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exportações

Variedades

Presidente do Conselho Consultivo da ABPA analisa sanções dos EUA e exportações do RS

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, participou nesta quarta-feira (6) do evento “Tá na Mesa”, promovido pela Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), em Porto Alegre, para debater os impactos das sanções dos Estados Unidos sobre as exportações gaúchas, especialmente no setor de proteína animal.

Durante o encontro, Turra, que também é ex-ministro da Agricultura, destacou que o setor de proteína animal está em constante busca por novos mercados e que essa diversificação é essencial diante de cenários de instabilidade. “Diante das repercussões pelo aumento das tarifas dos Estados Unidos, temos dois principais movimentos: o relacionamento com os importadores norte-americanos como aliados no diálogo, que estão atuando conosco neste momento, e a busca por novos mercados que minimizem as consequências quando há baixa em algum outro país”, afirmou o conselheiro.

Exportações atuais pouco afetadas

Dados apresentados no painel apontam que o Brasil atualmente não exporta carne de frango para os Estados Unidos, o que afasta impactos diretos nesse segmento. Já na suinocultura, cerca de 14 mil toneladas foram enviadas ao país em 2025. No caso dos ovos, 1% das 59 bilhões de unidades comercializadas com países parceiros é destinado aos EUA. Apesar do percentual pequeno, Turra afirmou que a exportação do produto aos americanos tem crescido, e que haverá impacto com o ajuste das tarifas, mas reforçou que a ABPA busca novos mercados para mitigar possíveis perdas.

Papel da diplomacia

O evento também reuniu outros debatedores de diferentes setores, como a coordenadora de inteligência de mercado da Abicalçados, Priscila Link; o presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior; o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing; e o diretor executivo da Amcham-Brasil, Marcelo Rodrigues. Ao encerrar sua participação, Turra ressaltou a importância da diplomacia. “Nesse primeiro momento há pânico pelo impacto, mas acredito que teremos um cenário de muitas mudanças. É preciso ter postura e sensibilidade. Os países não têm amigos, eles têm interesses; e é por isso que devemos ter diplomacia e diálogo sempre”, concluiu o presidente do conselho consultivo da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 316 Visualizações
Variedades

Brasil celebra 50 anos da primeira exportação de carne de frango

Por Jonathan da Silva 04/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Brasil celebrou nesta sexta-feira (1º) o marco de 50 anos do primeiro embarque oficial de carne de frango para o mercado internacional, realizado em 1º de agosto de 1975. A operação teve então como destino o Kuwait e marcou o início da trajetória brasileira rumo à liderança global nas exportações da proteína, consolidando também uma relação comercial duradoura com países do oriente médio.

Desde aquele primeiro envio, o Brasil exportou quase 100 milhões de toneladas de carne de frango para mais de 150 nações. Em 2024, o volume exportado superou 4,9 milhões de toneladas, gerando receita próxima de US$ 10 bilhões. Atualmente, os principais destinos são China, Emirados Árabes Unidos, Japão, Arábia Saudita e União Europeia.

Parte significativa das exportações é composta por produtos halal, atendendo aos requisitos religiosos e sanitários dos consumidores muçulmanos. São mais de 2 milhões de toneladas embarcadas por ano, que fazem do Brasil o maior exportador global de carne de frango halal. O setor mantém colaboração com certificadoras, autoridades religiosas e governos parceiros para garantir rastreabilidade e conformidade com os padrões exigidos.

Relevância no cenário internacional

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, destacou a importância do marco histórico. “Celebrar 50 anos deste primeiro embarque é reconhecer a força de uma cadeia que evoluiu com base na ciência, na integração entre campo e indústria, no compromisso com a segurança dos alimentos e, sobretudo, na confiança dos mercados internacionais. É uma história construída por milhares de produtores, cooperativas e empresas que acreditaram no potencial do Brasil”, afirmou Santin.

Segundo o dirigente, a parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) teve papel decisivo para a consolidação do país como fornecedor confiável de alimentos. Ações de promoção comercial, participação em feiras internacionais e relacionamento com stakeholders globais contribuíram para a diversificação de mercados e crescimento sustentável das exportações. “Aquele 1º de agosto de 1975 não foi apenas o início de um comércio. Foi o ponto de partida de uma jornada que ajudou o Brasil a se consolidar como fornecedor estratégico de alimentos para o mundo. Meio século depois, seguimos comprometidos com a excelência e com a segurança alimentar global”, concluiu Santin.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
04/08/2025 0 Comentários 473 Visualizações
Política

Setor do tabaco repercute impactos do tarifaço dos EUA ao Brasil

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

O setor do tabaco manifestou preocupação com a decisão dos Estados Unidos de aplicar, a partir de 6 de agosto, uma tarifa de 50% sobre as importações do produto brasileiro. O país é atualmente o terceiro maior comprador de tabaco do Brasil, respondendo por cerca de 9% das exportações do setor, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC/ComexStat).

Entre janeiro e junho de 2025, foram enviadas 19 mil toneladas de tabaco aos Estados Unidos, gerando US$ 129 milhões em receita. Em 2024, as vendas externas somaram 39,8 mil toneladas e US$ 255 milhões. A medida, considerada inesperada pelo setor, pode comprometer a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano.

Situação do mercado

De acordo com o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, havia expectativa de negociação ou prorrogação da medida, o que não ocorreu. “A manutenção da tarifa cria uma situação bastante complexa e a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano fica ameaçada. Podemos esperar, como consequência, uma redução drástica nos volumes exportados aos clientes americanos”, afirmou Thesing.

Mesmo diante da medida, o dirigente garantiu que não há previsão de demissões no setor e que a compra do tabaco contratado junto aos produtores está assegurada pelo Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT). “Como as empresas associadas ao SindiTabaco trabalham com o Sistema Integrado, oferecemos essa garantia e segurança para o produtor quanto à aquisição do volume já contratado”, destacou Thesing.

Redirecionamento de produção

Para a safra 2025/2026, cerca de 40 mil toneladas do tabaco já contratado tinham como destino os Estados Unidos. Segundo Thesing, o volume pode permanecer estocado caso não haja realocação imediata. “No entanto, temos a expectativa de, nos próximos meses, redirecionar o montante que seria exportado aos Estados Unidos para outros destinos, pois exportamos para mais de 100 países”, concluiu o presidente do SindiTabaco.

Foto: Felipe Krause/Pixel18dezoito/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 401 Visualizações
Política

Fiergs alerta para impacto bilionário de tarifa dos EUA sobre exportações gaúchas

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs manifestou preocupação com a confirmação da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras para os Estados Unidos, medida anunciada pelo governo estadunidense em 9 de julho e assinada nesta semana pelo presidente Donald Trump. Segundo a entidade, presidida por Claudio Bier, a nova taxação pode causar perdas de até R$ 1,9 bilhão no PIB do Rio Grande do Sul e atingir diretamente 1.100 indústrias gaúchas, que empregam mais de 145 mil trabalhadores.

Desde o anúncio da medida, a Fiergs realizou reuniões com autoridades estaduais e federais em Porto Alegre e Brasília, apresentando estudos e documentos para expressar a apreensão do setor industrial com os impactos da decisão. Em comunicado, a entidade afirmou que “todas as frentes possíveis de diálogo foram abertas”, mas não foi possível reverter a aplicação da tarifa.

Medidas mitigatórias e reivindicações

Com o cenário confirmado, a Fiergs passou a priorizar ações para reduzir os impactos sobre as empresas afetadas. Uma das medidas já asseguradas é a liberação de uma linha de crédito de R$ 100 milhões pelo BRDE, iniciativa do governo estadual. A entidade, no entanto, considera o valor insuficiente e reivindica a liberação de créditos de ICMS Exportação, além de outras medidas tributárias, trabalhistas e de crédito por parte do governo federal.

Preocupação com impactos econômicos

A Fiergs também defende a manutenção da serenidade nas relações entre os governos brasileiro e estadunidense para evitar agravamento da situação. De acordo com a entidade, a tarifa já resulta em cancelamento de encomendas, suspensão de embarques, negócios desfeitos, desaceleração da produção e concessão de férias emergenciais em empresas do estado.

O Sistema Fiergs informou que seguirá buscando alternativas e negociações em defesa da indústria gaúcha e das cadeias produtivas afetadas pela nova tarifa.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 319 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco projeta COP 11 e impacto do tarifaço dos EUA

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

Representantes da cadeia produtiva do tabaco se reuniram nesta quarta-feira (16) para a 76ª sessão da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, em formato híbrido, com foco na preparação para a 11ª Conferência das Partes (COP 11) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), que será realizada entre 17 e 22 de novembro, em Genebra, na Suíça. O encontro também avaliou o cenário atual das exportações brasileiras, especialmente após o novo pacote tarifário anunciado por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.

O setor busca entender qual será a posição que o Brasil levará à COP 11, considerando que o país é o segundo maior produtor e o maior exportador mundial de tabaco. A agenda provisória do evento inclui temas como medidas futuras de controle do tabaco (Art. 2.1), responsabilização jurídica da indústria (Art. 19), impactos ambientais e de saúde (Art. 18), regulamentação de conteúdo e divulgação de produtos (Art. 9 e 10), além da proteção das políticas públicas contra interesses da indústria (Art. 5.2 e 5.3).

A Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), responsável por formular a posição oficial do Brasil, ainda não se manifestou. Representantes do setor demonstraram preocupação com a possibilidade de exclusão dos debates, como avaliam que aconteceu em conferências anteriores, quando membros da cadeia produtiva e a imprensa regional não puderam acompanhar as discussões.

O presidente da Câmara Setorial, Romeu Schneider, destacou a posição do embaixador Tovar Nunes durante recente visita de representantes do setor à Genebra. Segundo Schneider, Nunes se comprometeu a manter o diálogo e a realizar reuniões diárias de briefing para atualizar o setor sobre os temas discutidos.

As consequências do “tarifaço”

Também no encontro, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, apresentou os números das exportações brasileiras de tabaco no primeiro semestre de 2025. Dados do ComexStat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, indicam que o país exportou 206,5 mil toneladas e US$ 1,36 bilhão entre janeiro e junho — crescimento de 5,77% em volume e 9,5% em valor, em relação ao mesmo período de 2024. Os principais destinos foram China, Bélgica, Indonésia, Estados Unidos, Turquia e Emirados Árabes Unidos.

Thesing também comentou o impacto da tarifa de 50% recentemente anunciada pelos Estados Unidos para as exportações brasileiras. “No último ano embarcamos US$ 255 milhões e quase 40 mil toneladas aos Estados Unidos. Anualmente, o mercado americano representa, em média, 9% de todos os embarques, o que é significativo. Tendo em vista a demanda de tabaco ao redor do mundo, acreditamos que é possível realocar o produto para outros destinos, mas claro que este não é o cenário ideal, considerando a ruptura logística que teremos. Há de se considerar que o tabaco está neste momento comercializado e dentro das empresas sendo processado. Ou seja, uma parte significativa ainda não foi embarcada”, pontuou o dirigente.

Apesar das restrições, Thesing demonstrou expectativa por uma resolução diplomática. “Ambas as nações saem perdendo. Estamos confiantes de que teremos uma negociação em torno do tema”, expressou o presidente da entidade. Somente no primeiro semestre, o Brasil embarcou 19 mil toneladas de tabaco para os Estados Unidos, com retorno de US$ 129 milhões.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 358 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 0,5% no semestre e receita avança 5%

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango fecharam o primeiro semestre de 2025 com um aumento de 0,5% no volume embarcado e alta de 5% na receita, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (7) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Entre produtos in natura e processados, o país exportou 2,6 milhões de toneladas, contra 2,588 milhões no mesmo período de 2024, gerando US$ 4,871 bilhões em receita.

Apesar do resultado semestral positivo, o desempenho de junho teve retração. Foram exportadas 343,4 mil toneladas, volume 21,2% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando somou 435,9 mil toneladas. A receita no mês chegou a US$ 637 milhões, redução de 19,7% em relação a junho de 2024.

Principais destinos e origens

No ranking dos principais compradores no semestre, os Emirados Árabes Unidos lideraram, com 231,1 mil toneladas (-3,7%), seguidos por China (228,6 mil toneladas, -17,2%), Arábia Saudita (201,9 mil toneladas, -2%), Japão (198,2 mil toneladas, -7,5%) e África do Sul (133,9 mil toneladas, -20,3%). Alguns mercados ampliaram os embarques, como a União Europeia, que importou 125,3 mil toneladas (+20,8%), as Filipinas (122,8 mil toneladas, +2,2%) e o México (89,9 mil toneladas, +7,7%).

Entre os estados exportadores, o Paraná se manteve na liderança com 1,039 milhão de toneladas (-3,49%), seguido por Santa Catarina (573,3 mil toneladas, +1,72%), Rio Grande do Sul (348,5 mil toneladas, -1,62%), São Paulo (154 mil toneladas, +12,4%) e Goiás (131,1 mil toneladas, +4,2%).

Expectativa de recuperação

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, avaliou que os números de maio e junho mostraram um impacto menor que o esperado após o registro de um único foco de Influenza Aviária em produção comercial, já solucionado. “Agora, com a publicação da autodeclaração do Brasil de Livre de Influenza Aviária junto à Organização Mundial de Saúde Animal, a maioria dos mercados retomaram o fluxo das exportações e outros deverão restabelecer em breve. A expectativa é que ocorra uma significativa evolução nos níveis dos embarques neste segundo semestre, ampliando o resultado positivo esperado para este ano”, comentou Santin.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/07/2025 0 Comentários 309 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de ovos crescem 295,8% em maio

Por Jonathan da Silva 10/06/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de ovos, incluindo produtos in natura e processados, totalizaram 5.358 toneladas em maio de 2025, o que representa um aumento de 295,8% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram embarcadas 1.354 toneladas, conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em valor, os embarques de maio somaram US$ 13,756 milhões, crescimento de 356,2% frente aos US$ 3,015 milhões registrados no mesmo mês do ano passado.

No acumulado de janeiro a maio, o volume exportado chegou a 18.357 toneladas, 165,6% acima das 6.912 toneladas exportadas no mesmo período de 2024. A receita das exportações nos cinco primeiros meses do ano somou US$ 42,100 milhões, alta de 195,8% em comparação aos US$ 14,235 milhões do ano anterior.

Estados Unidos lideram compras

Os Estados Unidos foram o principal destino das exportações brasileiras de ovos entre janeiro e maio de 2025, com 9.735 toneladas, crescimento de 996% em relação ao mesmo período do ano passado.

Outros destinos em destaque foram o Chile, com 2.354 toneladas (+10,8%); os Emirados Árabes Unidos, com 1.422 toneladas (-13,8%); o Japão, com 1.422 toneladas (+160,9%); o México, com 1.050 toneladas (sem base comparativa com 2024).

Na comparação apenas do mês de maio de 2025 com o mesmo mês de 2024, os embarques para os Estados Unidos cresceram 1.384%, totalizando 4.166 toneladas. O Chile recebeu 534 toneladas (-22,3%), o México 232 toneladas, o Japão 205 toneladas (+132,7%) e Angola 102 toneladas, todos com variações significativas.

Setor mantém ritmo mesmo com desafios sanitários

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, “o setor de ovos tem acumulado forte alta em exportações, em meio à uma reconfiguração do fluxo de embarques que agora passa a ter Estados Unidos, Japão e México, entre os principais destinos dos produtos. Mesmo com as suspensões decorrentes do foco pontual de Influenza Aviária, as vendas seguiram em ritmo elevado, demonstrando a confiança dos mercados na biosseguridade brasileira”.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
10/06/2025 0 Comentários 300 Visualizações
Business

The South Base apresenta plano para fortalecer exportação de calçados em 2025 e 2026

Por Jonathan da Silva 10/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Conselho Estratégico da The South Base anunciou nesta segunda-feira (9) as ações previstas para 2025 e 2026, incluindo a renovação da parceria com a Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados da América (FDRA), a criação de um Arranjo Produtivo Local (APL) e missões comerciais entre o Vale do Sinos e os Estados Unidos. O plano foi apresentado em reunião na sede da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI NH/CB/EV/DI), em Novo Hamburgo, com participação de empresas e entidades do setor calçadista.

A The South Base também está aguardando confirmação para palestrar no Summit FDRA, evento marcado para o dia 17 de julho em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Caso aprovada, a participação permitirá que o Brasil apresente sua produção de calçados a importadores norte-americanos. Além disso, em julho, conteúdos sobre o movimento serão divulgados nas redes sociais da FDRA, e em outubro está previsto um showroom em Nova Iorque com empresas do Vale do Sinos. Os recursos para essas ações estão sendo viabilizados por sindicatos de Novo Hamburgo, Sapiranga e Estância Velha.

Formalização do APL do Vale do Sinos

O Arranjo Produtivo Local (APL) do Vale do Sinos e Vale do Paranhana, que reúne empresas de calçados em um modelo de cooperação, já possui organograma e planejamento estratégico definidos. A formalização junto ao governo do estado está em fase final. “A formalização permitirá a busca por recursos junto ao próprio governo do estado e a outras fontes de forma contínua”, afirmou o presidente do Conselho Estratégico da The South Base, Marlos Schmidt.

Ações já realizadas e capacitações em andamento

O diretor da ACI, Fauston Saraiva, destacou as iniciativas já concluídas, como a participação no Summit FDRA 2024, a presença de quatro empresas na FFANY Market Week em junho e a produção de vídeos promocionais para o mercado norte-americano. Investimentos somam cerca de R$ 600 mil. Paralelamente, 16 empresas de Igrejinha recebem capacitação técnica para exportação, com 750 horas de treinamento ministradas pelo IBTeC. Novos workshops estão programados para julho em Igrejinha e Novo Hamburgo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2025 0 Comentários 398 Visualizações
Business

Exportações de carne suína do Brasil crescem 13,7% em maio

Por Jonathan da Silva 09/06/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína — incluindo produtos in natura e processados — somaram 118,7 mil toneladas em maio de 2025, o que representa um crescimento de 13,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram embarcadas 104,4 mil toneladas. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (9) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Em valores, as exportações de maio geraram US$ 291,1 milhões, resultado 29,3% superior ao do mesmo período de 2024, que foi de US$ 225,2 milhões. No acumulado do ano, entre janeiro e maio, os embarques totalizaram 584,8 mil toneladas, um crescimento de 15,4% em comparação com as 506,6 mil toneladas exportadas no mesmo intervalo do ano passado.

A receita no acumulado dos cinco primeiros meses de 2025 foi de US$ 1,381 bilhão, um aumento de 29,8% sobre os US$ 1,064 bilhão obtidos no mesmo período de 2024.

Filipinas lidera importações

As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em maio, com 28,2 mil toneladas importadas — 115% a mais do que no mesmo mês do ano anterior. Em seguida aparecem a China, com 11,9 mil toneladas (-43%); o Chile, com 10,9 mil toneladas (+21%); Singapura, com 8,3 mil toneladas (+7,1%); e o Japão, com 8,2 mil toneladas (+60%).

As Filipinas avançaram em sua posição como principal destino da carne suína do Brasil, e novos mercados ganharam protagonismo no ranking dos principais importadores do nosso produto. Houve significativo aumento da capilaridade das exportações do setor no mercado internacional e a expectativa é que esse fluxo siga elevado ao longo desse ano”, destacou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina encabeça exportações

O estado de Santa Catarina permaneceu como o principal exportador nacional, com 59,6 mil toneladas embarcadas em maio — 8,7% a mais que no mesmo mês de 2024. Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 27,3 mil toneladas (+15,8%); o Paraná, com 19,2 mil toneladas (+28,9%); Mato Grosso, com 3 mil toneladas (-10,2%); e Minas Gerais, com 2,9 mil toneladas (+25,1%).

Foto: BearFotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/06/2025 0 Comentários 354 Visualizações
Business

Exportações de carne suína brasileira crescem 14,6% em abril

Por Jonathan da Silva 12/05/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína, incluindo produtos in natura e processados, atingiram 129,2 mil toneladas em abril de 2025, o que representa um crescimento de 14,6% em comparação com o mesmo mês do ano anterior, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (9) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O avanço é impulsionado por maiores vendas em mercados estratégicos da Ásia e América Latina.

A receita gerada pelas exportações em abril totalizou US$ 301,5 milhões, valor 24,7% superior ao registrado no mesmo período de 2024, que foi de US$ 241,9 milhões. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2025, o volume exportado foi de 466 mil toneladas, uma alta de 15,9% em relação às 402,2 mil toneladas exportadas entre janeiro e abril de 2024. A receita no período somou US$ 1,09 bilhão, com crescimento de 29,9% frente aos US$ 839,6 milhões obtidos no mesmo intervalo do ano anterior.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, “o resultado de abril reforça a tendência de alta nas exportações em 2025, com avanço nos principais mercados e expansão em destinos estratégicos da Ásia e América Latina. Além do aumento em volume, o setor registra uma valorização importante na receita, refletindo a qualidade do produto brasileiro e o reconhecimento internacional do nosso status sanitário”.

Filipinas lideram destinos da carne suína brasileira

As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em abril, com a importação de 29,8 mil toneladas (+78,4%), o que gerou US$ 66,2 milhões em receita (+90,4%). Em seguida, aparecem:

  1. China: 15,1 mil toneladas (-30,0%), com US$ 32,4 milhões (-29,2%);
  2. Hong Kong: 12,2 mil toneladas (+34,1%), com US$ 29,9 milhões (+63,6%);
  3. Chile: 9,1 mil toneladas (+24,7%), com US$ 22,9 milhões (+45,8%);
  4. México: 7,3 mil toneladas (+121,6%), com US$ 16,7 milhões (+109,9%);
  5. Japão: 7,2 mil toneladas (+2,0%), com US$ 25 milhões (+10,9%);
  6. Singapura: 6,7 mil toneladas (-17,7%), com US$ 19,2 milhões (-0,7%);
  7. Argentina: 5,9 mil toneladas (+630,0%), com US$ 16,5 milhões (+693,0%);
  8. Estados Unidos: 4,7 mil toneladas (+43,6%), com US$ 7,3 milhões (+27,2%).

SC, RS e PR lideram as exportações por estado

Entre os estados exportadores, Santa Catarina permanece como o maior exportador de carne suína, com 66,3 mil toneladas enviadas ao exterior em abril, aumento de 6,8% em relação ao mesmo mês de 2024. O Rio Grande do Sul aparece em seguida, com 27,9 mil toneladas (+29,2%), seguido pelo Paraná, com 21,5 mil toneladas (+25,5%).

Outros estados também se destacaram: Minas Gerais exportou 3,5 mil toneladas (+114,7%), enquanto Mato Grosso registrou retração de 26,7%, com 2,9 mil toneladas.

Projeção do setor

A ABPA projeta a manutenção do ritmo positivo para os próximos meses, sustentado por novas aberturas de mercado, maior previsibilidade logística e negociações sanitárias com países da América do Norte e Sudeste Asiático. A entidade também destaca que a biossegurança e práticas sustentáveis continuarão como pilares do crescimento das exportações de carne suína brasileira.

Foto: MrSiraphol/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
12/05/2025 0 Comentários 411 Visualizações
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