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frango

Business

Exportações brasileiras de frango crescem 2,2% em abril

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 486,5 mil toneladas em abril, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (8) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume, que conta produtos in natura e processados, representa um crescimento de 2,2% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 475,9 mil toneladas. O resultado é o maior já registrado para o quarto mês do ano.

A receita obtida com os embarques também apresentou alta no período. Conforme a ABPA, o saldo chegou a US$ 940,5 milhões em abril deste ano, valor 3,8% superior aos US$ 906,1 milhões registrados no mesmo mês de 2025.

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, o Brasil exportou 1,943 milhão de toneladas de carne de frango, crescimento de 4,3% em comparação às 1,863 milhão de toneladas embarcadas entre janeiro e abril do ano passado. Em receita, o aumento acumulado foi de 6,1%, passando de US$ 3,492 bilhões em 2025 para US$ 3,704 bilhões neste ano.

Principais destinos

A China permaneceu como principal destino das exportações brasileiras de carne de frango em abril, com 52,2 mil toneladas embarcadas, volume 0,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Na sequência aparecem Japão, com 42,3 mil toneladas e crescimento de 13,1%; Arábia Saudita, com 35,8 mil toneladas e alta de 5,2%; União Europeia, com 33 mil toneladas e avanço de 23,1%; e México, com 27,1 mil toneladas, registrando aumento de 50,2%.

Também figuram entre os principais compradores a África do Sul, com 26,3 mil toneladas e retração de 0,8%; Filipinas, com 24 mil toneladas e queda de 10,7%; Emirados Árabes Unidos, com 19,1 mil toneladas e redução de 52,7%; Coreia do Sul, com 15,5 mil toneladas e baixa de 10,2%; e Singapura, com 12,6 mil toneladas, alta de 3,7%.

Cenário internacional

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, afirmou que o cenário internacional segue em transformação para o setor de proteína animal brasileiro. “Observamos crescimento consistente em mercados estratégicos da Ásia, da União Europeia e da América Latina, além da ampliação de destinos de maior valor agregado. Ao mesmo tempo, há reacomodações pontuais em determinados mercados do Oriente Médio, dentro de um contexto geopolítico mais complexo para o comércio internacional de alimentos”, avaliou Santin.

Segundo o dirigente, o desempenho acumulado no quadrimestre demonstra a competitividade da avicultura brasileira no mercado internacional. “O Brasil segue ampliando sua presença global com base em eficiência produtiva, segurança sanitária e capacidade de abastecimento. Mesmo com o conflito no Oriente Médio, o setor conseguiu realizar as entregas demandadas pela região, apoiando a segurança alimentar dos países do Golfo. Os resultados registrados até aqui confirmam as perspectivas de um fluxo internacional positivo para as exportações do setor em 2026”, destacou Santin.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 103 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de frango crescem 9,3% em agosto

Por Jonathan da Silva 05/09/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 394,6 mil toneladas em agosto, o que representa um crescimento de 9,3% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No entanto, apesar do aumento no volume exportado, a receita do setor caiu 11,9% em agosto, com US$ 699,4 milhões frente aos US$ 793,6 milhões registrados no mesmo período do ano passado. No acumulado de janeiro a agosto, as exportações somaram 3,394 milhões de toneladas, queda de 1,1% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. A receita nos oito primeiros meses de 2025 foi de US$ 6,308 bilhões, praticamente estável em comparação ao ano anterior, quando alcançou US$ 6,319 bilhões.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que os embarques seguem em ritmo estável desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária pelo Brasil. “O desempenho do mês de agosto manteve a estabilidade de embarques notada desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária, pelo Brasil, o que deve se alterar positivamente com as recentes retomadas das importações pelo Chile e a oficialização da reabertura da União Europeia”, afirmou o dirigente.

Principais destinos

O México assumiu a liderança entre os principais destinos, com 37,5 mil toneladas embarcadas, volume 873,3% maior do que no ano passado. Os Emirados Árabes Unidos importaram 32,5 mil toneladas (-16,9%), seguidos por Japão, com 30,3 mil toneladas (-22,2%), Arábia Saudita, com 27 mil toneladas (+0,6%), e África do Sul, com 25,7 mil toneladas (-8,4%). Também aparecem na lista Filipinas (19,7 mil toneladas, +27,2%), Coreia do Sul (15,3 mil toneladas, +65,7%), Iraque (12,7 mil toneladas, +15,0%), Reino Unido (11,3 mil toneladas, +130,2%) e Singapura (10,9 mil toneladas, +14%).

Estados exportadores

Entre os estados, o Paraná liderou as exportações em agosto com 158,7 mil toneladas, queda de 1,6% em relação ao ano anterior. Santa Catarina ficou em segundo lugar, com 89,7 mil toneladas (+6,5%), seguido por Rio Grande do Sul, com 44,1 mil toneladas (+16,6%), São Paulo, com 24,5 mil toneladas (+3%) e Goiás, com 21,5 mil toneladas (+20,8%).

Foto: Chandlervid85/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/09/2025 0 Comentários 312 Visualizações
Variedades

Dia do Avicultor destaca papel estratégico do produtor brasileiro

Por Jonathan da Silva 28/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Brasil celebra nesta quinta-feira (28) o Dia do Avicultor, data que homenageia os profissionais responsáveis por uma das cadeias produtivas mais relevantes para a segurança alimentar nacional e mundial. A avicultura brasileira, reconhecida pela eficiência e alcance global, exporta atualmente para mais de 150 países e deve crescer nos próximos anos, segundo projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

De acordo com estimativas da ABPA, a produção brasileira de carne de frango deverá chegar a 15,4 milhões de toneladas em 2025, crescimento de 3,2% em relação a 2024. Para 2026, a previsão é de 15,7 milhões de toneladas, consolidando o país como o maior exportador da proteína no mundo.

O mercado interno também acompanha essa tendência. A disponibilidade de carne de frango para consumo poderá alcançar 10,2 milhões de toneladas em 2025, o que representa consumo per capita de 47,8 quilos por habitante, retomando patamares históricos.

Produção de ovos em expansão

Outro destaque é a produção de ovos, que deve atingir até 62 bilhões de unidades em 2025, um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior. Para 2026, a expectativa é de nova alta, chegando a 65 bilhões de unidades, 4,8% a mais que em 2025. No consumo, o brasileiro deverá passar de 269 ovos por habitante em 2024 para 288 em 2025 e 306 em 2026.

Exportações em alta

As exportações também registram forte avanço. Em 2025, o setor poderá embarcar até 40 mil toneladas de ovos, aumento de 116,6% em relação a 2024, quando foram exportadas 18.469 toneladas. Para 2026, o volume pode atingir 45 mil toneladas, crescimento de 12,5% sobre o previsto para este ano.

Valorização dos avicultores

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou a relevância dos produtores para a competitividade do setor. “Os avicultores brasileiros são o pilar de um sistema que alimenta o país e o mundo. São homens e mulheres quem, junto com técnicos e toda a força sanitária envolvida, garantem a biosseguridade das granjas, adotam as boas práticas de produção e respondem com agilidade diante dos desafios sanitários. A força da nossa cadeia está na base — e essa base tem nome: os avicultores”, afirmou o dirigente.

Santin também reforçou a importância de reconhecer o papel desses profissionais. “É fundamental valorizar quem está no campo. Os avicultores e avicultoras não apenas sustentam o abastecimento alimentar de milhões de brasileiros, mas também levam o alimento brasileiro a mesas em todo o planeta. Por isso, neste 28 de agosto, celebramos muito mais do que uma profissão — celebramos a missão de alimentar com responsabilidade, técnica e compromisso”, concluiu o presidente da ABPA.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/08/2025 0 Comentários 340 Visualizações
Business

Brasil projeta alta na produção e exportação de proteína animal em 2025

Por Jonathan da Silva 21/08/2025
Por Jonathan da Silva

A avicultura e a suinocultura brasileiras devem registrar crescimento na produção, exportações e consumo em 2025, segundo projeções divulgadas nesta quarta-feira (20) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), durante coletiva de imprensa em São Paulo. Os dados foram apresentados pelo presidente da entidade, Ricardo Santin, que destacou a recuperação do setor após a identificação da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade, considerada o maior desafio já enfrentado pelas proteínas no país.

De acordo com a ABPA, a produção nacional de ovos deverá atingir até 62 bilhões de unidades em 2025, alta de 7,5% em relação a 2024, quando foram produzidas 57,683 bilhões de unidades. Para 2026, a expectativa é de até 65 bilhões de unidades, avanço de 4,8%.

As exportações podem alcançar até 40 mil toneladas neste ano, crescimento de 116,6% frente às 18.469 toneladas de 2024. Em 2026, a previsão é de 45 mil toneladas exportadas, 12,5% acima do resultado esperado para 2025. O consumo per capita deve crescer de 269 unidades por habitante em 2024 para 288 em 2025 e 306 em 2026.

O forte do consumo posicionará o Brasil ao final de 2025, pela primeira vez, entre os 10 maiores consumidores per capita de ovos do planeta. (…) No cenário internacional, as empresas ainda avaliam os efeitos do Tarifaço nas exportações, porém, já com a expectativa da reabertura de mercados altamente demandantes da proteína brasileira, como é o caso do Chile”, afirmou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne de frango em alta

A produção de carne de frango deve atingir 15,400 milhões de toneladas em 2025, aumento de até 30% em comparação com as 14,972 milhões de toneladas de 2024. Para 2026, a expectativa é de 15,700 milhões de toneladas, crescimento de 2%.

As exportações deverão somar até 5,200 milhões de toneladas neste ano, ligeira queda de 2% em relação a 2024. Em 2026, a projeção é de 5,500 milhões de toneladas exportadas, alta de 5,8%.

No mercado interno, a disponibilidade poderá alcançar 10,200 milhões de toneladas em 2025, contra 9,678 milhões em 2024, aumento de 5,4%. Assim, o consumo per capita deverá avançar de 45,5 kg por habitante em 2024 para 47,8 kg em 2025, mantendo-se nesse patamar em 2026.

O ano foi marcado pela superação da maior crise da história do setor de aves, com a identificação de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em uma granja comercial. A situação foi pontual e já superada (…). Por outro lado, a produção segue fortalecida graças a um mercado interno demandante, com o consumo per capita retomando patamares históricos em torno de 47 quilos”, avaliou Santin.

Recordes na suinocultura

No caso da carne suína, a produção deve alcançar 5,450 milhões de toneladas em 2025, alta de 2,7% sobre as 5,305 milhões de toneladas registradas em 2024. As exportações podem atingir 1,450 milhão de toneladas neste ano, aumento de 7,2% frente a 2024.

A disponibilidade interna está projetada em cerca de 4 milhões de toneladas em 2025, crescimento de 1,2% em comparação com o ano anterior. O consumo per capita deverá passar de 18,6 kg por habitante em 2024 para 19 kg em 2025.

A suinocultura do Brasil deverá registrar novos patamares de produção, consumo e exportações em 2025, todos em níveis recorde. Neste cenário, a reconfiguração do mercado para as exportações do Brasil, com a liderança das Filipinas e a ascensão do México, Singapura e nações da América do Sul, deverão reforçar a posição brasileira no ranking mundial”, expressou Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2025 0 Comentários 456 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 16,4% em julho em relação a junho

Por Jonathan da Silva 08/08/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango — incluindo produtos in natura e processados — totalizaram 399,7 mil toneladas em julho de 2025, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), divulgados nesta quinta-feira (7). O número representa uma alta de 16,4% em relação ao volume embarcado em junho (343,4 mil toneladas), embora ainda seja 13,8% inferior ao registrado no mesmo mês de 2024, quando o país exportou 463,7 mil toneladas.

A receita com as exportações de julho alcançou US$ 737,8 milhões, valor 15,8% superior ao de junho (US$ 637 milhões), mas 17% menor que o obtido em julho do ano passado (US$ 889,2 milhões).

Avaliação do setor

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o resultado reflete a retomada gradual de mercados que haviam suspendido as importações após um caso isolado de Influenza Aviária. “Houve um notável restabelecimento do comércio com grande parte das nações que haviam suspendido as importações diante da ocorrência isolada e já superada de Influenza Aviária em uma granja comercial. Comparativamente, são mais de 50 mil toneladas adicionadas ao nosso fluxo, número que deverá se expandir nos próximos meses com a consolidação das tratativas e a reabertura de todos os mercados”, afirmou Santin.

Acumulado do ano

Entre janeiro e julho de 2025, o Brasil exportou 3 milhões de toneladas de carne de frango, volume 1,7% inferior ao do mesmo período de 2024 (3,052 milhões de toneladas). A receita no acumulado, no entanto, apresentou alta de 1,5%, chegando a US$ 5,609 bilhões ante US$ 5,525 bilhões no ano anterior.

Principais mercados

Os Emirados Árabes Unidos lideraram as compras em julho, com 51,7 mil toneladas, aumento de 33,6% em comparação ao mesmo mês de 2024. Em seguida aparecem Japão (42,9 mil toneladas, -9,3%), México (36,4 mil toneladas, +45,6%), Arábia Saudita (31,4 mil toneladas, +19,7%), Angola (16,1 mil toneladas, +68,7%), Singapura (13,6 mil toneladas, +8,8%), Reino Unido (12,7 mil toneladas, +84,3%), Kwait (11,6 mil toneladas, +13,3%), Gana (10,9 mil toneladas, +131,1%) e Hong Kong (10,2 mil toneladas, +72,5%).

Estados exportadores

O Paraná manteve a liderança entre os estados exportadores, com 152,1 mil toneladas embarcadas em julho, apesar da queda de 19,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na sequência aparecem Santa Catarina (95,3 mil toneladas, -7,6%), Rio Grande do Sul (46,2 mil toneladas, -22,5%), São Paulo (26,8 mil toneladas, +3,8%) e Goiás (22,8 mil toneladas, +4,2%).

Foto: Jcomp/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/08/2025 0 Comentários 340 Visualizações
Variedades

Brasil celebra 50 anos da primeira exportação de carne de frango

Por Jonathan da Silva 04/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Brasil celebrou nesta sexta-feira (1º) o marco de 50 anos do primeiro embarque oficial de carne de frango para o mercado internacional, realizado em 1º de agosto de 1975. A operação teve então como destino o Kuwait e marcou o início da trajetória brasileira rumo à liderança global nas exportações da proteína, consolidando também uma relação comercial duradoura com países do oriente médio.

Desde aquele primeiro envio, o Brasil exportou quase 100 milhões de toneladas de carne de frango para mais de 150 nações. Em 2024, o volume exportado superou 4,9 milhões de toneladas, gerando receita próxima de US$ 10 bilhões. Atualmente, os principais destinos são China, Emirados Árabes Unidos, Japão, Arábia Saudita e União Europeia.

Parte significativa das exportações é composta por produtos halal, atendendo aos requisitos religiosos e sanitários dos consumidores muçulmanos. São mais de 2 milhões de toneladas embarcadas por ano, que fazem do Brasil o maior exportador global de carne de frango halal. O setor mantém colaboração com certificadoras, autoridades religiosas e governos parceiros para garantir rastreabilidade e conformidade com os padrões exigidos.

Relevância no cenário internacional

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, destacou a importância do marco histórico. “Celebrar 50 anos deste primeiro embarque é reconhecer a força de uma cadeia que evoluiu com base na ciência, na integração entre campo e indústria, no compromisso com a segurança dos alimentos e, sobretudo, na confiança dos mercados internacionais. É uma história construída por milhares de produtores, cooperativas e empresas que acreditaram no potencial do Brasil”, afirmou Santin.

Segundo o dirigente, a parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) teve papel decisivo para a consolidação do país como fornecedor confiável de alimentos. Ações de promoção comercial, participação em feiras internacionais e relacionamento com stakeholders globais contribuíram para a diversificação de mercados e crescimento sustentável das exportações. “Aquele 1º de agosto de 1975 não foi apenas o início de um comércio. Foi o ponto de partida de uma jornada que ajudou o Brasil a se consolidar como fornecedor estratégico de alimentos para o mundo. Meio século depois, seguimos comprometidos com a excelência e com a segurança alimentar global”, concluiu Santin.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
04/08/2025 0 Comentários 474 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 0,5% no semestre e receita avança 5%

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango fecharam o primeiro semestre de 2025 com um aumento de 0,5% no volume embarcado e alta de 5% na receita, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (7) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Entre produtos in natura e processados, o país exportou 2,6 milhões de toneladas, contra 2,588 milhões no mesmo período de 2024, gerando US$ 4,871 bilhões em receita.

Apesar do resultado semestral positivo, o desempenho de junho teve retração. Foram exportadas 343,4 mil toneladas, volume 21,2% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando somou 435,9 mil toneladas. A receita no mês chegou a US$ 637 milhões, redução de 19,7% em relação a junho de 2024.

Principais destinos e origens

No ranking dos principais compradores no semestre, os Emirados Árabes Unidos lideraram, com 231,1 mil toneladas (-3,7%), seguidos por China (228,6 mil toneladas, -17,2%), Arábia Saudita (201,9 mil toneladas, -2%), Japão (198,2 mil toneladas, -7,5%) e África do Sul (133,9 mil toneladas, -20,3%). Alguns mercados ampliaram os embarques, como a União Europeia, que importou 125,3 mil toneladas (+20,8%), as Filipinas (122,8 mil toneladas, +2,2%) e o México (89,9 mil toneladas, +7,7%).

Entre os estados exportadores, o Paraná se manteve na liderança com 1,039 milhão de toneladas (-3,49%), seguido por Santa Catarina (573,3 mil toneladas, +1,72%), Rio Grande do Sul (348,5 mil toneladas, -1,62%), São Paulo (154 mil toneladas, +12,4%) e Goiás (131,1 mil toneladas, +4,2%).

Expectativa de recuperação

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, avaliou que os números de maio e junho mostraram um impacto menor que o esperado após o registro de um único foco de Influenza Aviária em produção comercial, já solucionado. “Agora, com a publicação da autodeclaração do Brasil de Livre de Influenza Aviária junto à Organização Mundial de Saúde Animal, a maioria dos mercados retomaram o fluxo das exportações e outros deverão restabelecer em breve. A expectativa é que ocorra uma significativa evolução nos níveis dos embarques neste segundo semestre, ampliando o resultado positivo esperado para este ano”, comentou Santin.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/07/2025 0 Comentários 312 Visualizações
Saúde

Veterinário da Prefeitura afirma que consumo de carne e ovos é seguro em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 23/05/2025
Por Jonathan da Silva

Após a confirmação de um foco de gripe aviária H5N1 em uma granja de Montenegro, no Vale do Caí, no dia 16 de maio, e registros da doença no Zoológico de Sapucaia do Sul, o médico veterinário da Prefeitura de Novo Hamburgo, Maicon Bonini Faria, informou que o consumo de carne e ovos é seguro no município. Segundo Faria, não há risco de transmissão da doença por meio da ingestão desses alimentos.

O foco identificado na granja comercial de Montenegro foi controlado, e o local passou por um processo de vazio sanitário, iniciado nesta quinta-feira (22), acompanhado pelo Serviço Veterinário Oficial do Estado. O governo estadual declarou estado de emergência em saúde animal para conter os focos da influenza aviária nas regiões próximas.

O consumo de carne e ovos não oferece risco. Não há transmissão através do consumo desses alimentos, podem ficar tranquilos em relação a isso”, afirmou o médico veterinário Maicon Bonini Faria.

Recomendações para criadores

O veterinário também orientou moradores que criam galinhas para subsistência. “Fiquem atentos para que não entrem em contato com aves de origem silvestre. E se, por acaso, surgirem muitos casos de mortalidade de aves, por problemas respiratórios ou neurológicos, por exemplo, aí se deve contatar a Defesa Sanitária Estadual”, explicou Faria. O órgão é responsável por investigar suspeitas de contaminação.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2025 0 Comentários 332 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 17,9% em fevereiro

Por Jonathan da Silva 11/03/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango, incluindo produtos in natura e processados, totalizaram 468,4 mil toneladas em fevereiro, um aumento de 17,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa o melhor desempenho já registrado para o mês na série histórica. A receita dos embarques também cresceu, atingindo US$ 870,4 milhões, um avanço de 23,1% na comparação com os US$ 707 milhões registrados em fevereiro de 2024.

No acumulado do primeiro bimestre, as exportações somaram 911,4 mil toneladas, um crescimento de 13,6% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita totalizou US$ 1,696 bilhão, aumento de 22% sobre os US$ 1,390 bilhão registrados no mesmo intervalo de 2024.

Principais parceiros

A China manteve a liderança entre os destinos da carne de frango brasileira em fevereiro, com 49,6 mil toneladas importadas, um crescimento de 18,1% em relação ao ano anterior. Outros mercados de destaque foram Emirados Árabes Unidos (38,8 mil toneladas, -1,5%), Arábia Saudita (31,5 mil toneladas, -3,6%), Japão (27,7 mil toneladas, -24%), África do Sul (24,5 mil toneladas, +36,1%), Filipinas (23,2 mil toneladas, +2,1%), México (20,9 mil toneladas, +272,3%), União Europeia (20,6 mil toneladas, +11,5%), Coreia do Sul (18 mil toneladas, +23,3%) e Iraque (15,6 mil toneladas, -2,6%).

Maiores origens

Entre os estados exportadores, o Paraná liderou com 186 mil toneladas embarcadas em fevereiro, um aumento de 15,9%. Santa Catarina foi o segundo maior exportador, com 106,6 mil toneladas (+15,5%), seguido pelo Rio Grande do Sul, com 69,8 mil toneladas (+19,5%), São Paulo, com 27,1 mil toneladas (+40,3%), e Goiás, com 20,5 mil toneladas (+18,7%).

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que a demanda internacional pela carne de frango brasileira continua elevada. “O mercado internacional segue com alta demanda por carne de frango do Brasil, seja em consequência às rupturas de fluxo de comércio geradas entre nações com registros de H5N1, ou como resultado de medidas de apoio ao abastecimento interno de países com dificuldades. O comportamento dos embarques até aqui indicam que as projeções inicialmente estabelecidas para as exportações brasileiras deverão ser superadas”, afirmou o dirigente.

Foto: 4045/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
11/03/2025 0 Comentários 318 Visualizações
Business

Vietnã reabre mercado para miúdos e pés de frango do Brasil

Por Jonathan da Silva 28/02/2025
Por Jonathan da Silva

O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou nesta quarta-feira (27) a abertura do mercado do Vietnã para a exportação de miúdos de frango brasileiros e a retomada das vendas de pés de frango, medida que deve ampliar a presença do Brasil no mercado asiático. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a decisão, destacando o potencial de valorização desse segmento.

Com cerca de 100 milhões de habitantes, o Vietnã é um mercado considerado relevante na Ásia para o comércio global de carne de frango. Anualmente, o país importa aproximadamente 170 mil toneladas de carnes e produtos de frango. Em 2024, o Vietnã foi o sétimo principal destino das exportações brasileiras para a Ásia, com um volume de 11 mil toneladas.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que o Vietnã representa uma oportunidade estratégica para os produtos brasileiros. “O Vietnã é um mercado de alto valor agregado para miúdos e pés, com grande demanda pelos produtos. A abertura, viabilizada por um forte trabalho do Ministério da Agricultura e Pecuária juntamente com o setor privado, deverá representar um importante incremento no resultado final das exportações brasileiras neste ano”, comentou Santin.

Foto: 4045/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/02/2025 0 Comentários 449 Visualizações
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