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exportações

Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem em fevereiro

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 122,1 mil toneladas em fevereiro de 2026, um volume 6,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados na sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O crescimento foi impulsionado principalmente pela demanda de mercados asiáticos, com destaque para as Filipinas, que ampliaram as importações do produto brasileiro no mês.

De acordo com a ABPA, em fevereiro de 2025 haviam sido embarcadas 114,4 mil toneladas de carne suína. Já neste ano, o volume chegou a 122,1 mil toneladas.

Crescimento também financeiro

Em receita, as vendas internacionais do setor somaram US$ 284,1 milhões no mês, valor 4,1% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, quando as exportações alcançaram US$ 272,9 milhões.

No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o Brasil exportou 238,4 mil toneladas de carne suína, crescimento de 8,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando o volume foi de 220,5 mil toneladas.

A receita gerada pelas exportações também apresentou aumento no período. Nos dois primeiros meses de 2026, o setor somou US$ 554,4 milhões, frente aos US$ 510,9 milhões registrados no primeiro bimestre do ano anterior, o que representa crescimento de 8,5%.

Principais destinos

Entre os mercados importadores, as Filipinas ampliaram a liderança como principal destino da carne suína brasileira. Em fevereiro, o país importou 40,9 mil toneladas, volume 77,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem Japão, com 12,1 mil toneladas, aumento de 34,8%, e China, com 11,1 mil toneladas, queda de 43%. Também figuram entre os principais destinos Chile, com 8,8 mil toneladas, alta de 6%, e Hong Kong, com 8 mil toneladas, retração de 40%.

Outros mercados relevantes foram Singapura, com 5,4 mil toneladas (-16,6%), Argentina, com 4,3 mil toneladas (-10,5%), Uruguai, com 4 mil toneladas (+8,7%), México, com 3,2 mil toneladas (+8%) e Geórgia, com 3,1 mil toneladas (+122%).

Exportações por estado

Entre os estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança em fevereiro, com 57 mil toneladas embarcadas. O volume, porém, representa queda de 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com 29,7 mil toneladas exportadas e crescimento de 24,1%, o Paraná, com 20,6 mil toneladas (+15,3%), Mato Grosso, com 3,9 mil toneladas (+39,2%) e Minas Gerais, com 3,1 mil toneladas (+34,3%).

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, avaliou que a expansão em diferentes mercados tem contribuído para o desempenho das exportações. “O avanço expressivo em mercados como Filipinas e Japão demonstra a confiança dos importadores no status sanitário, na regularidade de fornecimento e na competitividade da proteína produzida no Brasil. Ao mesmo tempo, a diversificação de destinos tem ampliado a segurança da pauta exportadora, reduzindo a dependência de mercados específicos e abrindo novas oportunidades comerciais. Neste cenário, fatores como a credibilidade sanitária, a capacidade produtiva e a eficiência logística do setor brasileiro deixam de ser apenas condicionantes e passam a se consolidar como diferenciais estratégicos para sustentar o crescimento das exportações ao longo do ano”, comentou Santin.

Foto: Bearfotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 71 Visualizações
Variedades

Fórum do CICB debate uso de Inteligência Artificial para ampliar exportações de couros

Por Jonathan da Silva 27/02/2026
Por Jonathan da Silva

O 13º Fórum de Sustentabilidade do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) será realizado na próxima quarta-feira, dia 4 de março, no Centro de Eventos da Fenac, em Novo Hamburgo, durante a Fimec, com foco no uso da Inteligência Artificial (IA) para impulsionar as exportações do setor de couros. O evento, com inscrições gratuitas e limitadas, reunirá representantes da indústria para discutir como a tecnologia pode qualificar processos produtivos e ampliar a presença brasileira no mercado internacional.

De acordo com dados do setor, a indústria de couros exportou no ano passado o equivalente a mais de US$ 1,1 bilhão, resultado 8% inferior ao registrado em 2024. As exportações representam 75% do total produzido, que soma cerca de 40 milhões de peles bovinas por ano, o que confere ao comércio exterior papel central na atividade.

Ampliação de embarques

O gestor de Inteligência Comercial do CICB, Rogério Cunha, afirma que a adoção de ferramentas de IA pode contribuir para ampliar os embarques. “A utilização de ferramentas de IA pode, e irá, impulsionar os embarques do setor, especialmente porque existe uma carência muito grande de profissionais que não permite que avancemos ainda mais no mercado internacional”, explica o executivo, ressaltando que a tecnologia auxilia na automação de processos produtivos.

Segundo Cunha, o avanço da IA nas empresas é um movimento inevitável. “O CICB, enquanto entidade representante do setor, tem a missão de auxiliar os curtumes nessa jornada. Por isso, a realização desta edição do Fórum terá a IA como tema central”, explica o executivo, que acrescenta que o uso atual da ferramenta está concentrado na melhora da qualidade, na redução de desperdícios e na otimização do uso de recursos naturais.

Programação

A programação terá início às 13h15min, com check-in dos participantes. Às 13h50min, o gestor de Sustentabilidade do CICB, Ricardo Andrade, abordará o tema “Desenvolvimento e evolução da sustentabilidade na cadeia do couro no Brasil”.

Na sequência, às 14h, Rafael Martins, da Share, apresentará a palestra “Inteligência Artificial engolindo o mundo”. Às 14h40min, Jo Gilet, da Hidexe, falará sobre “Soluções digitais baseadas em Inteligência Artificial para a indústria do couro”.

Às 15h, Ivens Domingos, da Durlicouros, tratará do “Impacto do uso de tecnologia nos avanços ESG da Durlicouros”. Às 15h20min, Cesare Dal Monte, da GER, apresentará o tema “Automação e eficiência na operação do curtume”.

O evento será encerrado com painel final sobre “O futuro do setor e a Inteligência Artificial”, com a participação dos palestrantes e convidados especiais.

Organização

As inscrições para o 13º Fórum CICB de Sustentabilidade são gratuitas e limitadas, e podem ser realizadas por meio do link forum2026.cicb.org.br. O evento contará com tradução simultânea em inglês e português.

A realização é do projeto Brazilian Leather, parceria entre o CICB e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Os patrocinadores Gold são Minerva Leather, Abrameq (com Bremm Peck, NBN, Michelon e BKS), Hidexe com Bauce, GER, Stahl e Muno. Os patrocinadores Silver são Viposa com Vancouros, Sincurt e Tecnpiel.

Serviço

  • O quê: 13º Fórum CICB de Sustentabilidade
  • Quando: 4 de março (quarta-feira)
  • Onde: Centro de Eventos da Fenac, em Novo Hamburgo, durante a Fimec
  • Quanto: Inscrições gratuitas e limitadas, pelo link forum2026.cicb.org.br
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Business

Exportações industriais do RS para os EUA caem 39% em quatro meses

Por Jonathan da Silva 16/12/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações da indústria de transformação do Rio Grande do Sul para os Estados Unidos recuaram 39% nos últimos quatro meses, de agosto a novembro de 2025, período em que estão em vigor novas tarifas norte-americanas. De acordo com um estudo especial do Sistema Fiergs divulgado nesta terça-feira (16), 88% dos produtos industriais gaúchos continuam fora das listas de isenção tarifária, tornando o RS o estado mais afetado entre os cinco maiores exportadores para o mercado americano.

As vendas externas da indústria gaúcha para os Estados Unidos somaram US$ 393,8 milhões no período de agosto a novembro, uma queda de US$ 252,1 milhões em comparação com os mesmos quatro meses de 2024. O presidente da Fiergs, Claudio Bier, manifestou preocupação com a situação. “A permanência das taxações em segmentos da indústria que impactam diretamente a produção gaúcha nos preocupa e gera insegurança, comprometendo investimentos, faturamento e geração de empregos nas empresas, especialmente em um cenário de incertezas na economia doméstica”, afirmou Bier.

Estratégia de compensação em outros mercados

Enquanto as vendas aos EUA caíram drasticamente, os embarques para os demais mercados apresentaram um crescimento de 2,5% em receita no mesmo período de quatro meses. Esse avanço foi sustentado por um aumento de 318,5% nas quantidades exportadas, acompanhado por uma queda de 75,8% nos preços médios. Segundo a pesquisa, esse movimento indica uma estratégia das empresas para reduzir perdas no curto prazo, aumentando o volume de vendas a preços menores para outros países.

Influência no resultado geral de novembro

O fraco desempenho no mercado norte-americano impactou diretamente o resultado geral das exportações industriais do estado em novembro, contribuindo com um efeito negativo de 4,2 pontos percentuais. No mês passado, as exportações totais da indústria de transformação gaúcha recuaram 11,9% na comparação com novembro de 2024, somando US$ 1,4 bilhão. Apenas sete dos 23 segmentos industriais pesquisados registraram crescimento no mês, com destaque negativo para Alimentos (-20%), Tabaco (-20,5%) e Produtos de metal (-45,5%). O setor de Máquinas e equipamentos teve o principal resultado positivo, com alta de 39,6%.

Acumulado do ano

No acumulado de janeiro a novembro de 2025, as exportações da indústria gaúcha totalizaram US$ 15,1 bilhões, mantendo uma trajetória de crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, o estudo aponta sinais de desaceleração ao longo do segundo semestre. O desempenho mais robusto foi observado no primeiro trimestre, com crescimento de 5,8%. O período de agosto a novembro de 2025 registrou queda de 1,9% nas vendas externas totais do estado, sendo que os Estados Unidos foram responsáveis por -4,2 pontos percentuais desse resultado negativo.

O tarifaço

As tarifas americanas que impactam as exportações brasileiras consistem em uma sobretaxa de 40% somada a uma alíquota já existente de 10%, totalizando 50% para a maioria dos produtos. O estudo do Observatório da Indústria aponta que, em 2024, apenas 12% do valor total exportado pelo Rio Grande do Sul para os Estados Unidos estava coberto por algum tipo de isenção tarifária. Essa é a menor taxa de cobertura entre os cinco estados brasileiros que mais exportam para os EUA, deixando 88% das exportações industriais gaúchas expostas às tarifas totais.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/12/2025 0 Comentários 203 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem 2,8% em agosto

Por Jonathan da Silva 09/09/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína, somando produtos in natura e processados, alcançaram 121,4 mil toneladas em agosto, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (8) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa um aumento de 2,8% em relação ao mesmo mês de 2024, quando foram embarcadas 118,1 mil toneladas. A receita também cresceu, chegando a US$ 294,9 milhões, alta de 6,7% sobre os US$ 276,3 milhões registrados no ano passado.

No compilado do ano, também houve crescimento: entre janeiro e agosto de 2025, os embarques de carne suína somaram 970,3 mil toneladas, um aumento de 11,5% frente às 870,2 mil toneladas exportadas em 2024. Em receita, a elevação foi de 23,8%, passando de US$ 1,885 bilhão no ano passado para US$ 2,334 bilhões neste ano.

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que a diversificação de mercados tem garantido maior estabilidade às exportações. “As exportações de carne suína do Brasil ampliaram a diversificação entre os destinos dos embarques, com novos mercados entre os maiores importadores. A maior capilaridade deve proporcionar mais sustentação ao fluxo, projetando manutenção das exportações positivas do setor para este ano”, afirmou Santin.

Principais destinos

As Filipinas lideraram as compras em agosto, com 33,4 mil toneladas, alta de 19,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O Chile aparece em seguida, com 13,3 mil toneladas (+8,3%), e a China, que já foi a principal compradora, registrou queda de 36,3%, importando 10,3 mil toneladas. Também figuram entre os maiores importadores o Japão (8,5 mil toneladas, +5,4%), México (7,4 mil toneladas, +30,7%), Hong Kong (6 mil toneladas, -36,6%), Vietnã (5,9 mil toneladas, +42,7%), Singapura (5,2 mil toneladas, -33,1%), Uruguai (3,7 mil toneladas, +2,4%) e Costa do Marfim (3,4 mil toneladas, +164,3%).

Exportações por estado

Santa Catarina segue como o maior exportador de carne suína do país, com 56,9 mil toneladas embarcadas em agosto, queda de 9% em relação a 2024. O Rio Grande do Sul aparece em segundo lugar, com 31,4 mil toneladas (+20,5%), seguido por Paraná, com 18,3 mil toneladas (+9,4%), Mato Grosso, com 3,1 mil toneladas (-3,6%), e Minas Gerais, com 2,5 mil toneladas (+1,5%).

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/09/2025 0 Comentários 242 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de frango crescem 9,3% em agosto

Por Jonathan da Silva 05/09/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 394,6 mil toneladas em agosto, o que representa um crescimento de 9,3% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No entanto, apesar do aumento no volume exportado, a receita do setor caiu 11,9% em agosto, com US$ 699,4 milhões frente aos US$ 793,6 milhões registrados no mesmo período do ano passado. No acumulado de janeiro a agosto, as exportações somaram 3,394 milhões de toneladas, queda de 1,1% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. A receita nos oito primeiros meses de 2025 foi de US$ 6,308 bilhões, praticamente estável em comparação ao ano anterior, quando alcançou US$ 6,319 bilhões.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que os embarques seguem em ritmo estável desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária pelo Brasil. “O desempenho do mês de agosto manteve a estabilidade de embarques notada desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária, pelo Brasil, o que deve se alterar positivamente com as recentes retomadas das importações pelo Chile e a oficialização da reabertura da União Europeia”, afirmou o dirigente.

Principais destinos

O México assumiu a liderança entre os principais destinos, com 37,5 mil toneladas embarcadas, volume 873,3% maior do que no ano passado. Os Emirados Árabes Unidos importaram 32,5 mil toneladas (-16,9%), seguidos por Japão, com 30,3 mil toneladas (-22,2%), Arábia Saudita, com 27 mil toneladas (+0,6%), e África do Sul, com 25,7 mil toneladas (-8,4%). Também aparecem na lista Filipinas (19,7 mil toneladas, +27,2%), Coreia do Sul (15,3 mil toneladas, +65,7%), Iraque (12,7 mil toneladas, +15,0%), Reino Unido (11,3 mil toneladas, +130,2%) e Singapura (10,9 mil toneladas, +14%).

Estados exportadores

Entre os estados, o Paraná liderou as exportações em agosto com 158,7 mil toneladas, queda de 1,6% em relação ao ano anterior. Santa Catarina ficou em segundo lugar, com 89,7 mil toneladas (+6,5%), seguido por Rio Grande do Sul, com 44,1 mil toneladas (+16,6%), São Paulo, com 24,5 mil toneladas (+3%) e Goiás, com 21,5 mil toneladas (+20,8%).

Foto: Chandlervid85/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/09/2025 0 Comentários 219 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 16,4% em julho em relação a junho

Por Jonathan da Silva 08/08/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango — incluindo produtos in natura e processados — totalizaram 399,7 mil toneladas em julho de 2025, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), divulgados nesta quinta-feira (7). O número representa uma alta de 16,4% em relação ao volume embarcado em junho (343,4 mil toneladas), embora ainda seja 13,8% inferior ao registrado no mesmo mês de 2024, quando o país exportou 463,7 mil toneladas.

A receita com as exportações de julho alcançou US$ 737,8 milhões, valor 15,8% superior ao de junho (US$ 637 milhões), mas 17% menor que o obtido em julho do ano passado (US$ 889,2 milhões).

Avaliação do setor

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o resultado reflete a retomada gradual de mercados que haviam suspendido as importações após um caso isolado de Influenza Aviária. “Houve um notável restabelecimento do comércio com grande parte das nações que haviam suspendido as importações diante da ocorrência isolada e já superada de Influenza Aviária em uma granja comercial. Comparativamente, são mais de 50 mil toneladas adicionadas ao nosso fluxo, número que deverá se expandir nos próximos meses com a consolidação das tratativas e a reabertura de todos os mercados”, afirmou Santin.

Acumulado do ano

Entre janeiro e julho de 2025, o Brasil exportou 3 milhões de toneladas de carne de frango, volume 1,7% inferior ao do mesmo período de 2024 (3,052 milhões de toneladas). A receita no acumulado, no entanto, apresentou alta de 1,5%, chegando a US$ 5,609 bilhões ante US$ 5,525 bilhões no ano anterior.

Principais mercados

Os Emirados Árabes Unidos lideraram as compras em julho, com 51,7 mil toneladas, aumento de 33,6% em comparação ao mesmo mês de 2024. Em seguida aparecem Japão (42,9 mil toneladas, -9,3%), México (36,4 mil toneladas, +45,6%), Arábia Saudita (31,4 mil toneladas, +19,7%), Angola (16,1 mil toneladas, +68,7%), Singapura (13,6 mil toneladas, +8,8%), Reino Unido (12,7 mil toneladas, +84,3%), Kwait (11,6 mil toneladas, +13,3%), Gana (10,9 mil toneladas, +131,1%) e Hong Kong (10,2 mil toneladas, +72,5%).

Estados exportadores

O Paraná manteve a liderança entre os estados exportadores, com 152,1 mil toneladas embarcadas em julho, apesar da queda de 19,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na sequência aparecem Santa Catarina (95,3 mil toneladas, -7,6%), Rio Grande do Sul (46,2 mil toneladas, -22,5%), São Paulo (26,8 mil toneladas, +3,8%) e Goiás (22,8 mil toneladas, +4,2%).

Foto: Jcomp/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/08/2025 0 Comentários 257 Visualizações
Política

Tarifaço dos EUA ameaça milhares de empregos na indústria calçadista brasileira

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

A tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deve afetar diretamente quase 80% das empresas exportadoras de calçados do Brasil conforme levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O setor, que tem nos EUA seu principal mercado externo, estima perder cerca de 20 mil postos de trabalho indiretos e 8 mil diretos nos próximos meses, caso a medida não seja revertida.

De acordo com o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a tarifa extra já provoca efeitos imediatos no setor. “Entre os impactos já relatados há atrasos ou paralisação em negociações, queda do faturamento em decorrência da medida e cancelamento de pedidos, parte, inclusive, já produzidos ou em produção”, afirma Ferreira.

Segundo o dirigente, o impacto direto nas exportações torna urgente a adoção de medidas emergenciais para preservar empregos e empresas da cadeia calçadista nacional.

Perdas acumuladas

A estimativa da Abicalçados aponta para uma queda de 9% nas exportações nos próximos 12 meses, como resultado direto da sobretaxa nos embarques com destino aos Estados Unidos. O país é historicamente o principal comprador do calçado brasileiro e responde por mais de 20% do valor total exportado pelo setor.

Interrupção na recuperação

Apesar do cenário atual, o setor vinha mostrando sinais de recuperação. No primeiro semestre de 2025, foram exportados 5,8 milhões de pares de calçados aos Estados Unidos, um crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a Abicalçados, a imposição da tarifa compromete esse ciclo e deverá gerar efeitos econômicos e sociais significativos para o Brasil.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 328 Visualizações
Variedades

Presidente do Conselho Consultivo da ABPA analisa sanções dos EUA e exportações do RS

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, participou nesta quarta-feira (6) do evento “Tá na Mesa”, promovido pela Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), em Porto Alegre, para debater os impactos das sanções dos Estados Unidos sobre as exportações gaúchas, especialmente no setor de proteína animal.

Durante o encontro, Turra, que também é ex-ministro da Agricultura, destacou que o setor de proteína animal está em constante busca por novos mercados e que essa diversificação é essencial diante de cenários de instabilidade. “Diante das repercussões pelo aumento das tarifas dos Estados Unidos, temos dois principais movimentos: o relacionamento com os importadores norte-americanos como aliados no diálogo, que estão atuando conosco neste momento, e a busca por novos mercados que minimizem as consequências quando há baixa em algum outro país”, afirmou o conselheiro.

Exportações atuais pouco afetadas

Dados apresentados no painel apontam que o Brasil atualmente não exporta carne de frango para os Estados Unidos, o que afasta impactos diretos nesse segmento. Já na suinocultura, cerca de 14 mil toneladas foram enviadas ao país em 2025. No caso dos ovos, 1% das 59 bilhões de unidades comercializadas com países parceiros é destinado aos EUA. Apesar do percentual pequeno, Turra afirmou que a exportação do produto aos americanos tem crescido, e que haverá impacto com o ajuste das tarifas, mas reforçou que a ABPA busca novos mercados para mitigar possíveis perdas.

Papel da diplomacia

O evento também reuniu outros debatedores de diferentes setores, como a coordenadora de inteligência de mercado da Abicalçados, Priscila Link; o presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior; o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing; e o diretor executivo da Amcham-Brasil, Marcelo Rodrigues. Ao encerrar sua participação, Turra ressaltou a importância da diplomacia. “Nesse primeiro momento há pânico pelo impacto, mas acredito que teremos um cenário de muitas mudanças. É preciso ter postura e sensibilidade. Os países não têm amigos, eles têm interesses; e é por isso que devemos ter diplomacia e diálogo sempre”, concluiu o presidente do conselho consultivo da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 252 Visualizações
Variedades

Brasil celebra 50 anos da primeira exportação de carne de frango

Por Jonathan da Silva 04/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Brasil celebrou nesta sexta-feira (1º) o marco de 50 anos do primeiro embarque oficial de carne de frango para o mercado internacional, realizado em 1º de agosto de 1975. A operação teve então como destino o Kuwait e marcou o início da trajetória brasileira rumo à liderança global nas exportações da proteína, consolidando também uma relação comercial duradoura com países do oriente médio.

Desde aquele primeiro envio, o Brasil exportou quase 100 milhões de toneladas de carne de frango para mais de 150 nações. Em 2024, o volume exportado superou 4,9 milhões de toneladas, gerando receita próxima de US$ 10 bilhões. Atualmente, os principais destinos são China, Emirados Árabes Unidos, Japão, Arábia Saudita e União Europeia.

Parte significativa das exportações é composta por produtos halal, atendendo aos requisitos religiosos e sanitários dos consumidores muçulmanos. São mais de 2 milhões de toneladas embarcadas por ano, que fazem do Brasil o maior exportador global de carne de frango halal. O setor mantém colaboração com certificadoras, autoridades religiosas e governos parceiros para garantir rastreabilidade e conformidade com os padrões exigidos.

Relevância no cenário internacional

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, destacou a importância do marco histórico. “Celebrar 50 anos deste primeiro embarque é reconhecer a força de uma cadeia que evoluiu com base na ciência, na integração entre campo e indústria, no compromisso com a segurança dos alimentos e, sobretudo, na confiança dos mercados internacionais. É uma história construída por milhares de produtores, cooperativas e empresas que acreditaram no potencial do Brasil”, afirmou Santin.

Segundo o dirigente, a parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) teve papel decisivo para a consolidação do país como fornecedor confiável de alimentos. Ações de promoção comercial, participação em feiras internacionais e relacionamento com stakeholders globais contribuíram para a diversificação de mercados e crescimento sustentável das exportações. “Aquele 1º de agosto de 1975 não foi apenas o início de um comércio. Foi o ponto de partida de uma jornada que ajudou o Brasil a se consolidar como fornecedor estratégico de alimentos para o mundo. Meio século depois, seguimos comprometidos com a excelência e com a segurança alimentar global”, concluiu Santin.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
04/08/2025 0 Comentários 391 Visualizações
Política

Setor do tabaco repercute impactos do tarifaço dos EUA ao Brasil

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

O setor do tabaco manifestou preocupação com a decisão dos Estados Unidos de aplicar, a partir de 6 de agosto, uma tarifa de 50% sobre as importações do produto brasileiro. O país é atualmente o terceiro maior comprador de tabaco do Brasil, respondendo por cerca de 9% das exportações do setor, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC/ComexStat).

Entre janeiro e junho de 2025, foram enviadas 19 mil toneladas de tabaco aos Estados Unidos, gerando US$ 129 milhões em receita. Em 2024, as vendas externas somaram 39,8 mil toneladas e US$ 255 milhões. A medida, considerada inesperada pelo setor, pode comprometer a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano.

Situação do mercado

De acordo com o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, havia expectativa de negociação ou prorrogação da medida, o que não ocorreu. “A manutenção da tarifa cria uma situação bastante complexa e a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano fica ameaçada. Podemos esperar, como consequência, uma redução drástica nos volumes exportados aos clientes americanos”, afirmou Thesing.

Mesmo diante da medida, o dirigente garantiu que não há previsão de demissões no setor e que a compra do tabaco contratado junto aos produtores está assegurada pelo Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT). “Como as empresas associadas ao SindiTabaco trabalham com o Sistema Integrado, oferecemos essa garantia e segurança para o produtor quanto à aquisição do volume já contratado”, destacou Thesing.

Redirecionamento de produção

Para a safra 2025/2026, cerca de 40 mil toneladas do tabaco já contratado tinham como destino os Estados Unidos. Segundo Thesing, o volume pode permanecer estocado caso não haja realocação imediata. “No entanto, temos a expectativa de, nos próximos meses, redirecionar o montante que seria exportado aos Estados Unidos para outros destinos, pois exportamos para mais de 100 países”, concluiu o presidente do SindiTabaco.

Foto: Felipe Krause/Pixel18dezoito/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 322 Visualizações
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