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governo do estado

Variedades

Estabelecido Grupo Intersetorial de Apoio e Assistência aos acolhimentos municipais emergenciais

Por Marina Klein Telles 09/05/2024
Por Marina Klein Telles

Na tarde de quarta-feira (8), o vice-governador Gabriel Souza e secretários de diversas pastas se reuniram para discutir e definir estratégias de apoio aos municípios em relação aos abrigos emergenciais. O encontro contou com a presença dos titulares das secretarias de Desenvolvimento Social, de Obras Públicas, de Habitação e Regularização Fundiária, de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, de Sistema Penal e Socioeducativo, da Segurança Pública e vinculadas, da Saúde, Extraordinária de Inclusão Digital e Apoio às Políticas de Equidade e da Educação, além da Defesa Civil.

O vice-governador Gabriel Souza, que coordena o Gabinete de Crise da Região Metropolitana, destacou que a união de esforços é fundamental para oferecer um atendimento digno à população que foi afetada pelas enchentes. “Tivemos a experiência do Vale do Taquari em 2023 e sabemos a importância de qualificarmos os espaços que recebem famílias que perderam tudo, que se abrigam com bebês, crianças, idosos e que precisam dos serviços e do apoio do Estado”, ressaltou Gabriel.

Durante a reunião, foi definida a realização de uma reunião diária para monitoramento do assunto. Além disso, será criada uma força-tarefa que unirá as diferentes pastas envolvidas para vistoriar os abrigos de forma conjunta e colaborativa. De acordo com o boletim da Defesa Civil desta quinta-feira (9), às 9h, o Rio Grande do Sul conta com mais de 490 abrigos, com 67.542 pessoas. Mais de 164 mil estão desalojadas.

O titular da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Beto Fantinel, explicou que o objetivo do Grupo Intersetorial é mapear as condições de acolhimento e oferecer apoio aos municípios com foco na atenção e segurança, principalmente de crianças e adolescentes. “A organização e a logística dos alojamentos provisórios são da competência dos municípios, mas o Estado, por meio da nossa Assistência Social, está ao lado para orientar e buscar soluções para as questões que se apresentam”, disse.

A iniciativa busca garantir a qualidade dos serviços oferecidos nos abrigos com a integração entre as diferentes secretarias e órgãos responsáveis.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2024 0 Comentários 416 Visualizações
Business

Terceira reunião do Gabinete de Apoio ao Empreendedor atualiza ações

Por Marina Klein Telles 09/05/2024
Por Marina Klein Telles

O Gabinete de Apoio ao Empreendedor reuniu-se de forma híbrida na quarta-feira (8) com o objetivo de atualizar as ações que já estão em andamento para auxiliar as empresas afetadas pela emergência meteorológica e discutir novas medidas para a reconstrução do Estado. O comitê é coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e tem a participação da Secretaria da Fazenda (Sefaz), de instituições financeiras e de entidades representativas de empresas.

“Estamos vivendo uma tragédia e não temos ainda a noção completa do cenário que haveremos de enfrentar”, disse Polo. Ele frisou que o governo estadual está atuando em várias frentes de trabalho, priorizando o salvamento de vidas – mas sem esquecer de outras áreas, como o setor empresarial e a agricultura.

O titular da Sedec explicou que já estão em curso ações coordenadas com as secretarias de Turismo e de Inovação, Ciência e Tecnologia, além de bancos para desenvolver estratégias de apoio para os micro, pequenos, médios e grandes empreendedores.

Polo lembrou que o governador Eduardo Leite já assinou um pedido ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ao Fundo Geral do Turismo (Fungetur) e à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) de stand still (prorrogação de pagamentos) de todas as operações financeiras em curso. O governo também está solicitando uma audiência com essas organizações para ampliar os recursos para financiamentos.

O subsecretario da Receita Estadual, Ricardo Neves, relatou que a pasta está trabalhando para garantir a fluidez da entrada das doações e transporte ao seu destino de forma rápida, refutando as notícias falsas sobre bloqueios e apreensão de cargas que chegam ao Estado para esses fins.

Também foi postergado em 30 dias o pagamento do Simples pelas empresas, e já estão sendo estudadas novas medidas para auxiliar os empreendedores. O gerente de Relações Institucionais e Sindical da Ocergs, Tarcisio Minetto, solicitou que se criem possibilidades de crédito para as empresas voltarem a produzir e manterem os postos de trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2024 0 Comentários 407 Visualizações
Política

Governo do RS propõe medidas de apoio a trabalhadores e empresas após enchente

Por Jonathan da Silva 09/05/2024
Por Jonathan da Silva

Um plano de reestruturação no setor de trabalho, emprego e renda após as enchentes foi elaborado pelo governo do Rio Grande do Sul através da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Profissional (STDP). Estão nas propostas maior divulgação daque Calamidade do FGTS, suspensão dos contratos de trabalho, liberação de parcelas adicionais do seguro-desemprego e auxílio a trabalhadores que não preenchem os requisitos do seguro. O documento com o plano foi entregue ao governador Eduardo Leite (PSDB) na segunda-feira (6).

De acordo com o secretário de Trabalho e Desenvolvimento Profissional do Rio Grande do Sul, Gilmar Sossella, as medidas são apenas as primeiras do plano. “Essas são as primeiras atitudes para garantir renda básica aos trabalhadores desempregados, sustentar a economia local e estabilizar os postos de trabalho. Outras providências a médio e longo prazo serão tomadas”, afirmou Sossella.

Saque Calamidade do FGTS

Uma das iniciativas do governo é contribuir com a divulgação do Saque Calamidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), modalidade que permite ao trabalhador sacar até R$ 6.220 do saldo da conta por necessidade decorrente de desastre natural que tenha atingido sua área de residência. O direito à retirada depende da habilitação do município em situação de emergência ou estado de calamidade pública. “Muitos municípios não estão familiarizados com o Saque Calamidade, que oferece um alívio financeiro rápido, ajudando as pessoas a reconstruírem suas vidas depois de um desastre natural”, explica Sossella. “A divulgação e a habilitação dos municípios são passos essenciais para garantir que a ajuda chegue a todos que necessitam, oferecendo um suporte imediato”, complementa o secretário.

O intervalo entre saques, atualmente, não pode ser inferior a 12 meses. No entanto, a proposição é para que o prazo seja excepcionalizado, pois algumas cidades do Vale do Taquari atingidas nas enchentes em 2023 utilizaram o recurso.

Contratos de trabalho

Outra medida para as empresas prejudicadas pelos eventos climáticos, com paralisação total ou parcial das atividades, é que não haja a necessidade de intervenção sindical sob a exigência de convenção ou acordo coletivo estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Segundo o secretário, a suspensão dos contratos de trabalho é uma medida essencial para aliviar a pressão sobre as empresas afetadas pelas enchentes e, ao mesmo tempo, garantir um suporte financeiro aos trabalhadores. De acordo com ele, não exigência de acordos coletivos neste momento é uma maneira de agilizar o processo, assegurando que o benefício chegue rapidamente a quem precisa.

Na prática, os trabalhadores passariam a receber, mensalmente, o valor correspondente ao cálculo do seguro-desemprego, por dois a cinco meses. Além disso, o posto de trabalho seria mantido pelo mesmo período da suspensão dos contratos. “Tendo como garantia, na medida proposta, a necessidade de o trabalhador contar com estabilidade por um período igual após o retorno ao trabalho, oferecemos segurança de que suas vagas estarão preservadas enquanto as empresas se reestruturam. Ao remover essa barreira burocrática, possibilitamos apoio imediato, permitindo que os trabalhadores e empresas recebam o auxílio necessário para passar por esse período desafiador”, explicou Sossella.

Seguro-desemprego e auxílio

Uma terceira medida proposta pela Secretaria é a liberação de parcelas adicionais para beneficiários do seguro-desemprego, por meio de resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). A ideia é prolongar por dois meses o recebimento, como já previsto na Lei nº 7.998/90.

Por fim, há a sugestão do pagamento de um auxílio aos trabalhadores desligados sem justa causa em locais atingidos que não preencham os requisitos para receber o seguro-desemprego. Nesse caso, seriam pagas três parcelas do salário-mínimo nacional, da mesma forma que ocorre com os segurados resgatados em situação análoga à escravidão.

Várias dessas iniciativas dependem de edição de Medida Provisória por parte do Governo Federal.

Foto: Lauro Alves/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2024 0 Comentários 597 Visualizações
Variedades

Secretaria de Desenvolvimento Social coordena mapeamento de abrigos

Por Marina Klein Telles 08/05/2024
Por Marina Klein Telles

Na tarde da terça-feira (7), uma equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) se reuniu de forma on-line com equipes do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), da Defesa Civil nacional e do RS e do Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância (Unicef), para elaborar, conjuntamente, o formulário de levantamento de informações de abrigos provisórios.

A ferramenta será utilizada por equipes das entidades, que ouvirão os gestores dos abrigos instalados no Estado para acolher pessoas afetadas pelas enchentes com o objetivo de identificar, caracterizar e apontar as necessidades dos locais. O formulário será aplicado por equipes das entidades envolvidas, a partir de quinta-feira (9).

Cada responsável pela pesquisa deverá preencher os questionamentos, apontando o perfil das pessoas acolhidas, dados sobre a estrutura do local, necessidades que forem identificadas, entre outras informações importantes. As respostas irão compor uma base de dados em uma plataforma do Estado e permitirão acompanhamentos periódicos por parte dos órgãos.

Para o titular-adjunto da Sedes, Gustavo Saldanha, a ação conjunta fortalece ainda mais a soma de esforços para ajudar o Rio Grande do Sul. “Este é o momento de unirmos nossas equipes e focar no atendimento a todas as pessoas que perderam tudo e precisam de acolhimento”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2024 0 Comentários 420 Visualizações
Cidades

Geradores doados garantem energia para hospital em Roca Sales

Por Marina Klein Telles 08/05/2024
Por Marina Klein Telles

Três geradores com capacidade de 80 kVA já estão em Roca Sales para manter a eletricidade no hospital do município. A unidade foi afetada pelas enchentes que acontecem no Rio Grande do Sul. Uma ação integrada, conduzida pelo governo do Estado, proporcionou a entrega de forma rápida, na terça-feira (7/5).

Os equipamentos foram doados pela sociedade civil de Santa Catarina, e chegaram em carreta a Santa Cruz do Sul. Como não há ligação terrestre para Roca Sales neste momento, foi preciso um helicóptero com grande capacidade de carga. A aeronave foi cedida pela CPFL Energia.

Para retirar os equipamentos da carreta, a prefeitura de Santa Cruz do Sul cedeu um caminhão munck. Em Roca Sales, o helicóptero desceu as cargas em um campo de futebol.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2024 0 Comentários 555 Visualizações
Variedades

Estado, entidades e empresários discutem ações para a reconstrução do RS

Por Marina Klein Telles 08/05/2024
Por Marina Klein Telles

A reconstrução do Rio Grande do Sul, etapa posterior ao salvamento de vidas nas enchentes que devastaram mais de 80% do Estado desde o fim de abril, foi tema de reunião híbrida convocada pelo governador Eduardo Leite e pelo vice Gabriel Souza na terça-feira (7). Com a presença de secretarias, instituições financeiras, entidades e empresários, foram apresentadas as ações que estão sendo feitas para preservar vidas e recuperar os setores produtivos do Rio Grande do Sul.

O governador fez a abertura contextualizando a situação atual do Estado, que conta com 401 municípios atingidos, salientando, apesar de tudo, que os eventos ainda estão em andamento. Leite destacou a posição do governo em relação à segurança pública, assistência social, saúde e divulgação de informações, uma vez que circulam boatos que atrapalham o trabalho que está sendo desenvolvido.  O chefe do Executivo estadual reforçou que está em contato com governadores de outros estados para pedir auxílio, em especial aos que fazem parte do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud).

A destinação das doações dos valores por pix e o plano de reconstrução e seus desafios foram as pautas principais da reunião, pois devem exigir medidas extremamente excepcionais e que necessitarão do apoio da esfera federal. “Minha grande preocupação é dar ao Brasil a noção do que está acontecendo aqui”, disse Leite. O governador explicou que pretende estabelecer uma autoridade estadual de reconstrução, com caráter técnico e com uma estrutura dedicada.

O projeto passará pelas etapas de assistência, restabelecimento e reconstrução, que focará na recuperação do Rio Grande do Sul, e de prevenção e resiliência climática, que formulará estratégias para que se possa prevenir e minimizar as emergências climáticas.

O governador afirmou que os planos já estão sendo elaborados, com o auxílio das secretarias do Estado e entidades, para conduzir da melhor maneira o processo.

O titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Ernani Polo, iniciou sua fala agradecendo aos empreendedores, gaúchos e de outros estados, presentes na reunião por sua disponibilidade em colaborar com a reconstrução do Rio Grande do Sul. Também mencionou o setor da proteína animal, que está ajudando com alimentos e logística. “Precisamos que todas as esferas do poder público e da sociedade civil organizada se unam para enfrentar o momento difícil que estamos passando”, disse. Polo garantiu que será mantida a conversa com o setor produtivo para construir caminhos viáveis, tendo atenção aos aspectos fiscais e jurídicos durante o processo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2024 0 Comentários 465 Visualizações
Variedades

Governo atualiza situação das barragens no RS

Por Marina Klein Telles 07/05/2024
Por Marina Klein Telles

O governo do Estado monitora, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Operador Nacional do Sistema (ONS), a situação das barragens no Rio Grande do Sul.

Dados parciais divulgados nesta terça-feira (7/5) apontam que cinco estruturas estão em situação de emergência, apresentando risco de rompimento e já com ações de resposta em andamento.

Barragens monitoradas pela Aneel e pelo ONS

Nível de Emergência: Risco de ruptura iminente, exigindo providências para preservar vidas.

UHE 14 de Julho, em Cotiporã e Bento Gonçalves
UHE Passo Fundo

Nível de Alerta: Quando as anomalias representam risco à segurança da barragem, exigindo providências para manutenção das condições de segurança.

UHE Machadinho
UHE Barra Grande

Nível de Atenção: Quando as anomalias não comprometem a segurança da barragem no curto prazo, mas exigem monitoramento, controle ou reparo no decurso do tempo.

UHE Dona Francisca, em Nova Palma
UHE Castro Alves, em Nova Roma do Sul/Nova Pádua
UHE Monte Claro, em Bento Gonçalves/Veranópolis
UHE Bugres – Barragem Divisa, em Canela
UHE Bugres – Barragem do Blang, em Canela
UHE Canastra, em Canela
PCH Furnas do Segredo, em Jaguari

Barragens monitoradas pela Sema

Nível de Emergência

Barragem de São Miguel, em Bento Gonçalves
Barragem Saturnino de Brito, em São Martinho da Serra
Barragem do Arroio Barracão, em Bento Gonçalves

Nível de Alerta

Capané, em Cachoeira do Sul
Barragem do Assentamento PE Belo Monte

Nível Atenção

Barragem do Saibro, em Viamão
Samuara, em Caxias do Sul
Dal Bó, em Caxias do Sul
Assentamento PE Jânio Guedes, em São Jerônimo
Assentamento PE Tupy, em Taquari
Filhos de Sepé, em Viamão

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2024 0 Comentários 500 Visualizações
Política

Governo do RS cria força-tarefa para combater fake news sobre as enchentes 

Por Jonathan da Silva 07/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul criou uma força tarefa de checagem e contestação de fake news para combater a circulação de informações falsas relacionadas às enchentes nas redes sociais. As informações são identificadas, monitoradas e apuradas por uma equipe de comunicação. Quando a checagem é concluída, os conteúdos são disponibilizados para grupos com a imprensa e nos perfis oficiais do governo na internet.

Também foi estabelecido um canal direto com a Meta, empresa responsável por Instagram, Facebook e WhatsApp, para avaliar e denunciar perfis que atuam na criação e amplificação de conteúdos falsos ou descontextualizados. A parceria tem como foco auxiliar no controle de publicações com dados incorretos que circulam desde o início das enchentes no Rio Grande do Sul. “Neste momento de calamidade, a desinformação pode agravar ainda mais a situação. Pedimos a todos que sejam responsáveis ao compartilhar informações e confiem apenas em fontes confiáveis. Juntos, podemos enfrentar essa crise com seriedade e solidariedade”, destaca a secretária de Comunicação, Tânia Moreira.

O estado também articulou ações com a Polícia Civil e o Ministério Público para que os responsáveis pela criação de informações e de perfis falsos do governo para aplicar golpes sejam investigados e, em casos comprovados, punidos. Em breve, essa iniciativa será detalhada.

Saiba como identificar notícias falsas e evitar a desinformação:

  • Fique atento a manchetes sensacionalistas, linguagem alarmista e imagens chocantes;
  • Verifique a fonte da informação. Notícias falsas geralmente são publicadas em sites ou perfis não confiáveis, com erros de ortografia e gramática, e sem identificação clara da autoria;
  • Consulte outras fontes confiáveis para confirmar a veracidade da informação. Sites de notícias renomados, órgãos governamentais e instituições de pesquisa podem ser boas fontes;
  • Se você tem dúvida sobre a veracidade do conteúdo, não compartilhe.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2024 0 Comentários 660 Visualizações
Saúde

Governo cadastra profissionais de saúde para atuarem como voluntários em áreas atingidas pela chuva

Por Jonathan da Silva 03/05/2024
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (SES) está cadastrando profissionais de saúde para a atuação como voluntários nas áreas atingidas por enchentes. A colaboração de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros, deverá ocorrer em hospitais, unidades de pronto atendimento e nos demais serviços de saúde.

Ao fazer o registro, o profissional autoriza que seus dados sejam disponibilizados pela SES para as gestões municipais e instituições de saúde, caso haja necessidade de substituição ou ampliação da força de trabalho.

O cadastro é destinado àqueles profissionais que possuem disponibilidade de carga horária e interesse em atuar no auxílio aos municípios. A inscrição não garante o chamamento do profissional, da mesma forma que não gera vínculo empregatício com o estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2024 0 Comentários 592 Visualizações
Variedades

Estado atua após rompimento da barragem 14 de Julho, em Cotiporã

Por Marina Klein Telles 03/05/2024
Por Marina Klein Telles

O governo do Rio Grande do Sul atua para garantir a vida da população após informação, na tarde desta quinta-feira (2), do rompimento de parte da estrutura da barragem da usina de geração de energia 14 de Julho, da Ceran, na bacia do Rio Taquari-Antas, em Cotiporã.

O rompimento é investigado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pela barragem, que informou que a estrutura já estava submersa e identificou uma movimentação mais turbulenta da água, possivelmente pelo comprometimento da chamada ombreira direita, uma das laterais onde a barragem está apoiada. “O grande problema agora é a velocidade com que a água vai descer rumo a Santa Bárbara e Santa Tereza. A altura da água não deve mudar muito, porque o nível do Rio das Antas estava passando sobre a barragem. O risco agora é a vazão a partir da barragem 14 de Julho”, disse o secretário da Casa Civil, Artur Lemos, que está no gabinete avançado no distrito de Farias Lemos, em Bento Gonçalves.

Assim que teve a confirmação do rompimento, o secretário determinou para a equipe da Casa Civil no gabinete avançado contato imediato com os municípios abaixo da barragem para iniciarem imediatamente a evacuação de áreas. O Estado já monitorava a possibilidade de rompimento da estrutura. A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) informou que a empresa Ceran já havia acionado, na quarta-feira (1º), o Plano de Ação de Emergência da barragem.

A orientação expressa da Defesa Civil é que os moradores dos municípios de Santa Tereza, Muçum, Roca Sales, Arroio do Meio, Encantado, Colinas e Lajeado deixem áreas de risco e procurem abrigos públicos ou outro local de segurança para permanecer durante a elevação de nível do rio. As pessoas que não tiverem locais alternativos devem buscar informações junto à Defesa Civil da sua cidade sobre os abrigos públicos disponibilizados pelas prefeituras, rotas de fuga e pontos de segurança.

A Secretaria do meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) monitora, também, as estruturas de outras 13 barragens de usos múltiplos que estão em estado de alerta, cinco delas já em processo de evacuação: barragem Santa Lúcia, em Putinga; barragem São Miguel do Buriti, em Bento Gonçalves; barragem Belo Monte, em Eldorado do Sul; barragem Dal Bó, em Caxias do Sul; e barragem Nova de Espólio de Aldo Malta Dihl, em Glorinha.

A Aneel e o Operador Nacional do Sistema (ONS) acompanham a situação de outras cinco barragens de geração de energia elétrica no Estado que estão em atenção: Capigui, em Passo Fundo; Guarita, em Erval Seco; Herval, Santa Maria do Herval; Passo do Inferno, São Francisco de Paula; e Monte Carlo, Bento Gonçalves – Veranópolis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2024 0 Comentários 628 Visualizações
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