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ensino

Ensino

APAE São Leopoldo será homenageada em sessão solene pelos seus 65 anos

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de São Leopoldo será homenageada em sessão solene na Câmara de Vereadores em reconhecimento aos seus 65 anos de história e de serviços prestados à comunidade. A cerimônia ocorre no dia 5 de agosto, às 13h30, no Plenário da Câmara, reunindo autoridades, colaboradores, famílias, parceiros e representantes da sociedade.

A homenagem foi proposta pelo vereador Daniel Daudt com o objetivo de valorizar a trajetória da instituição, que ao longo de mais de seis décadas se consolidou como referência no atendimento especializado e na promoção da inclusão, da autonomia e da qualidade de vida de pessoas com deficiência intelectual e múltipla.

 

Segundo o parlamentar, a solenidade representa um momento de reconhecimento ao impacto social da entidade. “Ao longo de seus 65 anos de atuação, a instituição tem transformado vidas por meio de um trabalho pautado na inclusão, no acolhimento e na promoção da dignidade das pessoas com deficiência. É uma honra para a Câmara Municipal prestar esta justa homenagem a uma entidade que se tornou referência pelo compromisso, dedicação e impacto social que gera em nosso município”, destaca.

Legado de inclusão e acolhimento

Fundada em 7 de agosto de 1961, a APAE São Leopoldo construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com as áreas de educação, assistência social e saúde. Ao longo de sua história, a instituição beneficiou milhares de pessoas e suas famílias, oferecendo atendimento especializado e desenvolvendo ações voltadas à inclusão social.

Atualmente, a entidade segue ampliando seu trabalho em favor da comunidade, fortalecendo iniciativas que promovem o acolhimento, a cidadania e a garantia de direitos das pessoas com deficiência.

Serviço

Sessão solene em homenagem aos 65 anos da APAE São Leopoldo

  • Data: 5 de agosto (quarta-feira)
  • Horário: 13h30
  • Local: Plenário da Câmara de Vereadores de São Leopoldo
  • Entrada: Gratuita e aberta ao público

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

27/07/2026 0 Comentários 23 Visualizações
Esporte

Projeto de Judô gratuito atende crianças e adolescentes em Campo Bom

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Campo Bom mantém um projeto de Judô, iniciativa que integra o Programa Esportivo Social (PES), desenvolvido em parceria com a Federação Gaúcha de Judô, e oferece aulas gratuitas para crianças e adolescentes do município.

As atividades são ministradas pelo sensei Eduardo Ferreira e acontecem todas as quintas-feiras, no Ginásio Municipal, das 15h30 às 16h30, atendendo participantes de 6 a 14 anos.

Atualmente, o projeto conta com cerca de 25 alunos, totalizando aproximadamente 90 atendimentos por mês. Além do aprendizado da modalidade, as aulas incentivam a disciplina, o respeito, a concentração e a convivência em grupo.

Para o secretário municipal de Esporte e Lazer, César de Sá, o esporte é uma importante ferramenta de desenvolvimento. “O judô ensina valores que acompanham as crianças e os adolescentes por toda a vida, como disciplina, respeito e perseverança. Nosso objetivo é oferecer oportunidades para que eles pratiquem esporte, façam novas amizades e se desenvolvam em um ambiente saudável e acolhedor.”

As inscrições para o Projeto de Judô podem ser realizadas diretamente na Secretaria Municipal de Esporte e Lazer ou pelo WhatsApp (51) 99283-5728.

Foto:  Diego Ignácio /Divulgação | Fonte: Assessoria

27/07/2026 0 Comentários 28 Visualizações
Cultura

Egressa da Feevale integra a equipe de produção do filme Galinha Pintadinha

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

Ver o próprio nome nos créditos de um longa-metragem exibido nos cinemas era um sonho que Katiele da Silva imaginava realizar apenas muitos anos após a graduação. No entanto, em 2025, apenas um mês depois de concluir o curso de Design de Animação na Universidade Feevale, ela recebeu a oportunidade de integrar a equipe de produção de Galinha Pintadinha – O Filme, que estreará nos cinemas brasileiros em 1º de outubro. O longa celebra os 20 anos da franquia e apresenta uma aventura inédita em 3D da personagem que conquistou gerações de crianças.

Moradora de Carlos Barbosa, Katiele, 22 anos, atuou durante 11 meses como asset manager na produção. A função, pouco conhecida pelo grande público, é fundamental para garantir o bom andamento de um filme de animação. Ela era responsável por identificar e solucionar falhas técnicas, revisar cenas e assets – como modelos, texturas, rigs e animações – e assegurar que todos os arquivos chegassem corretamente às diferentes etapas da pipeline de produção.

“Meu trabalho era garantir que tudo funcionasse corretamente ao longo da produção. Muitas vezes, isso significava resolver pequenos problemas antes que eles chegassem às etapas finais. Em um longa-metragem, um detalhe aparentemente simples pode gerar atrasos significativos e aumentar bastante o custo da produção”, explica. Katiele acompanhou a reta final da etapa de animação, auxiliando na preparação das cenas para os departamentos de iluminação e renderização. Ela integrou a equipe da Hype Entertainment, estúdio contratado pela Bromélia Filmes para participar da produção do longa.

Da sala de aula ao cinema

A oportunidade surgiu a partir de uma experiência vivida ainda durante a graduação. Ao longo do curso, Katiele participou de três edições do Portfolio Review, iniciativa da Universidade Feevale que aproxima estudantes de empresas das áreas de animação, jogos e audiovisual. “Esses eventos foram decisivos. Tive a oportunidade de conversar com profissionais da Hype, mostrar meu portfólio e entender melhor o mercado. Pouco tempo depois de me formar, fui contratada para trabalhar no filme”, conta.
Segundo a egressa, a graduação foi essencial para sua preparação profissional, tanto pela formação técnica quanto pelas oportunidades de aproximação com o mercado. Ela também destaca a experiência de intercâmbio na Coreia do Sul, realizada por meio de uma bolsa integral da Feevale, onde aprofundou seus conhecimentos em produção 3D ao lado de professores e estudantes de diversos países.

Katiele diz que as disciplinas de projeto também foram muito importantes na sua formação. “Produzir animações em equipe, do conceito até a entrega final, me ensinou sobre organização, gerenciamento de projetos e trabalho colaborativo, habilidades fundamentais na indústria da animação”, afirma.

Tecnologia, desafios e bom humor

Entre os principais desafios do projeto do qual Katiele participou esteve o trabalho com a tecnologia de fur, utilizada para simular os pelos dos personagens e parte da vegetação do filme. O recurso proporciona um visual mais cartunesco e semelhante a um tecido de pelúcia, mas exige alto poder de processamento e torna os arquivos muito mais pesados.

Outro desafio era evitar que erros chegassem à etapa de renderização, um processo extremamente demorado. Segundo Katiele, uma cena de apenas quatro segundos podia levar mais de oito dias para ser renderizada, dependendo da complexidade. Caso algum problema fosse identificado ao final desse processo, a cena precisava ser corrigida e renderizada novamente.

Apesar da complexidade técnica, o ambiente de trabalho também teve momentos descontraídos. Um dos episódios mais marcantes aconteceu quando um bug substituiu a Galinha Pintadinha por uma galinha genérica em uma cena romântica com o Galo Carijó. “Quando me disseram que tinha acontecido uma ‘talaricagem’ no filme, achei que era uma fofoca da equipe. Depois me mostraram a cena e não consegui parar de rir”, relembra.

Sonho realizado

Para Katiele, participar da produção de uma franquia tão conhecida pelo público infantil foi a realização de um sonho logo no início da carreira. “Sempre quis trabalhar em um longa-metragem e ver meu nome nos créditos de um filme exibido nos cinemas, mas imaginava que isso aconteceria depois de cinco ou dez anos de profissão. Nunca pensei que essa oportunidade chegaria apenas um mês após concluir a graduação”, destaca.

 Ela acredita que o público que for ao cinema assistir Galinha Pintadinha – O Filme encontrará uma produção visualmente sofisticada e capaz de agradar diferentes gerações. “É um filme feito com muito cuidado por toda a equipe. A animação ficou muito bonita e é uma produção bastante ambiciosa para a animação brasileira. Tenho certeza de que vai divertir as crianças e também conquistar muitos adultos”, ressalta. 

Hoje, Katiele segue trabalhando na área e pretende se especializar em rigging e technical art. Para os estudantes que sonham em ingressar na indústria da animação, ela deixa um conselho: “A universidade é o melhor momento para experimentar diferentes áreas, desenvolver um bom portfólio e entender o que o mercado procura. Além da parte técnica, habilidades como comunicação, organização, vontade de aprender e trabalho em equipe fazem toda a diferença”, conclui.

Foto:  Divulgação | Fonte: Assessoria

24/07/2026 0 Comentários 51 Visualizações
Ensino

Novos olhares sobre o educar marcam segundo dia do 35° Congresso da Rede Sinodal de Educação

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

Novos olhares sobre o educar marcam segundo dia do 35° Congresso da Rede Sinodal de Educação

 

“Há raízes que alimentam o corpo, outras alimentam a alma”. A frase que antecedeu o momento de meditação, conduzida pelo pastor Olmiro Ribeiro Junior, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), marcou a abertura do segundo dia do 35° Congresso da Rede Sinodal de Educação, no Colégio Mauá, em Santa Cruz do Sul/RS, nesta terça-feira, 21 de julho.

Após sua fala, na qual relacionou a prática de educar ao semear, dialogando com a proposta do evento, o público teve a oportunidade de acompanhar a apresentação da equipe juvenil e adulta de ginástica rítmica do Colégio Mauá, que empolgou a plateia.

 

Em busca de um novo educar

Em seguida, subiu ao palco a primeira palestrante da manhã, Carla Tieppo, pioneira na aplicação da ciência do cérebro no desenvolvimento humano e organizacional. A doutora em Ciências, considerada uma das maiores referências em Neurociência aplicada à educação, trouxe reflexões pertinentes à área.

No decorrer de sua apresentação, Carla destacou o papel do coletivo dentro das instituições de ensino. “Coletivamente somos muito melhores semeadores”, afirmou. Em seguida, procurou trazer à tona elementos para a reflexão sobre novas formas de ensinar e de envolver estudantes e profissionais da área, dialogando com o tema do congresso, “Um lugar chamado escola…”.

“O que a gente pensa quando fala em escola?”, questionou Carla Tieppo ao lembrar que frequentar o ambiente deveria ser compreendido como “um direito de cidadania para se instrumentalizar e viver a vida”. De acordo com a neurocientista, ele também deve ser considerado como um espaço de crescimento, onde “sementes possam se desenvolver e crescer”.

Ainda em sua fala, Carla trouxe provocações sobre o modelo tradicional da escola relacionado às novas realidades. “A maior inclusão é a do desejo, do sentido, do propósito. A vida não pulsa na inteligência artificial. Então, o que vai ficar pra gente? O pulsar da vida!”.

Para ela, há uma linha predominante de ensino na qual ainda há a crença de que o caminho é apenas conteúdo, racionalização e vestibular. “A escola precisa ser um lugar onde crianças e adolescentes vibrem, existam e se desenvolvam. O convívio e a construção precisam ser resgatados. Uma escola sem emoção, uma escola que não pulsa é uma escola que não ensina”.

 

Foco na aprendizagem

A segunda palestrante da manhã, a doutora em Letras, Janaina Weissheimer, abordou aspectos envolvendo o processo de aprendizagem. No decorrer de sua apresentação, com o tema Escola, um lugar em que se aprende, a painelista trouxe artigos científicos, imagens de interação, além de dados envolvendo a proposta.

“Se não sabemos como o cérebro aprende, como podemos ensiná-lo?”, foi uma das colocações compartilhadas com os participantes. Além disso, a professora universitária abordou os quatro pilares da aprendizagem: atenção; engajamento ativo; feedback; e consolidação, envolvendo o público em reflexões sobre cada um deles.

A importância e o papel do sono como elemento fundamental no processo foi outro ponto abordado. “Por muito tempo acreditamos que bastava apenas estudar. Hoje, o estude, estude, estude está desacreditado”. Por meio de pesquisas, segundo a painelista, o “estude, teste, durma” oportuniza melhores condições de aprendizado. “Se não tratarmos o sono como algo muito importante, teremos problemas”, afirmou.

Em seguida, as consequências do uso excessivo e inadequado das telas veio à pauta, proporcionando reflexões aprofundadas aos espectadores. “As telas estão sequestrando a nossa cognição e a privação de sono está sequestrando a nossa saúde mental. Diante disso tudo, precisamos pensar em como resgatar a aprendizagem pela motivação”.

 

Diversas atividades

No decorrer do dia, os participantes ainda participaram de atividades em grupos e minicursos com diferentes temáticas. Diretores e coordenadores também puderam integrar uma dinâmica específica com o educador português António Nóvoa, cuja palestra principal ocorreu na segunda-feira. Além disso, o coral do Mauá abrilhantou a manhã com uma apresentação marcada pela emoção e protagonismo das crianças coralistas. À noite ocorreu confraternização no Pavilhão Central do Parque da Oktoberfest.

 

Foto: Alencar da Rosa/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

22/07/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Ensino

Santa Cruz sedia Congresso da Rede Sinodal

Por Gabrielle Pacheco 21/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

Com uma cerimônia marcada pela emoção, simbolismos e reflexões sobre o papel transformador da educação, foi oficialmente aberto nesta segunda-feira, 20 de julho, no Colégio Mauá, em Santa Cruz do Sul, o 35º Congresso da Rede Sinodal de Educação. Reunindo mais de 600 professores, gestores e profissionais de dezenas de instituições de ensino do Sul e de outras regiões do país (além dos profissionais do Colégio Mauá), o evento tem como tema “Um lugar chamado escola…” e segue até quarta-feira, 22 de julho, promovendo debates sobre os desafios e os caminhos da educação contemporânea.

Inspirada na metáfora da semente que cresce e se transforma em floresta, a cerimônia de abertura destacou a escola como espaço de formação humana, pertencimento e construção coletiva. Um dos momentos mais simbólicos foi o plantio de uma semente no palco, representando o início da jornada proposta pelo congresso e reforçando a ideia de que educar é cultivar o futuro. A programação também prestou homenagem às 46 instituições que integram a Rede Sinodal de Educação, com o reconhecimento aos seus gestores e participantes.

A abertura

A solenidade reuniu autoridades educacionais, religiosas e municipais, entre elas, o prefeito de Santa Cruz do Sul, Sérgio Ivan Moraes, o diretor do Colégio Mauá, Nestor Raschen, a coordenadora pedagógica da Rede Sinodal de Educação, Renati Chitolina; o diretor executivo da Rede Sinodal de Educação, Jonas Rückert; o presidente da Associação da Rede Sinodal de Educação, André Sträher; o pastor Sinodal, Décio Weber; a presidente do Grêmio Estudantil do Colégio Mauá, Anna Carolina de Araújo Oliveira; e o coordenador-geral do Congresso, professor Waldy Lau.

Durante a abertura oficial, utilizaram a palavra o pastor Décio Weber, o coordenador-geral do Congresso, Waldy Lau, o prefeito Sérgio Ivan Moraes e o diretor do Colégio Mauá, Nestor Raschen, que deram as boas-vindas aos congressistas e destacaram a relevância do evento para a formação dos professores e fortalecimento da educação. “Esta jovem escola, de quase 156 anos, tem orgulho da sua história e de receber, pela terceira vez, um congresso da Rede Sinodal. Sejam todos bem-vindos ao Colégio Mauá”, frisou Raschen.

O ato oficial de abertura foi conduzido pelo diretor executivo da Rede Sinodal de Educação, Jonas Rückert. “A escola deixa marcas, memórias e legado. Por isso, convidamos a todos para que neste lugar chamado escola, possam enxergar não só o que os olhos veem, mas tudo que está nas entrelinhas, preparado especialmente para este 35º congresso”, destacou Rückert.

Palestra

Na sequência, teve início a programação técnica do congresso com a conferência do educador português António Nóvoa, referência internacional na formação de professores e nas políticas educacionais.

Em sua palestra, intitulada “Um lugar chamado escola”, Nóvoa propôs reflexões sobre o papel da escola na sociedade contemporânea, abrindo o primeiro capítulo da narrativa construída para o evento, denominado “A Semente”.

Programação

A programação da segunda-feira prosseguiu com o painel “Estamos em Rede”, conduzido por Jonas Rückert, Renati Chitolina e Josué Reichow, além da apresentação da peça teatral “Um lugar chamado escola…”, produzida pelo Colégio Mauá especialmente para o congresso, encerrando as atividades do primeiro dia. Com direção geral de Simone Bencke e participação de elenco de alunos e ex-alunos – com a atriz Joana Kannenberg – o espetáculo propõe uma reflexão sobre o ambiente escolar, pela ótica da imaginação. “Está tudo aqui o sonho, a música, as dores, o amor. Todo o infinito que há em nós vocês encontrarão aqui”, enfatiza a sinopse.

Destaque

Um dos momentos mais aguardados da abertura foi a conferência do educador português António Nóvoa, considerado uma das maiores referências mundiais em educação e formação de professores. Professor catedrático e reitor honorário da Universidade de Lisboa, Nóvoa possui uma trajetória internacional dedicada ao estudo da escola, da docência e das políticas educacionais, com mais de 150 publicações em diversos países.

Em sua palestra, intitulada “Um lugar chamado escola”, o pesquisador conduziu reflexões sobre o papel da educação na sociedade contemporânea e do processo de metamorfose da escola, com o fortalecimento dos professores (autoria, autoridade e autorização), baseado nos conceitos de ambiente de Encontro e Cooperação, Estudo e Convergência e Experiência e Criação e nos verbos Experimentar, Partilhar e Publicar. Por fim, antes de ser aplaudido de pé, definiu escola como o lugar de “educar humanos, por humanos, para o bem da humanidade”.

Segundo dia

A programação de hoje, 21 de julho, iniciou às 8 horas, com destaque para as palestras da neurocientista Carla Tieppo (8h30) e da pesquisadora Janaina Weissheimer (10h45). Durante a tarde, os professores participam de atividades em grupo e minicursos voltados ao aperfeiçoamento profissional. À noite, o tradicional momento de confraternização ocorrerá em ritmo de festa alemã no Pavilhão Central do Parque da Oktoberfest.

Foto:  Alencar da Rosa/Divulgação | Fonte: Assessoria

21/07/2026 0 Comentários 113 Visualizações
CidadesEnsino

Escolas de Campo Bom começam as atividades do Projeto Trilhas de Aprendizagem

Por Marina Klein Telles 15/07/2026
Por Marina Klein Telles

Estudantes do 8º e 9º anos da Rede Municipal de Ensino de Campo Bom iniciaram, esta semana, as atividades do curso Trilhas de Aprendizagem, desenvolvido em parceria com o Senai. As aulas acontecem no contraturno escolar, sempre às segundas e quartas-feiras, ampliando as oportunidades de aprendizagem dos estudantes, aproximando-os do universo da inovação, da tecnologia e do mundo do trabalho. Ao longo do curso, eles terão acesso a atividades práticas e experiências que contribuirão para sua formação integral.

Com essa parceria, a Secretaria de Educação e Cultura de Campo Bom, reafirma seu compromisso com a oferta de uma educação de qualidade, investindo em ações que ampliam as possibilidades de aprendizagem e preparam os jovens para os desafios do futuro.

Foto:   Divulgação | Fonte: Assessoria

15/07/2026 0 Comentários 74 Visualizações
CidadesEnsino

Igrejinha entrega ampliação e reforma da EMEI Valério Armindo Rothe

Por Gabrielle Pacheco 13/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

A prefeitura de Igrejinha realizou a solenidade oficial de inauguração das obras de ampliação e reforma da Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Valério Armindo Rothe. O ato marca a entrega da 36ª obra concluída pela atual gestão municipal desde 2021, reforçando o compromisso contínuo com o desenvolvimento local e com a qualidade dos espaços públicos da cidade. Com um investimento total de R$ 468.540,87, integralmente voltado para a melhoria da infraestrutura educacional, o projeto foi planejado para oferecer mais conforto, segurança e acessibilidade para alunos, professores e toda a comunidade escolar.

Entre as principais intervenções realizadas no espaço está a construção de um novo refeitório, projetado para ampliar a capacidade de atendimento da escola e oferecer um espaço mais amplo, funcional e totalmente apropriado para a realização das refeições das crianças. Além disso, houve a substituição completa do piso das salas de aula por piso vinílico, um material reconhecido por ser mais confortável, seguro, resistente e de fácil manutenção, o que contribui diretamente para um ambiente mais acolhedor no dia a dia das atividades pedagógicas.

 

A obra também contemplou a pintura integral do prédio, renovando os ambientes e valorizando ainda mais o espaço de ensino. A solenidade de inauguração contou com o tradicional desenlace da fita inaugural e o descerramento da placa oficial. O momento reuniu em destaque o prefeito Leandro Hörlle, o vice-prefeito Juliano Müller, a presidente da câmara de vereadores Neidi Roos, a secretária de educação Cristiane Martin e a diretora da EMEI, Franceli Romani Arnhold Picolotto, além de secretários municipais, vereadores e a comunidade escolar.

 

 

 

 

 

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

13/07/2026 0 Comentários 94 Visualizações
CidadesEnsino

Escolas de Campo Bom desenvolvem projetos que incentivam a assiduidade dos estudantes

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria de Educação e Cultura de Campo Bom, lançou, no início do ano de 2026, o programa “Todos na Escola: O Sucesso começa pela sua Presença”, uma iniciativa voltada a incentivar a assiduidade escolar, prevenir a evasão e reduzir ausências injustificadas ao longo do ano letivo. A proposta integra o conjunto de ações estratégicas do município para melhorar os resultados educacionais e promover maior engajamento dos estudantes do 1º ao 9º ano da rede municipal de Ensino Fundamental.

Inspiradas pelo programa, diversas escolas municipais passaram a desenvolver projetos próprios para estimular a frequência diária dos estudantes, valorizando o compromisso com a aprendizagem.

O Projeto

Na EMEF D. Pedro II, está em andamento o projeto “Frequência Escolar – Quem Está Presente Aprende”. Cada estudante recebe um quebra-cabeça e, semanalmente, os professores verificam a frequência para entregar uma nova peça aos alunos que mantiveram presença nas aulas. Ao final de cada mês, quem alcança 100% de frequência completa a imagem do quebra-cabeça. Além disso, a cada dois meses, os estudantes frequentes participam de uma premiação. Os contemplados nos meses de maio e junho assistirão a uma sessão de cinema na próxima terça-feira, 14 de julho.

Na EMEF Dona Augusta, o projeto “Presença Premiada” incentiva a participação por meio de um álbum de figurinhas. Cada estudante recebeu um álbum e, conforme mantém sua frequência, vai completando a coleção com novas figurinhas.

Já na EMEF Octacílio Ermindo Fauth, o projeto “Chá Nota 10” reconhece mensalmente os estudantes com 100% de frequência. Eles recebem um certificado acompanhado de um adesivo e um passaporte para participar de experiências especiais, como sessões de cinema, tardes brincantes e outras atividades planejadas pela escola.

A EMEF Princesa Isabel também iniciará, no segundo semestre, uma ação de incentivo à assiduidade. Os estudantes que alcançarem 100% de frequência receberão botons e figurinhas como forma de reconhecimento pelo compromisso com a escola.

Regulamentado pela Lei Municipal nº 5.645/2026, o programa “Todos na Escola: o sucesso começa pela sua presença” valoriza e reconhece os alunos que mantiverem 100% de presença durante o período letivo. Ao final do ano, serão sorteadas 75 bicicletas, destinadas exclusivamente aos estudantes contemplados, cada aluno pode ser premiado com apenas uma unidade. A iniciativa reforça o compromisso do município em estimular hábitos que contribuem para o sucesso acadêmico e a formação integral das crianças e adolescentes.

Ao incentivar a frequência regular às aulas e atividades, a campanha destaca a importância da pontualidade e da responsabilidade no processo de aprendizagem. A presença constante do estudante é fator determinante para o desenvolvimento contínuo, para a construção de conhecimentos e para o fortalecimento do vínculo com a escola, refletindo diretamente na qualidade da educação ofertada.

Foto:  Divulgação | Fonte: Assessoria

10/07/2026 0 Comentários 97 Visualizações
CidadesEnsino

Grupo da APAE Ivoti leva improviso e risadas para Escolas do Campo

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

Na tarde de terça-feira, 7 de julho, o grupo de teatro APAExonARTE, da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Ivoti, levou arte e riso para as três escolas de campo do município: Nicolau Fridolino Kunraht, Nelda Julieta Schneck e Olavo Bilac. A Intervenção de Palhaçaria encantou estudantes e professores e transformou o momento em riso e integração.

Com o apoio artístico das palhaças e atrizes da Las Brujas Cia de Teatro,  Assuntina, interpretada por Jaque Iepsen, Laranja do Céu, vivida por Kalisy Cabeda, e HipotenusAAA, Lolita Goldschmidt, o grupo percorreu as escolas com uma proposta leve e participativa. A performance misturou brincadeiras, momentos de improvisação com a plateia e muita alegria.

Para medir o clima do encontro, o grupo utilizou um “medidor de alegria”, que circulou entre os alunos, e distribuiu “porções mágicas de riso”. A mensagem central, reforçada pelo grupo, é que “quem ri junto, ri melhor”. Para Jaque, o projeto tem um significado que vai além do entretenimento. “O mais lindo desse projeto é ver o quanto o grupo é protagonista e capaz, levando alegria para as escolas”, destacou a palhaça.

O projeto

A coordenadora do grupo, Lolita Goldschmidt, explicou que as apresentações fazem parte de um projeto maior, Intitulado Quem Ri Junto Ri Melhor – APAExonARTE espalhando riso na cidade das flores, o qual foi viabilizado com recursos do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – FMDCA/FUNCRIANÇA. Os valores são oriundos da destinação do imposto de renda realizada pelo município. A APAE de Ivoti recebeu R$ 15 mil para executar as ações.

Além das apresentações nas escolas, o projeto já promoveu oficina de palhaçaria com os próprios atendidos da APAE. A ideia é desenvolver habilidades como expressão corporal, criatividade, comunicação e trabalho em equipe, utilizando o riso como ferramenta de protagonismo, inclusão e desenvolvimento.

A recepção, de acordo com a equipe, superou as expectativas. O grupo APAExonARTE tem como proposta usar a arte para promover autoestima, autonomia e protagonismo das pessoas. Para a instituição, levar o grupo para fora dos muros da associação reforça que os atendidos também são agentes de transformação e podem levar cultura para toda a comunidade.

Foto:  Divulgação | Fonte: Assessoria

09/07/2026 0 Comentários 138 Visualizações
Ensino

Herbário Didático transforma o pátio da escola em laboratório de aprendizagem

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

O que para muitos é apenas uma folha, para os estudantes da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Vereador João Brizolla pode ser o início de uma descoberta. A partir da observação das espécies vegetais presentes no pátio da escola, os alunos participam do projeto Herbário Didático, uma prática pedagógica que une ciência, investigação e educação ambiental de forma prática e significativa.

Durante a atividade, os estudantes coletam, identificam e catalogam diferentes plantas, registrando suas características e compreendendo a importância da preservação da biodiversidade. O trabalho estimula a curiosidade, o pensamento científico e a valorização do espaço escolar como ambiente de aprendizagem.

Segundo a professora Joseane Barth, responsável pela execução do projeto, o herbário permite que os alunos aprendam por meio da experiência. Ela explica que a proposta incentiva a observação da natureza, o levantamento de hipóteses e a construção do conhecimento de forma participativa, aproximando os estudantes do método científico. “Conhecer as espécies presentes na escola tornou a aprendizagem mais divertida e mostrou que é possível aprender ciência observando o próprio cotidiano”, revela a professora.

Para a estudante Manuela Schorn da Silva, de 10 anos, a atividade mudou a forma de enxergar o ambiente ao redor. “Eu aprendi que existem muitas plantas diferentes e que cada uma tem características próprias. Foi muito legal descobrir isso”, conta. Para a colega Ana Paula Alves da Silva, também de 10 anos, o projeto despertou ainda mais interesse pela natureza.

Conforme a professora, além de desenvolver habilidades de pesquisa, registro e organização das informações, o Herbário Didático fortalece a consciência socioambiental dos estudantes e incentiva o cuidado com os espaços naturais.

Foto: Gustavo Steffens/Divulgação | Fonte: Assessoria

08/07/2026 0 Comentários 88 Visualizações
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