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exportações

Política

Fiergs alerta para impacto bilionário de tarifa dos EUA sobre exportações gaúchas

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs manifestou preocupação com a confirmação da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras para os Estados Unidos, medida anunciada pelo governo estadunidense em 9 de julho e assinada nesta semana pelo presidente Donald Trump. Segundo a entidade, presidida por Claudio Bier, a nova taxação pode causar perdas de até R$ 1,9 bilhão no PIB do Rio Grande do Sul e atingir diretamente 1.100 indústrias gaúchas, que empregam mais de 145 mil trabalhadores.

Desde o anúncio da medida, a Fiergs realizou reuniões com autoridades estaduais e federais em Porto Alegre e Brasília, apresentando estudos e documentos para expressar a apreensão do setor industrial com os impactos da decisão. Em comunicado, a entidade afirmou que “todas as frentes possíveis de diálogo foram abertas”, mas não foi possível reverter a aplicação da tarifa.

Medidas mitigatórias e reivindicações

Com o cenário confirmado, a Fiergs passou a priorizar ações para reduzir os impactos sobre as empresas afetadas. Uma das medidas já asseguradas é a liberação de uma linha de crédito de R$ 100 milhões pelo BRDE, iniciativa do governo estadual. A entidade, no entanto, considera o valor insuficiente e reivindica a liberação de créditos de ICMS Exportação, além de outras medidas tributárias, trabalhistas e de crédito por parte do governo federal.

Preocupação com impactos econômicos

A Fiergs também defende a manutenção da serenidade nas relações entre os governos brasileiro e estadunidense para evitar agravamento da situação. De acordo com a entidade, a tarifa já resulta em cancelamento de encomendas, suspensão de embarques, negócios desfeitos, desaceleração da produção e concessão de férias emergenciais em empresas do estado.

O Sistema Fiergs informou que seguirá buscando alternativas e negociações em defesa da indústria gaúcha e das cadeias produtivas afetadas pela nova tarifa.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 263 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco projeta COP 11 e impacto do tarifaço dos EUA

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

Representantes da cadeia produtiva do tabaco se reuniram nesta quarta-feira (16) para a 76ª sessão da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, em formato híbrido, com foco na preparação para a 11ª Conferência das Partes (COP 11) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), que será realizada entre 17 e 22 de novembro, em Genebra, na Suíça. O encontro também avaliou o cenário atual das exportações brasileiras, especialmente após o novo pacote tarifário anunciado por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.

O setor busca entender qual será a posição que o Brasil levará à COP 11, considerando que o país é o segundo maior produtor e o maior exportador mundial de tabaco. A agenda provisória do evento inclui temas como medidas futuras de controle do tabaco (Art. 2.1), responsabilização jurídica da indústria (Art. 19), impactos ambientais e de saúde (Art. 18), regulamentação de conteúdo e divulgação de produtos (Art. 9 e 10), além da proteção das políticas públicas contra interesses da indústria (Art. 5.2 e 5.3).

A Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), responsável por formular a posição oficial do Brasil, ainda não se manifestou. Representantes do setor demonstraram preocupação com a possibilidade de exclusão dos debates, como avaliam que aconteceu em conferências anteriores, quando membros da cadeia produtiva e a imprensa regional não puderam acompanhar as discussões.

O presidente da Câmara Setorial, Romeu Schneider, destacou a posição do embaixador Tovar Nunes durante recente visita de representantes do setor à Genebra. Segundo Schneider, Nunes se comprometeu a manter o diálogo e a realizar reuniões diárias de briefing para atualizar o setor sobre os temas discutidos.

As consequências do “tarifaço”

Também no encontro, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, apresentou os números das exportações brasileiras de tabaco no primeiro semestre de 2025. Dados do ComexStat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, indicam que o país exportou 206,5 mil toneladas e US$ 1,36 bilhão entre janeiro e junho — crescimento de 5,77% em volume e 9,5% em valor, em relação ao mesmo período de 2024. Os principais destinos foram China, Bélgica, Indonésia, Estados Unidos, Turquia e Emirados Árabes Unidos.

Thesing também comentou o impacto da tarifa de 50% recentemente anunciada pelos Estados Unidos para as exportações brasileiras. “No último ano embarcamos US$ 255 milhões e quase 40 mil toneladas aos Estados Unidos. Anualmente, o mercado americano representa, em média, 9% de todos os embarques, o que é significativo. Tendo em vista a demanda de tabaco ao redor do mundo, acreditamos que é possível realocar o produto para outros destinos, mas claro que este não é o cenário ideal, considerando a ruptura logística que teremos. Há de se considerar que o tabaco está neste momento comercializado e dentro das empresas sendo processado. Ou seja, uma parte significativa ainda não foi embarcada”, pontuou o dirigente.

Apesar das restrições, Thesing demonstrou expectativa por uma resolução diplomática. “Ambas as nações saem perdendo. Estamos confiantes de que teremos uma negociação em torno do tema”, expressou o presidente da entidade. Somente no primeiro semestre, o Brasil embarcou 19 mil toneladas de tabaco para os Estados Unidos, com retorno de US$ 129 milhões.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 299 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 0,5% no semestre e receita avança 5%

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango fecharam o primeiro semestre de 2025 com um aumento de 0,5% no volume embarcado e alta de 5% na receita, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (7) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Entre produtos in natura e processados, o país exportou 2,6 milhões de toneladas, contra 2,588 milhões no mesmo período de 2024, gerando US$ 4,871 bilhões em receita.

Apesar do resultado semestral positivo, o desempenho de junho teve retração. Foram exportadas 343,4 mil toneladas, volume 21,2% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando somou 435,9 mil toneladas. A receita no mês chegou a US$ 637 milhões, redução de 19,7% em relação a junho de 2024.

Principais destinos e origens

No ranking dos principais compradores no semestre, os Emirados Árabes Unidos lideraram, com 231,1 mil toneladas (-3,7%), seguidos por China (228,6 mil toneladas, -17,2%), Arábia Saudita (201,9 mil toneladas, -2%), Japão (198,2 mil toneladas, -7,5%) e África do Sul (133,9 mil toneladas, -20,3%). Alguns mercados ampliaram os embarques, como a União Europeia, que importou 125,3 mil toneladas (+20,8%), as Filipinas (122,8 mil toneladas, +2,2%) e o México (89,9 mil toneladas, +7,7%).

Entre os estados exportadores, o Paraná se manteve na liderança com 1,039 milhão de toneladas (-3,49%), seguido por Santa Catarina (573,3 mil toneladas, +1,72%), Rio Grande do Sul (348,5 mil toneladas, -1,62%), São Paulo (154 mil toneladas, +12,4%) e Goiás (131,1 mil toneladas, +4,2%).

Expectativa de recuperação

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, avaliou que os números de maio e junho mostraram um impacto menor que o esperado após o registro de um único foco de Influenza Aviária em produção comercial, já solucionado. “Agora, com a publicação da autodeclaração do Brasil de Livre de Influenza Aviária junto à Organização Mundial de Saúde Animal, a maioria dos mercados retomaram o fluxo das exportações e outros deverão restabelecer em breve. A expectativa é que ocorra uma significativa evolução nos níveis dos embarques neste segundo semestre, ampliando o resultado positivo esperado para este ano”, comentou Santin.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/07/2025 0 Comentários 255 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de ovos crescem 295,8% em maio

Por Jonathan da Silva 10/06/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de ovos, incluindo produtos in natura e processados, totalizaram 5.358 toneladas em maio de 2025, o que representa um aumento de 295,8% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram embarcadas 1.354 toneladas, conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em valor, os embarques de maio somaram US$ 13,756 milhões, crescimento de 356,2% frente aos US$ 3,015 milhões registrados no mesmo mês do ano passado.

No acumulado de janeiro a maio, o volume exportado chegou a 18.357 toneladas, 165,6% acima das 6.912 toneladas exportadas no mesmo período de 2024. A receita das exportações nos cinco primeiros meses do ano somou US$ 42,100 milhões, alta de 195,8% em comparação aos US$ 14,235 milhões do ano anterior.

Estados Unidos lideram compras

Os Estados Unidos foram o principal destino das exportações brasileiras de ovos entre janeiro e maio de 2025, com 9.735 toneladas, crescimento de 996% em relação ao mesmo período do ano passado.

Outros destinos em destaque foram o Chile, com 2.354 toneladas (+10,8%); os Emirados Árabes Unidos, com 1.422 toneladas (-13,8%); o Japão, com 1.422 toneladas (+160,9%); o México, com 1.050 toneladas (sem base comparativa com 2024).

Na comparação apenas do mês de maio de 2025 com o mesmo mês de 2024, os embarques para os Estados Unidos cresceram 1.384%, totalizando 4.166 toneladas. O Chile recebeu 534 toneladas (-22,3%), o México 232 toneladas, o Japão 205 toneladas (+132,7%) e Angola 102 toneladas, todos com variações significativas.

Setor mantém ritmo mesmo com desafios sanitários

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, “o setor de ovos tem acumulado forte alta em exportações, em meio à uma reconfiguração do fluxo de embarques que agora passa a ter Estados Unidos, Japão e México, entre os principais destinos dos produtos. Mesmo com as suspensões decorrentes do foco pontual de Influenza Aviária, as vendas seguiram em ritmo elevado, demonstrando a confiança dos mercados na biosseguridade brasileira”.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
10/06/2025 0 Comentários 243 Visualizações
Business

The South Base apresenta plano para fortalecer exportação de calçados em 2025 e 2026

Por Jonathan da Silva 10/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Conselho Estratégico da The South Base anunciou nesta segunda-feira (9) as ações previstas para 2025 e 2026, incluindo a renovação da parceria com a Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados da América (FDRA), a criação de um Arranjo Produtivo Local (APL) e missões comerciais entre o Vale do Sinos e os Estados Unidos. O plano foi apresentado em reunião na sede da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI NH/CB/EV/DI), em Novo Hamburgo, com participação de empresas e entidades do setor calçadista.

A The South Base também está aguardando confirmação para palestrar no Summit FDRA, evento marcado para o dia 17 de julho em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Caso aprovada, a participação permitirá que o Brasil apresente sua produção de calçados a importadores norte-americanos. Além disso, em julho, conteúdos sobre o movimento serão divulgados nas redes sociais da FDRA, e em outubro está previsto um showroom em Nova Iorque com empresas do Vale do Sinos. Os recursos para essas ações estão sendo viabilizados por sindicatos de Novo Hamburgo, Sapiranga e Estância Velha.

Formalização do APL do Vale do Sinos

O Arranjo Produtivo Local (APL) do Vale do Sinos e Vale do Paranhana, que reúne empresas de calçados em um modelo de cooperação, já possui organograma e planejamento estratégico definidos. A formalização junto ao governo do estado está em fase final. “A formalização permitirá a busca por recursos junto ao próprio governo do estado e a outras fontes de forma contínua”, afirmou o presidente do Conselho Estratégico da The South Base, Marlos Schmidt.

Ações já realizadas e capacitações em andamento

O diretor da ACI, Fauston Saraiva, destacou as iniciativas já concluídas, como a participação no Summit FDRA 2024, a presença de quatro empresas na FFANY Market Week em junho e a produção de vídeos promocionais para o mercado norte-americano. Investimentos somam cerca de R$ 600 mil. Paralelamente, 16 empresas de Igrejinha recebem capacitação técnica para exportação, com 750 horas de treinamento ministradas pelo IBTeC. Novos workshops estão programados para julho em Igrejinha e Novo Hamburgo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2025 0 Comentários 321 Visualizações
Business

Exportações de carne suína do Brasil crescem 13,7% em maio

Por Jonathan da Silva 09/06/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína — incluindo produtos in natura e processados — somaram 118,7 mil toneladas em maio de 2025, o que representa um crescimento de 13,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram embarcadas 104,4 mil toneladas. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (9) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Em valores, as exportações de maio geraram US$ 291,1 milhões, resultado 29,3% superior ao do mesmo período de 2024, que foi de US$ 225,2 milhões. No acumulado do ano, entre janeiro e maio, os embarques totalizaram 584,8 mil toneladas, um crescimento de 15,4% em comparação com as 506,6 mil toneladas exportadas no mesmo intervalo do ano passado.

A receita no acumulado dos cinco primeiros meses de 2025 foi de US$ 1,381 bilhão, um aumento de 29,8% sobre os US$ 1,064 bilhão obtidos no mesmo período de 2024.

Filipinas lidera importações

As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em maio, com 28,2 mil toneladas importadas — 115% a mais do que no mesmo mês do ano anterior. Em seguida aparecem a China, com 11,9 mil toneladas (-43%); o Chile, com 10,9 mil toneladas (+21%); Singapura, com 8,3 mil toneladas (+7,1%); e o Japão, com 8,2 mil toneladas (+60%).

As Filipinas avançaram em sua posição como principal destino da carne suína do Brasil, e novos mercados ganharam protagonismo no ranking dos principais importadores do nosso produto. Houve significativo aumento da capilaridade das exportações do setor no mercado internacional e a expectativa é que esse fluxo siga elevado ao longo desse ano”, destacou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina encabeça exportações

O estado de Santa Catarina permaneceu como o principal exportador nacional, com 59,6 mil toneladas embarcadas em maio — 8,7% a mais que no mesmo mês de 2024. Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 27,3 mil toneladas (+15,8%); o Paraná, com 19,2 mil toneladas (+28,9%); Mato Grosso, com 3 mil toneladas (-10,2%); e Minas Gerais, com 2,9 mil toneladas (+25,1%).

Foto: BearFotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/06/2025 0 Comentários 297 Visualizações
Business

Exportações de carne suína brasileira crescem 14,6% em abril

Por Jonathan da Silva 12/05/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína, incluindo produtos in natura e processados, atingiram 129,2 mil toneladas em abril de 2025, o que representa um crescimento de 14,6% em comparação com o mesmo mês do ano anterior, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (9) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O avanço é impulsionado por maiores vendas em mercados estratégicos da Ásia e América Latina.

A receita gerada pelas exportações em abril totalizou US$ 301,5 milhões, valor 24,7% superior ao registrado no mesmo período de 2024, que foi de US$ 241,9 milhões. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2025, o volume exportado foi de 466 mil toneladas, uma alta de 15,9% em relação às 402,2 mil toneladas exportadas entre janeiro e abril de 2024. A receita no período somou US$ 1,09 bilhão, com crescimento de 29,9% frente aos US$ 839,6 milhões obtidos no mesmo intervalo do ano anterior.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, “o resultado de abril reforça a tendência de alta nas exportações em 2025, com avanço nos principais mercados e expansão em destinos estratégicos da Ásia e América Latina. Além do aumento em volume, o setor registra uma valorização importante na receita, refletindo a qualidade do produto brasileiro e o reconhecimento internacional do nosso status sanitário”.

Filipinas lideram destinos da carne suína brasileira

As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em abril, com a importação de 29,8 mil toneladas (+78,4%), o que gerou US$ 66,2 milhões em receita (+90,4%). Em seguida, aparecem:

  1. China: 15,1 mil toneladas (-30,0%), com US$ 32,4 milhões (-29,2%);
  2. Hong Kong: 12,2 mil toneladas (+34,1%), com US$ 29,9 milhões (+63,6%);
  3. Chile: 9,1 mil toneladas (+24,7%), com US$ 22,9 milhões (+45,8%);
  4. México: 7,3 mil toneladas (+121,6%), com US$ 16,7 milhões (+109,9%);
  5. Japão: 7,2 mil toneladas (+2,0%), com US$ 25 milhões (+10,9%);
  6. Singapura: 6,7 mil toneladas (-17,7%), com US$ 19,2 milhões (-0,7%);
  7. Argentina: 5,9 mil toneladas (+630,0%), com US$ 16,5 milhões (+693,0%);
  8. Estados Unidos: 4,7 mil toneladas (+43,6%), com US$ 7,3 milhões (+27,2%).

SC, RS e PR lideram as exportações por estado

Entre os estados exportadores, Santa Catarina permanece como o maior exportador de carne suína, com 66,3 mil toneladas enviadas ao exterior em abril, aumento de 6,8% em relação ao mesmo mês de 2024. O Rio Grande do Sul aparece em seguida, com 27,9 mil toneladas (+29,2%), seguido pelo Paraná, com 21,5 mil toneladas (+25,5%).

Outros estados também se destacaram: Minas Gerais exportou 3,5 mil toneladas (+114,7%), enquanto Mato Grosso registrou retração de 26,7%, com 2,9 mil toneladas.

Projeção do setor

A ABPA projeta a manutenção do ritmo positivo para os próximos meses, sustentado por novas aberturas de mercado, maior previsibilidade logística e negociações sanitárias com países da América do Norte e Sudeste Asiático. A entidade também destaca que a biossegurança e práticas sustentáveis continuarão como pilares do crescimento das exportações de carne suína brasileira.

Foto: MrSiraphol/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
12/05/2025 0 Comentários 343 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de ovos crescem 342% em março

Por Jonathan da Silva 09/04/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de ovos, incluindo produtos in natura e processados, alcançaram 3.770 toneladas em março de 2025, um aumento de 342,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram embarcadas 853 toneladas. Houve também crescimento de 383% na receita gerada pelo volume exportado: neste ano o resultado foi de US$ 8,65 milhões ante US$ 1,79 milhão em 2024. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No acumulado do primeiro trimestre de 2025, as exportações de ovos do Brasil totalizaram 8.654 toneladas, um aumento de 97,2% em relação às 4.388 toneladas exportadas no mesmo período do ano passado. A receita acumulada no ano chegou a US$ 17,77 milhões, alta de 116,1% em comparação aos US$ 8,22 milhões de 2024.

Quais são os principais destinos

Os Estados Unidos foram o principal destino das exportações de ovos do Brasil no primeiro trimestre, importando 2.705 toneladas, um crescimento de 346,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Outros mercados relevantes incluem os Emirados Árabes Unidos, com 1.422 toneladas (-9%), Chile, com 1.182 toneladas (+65,4%), Japão, com 846 toneladas (+132,4%) e México, com 576 toneladas, recentemente incluído na lista de países compradores.

Impacto da abertura do mercado americano

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou a importância da abertura do mercado norte-americano para ovos produzidos no Brasil. “Neste mês verificamos, de forma mais expressiva, os resultados positivos da abertura dos Estados Unidos para ovos produzidos no Brasil para termoprocessamento localmente para produtos de consumo humano. Ao mesmo tempo em que se preserva a oferta interna de produtos para o mercado interno, já que representam em torno de 1% do total produzido no país, as exportações representam uma conquista importante para o avanço do segmento”, afirmou Santin.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/04/2025 0 Comentários 310 Visualizações
Business

Fiergs avalia que tarifas dos EUA devem gerar queda nas exportações da indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 04/04/2025
Por Jonathan da Silva

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de implementar tarifas comerciais recíprocas sobre impostos de importação pode impactar a indústria do Rio Grande do Sul, segundo avaliação do presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), Claudio Bier. O anúncio feito pelo governo norte-americano prevê uma taxação mínima de 10% sobre produtos brasileiros, o que pode gerar aumento nos custos de insumos e queda nas exportações para o país.

Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, e a decisão pode provocar mudanças significativas no comércio entre os países. “As informações ainda são muito iniciais, estamos procurando medir as consequências, mas é certo que este novo cenário nos obriga a superar os desafios e explorar as oportunidades que surgem, como do Mercosul com a União Europeia ou da ampliação da parceria com a China”, afirmou Bier.

O presidente da Fiergs destacou ainda a preocupação com possíveis retaliações do Brasil, o que poderia configurar uma guerra comercial. “Há preocupação no caso de possível retaliação do Brasil e a configuração de uma guerra comercial, trazendo resultados ruins para todo o mundo, com redução do fluxo de comércio, menos negócios e tudo de ruim que ambientes de conflito trazem”, ponderou Bier.

O dirigente da entidade lembrou ainda que, na semana anterior, as Federações das Indústrias do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná solicitaram ao Governo Federal atenção especial às taxas impostas pelos Estados Unidos para produtos de base florestal. Agora, segundo Bier, preocupação se estende a outros setores da economia.

Reflexos para a indústria gaúcha

O presidente da Fiergs também afirmou que um dos efeitos imediatos da decisão de Trump para o Brasil e o Rio Grande do Sul pode ser a redução no volume de exportações para os Estados Unidos, especialmente em setores integrados à indústria norte-americana. “Atualmente, já há tarifas de 25% aplicadas a todas as importações de aço e alumínio, por exemplo, embora os efeitos diretos na indústria gaúcha sejam pouco expressivos. Mas a elevação de custos para os consumidores americanos por conta das tarifas pode dificultar cortes de juros nos Estados Unidos e encarecer insumos para a indústria brasileira, especialmente no Rio Grande do Sul”, explicou Bier.

Na Feira de Hannover, na Alemanha, onde esteve nesta semana, o dirigente da entidade revelou que observou que líderes de países europeus demonstram apreensão com a possibilidade de uma guerra comercial imposta pelos Estados Unidos. Bier destacou que ainda se aguarda o documento oficial do governo norte-americano com mais detalhes sobre o anúncio. “O Brasil deve seguir pautado pelo diálogo, avaliando cada caso de forma pontual e buscando preservar uma postura negociadora com relação aos Estados Unidos”, concluiu o presidente da Fiergs.

Foto: Life For Stock/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
04/04/2025 0 Comentários 348 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de ovos crescem 57,5% em fevereiro

Por Jonathan da Silva 13/03/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de ovos, incluindo produtos in natura e processados, registraram um aumento de 57,5% em fevereiro, totalizando 2.527 toneladas embarcadas, contra 1.604 toneladas no mesmo período de 2024. Os dados são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A receita das exportações no mês foi de US$ 4,936 milhões, representando também um crescimento de 63,2% em relação aos US$ 3,024 milhões registrados no mesmo período do ano passado.

No acumulado do primeiro bimestre de 2025, o volume exportado chegou a 4.884 toneladas, uma alta de 38,2% em comparação às 3.535 toneladas embarcadas no mesmo período de 2024. A receita também apresentou crescimento, atingindo US$ 9,122 milhões, um aumento de 41,8% em relação aos US$ 6,433 milhões do ano anterior.

Principais destinos

Os Emirados Árabes Unidos continuaram como o principal destino das exportações brasileiras de ovos, importando 548 toneladas em fevereiro, volume 2,6% menor do que no mesmo mês de 2024. Os Estados Unidos importaram 503 toneladas, um crescimento de 93,4%, enquanto o Japão registrou alta de 111,3%, com 215 toneladas. O Chile adquiriu 299 toneladas (-8,9%) e Angola retomou as importações, com 203 toneladas. O México, que recentemente abriu mercado para os ovos brasileiros, importou 252 toneladas.

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que o crescimento das exportações reflete a confiança do mercado internacional na produção brasileira. “Os embarques de ovos seguem em ritmo ascendente, especialmente pela demanda de mercados como Estados Unidos, Japão e México. Mesmo representando menos de 1% do total produzido pelo Brasil, o incremento do volume exportado indica a confiança internacional no setor produtivo brasileiro, seja pela qualidade dos produtos ou pelo status sanitário da nossa avicultura”, comentou o dirigente.

Foto: ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2025 0 Comentários 376 Visualizações
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