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exportações

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Participação brasileira na SIAL China gera expectativa de aumento das exportações de proteína animal

Por Jonathan da Silva 04/06/2024
Por Jonathan da Silva

A ação liderada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), na SIAL China foi considerada exitosa e promissora pelos envolvidos em função das projeções de negócios e de obtenção de novos importadores. A ABPA organizou encontros de negócios com importadores e potenciais clientes da indústria exportadora de carne de frango e de carne suína no estande destinado ao Brasil. O evento com foco comercial foi realizado entre 28 e 30 de maio, em Xangai.

Na mesma agenda, o diretor de mercados, Luís Rua, e a analista de promoção comercial, Julia Arantes, representantes da ABPA no evento, participaram de diversos encontros com stakeholders, incluindo membros do governo e de organizações importadoras do produto brasileiro.

O êxito da ação em Xangai se traduzirá em milhões de dólares em negócios, com o nosso principal mercado importador de proteínas, ao longo dos próximos meses.  Foi uma oportunidade fundamental não apenas para ampliar as exportações, como também para reforçar nossa posição como parceiro no auxílio à segurança alimentar chinesa”, ressalta Luiz Rua.

Reforçando a ação de imagem da proteína animal do Brasil, milhares de materiais promocionais da avicultura e da suinocultura do Brasil foram distribuídos para o público importador presente na SIAL China, fortalecendo atributos de produtos e das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, além de  contatos das empresas exportadoras.

Foto: ApexBrasil/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2024 0 Comentários 394 Visualizações
Business

Abicalçados prepara maior edição da Missão Comercial à Colômbia

Por Marina Klein Telles 03/06/2024
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do seu programa de apoio às exportações do setor mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o Braziilian Footwear, está organizando uma Missão Comercial à Colômbia. O evento, que acontece entre 25 e 27 de junho, prevê seminário preparatório sobre o mercado local, showroom em Bogotá e Photocall com a imprensa colombiana.

Carla Giordani, da área de Negócios da Abicalçados, responsável pela ação, destaca que são 34 marcas brasileiras confirmadas, a maior delegação desde a criação da Missão, em 2018. “Existe um interesse crescente no mercado colombiano, que além de ter uma logística favorecida, por estar geograficamente próximo para exportação, possui similaridades culturais com o Brasil”, avalia. Segundo ela, a Colômbia é um dos principais mercados da América do Sul para o calçado brasileiro. “É o nosso sexto maior destino global, que entre janeiro e abril importou mais de 3,5 milhões de pares, 4,3% mais do que no mesmo período do ano passado”, conta Carla.

Um dos atrativos da iniciativa é o matchmaking, serviço que cruza a demanda dos compradores convidados com as ofertas das marcas participantes, facilitando e otimizando as negociações. “Cada expositor participa de cinco a 10 reuniões durante a Missão. Esses encontros são marcados de forma bastante assertiva e com foco em negócios”, explica Carla, acrescentando que, nesta edição, além de compradores da capital colombiana, serão convidados players de outras regiões do país. Durante a iniciativa, as empresas brasileiras participam, também, do Photocall, no dia 25, um evento de imagem e relacionamento com a imprensa local, potencializando a divulgação do calçado brasileiro na Colômbia.

Seminário preparatório

Parte da iniciativa, o Seminário Preparatório, destinado às empresas expositoras, será realizado no formato on-line no próximo dia 11 de junho, das 10h às 12h30. Na oportunidade, serão repassadas informações sobre a iniciativa e com relação ao mercado colombiano, visando potencializar a participação nacional.

Participam da Missão Comercial as marcas 365 Soft, Actvitta, Adrun, Arezzo, Beira Rio, BR Sport, By Cool, Coca-cola, Diversão, Giulia Domna, Gricci, Itweens, Jotape, Kids & Baby, Luiza Barcelos, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Nesk, Novopé, Pampili, Pé com Pé, Petite Jolie, PG4 Galleria, Polo Go, Scatamacchia, Schutz, Smidt Shoes, Solis Brasil, Tropical Brasil, Vitzi, Vizzano e Wiki.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2024 0 Comentários 459 Visualizações
Business

Agroindústrias fortalecem negócios com maior mercado importador das proteínas brasileiras na SIAL China

Por Jonathan da Silva 28/05/2024
Por Jonathan da Silva

O fortalecimento de laços e a procura por negócios serão os principais objetivos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), durante a SIAL China, feira que acontece em Xangai de 28 a 30 de maio. Um dos maiores eventos da indústria de alimentos que abastece o mercado chinês, a SIAL China contará com um espaço exclusivo para a avicultura e a suinocultura brasileiras, destinado à realização de encontros de negócios com importadores e potenciais clientes da indústria exportadora de carne de frango e de carne suína no Brasil.

Além disso, representantes da ABPA, incluindo o diretor de mercados, Luis Rua, e a analista de promoção comercial, Julia Arantes, participarão de reuniões com stakeholders do mercado chinês, entre membros do governo e representações privadas. “Os esforços realizados pelo Ministério da Agricultura para ampliação da presença brasileira no mercado chinês deverão gerar importantes resultados nos negócios consolidados durante o evento. Há boas expectativas com relação aos resultados desta edição da SIAL, que já está consolidada como uma das ações mais importantes do calendário da cadeia setorial exportadora”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O espaço contará também com ação de promoção da avicultura e da suinocultura do Brasil, com a distribuição de materiais promocionais das marcas setoriais brasileiras (Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck) com informações sobre produtos, sobre o setor produtor e exportador brasileiro e os contatos das empresas que atuam no mercado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 400 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem 7,8% em abril

Por Jonathan da Silva 13/05/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações do Brasil de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) cresceram 7,8% no mês de abril em relação ao mesmo período do ano passado. No total, foram 112,7 mil toneladas exportadas de acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em 2023, foram 104,5 mil toneladas. No entanto, a receita caiu 3,8% em relação ao ano anterior. Em 2024, a obtenção foi de US$ 241,8 milhões, enquanto em 2023 foi de US$ 251,3 milhões.

No total do primeiro quadrimestre deste ano, as exportações cresceram 6% em relação a 2023, com 402,1 mil toneladas exportadas. No ano anterior, foram 379,4 mil toneladas. Todavia, houve queda de 6,5% na receita. Foram U$ 839,6 milhões arrecadados neste ano ante US$ 897,7 milhões em 2023.

No ranking dos principais destinos, a China segue no primeiro lugar mesmo com queda de 35,9% nas exportações, com 21,5 mil toneladas. Na sequência, vêm Filipinas, com 16,7 mil toneladas, aumento de 66,5%. No terceiro posto está Hong Kong, com 9,1 mil toneladas, baixa de 34,7%. Na sequência, aparecem quatro países com as exportações em alta: Singapura, com 8,1 mil toneladas, aumento de 3%, Chile, com 7,3 mil toneladas, alta de 22,7%, Japão, com 7 mil toneladas, crescimento de 82,4%, e Vietnã, com 5,3 mil toneladas, elevação de 99,1%. “A demanda internacional tem influenciado positivamente os preços ao longo deste ano, que apresenta uma recuperação significativa entre janeiro e abril. Ao mesmo tempo, o bom ritmo das exportações deverá se manter, estabelecendo patamar de embarques acima das 100 mil toneladas”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina segue como maior exportador brasileiro de carne suína, com 62 mil toneladas embarcadas em abril, um aumento de 9,1%. Na sequência aparece o Rio Grande do Sul, com 21,6 mil toneladas, queda de 7,5%. Terceiro colocado, o Paraná exportou 17,1 mil toneladas, crescimento de 15,4%. Completam o top 5 o Mato Grosso, com 4 mil toneladas, alta de 62,5%, e o Mato Grosso do Sul, com 2,3 mil toneladas, elevação de 2,2%.

Há um aumento na capilaridade das exportações de carne suína do Brasil, que agora alcançam com maior expressividade outros mercados de alto valor agregado, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Destaque também para os crescentes volumes embarcados para as Américas, em especial Estados Unidos, Porto Rico e Chile, em certa medida fruto de novas habilitações conquistadas pelo setor. Por sua vez, expectativas ainda mais positivas nos próximos meses nas Filipinas, que recentemente aceitou o sistema de pre-listing do Brasil. Este movimento de diversificação dos destinos deve se manter ao longo deste ano”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: eNow/Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 341 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango alcançam 418,1 mil toneladas em março

Por Marina Klein Telles 08/04/2024
Por Marina Klein Telles

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 418,1 mil toneladas em março. O volume é o maior registrado no ano de 2024, embora seja 18,8% menor que o total embarcado no mesmo período de 2023, com 514,6 mil toneladas (maior volume mensal já embarcado na história do setor).

A receita total obtida com as exportações de março chegaram a US$ 751,3 milhões, desempenho 23,4% menor que o saldo comparativo do mesmo período do ano passado, com US$ 980,5 milhões. No comparativo trimestral, as exportações realizadas entre janeiro e março deste ano alcançaram 1,220 milhão de toneladas, volume 7,2% inferior ao saldo acumulado nos três primeiros meses de 2023, com 1,314 milhão de toneladas. No mesmo período, a receita acumulada alcançou U$ 2,141 bilhões, número 16,77% menor que o total registrado no primeiro trimestre de 2023, com US$ 2,573 bilhões.

“Houve um comportamento atípico no mês de março do ano passado, único momento em que a barreira de 500 mil toneladas foi rompida no histórico das exportações de carne de frango. Isto cria uma ideia equivocada em relação ao mês de março deste ano que, na verdade, seguiu dentro do fluxo esperado pelo setor, mantendo-se na média acima de 400 mil toneladas mensais”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

No ranking dos principais destinos do mês de março, os Emirados Árabes Unidos lideram com 40,7 mil toneladas, volume 16,2% superior ao registrado no mesmo período de 2023. Em seguida estão China, com 38,9 mil toneladas (-48,9%) e Arábia Saudita, com 35 mil toneladas (+3,9%).

Entre os principais estados exportadores, o Paraná segue na liderança com 172,3 mil toneladas embarcadas no mês de março, volume 19,6% menor que o total registrado no terceiro mês de 2023. Em seguida estão Santa Catarina, com 94,5 mil toneladas (-9,6%) e Rio Grande do Sul, com 56,8 mil toneladas (-23,4%).

“Temos acompanhado os países do Oriente Médio ganharem ainda mais destaque nos últimos meses, com compras substanciais de carne de frango, em um contexto de incertezas na região. De maneira geral, o mercado mundial apresenta neste momento equilíbrio entre oferta e demanda, o que deverá favorecer os exportadores brasileiros nos próximos meses, especialmente em um contexto de recrudescimento da influenza aviária em alguns países concorrentes” destacou o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2024 0 Comentários 461 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína caem em março, mas seguem em alta no ano

Por Jonathan da Silva 08/04/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) caíram 14% em março em relação ao total embarcado no mesmo mês de 2023. Conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), foram 91,9 mil toneladas em 2024 ante 106,9 mil no ano passado. No entanto, o saldo do trimestre é 5,3% superior ao dos três primeiros meses de 2023, com 289,4 mil toneladas neste ano contra 274,8 mil de 2023.

A receita gerada pelos embarques em março totalizou US$ 192,8 milhões, um saldo 22,5% menor do que o do mesmo mês em 2023, com US$ 248,9 milhões. No trimestre, o saldo das exportações chega a US$ 597,7 milhões, número 7,5% menor do que o registrado nos três primeiros meses do ano passado, com US$ 646,3 milhões. “Apesar da retração pontual em março, os embarques totais do ano seguem em níveis acima dos registrados no mesmo período do ano passado. É um indicativo importante da manutenção das perspectivas positivas para o ano, especialmente com a consolidação de mercados recentemente abertos ou ampliados para o Brasil”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal destino das exportações do setor, a China importou 19,3 mil toneladas em março, volume 46,8% menor do que o total embarcado no mesmo mês de 2023. Em seguida estão Filipinas, com 14,6 mil toneladas (+54,8%) e Hong Kong, com 7,4 mil toneladas (-44%). “Os embarques de carne suína vem experimentando elevações comparativas acima de 100% nas vendas para mercados de alto valor agregado, como Japão, Estados Unidos, Canadá e Filipinas.  É uma importante ampliação da diversificação dos destinos de exportações, em um momento em que a China tem comprado volumes menores de seus fornecedores. No caso do mercado filipino, que já é o segundo maior importador, esperamos ver números ainda mais expressivos nos próximos meses, após o recente estabelecimento da acreditação do sistema brasileiro pelas autoridades do país asiático”, avalia o diretor de mercados, Luís Rua.

Entre os estados exportadores, Santa Catarina segue na liderança, com 53,9 mil toneladas embarcadas em março (-6,2%), seguido por Rio Grande do Sul, com 18,7 mil toneladas (-27,8%) e Paraná, com 10,2 mil toneladas (-31,6%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2024 0 Comentários 394 Visualizações
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Exportações brasileiras de ovos crescem 69,5% em 2024

Por Jonathan da Silva 18/03/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) tiveram um crescimento de 69,5% no primeiro bimestre de 2024 comparado ao mesmo período do ano passado. Os dados levantados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apontam que 3,535 mil toneladas foram embarcadas neste começo de ano ante 2,086 mil toneladas em 2023. A receita também teve alta, foi de US$ 5,166 milhões para US$ 6,433 milhões, uma alta de 24,5%.

Considerado apenas o mês de fevereiro, os números da ABPA mostram que as exportações de ovos totalizaram 1,604 mil toneladas, 53,3% a mais que o total embarcado no mesmo período do ano anterior, que foi de 1,046 mil toneladas. A receita, no entanto, teve alta de apenas 0,9%, com US$ 3,034 milhões em fevereiro deste ano ante US$ 2,998 milhões no segundo mês de 2024.

No primeiro bimestre do ano, os Emirados Árabes Unidos recuperaram a liderança dos principais destinos das exportações brasileiras de ovos. No total, foram 1,562 mil toneladas exportadas para o país árabe, alta de 102% em relação ao mesmo período de 2023. Na segunda colocação aparece o Chile, que importou 435 toneladas, alta de 1.368%. “Os embarques de ovos do Brasil seguem mantendo constância de fluxo nas exportações, com reforço na capilaridade de mercados por meio de ações internacionais em mercados estratégicos para o setor, como o Oriente Médio, indicando a tendência de embarques para o ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2024 0 Comentários 490 Visualizações
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Exportações brasileiras de material genético avícola crescem em 2024

Por Jonathan da Silva 13/03/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de material genético avícola (incluindo pintos e ovos férteis) apresentou alta de 10,1% no primeiro bimestre de 2024 comparado ao mesmo período do ano passado. De acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), são 5,116 mil toneladas já exportadas neste ano, contra 4,646 mil toneladas na arrancada de 2023. Em receita, no entanto, houve retração de 8,2%, com US$ 38,7 milhões nos dois primeiros meses deste ano, contra US$ 42,2 milhões no ano passado.

No recorte apenas do mês de fevereiro, as exportações totalizaram 2,646 mil toneladas, número 13,8% maior que o do mesmo mês no ano passado, que teve 2,325 mil toneladas exportadas. Já a receita gerada foi 7,4% menor que a do ano anterior, com US$ 19,4 milhões este ano, ante US$ 20,9 milhões em 2023.

Principal destino das exportações brasileiras do segmento avícola, o México importou 1,656 mil toneladas no primeiro bimestre deste ano, volume que é 48,8% menor que o total embarcado no mesmo período do ano passado. Os países que tiveram alta foram a África do Sul, que foi de nenhum embarque em 2023 para 1,490 mil toneladas este ano, Senegal, com 1,103 mil toneladas (+75%), Paraguai, com 459 toneladas (+14%) e Venezuela, com 101 toneladas (+0,2%). “Tem crescido a busca das nações africanas pela genética avícola do Brasil, seja para a reposição de perdas frente a questões sanitárias ou mesmo para a construção de alternativas confiáveis de suprimento genético”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2024 0 Comentários 441 Visualizações
Business

Exportações de calçados começam ano em queda no Brasil

Por Jonathan da Silva 13/03/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações de calçados do Brasil sofreram quedas de 31,3% em volume e 22,8% em receita no primeiro bimestre comparado ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Se considerado apenas o mês de fevereiro, as quedas foram de 33,4% em volume e 22,5% em receita em relação a 2023. As exportações somaram 18,38 milhões de pares e US$ 169,66 milhões nos dois primeiros meses de 2024.

O resultado é o pior do primeiro bimestre dentro da série histórica, que teve início em 1997. Os dados geram alerta para o setor calçadista brasileiro. “Existem instabilidades e processos inflacionários graves nos principais mercados do mundo. É claro que tem impacto. Mas penso que o impacto maior está sendo o retorno de uma China mais agressiva ao mercado, tirando espaços dos seus concorrentes internacionais, principalmente na América Latina”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que a América Latina absorve mais de 50% das exportações brasileiras de calçados.

Mais um país que teve influência nos resultados do primeiro bimestre de 2024 foi a Argentina, uma vez que os Estados Unidos, principal destino internacional do calçado brasileiro, vem apresentando quedas cada vez menos significativas. “A Argentina apresentou, no ano passado, dois semestres consecutivos de elevação na taxa de pobreza, alcançando mais de 40% da população. O impacto da crise argentina é sentida fortemente pelos calçadistas brasileiros”, avalia Ferreira.

Exportações do calçado brasileiro passam por momento de baixa

Destinos

O principal destino das exportações de calçados brasileiros neste primeiro bimestre foi os Estados Unidos, que recebeu 1,9 milhão de pares por US$ 38,9 milhões, o que representou quedas de 10,4% e 3,7%, respectivamente, comparado aos dois primeiros meses do ano anterior.

Em momento econômico conturbado, a Argentina ficou no segundo lugar entre os maiores destinos do calçado brasileiro nestes dois primeiros meses de 204. Para o país vizinho foram embarcados 1,18 milhão de pares por US$ 24,75 milhões, quedas de 29,9% em volume e 17,8% em receita em relação ao primeiro bimestre de 2023.

A Espanha ocupa o terceiro lugar do ranking de exportações. O país europeu recebeu 2,93 milhões de pares por US$ 8,88 milhões neste primeiro bimestre, quedas de 33,4% e 36,2%, respectivamente, no comparativo com a mesma época do ano passado.

Origens

O Rio Grande do Sul continua ocupando o posto de maior exportador brasileiro de calçado. No bimestre, 5,67 milhões de pares saíram das fábricas gaúchas por US$ 84,45 milhões, o que representa quedas de 2% em volume e de 3,8% em receita na comparação com os dois primeiros meses de 2023.

O segundo estado com mais exportações foi o Ceará, de onde partiram 6,73 milhões de pares por US$ 41 milhões, baixas de 36,3% e 36,7%, respectivamente, em relação ao primeiro bimestre do ano anterior.

Dentre os estados que mais exportam, a Bahia foi quem teve menor queda no desempenho. Entre janeiro e fevereiro, as fábricas baianas embarcaram 533,88 mil pares por US$ 12,95 milhões, queda de 16,3% em volume e estabilidade de receita em relação aos dois primeiros meses de 2023.

São Paulo perdeu a terceira posição do ranking para a Bahia e agora ocupa a quarta colocação. Neste primeiro bimestre, as fábricas paulistas exportaram 756,6 mil pares por US$ 12,7 milhões, quedas de 37,6% e 31,2%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Otimismo para o futuro

Haroldo Ferreira avalia que com a desaceleração da inflação mundial e a manutenção de taxas positivas de crescimento econômico em mercados como Estados Unidos e Europa, as exportações brasileiras devem apresentar melhor desempenho no segundo semestre do ano. Todavia, a estimativa é que 2024 tenha resultados inferiores a 2023.

Importações em alta

Na contramão das exportações, as importações continuam em crescimento. Durante fevereiro, entraram no Brasil 4,1 milhões de pares por US$ 53,48 milhões, o que representa queda de 5,9% em volume, mas incremento de 41,8% em receita, em comparação com o mesmo mês em 2023. No acumulado do bimestre, as importações somaram 6,9 milhões de pares e US$ 90,6 milhões, queda de 9% em volume e aumento de 4,4% em receita em relação ao mesmo período do ano passado.

Os países asiáticos seguem sendo as principais origens de importação, representando mais de 80% dos calçados que entram no Brasil. A principal origem foi o Vietnã, que exportou para o Brasil 1,2 milhão de pares por US$ 26,7 milhões em fevereiro, altas de 59% em volume e de 47% em receita na relação com o mesmo mês do ano passado. No compilado do bimestre, as importações de calçados vietnamitas atingiram 2 milhões de pares e US$ 43,87 milhões, elevação de 5% em pares e baixa de 0,9% em receita no comparativo com os dois primeiros meses de 2023.

A segunda maior origem das importações do começo de ano foi a Indonésia. Em fevereiro, as importações de calçados do país do sudeste asiático chegaram a 660 mil pares e US$ 11, 44 milhões, aumentos de 78,9% e 51,7%, respectivamente, ante o mesmo mês em 2023. Considerado o bimestre, as importações da Indonésia foram de 1 milhão de pares e US$ 17,17 milhões, crescimento de 34,3% e 10,2% ante o mesmo momento do ano passado.

A China completa o pódio do ranking, tendo embarcado para o Brasil neste mês de fevereiro 1,65 milhão de pares por US$ 5,27 milhões, baixa de 44,2% em volume e alta de 3,6% em receita na comparação com o mesmo mês do ano passado. No bimestre, as importações chinesas somaram 2,75 milhões de pares e US$ 9,58 milhões, baixas de 36,2% e 16,3%, respectivamente, sobre 2023.

Consideradas partes de calçados, como cabedais, saltos, solados, palmilhas, etc., as importações do bimestre somaram US$ 7,9 milhões, o que representa uma alta de 62% em relação ao mesmo período de 2023. Neste recorte, as principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Os resultados completos do levantamento da Abicalçados podem ser conferidos clicando aqui.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2024 0 Comentários 431 Visualizações
Business

Exportações de calçados iniciam 2024 em queda

Por Marina Klein Telles 14/02/2024
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em janeiro, as exportações do setor somaram 10,3 milhões de pares, que geraram US$ 90,75 milhões, quedas tanto em volume (-29,7%) quanto em receita (-23%) em relação ao mesmo mês do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, embora a queda tenha sido maior do que a esperada pela entidade (entre 18% e 22%, em pares), o setor segue com expectativa de recuperação a partir do segundo semestre do ano. “O mercado mundial ainda está bastante instável, mas já dá sinais de recuperação. Só que o efeito, para a exportação, não é tão imediato. Esperamos, com a recuperação na segunda parte do ano, encerrar 2024 com um incremento de até 0,9% no volume embarcado ao exterior”, comenta o executivo.

Conforme a Abicalçados, neste primeiro mês, impactaram negativamente sobretudo as quedas nos embarques para os mercados colombiano e argentino, de 40% e 24%, respectivamente. “A Colômbia é o nosso terceiro principal destino, em volume, então o resultado teve um impacto bastante relevante no registro geral”, informa Ferreira. A Inteligência de Mercado da Abicalçados projeta uma queda de 13% nas exportações de calçados para o primeiro trimestre, com uma recuperação a partir da segunda parte do ano.

RS responde por metade da receita gerada

A principal origem das exportações brasileiras de calçados segue sendo o Rio Grande do Sul. Em janeiro, partiram das fábricas gaúchas 2,98 milhões de pares, que geraram US$ 45,56 milhões, incremento de 5,5% em volume e queda de 2,4% em receita na relação com janeiro de 2023.

A segunda origem das exportações do setor no primeiro mês do ano foi o Ceará, que embarcou 3,72 milhões de pares por US$ 21 milhões, quedas tanto em volume (-37%) quanto em receita (-39,4%) em relação ao mesmo mês do ano passado.

Com quedas de 41,3% em volume e de 28,8% em receita, São Paulo foi a terceira origem das exportações de calçados em janeiro. No mês, partiram das fábricas paulistas 416,32 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 7,4 milhões, quedas tanto em volume (-41,3%) quanto em receita (-28,8%) ante janeiro de 2023.

Importações

Assim como as exportações, as importações de calçados desaceleraram no início de 2024. No primeiro mês do ano, entraram no Brasil 2,8 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 37,12 milhões, resultados inferiores tanto em volume (-13,5%) quanto em receita (-24,3%) ante o mês correspondente de 2023.

As principais origens seguem sendo os países asiáticos China, Vietnã e Indonésia, que juntos responderam por 70% das importações no período. Em janeiro, com um preço médio de US$ 3,90 por par, a China embarcou rumo ao Brasil 1,1 milhão de pares, pelos quais foram pagos US$ 4,3 milhões, quedas de 32,2% e de 18,8%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2023. A segunda origem de janeiro foi o Vietnã, de onde foram importados 799,58 mil pares por US$ 17,16 milhões, quedas de 34,3% e de 30,8%, respectivamente, ante 2023. Completando o ranking das importações aparece a Indonésia, de onde vieram 347,76 mil pares por US$ 5,7 milhões, quedas de 8,8% e de 29%, respectivamente, ante 2023.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações de janeiro somaram US$ 3,76 milhões, 40% mais do que no mesmo mês de 2023. As principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2024 0 Comentários 484 Visualizações
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