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Business

Pesquisa revela atividade industrial em alta

Por Gabrielle Pacheco 12/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Sondagem Industrial do Rio Grande do Sul, elaborada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), aponta atividade industrial em alta e mostra otimismo do setor para os próximos seis meses. O índice de produção em novembro registrou 54,5 pontos, 2,9 abaixo de outubro. O resultado, com valor acima dos 50 pontos, significa que a alta foi menos intensa que a de outubro, mas ocorreu num mês cuja tendência é de estabilidade. O emprego, que historicamente tende a cair na passagem de outubro para novembro, cresceu, após seis meses consecutivos de queda: 51,4 pontos.

Outro indicador que apresentou o mesmo comportamento foi a Utilização da Capacidade Instalada (UCI), alcançando 74,0% em novembro (um ponto percentual acima de outubro), para uma média histórica de 71,9% no mês. O indicador de UCI (Efetiva em Relação ao Usual), aos 49,6 pontos, não ficava tão próxima do nível normal (50 pontos) desde abril de 2013. “Apesar do crescimento menor da produção em novembro comparado a outubro, os empresários continuam com uma expectativa positiva para o primeiro semestre de 2020, projetando uma melhora no mercado interno”, afirma o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry.

“…os empresários continuam com uma expectativa positiva para o primeiro semestre de 2020, projetando uma melhora no mercado interno”.

A Sondagem de novembro também mostrou a redução de estoques de produtos finais, mesmo com a alta atípica da produção. Na maior parte do ano mostrando acúmulo indesejado, o índice de estoques em relação ao planejado ficou em 47,2 pontos. Abaixo de 50, denota estoques menores do que o planejado pelas empresas, sugerindo uma demanda acima da esperada em novembro.
Na opinião dos empresários gaúchos, a expansão da atividade da indústria gaúcha deve continuar no primeiro semestre de 2020.

De fato, todos os índices de expectativas permaneceram acima dos 50 pontos em dezembro e, com exceção das exportações (52,6 pontos), cresceram em relação a novembro. Os empresários projetam crescimento da demanda (58,6), das compras de matérias-primas (56,2) e do emprego (53,6). Nesse cenário, a intenção de investir foi a maior desde janeiro de 2019. Com três crescimentos seguidos, o índice de intenção de investir nos próximos seis meses alcançou, em dezembro, 58,2 pontos, bem acima da média histórica (49,1). O índice varia de zero (nenhuma empresa pretende) a 100 pontos (todas pretendem). Quanto maior o índice, maior a intenção. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira (9).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/01/2020 0 Comentários 650 Visualizações
Business

Exportações industriais caem em novembro

Por Gabrielle Pacheco 10/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ao totalizarem US$ 923 milhões em novembro, o que representa um recuo de 2,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, as exportações da indústria do Rio Grande do Sul seguem praticamente estagnadas em 2019. A análise por setores de atividades econômicas mostra que, dos 23 segmentos da indústria de transformação que registraram algum embarque no mês passado, 19 tiveram queda sob a base de comparação mensal.

“No acumulado do ano até novembro, as exportações industriais mostraram um avanço pequeno, de apenas 1,2%, se comparadas com o mesmo período de 2018”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Porcello Petry, explicando que o resultado ainda é consequência da desaceleração sincronizada da economia mundial e das crises econômicas de parceiros regionais, como a Argentina.

“No acumulado do ano até novembro, as exportações industriais mostraram um avanço pequeno, de apenas 1,2%, se comparadas com o mesmo período de 2018.”

Em novembro, os setores de Tabaco (-35,4%), Químicos (-18,6%) e Veículos automotores, reboques e carrocerias (-17,4%), foram os que mais contribuíram negativamente para a queda nas exportações industriais gaúchas. Tabaco sentiu o impacto de antecipações de embarques feitas em setembro e outubro. Os produtos químicos respondem à queda verificada no grupo de Produtos químicos orgânicos (-18,4%), como adubos e fertilizantes, enquanto os números do grupo de veículos automotores ainda são reflexos da crise argentina.

Quem sente menos os impactos da crise é o setor de Alimentos, com mais uma alta significativa, em conformidade com resultados anteriores: 38,6%, configurando o sétimo crescimento consecutivo sob a comparação mensal. O grupo de Carne de frango in natura (+119%) mais do que dobrou, enquanto os embarques de Carne de suíno (+88,3%) e Carne de boi in natura (+52,1%) aumentaram, porém menos do que na análise do mês de outubro, em decorrência de uma leve queda nos embarques para China.

No acumulado dos 11 primeiros meses de 2019, as exportações industriais acumularam US$ 11,2 bilhões. Entre os três principais países compradores de produtos gaúchos, houve queda de exportações para China (-12%) e Argentina (-38,4%), enquanto aumentaram os embarques para os Estados Unidos (+12,9%). Pelo lado das importações, o Estado adquiriu US$ 809 milhões em mercadorias, com retração de 22,2% ante novembro do ano passado.

Por sua vez, no acumulado do ano até novembro, o Rio Grande do Sul importou US$ 9,2 bilhões, queda de 11,1% em comparação com igual período de 2018. Todas as grandes categorias econômicas apresentaram retração perante a novembro de 2018: Bens intermediários (-26,1%), Bens de capital (-14,3%), Combustíveis e lubrificantes (-13,8%) e Bens de Consumo (-20,3%). Destaque para o recuo de Bens Intermediários, puxado fortemente pela redução do consumo de Insumos industriais elaborados (-23,8%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/12/2019 0 Comentários 550 Visualizações
Business

Fiergs apresenta perspectivas para 2020

Por Gabrielle Pacheco 04/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Estado terá um crescimento de PIB de 2,6% em 2019, superior ao do País (aumentará 1,1%), mas que será reduzido para 1,8% no próximo ano, prevê a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), que apresentou, nesta terça-feira (3), o seu Balanço 2019 e Perspectivas 2020. “O ano de 2019 foi de o Brasil começar a arrumar a casa, esperava-se mais rapidamente, mas não foi porque em uma democracia sempre se depende do parlamento, que anda mais devagar do que a economia”, disse o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, ressaltando que em 2020 o Produto Interno Bruto Brasileiro deverá chegar a 2%, de acordo com a estimativa da entidade.

Segundo o que a Fiergs apresentou em entrevista coletiva, dois fatores principais contribuíram para o resultado da economia gaúcha em 2019: a elevada produtividade da colheita de grãos em relação à safra de 2018 (incremento de 6,1%, enquanto a brasileira foi de 3,8%) e o bom desempenho da Indústria de Transformação no primeiro semestre, com forte crescimento, puxado pelo desempenho da fabricação de veículos automotores (+21%). O presidente da Fiergs vê o empresário brasileiro mais otimista com o futuro da economia e das empresas, e isso deverá se refletir com a abertura de novas vagas em 2020.

“Nossa previsão é a de criar 38 mil empregos no Rio Grande do Sul. Como empresários, temos a função de criar emprego, juntamente com o governo”, salientou.

O economista-chefe da Fiergs, André Nunes de Nunes, destacou que mesmo completando o terceiro ano consecutivo de crescimento, as economias do Brasil e do Rio Grande do Sul no final de 2019 ainda operam muito aquém do período pré-crise, com a produção física industrial do Estado mais de 14% abaixo do pico. Mas o economista vê perspectivas positivas a partir do ano que vem. “Se para a economia global o melhor já passou, tendo em vista a aproximação do fim de um longo ciclo de crescimento, no caso do Brasil, o pior já passou”, afirmou ele, observando que o menor avanço do PIB gaúcho para 2020 em relação ao Brasil se explica porque o Estado partirá de uma base de crescimento mais elevada.

Já o desempenho nacional, embora houvesse a expectativa de retomada mais vigorosa no início de 2019, foi influenciado por diferentes fatores: a queda da demanda externa, especialmente da Argentina, o patamar das taxas de juros ainda alto e insuficiente para estimular a economia, e a incerteza em relação à aprovação da Reforma da Previdência, promulgada apenas em novembro. Além disso, o desempenho da indústria nacional foi afetado também pela queda na Indústria extrativa (-9,8%) em função do desastre de Brumadinho.

Para 2020, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul projeta três cenários: No cenário base, o crescimento esperado de 2% para o PIB terá como principal vetor a continuidade do processo de expansão do mercado consumidor interno. A melhora na confiança dos consumidores – impactados pela liberação de recursos do FGTS – e a evolução positiva do mercado de trabalho, bem como as taxas de juros e inflação baixas, proporcionam as condições para a aceleração do crescimento no próximo ano. Para o Rio Grande do Sul, a estimativa é de 1,8% de elevação do Produto Interno Bruto.

Já o cenário superior conta com a contribuição do setor externo para o crescimento. Mesmo com uma taxa de câmbio mais favorável ao exportador, a retração na demanda externa tem afetado o desempenho das exportações. Nesse quadro, o PIB brasileiro subiria 3% e o do RS, 2,9%. As previsões para o cenário inferior, por sua vez, contemplam para 2020 um crescimento menor do que o esperado na demanda interna e piora na demanda externa, resultando em 1,4% de aumento de PIB nacional e 0,9% no gaúcho.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2019 0 Comentários 503 Visualizações
Cidades

Escola Sesi de São Leopoldo inaugura instalações

Por Gabrielle Pacheco 15/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma proposta educacional que desenvolve competências e habilidades por meio de projetos de pesquisa, instrumentalizada por diferentes tecnologias e marcada pela compreensão da cultura juvenil. Assim é a Escola Sesi de Ensino Médio, que inaugurou as instalações de sua quinta unidade na cidade de São Leopoldo, no Vale do Sinos, nesta terça-feira (12). A estrutura, localizada na rua Alberto Scherer, 743, e batizada com o nome do industrial José Pedro Fernando Piovan, terá capacidade para atender 300 alunos por ano. A exemplo das outras escolas, inicialmente serão abertas vagas para 100 alunos do primeiro ano do Ensino Médio, e assim, sucessivamente, para os próximos anos escolares.

“Eventos como este são importantes, pois permitem mostrar uma das razões que substancialmente motivam o trabalho da Fiergs, que é cuidar do futuro da indústria gaúcha, investindo adequadamente no futuro dos nossos jovens. E isso se faz por meio da educação, apoiando professores, criando novas metodologias, e construindo escolas como a que estamos inaugurando hoje”, declarou o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul, Gilberto Porcello Petry, durante a cerimônia, que contou com a presença de representantes empresariais e do Poder Público.

“Eventos como este são importantes, pois permitem mostrar uma das razões que substancialmente motivam o trabalho da Fiergs, que é cuidar do futuro da indústria gaúcha.”

O secretário de Educação do Rio Grande do Sul, Faisal Karam, destacou a parceria do Sesi na qualificação da educação do Estado. “Mudar essa modelagem de formação, tanto de professores quanto de alunos, olhando o mercado de trabalho com um real potencial de oportunidades, é uma necessidade do Estado e do nosso País”, reflete. O prefeito de São Leopoldo, Ary José Vanazzi, lembrou que a cidade foi a segunda que mais gerou emprego no estado em 2018. “Com uma estrutura como a do Sesi, que aproxima os estudantes do momento tecnológico que vivemos, temos um futuro ainda mais promissor”, comentou.

O presidente dos Conselhos Consultivos Regionais do Sesi e Senai de São Leopoldo, Cláudio Guenther, destacou que “esse projeto contribui com a formação de pessoas, para torná-las, não só preparadas tecnicamente, mas com valores éticos. E ele só é possível pelo trabalho desenvolvido pelas indústrias do Estado”. As Escolas Sesi de Ensino Médio, com unidades também em Pelotas, Sapucaia do Sul, Gravataí e Montenegro, oferecem uma matriz curricular diferenciada, com carga horária superior em Ciências da Natureza e Matemática, buscam promover o aprendizado não só pelo repertório de conteúdos, mas pela capacidade de relacioná-los à interpretação e à resolução de problemas da sociedade e da indústria.

Reconhecida pelo Ministério da Educação – MEC em 2015 como instituição inovadora, a Escola Sesi de Ensino Médio prevê o período de duração de 630 dias letivos e 4,8 mil horas, com atividades em salas ambiente e articuladas ao trabalho interdisciplinar das áreas de conhecimento. “O grande objetivo é capacitar os estudantes de maneira diferenciada, utilizando modernas técnicas de ensino e ferramentas tecnológicas disponíveis hoje, inserindo aspectos de cultura geral, empreendedorismo, educação financeira, valores e muitas outras questões do dia a dia”, explica o superintendente do Sesi-RS, Juliano Colombo

“O grande objetivo é capacitar os estudantes de maneira diferenciada, utilizando modernas técnicas de ensino e ferramentas tecnológicas disponíveis hoje.”

O acesso à tecnologia, incluindo a robótica como ferramenta de aprendizado, também é um incentivo pedagógico. A participação e o reconhecimento de projetos em mostras científicas é uma realidade para os alunos das Escolas Sesi. Desde 2014, com o início da unidade de Pelotas, foram cerca de 60 premiações em eventos científicos de abrangência nacional e internacional – incluindo 32 nas áreas de Ciências da Natureza, Matemática e Engenharia. As Escolas Sesi oferecem bolsas de até 100% para dependentes de trabalhadores da indústria.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/11/2019 0 Comentários 883 Visualizações
Business

Exportações da indústria no RS recuam em outubro

Por Gabrielle Pacheco 10/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com queda em 18 dos 23 segmentos que registraram algum embarque de produtos para o exterior, as exportações da indústria gaúcha, ao somarem US$ 995 milhões, caíram 12,6% em outubro na comparação com o mesmo mês de 2018. Entre os setores que assinalaram recuo, destacaram-se negativamente os segmentos de Veículos automotores, reboques e carrocerias (-49,3%) e Químicos (-30,9%).

Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Porcello Petry, a redução nas vendas para a Argentina e a base de comparação elevada contribuíram para a menor taxa já registrada em Veículos para o mês, considerando a série histórica. Ao mesmo tempo, a queda nas exportações de produtos químicos ocorreu de forma pontual entre alguns parceiros comerciais: Chile (-US$ 16 milhões), Estados Unidos (-US$ 10 milhões) e Coreia do Sul (-US$ 9 milhões), sobretudo às vendas de polímeros de etileno, propileno e estireno.

No agregado, diminuíram em US$ 27 milhões. Há de se destacar, novamente, o sexto crescimento mensal consecutivo do setor de Alimentos, o de maior participação em valor exportado (US$ 283 milhões) na pauta do Rio Grande do Sul: 27,2% em outubro. Entre os produtos deste segmento, as maiores contribuições vieram de carne de frango (+92,8%) e suína (+92,4%) in natura, que praticamente dobraram no período, ao mesmo tempo em que as exportações de carne de boi também se expandiram bastante, 62,3%, assinalando o melhor resultado do setor para o mês de outubro desde 2008.

Acumulado

Nos dez meses de 2019, as exportações industriais do RS acumularam US$ 10,3 bilhões, registrando um pequeno avanço de 0,8% sobre o mesmo período do ano anterior. “A estagnação das exportações reflete o atual cenário de desaceleração da economia mundial, conjugado com crises econômicas de parceiros regionais, como é o caso da Argentina”, explica Petry.

“A estagnação das exportações reflete o atual cenário de desaceleração da economia mundial, conjugado com crises econômicas de parceiros regionais, como é o caso da Argentina”

Historicamente, o vizinho corresponde a 11% do total exportado pela indústria gaúcha. Mas, em 2019, a representatividade da Argentina nas exportações de manufaturados do Estado caiu para 6,3%. Já nas importações, que atingiram US$ 984 milhões, a retração foi de 12,4% ante outubro do ano passado.

Entre as grandes categorias econômicas, Bens de consumo (-21,3%), Combustíveis e lubrificantes (-68,7%) e Bens intermediários (-16%) registraram queda no mês passado. Por sua vez, no acumulado de janeiro a outubro, o Rio Grande do Sul importou US$ 8,4 bilhões, recuo de 9,8% em comparação com igual período de 2018. Somente Bens de capital cresceram, praticamente dobrando o valor (93,2%) no mês.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/11/2019 0 Comentários 508 Visualizações
Business

Industrial gaúcho mantém a confiança

Por Gabrielle Pacheco 17/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

As condições atuais e as perspectivas para a economia do País e das empresas gaúchas são vistas com otimismo pelos industriais do Rio Grande do Sul. É o que revela o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado nessa quinta-feira (17) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Mesmo tendo ficado estável em 59,2 pontos entre setembro e outubro depois de três meses consecutivos de alta, o ICEI-RS segue bem acima da média histórica de 53,2. O índice varia de zero a 100 pontos, e sendo superior a 50, indica confiança. O presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, avalia:

“Os resultados, apesar da acomodação registrada no mês, confirmam o bom sentimento do industrial gaúcho, sustentado principalmente pelo componente das expectativas”.

O ICEI-RS é composto por dois índices, o de condições atuais e o das expectativas. Ambos sobre a economia brasileira e sobre a própria empresa, e que continuaram acima do nível neutro de 50 pontos, o que denota avaliações positivas. O Índice de Condições Atuais (ICA) recuou 0,4 ponto, passando de 52,3 para 51,9 pontos. Já o Índice de Condições da Economia Brasileira (ICA-EB) caiu de 52,2 para 51,1 pontos e o de Condições das Empresas (ICA-E) ficou praticamente estável, em 52,3 pontos, em outubro.

Ao mesmo tempo, o Índice de Expectativas (IE) para os próximos seis meses subiu 0,3 ponto no período, alcançando 62,9 em outubro. A leve alta veio do subcomponente relativo às próprias empresas (IE-E): 0,8 ponto em outubro ante setembro, para 64,1. Por sua vez, o Índice de Expectativas para a Economia Brasileira (IE-EB) ficou praticamente estável, passando de 61,2 para 61,1 pontos.

Mais da metade dos empresários que responderam a pesquisa (51,4%) está otimista com o futuro da economia brasileira. Somente 5,8% das empresas estão pessimistas e 42,8% não esperam mudanças na situação atual.

O ICEI-RS de outubro demonstra que, apesar de o resultado apontar estabilidade, os empresários continuam a acreditar em uma melhora da economia brasileira, o que permite firmar a perspectiva de recuperação gradual para a atividade do setor nos próximos meses.

Esse otimismo, aponta Petry, se dá especialmente pela Reforma da Previdência praticamente definida, pela redução dos juros, da inflação controlada e da perspectiva de continuidade da agenda de reformas. A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 11 de outubro com 209 empresas, sendo 47 pequenas, 74 médias e 88 grandes.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/10/2019 0 Comentários 488 Visualizações
Saúde

Congresso Brasileiro de Pediatria debate uso de telas na infância

Por Gabrielle Pacheco 10/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um problema de saúde pública e que afeta as crianças não somente hoje, mas no futuro. O uso excessivo de telas foi um dos destaques na programação do primeiro dia de atividades do 39° Congresso Brasileiro de Pediatria que acontece no Centro de Eventos da FIERGS, em Porto Alegre (RS). O evento é uma realização da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS).

A presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Cristina Targa Ferreira, considera o uso excessivo de telas um problema sério levando a doenças crônicas não-transmissíveis do adulto como obesidade, hipertensão e doenças cardiovasculares.

“As crianças de hoje dormem menos e muito mal. O sono é prejudicado pelas mídias eletrônicas e isso interfere em vários aspectos da saúde como a obesidade e déficit de atenção, além de provocarem impactos no rendimento escolar, por exemplo”, afirmou.

Solenidade de abertura do congresso. (Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação)

A pediatra Susana Estefonon ressalta que a medida vai ao encontro da preocupação de pais, professores e toda a comunidade médica que vê a dificuldade de impor regras e estabelecer o bom uso. É preciso saber como agir diante dessa nova forma de se viver, segundo a médica.

“A tecnologia é o meio ambiente que estamos crescendo e se desenvolvendo. Então, é algo que nós, como pediatras, temos que nos posicionarmos para ajudar a todos a lidarem da maneira mais saudável e construtiva possível. A tecnologia tem impactos enormes tanto no positivo como no negativo. Há riscos na saúde física, mental e no âmbito social. O que nos preocupa mais é o uso abaixo dos dois anos por causa do impacto já demonstrado pela neurociência no desenvolvimento do cérebro. As horas em frente às telas não permitem que a criança faça uma atividade esportiva ou física elevando o risco de obesidade. Além disso, na saúde mental, nos preocupa a depressão, solidão e isolamento. Falta o relacionamento cara a cara e até mesmo o relacionamento intra-familiar”, alertou a médica.

Projeto de Lei

O tema ganhou relevância ainda maior com a apresentação formal de um Projeto de Lei que foi protocolado na terça-feira (08/10), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. A proposta foi idealizada pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, através do deputado Pedro Ozorio Pereira.

O objetivo é que assim como a indústria do cigarro passou a ser obrigada a alertar sobre os riscos do tabagismo com dizeres nas embalagens, fabricantes de celular possam, em breve, ter a obrigação de dispor de um alerta nos seus equipamentos. A intenção é informar os males que o uso excessivo de telefones celulares, televisão e tablets causam no desenvolvimento da criança.

O projeto foi protocolado com o número 440/2019. Agora, deve ir para apreciação na Comissão de Constituição e Justiça e Saúde para depois ser levado à votação em plenário.

“A tecnologia é fantástica, mas precisa ser usada com moderação. As crianças estão tendo problemas sérios de saúde, visuais e posturais por conta do uso muito intenso e de forma precoce. A gente não quer proibir, mas que as crianças e pais usem com moderação. Por isso que o projeto estabelece a obrigatoriedade de uma etiqueta orientando sobre os riscos. O objetivo é educar e orientar”, afirmou o parlamentar.

(Foto: Marcelo Matusiak)

Serviço

O quê: 39º Congresso Brasileiro de Pediatria (CBP)
Quando: De 9 a 12 de outubro (de quinta-feira a sábado)
Onde: Centro de Eventos da FIERGS

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2019 0 Comentários 660 Visualizações
Business

Mercopar registra R$ 65 milhões em negócios

Por Gabrielle Pacheco 04/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Mais de 16 mil pessoas circularam pela Mercopar – Feira de Inovação Industrial, durante os dias 1 e 3 de outubro, em Caxias do Sul, contribuindo para um crescimento de 21% na geração de recursos nas negociações realizadas pelos expositores, bem como nas rodadas de negócio que ocorreram durante o evento.

“Passamos de R$ 54.4 milhões em 2018 para R$ 65.7 milhões este ano, o que nos faz crer numa retomada do setor industrial ainda mais ágil do que se esperava”, comemora o presidente do Sistema FIERGS e do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae RS, Gilberto Porcello Petry.

Para o presidente, a sinergia entre a FIERGS, que possui apelo muito grande junto ao meio industrial, e o Sebrae RS, com sua expertise na realização do evento, promoveu uma feira 63% maior em número de expositores, totalizando 315 empresas nesta edição. “A Mercopar se consolida, cada vez mais, como oportunidade concreta de realização de negócios, espaço onde grandes e pequenas empresas se encontram para resolver e efetivar demandas comuns”, disse.

Segundo pesquisa realizada no último dia da feira, para 92,4% dos expositores, a Mercopar superou e atendeu as expectativas e 97% dos entrevistados disseram que têm a intenção de participar da próxima edição, índice superior ao registrado em 2018, que foi de 92,3%.

“Voltamos com força total. Juntos com a FIERGS, nosso parceiro estratégico, conseguimos superar todas as metas propostas e já estamos trabalhando para fazermos uma feira ainda mais qualificada em 2020, levando mais tecnologia, mais inovação e promovendo outras ações que aproximem as grandes empresas do setor industrial das pequenas de base tecnológicas e startups, provendo parcerias entre si”, acrescenta o diretor-superintendente do Sebrae RS, André Vanoni de Godoy.

A Mercopar 2019

O evento apresentou novos conceitos, desmistificou paradigmas em relação à Indústria 4.0 e promoveu a maior Rodada de Negócios já realizada pelo Sebrae RS. “Os números positivos apresentados pela pesquisa e sentidos por nós durante a feira, na medida em que conversávamos com expositores e empreendedores participantes, também são resultados da confiança dos parceiros que nos ajudaram a fazer esta edição do evento”, destacou o diretor Técnico do Sebrae RS, Ayrton Pinto Ramos.

Conforme o dirigente, a feira contou com a parceria da Marcopolo e da Randon (Projeto Hélice), da Sicredi Pioneira e do governo do Estado, por meio do Porto de Rio Grande. Nossa meta e desafio era receber 13 mil pessoas na Mercopar 2019 e chegamos a mais de 16 mil visitantes. Estamos muito satisfeitos com o desempenho da feira e de todos os reflexos positivos que ela proporcionou e ainda irá gerar ao setor da indústria em todo Estado”, complementou.

Maior Rodada de Negócios da história do Sebrae RS

Entre os dois primeiros dias da Mercopar foi realizada a maior Rodada de Negócios da história do Sebrae RS. Um total de 75 compradores e 310 vendedores efetivaram em torno de 40 reuniões de negócios cada, com duração de 15 minutos. A dinâmica e agilidade foram alguns dos pontos marcantes da atividade. O supervisor de suprimentos da São José Industrial, Fábio Herman, buscava produtos inovadores. “Somos fabricantes de implementos agrícolas e achei as rodadas interessantes. Realizei 27 reuniões e fiquei interessado em pelo menos 12 fornecedores. Gosto de reuniões sucintas, é assim que fazemos na fábrica”, afirma Herman.

Primeira participação

Participando da feira pela primeira vez, a CS TECH, especializada em energia renovável, em especial a hídrica, pode comemorar um ótimo resultado na edição 2019 da Mercopar. A empresa, com sede em Ijuí, concretizou uma venda referente a uma usina hidrelétrica, no montante de R$ 12 milhões.

Segundo Djalmo Cardinal, gerente comercial da CS TECH, participar da feira foi algo muito positivo para a empresa. “Foi a primeira vez que estivemos na Mercopar e, para nós, era um desafio muito grande. Viemos e acabou dando certo. Conseguimos fechar uma negociação de um grande volume. Vamos fazer todo o processo e gestão da usina, desde a viabilidade, como a construção, operação e a venda de energia. Do embrião até a finalização”, comemora.

Mercopar 2020

A Mercopar 2020 já tem data marcada. Acontecerá a partir do dia 6 de outubro, focada nos setores metalmecânico, eletroeletrônico, automação industrial, movimentação e armazenagem de materiais, serviços industriais, borracha, energia e meio ambiente, plásticos, Tecnologia da Informação (TI), voltadas à Industria 4.0 e startups.

 

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
04/10/2019 0 Comentários 623 Visualizações
Business

Seminário na Fiergs debate Indústria 4.0

Por Gabrielle Pacheco 11/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Para compreender a nova realidade a partir da Indústria 4.0, que muda a forma de produzir a partir de tecnologias que facilitam processos, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), por meio do Conselho de Infraestrutura (Coinfra), realiza o 13º Seminário de Telecomunicações, nesta quinta-feira, em 12 de setembro, às 13h30min.

O debate entre especialistas se dará sobre temas como infraestrutura, soluções e tendências do setor no RS, e o que as empresas gaúchas de telecomunicações colocam à disposição para viabilizar a Indústria 4.0.

Serviço

O quê: 13º Seminário de Telecomunicações
Quando: quinta-feira, 12 de setembro, das 13h30min às 17h30min
Onde: Fiergs (Av. Assis Brasil, 8787, Porto Alegre), Plenário Mercosul

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/09/2019 0 Comentários 637 Visualizações
Business

Exportações da indústria recuam no RS

Por Gabrielle Pacheco 10/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

As exportações da indústria do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 1 bilhão em agosto, recuo de 2,7% em relação ao mesmo mês de 2018. Dos 23 setores industriais no RS que registraram vendas externas no período, 17 caíram, especialmente Químicos (-32,1%), Veículos automotores (-30,6%) e Couro e calçados (-16,6%).

“A queda nas exportações foi disseminada entre os setores da indústria. A desaceleração da economia mundial e a crise na economia argentina têm contribuído para a diminuição na demanda externa por muitos produtos industrializados”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Porcello Petry.

Segundo análise da Fiergs, a diminuição nas vendas de produtos químicos para a Coreia do Sul (-US$ 21 milhões) e China (-US$ 8 milhões) foi determinante para o resultado negativo deste segmento. Já as exportações de Veículos automotores voltaram a recuar no mês passado por conta do agravamento da crise argentina (-US$ 42 milhões).

Quanto ao setor de Couro e calçados, as vendas externas da matéria-prima sofreram uma queda de 27,7% ante agosto de 2018, enquanto o valor exportado de calçados foi praticamente o mesmo registrado no igual período.

Já entre os setores que registraram aumento das exportações, Celulose e papel se destacou, com 316,9% de crescimento, seguido de Coque e derivados do petróleo (+109,7%) e Produtos alimentícios (+13,3%).

Enquanto o desempenho dos dois primeiros deve-se, exclusivamente, à pequena base de comparação, as exportações do complexo carne (especialmente frango e suína in natura), com alta de quase 40% em agosto, seguem impulsionando a indústria de Alimentos, que já assinala o quarto crescimento mensal consecutivo.

Por conta de problemas fitossanitários com a peste suína africana, juntamente com a Guerra Comercial com os Estados Unidos, os chineses têm aumentado a demanda por produtos agrícolas no mercado brasileiro, beneficiando diretamente o segmento de proteína animal do Rio Grande do Sul.

No acumulado do ano, porém, o resultado das exportações industriais do RS é diferente da análise mensal. De janeiro a agosto de 2019, totalizaram US$ 8,4 bilhões, crescimento de 1,8% ante o mesmo período do ano anterior. A principal contribuição positiva para o resultado veio de Celulose e papel, US$ 1 bilhão, incremento de 63% até o momento.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/09/2019 0 Comentários 476 Visualizações
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