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Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 23,2% em novembro

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 465,1 mil toneladas em novembro de 2024, um aumento de 23,2% em comparação com o mesmo período de 2023, quando foram exportadas 377,4 mil toneladas. O crescimento foi ainda maior na receita, que registrou alta de 32,1%. Em novembro deste ano, o setor arrecadou US$ 893,4 milhões, ante US$ 676,1 milhões no mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 4,845 milhões de toneladas de carne de frango, um aumento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram exportadas 4,671 milhões de toneladas. A receita acumulada foi de US$ 9,071 bilhões, um crescimento de 1% em comparação com os US$ 8,977 bilhões obtidos no ano anterior.

Destinos das exportações

A China liderou as compras de carne de frango brasileira em novembro, com 46,3 mil toneladas, um aumento de 17% em relação ao mesmo período de 2023. Outros mercados de destaque foram o Japão, com 34,8 mil toneladas (+7,3%); os Emirados Árabes Unidos, com 34,2 mil toneladas (+6,4%); o México, com 33,7 mil toneladas (+99,8%); e a União Europeia, com 23 mil toneladas (+62,8%). Por outro lado, a Arábia Saudita reduziu as importações em 6,3%, totalizando 29,8 mil toneladas.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os números refletem um crescimento consistente. “As exportações de carne acumularam altas consecutivas nos últimos três meses e devem confirmar as previsões positivas do setor para 2024”, afirmou Santin.

Principais estados exportadores

O Paraná se mantém como o maior exportador nacional de carne de frango, com 182,1 mil toneladas embarcadas em novembro (+26%). Na sequência, estão Santa Catarina, com 105,2 mil toneladas (+15,2%); Rio Grande do Sul, com 65,1 mil toneladas (+16,5%); São Paulo, com 27,5 mil toneladas (+20,9%); e Goiás, com 18,2 mil toneladas (+4,6%).

Coletiva sobre projeções do setor

A ABPA realizará uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira, dia 12 de dezembro, em São Paulo, para apresentar dados e projeções do setor de avicultura e suinocultura para 2024. O evento será híbrido, com transmissão para outros estados, e contará com a presença do presidente Ricardo Santin e outros dirigentes da entidade.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 310 Visualizações
Business

Acordo com a União Europeia deve elevar exportação de carne do Brasil

Por Jonathan da Silva 06/12/2024
Por Jonathan da Silva

A assinatura do acordo entre os países do Mercosul e da União Europeia, anunciada nesta sexta-feira (6) durante a cúpula do Mercosul em Montevidéu, inclui novas cotas para a exportação de carne de frango e suína aos países europeus. O documento, celebrado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), estabelece condições consideradas favoráveis para os exportadores brasileiros.

Entre os principais pontos do acordo, está a criação de uma cota de 180 mil toneladas de carne de frango equivalente-carcaça, com tarifa zero para exportação à União Europeia. A cota será gradativamente implementada ao longo de seis anos, começando com 30 mil toneladas no primeiro ano e chegando ao total no sexto ano. Após esse período, a cota será anual.

Para a carne suína, a cota definida é de 25 mil toneladas, seguindo a mesma progressão de implementação e com uma tarifa fixa de 83 euros por tonelada.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que o acordo trará condições mais favoráveis para os embarques brasileiros. “A consolidação do acordo abre novas oportunidades de embarques para o mercado europeu, em condições mais vantajosas do que as cotas atualmente existentes para produtos brasileiros à União Europeia. As cotas atuais serão mantidas, e as novas estabelecidas pelo acordo deverão ser ocupadas, em especial, pelas exportações de produtos brasileiros”, afirmou Santin.

Impacto econômico

Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 205 mil toneladas de carne de frango para a União Europeia, gerando US$ 749,2 milhões em receita. Com as novas cotas e a isenção tarifária para parte da produção, espera-se um aumento na competitividade dos produtos brasileiros no mercado europeu.

O acordo, que ainda passará por etapas de implementação e regulamentação, é visto pela ABPA como um marco para o fortalecimento da relação comercial entre o Mercosul e a União Europeia.

Foto: Kamran Aydinov/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2024 0 Comentários 403 Visualizações
Variedades

Procura pelas carnes suína e de frango supera expectativas na ExpoChurrasco

Por Jonathan da Silva 22/04/2024
Por Jonathan da Silva

A procura pelas carnes suína e de frango superou a expectativa no Festival Internacional do Churrasco (ExpoChurrasco), que aconteceu neste sábado (20), no Parque Harmonia, em Porto Alegre. Em seis horas de evento, foram servidos 300 kg na  churrasqueira que reuniu a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) e o Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul (SIPS). Foram 100 kg a mais do que o esperado.

O chef Marcelo Bortolon contou com o apoio dos presidentes das entidades Ricardo Santin (ABPA), Eduardo Santos (ASGAV) e José Roberto Goulart (SIPS) para preparar os cortes de aves — como sobrecoxa desossada, tulipa e coxinha da asa — e de suínos — como costela, panceta, linguiça, sobrepaleta e picanha. As porções foram servidas com molho barbecue de goiabada e cachaça e molho de laranja, mel e alecrim. “Esse resultado mostra que as carnes suína e de frango também são destaques no churrasco tradicional, agregando opções saborosas e ricas do ponto de vista nutricional. É fundamental estarmos presentes em um evento como este, em um local tão importante para a cultura gaúcha, mostrando a qualidade dos nossos produtos”, comemora Santin.

Os atributos das carnes de frango e de suínos do Brasil são apreciadas no mercado interno e no exterior. A carne de frango nacional é a mais consumida pelo brasileiro e ocupa a liderança global nas exportações, assim como a carne suína, terceira mais consumida por aqui, além de ocupar o quarto posto no comércio internacional.

Foto: Manoel Petry/Agência Capella/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2024 0 Comentários 401 Visualizações
Business

Exportações de Carne de Frango fecham 1° Semestre com Alta de 8,5%

Por Marcel Vogt 10/07/2023
Por Marcel Vogt

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2,629 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2023, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 8,5% as vendas internacionais realizadas nos seis primeiros meses de 2022, com 2,423 milhões de toneladas.

A receita acumulada ao longo do primeiro semestre alcançou US$ 5,168 bilhões, saldo que supera em 9,3% os números acumulados entre janeiro e junho de 2022, com US$ 4,728 bilhões.

Considerando apenas o mês de junho, as exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 446,2 mil toneladas, número 3,2% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com 432,5 mil toneladas. A receita gerada pelas exportações chegou a US$ 887,5 milhões, número 6,7% menor que os US$ 951,7 milhões registrados em junho de 2022.

No levantamento por países, a China segue como principal destino, com 390,7 mil toneladas importadas entre janeiro e junho (superando em 33% o resultado alcançado no primeiro semestre de 2022). Em seguida estão o Japão, com 219,8 mil toneladas (+8,5%), Emirados Árabes Unidos, com 200,1 mil toneladas (-18,3%), África do Sul, com 189,7 mil toneladas (+16,5%) e Arábia Saudita, com 176,8 mil toneladas (+8,4%).

Entre os estados exportadores, o Paraná segue na liderança, com 1,090 milhão de toneladas nos seis primeiros meses deste ano (+11,1% em relação ao primeiro semestre de 2022), seguido por Santa Catarina, com 545,5 mil toneladas (+7,44%), Rio Grande do Sul, com 372,7 mil toneladas (-1,9%), São Paulo, com 151,4 mil toneladas (+17%) e Goiás, com 120,4 mil toneladas (30,8%).

“Ao longo deste ano registramos elevações em praticamente todos os destinos de exportações do Brasil, especialmente na Ásia. O comportamento positivo das exportações em níveis mensais médios próximos das 440 mil toneladas é uma sinalização importante da confiança dos mercados na qualidade do produto, na biossegurança da produção e na transparência e efetividade do trabalho do Ministério da Agricultura e demais órgãos do Brasil sobre o monitoramento da Influenza Aviária”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne suína

Segundo os levantamentos da ABPA, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 589,8 mil toneladas entre janeiro e junho deste ano, volume que supera em 15,6% os embarques realizados no mesmo período de 2022, com 510,2 mil toneladas.

Ainda no primeiro semestre, a receita das exportações chegou a US$ 1,413 bilhão, saldo 26,7% superior ao resultado registrado entre janeiro e junho de 2022, com US$ 1,115 bilhão.

Considerando apenas o mês de junho, as vendas de carne suína alcançaram 108,6 mil toneladas (melhor resultado mensal registrado em 2023), número 16,1% superior ao registrado em 2022, com 93,5 mil toneladas. A receita das vendas internacionais do mês chegou a US$ 264,3 milhões, saldo 20,7% maior que o total registrado em 2022, com US$ 219,1 milhões.

A China segue com principal importadora da carne suína brasileira, com 214,4 mil toneladas importadas no primeiro semestre (17,1% acima do registrado no ano passado), seguida por Hong Kong, com 61,1 mil toneladas (+21,6%), Filipinas, com 50,9 mil toneladas (+21,8%) e Chile, com 41,3 mil toneladas (+78%).

Santa Catarina segue como maior estado exportador de carne suína, com 321,2 mil toneladas exportadas entre janeiro e junho (+14,9%), seguido por Rio Grande do Sul, com 134,4 mil toneladas (+17,35%), Paraná, com 81,5 mil toneladas (+6,28%), Mato Grosso do Sul, com 13 mil toneladas (+56,44%) e Mato Grosso, com 12,5 mil toneladas (+69,8%).

“Em um cenário ainda desafiador para a suinocultura, as exportações de carne suína têm aumentado de maneira significativa no acumulado do ano, funcionando como uma alternativa. O Brasil tem crescido a sua participação em mercados relevantes, na esteira da diminuição dos volumes exportados, por exemplo, pela União Europeia, maior exportador mundial, e o Canadá, terceiro maior exportador. Para além do aumento expressivo de volume na China, Chile e Japão são os destaques positivos no primeiro semestre” disse o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2023 0 Comentários 504 Visualizações
Business

Exportações de Carne de Frango crescem 4% em abril

Por Marina Klein Telles 09/05/2023
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 435,1 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 4% o total embarcado no mesmo período de 2022, quando foram exportadas 418,2 mil toneladas.

Em receita, as vendas internacionais do setor alcançaram US$ 840,3 milhões, número 2,3% maior que o total registrado em abril do ano passado, com US$ 821 milhões. No acumulado de 2023, as exportações de carne de frango já totalizam 1,749 milhão de toneladas, volume 12,1% superior ao registrado no 1° quadrimestre de 2022, com 1,560 milhão de toneladas.  No mesmo período, a receita acumulada chegou a US$ 3,413 bilhões, saldo 18,9% superior ao realizado no ano passado, com US$ 2,872 bilhões.

“O volume embarcado em abril praticamente repete a média mensal registrada ao longo deste ano, que está acima das 430 mil toneladas. Nos próximos meses, são esperados números de exportações equivalentes aos de abril, projetando para o ano volumes superiores a 5 milhões de toneladas de carne de frango embarcadas pelo Brasil para mais de 150 países”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal destino

A China importou no quadrimestre 262,8 mil toneladas, volume 33,3% superior ao embarcado no mesmo período de 2022.  Outros destaques foram o Japão, com 140,6 mil toneladas (+6,2%), África do Sul, com 134,1 mil toneladas (+12%), Arábia Saudita, com 119,5 mil toneladas (+36,9%), União Europeia, com 79,6 mil toneladas (+11%), Filipinas, com 76 mil toneladas (+8,3%) e México, com 69,6 mil toneladas (+18,9%).

No levantamento por estado, o Paraná segue como principal exportador do setor, com 727,5 mil  toneladas exportadas entre janeiro e abril, superando em 16,75% o resultado registrado em 2022.  Em seguida estão Santa Catarina, com 366,2 mil toneladas (+8,88%), Rio Grande do Sul, com 245,6 mil toneladas (+1,02%), São Paulo, com 101,5 mil toneladas (+26,27%) e Goiás, com 79,8 mil toneladas (+37,49%).

“A China continua o seu ritmo acelerado de compras e este comportamento também se repete em vários destinos importantes como México, Coreia do Sul e Singapura. Ao mesmo tempo que vemos constantes reduções de volumes produzidos e exportados por alguns países concorrentes do Brasil, as exportações brasileiras continuam ganhando espaço internacionalmente, reafirmando assim o país como um parceiro sólido em um momento de grandes incertezas em função de questões como por exemplo a influenza aviária em várias partes do mundo” destaca o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2023 0 Comentários 616 Visualizações
Gastronomia

Nutrifrango lança novos produtos da linha especial

Por Marina Klein Telles 08/05/2023
Por Marina Klein Telles

A Nutrifrango, empresa gaúcha de Morro Reuter, com lojas em Novo Hamburgo, Campo Bom e Capão da Canoa, lançou em abril três novos produtos no mercado da sua linha especial. Com objetivo de atingir novos públicos com opções de preparo ágil, os novos produtos buscam se manter fiéis aos padrões da marca que busca trazer ao mercado alimentos saborosos e saudáveis.

Jardel Utzig, Diretor Industrial da Nutrifrango comenta que os novos produtos surgiram a partir de pedidos por parte dos consumidores. “O contato diário com nossos consumidores finais nos fez perceber a relevância que a agilidade no preparo vem tendo nos últimos anos, e este movimento tende a continuar. A partir desta demanda, nosso desafio foi criar um produto de preparo rápido, mas mantendo 3 pilares muito importantes da marca: Sabor, qualidade e produto saudável”, afirma.

A linha especial se destaca por produtos industrializados de preparo rápido, como o Filé de Frango à Milanesa, que combina o macio e o crocante; as Iscas de filé de frango empanadas que são crocantes e saborosas; e o Frango Desfiado: soltinho, fresquinho e saudável, prático para o preparo de diversas receitas.

Todos são levemente temperados e pré-prontos. Em embalagens de 400g, os produtos são congelados, para manter a qualidade e sabor por mais tempo. Todos são feitos com a parte mais nobre e saudável do frango: o peito e o sassami.

Com os novos produtos a empresa tem expectativas de atingir novos públicos. “Entendemos que para cada tipo de produto novo existe um potencial aumento de procura pela marca. Queremos ampliar nossa participação de mercado através da geração de novas experiências para novos consumidores, neste caso aqueles que dão preferência a produtos industrializados de fácil preparo”, comenta Jardel.

O diretor industrial comenta que inovar e trazer mais praticidade para os consumidores é o que move a empresa. “Queremos aprimorar ainda mais a sua linha de produtos, trazer mais praticidade e sabor ao dia a dia dos nossos clientes. Sabemos que a busca por praticidade é fator determinante na escolha dos consumidores para o dia a dia, e a Nutrifrango busca com estes novos produtos aliar uma refeição de preparo rápido com qualidade e sabor inigualáveis”, finaliza.

A Linha Especial Nutrifrango, já está disponível nas lojas próprias, lojas de parceiros e nos melhores mercados do estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2023 0 Comentários 877 Visualizações
Business

México suspende tarifas de importação para carne de frango

Por Ester Ellwanger 16/05/2022
Por Ester Ellwanger

A presidência do México publicou nesta segunda-feira, 16 de maio, um decreto que suspende as tarifas para a importação de carne de frango de nações que tenham estabelecimentos habilitados a exportar o produto para aquele país.

A medida é válida para países como o Brasil, que tem acordo sanitário com as autoridades mexicanas. A abertura do mercado contempla diversos produtos de aves e vigorará pelo prazo de um ano. Não há, desta vez, o estabelecimento de cotas, como tem ocorrido nos últimos anos com as importações provenientes do Brasil.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, os exportadores brasileiros de carne de frango têm aumentado a relevância entre os parceiros pela segurança alimentar dos mexicanos. Com o anúncio feito pelo governo do país da América do Norte, espera-se que o Brasil reforce esta posição.

Temos complementado a demanda mexicana por carne de frango, colaborando com a indústria local, como em outras oportunidades. Neste contexto, é esperado que o Brasil possa aumentar os volumes para este destino”, analisa o presidente da ABPA.

De acordo com dados da entidade, o México é o atual oitavo maior importador de carne de frango do Brasil. Entre janeiro e abril, o país importou 58,5 mil toneladas, número 128,6% maior em relação ao mesmo período de 2021, que registrou 25,6 mil toneladas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

16/05/2022 0 Comentários 636 Visualizações
Business

Dia Mundial do Frango: proteína animal mais consumida no Brasil

Por Ester Ellwanger 11/05/2022
Por Ester Ellwanger

Em meio às comemorações do Dia Mundial do Frango – data estabelecida pelo Conselho Mundial da Avicultura (IPC, sigla em inglês) e celebrada hoje, 11 de maio, em todo o mundo –, a avicultura experimenta grandes desafios para a manutenção da capacidade competitiva, da sustentabilidade, do status sanitário e do papel como uma das principais fontes de proteína animal para a humanidade. Esta é a avaliação do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e vice-presidente do IPC, Ricardo Santin.

No quadro global, os custos de produção e a crise sanitária internacional de Influenza Aviária (IA) são os principais fatores. O conflito entre Rússia e Ucrânia aumentou a pressão sobre os preços internacionais de grãos – no caso do milho, as duas nações representam 17% do comércio mundial. Ao mesmo tempo, milhões de aves foram abatidas na França, EUA e outros países da União Europeia, América do Norte, Ásia e África, em decorrência dos focos de IA.

“Somados, os dois fatores vêm sustentando os preços internacionais das carnes de aves, com redução de oferta em alguns locais, devido aos abates sanitários, e com a diminuição das atividades de empresas avícolas ucranianas, que são exportadoras relevantes no mercado”, avalia Santin.

 

Brasil

Já no Brasil, com consumo e exportações em patamares elevados, a cadeia produtiva experimenta enormes desafios para a manutenção da competitividade e da sustentabilidade do setor.

No mercado interno, a carne de frango é a mais consumida pelo brasileiro. De acordo com dados do Relatório Anual da ABPA 2022, o consumo per capita do produto alcançou 45,56 quilos no ano passado. É o segundo maior índice já registrado pelo setor avícola, que desde 2010 mantém níveis de consumo acima de 40 quilos por pessoa.

 

Exportação

Nas exportações, países da Ásia (especialmente China), Europa, África e nações das Américas seguem com forte demanda pelo produto brasileiro. Até o primeiro trimestre, as vendas internacionais estavam 10,2% superiores ao registrado no mesmo período de 2021 (ano recorde de exportações), com total de 1,142 milhão de toneladas exportadas. A expectativa é de novas elevações em abril, com vendas mensais acima de 410 mil toneladas.

“O quadro comercial e de consumo é favorável ao produto brasileiro. Entretanto, o setor vive a mais severa crise de custos de produção, com altas superiores a 100% no milho e no farelo de soja, acumuladas ao longo dos dois últimos anos e com especial impulso neste início de 2022. Adicione a isto as elevações dos custos de fretes marítimos, do diesel, das embalagens de plásticos e papelão e diversos”, analisa o presidente da entidade.

 

Santin afirma que não há expectativa de arrefecimento dos custos no curto e médio prazo. Pondera, entretanto, que mesmo diante das elevações e o inevitável repasse de preços aos consumidores internos e externos, não faltarão produtos nas gôndolas do Brasil.

“A carne de frango é um alimento básico não apenas no Brasil. É um dos poucos produtos que não enfrenta restrições religiosas, por isso, figura entre as principais fontes de proteína de nações com os mais diversos hábitos culturais. Por este motivo, o Brasil, como maior exportador global e fornecedor para cerca de 150 nações pelo mundo, deverá manter o protagonismo internacional, especialmente neste momento em que o mundo enfrenta redução da oferta do produto. Ao mesmo tempo, a oferta de produtos também será mantida para o consumidor brasileiro”, avalia o executivo da associação brasileira.

O Brasil é hoje um dos maiores produtores mundiais de carne de frango e o mercado interno é o principal destino. Conforme dados da ABPA, 67,83% das 14,329 milhões de toneladas produzidas em 2021 foram destinadas às gôndolas brasileiras. Para o exterior foram exportadas 4,610 milhões de toneladas, o equivalente a 32,17% do total produzido.

 

Sobre o Dia Mundial do Frango

Data celebrada por todas as nações que integram o IPC, incluindo o Brasil. O Dia Mundial do Frango tem como objetivo celebrar o trabalho daqueles que integram esta grande cadeia produtiva, nos esforços para abastecer o mundo com um alimento de alta qualidade que é fundamental para a segurança alimentar global.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

11/05/2022 0 Comentários 877 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 9% em 2021

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

As vendas de carne de frango para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 4,6 milhões de toneladas em 2021, maior volume já registrado pelo setor em um único ano, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Segundo o levantamento, o número superou em 9% o total exportado pelo Brasil em 2020, quando foram embarcadas 4,23 milhões de toneladas.

Em receita, houve elevação de 25,7%, com US$ 7,66 bilhões registrados ao longo dos 12 meses de 2021, contra US$ 6,09 bilhões em 2020.

Considerando apenas o mês de dezembro, as exportações de carne de frango totalizaram 411 mil toneladas, número 7,7% superior ao registrado no último mês de 2020, com 381,7 mil toneladas. Em receita, houve elevação de 29,9%, com US$ 718,9 milhões registrados em dezembro de 2021, contra US$ 533,3 milhões no ano anterior.

“O impulso das exportações foi essencial para reduzir os impactos causados pela elevação nos custos de produção, representada pela alta histórica do milho e da soja, principais insumos de produção da carne de frango. Apesar de uma uma leve redução nas importações, a China se mantém como o principal destino das exportações do setor e deve se manter no posto durante o próximo ano. Outros importantes parceiros comerciais como o Japão e os Emirados Árabes Unidos também devem se manter entre os maiores compradores”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Os mercados da Ásia, da África e da Europa mantiveram a alta das exportações brasileiras no ano passado.

Principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, a Ásia importou 1,64 milhão de toneladas nos 12 meses de 2021, resultado 0,5% superior ao registrado no mesmo período de 2020. A China continua como principal importador (com 14,3% do total) e importou 640 mil toneladas (-4,86%). Outros destaques da região foram Japão e Filipinas, que importaram, respectivamente, 448,9 mil toneladas (+9,35%) e 168 mil toneladas (+180%).

Já para a África foram destinadas 662,3 mil toneladas ao longo do ano, resultado 19,2% maior em relação a 2020. Um dos destaques foi a África do Sul, com 297 mil toneladas (+13,39%).

Para a União Europeia foram exportadas 193,2 mil toneladas em 2021, volume 13,23% superior ao realizado no mesmo período de 2020. Para os países Extra-UE foram embarcadas no ano passado 243 mil toneladas, número 20,5% maior em relação ao efetivado no mesmo período de 2020. A Rússia é o destaque da região, com 105,9 mil toneladas (+26,24%). Outro destaque foi o Reino Unido, que importou 92,7 mil toneladas (+14%).

Para o Oriente Médio foram exportadas 1,33 milhão de toneladas nos 12 meses de 2021, número 0,3% menor em relação ao mesmo período de 2020. Emirados Árabes, Arábia Saudita e o Iêmen importaram, respectivamente, 389,5 mil toneladas (+28,54%). 353,5 mil toneladas (-24,4%) e 111,9 mil toneladas (-0,5%).

Por fim, para os países da América foram embarcadas 394,4 mil toneladas em 2021, número 75,2% maior em relação ao efetivado no ano interior.

“Em um ano de retorno paulatino da atividade econômica em várias partes do mundo, o setor demonstrou ser um parceiro confiável para a segurança alimentar de vários países. Estar presente em mais de 140 mercados exige sempre o melhor das empresas do setor e para 2022 temos expectativas de continuar crescendo nossa participação no share mundial de exportações de carne de frango, ainda mais com os problemas sanitários que muitos de nossos competidores vêm enfrentando”, avalia Santin.

 

Rio Grande do Sul

Em 2021, o Estado registrou altas históricas de exportação de carne de frango, tanto em volume quanto em receita.

O saldo em dólares das exportações finalizou o ano em US$ 1,176 bilhões. O número é 27,78% superior ao obtido em 2020, quando o resultado foi de US$ 920,93 milhões. Já os embarques alcançaram 705,94 mil toneladas, alta de 4,04% em relação ao volume exportado no ano anterior, que foi de 678,53 mil toneladas.

Em dezembro, a receita dos embarques alcançou US$ 101,94 milhões, 18,43% a mais que o registrado no mesmo período de 2020, quando obteve US$ 86,08 milhões. O volume, porém, foi 0,85% inferior, passando de 60,60 mil toneladas no ano passado para 60,09 mil toneladas no último mês de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 932 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 24,2% em outubro

Por Ester Ellwanger 10/11/2021
Por Ester Ellwanger

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 397,1 mil toneladas em outubro, número que supera em 24,2% o desempenho registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 319,7 mil toneladas.

Em receita, as vendas de carne de frango para o mercado internacional alcançaram saldo de US$ 715,2 milhões, desempenho 60,1% superior ao alcançado em outubro de 2020, com US$ 446,8 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a outubro), as exportações de carne de frango alcançaram 3,864 milhões de toneladas, volume 10,45% maior que as 3,498 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.

Em receita, as exportações de carne de frango somaram US$ 6,339 bilhões, saldo 25,1% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 5,066 bilhões.

“Houve crescimento generalizado nos diversos destinos de exportações da carne de frango do Brasil em outubro, mantendo as projeções positivas previstas pela Abpa para o ano de 2021. Ao mesmo tempo, a significativa alta na receita das exportações tem equilibrado os impactos das elevações dos custos de produção acumulados desde o ano passado”, avalia o presidente da Abpa, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Líder entre os principais importadores de carne de frango do Brasil, a China foi destino de 51,2 mil toneladas em outubro, volume 2,5% superior ao registrado no décimo mês de 2020. Outros destaques foram Japão, com 47,2 mil toneladas (+60,4%), Emirados Árabes Unidos, com 43,6 mil toneladas (+108,1%), África do Sul, com 23,6 mil toneladas (+1,3%), e União Europeia, com 19,7 mil toneladas (+49,6%).

“Com média histórica recorde, acima das 400 mil toneladas mensais, o segundo semestre deste ano deve seguir em sólido ritmo de embarques, especialmente em um momento no qual, historicamente, regiões do Hemisfério Norte apresentam focos de Influenza Aviária, enfermidade da qual o Brasil é livre”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

 

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne de frango mantiveram o patamar de crescimento em outubro. O volume foi 13,52% superior, passando de 54,63 mil toneladas em 2020 para 62,02 mil toneladas em 2021. A receita dos embarques do décimo mês de 2021 alcançou US$ 108,16 milhões, aumento maior que a metade, 51,72% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 71,29 milhões).

Nos dez primeiros meses deste ano foram embarcadas 590,12 mil toneladas, contra 559,83 mil toneladas no mesmo período de 2020. Alta de 5,41%. O saldo em dólares das exportações chegou a US$ 977,55 milhões entre janeiro e outubro. O número é 28,87% superior ao obtido no mesmo período do último ano, que teve saldo de US$ 758,55 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2021 0 Comentários 709 Visualizações
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