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Cidades

Sesi com Ciência reflete sobre o futuro da educação

Por Gabrielle Pacheco 27/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O ano de 2019 é marcado por datas significativas para a ciência e a cultura mundial. Há cinco décadas, o homem chegava à lua pela primeira vez, um século atrás era comprovada experimentalmente a Teoria da Relatividade de Albert Einstein, há 150 anos era criada a Tabela Periódica dos Elementos Químicos e em 1519, morria Leonardo da Vinci.

Esses são alguns fatos que confirmam a importância da educação, do pensamento científico e da tecnologia. Em um ano tão representativo, o Serviço Social da Indústria (Sesi-RS) realiza a segunda edição da mostra Sesi com Ciência, nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, das 9h às 21h, no Centro de Eventos Fiergs.

O evento 100% gratuito tem o objetivo de promover debates, vivências, apresentações e reflexões sobre a educação do futuro. É destinado a todos os envolvidos e interessados no tema no Brasil, com atividades destinadas aos diferentes públicos, incluindo pais, alunos, professores, gestores, mantenedores, empresários e representantes do poder público.

“A diferença deste evento para outros é que tudo é feito de forma interativa e dinâmica, o que oferece a oportunidade para todos serem protagonistas. Os alunos participam de bate-papos e apresentações de trabalhos e artísticas, bem como a vivência em oficinas, que dão conta de pensar em soluções para os problemas que nos atingem no dia a dia. Já os professores ficam envolvidos em oficinas e debates”, explica o superintendente do Sesi-RS, Juliano Colombo.

“Os gestores e interessados vão poder observar e conhecer o que está repercutindo com os jovens em termos de estratégias didáticas e metodológicas”, complementa.

A abertura oficial do Sesi com Ciência será realizada no dia 30 de setembro, às 14h, e, na sequência, ocorrerá a palestra principal, com um dos nomes já confirmados, o navegador e empreendedor Amyr Klink, que compartilhará suas vivências de mais de 30 anos em projetos como Travessia do Atlântico Sul a Remo (1984) ainda única no mundo, Invernagem Antártica em solitário (1989) e Antártica com a Família (2006).

Haverá, ainda, palestras, painéis, relatos de casos, oficinas, debates, apresentações artísticas, atividades de interação, como o Museu de Ciência e Tecnologia da PUC. Entre os temas tratados estarão a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), inovação na educação, políticas educacionais, formação integral, experiências em outros países, cultura maker, leitura e temáticas que habitam o universo educacional e compõem uma realidade complexa que atinge toda a população. A expectativa é de que 10 mil pessoas vivenciem a mostra.

O Sesi com Ciência vai levar ao Centro de Eventos FIERGS 200 projetos e protótipos, de 28 cidades gaúchas, desenvolvidos por 832 estudantes de seus programas educacionais, incluindo Contraturno Escolar, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA) de todo o Estado. São soluções para problemas do cotidiano da população, mas também da realidade das indústrias.

Entre eles estarão “Estufa 4.0 – uma proposta de irrigação em prol de um produto orgânico”; “Uso de Polietileno como fonte de matéria-prima para criação de telhas sustentáveis”; “Braço automatizado – auxílio às pessoas com tetraparesia assimétrica” e “Concreto sustentável – a incorporação da casca de arroz, casca de soja e EPS como uma alternativa”.

O desenvolvimento dessas criações é possível a partir da metodologia de ensino sustentada em projetos de pesquisa ativa, buscando o desenvolvimento integral do estudante e a construção de competências e habilidades necessárias ao Mundo do Trabalho.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2019 0 Comentários 522 Visualizações
Business

Feira Brasileira do Varejo 2020 já tem data definida

Por Gabrielle Pacheco 25/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Porto Alegre irá se tornar o centro da inovação e das tendências para o varejo nos dias 18, 19 e 20 de maio de 2020, com a realização da 8ª edição da Feira Brasileira do Varejo (FBV), que deverá reunir dezenas de atrações gratuitas e palestras no Congresso Brasileiro do Varejo.

A data já está definida, assim como o local – Centro de Eventos da Fiergs – para que lojistas e empresários dos mais diversos segmentos, interessados em divulgar seus produtos e serviços, tenham a facilidade de escolher o melhor espaço para a sua marca, com as melhores condições de pagamento.

A comercialização dos estandes já está acontecendo. Os espaços foram projetados para negócios de todos os portes e necessidades. Por isso, há estandes disponíveis de 12m², 24m², 36m² e 48m².

Além disso, as condições comerciais evoluem conforme a data da contratação: quanto antes acontecer a confirmação, maiores os descontos e melhores as condições de pagamento.

FBV 2019

Neste ano, a 7ª edição da FBV reuniu mais de 9 mil visitantes nos três dias de atrações, vindos de todos os lugares do País para acompanhar as novidades e tendências para o setor. Foram também mais de R$ 9,6 milhões em negócios prospectados, resultando em uma média de 86 prospects por expositor.

Serviço

O quê: Feira Brasileira do Varejo 2020
Quando: 18, 19 e 20 de maio de 2020
Onde: Centro de Eventos da Fiergs – Porto Alegre/RS

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2019 0 Comentários 702 Visualizações
Business

22ª Construsul começa hoje em Porto Alegre

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Começa nesta hoje, dia 30, a 22ª Construsul – Feira Internacional da Construção, que reunirá toda cadeia produtiva dos setores de construção, acabamentos e infraestrutura para apresentar inovação e tecnologia, buscando gerar bons negócios. Neste ano, atendendo a uma demanda do mercado, a feira ocorrerá em dias e horários diferenciados: de 30 de julho a 2 de agosto, das 13h às 20h, no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre/RS.

A Sul Eventos Feiras Profissionais, promotora da Construsul, está otimista com esta edição do evento. “A feira Construsul vive uma condição totalmente diversa da economia, nossos espaços foram todos comercializados, nossos expositores estão otimistas e apostando na volta do crescimento do setor de construção civil”, avalia o diretor da promotora, Paulo Richter. A expectativa para este ano é receber mais de 40 mil visitantes qualificados.

“Será a 22ª edição da Construsul, um evento que tem reconhecimento nacional pela sua qualidade e geração de negócios, e estar nesta vitrine abre a possibilidade de visibilidade no mercado e fechamento de novos negócios. Participar da feira significa estar em um ambiente otimista, com os pés no chão, e olhando para um futuro próspero”, complementa Richter.

Voltada para construtoras, lojistas de material de construção e profissionais do setor, a Construsul apresentará cerca de 300 empresas expositoras com novidades para diversos segmentos da construção, como: argamassas, aditivos, selantes, impermeabilizantes; Iluminação e elétrica; fechaduras, ferragens, cadeados; churrasqueiras e lareiras; revestimentos, tintas, vernizes e acessórios; portas, janelas e complementos; produtos para cozinhas e banheiros; sistemas construtivos; ferramentas manuais e elétricas; máquinas e equipamentos para construção.

A credibilidade de uma feira que está em sua 22ª edição é reforçada pelo apoio de cerca de 40 entidades representativas do setor, a nível nacional e regional.

A feira profissional é gratuita e o credenciamento antecipado está aberto através do site. É proibida a entrada de menores de 16 anos, mesmo que acompanhados.

Serviço

O quê: Construsul – 22ª Feira Internacional da Construção
Quando: de 30 de julho a 02 de agosto de 2019
Onde: Fiergs (Av. Assis Brasil, 8787 – Porto Alegre – RS)
Quanto: entrada gratuita para profissionais do setor

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2019 0 Comentários 870 Visualizações
Business

Relatório Sayad completa 30 anos

Por Gabrielle Pacheco 29/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Lançado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) em 1989, o Relatório Sayad, elaborado pela consultoria do economista João Sayad, ex-ministro do Planejamento no governo José Sarney, serviu à época como um estudo valioso aos gestores públicos, defendendo iniciativas para a modernização do Estado.

Construído sobre dois eixos, o da eficácia da administração e o da avaliação do setor público, o documento faz diagnósticos dos gargalos da administração e sugere ações para o crescimento da economia e o melhor atendimento das necessidades da população. “Há 30 anos, a Fiergs já alertava que a situação do Rio Grande do Sul poderia se tornar insustentável como está hoje, e o relatório apontava caminhos para o equilíbrio das contas públicas”, salienta o presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry.

Segundo a Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da Fiergs, há diferenças importantes a se considerar da época para o ano de 2019. Uma delas é que os dados do relatório abrangem até o ano de 1987 – antes da Constituição de 1988, que instituiu o ICMS e concedeu mais recursos e obrigações aos municípios –, período de inflação elevada que distorcia completamente as informações de receitas e despesas públicas, mascarando o problema fiscal.

Mas a economia gaúcha já crescia menos que a brasileira há três décadas, situação que permanece até hoje. Outro aspecto da situação econômico-financeira do RS ao final da década de 1980 é de que já havia grande endividamento, com o déficit financiado pelo sistema financeiro do Estado. A dívida pública representava 113,9% sobre a receita corrente, e hoje só piorou, alcança 223%. Mais de 53% do déficit da administração direta era financiado por instituições como a Caixa Estadual e o Banrisul, gerando dívida dentro do próprio Estado.

Além disso, a despesa com pessoal igualmente ocupava grande espaço no orçamento. A título de comparação, em 1986, os gastos com a folha dos funcionários representavam 114% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICM). Em 2017, foram cerca de 113% do ICMS, essa proporção ficou relativamente estável porque tanto a receita quando o gasto com pessoal cresceram muito no período. O aumento acelerado dos inativos impactava nas contas públicas, consumindo 1/3 da arrecadação à época. Já em 2017, o gasto com aposentados foi de 46% da Receita Corrente Líquida (RCL) do RS.

“É de se destacar como o Relatório Sayad conseguiu antecipar toda a melhora institucional que o Brasil teve nos anos 90 e no início dos anos 2000. Na última década dos anos 90 o Brasil começou a ter uma taxa de inflação controlada e uma organização institucional, mas o Rio Grande do Sul segue com seus mesmos problemas desde lá”, observa o economista-chefe da Fiergs, André Nunes de Nunes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2019 0 Comentários 960 Visualizações
Business

38ª Expoagas está com inscrições abertas

Por Gabrielle Pacheco 13/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Estão abertas as inscrições para a 38ª Convenção Gaúcha de Supermercados – Expoagas 2019. Promovida pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), a Feira acontece entre os dias 20 e 22 de agosto no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre. O principal objetivo do evento é qualificar o setor e estimular a realização de negócios entre varejistas e expositores.

As inscrições são realizadas no site da Agas até o dia 16 de agosto, sendo gratuitas para varejistas. Para visitantes o valor é de R$ 150,00. Após essa data a inscrição deve ser feita diretamente na secretaria do evento.

Em 2018, a Feira movimentou R$ 508 milhões, reuniu mais de 48 mil pessoas e concentrou 370 expositores.

Na edição 2019, o evento traz uma série de renomados palestrantes, tais como Glória Maria, Clóvis de Barros Filho, Alexandre Garcia, Marcio Atalla.

Um dos destaques é o espaço Agas Jovem, que será presenteado com a palestra do CEO do iFood, Carlos Eduardo Moysés, bem como o Agas Mulher, que irá promover uma palestra sobre empreendedorismo e liderança feminina com a atriz e empresária Claudia Raia.

Serviço

O quê: 38ª Convenção Gaúcha de Supermercados – Expoagas 2019;
Quando: entre os dias 20 e 22 de agosto;
Onde: Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre;
Quanto: R$ 150 para visitantes/gratuito para varejistas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2019 0 Comentários 678 Visualizações
Business

Fundo de US$ 4,3 bilhões dos Emirados Árabes quer investir no Rio Grande do Sul

Por Gabrielle Pacheco 20/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Maior fundo dos Emirados Árabes Unidos, com capital de US$ 4,3 bilhões, o Abu Dhabi Fund for Development (ADFD) está interessado em financiar projetos no Estado.

Para isso, dois representantes do ADFD, Sharif Essa Al Suwaidi e Tariq Saeed Obaid, estiveram, nessa quarta-feira, 17, reunidos com o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry.

A FIERGS fará um levantamento com identificação de potenciais projetos a serem enviados para análise de viabilidade econômica aos árabes, que buscam investimentos, parcerias ou concessão de empréstimos.

Em seu Programa de Empréstimos, o ADFD está especialmente interessado em financiar obras de infraestrutura como estradas, energia renovável e barragens. O fundo, que atua em 88 países, com 559 projetos, também apoia o setor privado em diferentes áreas.

No ano passado, as exportações do Brasil para os Emirados Árabes, 27º destino das vendas externas brasileiras, tiveram uma forte queda na comparação com 2017: 18,88%. Em compensação, as importações subiram mais de 200%, sendo que combustíveis minerais e óleo foram alguns dos itens mais adquiridos.

Em relação ao Rio Grande do Sul, a queda nas exportações (o país terminou como o 25º destino dos produtos gaúchos) foi de 5,64% entre 2017 e 2018. Já as importações do RS cresceram 378,45% dos Emirados Árabes, tendo combustíveis minerais e óleo entre as principais compras.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2019 0 Comentários 521 Visualizações
Variedades

Indústria do RS começa o ano com aumento nas exportações

Por Gabrielle Pacheco 18/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

As exportações gaúchas começaram o ano em alta, na comparação com janeiro de 2018. Foram US$ 2,6 bilhões no primeiro mês de 2019, um incremento de 105,6%, o maior valor exportado já observado para a toda a série histórica no período. Porém, o resultado está fortemente influenciado pela operação envolvendo uma plataforma de petróleo e gás, no valor de US$ 1,3 bilhão para o Panamá.

Com o registro dessa operação, a indústria do Estado também cresceu muito (133,6%) e somou US$ 2,5 bilhões no mês. Se não fosse considerada a contabilização da plataforma na pauta de exportações, mesmo assim haveria expansão no setor secundário, de 11,7% (US$ 1,2 bilhão).

“Há de se destacar o papel preponderante da indústria para o crescimento do setor externo em janeiro no Estado, contribuindo com 87% do total exportado”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, salientando que, apesar da grave crise econômica na Argentina, país que em janeiro perdeu a posição de terceiro maior comprador de produtos de origem gaúcha – atrás de Panamá, China e Estados Unidos –, os empresários se mostram otimistas em relação à demanda para os próximos seis meses.

Dos 22 segmentos que registraram alguma atividade de exportação em janeiro, dez aumentaram, sete caíram e cinco ficaram estáveis. Os que impulsionaram o crescimento da indústria foram Coque e derivados do petróleo e de biocombustíveis (325%), Celulose e papel (292,5%) e Tabaco (13,8%). Em contrapartida, as maiores quedas vieram de Alimentos (-28,3%), Máquinas e equipamentos (-31,5%) e Veículos automotores, reboques e carrocerias (-35,2%).

Cabe ressaltar que Outros equipamentos de transporte (64.850%) assinalou o crescimento mais expressivo da indústria de transformação. Contudo, a operação com a plataforma de petróleo integra as exportações fictas atreladas ao Repetro, regime no qual não há a saída efetiva da mercadoria do território nacional.
Em relação às commodities, mesmo o avanço de 271% nas vendas de trigo em janeiro foi insuficiente para reverter a queda de 19,3% das exportações no grupo de produtos básicos. Tudo porque a redução de 47% na comercialização da soja gaúcha exerceu forte influência sobre o resultado. O maior destino, a China, diminuiu as compras da mercadoria, no mês de janeiro, em 61,7% (US$ 112 milhões), na comparação com o mesmo período de 2018.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/02/2019 0 Comentários 588 Visualizações
Variedades

Levantamento da FIERGS mostra que Piso Regional traz perdas e não representa crescimento ao RS

Por Gabrielle Pacheco 08/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

De 2001, ano da implantação do Piso Regional gaúcho, até 2017, o Rio Grande do Sul apresentou o segundo menor crescimento no número de empregos com carteira assinada entre os estados brasileiros. O total de vínculos formais aumentou 53,3%, enquanto no Brasil chegou a 76,5%. Além disso, entre 2003 e 2016, o RS teve a segunda pior elevação de PIB entre 27 unidades da Federação: 27,6%, muito inferior ao verificado no País no período, 40,6%.

Os dados estão em um levantamento elaborado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, por meio da Unidade de Estudos Econômicos, com base em informações do Ministério da Economia e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a entidade, os resultados ajudam a refutar o argumento de que o Piso Regional traz crescimento e dinamismo para a economia. A FIERGS destaca, ainda, que Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo também adotam o Mínimo Regional, e figuram entre os estados que apresentaram as menores expansões de PIB na mesma base de comparação.

Um comparativo entre o reajuste no Piso Regional gaúcho e outras variáveis econômicas revela que, de 2001 a 2018, enquanto o Piso subiu 692,4,% no RS, o Salário Mínimo nacional aumentou 531,8%. No mesmo período, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que registra a inflação de preços, teve elevação de 261,3%, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), 211,9%; e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), 203%. De acordo com a FIERGS, que defende a extinção do Piso Regional, os ganhos foram muito acima da inflação em qualquer base de comparação e estão muito descolados da realidade de um Estado em grave crise econômica.

Na indústria, salienta a FIERGS, a situação se mostrou ainda mais crítica: o PIB gaúcho do setor caiu 0,7% entre 2003 e 2016, também o segundo pior resultado do País, que cresceu 22,4%. Para a entidade, o Piso Regional representa uma interferência nas negociações coletivas de salários e o esvaziamento no papel do sindicalismo, e abrange categorias sindicalmente organizadas, que possuem piso salarial definido por negociação coletiva.

Por fim, a FIERGS reforça que as demissões no Rio Grande do Sul nos últimos anos penalizaram os trabalhadores com rendimentos mais baixos. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), dos 4,4 milhões de desligamentos ocorridos no Estado entre janeiro de 2015 e dezembro de 2018, 2,9 milhões foram de vínculos com remuneração de até 1,5 Salário Mínimo (65,6%), e 3,7 milhões de até dois Salários Mínimos (84,1%). Os altos reajustes no Piso Regional dificultam o ingresso e a permanência dos trabalhadores mais jovens e menos qualificados no mercado, agravando o quadro do desemprego, avalia a FIERGS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/02/2019 0 Comentários 601 Visualizações
Business

FIERGS prepara missão empresarial à Feira de Hannover

Por Gabrielle Pacheco 04/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com o tema central “A Indústria Integrada e os Desafios da Quarta Revolução Industrial (Indústria 4.0)”, a Feira Industrial de Hannover 2019 ocorre entre 1º e 5 de abril, na Alemanha.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), por meio do Centro Internacional de Negócios, em parceria com o Sebrae-RS, organiza uma missão empresarial ao evento, levando os participantes a circuitos guiados, visitas técnicas e encontros de negócios. O visitante será apresentado às principais tendências do setor na atualidade.

Para a edição deste ano, o país escolhido como parceiro foi a Suécia, que tem como foco em sua participação a colaboração, inovação e transformação digital. Entre os destaques em exposição, estarão os avanços da Internet 5G e sua aplicação nas linhas de produção automatizadas, assim como na comunicação entre máquinas (Internet of Things).

A feira também oferecerá oportunidade para conhecer as novidades do mundo das energias renováveis. Empresas que atuam no desenvolvimento de veículos e meios de transporte movidos a combustíveis alternativos, como a eletricidade, também se farão presentes na feira.

Entre os principais assuntos a serem tratados em Hannover estão Inovação, Automação, Movimento & Direcionamento, Fábrica Digital, Energia, Fornecimento Industrial, Pesquisa & Tecnologia e ComVac (o universo da tecnologia à vácuo e ar comprimido).

Empresas interessadas em participar podem buscar informações em [email protected] ou (51) 3347-8675.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/02/2019 0 Comentários 498 Visualizações
Business

Sondagem industrial aponta otimismo para 2019

Por Gabrielle Pacheco 30/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Sondagem Industrial, elaborada e divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), apresentou otimismo para 2019. Os estoques ajustados e as boas expectativas para demanda, emprego e investimentos dão um bom indicativo para a indústria gaúcha este ano. Apesar da queda na produção (38,1) e no emprego (47) em dezembro comparado ao mês anterior, os baixos níveis de estoque (48,3 pontos) sugerem que a demanda foi superior à prevista e colocam um viés de alta para a atividade industrial nos próximos meses. Dentro de uma escala que vai de 0 a 100, abaixo dos 50, os índices significam quedas em relação ao mês anterior e estoques abaixo do nível planejado pelas empresas. Vale lembrar que a queda de emprego e produção são comuns nesse período de férias coletivas e feriados de fim de ano.

Também é normal no período a menor utilização da capacidade instalada (UCI). Em dezembro, o grau médio atingiu 67,0%, 4,0 p.p. abaixo de novembro. Os empresários da indústria gaúcha também mostraram otimismo com a demanda futura (62,5 pontos) e maior disposição em investir (58,3 pontos) e contratar (56,6). “A boa expectativa está ligada ao momento político do País e à disposição do governo em fazer as reformas necessárias. Há forte intenção de investir e trabalhar quando o cenário se apresenta favorável à produção”, destaca o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

A insatisfação com as condições financeiras da empresa diminuiu no quarto trimestre, em relação ao período anterior. O índice de satisfação com a margem de lucro operacional subiu para 41,5 pontos (40,4 no terceiro), e o de satisfação com a situação financeira cresceu para 47,4 (46,3 pontos no anterior). Abaixo de 50 pontos os indicadores mostram insatisfação. O avanço bem menor nos preços das matérias-primas, cujo índice caiu de 72,4 pontos para 60,2 pontos no mesmo período, amenizou a situação financeira das empresas.

A elevação da carga tributária (indicada por 47,8% das empresas pesquisadas, principalmente pequenas e médias), e a demanda interna insuficiente (33,2%) foram os principais problemas enfrentados no quarto trimestre, conforme a Sondagem Industrial. A taxa de câmbio foi o item que mais perdeu relevância na passagem do terceiro para o quarto trimestre, de 32% para 17,1%, movimento comum a todos os portes de empresa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/01/2019 0 Comentários 727 Visualizações
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