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Variedades

Expoagas 2024 acontece na próxima semana em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 16/08/2024
Por Jonathan da Silva

A edição de 2024 da Convenção Gaúcha de Supermercados – Expoagas 2024 acontece na próxima semana, de 20 a 22 de agosto, na Fiergs, em Porto Alegre. No evento, supermercadistas poderão conhecer produtos e novidades de 496 marcas de todo o Brasil, além de realizar negócios. A projeção é de que sejam movimentados R$700 milhões durante os três dias de programação. A convenção é promovida pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas).

Além da feira com a exposição de diversos segmentos voltados ao varejo, a Expoagas também terá uma programação de conteúdo, com palestras, seminários e painéis, para a qualificação dos profissionais. Estão entre os confirmados para as palestras magnas nomes como a jornalista e apresentadora Maju Coutinho, o ex-jogador e dirigente de futebol Paulo César Tinga, o piloto Rubens Barrichello, o escritor Arthur Igreja, autor do bestseller “Conveniência é o Nome do Negócio”, e o escritor e doutor em comunicação Dado Schneider.

As atrações da Agas Jovem e da Agas Mulher também estão confirmadas, com conteúdos voltados especificamente aos jovens empresários e ao público feminino. O clássico sorteio de um automóvel zero quilômetro, para estimular a concretização de negócios entre os participantes, será realizado no último dia do evento.

A programação completa da Expoagas 2024 pode ser conferida no site www.agas.com.br, mesmo website por onde devem ser feitas as inscrições antecipadas. Os ingressos possuem o valor de R$ 20 para profissionais de todas as categorias do varejo, tais como supermercadistas, representantes de padarias, farmácias, bares, restaurantes, lojas de conveniência, açougues, bazares, lojas de 1,99, petshops e hotéis. Para o público em geral, o valor é de R$ 50.

Sede do evento, a Fiergs está localizada na Av. Assis Brasil, 8787, no bairro Sarandi, em Porto Alegre.

Serviço

  • O quê: 41ª Convenção Gaúcha de Supermercados – Expoagas 2024
  • Quando: de 20 a 22 de agosto
  • Onde: Fiergs (Av. Assis Brasil, 8787, no bairro Sarandi, em Porto Alegre)
  • Quanto: R$ 20 para varejistas, R$ 50 para o público em geral
  • Realização: Associação Gaúcha de Supermercados (Agas)
Foto: Agas/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2024 0 Comentários 697 Visualizações
Business

Indústria gaúcha se recupera parcialmente de perdas das enchentes

Por Jonathan da Silva 09/08/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria gaúcha teve um crescimento de 9,9% em junho, recuperando parcialmente a perda de 11,6% registrada em maio, durante as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (8) em pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, avalia que o setor industrial já encarava situação difícil antes mesmo da calamidade e que ela gerou um agravamento. “Agora, além dos danos mais duradouros causados pelas enchentes, sofremos ainda com o cenário econômico doméstico, carregado de incerteza com relação à política fiscal, e que piorou a partir da interrupção no ciclo de redução dos juros e com a instabilidade cambial. Isso dificulta a recuperação das empresas e, como consequência, nos prejudica na tentativa de reconstrução imediata do Rio Grande do Sul”, pontua Bier.

Detalhes dos resultados

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) da Fiergs mostra que, tal qual no mês anterior, a atividade industrial em junho foi impactada pelos componentes ‘faturamento real’ e ‘compras industriais’. Estes cresceram, respectivamente, 14,2% e 37,7%, após caírem, na mesma ordem, 19% e 29,9%, em maio. Na mesma base de comparação, a indústria gaúcha utilizou 81% de sua capacidade instalada (UCI) em junho, um aumento de 5% sobre maio. As horas trabalhadas na produção cresceram 1,4% após queda de 1,6% no mês anterior. O emprego ficou praticamente estável, com queda de apenas 0,1%, e a massa salarial real recuou 2%.

Na comparação anual com junho de 2023, os resultados são predominantemente negativos. O IDI-RS recuou 1,6%, com quatro dos seis componentes em queda, com destaque para o faturamento real que caiu 4,5% e para as compras industriais, que reduziram 4,2%. Junho de 2024, todavia, teve um dia útil a menos do que o mesmo mês de 2023, 20 ante 21.

Analisados os primeiros semestres de 2024 e de 2023, o IDI-RS teve uma queda de 3,4%. Entre os indicadores que o compõem, mais uma vez o faturamento real e as compras industriais se destacaram como as perdas mais intensas no acumulado de janeiro a junho, 5,8% e 9,5%, respectivamente. Também sofreram recuo as horas trabalhadas na produção (-3,3%) e o emprego (-1,5%), enquanto aumentaram a UCI (0,6%) e a massa salarial real (3,2%).

Em 12 dos 16 segmentos incluídos na pesquisa de junho da Fiergs, o cenário ficou negativo, com o nível de atividade tendo recuado na comparação entre o primeiro semestre de 2024 e o de 2023. A queda mais impactante foi a de Máquinas e equipamentos, com redução de 14,4%. Outras participações negativas em destaque foram de Couros e calçados, redução de 4,8%, de Alimentos, queda de 1,9%, e de Equipamentos de informática e eletrônicos, com recuo de 10,6%. Já entre os quatro segmentos ­com crescimento na atividade industrial no ano, o de Veículos automotores forneceu a maior contribuição positiva, subindo 9,4%, e o de Móveis também teve destaque, com crescimento de 6,4%.

Os detalhes da pesquisa completa podem ser conferidos em observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2024 0 Comentários 285 Visualizações
Política

Fiergs defende acesso facilitado à linha de capital de giro do BNDES para empresas

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

A ampliação da linha de capital de giro para R$ 7,5 bilhões anunciada pelo BNDES ajudará as empresas gaúchas atingidas pelas enchentes, incluindo micro, pequenas e médias. No entanto, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, avalia que apenas isto não será suficiente para resolver o problema. Bier salienta que as empresas do RS seguem com dificuldades para acessar as operações de crédito em função da burocracia envolvida no processo de solicitação e liberação do dinheiro, e algumas reclamam de não terem sido incluídas nesta seara da inundação, mesmo localizada em áreas submersas.

O presidente espera que situação que ele espera que mude a partir de agora, com a mudança do critério de elegibilidade. Bier lembra que em encontro realizado por uma comitiva da Fiergs com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, em Brasília, no mês maio, ele sugeriu uma linha de crédito direta das empresas com o BNDES, pedido que não foi atendido. A modalidade lançada funciona de forma indireta, com o empresário precisando recorrer a instituições financeiras da rede credenciada junto ao BNDES. Segundo o presidente da entidade, muitos bancos solicitam garantias que as empresas não estão em condições de oferecer depois de passarem praticamente 60 dias sem operar.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2024 0 Comentários 420 Visualizações
Business

Claudio Bier assume a presidência do Sistema Fiergs

Por Jonathan da Silva 19/07/2024
Por Jonathan da Silva

Claudio Bier assumiu oficialmente a presidência da Federação e do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs/Ciergs) nesta quinta-feira (18), em cerimônia com mais de 1 mil pessoas na sede da Fiergs, em Porto Alegre. Mandatário da gestão 2024/2027, Bier sucede Gilberto Porcello Petry.

Participaram da solenidade os ministros da Secretaria Extraordinária para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, e da Agricultura, Carlos Fávaro, o governador Eduardo Leite (PSDB) e o prefeito da capital Sebastião Melo (MDB), entre outras autoridades. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, foi representado pelo diretor Edson Campagnolo.

Estamos hoje reunidos não apenas para celebrar esta posse, mas para reafirmar um compromisso com o futuro e com a reconstrução do Rio Grande do Sul. Nosso Estado se recupera da maior enchente de sua história. Este evento nos deixou grandes desafios, mas também nos ofereceu a oportunidade de mostrar nossa resiliência. Não podemos normalizar estiagens e enchentes. O tema mudanças climáticas precisa ser discutido, pensando bem mais além do que na próxima eleição”, declarou o presidente Claudio Bier.

O novo presidente pediu maior agilidade dos governos no auxílio ao Rio Grande do Sul, atingido pelas enchentes. “Precisamos de apoio rápido e eficaz. Não é favor. É justiça. Não estamos pedindo esmola e nem privilégios. Queremos o que é nosso, em uma visão integrada de país e de mundo. Não podemos assistir a fuga de empresas, mão de obra e talentos para outros estados. Este é o momento em que nossos governos, que nos representam e que por nós, cidadãos e empresas, são eleitos e financiados, devem priorizar agilidade e resultados”, enfatizou Bier.

Inspirado pelo momento, me permito unir palavras que, juntas, ganham força e novas dimensões: Reconstrução com Propósito”, pontuou o novo presidente.

Até 2027, Claudio Bier também passa a administrar o Serviço Social da Indústria (Sesi-RS), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS) e o Instituto Euvaldo Lodi do Rio Grande do Sul (IEL-RS).

Presidente que antecedeu Bier, Gilberto Porcello Petry fez um balanço dos seus sete anos de gestão (dois mandatos consecutivos mais um ano de prorrogação por conta da pandemia da Covid-19). “Foram sete anos sem tréguas. Já tinha experimentado o desafio da multiplicação do tempo ao longo dos anos que presido o Sinmetal. Mas a demanda do Sistema Fiergs é descomunal”, destacou o ex-presidente, enfatizando a importância a união do setor industrial nesse momento de reconstrução do estado.

O ministro Paulo Pimenta expressou confiança no enorme desafio que há pela frente para reerguer o Rio Grande do Sul. “Precisamos de maturidade para colocar de lado as questões políticas e partidárias neste momento, unir para reconstruir juntos”, pontuou Pimenta. O ministro Paulo Teixeira destacou a capacidade de superação do gaúcho, que ao longo dos anos ajudou a desenvolver o país inclusive com trabalho em outros estados.

O governador Leite chamou a atenção em relação à dívida do RS com a União e a tentativa da renegociação. “Se nos derem o que dão a outras regiões do país, como fundo constitucional para financiar empreendedores e indústrias de regiões como o norte, nordeste e centro-oeste, se nos derem os royalties do petróleo que turbinam as receitas do sudeste, se nos derem os benefícios fiscais que entregam à Zona Franca em Manaus, não precisam facilitar o pagamento da dívida, pois com esses recursos que outros recebem geraremos riquezas para pagar esta dívida. Mas se não vão nos dar, parem de nos tirar o que é nosso para que possamos investir em nosso estado”, afirmou o governador.

O prefeito Melo ressaltou a resiliência da indústria gaúcha e sua capacidade de transformar o Rio Grande do Sul. O senador gaúcho Ireneu Orth (PP) representou o Senado na cerimônia. A deputada federal Maria do Rosário (PT) representou a Câmara dos Deputados. O deputado estadual Dr. Thiago Duarte representou a Assembleia Legislativa do RS.

Junto com Claudio Bier tomaram posse também as novas diretorias da Fiergs e do Ciergs.

Diretoria da Fiergs para a gestão 2024/2027

  • Presidente: Claudio Affonso Amoretti Bier
  • Vice-presidentes: André Bier Gerdau Johannpeter, Arildo Bennech Oliveira, Claudio Teitelbaum, Clovis Tramontina, Maristela Cusin Longhi, Ubiratã Rezler
  • Diretores: Airton Capoani, Alexandre de Andrade Isoppo, Argileu de Souza Barboza, Betuel Brun Sauer, Carlos Weinschenck de Faria, Carolina Luisa Rossato, Cesar Augusto Carlotto, Claudino João José Simon, Cristiano Basso, Delorges Antônio Horta Duarte, Eduardo Rodrigues de Freitas Machado, Enio Garcia, Ervino Ivo Renner, Flávia Regina Matzenbacher, Gilberto Pedrucci, Giuliano Fornazier, Guilherme Portella dos Santos, Hernane Kaminski Cauduro, Irineu Boff, Iro Schünke, Jairo Luis Valandro, Juarez José Piva, Leo Clóvis Fabris, Leonardo Souza De Zorzi, Luiz Felipe Schiavon, Luis Felipe Walter, Maria Ines Menegotto de Campos, Nerison Antonio Paveglio, Paulo Fernando Rosa Paim, Rafael Gustavo Araujo Ribeiro, Rafael Sacchi, Roberto Rene Machemer, Rodrigo Cesar Koebe Weissheimer, Rogério Klebanowski Milagre, Samir Frazzon Samara, Torquato Ribeiro Pontes Netto e Walter Rudi Christmann
  • Conselho Fiscal: Roque Noschang, Rodrigo Holler Petry e Airton Zoch Viñas (titulares), Gilberto Luiz Bortoluzzi, Valterez Ferreira da Silva e Carlos Lazzari (suplentes)
  • Delegados-representantes junto à CNI: Claudio Affonso Amoretti Bier e Gilberto Porcello Petry (titulares), Daniel Raul Randon e José Antonio Fernandes Martins (suplentes)

Diretoria da Ciergs para a gestão 2024/2027

  • Presidente: Claudio Affonso Amoretti Bier
  • Vice-presidentes: Alexandre Guerra, Erasmo Carlos Battistella, Gilberto Ribeiro, Julio Ricardo Andrighetto Mottin, Mauro Gilberto Bellini, Ricardo Lins Portella Nunes
  • Vice-presidentes regionais: Aquiles Dal Molin Junior, Angelo Cesar Fontana, Geraldo José Alexandrini, Irani Tadeu Cioccari, Jairo Alberto Zandoná, Júlio Carlos Cardoso Kirchhof, Luiz Roberto Saalfeld, Otto Trost, Ruben Antonio Bisi, Tibúrcio Aristeu Grings
  • Diretores: Ademar De Gasperi, Aderbal Fernandes Lima, Alexandre Bittencourt De Carli, Aline Eggers Bagatini, Anderson Pontalti, Bernardo Bregoli Soares, Celso Theisen, Cláudio Guenther, Daniel Martin Ely, Daniela Aesse Kraemer, Diogo Paz Bier, Elio Jorge Coradini Filho, Fernando José Ruschel Justo, Gerenise Viezzer, Gilberto Antônio Piccinini, Guilherme Scozziero Neto, Gustavo Souto Polese, Jerri Rietjens, Joarez José Piccinini, José Luis Korman Tenenbaum, Julio Ricardo Mottin Neto, Leonardo Botelho Zilio, Luciano André Merigo, Marcelo Luís Wallauer, Marcus Coester, Mathias Elter, Paulo Roberto Sachett, Rafael Goellner Garcia, René Ormazabal Moura, Reomar Angelo Slaviero, Ricardo Escoboza, Rodrigo dos Santos Fantinel, Walter Rauen de Souza
  • Conselho Fiscal: Adair Angelo Niquetti, Carla Carnevali Gomes e Jorge Romeu Ritter (titulares), Vivianne Robinson Martinez, Eduardo Lima Cervelin e Ricardo Dias Michelon (suplentes)
Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2024 0 Comentários 504 Visualizações
Business

Novo presidente da Fiergs defende criação de Zona Franca no RS

Por Jonathan da Silva 19/07/2024
Por Jonathan da Silva

O presidente eleito da Federação e do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs/Ciergs), Claudio Bier, tomou posse nesta quinta-feira (18). Em entrevista coletiva na sede da Fiergs, horas antes de ser empossado no Centro de Exposições da entidade, Bier anunciou que uma das prioridades de sua gestão será o de trabalhar pela criação de uma Zona Franca para o RS. O mandato do novo presidente irá até 2027.

Para Bier, o Mercosul não deu certo. “O centro-oeste está crescendo muito, e São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais têm vantagem muito grande em relação ao Rio Grande do Sul em função de nossa localização. Uma das bandeiras da gestão será pensar em um princípio de Zona Franca para o Rio Grande do Sul”, afirmou o novo presidente.

O novo mandatário não detalhou como será o projeto, mas garantiu que ele será trabalhado. “Vamos ter que repensar e tentar com os próximos governos para que o Rio Grande do Sul tenha alguns benefícios, como o nordeste, que possui incentivos e bancos com juros mais baratos. O nordeste tem vantagens que nós não temos, o Rio Grande do Sul precisa começar a pleitear também”, declarou Bier.

O presidente da Fiergs afirmou também que sua gestão será direcionada a quatro pilares: Competitividade, Inovação, Desenvolvimento e Retenção de Talentos, Reconstrução das Indústrias. O mandatário afirmou enxergar o Rio Grande do Sul com totais condições de se reerguer após a tragédia das enchentes, mas que para que isso ocorra com mais rapidez será preciso que as empresas atingidas tenham acesso facilitado a crédito e com juros reduzidos, o que não vem ocorrendo atualmente, segundo ele.

Outro ponto abordado por Bier foi sobre a necessidade de maior atenção e incentivo a projetos de irrigação para o RS, já que, atualmente, apenas 10% da área plantada no estado é irrigada. Para isso, o presidente da Fiergs sugere que se leve adiante o Fundopem Irrigação, proposta que prevê incentivos fiscais aos produtores rurais para investimentos na implantação de sistemas de irrigação nas culturas agrícolas.

Na entrevista coletiva, Bier também apresentou o futuro CEO da Fiergs, Paulo Hermann, que atuou por 22 anos na indústria de máquinas agrícolas John Deere, entre 2012 e 2021 como presidente da empresa.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2024 0 Comentários 377 Visualizações
Business

A moda resiste: Inspiramais anuncia edições no RS e em SP

Por Marina Klein Telles 04/06/2024
Por Marina Klein Telles

Não é novidade que a indústria gaúcha de diversos setores econômicos foi afetada pela catástrofe climática que assolou o Rio Grande do Sul durante boa parte do mês de maio. Diante dos impactos, e principalmente porque o local original de realização do Inspiramais foi duramente atingido (Centro de Eventos FIERGS) e o aeroporto internacional de Porto Alegre deve seguir fora de operação até setembro, o Inspiramais foi remodelado para manter a sua 30ª edição.

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), em parceria com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel), anunciou que o evento de lançamentos ocorrerá nos dias 23 e 24 de julho no Rio Grande do Sul, e nos dias 30 e 31 de julho em São Paulo.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, conta que a indústria da moda, em especial a do Rio Grande do Sul, tem demonstrado grande resiliência, com uma recuperação rápida e que conta com o auxílio dos próprios colaboradores. “A indústria da moda gaúcha, que foi atingida, também entende que a roda precisa girar para preservar os negócios e os empregos. Por isso, mesmo diante das dificuldades logísticas, anunciamos que a 30ª edição do INSPIRAMAIS está confirmada para acontecer no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara/RS, e na Casa Petra, em São Paulo/SP. A moda resiste!”, ressalta.

Como explica o presidente-executivo do CICB, José Fernando Bello, o Inspiramais é um elo vital de uma extensa cadeia de produção, e, por isso, sua realização inovadora em dois grandes centros é tão importante. “As novas datas e realização em dois locais são uma solução que atende à demanda do mercado junto ao Inspiramais. O evento é uma fonte de pesquisa e negócios imprescindível, que dá origem a milhares de coleções e entregas de produtos em couro e outros materiais a cada semestre, e não será diferente agora, contando com a união de todos os envolvidos”, destaca o presidente-executivo.

Para o diretor-superintendente da Abit, Fernando Valente Pimentel, as edições RS e SP do Inspiramais são oportunidades para conhecer as tendências e fazer negócios com o mercado nacional e internacional. “É muito importante dar continuidade a esse evento que sempre foi exitoso e fundamental para a moda e para os negócios da cadeia do couro, agora mais do que nunca. Por isso, é crucial a participação das empresas expositoras e dos compradores para fortalecer esse importante segmento”, salienta.

Operação

Na edição gaúcha, o Inspiramais contará com o espaço Conexão Inspiramais, o Preview do Couro, palestras sobre tendências de moda e mercado, e exposição de produtos. Já na edição de São Paulo, além dos espaços Conexão Inspiramais e Preview do Couro, além da exposição de lançamentos, o salão trará compradores e jornalistas internacionais para rodadas de negócios. “Compradores e jornalistas internacionais já estavam confirmados e foram redirecionados para o evento de São Paulo, pelas condições logísticas. A pauta de exportação é essencial para o nosso setor e foi por isso que realizamos todos os esforços possíveis para manter os projetos”, explica Silvana.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2024 0 Comentários 353 Visualizações
Business

Federações empresariais apoiam projeto que zera impostos federais para setores econômicos do RS

Por Jonathan da Silva 28/05/2024
Por Jonathan da Silva

As federações empresariais Fecomércio-RS, Farsul, Fiergs e Federasul manifestaram apoio ao Projeto de Lei 1915/2024, do deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), que busca zerar os impostos federais para empresas dos setores de turismo, eventos e comércio do Rio Grande do Sul diante dos impactos das enchentes que assolam o estado. Há requerimento de urgência para o andamento da matéria no Congresso Nacional, feito pelo gabinete do deputado Pedro Westphalen (PP-RS). As federações têm trabalhado pela sensibilização dos parlamentares em prol da aprovação.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, explica que este projeto é uma forma de extensão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos, o Perse, que foi criado para socorrer empresas do setor de eventos afetadas pela pandemia. “Nessa formatação, ele permite que empreendimentos do Rio Grande do Sul com diferentes atividades de atuação nos setores de turismo, eventos e comércio sejam beneficiadas, por 60 meses, com a isenção dos tributos de PIS, Cofins, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas”, detalha Bohn.

Neste momento de extrema dificuldade para os gaúchos, esse seria um alento para dar fôlego aos empresários para que possam se reerguer, manter empregos e voltar a gerar renda e fazer a economia girar”, afirma Luiz Carlos Bohn.

Em manifesto conjunto, as federações empresariais gaúchas chamam atenção aos prejuízos gerados pelas enchentes que afetaram, além de residências e empresas, estradas e o principal aeroporto do Rio Grande do Sul, o Salgado Filho, em Porto Alegre. Com a infraestrutura comprometida, inúmeros eventos necessitaram ser cancelados e, com o acesso bastante limitado, polos turísticos como Gramado e Canela deverão registrar prejuízo significativo, colocando em risco milhares de empregos dependentes da atividade turística.

O documento ressalta também que os setores foram alguns dos mais impactados pela pandemia da Covid-19, com muitos estabelecimentos ainda às voltas com financiamentos contraídos para enfrentar o período. “Solicitamos aos parlamentares apoio na aprovação desta proposta, bem como a priorização de outras matérias que venham a auxiliar a recuperação do Rio Grande do Sul”, finaliza Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 388 Visualizações
Business

Estudo da Fiergs mostra que 47 mil indústrias gaúchas foram atingidas pelas enchentes

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) sobre o impacto da catástrofe climática no setor industrial gaúcho mostra que nos municípios afetados – em estado de calamidade pública ou situação de emergência – estão localizadas 47 mil do total de 51 mil indústrias do RS.

Os resultados foram divulgados na tarde da segunda-feira (27). “As inundações no Rio Grande do Sul revelaram um impacto econômico significativo e abrangente. Os dados destacam a importância de direcionar recursos de maneira eficiente para as áreas mais necessitadas. Mas é fundamental ressaltar que os efeitos desse desastre natural ainda estão em curso. Só com a continuidade das avaliações e a divulgação de novos dados será possível obter uma compreensão mais completa dos impactos e planejar estratégias de recuperação mais eficazes, assegurando que os esforços de reconstrução atendam às necessidades reais das comunidades atingidas”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

De acordo com o trabalho elaborado pela Unidade de Estudos Econômicos da FIERGS, conforme o Decreto Estadual 57.626 de 21 de maio, foram reconhecidos 78 municípios em estado de calamidade e 340 em Situação de Emergência. Nestes 418 municípios, estão sediadas 47 mil indústrias do RS, que empregam 813 mil pessoas. As regiões com o maior número de municípios em estado de calamidade foram Vale do Taquari (23), Central (20), Vale dos Sinos (11) e Metropolitana (7).

O estudo da FIERGS inclui os principais indicadores econômicos – atividade, quantidade de estabelecimentos industriais, arrecadação de ICMS e exportações – dos municípios e regiões mais importantes atingidos pelas chuvas. Essas variáveis são as principais informações relevantes para a indústria disponíveis que contemplam os municípios afetados pelo fenômeno meteorológico. O estudo também divide o RS em dez regiões econômicas: Metropolitana, Vale dos Sinos, Serra, Serra Centro, Vale do Taquari, Central, Planalto, Missões, Campanha e Sul.

Em relação à atividade econômica, as regiões com municípios em estado de calamidade pública com maior Valor Adicionado Bruto (VAB) – que é o valor que cada setor da economia (agropecuária, indústria e serviços) acresce ao valor final de tudo que foi produzido em uma região – potencialmente afetado eram: Metropolitana (R$ 87 bilhões), Vale dos Sinos (R$ 52 bilhões), Vale do Taquari (R$ 29 bilhões), Serra (R$ 29 bilhões) e Central (R$ 28 bilhões). Em relação ao VAB da Indústria, as regiões com maior atividade industrial potencialmente atingida eram: Vale dos Sinos (R$ 19 bilhões), Vale do Taquari (R$ 14,6 bilhões), Metropolitana (R$ 11,4 bilhões) e Serra (R$ 9,9 bilhões).

Apesar de representarem apenas 15,7% dos municípios do Rio Grande do Sul, as cidades em estado de calamidade possuem uma alta representatividade econômica no Estado, especialmente no setor industrial: 50,7% do VAB do RS, 57,1% do VAB industrial, 48,1% dos estabelecimentos industriais, 52,7% dos empregos industriais, 65,6% das exportações da indústria e 56,3% da arrecadação de ICMS com atividades industriais.

Já na Indústria de Transformação, mais de 50% da massa salarial dos segmentos estão em municípios em estado de calamidade. Ramos com grande representatividade na massa de salários do RS se encontram nessas regiões: Alimentos (R$ 190 milhões nos locais em calamidade), Máquinas e equipamentos (R$ 162 milhões) e Produtos de metal (R$ 128 milhões). Essas cidades concentram quase a totalidade da produção de Tabaco (99,8%) e de Farmoquímicos e farmacêuticos (93,1%) do Rio Grande do Sul.

Ainda, quanto às exportações da Indústria de Transformação em cidades potencialmente afetadas, as regiões Sul (US$ 3,7 bilhões), Central (US$ 3,1 bilhões) e Metropolitana (US$ 2,6 bilhões) se destacam. Por fim, as regiões com maior impacto potencial sobre a arrecadação de ICMS em estabelecimentos industriais foram Vale dos Sinos (R$ 4,7 bilhões), Metropolitana (R$ 2,1 bilhões) e Serra (R$ 2 bilhões).

Situação de emergência

Também de acordo com o decreto estadual de 21 de maio, 68,4% dos municípios gaúchos estão em situação de emergência (340). Entre as regiões que possuem municípios nessa situação, destacam-se em atividade econômica, medida pelo Valor Adicionado Bruto: Missões, com R$ 43,8 bilhões; Planalto, R$ 42,1 bilhões, Campanha, R$ 24,9 bilhões; e a região Sul, R$ 20,3 bilhões. Ao focar especificamente o VAB da indústria, 37,7% desse total se concentra nas regiões afetadas, com os maiores valores encontrados em: Planalto (R$ 9,1 bilhões), Missões (R$ 7,3 bilhões), Serra Centro (R$ 5,2 bilhões) e Metropolitana (R$ 5,0 bilhões). As localidades ainda abrigam cerca de 22 mil indústrias, o que representa aproximadamente 44% do total do Rio Grande do Sul. Na Indústria de Transformação, 42,5% da massa salarial está concentrada nesses municípios que se encontram em situação de emergência.

O cenário de calamidade influenciou no sentimento do industrial gaúcho. Em maio, a pesquisa de Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) divulgada pela FIERGS teve a sua maior queda desde novembro de 2022 e atingiu o menor nível desde junho de 2020: 44,4 pontos, 6,1 a menos que em abril.

As expectativas com relação ao futuro das empresas, que até então sustentavam o otimismo e a confiança da indústria gaúcha, foram as mais impactadas. O Índice de Expectativas das Empresas desabou dez pontos, de 57,7 para 47,7, menor valor desde maio de 2020, voltando ao campo pessimista pela primeira vez desde novembro de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 357 Visualizações
Cidades

Reparo emergencial no dique da Fiergs é concluído em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 23/05/2024
Por Jonathan da Silva

As equipes da etaria de Serviços Urbanos (Smsurb) concluíram nesta quarta-feira (22) os serviços de recomposição de três pontos do dique da Fiergs, no bairro Sarandi, na zona norte da capital. No início de maio, houve o extravasamento da várzea do rio Gravataí pela estrutura, devido à elevação e força da água. A manutenção começou no domingo (19), com a colocação de pedra-rachão.

De acordo com o secretário de Serviços Urbanos, Assis Arrojo, o serviço precisou ser realizado para estancar a entrada de água para o bairro Sarandi. “Com isso, os moradores poderão retornar para suas casas o mais breve possível”, destaca Assis Arrojo.

Foto: Pavlofox/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2024 0 Comentários 448 Visualizações
Business

Fecomércio-RS solicita suspensão de recolhimentos do FGTS para empresas gaúchas

Por Marina Klein Telles 21/05/2024
Por Marina Klein Telles

Em documento conjunto enviado ao ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, nesta segunda-feira, 20 de maio, Fecomércio-RS e a Fiergs reforçam demandas em prol das empresas gaúchas frente à crise gerada pelas enchentes. Foi solicitada a ampliação do alcance da suspensão dos recolhimentos do FGTS, bem como nova solicitação da reativação do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que esteve vigente durante a pandemia.

A principal solicitação protocolada refere-se ao Fundo de Garantia, que teve suspensa a exigibilidade de recolhimento referente às competências de abril a julho. A medida foi solicitada pelas entidades e já está valendo. Contudo, se restringe apenas aos 46 municípios com decretos de calamidade pública vigente. O pedido das federações é para que empresas de todo o Rio Grande do Sul sejam contempladas com a suspensão.

“Os impactos decorrentes das enchentes têm se alastrado pelo Estado, seja pela conexão entre estabelecimentos de uma mesma cadeia produtiva, seja pela grande destruição de ativos de infraestrutura, como estradas e pontes, que causam mais de uma centena de interrupções rodoviárias e do fechamento do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre”, traz o documento assinado pelo presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, e pelo presidente em exercício da Fiergs, Arildo Bennech Oliveira. “Os prejuízos já são transmitidos a estabelecimentos localizados em todo o Estado”.

As entidades também aproveitaram a comunicação para reiterar a necessidade da reimplementação do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. A medida esteve vigente durante a pandemia de Covid-19 e oferecia um benefício emergencial a colaboradores afastados das empresas, a fim de garantir a manutenção dos empregos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
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