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Variedades

Final do Freio de Ouro na Expointer terá 106 cavalos crioulos

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Grande Final do 45º Freio de Ouro será realizada neste sábado, 5 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, com 106 exemplares admitidos para a disputa, sendo 53 fêmeas e 53 machos. A admissão dos animais foi conduzida pelo inspetor técnico credenciado à Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), Thiago Andreolla Persici. As atividades que antecedem a final começaram nesta terça-feira (1º) e seguem até sábado, com avaliações de diferentes etapas da competição.

Ao longo da semana, os conjuntos passam pelas etapas de Morfologia, Andaduras, Figura, Voltas Sobre Patas e Esbarradas, Bayard/Sarmento, Mangueira I e II e Campo I e II. A etapa morfológica começou com a avaliação das fêmeas e dos machos por dois grupos de jurados.

Preparação para a final

O presidente da ABCCC, André Luiz Narciso Rosa, acompanha as provas em Esteio e afirma que a expectativa é de uma semana de competição de acordo com a importância do evento. “Chegamos a mais uma grande final com a certeza de que teremos uma semana à altura do que o Freio representa”, celebra Narciso Rosa.

O dirigente também destaca a trajetória dos conjuntos classificados ao longo do ciclo de competições. “São conjuntos que construíram suas trajetórias ao longo de todo o ciclo e chegaram à pista máxima da raça Crioula. É a hora de viver esse momento com a pista cheia e com essa expectativa que só o Freio de Ouro é capaz de proporcionar. A cada edição, o Freio nos mostra a força e a paixão que movem o Cavalo Crioulo”, completa Narciso Rosa.

Campeões retornam à disputa

A final deste ano terá a participação de animais que já venceram o Freio de Ouro. Entre os machos, Ópio da Baraúna retorna à competição após conquistar o título no ano passado. O animal foi criado e exposto pela Baraúna Agropastoril Industrial Ltda., da Cabanha Baraúna, de Arroio Grande.

Nascido em 2019, Ópio da Baraúna é filho de Niazzi Improviso e Algazarra da Palmeira. O ginete Raul Teixeira Lima será responsável por conduzi-lo durante a competição.

Entre as fêmeas, a atual campeã, Índia Envenenada Del Chamamé, também volta à disputa. A égua foi criada e exposta por Tomás y Martín Gurmendez Marquez, do estabelecimento El Chamamé, de Florida, no Uruguai.

Nascida em 2017, Índia Envenenada Del Chamamé possui genética de Basco Veneno e Indiecita Del Chamamé. A condução na pista ficará a cargo do ginete Gabriel Viola Marty.

Acompanhamento das provas

As disputas do Freio de Ouro podem ser acompanhadas em tempo real pelo canal oficial do Cavalo Crioulo no YouTube.

O 45º Freio de Ouro tem patrocínio de Banrisul, Bompack, Florestal, Intacta 2 Xtend, John Deere, Supra e Vetnil. O evento também conta com o apoio da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Irani, Oviedo, RAM, Real Wood e Vinícola Salton.

Programação

Terça-feira, 1º de setembro
  • 8h30min – Etapa morfológica – Categoria Fêmeas
  • 14h – Etapa morfológica – Categoria Machos
Quarta-feira, 2 de setembro
  • 8h30min – Andaduras/Figura/VSP/Esbarradas – Categoria Fêmeas
Quinta-feira, 3 de setembro
  • 8h30min – Andaduras/Figura/VSP/Esbarradas – Categoria Machos
Sexta-feira, 4 de setembro
  • 8h30min – Mangueira I
  • 15h – Campo I
Sábado, 5 de setembro
  • 10h – Mangueira II
  • 14h – Abertura Oficial da Final do 45º Freio de Ouro
  • Na sequência – Bayard/Sarmento
  • Na sequência – Campo II
  • Na sequência – Encerramento Freio de Ouro no Boulevard do Cavalo Crioulo
Foto: Maurício Vinhas/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 141 Visualizações
Variedades

Entrega de chaves na Expointer formaliza cessão da Casa Febrac

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

TangA entrega das chaves da Casa Febrac formalizou, durante a 49ª Expointer, a cessão definitiva do espaço destinado à Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O ato ocorreu durante a feira e assegura à entidade a manutenção da sede utilizada para reuniões, atividades com associações de criadores e programações realizadas durante a Expointer. A chave foi entregue ao presidente da Febrac, Marcos Tang, pelo presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Domingos Antônio Velho Lopes, e pela subsecretária do parque, Elizabeth Obino Cirne-Lima.

A cerimônia também marcou a primeira edição do Mérito Febrac e uma nova entrega da Medalha Paulo Brossard. Ao todo, dez profissionais ligados à agropecuária, às associações de criadores e à organização do setor foram homenageados.

Casa Febrac

Com a cessão definitiva, a Febrac passa a ter assegurado o uso da Casa Febrac dentro do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil. O local é utilizado para reuniões, atividades com associações de criadores e ações relacionadas à programação da Expointer.

Durante a cerimônia, o presidente da Febrac, Marcos Tang, destacou a atuação dos homenageados na trajetória das entidades ligadas à produção animal. “Estamos aqui porque temos um passado, um presente que nos alicerça para o futuro. Essas pessoas fizeram muito pelo passado e, em sua grande maioria, continuam fazendo muito pelo presente. Então, é, como se diz, por justiça e dever homenageá-las”, afirmou Tang.

Mérito Febrac

A primeira edição do Mérito Febrac homenageou cinco profissionais. Receberam a distinção o assessor técnico junto ao Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, Sandro Schlindwein; a gerente administrativa e financeira da Associação Brasileira de Angus, Katiulce Santos; a superintendente administrativa da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul, Marcia Gonçalves dos Santos; a secretária da Associação Núcleo Sul de Criadores de Cavalo Quarto de Milha, Darlene Marques; e a secretária da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Carmen Diva Santos Saraçol.

Criado em 2026, o Mérito Febrac tem como objetivo reconhecer profissionais com atuação relacionada às entidades de criadores e à agropecuária.

Medalha Paulo Brossard

A Medalha Paulo Brossard, criada em 2019, teve cinco novos agraciados nesta edição. Foram homenageados o vice-presidente administrativo, financeiro e de patrimônio da Febrac, Valdir Ferreira Rodrigues; o presidente da Associação Brasileira de Angus e Ultrablack, José Paulo Dornelles Cairoli; o coordenador do Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte (Nespro/UFRGS), Julio Barcelos; a subsecretária do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, Elizabeth Obino Cirne-Lima; e o criador de Angus José Roberto Pires Weber.

Cairoli, Elizabeth e Weber já ocuparam a presidência da Febrac. A medalha é concedida pela federação desde 2019 a profissionais ligados à agropecuária e às organizações de criadores.

Foto: Karoline Ávila/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 64 Visualizações
Variedades

ANC celebra 120 anos com anúncio da 4ª Fenagen na Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC) celebrou 120 anos de atuação nesta segunda-feira (31), durante a 49ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A solenidade reuniu autoridades, presidentes de entidades, criadores, técnicos e familiares na casa da entidade e marcou o lançamento de um documentário sobre a trajetória da associação, do novo site institucional e o anúncio da 4ª Feira Nacional de Genética Promebo (Fenagen), prevista para ocorrer de 30 de junho a 3 de julho de 2027, na Associação Rural de Pelotas.

A ANC atua no registro genealógico e no melhoramento genético da pecuária brasileira. Atualmente, a entidade registra 41 raças bovinas, bubalinas e equinas e realiza mais de 100 mil registros de animais por ano.

Trajetória de 120 anos

Durante o evento, a ANC apresentou um documentário que resgata a história da entidade ao longo de mais de um século de atuação no registro genealógico, no melhoramento genético e na evolução da pecuária brasileira. Também foi apresentado o novo site da associação, desenvolvido com uma proposta de navegação mais moderna e intuitiva.

O presidente da ANC, Joaquin Villegas, destacou a participação da entidade no desenvolvimento genético dos rebanhos brasileiros e lembrou episódios da formação do Herd-Book Collares. “A ANC representa o melhoramento genético dos rebanhos do país. Em 1904, Leonardo Brasil Collares idealizou a ANC. Foi em 1906 que foi registrado o primeiro animal, um touro Shorthorn importado da Inglaterra. Naquele mesmo ano, foi registrado o primeiro animal Angus, um touro chamado Melenic, importado do Uruguai. Na sequência, vieram outras raças, como Hereford e Devon”, recordou Villegas.

O Charolês passou a ser registrado pela entidade em 1927, com a novilha Fadech, importada da França por Cipriano de Sousa Mascarenhas. “E assim, várias raças foram chegando”, completou Villegas.

Atualmente, a ANC mantém registros de 41 raças entre bovinas, bubalinas e equinas e ultrapassa 100 mil registros anuais. Ao falar sobre o aniversário da entidade, o presidente também destacou a participação de criadores, dirigentes, colaboradores e técnicos na construção da trajetória da associação.

Fica aqui nossa homenagem a todos os criadores, dirigentes, colaboradores e técnicos que construíram esses 120 anos de história. Uma história de muito trabalho, pautada sempre pela ética, pela seriedade e pelo compromisso com o melhoramento genético da nossa pecuária”, ressaltou Joaquin Villegas.

Fenagen terá quarta edição em 2027

A programação também confirmou a realização da 4ª Feira Nacional de Genética Promebo, a Fenagen, entre 30 de junho e 3 de julho de 2027, na Associação Rural de Pelotas. A feira foi criada em 2024 para marcar os 50 anos do Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo).

Segundo Villegas, as três primeiras edições apresentaram crescimento no número de animais, expositores e empresas participantes. “Os criadores gostaram muito do formato e a feira acabou se tornando um evento anual. A segunda Fenagen superou a primeira e a terceira superou a segunda, tanto no número de animais quanto no número de expositores. Em 2026, tivemos 48 expositores, 18 a mais do que em 2025”, afirmou o dirigente.

O presidente do Conselho Deliberativo Técnico (CDT) da ANC, médico-veterinário Leandro Hackbart, relacionou a realização da Fenagen à renovação da entidade e à experiência acumulada ao longo de seus 120 anos. “A ANC é aquela entidade centenária que se renova. Acho que a feira veio justamente com esse propósito: mostrar o potencial que temos de uma entidade que tem história, tem base e tem trabalho, mas que também está alinhada e preocupada em entregar um produto diferente para seus sócios”, expressou o dirigente.

Segundo Hackbart, o Promebo e a Fenagen estão relacionados ao trabalho desenvolvido com os criadores. A proposta da feira, de acordo com o dirigente, é ampliar o debate sobre melhoramento genético, além da exposição dos animais. “A Fenagen vem com um modelo novo de julgamento. Ela não está preocupada apenas em bater metas de animais inscritos, como uma exposição convencional, mas em se tornar um polo de discussão do melhoramento genético das raças britânicas e suas cruzas”, explicou o médico-veterinário.

O dirigente também afirmou que as primeiras edições contribuíram para o aprimoramento do formato da feira e para sua consolidação no calendário da pecuária.

Embora nossa equipe também venha superando cada vez mais os desafios, porque aqui ninguém sabia organizar eventos e exposições, estamos conseguindo, ano a ano, ajustar e entregar uma exposição melhor”, afirmou Leandro Hackbart.

As atividades da ANC durante a Expointer 2026 têm patrocínio de Alta Genetics/Progen, ABS Pecplan e Neogen.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 56 Visualizações
Variedades

Corriedale amplia critérios de julgamento na Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

O julgamento da raça Corriedale na 49ª Expointer está incorporando, pela primeira vez, a avaliação da área de lombo entre os critérios utilizados na seleção dos animais. A análise ocorreu nesta segunda-feira (31), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, com 30 ovinos inscritos. A novidade foi integrada à avaliação de características relacionadas à produção de carne e lã, estrutura corporal e pureza racial, em uma estratégia de melhoramento que busca ampliar a produtividade sem alterar a característica de duplo propósito da raça.

A grande campeã foi Pimenteira 650, uma borrega de 103 quilos da Cabanha Pimenteira, de Santa Vitória do Palmar. O animal foi apresentado pelo criador Marco Petruzzi.

Seleção considera carne e lã

Segundo o criador Marco Petruzzi, a escolha considerou o conjunto de características apresentadas pela borrega, incluindo a finura da lã e sua origem genética. “Era o animal mais completo, com finura de lã de 31 micras e filha de um campeão eleito em 2023. Isto significa que genética e melhor trato são fundamentais para se obter grandes resultados”, afirmou Petruzzi.

O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Corriedale (ABCC), Gustavo Velloso, explicou que a raça é avaliada por características relacionadas tanto à produção de carne quanto à produção de lã. Entre os aspectos considerados estão porte, vigor e conformação corporal.

De acordo com Velloso, os animais também devem apresentar andar ágil e vitalidade, características relacionadas à capacidade de deslocamento. Por ser uma raça de duplo propósito, o equilíbrio zootécnico é orientado em 50% para a produção de lã e 50% para a produção de carne.

O dirigente também destacou que o animal deve apresentar esqueleto bem constituído e velo pesado, extenso e de boa qualidade. Na avaliação dos machos, a cabeça deve expressar masculinidade, com largura, fossas nasais abertas, boca forte e boa cobertura de lã na parte superior. “A raça Corriedale ostenta bom nível no Rio Grande do Sul, tanto de machos, quanto de fêmeas. Melhoramos consideravelmente a produção de lã e de carne. Com isto, os produtores estão conseguindo uma rentabilidade bem maior”, destacou Velloso.

Área de lombo entra na avaliação

A avaliação da área de lombo foi incluída pela primeira vez no julgamento da raça na Expointer. A mudança amplia os critérios relacionados às características corporais dos animais e à produção de carne.

O jurado uruguaio Rafael Elhordoy afirmou que, no Uruguai, os dados de Evolução de Peso Vivo (EPV), que envolvem informações zootécnicas e estatísticas, são utilizados há anos em trabalhos de melhoramento genético de bovinos e ovinos. “Nós tivemos um resultado, em especial na finura da lã, passando de 24 a 25, considerada de finura média e fina”, afirmou Elhordoy.

O também jurado uruguaio João Mattassoles acrescentou que o objetivo do melhoramento é avançar nas características produtivas sem deixar de considerar a conformação corporal dos animais.

Grande campeão masculino

No final da tarde, foi divulgado o resultado do Grande Campeão masculino. O título ficou com o ovino Letícia 3195, da Cabanha Letícia, de Barra do Quaraí, de propriedade de João Antônio Fittipaldi. Para o criador, a seleção deve considerar as características relacionadas à produção de carne, à pureza racial e à lã. “Precisamos enaltecer a parte carniceira, a pureza racial e a finura de lã adequada, almejando as demandas do mercado”, pontuou Fittipaldi.

Foto: ABCC/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Variedades

Hereford define supremos campeões da Expointer 2026

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

Os títulos máximos do Hereford na 49ª Expointer foram conquistados por uma fêmea de Santa Vitória do Palmar e um macho de Bom Jesus. Cabeceiras 152 Linda de Fato, da Cabanha Mergulhão e Hereford Cabeceiras, foi escolhida como Suprema Campeã Hereford, enquanto Bortolozzo FIV 94 Braia Axelle Blueprint, da Cabanha Bortolozzo, recebeu o título de Supremo Campeão entre os machos. Os julgamentos foram realizados nesta segunda-feira (31), na Pista Central do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, pela Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), com animais das raças Hereford e Polled Hereford.

Os julgamentos das fêmeas ocorreram no início da tarde, sob avaliação do jurado Manuel Gularte Sarmento. Primeiro foram analisadas as fêmeas Hereford PO e, na sequência, as Polled Hereford PO.

O Grande Campeonato Fêmeas Hereford PO ficou com o Box 1240, tatuagem 28, Três Marias Açude 28, pertencente ao estabelecimento Três Marias Açude, de Bagé.

Entre as Polled Hereford PO, o Grande Campeonato Fêmeas ficou com o Box 1289, tatuagem 152, Cabeceiras 152 Linda de Fato, da Cabanha Mergulhão e Hereford Cabeceiras, de Santa Vitória do Palmar. A fêmea também foi escolhida como Suprema Campeã Hereford da Expointer 2026.

Na sequência, foram julgados os machos Hereford e Polled Hereford PO. O Grande Campeonato Machos Hereford PO foi conquistado pelo Box 1262, tatuagem 1703, Três Marias Cadernal 1703, do estabelecimento Três Marias, de Bagé.

Já o Grande Campeonato Polled Hereford PO ficou com o Box 1263, tatuagem FIV 94, Bortolozzo FIV 94 Braia Axelle Blueprint, da Cabanha Bortolozzo, de Bom Jesus (RS). O animal também recebeu do jurado o título de Supremo Campeão Hereford da Expointer 2026.

Avaliação do jurado

Ao comentar a escolha do macho Supremo Campeão, o jurado Manuel Gularte Sarmento destacou características relacionadas ao volume, conformação e padrão racial do animal. “Um touro que impressiona todo o seu volume, uma cabeça muito expressiva de macho, com uma boa correção ocular, boa pigmentação, muita pureza racial profunda”, destacou Sarmento. Segundo ele, a quantidade de carne do animal pode ser observada também pela parte traseira do touro.

Foto: Fernando Spolavori/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 88 Visualizações
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Olivicultura brasileira prevê safra menor em 2027

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A produção brasileira de azeite extravirgem alcançou 1,434 milhão de litros em 2026, mas a expectativa do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) é de uma redução na safra de 2027. O cenário foi apresentado nesta segunda-feira (31), durante coletiva de imprensa na 49ª Expointer, em Esteio. Segundo a entidade, a previsão de uma primavera com chuvas no Rio Grande do Sul pode afetar a próxima colheita, enquanto o setor busca reduzir as oscilações produtivas por meio de pesquisa, tecnologia e aprimoramento do manejo.

A cadeia nacional reúne mais de 620 produtores e 77 lagares em operação, distribuídos por cerca de 280 municípios de oito estados. O Rio Grande do Sul foi responsável por 81% da produção nacional de 2026 e concentra a maior área cultivada, com aproximadamente 7,1 mil hectares, o equivalente a cerca de 69% dos 10,3 mil hectares de oliveiras plantados no país.

Produção gaúcha

Atualmente, o Ibraoliva reúne 390 olivicultores em cerca de 120 municípios do Rio Grande do Sul. Entre os principais municípios estão Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé e Cachoeira do Sul. De acordo com o presidente do Ibraoliva, Flávio Obino Filho, essas localidades concentram parte da infraestrutura de processamento e vêm incorporando novas tecnologias.

O desempenho de 2026 vem após duas safras afetadas pelo excesso de chuvas. Para o instituto, o aumento da produção, diante de uma área plantada relativamente estável, indica que fatores como manejo, adaptação às condições climáticas e melhorias nas etapas de colheita e processamento também contribuíram para o resultado.

Pesquisa e tecnologia

Com a possibilidade de uma primavera mais chuvosa no estado, o Ibraoliva trabalha com a perspectiva de uma produção menor em 2027. A entidade pretende ampliar a pesquisa para diminuir as variações de produtividade entre as safras e aumentar a estabilidade da produção. “Vamos ampliar a pesquisa para reduzir as oscilações na produção. Nós temos que acabar com essa montanha-russa e precisamos ter uma estabilidade produtiva. Por isso, estamos cada vez mais aliados à tecnologia e às universidades como a Universidade Federal de Santa Maria, a Universidade Federal de Pelotas”, afirmou Flávio Obino Filho.

Fiscalização

O Ibraoliva também informou que continuará acompanhando a fiscalização de azeites importados realizada pelo Ministério da Agricultura. Em agosto deste ano, laudos apontaram que algumas marcas de produtos estrangeiros comercializados com identificação de azeite extravirgem não atendiam aos padrões da categoria.

Em março de 2025, o governo brasileiro zerou a alíquota de importação do azeite extravirgem, enquanto manteve em 9% a alíquota aplicada ao azeite virgem.

Mercado

Para ampliar a presença do produto nacional no mercado, a entidade pretende desenvolver ações de divulgação do consumo e estimular a comercialização conjunta entre marcas. “Vamos ampliar ações de divulgação do consumo de azeite brasileiro e estimular a venda cooperativada entre marcas para aumentar a escala e melhorar a competitividade do produto nacional”, completou o presidente.

Outras regiões produtoras

A Serra da Mantiqueira, que abrange áreas de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, é apontada como o segundo polo nacional de produção de azeite. Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo são considerados Estados com potencial de expansão do cultivo e da produção de olivas no país.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 59 Visualizações
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Mostra reúne projetos de escolas agrícolas na Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Mostra de Ensino Técnico Agrícola (Meta) iniciou nesta segunda-feira (31) a apresentação de dez projetos desenvolvidos por estudantes de escolas técnicas agrícolas do Rio Grande do Sul durante a 49ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Os trabalhos estão expostos na Casa da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (Agptea) e foram selecionados entre cerca de 28 projetos encaminhados por 29 escolas. A iniciativa utiliza a iniciação científica como ferramenta de aprendizado e formação dos estudantes, aproximando-os de temas relacionados à inovação, tecnologia e resolução de problemas do agronegócio.

A Meta é coordenada pelo professor Carlos Fontoura e, devido à limitação de espaço para a exposição, foram estabelecidos critérios para selecionar os dez trabalhos apresentados na feira. Segundo o coordenador, cinco projetos do primeiro grupo apresentado nesta segunda-feira também estão sendo demonstrados no auditório central da Expointer nesta terça-feira (1º), a partir das 9h. Os demais integram a programação da mostra na Casa da Agptea. “Para nós é uma grata satisfação poder receber esses trabalhos. Eles demonstram o que os professores, os alunos e as escolas agrícolas fazem no seu dia a dia”, afirmou o coordenador.

Além da exposição na Expointer, os dez projetos selecionados terão a oportunidade de participar da Mostratec, feira de ciência e tecnologia realizada em outubro, na Fenac, em Novo Hamburgo. Para Fontoura, a pesquisa contribui para a aplicação de novas metodologias de ensino e para o desenvolvimento da capacidade de análise dos estudantes. “A educação hoje trabalha com metodologias ativas. A iniciação científica é uma das melhores ferramentas para trazer inovação, tecnologia e tornar o aluno um ser pensante”, destacou o professor.

Projetos desenvolvidos nas escolas

Entre os trabalhos selecionados estão pesquisas relacionadas a um alimentador automático com placa solar, ao cultivo sustentável de hortaliças, ao uso de biochar para transformar resíduos em sustentabilidade, ao desenvolvimento de um sucedâneo de lácteo para cordeiros e ao uso de defensivos e nutrientes alternativos na agricultura.

Fontoura também destacou a participação de estudantes de escolas técnicas agrícolas gaúchas em feiras científicas nacionais, como a Febrace, a Mostratec e a Febic, além de eventos realizados em diferentes regiões do país. Segundo ele, os resultados indicam a necessidade de investimentos na formação dos estudantes e na qualificação dos professores. “Se a gente investir nessa juventude e na qualificação dos nossos professores, teremos resultados cada vez melhores”, afirmou o coordenador.

A Meta é desenvolvida durante todo o ano, com acompanhamento das escolas e dos projetos. “É um trabalho contínuo, de formação em serviço, de mentoria e de visita às escolas durante o ano inteiro. A gente conhece esse potencial e tem a oportunidade de trazê-lo para o grande público”, explicou Fontoura.

Pesquisa como ferramenta pedagógica

A participação na Expointer permite que os projetos desenvolvidos nas escolas sejam apresentados ao público que visita a feira agropecuária. Para Fontoura, a exposição também amplia o contato da sociedade com a produção científica realizada nas escolas técnicas agrícolas. “Trazer esse trabalho para a Expointer é uma grata satisfação e sempre um motivo de alegria. É a oportunidade de mostrar o potencial das nossas escolas agrícolas para a sociedade”, expressou o coordenador.

O presidente da Agptea, Fritz Roloff, afirmou que a realização da Meta durante a Expointer amplia a exposição dos projetos e permite apresentar diferentes áreas de pesquisa desenvolvidas pelos estudantes. “Mais uma vez a Agptea está abrindo a casa aqui na Expointer, trazendo projetos de pesquisa e de inovação na área agrícola. E, neste ano, temos uma variedade de temas que abrangem tanto a pesquisa e a tecnologia quanto questões relacionadas ao meio ambiente e ao fazer pedagógico”, reforçou Roloff.

Para o presidente da entidade, a pesquisa científica também pode ser utilizada como ferramenta pedagógica para ampliar a participação dos estudantes no processo de aprendizagem. “É uma ferramenta fundamental que o professor tem na mão para incentivar cada vez mais seus alunos, para que eles deixem de ser meros assistentes de aula e sejam protagonistas, aqueles que vão justamente buscar o conhecimento”, pontuou Roloff.

O presidente da Agptea também destacou a necessidade de os estudantes não apenas receberem informações, mas conseguirem organizar, interpretar e aplicar os conhecimentos adquiridos.

O conhecimento está aí. Depende da sistematização que o aluno consiga fazer, para que não seja só uma reprodução de conteúdos, mas realmente uma participação na vida, para que possa aproveitar esse conhecimento e trazer para o seu cotidiano melhorias, principalmente para o seu futuro”, afirmou Fritz Roloff.

Foto: Tamires de Moraes/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Projetos especiais

Expointer recebe lançamento da Coleção Terra Gaúcha

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

O Sebrae RS e o Senar-RS lançam a Coleção Terra Gaúcha nesta quarta-feira, 2 de setembro, durante a Expointer 2026. A iniciativa é voltada à valorização e qualificação do turismo rural no Rio Grande do Sul. O lançamento ocorre às 17h30min, na Casa do Senar, e contará com apoio do Governo do Estado. No primeiro ciclo, até 50 propriedades e empreendimentos rurais poderão integrar a coleção, que pretende identificar experiências já existentes ou com potencial para desenvolver atividades turísticas e ampliar sua presença nos mercados nacional e internacional.

A iniciativa faz parte do programa Juntos pelo Agro e busca reunir propriedades que trabalham com elementos como produção agropecuária, gastronomia, cultura, paisagens e modos de vida do campo. A proposta é transformar esses atributos em experiências turísticas e ampliar a visibilidade das propriedades participantes.

O diretor técnico do Sebrae RS, Ariel Berti, explica que a escolha da Expointer para o lançamento está relacionada à conexão entre a produção agropecuária e o turismo. Segundo ele, a iniciativa pretende reconhecer experiências que utilizam produtos, territórios, histórias e modos de fazer como elementos de atração de visitantes interessados na cultura e na identidade de diferentes regiões. “Quando falamos de turismo autêntico, do papel dos produtos de origem e de uma gastronomia ligada ao território, estamos falando de atributos que já existem no turismo rural gaúcho. O desafio é posicionar essas características como parte de uma oferta turística de excelência, capaz de agregar valor às propriedades e aos territórios”, destacou Berti.

Até 50 propriedades no primeiro ciclo

No primeiro ciclo da Coleção Terra Gaúcha, poderão ser selecionadas até 50 propriedades e empreendimentos rurais. Os participantes terão uma identidade própria dentro da coleção, com o objetivo de estabelecer uma conexão entre diferentes experiências do meio rural do estado.

O diretor técnico do Sebrae RS ressaltou que a atividade turística já representa uma forma de diversificação da renda em propriedades rurais, mas afirma que a proposta é ampliar o valor gerado por essa atividade. “O turismo diversifica a renda, e isso já acontece. Mas queremos ir além, agregando valor e criando oportunidades para que os produtos, as histórias e os modos de vida do campo sejam também experiências para os visitantes, alinhadas a uma estratégia de promoção do estado”, pontuou Ariel Berti.

Selo e capacitações

A iniciativa também terá o selo Terra Gaúcha, que será utilizado para identificar e diferenciar as propriedades integrantes da coleção. Segundo o coordenador do Departamento de Desenvolvimento e Inovação do Senar-RS, Henrique Padilha, o reconhecimento poderá estimular a troca de conhecimentos entre empreendimentos em diferentes estágios de desenvolvimento. “A Coleção Terra Gaúcha busca identificar propriedades com diferenciais e potencial para o turismo rural. Algumas já apresentam um nível maior de maturidade e podem servir como referência, enquanto outras ainda possuem aspectos que poderão ser desenvolvidos e qualificados”, pontuou o coordenador do Departamento de Desenvolvimento e Inovação do Senar-RS, Henrique Padilha.

O selo não terá caráter de certificação. Ele será utilizado como forma de reconhecimento e diferenciação das propriedades participantes.

Para auxiliar no desenvolvimento dos empreendimentos, o Senar-RS oferecerá capacitações e treinamentos em áreas como gestão, atendimento, segurança, legislação, adequações das propriedades e organização da atividade turística. O Sebrae RS atuará principalmente nas áreas de gestão, posicionamento, mercado e desenvolvimento de pequenos negócios.

Essa combinação contribui para que os produtores consigam transformar aquilo que já possuem de diferencial – produção, gastronomia, cultura, história e modo de vida – em experiências turísticas cada vez mais qualificadas, estruturadas e sustentáveis”, concluiu Henrique Padilha.

Oferta turística do estado

O secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub, afirma que a iniciativa pretende contribuir para a apresentação de uma oferta turística relacionada às características do meio rural gaúcho. “O Rio Grande do Sul tem no meio rural alguns dos seus maiores diferenciais turísticos: a nossa cultura, as tradições, a gastronomia de origem, os produtos locais, as paisagens e, principalmente, a autenticidade das experiências. A Coleção Terra Gaúcha nasce para identificar, qualificar e dar visibilidade ao que temos de melhor, reunindo experiências capazes de representar o Estado com um padrão de excelência”, reforça o secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub.

A expectativa do Governo do Estado é que o projeto também contribua para fortalecer a cadeia turística nos territórios, envolvendo produtores, agroindústrias e outros negócios relacionados à atividade.

Queremos que o programa deixe um legado concreto para quem empreende no meio rural. Isso passa pela qualificação das experiências e do atendimento, pelo aprimoramento da gestão e pela abertura de novos canais de promoção e comercialização”, finaliza Raphael Ayub.

Seleção das propriedades

Durante o lançamento da Coleção Terra Gaúcha serão apresentados o processo de seleção das propriedades e os critérios para participação. Na ocasião, também serão divulgadas as orientações para inscrição.

A iniciativa reúne Sebrae RS, Senar-RS, Farsul e CNA, por meio do programa Juntos pelo Agro, com apoio do Governo do Estado.

Serviço

  • O quê: lançamento da Coleção Terra Gaúcha
  • Quando: quarta-feira, 2 de setembro, às 17h30min
  • Onde: Casa do Senar, em Esteio, durante a Expointer 2027
Foto: Maurício Concatto/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 90 Visualizações
Variedades

Agroindústrias de Canela participam da Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

Quatro agroindústrias de Canela estão participando da 49ª Expointer, realizada desde sábado (29), até 6 de setembro, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A Queijaria Alvorada Missioneira, o Sítio das Goiabeiras, a Flor de Canela e o Morro Calçado levam à feira produtos artesanais produzidos no interior do município, com itens como queijos, doce de leite, geleias e mel. A participação permite a exposição e a comercialização da produção da agricultura familiar de Canela para visitantes de diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

Durante a feira, as quatro agroindústrias comercializam produtos coloniais produzidos no município. Entre os itens estão queijos, doce de leite, geleias e mel, além de outros produtos elaborados pela agricultura familiar.

Foto: Júlio Dias/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 54 Visualizações
Variedades

Hub Agro recebe programação de inovação durante a Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Hub Agro, mantido pela Prefeitura de Esteio e pela Universidade Feevale no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, receberá uma programação do Terra da Inovação voltada a temas relacionados ao agronegócio nesta terça-feira, 1º de setembro. A partir das 14h, serão realizados debates sobre bovinocultura leiteira, bubalinocultura, financiamento e acesso a crédito, com participação do curso de Medicina Veterinária da Universidade Feevale. As atividades integram a programação da 49ª Expointer e têm o objetivo de promover conexões entre inovação, tecnologia, empreendedorismo e agronegócio.

A programação desta terça-feira começa com o debate “Entre propriedades e pessoas: um olhar sobre a bovinocultura leiteira no Vale do Paranhana”. Na sequência, serão realizados os debates “Do campo à ciência: inovação e perspectivas para a bubalinocultura” e “Financiamento e acessos a crédito”.

As atividades fazem parte do Terra da Inovação, programação que teve início no sábado (29), durante cerimônia de lançamento realizada no Hub Agro. As ações seguem até domingo, 6 de setembro, quando termina a 49ª Expointer.

A programação foi apresentada pela diretora de Inovação da Universidade Feevale, Manuela Bruxel, e está disponível no site da instituição. Durante a Expointer, o Hub Agro recebe o público diariamente, das 8h às 20h, com atividades relacionadas a inovação, negócios, conhecimento e networking.

Parceria entre universidade e poder público

O reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, destacou a parceria com a Prefeitura de Esteio e a participação de diferentes instituições na programação. “Esse evento, Terra da Inovação, tem tudo a ver com o agro. A programação ao longo da Expointer destaca ações de inovação, tecnologia e empreendedorismo, em uma parceria junto com a Prefeitura, com a Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia e com vários parceiros que vão utilizar este espaço para essas discussões”, ressaltou da Rosa.

O prefeito de Esteio, Felipe Costella (PL), também abordou a função do Hub Agro, inaugurado em 2024 com o objetivo de fomentar empresas e profissionais voltados à criação de soluções para o agronegócio. “O Hub Agro está aqui para que possamos construir soluções e trazer ideias. “Queremos fazer as melhores entregas e ofertar os melhores serviços para aqueles que depositam a confiança não só no poder público, mas também no trabalho da universidade e da iniciativa privada”, afirmou o chefe do executivo local.

Presenças na cerimônia

Também participaram da cerimônia de lançamento o presidente da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), Marcelo Clark Alves; o superintendente executivo da Feevale, Roberto Sarquis Berté; o prefeito de Glorinha, Leonardo Carvalho; a diretora de Educação a Distância da Universidade Feevale, Isabel Cristina Cezar da Rosa; a diretora de Marketing e Relacionamento, Cláudia Beretta; a chefe de Gabinete da Prefeitura de Esteio, Roberta Szczepaniak; e a chefe de Gabinete da Feevale, Isabela Guzzon, entre outros participantes.

Hub Agro na Expointer

O Hub Agro está localizado no Parque de Exposições Assis Brasil, ao lado da Casa de Esteio, e é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Esteio e a Universidade Feevale. Durante a Expointer, o espaço recebe atividades voltadas à integração entre academia, poder público e iniciativa privada para o desenvolvimento do setor agropecuário.

Nesta edição, o Terra da Inovação busca promover conexões entre startups, pesquisadores e empresários. O espaço é utilizado para debates, apresentações de projetos tecnológicos e ações de networking.

A iniciativa também reúne representantes do governo, da academia, da iniciativa privada e da sociedade civil, em uma proposta de integração da chamada quádrupla hélice. O objetivo é estabelecer um canal para a validação de novas tecnologias e modelos de negócios direcionados à modernização das cadeias produtivas locais.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 96 Visualizações
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