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Business

Confiança do empresariado do comércio gaúcho tem segunda alta consecutiva

Por Jonathan da Silva 02/10/2024
Por Jonathan da Silva

A confiança dos empresários do comércio do Rio Grande do Sul registrou sua segunda alta consecutiva em setembro, ultrapassando a marca de 100 pontos pela primeira vez desde as enchentes de maio de 2024. De acordo com a pesquisa da Fecomércio-RS, o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio Gaúcho (ICEC-RS), elaborado pela CNC, atingiu 103,7 pontos, superando a linha neutra de 100 pontos após três meses de pessimismo. O índice apresentou um crescimento de 4,3% em comparação com agosto de 2024, mas ainda está 6,8% abaixo do valor registrado no mesmo mês de 2023.

O Índice de Situação Atual (ICAEC) alcançou 83,8 pontos, uma alta de 6,9% em relação ao mês anterior. Segundo a Fecomércio-RS, o comércio foi impulsionado por transferências de recursos às famílias e doações após a tragédia das enchentes, o que contribuiu para a recuperação da confiança. Apesar da melhora, o ICAEC ainda registra queda de 2,0% em comparação com setembro de 2023 e historicamente permanece como o indicador mais baixo entre os três subindicadores do ICEC-RS.

O Índice de Expectativas (IEEC) foi o mais alto entre os subindicadores, com 128,7 pontos, representando um aumento de 4,1% em relação a agosto de 2024. No entanto, o resultado foi 8,2% inferior ao registrado em setembro de 2023, ainda que tenha superado o patamar de maio de 2024, período anterior à crise causada pelas enchentes.

Já o Índice de Investimentos (IIEC) ficou em 98,6 pontos, com crescimento de 2,6% em relação ao mês anterior. Apesar desse avanço, o IIEC ainda não retornou aos níveis pré-enchente e apresentou uma queda de 8,7% em relação a setembro de 2023. Dentre os componentes desse índice, o destaque foi o indicador de contratação de funcionários, que superou os 100 pontos, atingindo 111,3.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, comentou sobre a recuperação. “É ótimo observar que a confiança está voltando ao patamar pré-enchente. Sabemos que grande parte da movimentação atual da economia decorre dos impulsos financeiros e da necessidade de reposição de bens de famílias e empresas. O que nos preocupa é o médio e o longo prazo, pois muito estoque de capital foi perdido e muitas dívidas foram feitas. É fundamental ganhar fôlego financeiro agora para continuarmos crescendo no futuro”, afirmou Bohn.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/10/2024 0 Comentários 457 Visualizações
Variedades

Paulo Guedes será palestrante no Fecomércio-RS Debate

Por Jonathan da Silva 30/09/2024
Por Jonathan da Silva

O ex-ministro da Economia Paulo Guedes será o palestrante convidado no evento Fecomércio-RS Debate, que ocorrerá na sede da entidade em Porto Alegre no dia 4 de novembro. Guedes, que ocupou o cargo de ministro entre 2019 e 2022, abordará a atual conjuntura econômica do Brasil, com foco no impacto no comércio, direcionado a empresários e demais interessados.

Paulo Guedes possui doutorado em Economia pela Universidade de Chicago e longa trajetória no setor financeiro. Ele já foi professor da FGV, da PUC-Rio e do IMPA, além de ter fundado e atuado como CEO do Ibmec, uma rede de escolas de negócios no Brasil. Guedes também foi conselheiro em alguns dos maiores IPOs do país e é conhecido por sua atuação no setor de Educação, tendo fundado a rede K-12 Abril Educação e a coleção de escolas de Medicina e healthtechs Afya. Além disso, ele fundou o Banco Pactual, o JGP Hedge e a BR Investimentos (atual Crescera Private Equity).

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou a importância de trazer especialistas para debater temas relevantes para os negócios e a sociedade. “Nós estamos entusiasmados pela oportunidade de ouvir e trocar ideias com o ex-ministro da Economia. Certamente, será um evento muito proveitoso”, afirmou o dirigente da entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2024 0 Comentários 593 Visualizações
Business

Fecomércio-RS prevê aumento de vendas no Dia das Crianças

Por Jonathan da Silva 26/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS divulgou uma avaliação que prevê um aumento nas vendas no comércio gaúcho para o Dia das Crianças de 2024, com base em diversos fatores econômicos e sociais que impactam o consumo. A data, que é uma das mais importantes para o comércio brasileiro, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães, deve registrar crescimento em relação ao ano anterior.

De acordo com a entidade, o cenário de recuperação econômica após as enchentes de maio e junho, que resultaram na perda de mais de 30 mil postos de trabalho formais, mostra sinais de melhora. Em julho, houve a contratação líquida de 6,7 mil trabalhadores, enquanto a massa salarial real dos gaúchos alcançou R$ 20,7 bilhões no segundo trimestre de 2024, um aumento de 8,7% em comparação com o mesmo período de 2023.

Além disso, um volume significativo de recursos, superior a R$ 10 bilhões, foi injetado na economia, proveniente de auxílios emergenciais, liberação de FGTS, antecipações de restituições do imposto de renda e de benefícios previdenciários, entre outros. Embora parte desses recursos tenha sido destinada à reconstrução das áreas afetadas pelas enchentes, esse aumento na renda das famílias também deve influenciar positivamente outros setores do comércio, incluindo as vendas do Dia das Crianças.

A Fecomércio-RS destaca ainda que outro fator importante é a mudança nas preferências dos consumidores, impulsionada pela mobilização social em prol das famílias afetadas pelas enchentes, o que pode estimular doações de brinquedos e presentes durante a data comemorativa.

Por outro lado, o impacto demográfico é uma questão estrutural que afeta o potencial de consumo a longo prazo. O Rio Grande do Sul tem a sétima menor taxa de fecundidade do país, o que resultou em uma redução de 0,9% no número de crianças de 0 a 14 anos em 2024 em relação a 2023. Apesar disso, a entidade mantém uma perspectiva positiva para as vendas, com estimativa de crescimento real em comparação ao ano anterior.

A queda nos preços de brinquedos e roupas infantis, registrada pelo IPCA, também contribui para a expectativa otimista. No acumulado de 12 meses até agosto, os preços de brinquedos caíram 1,73% no Brasil e 0,63% na Região Metropolitana de Porto Alegre, enquanto as roupas infantis registraram uma queda de 0,49% no Brasil e 0,97% na mesma região.

A Fecomércio-RS também destaca a importância de estratégias de vendas para os lojistas, como a diversificação de vitrines, formas de pagamento flexíveis e o uso de redes sociais para atrair consumidores. A entidade alerta que a maior parte das vendas ocorre na semana anterior à data, com pico na véspera, e que o movimento tende a continuar elevado nos dias seguintes, devido às trocas de presentes.

Estratégias sugeridas pela entidade

  • Comunique-se assertivamente com seu público-alvo em suas redes sociais. Mostre novidades e faça sugestões de presentes por faixa etária;
  • A vitrine precisa ser atraente e diversificada! Coloque preços nos produtos e apresente opções para todos os orçamentos;
  • Estude possibilidades de pagamento que sejam boas para os clientes, mas que não desequilibre o seu fluxo de caixa. Lembre-se de que diferenciar preços à vista com descontos pode ser um bom negócio;
  • Organize parcerias com fornecedores que possibilitem ofertas e condições de pagamento coerentes com o fluxo de caixa dos negócios;
  • Estude possibilidades de atrativos na loja para atração das famílias por uma programação especial;
  • Lembre-se de que a maior parte das vendas se concentra na semana anterior à data, com pico na véspera do dia comemorativo. Todavia, os dias posteriores, com as trocas, também geram maior movimento que a média.
Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2024 0 Comentários 369 Visualizações
Business

4ª edição do Giro pelo Rio Grande é realizada pela Fecomércio-RS em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 12/09/2024
Por Jonathan da Silva

A 4ª edição do Giro pelo Rio Grande foi realizada pela Fecomércio-RS na noite desta terça-feira (10), em Santa Cruz do Sul. Com casa lotada, o evento reuniu mais de 200 pessoas no auditório do Sicredi Vale do Rio Pardo. Com a temática “Desafios do Brasil em um ano eleitoral”, o Giro pelo Rio Grande teve como palestrantes o cientista político Fernando Schuler e o consultor econômico Marcelo Portugal, e mediação do economista e gerente de Relações Governamentais da entidade, Lucas Schifino.

Às vésperas das eleições municipais, o objetivo do evento é apresentar os posicionamentos da Fecomércio-RS frente à realidade do estado e as projeções da economia para este e os próximos anos, tanto no Rio Grande do Sul quanto no Brasil.

Na abertura do Giro pelo Rio Grande, o presidente do Sindilojas Vale do Rio Pardo, Mauro Spode, destacou a resiliência do empresariado diante das dificuldades impostas pelas enchentes que atingiram o estado e agradeceu à entidade pela escolha da cidade para realizar o evento. “Se há uma característica que define o varejista, é a resiliência. Quando a crise bate em nossas portas, o comerciante abre a janela da superação. Foi isso que vimos na nossa região”, pontuou Spode.

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, reforçou o papel da entidade frente às questões que atingem o setor terciário. “A Fecomércio, como representante do setor que mais emprega e mais gera PIB e renda, tem a obrigação de procurar sempre melhorar o ambiente para as empresas fazerem negócios e crescerem. O Giro pelo Rio Grande está alinhado a essa missão”, afirmou Bohn.

Equilíbrio das contas

Primeiro palestrante da noite, o economista e consultor da Fecomércio, Marcelo Portugal, trouxe a temática do ajuste fiscal. “Nosso principal desafio é fazer o estado caber dentro do PIB”, destacou Portugal. Trazendo um comparativo da relação entre arrecadação e gastos dentro da esfera pública, o economista apresentou números de mais de duas décadas e governos diferentes e destacou que o Brasil já teve diversas tentativas de ajustes fiscais, como o Plano de Ajuste Fiscal de Longo Prazo, de 2005, e o Teto de Gastos, de 2016.

Para este ano, Portugal afirmou que o controle da dívida pública é um desafio. “Já elevamos a dívida em 6,8 pontos percentuais do PIB. Considerando um PIB estimado em 11,5 trilhões em 2024, isso representa R$ 782 bilhões de reais em um ano e meio”, detalhou o economista. “O Brasil tem um problema que não consegue controlar a despesa para caber dentro da inflação”, completou o palestrante.

Questionado sobre o Arcabouço Fiscal, Portugal comentou que a situação é preocupante e afirmou que o governo não tem um plano a longo prazo. “Se ainda conseguirmos tocar esse ano, o ano que vem já ficará muito mais difícil”, pontuou o economista. Finalizando a apresentação, o consultor da entidade trouxe um comparativo da arrecadação de ICMS no Rio Grande do Sul entre 2023 e 2024 e afirmou que, mesmo após a enchente, houve um ganho de arrecadação de R$ 530 milhões em relação ao orçado. “O desafio de contenção de gastos não é apenas em nível federal. No RS o problema é similar”, salientou Portugal.

Já o setor de comércio/serviços e a indústria teriam um desempenho também positivo, mas bem mais modesto, em linha com o resultado nacional. Porém, a enchente mudou esse cenário. A agropecuária foi pouco afetada, pois parte significativa da safra de grãos já havia sido colhida. O efeito mais negativo foi sobre a pecuária. No novo contexto, o esperado é um desempenho negativo para o PIB da indústria e dos serviços/comércio, mesmo com ajuda direta da agropecuária via transporte, comercialização e processamento da safra. “O forte desempenho da agropecuária deve permitir um PIB positivo, próximo de 1,5% para o RS”, projetou o economista.

Outro aspecto abordado foi o total de perda de capital das famílias, empresas e da infraestrutura pública, que pode chegar a R$ 34 bilhões. “A enchente atrapalha, mas não é dramática. O problema é o impacto que teremos a longo prazo em virtude da destruição de capital público, privado e de infraestrutura. Essa é uma das maiores diferenças em relação à pandemia. Isso reduz o crescimento potencial da economia gaúcha nos próximos anos”, destacou Portugal.

Encerrando as apresentações, o cientista político Fernando Schuler, mostrou um panorama sobre o “Brasil 2024” e os principais pontos de atuação do atual governo, destacando pontos como a Lei das Estatais e o fim das privatizações. Questionado sobre o futuro do país, o especialista destacou que “precisamos de produtividade” e que “não se pode contar” com o índice demográfico para o aumento de renda per capita.

O Giro pelo Rio Grande é um evento anual da Fecomércio-RS que em cada edição traz uma temática de interesse dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo do estado.

Foto: Fecomércio-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2024 0 Comentários 468 Visualizações
Business

Reunião Regional da Fecomércio-RS debate pautas locais

Por Jonathan da Silva 04/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Reunião Regional da Fecomércio-RS foi realizada nesta terça-feira (3), em São Luiz Gonzaga. Os presidentes e representantes dos sindicatos filiados entidade em diversas regiões do estado estiveram reunidos para debater distintas pautas locais.

O prefeito de São Luiz Gonzaga e presidente da Associação dos Municípios das Missões, Sidney Brondani (PP), prestigiou o evento e destacou o trabalho desenvolvido pela federação. “Ficamos muito felizes em receber este evento em nossa cidade. Compartilhamos muitos dos pleitos da Fecomércio-RS, como ser contrário a qualquer aumento de imposto. Podemos ser produtivos, sem aumentar impostos”, defendeu Brondani.

O presidente do Sindilojas Rota das Missões, Julio Bolacell, agradeceu a oportunidade e ressaltou a relação de proximidade da entidade com os sindicatos da base.

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, enfatizou a escuta ativa da federação, marca da gestão, falando sobre a importância de estar próximo, atento às necessidades e anseios dos sindicatos filiados, sempre buscando soluções para o setor. “Nós, enquanto entidade representativa, defendemos os empresários e estamos constantemente atuando em prol dos interesses do comércio de bens, serviços e turismo. Por isso, é essencial estarmos perto, unidos e por dentro de todos os cenários e contextos locais”, pontuou Bohn.

Na primeira parte da reunião, o analista técnico do Lab Fecomércio-RS, Cleiton Scarabelot Emidio, fez uma apresentação sobre inovação. Emidio falou sobre os tipos de consumo, mostrou diversos exemplos e discorreu sobre como será o futuro da experiência de consumo. “89% das 500 maiores empresas de 1955 não existem atualmente. A inovação não precisa ser radical e não precisa ser somente tecnologia de ponta. Ela pode ser simples, disruptiva e desenvolver soluções”, destacou o analista. Outro ponto abordado foi a Inteligência Artificial (IA), mostrando a aplicabilidade da tecnologia e como ela pode potencializar o aprendizado nas empresas.

Após o conteúdo, o coordenador do Lab Fecomércio-RS, Gelson Álvaro Junqueira, explicou sobre a atuação do hub de inovação da entidade, mostrando seus espaços, suas frentes de atuação, serviços, produtos e eventos. “A nossa principal missão é fazer a conexão entre as empresas e startups, para trazer a inovação como a solução de problemas para os nossos empresários. Somos o elo entre o desafio e a solução”, salientou Junqueira.

Um ponto alto do encontro foi o anúncio do recorde de inscrições para o 6º ciclo de incubação de startups. No total, 105 startups se candidataram para participar do programa Startup in Lab. O objetivo da iniciativa é apoiar empreendedores na transformação de ideias, projetos e startups, conectando-as com empresas do setor terciário do Sistema Fecomércio-RS.

Como exemplo de projeto de sucesso, o coordenador chamou o ex jovem-aprendiz do Senac, Vinícius Machado, para apresentar a sua startup Mind City. O projeto consiste no desenvolvimento de um aplicativo que auxilia no aprendizado de crianças autistas utilizando da gameficação.

Na finalização desta etapa do evento, a analista de tecnologias digitais, Carolina Beatriz Filippelli de Morais, falou sobre a Inteligência Artificial (IA). Carolina explanou sobre o cenário da IA, como ela se encaixa no dia a dia das empresas, a sua expansão no mundo e no Brasil e as principais ferramentas que estão no mercado atualmente. “Elas vieram para ser mais um braço e auxiliar as empresas. Não acredito que ela irá substituir as pessoas”, afirmou Carolina.

Pautas regionais

Na segunda parte da reunião, o presidente do Sindilojas Missões, Gilberto Aiolfi, trouxe para o debate algumas pautas da região. A construção da BR-392, entre Santo Ângelo e Santa Maria, a duplicação da BR 285, a duplicação ou uma terceira pista nos trechos da RS-342, de Ijuí a Cruz Alta, e RS-344, de Santo Ângelo a Santa Rosa, o incentivo e investimento no turismo de fronteira, a construção de uma ponte sobre o Rio Uruguai e a ampliação e melhoria da infraestrutura do aeroporto Gel Sepe Tiaraju foram os principais temas debatidos entre os participantes.

Com a intenção de esclarecer alguns pontos, o assessor para Relações Governamentais, Adriano Beuren e Pricila Gurgel, da Gerência de Turismo, comentaram sobre o andamento dos assuntos mencionados.

Foto: Fecomércio-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2024 0 Comentários 435 Visualizações
Variedades

Santa Cruz do Sul receberá próxima edição do Giro pelo Rio Grande

Por Jonathan da Silva 03/09/2024
Por Jonathan da Silva

A próxima edição do Giro Pelo Rio Grande será realizada Auditório do Sicredi Vale do Rio Pardo, em Santa Cruz do Sul, no dia 10 de setembro, às 18h30min. O evento gratuito promovido pela Fecomércio-RS terá o tema “Desafios do Brasil em um ano eleitoral”. Em discussão, estarão os rumos que as cidades podem tomar com o processo das eleições e o que deve pautar os debates. As inscrições para a atividade devem ser feitas pela plataforma Sympla.

O cientista político Fernando Schüler e o consultor econômico Marcelo Portugal serão os painelistas do evento, com mediação do economista e gerente de Relações Governamentais da Federação, Lucas Schifino.  Como em todas as edições anteriores, o objetivo do Giro Pelo Rio Grande é apresentar os posicionamentos da entidade frente à realidade do estado e debater com a sociedade gaúcha formas de melhorar o Brasil e o Rio Grande do Sul.

Os participantes

Fernando Schüler

Doutor em Filosofia e Mestre em Ciências Políticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com Pós-Doutorado pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque. É professor e pesquisador no Insper. É especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental pela Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) e Especialista em Gestão Cultural e Cooperação Ibero-americana pela Universidade de Barcelona (UB). Foi Secretário de Estado da Justiça e do Desenvolvimento Social do Rio Grande do Sul, Diretor Geral do Ibmec, no Rio de Janeiro, e Diretor da Fundação Iberê Camargo. É colunista da Revista Veja, do Grupo Bandeirantes de Comunicação e criador e curador do Projeto.

Fernando Schüler

Marcelo Portugal

Formado em economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Economia pela PUC-RJ e Doutor em Economia pela Universidade de Warwick, na Inglaterra. Atualmente, é professor titular de Economia na UFRGS.

Marcelo Portugal

Lucas Schifino

Economista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Mestre em Economia Aplicada na mesma instituição. Recebeu o segundo lugar no prêmio de melhor dissertação de Mestrado do Conselho Regional de Economia em 2013. Participou como autor dos livros “O Rio Grande tem saída?” e “E agora gauchada”, sobre a economia do Rio Grande do Sul e foi professor de pós-graduação da UniRitter. Atua no Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac desde 2011, ocupando atualmente o cargo de gerente de Relações Governamentais.

Lucas Schifino

Serviço

  • O quê: evento Giro pelo Rio Grande, da Fecomércio-RS
  • Onde: Auditório do Sicredi Vale do Rio Pardo (acesso pela rua Rubem Guilherme Kaempf, 11, Santa Cruz do Sul)
  • Quando: 10 de setembro, terça-feira, às 18h30min
  • Quanto: entrada gratuita mediante inscrição em sympla.com.br/evento/giro-pelo-rio-grande-santa-cruz-do-sul/2486480?_gl=1*wchibb*_gcl_au*OTg0NTMyMTU0LjE3MTc3NzExODkuNTQ0MDQ3NzA3LjE3MjAxOTA1NDUuMTcyMDE5MDU0NQ..*_ga*MjA5MDE1NDQ0MC4xNjE2NjQxMjkx*_ga_KXH10SQTZF*MTcyMzE0MDU1MC4zOC4xLjE3MjMxNDExMjguMjUuMC4zMjM4NDUxODA.&referrer=expansao.co&referrer=expansao.co&referrer=expansao.co&referrer=expansao.co

A programação

  • 18h30min – Recepção
  • 19h – Abertura
  • 19h30min – Início dos painéis
  • 21h – Encerramento

A edição seguinte do evento acontecerá no dia 7 de outubro, em Rio Grande.

Fotos: Fecomércio/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2024 0 Comentários 454 Visualizações
Política

Fecomércio celebra aprovação de PL que facilita apoio a empresas do RS

Por Jonathan da Silva 30/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS está celebrando a aprovação nesta quinta-feira (28) do PLN 25/2024, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 para dispensar as agências financeiras oficiais de fomento, onde se incluem Banco do Brasil e Caixa, de observar impedimentos e restrições legais para acesso ao crédito de empresas com sede ou estabelecimento nos municípios que tiveram estado de calamidade pública ou situação de emergência reconhecidos pelo Governo Federal durante as enchentes. Para a medida se tornar efetiva, ainda é necessária uma Emenda Constitucional. Nesta semana, a entidade reforçou a necessidade da iniciativa com o envio de um ofício ao ministro Paulo Pimenta.

Pleito da federação, a alteração na LDO é considerada um importante passo para o setor. Contudo, a entidade salienta que ainda é insuficiente para dispensar a Certidão Negativa de Débito (CND) para os empréstimos no âmbito do Pronampe. O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, explica que o Simples Nacional, por ser um regime unificado de tributos, no caso de inadimplência, implicaria em descumprimento do disposto no Art. 195, §3º, da Constituição Federal. “Desse modo, para estas empresas em débito poderem receber benefícios fiscais e creditícios, é necessária a efetivação desta dispensa através de Emenda Constitucional, a exemplo do que foi feito na pandemia”, aponta Bohn.

No documento enviado para Pimenta na quinta-feira (28), a entidade argumenta que a burocracia pode atrasar ainda mais a recuperação da economia gaúcha. “A medida é necessária para garantir que as empresas afetadas tenham auxílio financeiro para se reerguer e se manterem ativas no mercado”, defende Bohn.

Com a não prorrogação dos prazos de recolhimento de tributos do Simples Nacional, aumenta a dificuldade dos empresários de cumprirem a exigência de apresentação da CND, por isso é fundamental que não haja mais limitações e comprometimentos à retomada da saúde financeira das empresas”, afirma Luiz Carlos Bohn.

Por meio do ministro Pimenta, a federação espera uma interlocução ágil com o Congresso Nacional para que as alterações sejam feitas na Constituição Federal, certificando que, mesmo com débitos, os negócios gaúchos possam receber os benefícios fiscais e linhas de crédito.

Foto: Renato Laky/Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2024 0 Comentários 373 Visualizações
Política

Fecomércio-RS pede apoio ao presidente do Senado para acelerar avanço do PLN 25/2024

Por Jonathan da Silva 23/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS solicitou o apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), para a aceleração da aprovação do PLN 25/2024, que facilita empréstimos e renegociações para pessoas e empresas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. O projeto altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024 para dispensar as agências financeiras oficiais de fomento de observar impedimentos e restrições legais para acesso ao crédito de pessoas físicas e jurídicas dos municípios atingidos pela catástrofe. O ofício da entidade destinado a Pacheco foi protocolado na segunda-feira (19).

O principal ponto do projeto é a dispensa da exigência de Certidão Negativa de Débito (CND), demanda para a qual a Fecomércio-RS vinha chamando atenção das lideranças políticas e órgãos governamentais nas últimas semanas. “Com a não prorrogação dos prazos de recolhimento de tributos do Simples Nacional, aumentaram as dificuldades das empresas de cumprirem a exigência de apresentação da CND, limitando, justamente, o acesso ao crédito aos empreendimentos mais necessitados e comprometendo a efetiva recuperação da economia gaúcha”, resume o presidente da Federação, Luiz Carlos Bohn.

Essa medida é necessária para garantir que as empresas afetadas pelas enchentes possam acessar auxílio financeiro para a manutenção de seus negócios, como as linhas de crédito com subvenção de juros disponíveis através do Pronampe”, conclui Luiz Carlos Bohn.

Foto: Matheus Natan/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2024 0 Comentários 375 Visualizações
Projetos especiais

Fecomércio-RS abre inscrições para 6º ciclo do programa Startup in Lab

Por Jonathan da Silva 22/08/2024
Por Jonathan da Silva

As inscrições para o 6º ciclo do programa Startup in Lab foram abertas pela Fecomércio-RS. Com objetivo de apoiar o desenvolvimento de startups em estágios iniciais e em fase de expansão, as atividades são gratuitas para os candidatos selecionados e buscam apoiar empreendedores na transformação de ideias, projetos e startups, assim como o incentivo à prática da inovação aberta, conectando-as com empresas do comércio de bens, serviços e turismo do Sistema. As startups interessadas poderão se candidatar gratuitamente até o dia 31 de agosto, através do site do projeto.

Ao todo, serão selecionadas 25 startups, avaliadas conforme critérios como clareza das informações, grau de inovação, estágio de desenvolvimento do produto ou serviço e o potencial de interação com as atividades da Fecomércio-RS.

Para participar, os projetos devem apresentar soluções para o comércio de bens, serviços e turismo (logística, atendimento, digitalização, eficiência, experiência do usuário, ganhos de escala, edtechs, bem-estar, entre outros). Os selecionados receberão bolsa-auxílio para startups (R$ 1.000 para cada uma das 20 startups selecionadas na primeira fase). As dez iniciativas que avançarem receberão a bolsa por mais dois meses e participarão de um cronograma de mentorias e workshops com especialistas e poderão usufruir dos espaços do Lab Fecomércio-RS, que conta com coworking, estúdios livestream e de podcast, salas de reuniões e de conveniência.

Etapas do Programa

  • Módulo 1: Conceituação e validação de solução e negócios.
  • Demoday – Módulo 1: Apresentação das soluções à banca avaliadora, em que 10 participantes serão selecionados para o Módulo 2.
  • Módulo 2: Fit com mercado e venda de solução.
  • Demoday Final: Apresentação das soluções desenvolvidas no Módulo 2.

A divulgação dos projetos selecionados acontece até o dia 4 de setembro. O edital completo pode ser acessado em usilink.usinadenoticias.com.br/cl/PSYqZ/BJm/39be/KEyqtCUP8sQ/BOe9/CKJqT9cDgpD/1/.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2024 0 Comentários 384 Visualizações
Variedades

PEIC-RS de julho aponta que 91,2% das famílias gaúchas estão endividadas

Por Jonathan da Silva 13/08/2024
Por Jonathan da Silva

91,2% das famílias do Rio Grande do Sul estão endividadas segundo a edição de julho da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias (PEIC-RS), da CNC. Os dados foram coletados nos dez últimos  dias do mês de junho, em Porto Alegre, e divulgados pela Fecomércio-RS. Pela primeira vez no ano, o percentual de endividados ultrapassou a marca dos 90%. A estatística foi maior que o da edição anterior (89,2%), mas inferior aos 96,3% de julho de 2023.

Pelo segundo mês consecutivo, houve aumento no percentual de famílias endividadas pelo levantamento da PEIC. O quadro da geral da pesquisa, antes da tragédia, esboçava uma trajetória de reação, em linha com o bom desempenho do mercado de trabalho, estabilidade inflacionária e alívio nas taxas de juros. No entanto, os dados de julho consolidam uma mudança de trajetória.

O percentual da renda comprometida com dívidas aumentou de 24,6% em junho para 28% no mês passado. Dentre os endividados, os que se dizem “muito endividados” atingiram 28,1%, percentual maior do que os 24,9% do levantamento anterior. Aumentaram também o percentual de pessoas com dívidas vinculadas ao cartão de crédito (64%) e com carnês (37,1%). O tempo de comprometimento com dívidas, por sua vez, também se elevou, alcançando 6,5 meses, acima dos 6,2 meses da edição anterior.

Vamos ter que acompanhar os dados das próximas divulgações com bastante atenção. A piora do quadro já era esperada. Para muitos, neste momento, endividar-se é a única alternativa e o pagamento de contas passadas perde na disputa com outras prioridades. No entanto, é importante que, independentemente da motivação, o endividamento seja feito de forma consciente para que não estrangule o consumo futuro nem vire inadimplência.”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O percentual de famílias com contas em atraso foi de 38% e registrou aumento em relação ao mês anterior, que havia somado 34,2%. Com isso, o percentual de contas em atraso voltou a crescer após 8 quedas consecutivas. O tempo de atraso no pagamento de dívidas vencidas foi de 31,8 dias e também teve alta na margem diante dos 30,9 dias em junho. Já o percentual de famílias que não terão condições de quitar nenhuma parte das dívidas em atraso nos próximos 30 dias atingiu 3,3%, na segunda alta na margem consecutiva. Desde outubro de 2021, o indicador não alcançava a casa dos 3%. Contudo, a manutenção desse indicador em patamares baixos é considerada importante para a redução dos riscos relacionados à persistência da inadimplência no mercado de crédito, fundamental na dinâmica do varejo.

A pesquisa completa pode ser acessada em drive.google.com/file/d/1kl2OJl7358Whbxz3zBkev08Pk7JVBsfp/view?usp=sharing.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2024 0 Comentários 441 Visualizações
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