sobre o tema.

A solenidade trouxe ainda um panorama sobre o valor histórico-cultural da erva-mate para o Rio Grande do Sul e contou com apresentação do coral indígena, Teko Guarani, das etnias Mbya Guarani.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2023 0 Comentários 626 Visualizações
Ensino

Governador é convidado para evento na Universidade Feevale

Por Marina Klein Telles 02/06/2023
Por Marina Klein Telles

O reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov, entregou ao governador Eduardo Leite na quinta-feira, 1º, durante reunião-almoço do Sindilojas-NH, convite para que participe da cerimônia de certificação do Mentored Teacher Education – Brazil/Finland, programa baseado em um acordo de cooperação internacional entre a Universidade Feevale e a Tampere University, da Finlândia. O evento será realizado no dia 15 de junho, às 19h30min, no Teatro Feevale.

A atividade concretiza uma parceria inédita, em âmbito nacional e internacional, onde 69 professores da Feevale foram qualificados, de forma inovadora e colaborativa, e serão os replicadores da metodologia finlandesa no Brasil. O programa dá continuidade a uma relação de 18 anos da Universidade Feevale com instituições daquele país.

“Vamos trabalhar para a criação de um modelo operacional conjunto entre os docentes da educação básica, professores universitários e licenciados, formando professores com competências essenciais para o século XXI”, afirma Prodanov, lembrando que a Finlândia está no topo de rankings internacionais que aferem a qualidade da educação em todos os níveis. “A Feevale será um centro difusor desse trabalho colaborativo e internacional, disseminando as possibilidades de avanços dos projetos educacionais e práticas inovadoras, seguindo um novo conceito de ensino, baseado em metodologias e tecnologias finlandesas”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2023 0 Comentários 525 Visualizações
Política

ACI entrega documento com reivindicações ao governador Eduardo Leite

Por Marina Klein Telles 02/06/2023
Por Marina Klein Telles

O presidente da ACI, Diogo Leuck, e o diretor Leandro Villela Cezimbra entregaram ao governador Eduardo Leite, na quinta-feira, 1 de junho, documento com reivindicações nas áreas de educação, saúde, negócios, infraestrutura e segurança pública. A entidade propõe uma série de ações em benefício da comunidade e do meio empresarial da região, especialmente na área de educação, uma de suas prioridades. Um dos pedidos é para que o governo estadual foque esforços na formação inicial e continuada de professores e aumente os investimentos em infraestrutura e inovação nas escolas estaduais, bem como apoie o Projeto Amplia Liberato, que visa a aumentar a quantidade de vagas junto à Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, instituição que forma técnicos para a indústria.

Outras reivindicações são a revisão dos dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), que acabam refletindo nos investimentos em educação básica dos municípios, e o reforço à qualificação profissional de jovens, seja com o aumento da oferta de vagas no ensino profissionalizante ou por meio de concessão de incentivos a estudantes para evitar a evasão, bem como uma escuta ativa dos discentes.

Na área de saúde, a ACI pede o cumprimento do compromisso assumido por Leite de auxiliar o município de Novo Hamburgo a trazer de volta o tratamento de pacientes oncológicos, por meio de verbas para a reforma e adequação do Hospital Geral, tornando a instituição referência regional em oncologia.

Além de pedir pela melhoria no ambiente de negócios, pois o Rio Grande do Sul ainda perde empreendimentos e empreendedores por conta de questões tributárias e burocráticas. “Necessitamos de um ambiente atrativo ao empreendedor, não bastando apenas equilibrar e replicar o que outros Estados praticam. No setor do calçado, necessitamos de redução da carga tributária para trazermos de volta quem deixou o Rio Grande”, explica Diogo Leuck.

Infraestrutura

A ACI aponta duas prioridades: a construção do Porto Meridional, na cidade de Arroio do Sal, e viabilização da RS-010, ligando a Zona Norte de Porto Alegre à cidade de Sapiranga, para ser rota alternativa de escoamento da produção e facilitação logística regional, ligando os vales do Paranhana e Sinos à Serra e ao Litoral.

Na segurança pública, a ACI reivindica a exclusão da regra de contrapartida das empresas na destinação de parte de ICMS devido ao Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul. O Piseg demanda o pagamento de valor equivalente a 10% do montante direcionado à força policial, o que afugenta o empresário.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2023 0 Comentários 701 Visualizações
Variedades

Projeto do Governo do Estado aproxima jovens do universo das abelhas nativas

Por Marina Klein Telles 15/05/2023
Por Marina Klein Telles

Que abelhas produzem mel não é segredo para ninguém. Mas que elas são responsáveis pela preservação da natureza para a sustentabilidade da vida humana pode ser novidade para muitos. Além disso, que elas visitam as flores para coletar alimento e, assim, polinizam, promovendo a formação de frutos e sementes e permitindo a perpetuação de plantas e a alimentação animal talvez nem todos saibam. Pensando nisso, pesquisadores do Centro de Diagnóstico e Pesquisa Florestal (Ceflor), localizado em Santa Maria, e do Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa Agronômica (Ceagro), em Porto Alegre, da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) estão desenvolvendo o projeto “Abelhas nativas não fazem mal, fazem mel e muito mais”.

A finalidade do estudo, que tem a coordenação da bióloga Rosana Matos de Morais e parceria com a Fundação Antônio Meneghetti, de São João do Polêsine (que incentiva a cultura e a pesquisa), é aproximar crianças e jovens do mundo dos meliponíneos (abelhas nativas ou sem ferrão). “Para isso, prevê como ferramenta de trabalho-ação a elaboração de materiais didáticos, em formato de um livro e um vídeo, direcionados a estudantes da educação infantil e do ensino fundamental, sobre a temática das abelhas nativas do Rio Grande do Sul”, explica Rosana.

Ela conta que existem as abelhas exóticas com ferrão Apis mellifera, cuja criação é denominada de apicultura. Porém, em áreas tropicais do planeta, há um grupo de abelhas que não possui um ferrão funcional, e são conhecidas como abelhas nativas, indígenas, abelhas-sem-ferrão ou meliponíneos. “No Brasil, são descritas aproximadamente 250 espécies de abelhas-sem-ferrão e, no Rio Grande do Sul, 24, sendo as espécies conhecidas por seus nomes vulgares de manduri, tubuna, irapuá, jataí, mirim, bieira e mandaçaia, entre outros”, comenta a pesquisadora.

A partir da primavera, os alunos de todas as escolas interessadas ainda poderão ter um contato mais próximo com as abelhas por meio de uma visita ao Meliponário e um passeio pela rota dos ninhos naturais dos meliponíneos nos bosques do Ceflor. “As atividades propostas visam oferecer instrumentos didáticos que promovam a valorização das espécies de abelhas nativas sem ferrão e a importância da preservação da natureza para a sustentabilidade da vida humana”, destaca Rosana.

Ela acredita que a educação e a sensibilização podem contribuir para a conservação das abelhas, com vantagens para meio ambiente e seres humanos. “As abelhas-sem-ferrão são excelentes como instrumento didático, pois atraem a atenção, aguçam a curiosidade das crianças e estimulam um imaginário lúdico que todos temos, da relação flor-abelha”, avalia a pesquisadora. “Com elas é possível trabalhar a ecologia dos insetos, a história relacionada a povos indígenas, a geografia na distribuição das diferentes espécies nos biomas – além de, principalmente, inserir a problemática ambiental da preservação da biodiversidade.”

Nesse contexto, conforme Rosana, a saúde humana também pode ser abordada, tendo em vista que a polinização é o serviço ecossistêmico realizado pelas abelhas e essencial para a existência da maioria dos frutos que consumimos. É o caso da maçã, do melão, do maracujá, do tomate, da goiaba e do morango, entre outros.

“Ao transmitir a informação de quão importante são as abelhas para nossas vidas e para toda a natureza, estaremos conscientizando as futuras gerações sobre a necessidade de sua proteção como um todo e de seus serviços ecossistêmicos”, destaca Rosana. “Além disso, mesmo em menor escala e ainda pouco usual em nossas casas, é possível o manejo das colmeias de abelhas-sem-ferrão para a produção e a comercialização do mel, do pólen, da própolis e de enxames. Vale citar também sua utilização para o paisagismo, que pode servir ainda como geração de renda para pequenos agricultores e futuros empreendedores.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2023 0 Comentários 576 Visualizações
Política

Inovação, sustentabilidade e tecnologia marcam missão do governo em Nova York

Por Marina Klein Telles 15/05/2023
Por Marina Klein Telles

Um estado renovado após as reformas estruturais, líder em inovação no Brasil, aberto a investimentos e parcerias com o setor privado e preparado para o futuro da tecnologia e o desenvolvimento sustentável. Esse é o Rio Grande do Sul que foi apresentado ao mundo, ao longo da semana, em uma série de compromissos da missão liderada pelo governador Eduardo Leite em Nova York, nos Estados Unidos. A agenda foi encerrada na sexta-feira (12), com painéis destinados a investidores no GRI Club e com uma visita da comitiva ao Mastercard Tech Hub, espaço de inovação da companhia direcionado a novas tecnologias e inclusão financeira.

Durante o roteiro da missão, foram realizados 25 compromissos por integrantes do grupo, com destaque especial para as reuniões sobre tecnologia e inovação. O grande foco do governo nessas audiências foi a busca por soluções digitais para qualificar os serviços à população e as políticas públicas.

Google, Microsoft, Oracle, Cornell Tech, NewLab e Mastercard foram as companhias e espaços de inovação que receberam a missão governamental para discutir produtos e parcerias. O que o governo vislumbra a partir disso é encaminhar acordos que coloquem o Estado em sintonia com as principais mudanças tecnológicas e com as ferramentas de dados para subsidiar decisões.

“Nós estamos presenciando uma revolução tecnológica de proporções ainda desconhecidas, mas muito grandes, principalmente com a inteligência artificial. Os governos precisam estar atentos e sintonizados com essas mudanças para poderem atender bem as demandas da população”, observou Leite.

“O nosso trabalho na missão foi de coletar o máximo possível de informações, alinhavar parcerias e mostrar a essas grandes companhias que o Rio Grande do Sul está preparado, seja no governo ou na sociedade em geral, com a sua mão de obra qualificada, para se adaptar rapidamente a essas mudanças e incorporar soluções, como as que permitirão maior inteligência de dados.” Conforme o governador, esse conjunto de ferramentas poderá melhorar a vida das pessoas e as decisões do governo.

Além das agendas que trataram de tecnologia e inovação, o governo teve uma importante presença em rodadas de apresentações a investidores em eventos e reuniões reservadas. Nessas audiências, o governador ressaltou que a profundidade das reformas estruturais realizadas nos últimos anos transformou o ambiente de negócios no Estado.

Um dos principais resultados disso é o posicionamento do Rio Grande do Sul no tema da sustentabilidade, que despertou grande interesse de empresários do setor de energia. O Estado aposta no hidrogênio verde como um catalisador de investimentos em seu território nos próximos anos, em alinhamento às demandas globais por energia limpa.

“Temos uma agenda com hidrogênio verde com potencial para acelerar investimentos na casa dos R$ 60 bilhões no futuro, o que seria transformador para a sociedade gaúcha. O Rio Grande do Sul reúne todas as condições de receber uma planta de hidrogênio verde, além de outros investimentos, e estamos mostrando ao mundo que somos o melhor Estado para investir quando se fala em energia renovável”, avaliou Leite. “Retornamos para casa com muito otimismo com o que está por vir.”

A comitiva retorna ao Brasil neste fim de semana, quando o governador reassume o cargo. Também integraram a missão governamental os secretários da Casa Civil, Artur Lemos, de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, de Parcerias e Concessões, Pedro Capeluppi, e de Inclusão Digital e Apoio às Políticas de Equidade, Lisiane Lemos, o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, o presidente da Assembleia, deputado Vilmar Zanchin, o líder do governo na Assembleia, deputado Frederico Antunes, e o deputado Rafael Braga.

Foto: Maurício Tonetto/divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2023 0 Comentários 759 Visualizações
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