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Recalada amplia atuação na seleção genética e participa de disputas na Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Cabanha Recalada, de Capão do Leão, participa da Expointer 2026 com animais das raças Angus, Brangus, Cavalo Crioulo e Hampshire Down, enquanto mantém um projeto de seleção genética conduzido pela família do empresário Fábio Ruivo. A propriedade foi fundada pelos pais do empresário, José Francisco Gonçalves Ruivo e Rosamélia Langlois Ruivo, e atualmente é administrada por Fábio, sua esposa, Roberta, e seu filho, João. O trabalho tem como foco a seleção de animais Angus e Brangus e o desenvolvimento de genética destinada a sistemas produtivos eficientes, com reprodutores da cabanha também presentes em centrais de inseminação que distribuem a genética para produtores de diferentes regiões do Brasil.

Fábio Ruivo, que também é um dos executivos da Biscoitos Zezé, empresa da família com sede em Pelotas, acompanha diretamente as atividades da Cabanha Recalada durante as exposições. A propriedade monta uma estrutura com trailer e acampamento durante os eventos, e o empresário participa dos cuidados com os animais, dos preparativos e da rotina das feiras.

Além do acompanhamento da equipe, Ruivo também atua no transporte dos animais quando necessário. A atividade de conduzir os veículos utilizados pela cabanha é uma das tarefas que passou a integrar sua rotina durante as exposições. “A Recalada é um projeto construído pela nossa família e movido por paixão. Gosto de acompanhar tudo de perto porque acredito que a seleção genética começa na observação diária, no cuidado com os animais e na dedicação em cada detalhe. Ver essa genética chegar a outros produtores e contribuir para a pecuária brasileira é o que dá sentido a todo esse trabalho”, afirmou o empresário.

Seleção genética

O trabalho desenvolvido pela Recalada inclui participação em rankings nacionais e estaduais de expositores Angus, além de resultados em julgamentos das raças Brangus e dos Cavalos Crioulos. A propriedade também atua na disseminação de sua genética por meio de reprodutores que integram centrais de inseminação.

A genética produzida pela cabanha é destinada a produtores de diferentes regiões do Brasil. A seleção busca animais considerados melhoradores para utilização nos sistemas produtivos.

Leilão anual

A produção da Cabanha Recalada será colocada à venda no leilão anual da propriedade, marcado para 22 de setembro. Neste ano, o remate será realizado em formato virtual, com transmissão pela TV El Campo e Knorr TV.

Participação com Cavalos Crioulos

Além da participação com bovinos, a Recalada integra neste ano a Grande Final da Morfologia do Cavalo Crioulo. O cavalo Guarani 380 disputa o campeonato, cuja grande final ocorre neste sábado, 29 de agosto, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

A cabanha também participa da programação dos ovinos com dois exemplares da raça Hampshire Down.

Foto: Gabriel Olivera/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 61 Visualizações
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Cabanha Nova Esperança conquista tricampeonato na Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Cabanha Nova Esperança, de Glorinha, conquistou o campeonato das raças Pardo Suíço e Pardo Brasil durante a Expointer 2026, na tarde desta segunda-feira (31), em Esteio. O resultado garantiu ao pecuarista Flávio Tusinho o tricampeonato na feira. A competição é promovida pela Associação Gaúcha de Criadores de Gado Pardo Suíço (AGPS) e busca valorizar os criatórios participantes da exposição.

Na raça Pardo Suíço, o título de Grande Campeão ficou com o touro de tatuagem TAT 296, do box 1824. Entre as fêmeas, a Grande Campeã foi a exemplar de tatuagem TAT 266, do box 1828.

No campeonato da raça Pardo Brasil, o título de Grande Campeã foi conquistado pela fêmea de tatuagem TAT 406, do box 1702. Os julgamentos deste ano ficaram a cargo do inspetor técnico Romeu Luiz Carniel.

Tricampeonato na Expointer

Ao comentar a conquista pelo terceiro ano consecutivo, o pecuarista Flávio Tusinho destacou a participação dos exemplares da propriedade nos julgamentos. “Essa foi mais uma edição da Expointer que mostrou a força do Pardo Brasil e do Pardo Suíço na pecuária gaúcha. É uma honra carregar o título de campeão pelo terceiro ano consecutivo e poder trazer para esse grande evento os melhores exemplares que temos em nossa propriedade”, afirmou Tusinho.

Foto: Ana Fernanda Pereira/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 61 Visualizações
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Recalada conquista Grande Campeonato de Curral na Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Cabanha Recalada, de Capão do Leão, conquistou o Grande Campeonato de Curral durante o julgamento da raça Angus na Expointer 2026, nesta terça-feira (1º). A vitória veio com o Lote 86, Recalada 721 Iconic 290, de tatuagem 721, eleito Grande Campeão Touro na categoria Curral.

A vitória foi acompanhada em pista por Fábio Ruivo, que destacou a importância do resultado diante do volume recorde de animais inscritos na edição deste ano da Expointer. “Especialmente nesta edição da Expointer, com recorde absoluto de animais participantes, essa vitória se torna ainda mais importante e relevante. É o reconhecimento de um trabalho de muitos anos, feito com dedicação e foco”, destacou Ruivo.

Ruivo também afirmou que a conquista é resultado de um trabalho desenvolvido pela cabanha ao longo dos anos e apontou a dedicação e o foco como elementos desse processo. “A gente sabe da dificuldade que é chegar até aqui, do trabalho e da dedicação de tantas cabanhas e também do volume e da qualidade dos animais Angus selecionados. Então é uma vitória importante”, pontuou o representante da cabanha.

Foto: Gabriel Olivera/TAT 721/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 63 Visualizações
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Expointer marca entrada da Agrária no mercado gaúcho de nutrição animal

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Expointer 2026 marca a entrada oficial da Agrária no mercado de nutrição animal do Rio Grande do Sul. A cooperativa agroindustrial, sediada em Guarapuava-PR, apresentará suas linhas de rações para bovinos de leite, bovinos de corte e equinos durante a feira, em Esteio, iniciando uma nova etapa de expansão comercial. O lançamento ocorrerá nesta quarta-feira, 2 de setembro, com jantar às 19h, na Casa da GS Remates, no Parque de Exposições Assis Brasil. A iniciativa amplia a atuação da cooperativa no estado, onde a empresa já lidera o mercado de malte, matéria-prima utilizada pela indústria cervejeira.

Para a entrada no segmento, a Agrária levará um portfólio com 48 diferentes composições de rações. Entre os diferenciais apresentados pela cooperativa está o conceito de fórmula sem eventuais substitutivos na linha destinada a equinos.

Segundo a empresa, a proposta é manter a composição nutricional padronizada, sem substituição de matérias-primas em função de oscilações de preço ou de disponibilidade no mercado. Toda a matéria-prima passa pelo mesmo processo de controle de qualidade dos alimentos processados pela Agrária, produzidos no estado do Paraná pelos cooperados.

A manutenção da composição busca proporcionar maior previsibilidade ao produtor e estabilidade na dieta fornecida aos animais. “Nosso diferencial está na segurança de entregar aquilo que está especificado na composição. O produtor sabe o que está levando para alimentar seus cavalos e consegue trabalhar com maior segurança no manejo nutricional”, explica o representante comercial da Agrária no Rio Grande do Sul, Marcelo Peña.

Lançamento na Expointer

O lançamento oficial das linhas de rações será realizado em 2 de setembro, às 19h, durante jantar na Casa da GS Remates, localizada dentro do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

O que é a Agrária

Fundada em 1951, a Agrária tem sede no distrito de Entre Rios, em Guarapuava, e reúne atividades que vão da pesquisa agropecuária à industrialização. Em 2025, a cooperativa registrou faturamento de R$ 8,1 bilhões, segundo dados da própria empresa. Atualmente, a Agrária reúne 780 produtores cooperados, responsáveis pelo cultivo de mais de 160 mil hectares.

Foto: Marcelo Peña/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 80 Visualizações
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Vaca da Granja Ferraboli vence concurso leiteiro da Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A vaca holandesa Festleite P. Ferraboli 407 Supersite, da Granja Ferraboli, de Anta Gorda, venceu novamente o concurso leiteiro da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) na 49ª Expointer. O resultado foi anunciado nesta terça-feira (1º), durante o tradicional Banho de Leite, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O animal produziu 85,27 quilos de leite em um dia e ampliou o histórico de títulos da propriedade, que também tem vitórias na Fenasul e na Expointer e um recorde estadual.

Banho de Leite reúne vencedores

O Banho de Leite marcou a celebração dos vencedores do concurso leiteiro da Gadolando. Para o presidente da entidade, Marcos Tang, a atividade representa a capacidade produtiva dos animais participantes e o trabalho das famílias produtoras.

De acordo com Tang, os exemplares avaliados apresentam características morfológicas adequadas, bons úberes e alta produção. O dirigente também destacou as dificuldades enfrentadas pelos produtores de leite para manter a atividade. “O produtor de leite está aí, sol e chuva, com preço que baixa, brigando daqui, brigando dali, mas ele adora, ama essa função e nos abrilhanta com essa maravilha desses animais, mostrando produtividade”, destacou o dirigente.

Durante o Banho de Leite, a Gadolando também participou de uma ação solidária em parceria com o Sindilat e outros representantes do setor. A iniciativa resultou na doação simbólica de mil litros de leite para entidades assistenciais.

Vaca Jovem produz 93,10 quilos

A campeã na categoria Vaca Jovem foi Cotribá GR. Bruchez 110 Tribute, da Granja Bruchez, de Barão, exposta por Marcelo Bruchez e/ou Grasiela Weber. A vaca holandesa produziu 93,10 quilos de leite em um dia.

O produtor de leite e proprietário da Vaca Jovem campeã, Marcelo Bruchez, afirmou que não esperava atingir a produção registrada na competição. “Eu achei que não ia chegar a tanto assim. Achei que ia dar uns 80 litros”, expressou Bruchez. O animal ultrapassou os 90 litros e se aproximou da produção registrada pelo campeão do concurso no ano anterior. “Fiquei muito contente”, completou o produtor.

Trajetória da campeã adulta

A campeã na categoria Vaca Adulta foi Festleite P. Ferraboli 407 Supersite, dos expositores Paulo Diogo e Diego Ferraboli, da Granja Ferraboli, de Anta Gorda. O animal produziu 85,27 quilos de leite em um dia.

O produtor Paulo Ferraboli, da Granja Ferraboli, reforçou que o resultado amplia o histórico da propriedade na Expointer e em outras competições. Ferraboli também expressou que os resultados obtidos nos concursos vêm em um contexto de dificuldades para a produção de leite, principalmente em relação aos custos. “É uma paixão, é um esporte. É bastante trabalho, a gente trabalha bastante”, afirmou o empresário.

Segundo Ferraboli, a situação financeira dos produtores é preocupante devido à relação entre o preço recebido pelo leite e os custos da atividade. “Hoje, 99% ou 100% estão endividados, porque um litro de leite não cobre o custo. Agora subiu um pouco, mas já existe expectativa de baixa para o mês que vem”, pontuou o produtor, que também relacionou a participação em concursos ao circuito de competições e ao incentivo para a continuidade da atividade, apesar das dificuldades financeiras enfrentadas pelo setor.

A vaca adulta campeã acumula títulos em concursos leiteiros. Em 2013, venceu a Fenasul e a Expointer. Em 2023, voltou a conquistar as duas competições e repetiu o resultado em 2024. Ao longo da trajetória, o animal também chegou a estabelecer um recorde estadual. Com a vitória de 2026, a Festleite P. Ferraboli 407 Supersite amplia o histórico de resultados da Granja Ferraboli na Expointer.

Sucessão familiar

A continuidade da produção na Granja Ferraboli também envolve a participação da nova geração da família. Segundo Paulo Ferraboli, os filhos decidiram permanecer na atividade, tanto na produção de leite quanto na lavoura. “Tivemos os filhos e, teimosos, quiseram ficar lá”, brincou o produtor.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 61 Visualizações
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Assado de búfalo atrai atenção de visitantes na Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu) realizou o quarto assado de uma carcaça inteira de búfalo nesta terça-feira (1º), durante a 49ª Expointer, no Parque Assis Brasil, em Esteio. A ação gastronômica utilizou um animal jovem da raça Murrah, com 230 quilos, preparado na brasa e servido aos visitantes ao longo do dia. A iniciativa buscou aproximar os consumidores da produção bubalina, reduzir a resistência à carne de búfalo e ampliar o conhecimento sobre os cortes e as formas de preparo.

A carcaça foi abatida na última quinta-feira (27) pelo frigorífico Belmonte, parceiro da Ascribu. Durante o evento, centenas de visitantes acompanharam a preparação e participaram da degustação da carne.

De acordo com o vice-presidente da Ascribu, Raphael Gonçalves, a realização da atividade faz parte da estratégia da entidade para ampliar o consumo da proteína bubalina entre os gaúchos. “Vencer cada vez mais o preconceito que as pessoas possam ter com a carne de búfalo. Hoje nós temos participado de muitos eventos para além da Expointer justamente para proporcionar uma experiência completa sobre o preparo e consumo da proteína”, ressaltou Gonçalves.

Cortes

Segundo a Ascribu, os cortes da carne de búfalo são semelhantes aos encontrados na carne bovina, incluindo picanha, alcatra, assado de tira e costela. A entidade também destaca que a carne bubalina possui menor teor de gordura em comparação com a carne bovina tradicional.

Em Porto Alegre, cinco lojas comercializam carne de búfalo. A associação também passou a contar, nesta edição da Expointer, com um espaço próprio para a comercialização de produtos bubalinos.

O local reúne carnes e derivados, incluindo laticínios. A empresa responsável pelos produtos possui o selo de pureza da Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB), utilizado para identificar produtos elaborados exclusivamente com leite de búfala.

Foto: Stéphany Franco/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 60 Visualizações
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Aliança Láctea debate sanidade e competitividade na Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Aliança Láctea Sul-Brasileira (ALSB) debateu medidas relacionadas à sanidade animal, competitividade e ampliação da presença do setor lácteo brasileiro no mercado internacional na manhã desta terça-feira (1º), durante a Expointer, em Esteio. A reunião reuniu representantes da cadeia produtiva para discutir ações que permitam aos estados produtores avançar nas exportações, além de mecanismos de proteção e sustentabilidade diante de negociações comerciais e custos de distribuição. O encontro também marcou os 12 anos de criação da entidade, que reúne lideranças públicas e privadas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Durante a reunião, o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, defendeu avanços nas garantias de sanidade animal para que os estados produtores vinculados à Aliança Láctea possam acessar mercados internacionais. Ele citou como referência os resultados obtidos por outros segmentos de proteínas animais, como ovos e carnes. “Precisamos avançar junto ao governo federal no sentido de agilizar liberação, mesmo que seja de forma regionalizada, para conseguir embarcar nossos produtos para fora, buscando nichos de mercado que estão se abrindo na Ásia, por exemplo, e que estão sedentos por comida e que agregam grandes poulações”, expressou o dirigente.

Para Palharini, a abertura de novos mercados pode contribuir para ampliar as alternativas de comercialização dos produtos lácteos brasileiros, especialmente diante das oportunidades identificadas em países asiáticos.

Integração da cadeia produtiva

O 1º vice-presidente da Aliança Láctea Sul-Brasileira, Alexandre Guerra, destacou que o desenvolvimento do setor depende da construção conjunta de soluções e do fortalecimento dos diferentes elos da cadeia produtiva. “São caminhos que a gente vai debatendo e temos visto que estamos avançando. Temos que trabalhar pensando no conjunto, desde os pequenos, médios e grandes, da indústria e do campo, porque sempre repetimos que precisamos estar todos fortes e unidos. Somos interdependentes e todos são importantes”, ponderou o dirigente.

Guerra também chamou atenção para o crescimento de segmentos como o de queijos e defendeu a ampliação de estímulos ao consumo. Outro ponto abordado pelo dirigente foi a distribuição da produção brasileira, especialmente diante dos impactos de novas tarifas que aumentam os custos de transporte de produtos da região Sul para o centro do país.

Sustentabilidade no setor

As negociações comerciais também estiveram entre os assuntos discutidos no encontro. O secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, destacou a necessidade de criação de mecanismos que ampliem a proteção e a sustentabilidade da cadeia láctea diante de possíveis impactos das relações comerciais internacionais. Entre os temas citados está o acordo entre o Mercosul e a União Europeia. “Existe uma preocupação com a criação de salvaguardas para produtos brasileiros, e o setor lácteo está inserido nesse debate, assim como outros segmentos, como vinhos e azeite de oliva”, afirmou Palharini.

Segundo o dirigente, a busca por competitividade também passa pela criação de mecanismos específicos para o setor. “Precisamos buscar mecanismos e instrumentos que contribuam para a proteção e a sustentabilidade da cadeia. A discussão sobre comercialização futura, por exemplo, é um dos temas que começam a ganhar espaço e que certamente estará presente nas nossas próximas reuniões”, completou Palharini.

12 anos da Aliança Láctea

A reunião realizada durante a Expointer também marcou os 12 anos da Aliança Láctea Sul-Brasileira. A entidade foi fundada durante a própria Expointer, que serviu como espaço para o encontro das lideranças do setor. A Aliança Láctea Sul-Brasileira é um fórum público-privado que reúne lideranças e entidades dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Foto: Gisele Ortolan/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 53 Visualizações
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Federarroz recomenda cautela na próxima safra de arroz

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) lançou a 37ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas nesta terça-feira (1º), durante a 49ª Expointer. A abertura será realizada de 16 a 18 de fevereiro de 2027, na Estação Terras Baixas Clima Temperado, em Capão do Leão. O evento deverá reunir cerca de 25 mil visitantes e terá entre os principais temas os preços e estoques de arroz, custos financeiros, educação financeira, exportações e redução dos custos de produção. Durante o lançamento, o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, alertou que os estoques de passagem ainda estão elevados e recomendou cautela aos produtores na definição dos investimentos para a próxima safra.

O lançamento oficial ocorreu no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a 49ª Expointer, que segue até domingo, 6 de setembro.

Ao apresentar as expectativas para a próxima edição, o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, destacou o evento como espaço de atualização e troca de informações entre produtores, pesquisadores, empresas e demais integrantes da cadeia produtiva. Segundo ele, a intenção é ampliar a participação do público e o acesso a informações sobre tecnologias, mercado e gestão das propriedades. “Isso é muito importante para os produtores, ter essa troca de informação, sair de suas propriedades para que consigam entender o que está acontecendo nas novas tecnologias e no mercado e voltem para casa com maior robustez de informações para tocar os seus negócios”, afirmou Dias Nunes.

Estoques e preços

A rentabilidade da atividade orizícola deverá estar entre os principais assuntos da 37ª Abertura Oficial da Colheita. Segundo o presidente da Federarroz, os produtores precisam acompanhar não apenas o comportamento dos preços, mas também os estoques e as condições do mercado antes de definir os investimentos para a próxima safra.

Nunes afirmou que a produção precisa estar alinhada à capacidade de absorção do mercado e observou que o setor ainda enfrenta estoques elevados de passagem. Embora espere uma recuperação das cotações, o dirigente defendeu cautela. “Nós esperamos que o preço seja remunerador”, ponderou o dirigente.

Não podemos ter euforia porque os estoques de passagem ainda são altos”, alertou Denis Dias Nunes.

O presidente da entidade também destacou que muitos produtores terão compromissos financeiros significativos no próximo ano, mesmo diante de eventuais medidas de renegociação de dívidas. Para ele, a expectativa é de uma correção positiva do mercado, mas as decisões de investimento precisam considerar os riscos existentes.

Gestão financeira

A questão financeira também deverá integrar a programação do evento. Dias Nunes afirmou que o custo elevado do dinheiro reduz a capacidade de investimento e pode afetar a rentabilidade das empresas rurais. “Quando o dinheiro está custando muito alto, não temos capacidade de investimento”, afirmou o dirigente.

Nesse contexto, o dirigente defendeu que a entidade amplie a orientação aos produtores sobre gestão financeira e educação financeira, para que possam avaliar custos, investimentos e riscos antes de cada safra. “Essa parte financeira cada vez mais nós temos que orientar e temos que educar os produtores”, enfatizou Dias Nunes.

Busca por novos mercados

As exportações também foram apontadas como parte das estratégias para ampliar a rentabilidade da cadeia produtiva. O presidente da Federarroz defendeu a abertura de novos mercados internacionais para o arroz brasileiro e afirmou que o aumento das vendas externas pode contribuir para gerar mais riqueza e fortalecer o setor. “É preciso exportar mais, conquistar novos mercados”, afirmou Dias Nunes. O dirigente também ponderou que o desempenho das exportações também dependerá das condições do mercado internacional e do comportamento da produção no Hemisfério Norte.

Atuação conjunta

A atuação conjunta entre instituições e produtores para enfrentar os desafios da cadeia orizícola foi destacada pelo chefe-Geral da Embrapa Clima Temperado, Eduardo Ferreira Dutra. A próxima edição do evento deverá dar continuidade à parceria entre Embrapa, Federarroz e Senar.

Segundo Dutra, existe a perspectiva de formalização de um acordo de cooperação técnica para garantir a realização da Abertura Oficial da Colheita na Estação Experimental Terras Baixas (ETB) pelos próximos dez anos. “Isso nos dá previsibilidade e tranquilidade para podermos fazer as programações. A cada ano, o evento recebe mais participantes e expositores, e isso tem sido significativo”, afirmou o chefe-geral da entidade.

Dutra também destacou que as pesquisas desenvolvidas pela Embrapa buscam respostas aos impactos das mudanças climáticas e à necessidade de reduzir os custos de produção. Entre as prioridades estão o desenvolvimento de cultivares resistentes à brusone e a disponibilização de bioinsumos.

Importância da orizicultura

O superintendente do Senar-RS, Eduardo Condorelli, deu ênfase a participação da orizicultura gaúcha na agricultura do estado. Segundo o dirigente, o setor é referência para a agricultura estadual em razão da atuação dos produtores nas áreas de inovação, trabalho e persistência. “É sempre importante que nós possamos ter a orizicultura como destaque na nossa sociedade, porque ela é um dos faróis para toda a agricultura que é feita no Rio Grande do Sul”, afirmou Condorelli.

O superintendente também abordou a complexidade da atividade rural e a necessidade de ampliar o conhecimento e a capacidade de análise dos produtores diante dos desafios econômicos. “Se a agricultura e a pecuária deste país no século passado foram feitas com muita coragem, muita força física e até uma pitada de inconsequência, hoje, além de muitíssimo mais coragem, alguma pitada de inconsequência e um pouco menos de força física, ela precisa de muito mais inteligência”, concluiu Condorelli.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 66 Visualizações
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Na Expointer, Hub Agro aborda desafios e tecnologia no agronegócio

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

O Hub Agro, espaço mantido pela Prefeitura de Esteio e pela Universidade Feevale no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, realizou atividades sobre produção leiteira, bubalinocultura, inovação e acesso a crédito nesta terça-feira (1º). As atividades reuniram profissionais de diferentes áreas para discutir desafios enfrentados no campo e possibilidades de desenvolvimento do setor.

Uma das atividades realizadas nesta terça-feira foi a apresentação “Entre propriedades e pessoas: um olhar sobre a bovinocultura leiteira no Vale do Paranhana”, com participação do curso de Medicina Veterinária da Universidade Feevale. Na programação, a zootecnista Raphaella Duarte Gimnecki apresentou o trabalho desenvolvido em propriedades de produção de gado leiteiro no Vale do Paranhana e abordou dificuldades enfrentadas pelos produtores da região. Entre os problemas citados estão a baixa remuneração, o alto custo de produção e a falta de sucessão familiar. “É preciso olhar para as propriedades e seus problemas como um sistema, pois cada propriedade pode ter uma solução diferente”, expressou Raphaella.

Na sequência, a zootecnista Vitória Leite Di Domenico conduziu a palestra “Do campo à ciência: inovação e perspectivas para a bubalinocultura”. A apresentação abordou o mercado de búfalos no Brasil e no Rio Grande do Sul, além de temas relacionados a manejo e reprodução.

Depois, a advogada no agronegócio Paula Nicolay e o administrador Marcelo Hofmeister falaram sobre financiamento e acesso a crédito para o setor.

Programação desta quarta-feira

O Hub Agro terá novas atividades nesta quarta-feira, 2 de setembro. A programação prevê debates sobre tecnologia, dados, startups, oportunidades e desenvolvimento do agronegócio gaúcho.

Às 14h30min, será realizado o debate “O Agro que vem: tecnologia, dados e startups no campo”. Participam João Paulo Delapasse Simioni, da LOP/Podas Inteligentes; Antônio Augusto Abelin Borges, da Agrolink; e Talles Rosa, da Avant Sementes e Drones. A mediação será de Christian Lemos, da Wyse Conexão.

Às 15h30min, ocorrerá o debate “A Virada que já Vale: oportunidades do agro gaúcho”. A atividade terá a participação de Jackson Freitas Brilhante de São José, coordenador do Plano ABC+ RS; Paula Hofmeister, assessora da Presidência da Farsul; Giovani Stefani Faé, gestor da Área de Transferência de Tecnologia da Embrapa Trigo; Leonardo Busatto, diretor de Planejamento do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE); Anderson Pilhou, da Harbour Capital; Juliana Rolla de Leo, da OMA Ativos Ambientais; e Amanda Rosa, assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A moderação também será de Christian Lemos, da Wyse Conexão.

A programação da Universidade Feevale na Expointer pode ser consultada no site feevale.br/terradainovacao.

Foto: Jhullye Neumann/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 96 Visualizações
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Final do Freio de Ouro na Expointer terá 106 cavalos crioulos

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Grande Final do 45º Freio de Ouro será realizada neste sábado, 5 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, com 106 exemplares admitidos para a disputa, sendo 53 fêmeas e 53 machos. A admissão dos animais foi conduzida pelo inspetor técnico credenciado à Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), Thiago Andreolla Persici. As atividades que antecedem a final começaram nesta terça-feira (1º) e seguem até sábado, com avaliações de diferentes etapas da competição.

Ao longo da semana, os conjuntos passam pelas etapas de Morfologia, Andaduras, Figura, Voltas Sobre Patas e Esbarradas, Bayard/Sarmento, Mangueira I e II e Campo I e II. A etapa morfológica começou com a avaliação das fêmeas e dos machos por dois grupos de jurados.

Preparação para a final

O presidente da ABCCC, André Luiz Narciso Rosa, acompanha as provas em Esteio e afirma que a expectativa é de uma semana de competição de acordo com a importância do evento. “Chegamos a mais uma grande final com a certeza de que teremos uma semana à altura do que o Freio representa”, celebra Narciso Rosa.

O dirigente também destaca a trajetória dos conjuntos classificados ao longo do ciclo de competições. “São conjuntos que construíram suas trajetórias ao longo de todo o ciclo e chegaram à pista máxima da raça Crioula. É a hora de viver esse momento com a pista cheia e com essa expectativa que só o Freio de Ouro é capaz de proporcionar. A cada edição, o Freio nos mostra a força e a paixão que movem o Cavalo Crioulo”, completa Narciso Rosa.

Campeões retornam à disputa

A final deste ano terá a participação de animais que já venceram o Freio de Ouro. Entre os machos, Ópio da Baraúna retorna à competição após conquistar o título no ano passado. O animal foi criado e exposto pela Baraúna Agropastoril Industrial Ltda., da Cabanha Baraúna, de Arroio Grande.

Nascido em 2019, Ópio da Baraúna é filho de Niazzi Improviso e Algazarra da Palmeira. O ginete Raul Teixeira Lima será responsável por conduzi-lo durante a competição.

Entre as fêmeas, a atual campeã, Índia Envenenada Del Chamamé, também volta à disputa. A égua foi criada e exposta por Tomás y Martín Gurmendez Marquez, do estabelecimento El Chamamé, de Florida, no Uruguai.

Nascida em 2017, Índia Envenenada Del Chamamé possui genética de Basco Veneno e Indiecita Del Chamamé. A condução na pista ficará a cargo do ginete Gabriel Viola Marty.

Acompanhamento das provas

As disputas do Freio de Ouro podem ser acompanhadas em tempo real pelo canal oficial do Cavalo Crioulo no YouTube.

O 45º Freio de Ouro tem patrocínio de Banrisul, Bompack, Florestal, Intacta 2 Xtend, John Deere, Supra e Vetnil. O evento também conta com o apoio da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Irani, Oviedo, RAM, Real Wood e Vinícola Salton.

Programação

Terça-feira, 1º de setembro
  • 8h30min – Etapa morfológica – Categoria Fêmeas
  • 14h – Etapa morfológica – Categoria Machos
Quarta-feira, 2 de setembro
  • 8h30min – Andaduras/Figura/VSP/Esbarradas – Categoria Fêmeas
Quinta-feira, 3 de setembro
  • 8h30min – Andaduras/Figura/VSP/Esbarradas – Categoria Machos
Sexta-feira, 4 de setembro
  • 8h30min – Mangueira I
  • 15h – Campo I
Sábado, 5 de setembro
  • 10h – Mangueira II
  • 14h – Abertura Oficial da Final do 45º Freio de Ouro
  • Na sequência – Bayard/Sarmento
  • Na sequência – Campo II
  • Na sequência – Encerramento Freio de Ouro no Boulevard do Cavalo Crioulo
Foto: Maurício Vinhas/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 139 Visualizações
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Edição 309 | Agosto 2026

Entrevista | Márcio Madalena destaca o papel da Expointer no fortalecimento do agronegócio

Expointer | Caderno reúne destaques da 49ª edição do maior evento do agronegócio gaúcho

Negócios | Calçados Beira Rio expande fronteiras com inovação e sustentabilidade

Educação | Educação financeira prepara crianças e jovens para decisões mais conscientes

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