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governo do estado

Política

Governo do RS propõe medidas de apoio a trabalhadores e empresas após enchente

Por Jonathan da Silva 09/05/2024
Por Jonathan da Silva

Um plano de reestruturação no setor de trabalho, emprego e renda após as enchentes foi elaborado pelo governo do Rio Grande do Sul através da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Profissional (STDP). Estão nas propostas maior divulgação daque Calamidade do FGTS, suspensão dos contratos de trabalho, liberação de parcelas adicionais do seguro-desemprego e auxílio a trabalhadores que não preenchem os requisitos do seguro. O documento com o plano foi entregue ao governador Eduardo Leite (PSDB) na segunda-feira (6).

De acordo com o secretário de Trabalho e Desenvolvimento Profissional do Rio Grande do Sul, Gilmar Sossella, as medidas são apenas as primeiras do plano. “Essas são as primeiras atitudes para garantir renda básica aos trabalhadores desempregados, sustentar a economia local e estabilizar os postos de trabalho. Outras providências a médio e longo prazo serão tomadas”, afirmou Sossella.

Saque Calamidade do FGTS

Uma das iniciativas do governo é contribuir com a divulgação do Saque Calamidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), modalidade que permite ao trabalhador sacar até R$ 6.220 do saldo da conta por necessidade decorrente de desastre natural que tenha atingido sua área de residência. O direito à retirada depende da habilitação do município em situação de emergência ou estado de calamidade pública. “Muitos municípios não estão familiarizados com o Saque Calamidade, que oferece um alívio financeiro rápido, ajudando as pessoas a reconstruírem suas vidas depois de um desastre natural”, explica Sossella. “A divulgação e a habilitação dos municípios são passos essenciais para garantir que a ajuda chegue a todos que necessitam, oferecendo um suporte imediato”, complementa o secretário.

O intervalo entre saques, atualmente, não pode ser inferior a 12 meses. No entanto, a proposição é para que o prazo seja excepcionalizado, pois algumas cidades do Vale do Taquari atingidas nas enchentes em 2023 utilizaram o recurso.

Contratos de trabalho

Outra medida para as empresas prejudicadas pelos eventos climáticos, com paralisação total ou parcial das atividades, é que não haja a necessidade de intervenção sindical sob a exigência de convenção ou acordo coletivo estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Segundo o secretário, a suspensão dos contratos de trabalho é uma medida essencial para aliviar a pressão sobre as empresas afetadas pelas enchentes e, ao mesmo tempo, garantir um suporte financeiro aos trabalhadores. De acordo com ele, não exigência de acordos coletivos neste momento é uma maneira de agilizar o processo, assegurando que o benefício chegue rapidamente a quem precisa.

Na prática, os trabalhadores passariam a receber, mensalmente, o valor correspondente ao cálculo do seguro-desemprego, por dois a cinco meses. Além disso, o posto de trabalho seria mantido pelo mesmo período da suspensão dos contratos. “Tendo como garantia, na medida proposta, a necessidade de o trabalhador contar com estabilidade por um período igual após o retorno ao trabalho, oferecemos segurança de que suas vagas estarão preservadas enquanto as empresas se reestruturam. Ao remover essa barreira burocrática, possibilitamos apoio imediato, permitindo que os trabalhadores e empresas recebam o auxílio necessário para passar por esse período desafiador”, explicou Sossella.

Seguro-desemprego e auxílio

Uma terceira medida proposta pela Secretaria é a liberação de parcelas adicionais para beneficiários do seguro-desemprego, por meio de resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). A ideia é prolongar por dois meses o recebimento, como já previsto na Lei nº 7.998/90.

Por fim, há a sugestão do pagamento de um auxílio aos trabalhadores desligados sem justa causa em locais atingidos que não preencham os requisitos para receber o seguro-desemprego. Nesse caso, seriam pagas três parcelas do salário-mínimo nacional, da mesma forma que ocorre com os segurados resgatados em situação análoga à escravidão.

Várias dessas iniciativas dependem de edição de Medida Provisória por parte do Governo Federal.

Foto: Lauro Alves/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2024 0 Comentários 463 Visualizações
Variedades

Secretaria de Desenvolvimento Social coordena mapeamento de abrigos

Por Marina Klein Telles 08/05/2024
Por Marina Klein Telles

Na tarde da terça-feira (7), uma equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) se reuniu de forma on-line com equipes do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), da Defesa Civil nacional e do RS e do Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância (Unicef), para elaborar, conjuntamente, o formulário de levantamento de informações de abrigos provisórios.

A ferramenta será utilizada por equipes das entidades, que ouvirão os gestores dos abrigos instalados no Estado para acolher pessoas afetadas pelas enchentes com o objetivo de identificar, caracterizar e apontar as necessidades dos locais. O formulário será aplicado por equipes das entidades envolvidas, a partir de quinta-feira (9).

Cada responsável pela pesquisa deverá preencher os questionamentos, apontando o perfil das pessoas acolhidas, dados sobre a estrutura do local, necessidades que forem identificadas, entre outras informações importantes. As respostas irão compor uma base de dados em uma plataforma do Estado e permitirão acompanhamentos periódicos por parte dos órgãos.

Para o titular-adjunto da Sedes, Gustavo Saldanha, a ação conjunta fortalece ainda mais a soma de esforços para ajudar o Rio Grande do Sul. “Este é o momento de unirmos nossas equipes e focar no atendimento a todas as pessoas que perderam tudo e precisam de acolhimento”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2024 0 Comentários 319 Visualizações
Cidades

Geradores doados garantem energia para hospital em Roca Sales

Por Marina Klein Telles 08/05/2024
Por Marina Klein Telles

Três geradores com capacidade de 80 kVA já estão em Roca Sales para manter a eletricidade no hospital do município. A unidade foi afetada pelas enchentes que acontecem no Rio Grande do Sul. Uma ação integrada, conduzida pelo governo do Estado, proporcionou a entrega de forma rápida, na terça-feira (7/5).

Os equipamentos foram doados pela sociedade civil de Santa Catarina, e chegaram em carreta a Santa Cruz do Sul. Como não há ligação terrestre para Roca Sales neste momento, foi preciso um helicóptero com grande capacidade de carga. A aeronave foi cedida pela CPFL Energia.

Para retirar os equipamentos da carreta, a prefeitura de Santa Cruz do Sul cedeu um caminhão munck. Em Roca Sales, o helicóptero desceu as cargas em um campo de futebol.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2024 0 Comentários 420 Visualizações
Variedades

Estado, entidades e empresários discutem ações para a reconstrução do RS

Por Marina Klein Telles 08/05/2024
Por Marina Klein Telles

A reconstrução do Rio Grande do Sul, etapa posterior ao salvamento de vidas nas enchentes que devastaram mais de 80% do Estado desde o fim de abril, foi tema de reunião híbrida convocada pelo governador Eduardo Leite e pelo vice Gabriel Souza na terça-feira (7). Com a presença de secretarias, instituições financeiras, entidades e empresários, foram apresentadas as ações que estão sendo feitas para preservar vidas e recuperar os setores produtivos do Rio Grande do Sul.

O governador fez a abertura contextualizando a situação atual do Estado, que conta com 401 municípios atingidos, salientando, apesar de tudo, que os eventos ainda estão em andamento. Leite destacou a posição do governo em relação à segurança pública, assistência social, saúde e divulgação de informações, uma vez que circulam boatos que atrapalham o trabalho que está sendo desenvolvido.  O chefe do Executivo estadual reforçou que está em contato com governadores de outros estados para pedir auxílio, em especial aos que fazem parte do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud).

A destinação das doações dos valores por pix e o plano de reconstrução e seus desafios foram as pautas principais da reunião, pois devem exigir medidas extremamente excepcionais e que necessitarão do apoio da esfera federal. “Minha grande preocupação é dar ao Brasil a noção do que está acontecendo aqui”, disse Leite. O governador explicou que pretende estabelecer uma autoridade estadual de reconstrução, com caráter técnico e com uma estrutura dedicada.

O projeto passará pelas etapas de assistência, restabelecimento e reconstrução, que focará na recuperação do Rio Grande do Sul, e de prevenção e resiliência climática, que formulará estratégias para que se possa prevenir e minimizar as emergências climáticas.

O governador afirmou que os planos já estão sendo elaborados, com o auxílio das secretarias do Estado e entidades, para conduzir da melhor maneira o processo.

O titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Ernani Polo, iniciou sua fala agradecendo aos empreendedores, gaúchos e de outros estados, presentes na reunião por sua disponibilidade em colaborar com a reconstrução do Rio Grande do Sul. Também mencionou o setor da proteína animal, que está ajudando com alimentos e logística. “Precisamos que todas as esferas do poder público e da sociedade civil organizada se unam para enfrentar o momento difícil que estamos passando”, disse. Polo garantiu que será mantida a conversa com o setor produtivo para construir caminhos viáveis, tendo atenção aos aspectos fiscais e jurídicos durante o processo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2024 0 Comentários 349 Visualizações
Variedades

Governo atualiza situação das barragens no RS

Por Marina Klein Telles 07/05/2024
Por Marina Klein Telles

O governo do Estado monitora, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Operador Nacional do Sistema (ONS), a situação das barragens no Rio Grande do Sul.

Dados parciais divulgados nesta terça-feira (7/5) apontam que cinco estruturas estão em situação de emergência, apresentando risco de rompimento e já com ações de resposta em andamento.

Barragens monitoradas pela Aneel e pelo ONS

Nível de Emergência: Risco de ruptura iminente, exigindo providências para preservar vidas.

UHE 14 de Julho, em Cotiporã e Bento Gonçalves
UHE Passo Fundo

Nível de Alerta: Quando as anomalias representam risco à segurança da barragem, exigindo providências para manutenção das condições de segurança.

UHE Machadinho
UHE Barra Grande

Nível de Atenção: Quando as anomalias não comprometem a segurança da barragem no curto prazo, mas exigem monitoramento, controle ou reparo no decurso do tempo.

UHE Dona Francisca, em Nova Palma
UHE Castro Alves, em Nova Roma do Sul/Nova Pádua
UHE Monte Claro, em Bento Gonçalves/Veranópolis
UHE Bugres – Barragem Divisa, em Canela
UHE Bugres – Barragem do Blang, em Canela
UHE Canastra, em Canela
PCH Furnas do Segredo, em Jaguari

Barragens monitoradas pela Sema

Nível de Emergência

Barragem de São Miguel, em Bento Gonçalves
Barragem Saturnino de Brito, em São Martinho da Serra
Barragem do Arroio Barracão, em Bento Gonçalves

Nível de Alerta

Capané, em Cachoeira do Sul
Barragem do Assentamento PE Belo Monte

Nível Atenção

Barragem do Saibro, em Viamão
Samuara, em Caxias do Sul
Dal Bó, em Caxias do Sul
Assentamento PE Jânio Guedes, em São Jerônimo
Assentamento PE Tupy, em Taquari
Filhos de Sepé, em Viamão

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2024 0 Comentários 392 Visualizações
Política

Governo do RS cria força-tarefa para combater fake news sobre as enchentes 

Por Jonathan da Silva 07/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul criou uma força tarefa de checagem e contestação de fake news para combater a circulação de informações falsas relacionadas às enchentes nas redes sociais. As informações são identificadas, monitoradas e apuradas por uma equipe de comunicação. Quando a checagem é concluída, os conteúdos são disponibilizados para grupos com a imprensa e nos perfis oficiais do governo na internet.

Também foi estabelecido um canal direto com a Meta, empresa responsável por Instagram, Facebook e WhatsApp, para avaliar e denunciar perfis que atuam na criação e amplificação de conteúdos falsos ou descontextualizados. A parceria tem como foco auxiliar no controle de publicações com dados incorretos que circulam desde o início das enchentes no Rio Grande do Sul. “Neste momento de calamidade, a desinformação pode agravar ainda mais a situação. Pedimos a todos que sejam responsáveis ao compartilhar informações e confiem apenas em fontes confiáveis. Juntos, podemos enfrentar essa crise com seriedade e solidariedade”, destaca a secretária de Comunicação, Tânia Moreira.

O estado também articulou ações com a Polícia Civil e o Ministério Público para que os responsáveis pela criação de informações e de perfis falsos do governo para aplicar golpes sejam investigados e, em casos comprovados, punidos. Em breve, essa iniciativa será detalhada.

Saiba como identificar notícias falsas e evitar a desinformação:

  • Fique atento a manchetes sensacionalistas, linguagem alarmista e imagens chocantes;
  • Verifique a fonte da informação. Notícias falsas geralmente são publicadas em sites ou perfis não confiáveis, com erros de ortografia e gramática, e sem identificação clara da autoria;
  • Consulte outras fontes confiáveis para confirmar a veracidade da informação. Sites de notícias renomados, órgãos governamentais e instituições de pesquisa podem ser boas fontes;
  • Se você tem dúvida sobre a veracidade do conteúdo, não compartilhe.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2024 0 Comentários 509 Visualizações
Saúde

Governo cadastra profissionais de saúde para atuarem como voluntários em áreas atingidas pela chuva

Por Jonathan da Silva 03/05/2024
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (SES) está cadastrando profissionais de saúde para a atuação como voluntários nas áreas atingidas por enchentes. A colaboração de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros, deverá ocorrer em hospitais, unidades de pronto atendimento e nos demais serviços de saúde.

Ao fazer o registro, o profissional autoriza que seus dados sejam disponibilizados pela SES para as gestões municipais e instituições de saúde, caso haja necessidade de substituição ou ampliação da força de trabalho.

O cadastro é destinado àqueles profissionais que possuem disponibilidade de carga horária e interesse em atuar no auxílio aos municípios. A inscrição não garante o chamamento do profissional, da mesma forma que não gera vínculo empregatício com o estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2024 0 Comentários 425 Visualizações
Variedades

Estado atua após rompimento da barragem 14 de Julho, em Cotiporã

Por Marina Klein Telles 03/05/2024
Por Marina Klein Telles

O governo do Rio Grande do Sul atua para garantir a vida da população após informação, na tarde desta quinta-feira (2), do rompimento de parte da estrutura da barragem da usina de geração de energia 14 de Julho, da Ceran, na bacia do Rio Taquari-Antas, em Cotiporã.

O rompimento é investigado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pela barragem, que informou que a estrutura já estava submersa e identificou uma movimentação mais turbulenta da água, possivelmente pelo comprometimento da chamada ombreira direita, uma das laterais onde a barragem está apoiada. “O grande problema agora é a velocidade com que a água vai descer rumo a Santa Bárbara e Santa Tereza. A altura da água não deve mudar muito, porque o nível do Rio das Antas estava passando sobre a barragem. O risco agora é a vazão a partir da barragem 14 de Julho”, disse o secretário da Casa Civil, Artur Lemos, que está no gabinete avançado no distrito de Farias Lemos, em Bento Gonçalves.

Assim que teve a confirmação do rompimento, o secretário determinou para a equipe da Casa Civil no gabinete avançado contato imediato com os municípios abaixo da barragem para iniciarem imediatamente a evacuação de áreas. O Estado já monitorava a possibilidade de rompimento da estrutura. A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) informou que a empresa Ceran já havia acionado, na quarta-feira (1º), o Plano de Ação de Emergência da barragem.

A orientação expressa da Defesa Civil é que os moradores dos municípios de Santa Tereza, Muçum, Roca Sales, Arroio do Meio, Encantado, Colinas e Lajeado deixem áreas de risco e procurem abrigos públicos ou outro local de segurança para permanecer durante a elevação de nível do rio. As pessoas que não tiverem locais alternativos devem buscar informações junto à Defesa Civil da sua cidade sobre os abrigos públicos disponibilizados pelas prefeituras, rotas de fuga e pontos de segurança.

A Secretaria do meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) monitora, também, as estruturas de outras 13 barragens de usos múltiplos que estão em estado de alerta, cinco delas já em processo de evacuação: barragem Santa Lúcia, em Putinga; barragem São Miguel do Buriti, em Bento Gonçalves; barragem Belo Monte, em Eldorado do Sul; barragem Dal Bó, em Caxias do Sul; e barragem Nova de Espólio de Aldo Malta Dihl, em Glorinha.

A Aneel e o Operador Nacional do Sistema (ONS) acompanham a situação de outras cinco barragens de geração de energia elétrica no Estado que estão em atenção: Capigui, em Passo Fundo; Guarita, em Erval Seco; Herval, Santa Maria do Herval; Passo do Inferno, São Francisco de Paula; e Monte Carlo, Bento Gonçalves – Veranópolis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2024 0 Comentários 512 Visualizações
Saúde

Hemocentro abrirá no sábado e precisa de doações para reforçar estoques

Por Marina Klein Telles 02/05/2024
Por Marina Klein Telles

Diante situação de calamidade pública no Rio Grande do Sul, decretada pelo Governo do Estado em decorrência do grande volume de chuvas desde segunda-feira (29), o Departamento Estadual de Sangue e Hemoderivados, da Secretaria da Saúde, intensifica a mobilização para a doação de sangue no Hemocentro da Capital.

Há risco de desabastecimento de hemocomponentes, principalmente de plaquetas, de forma iminente, e de hemácias, já nos próximos dias. O Hemocentro funciona das 8 às 16 horas, de segunda a sexta-feira. Além disso, estará aberto no próximo sábado (4/5), das 8 às 12 horas para atender até 140 doadores.

A urgência é de sangue de todos os tipos. É importante que os doadores residentes em Porto Alegre e na Região Metropolitana se desloquem até o Hemocentro de forma segura, tendo muito cuidado com o risco de alagamentos e deslizamentos nas vias públicas.

O Hemocentro está realizando o remanejamento do estoque de sangue coletado e já testado para utilização nos hospitais de acordo com as necessidades de transfusões de sangue.

A falta de sangue para transfusões no interior do Estado se deve aos muitos pontos de bloqueio nas estradas, o que dificulta a logística de envio das amostras para testagem, que é realizada fora do Estado antes do uso em transfusões.

  • Link para agendamento de doação
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/05/2024 0 Comentários 483 Visualizações
Política

Governo estadual instala postos avançados nas regiões mais afetadas pelas chuvas para acelerar resgates

Por Jonathan da Silva 02/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Governo do Estado descentralizou as operações do Gabinete de Crise para três regiões do Rio Grande do Sul, que enfrentam uma situação de calamidade pública em decorrência das fortes chuvas desde a madrugada de segunda-feira (29). Os postos avançados foram estabelecidos em Santa Cruz do Sul, liderado pelo vice-governador Gabriel Souza; São Sebastião do Caí, sob o comando do secretário da Casa Civil, Artur Lemos; e Bento Gonçalves, liderado pelo chefe de gabinete do governador, coronel Euclides Maria Neto. Há ainda representantes da Defesa Civil atuando em bases nas cidades de Candelária e Lajeado. A medida é determinação do governador Eduardo Leite (PSDB).

Com atuação transversal, envolvendo representantes de diversas secretarias, os postos avançados estão operando em articulação com o Grupo de Gestão Operacional, instalado no Comando Militar do Sul (CMS), e o Gabinete de Crise central, que se reúne diariamente na sede da Defesa Civil. Ambos os núcleos funcionam em Porto Alegre, sob liderança do governador Leite.

Com a medida, que aproxima as autoridades da realidade local, o governo busca acelerar o trabalho de identificação e resgate de famílias isoladas ou ilhadas nas regiões mais afetadas pelas cheias. Em paralelo, as equipes trabalharão na logística de fornecimento de doações e assistência humanitária para as pessoas desabrigadas, além de agilizar a organização dos espaços públicos que estão recebendo os desalojados.

O governador destacou que a descentralização permite que o governo tenha um conhecimento mais aprofundado das características das áreas, aumentando a eficácia das operações de salvamento e atendimento das demandas emergenciais. “Designei os pontos focais do governo para articular todos os esforços com o objetivo de resgatar as pessoas, atender às necessidades urgentes e, com a atuação descentralizada, evitar perdas de vidas”, avaliou Leite.

Vale do Rio Pardo

Desde a noite de quarta-feira (1), o vice-governador Gabriel Souza está liderando a base instalada no Comando Regional de Polícia Ostensiva (CRPO) de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. O foco inicial das ações é o resgate imediato das famílias ilhadas nas áreas próximas, estendendo-se para localidades da região Central, Centro-Serra, Quarta Colônia e Baixo Vale do Taquari.

Ainda na quarta-feira, Souza se reuniu com a prefeita do município, Helena Hermany (PP), para alinhar as principais demandas locais. Na manhã desta quinta-feira (2), o vice-governador conduziu a primeira reunião do gabinete, com representantes das forças de segurança, secretarias de estado e Exército. Ao longo do dia, ele visitará o abrigo localizado no Ginásio Poliesportivo da cidade e se reunirá virtualmente com representantes de associações regionais. Além do atendimento às demandas prioritárias, o vice-governador e as equipes da base deverão apresentar diariamente as ações para a imprensa no final do dia, além de avisos e informativos para a população.

Souza destacou que as condições climáticas desta quinta-feira permitiram voos com as aeronaves do governo do estado, o que resultou em ações de salvamento nos Vales do Taquari, Paranhana, Caí, Quarta Colônia e Serra. “Pela gravidade e abrangência das chuvas, estamos em bases regionalizadas com prioridade absoluta no resgate de pessoas que se encontram em risco”, afirmou o vice-governador.

Serra Gaúcha

O gabinete avançado de Bento Gonçalves, na serra, será coordenado pelo chefe da Casa Civil, Artur Lemos, que chegou ao local na noite de quarta-feira (1) para montagem da base. Com o mapeamento completo dos pontos de resgate, a estrutura está operando no salão paroquial no distrito de Farias Lemos, a 20 km do centro da cidade, local identificado como o epicentro das enchentes na região. Além dos municípios da serra, a equipe coordenará a força-tarefa de salvamentos no Alto Taquari.

Na manhã desta quinta (2), Lemos se reuniu emergencialmente com o prefeito de Bento Gonçalves, Diogo Siqueira (PSDB), os secretários municipais de Educação e Obras e integrantes do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). O objetivo é acelerar o plano de ação para salvar vidas e recuperar a infraestrutura local com a maior celeridade possível.”Estamos focados em organizar todos os envolvidos no auxílio à população para que a ajuda chegue lá na ponta o mais rápido possível. Qualquer minuto conta muito, por isso a importância de uma ação alinhada e planejada”, ressaltou Lemos.

Vale do Caí

Instalado na noite de quarta-feira (1), o terceiro gabinete avançado opera em São Sebastião do Caí, um dos municípios mais atingidos pelas cheias. O posto está funcionando em um prédio cedido pela prefeitura, próximo à área central, onde concentra-se a força-tarefa de resgate das famílias isoladas. Comandado pelo chefe de gabinete do governador, coronel Euclides Neto, a base está acolhendo e prestando os primeiros socorros às pessoas resgatadas e, na sequência, encaminhando-as com segurança para os abrigos públicos.

No posto, também atuam diversas equipes das forças de segurança, meio ambiente, saúde e educação, além do Exército.  “Mapeamos as principais vulnerabilidade da região e coletamos as necessidades mais emergenciais para poder coordenar de forma mais eficaz, com apoio das forças de segurança estadual e nacional, a fase de salvamentos de vidas. Isso é a nossa prioridade máxima nesse primeiro momento”, ressaltou Neto.

Foto: Joel Vargas/Ascom GVG/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/05/2024 0 Comentários 325 Visualizações
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