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enchentes

Cidades

RS chega a 83 mortes em consequência das chuvas

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

83 pessoas já faleceram no Rio Grande do Sul em função das consequências das fortes chuvas que atingem o estado desde o dia 27 de abril. De acordo com o boletim divulgado pela Defesa Civil às 12h desta segunda-feira (6), são ainda 291 feridos e 111 desaparecidos no estado. São investigados mais quatro óbitos que podem ter sido causados pela tragédia climática.

Já são 873.275 pessoas afetadas pelas fortes chuvas em 364 cidades do Rio Grande do Sul. O número de desalojados no estado chegou a 129.279 pessoas. 20.070 estão em abrigos.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul tem divulgado boletins com atualizações sobre as consequências das fortes chuvas no estado às 9h, 12h, 18h de todos os dias da semana.

Alertas

Para aumentar o nível de prevenção, as pessoas podem se cadastrar para receberem os alertas meteorológicos da Defesa Civil estadual. Para isso, é necessário enviar o CEP da localidade por SMS para o número 40199. Em seguida, uma confirmação é enviada, tornando o número disponível para receber as informações sempre que elas forem divulgadas.

Também é possível se cadastrar via aplicativo WhatsApp. Para ter acesso ao serviço, é necessário se registrar pelo telefone (61) 2034-4611 ou clicando aqui. Em seguida, é preciso interagir com o robô de atendimento enviando um simples “Oi”. Após a primeira interação, o usuário pode compartilhar sua localização atual ou qualquer outra do seu interesse para, dessa forma, receber as mensagens que serão encaminhadas pela Defesa Civil estadual.

Foto: Décio Marques/SEMAM/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 528 Visualizações
Projetos especiais

Assintecal promove campanha para ajudar atingidos pelas enchentes no RS

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) está realizando uma campanha para ajudar as milhares de pessoas atingidas pelas enchentes que atingem o Rio Grande do Sul desde o sábado passado (27). De acordo com o mais recente boletim da Defesa Civil, foram mais de 345 cidades e mais de 870 mil pessoas afetadas, com 83 mortes e 111 pessoas desaparecidas.

Por razões de dificuldades logísticas, já que muitas regiões estão sem conexão terrestre, a Assintecal está solicitando ajudas via pix, pelo Banco do Brasil, no CNPJ 89908479000172.

Foto: Prefeitura de Novo Hamburgo/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 476 Visualizações
Cidades

São Leopoldo realiza reparos da estrutura do dique na Casa de Bombas do Ginásio

Por Marina Klein Telles 06/05/2024
Por Marina Klein Telles

O dique de contenção do Rio dos Sinos está sendo testado ao seu extremo, diante da energia exercida em sua estrutura pelo grande volume de água que o comprime. Na maior enchente da história de São Leopoldo, a Casa de Bombas do Ginásio apresentou um vazamento na base de sua estrutura com o dique.

A Casa de Bombas do Ginásio foi desligada preventivamente para não colapsar a estrutura e o dique. Rapidamente, o prefeito Ary Vanazzi acionou a equipe do Semae e da Superintendência de Urbanismo para intervir tecnicamente no reparo da base da estrutura. O Consórcio das Obras da BR-116 levou caminhões carregados de argila para selar e compactar a fisura. Por pouco não ocorreu o mesmo com a Casa de Bombas do Arroio da João Corrêa.

“Nós nunca tivemos o rio e o dique tão cheio como temos visto, em toda a sua história desde a sua construção. Essa marca é uma marca histórica e neste aspecto, o maciço do dique, lá na João Corrêa e também aqui no Centro, ao lado do ginásio, ele foi cedendo. Em função de que aquele maciço ele está sendo testado neste momento. Se vai dar certo, não sei”, disse o prefeito.

Vanazzi emitiu um alerta de segurança aos moradores do Centro da cidade, principalmente àqueles que moram na altura da rua da Biblioteca Pública (Osvaldo Aranha). “São 3 quadras do ginásio até a frente, mais ou menos até ali na Igreja do Relógio. Se por desgraça acontecer alguma tragédia, vamos ter água nesta parte do Centro da cidade. Por isso, eu quero alertar os moradores para não deixarem os carros na garagem, poderem levantarem seus pertences, quem mora no térreo, porque nós podemos ter uma lâmina de água, caso nossa ação, nosso trabalho, não compacte e acabe com o vazamento da base da estrutura do dique com a Casa de Bombas”, reforçou.

O chefe do Executivo justificou que diante disso, parte da Dom João Becker, da rua Brasil, e em áreas próximas, terá acúmulo de água e nós vamos ter água nas laterais das calçadas e nós vamos fazer com que essa água saia na Casa de Bombas da Rodoviária. Trazemos esta notícia não para criar qualquer alarde, mas para avisar e alertar que é possível que isso aconteça, embora nos tomamos todas as providências técnicas, agimos imediatamente, fazendo o trabalho que nos compete e é de nossa responsabilidade. Mas não há como não alertar a população, que pode se proteger um pouco e ter esse cuidado para que não tenhamos mais perdas do que já tivemos nos bairros da nossa cidade”, disse o prefeito Vanazzi.

Foto: Lisandro Lorenzoni/divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 637 Visualizações
Cidades

Comunidade Luterana de Hamburgo Velho distribui comida para pessoas com restrição alimentar

Por Marina Klein Telles 06/05/2024
Por Marina Klein Telles

A cozinha da Comunidade Luterana de Hamburgo Velho está servindo refeições especiais pra bebês, diabéticos e hipertensos. As marmitas são destinadas de forma totalmente gratuita para pessoas com restrição alimentar. Retirada no local!

06/05/2024 0 Comentários 375 Visualizações
Projetos especiais

Governo do RS disponibiliza mapa interativo que mostra bloqueios em rodovias em tempo real

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

Um mapa interativo que permite o acompanhamento em tempo real da situação das rodovias federais e estaduais que estão bloqueadas no Rio Grande do Sul por causa das fortes chuvas foi disponibilizado pelo Governo do Estado neste domingo (5). No mapa, é possível realizar consultas sobre estradas de todo o território estadual.

O mapa, que mostra os bloqueios e alterações no tráfego de rodovias, é atualizado pelo Comando Rodoviário da Brigada Militar, Polícia Rodoviária Federal, Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem e Empresa Gaúcha de Rodovias. “Esse mapa é fundamental para que os gaúchos saibam a situação, em tempo real, das rodovias. As nossas equipes estão trabalhando para que as estradas sejam desobstruídas o mais rápido possível, com segurança”, destacou o secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella.

Os dados estão sendo atualizados em conjunto com o Waze e o Google, a fim de integrar as plataformas e auxiliar os veículos de resgate na busca de pessoas em situação de emergência.

Devido aos riscos aos usuários, a orientação, neste momento, é que as rodovias sejam utilizadas somente em casos de necessidade.

O mapa interativo pode ser acessado em https://www.google.com/maps/d/u/0/viewer?hl=pt-BR&ll=-29.60592190052908%2C-52.97062362755731&z=9&mid=1ZlKA__gK8tH-WY6mbDeQzltsiwao7Q8.

Foto: Mapa Interativo do Governo do Estado/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 1,6K Visualizações
Saúde

Vigilância em Saúde alerta para leptospirose e acidentes com animais peçonhentos

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

Em virtude das fortes chuvas no no Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) publicou nesta sexta-feira (3) um comunicado sobre os riscos de transmissão de leptospirose e acidentes com animais peçonhentos em locais com enchentes.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda que é transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados pela bactéria Leptospira. O contágio pode ocorrer a partir da pele com lesões ou mesmo em pele íntegra se imersa por longos períodos em água contaminada, além de mucosas. O período para o surgimento dos sintomas pode variar de um a 30 dias, sendo que normalmente ocorre entre sete e 14 dias após contato com as águas de enchente ou esgoto. Por esse motivo, o Cevs alerta que é importante a vigilância em saúde e a Atenção Básica dos municípios estarem atentas nos próximos dias quanto aos sintomas deste agravo.

Os principais sintomas da leptospirose são febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios. A doença pode apresentar letalidade de até 40% nos casos mais graves.

O Cevs chama a atenção por meio do comunicado para aqueles municípios com alta transmissão de dengue e que foram atingidos pelas cheias para o diagnóstico diferencial entre esses agravos, já que muitos dos sintomas são similares.

Limpeza

Nos locais que tenham sido invadidos por água de chuva, recomenda-se fazer a desinfecção do ambiente com hipoclorito de sódio a 2,5%, presente na água sanitária (um copo de água sanitária para um balde de 20 litros de água).

Manter os alimentos guardados em recipientes bem fechados, manter a cozinha limpa sem restos de alimentos, retirar as sobras de alimentos ou ração de animais domésticos antes do anoitecer, manter o terreno limpo e evitar entulhos e acúmulo de objetos nos quintais são ações que ajudam a evitar a presença de roedores. A luz solar também ajuda a matar a bactéria.

Testagem laboratorial

Considerando o atual cenário de chuvas e cheias em várias regiões do estado, casos suspeitos oriundos de área de alagamento e com sintomas compatíveis com leptospirose devem iniciar tratamento medicamentoso imediato. Quando possível, deve ser coletada amostra a partir do sétimo dia do início dos sintomas para envio ao Laboratório Central do Estado (Lacen/RS).

No caso de municípios impossibilitados de envios de amostras devido às limitações diversas, a coleta pode ser enviada para laboratórios privados enquanto durar o decreto de calamidade pública no Rio Grande do Sul em razão das chuvas intensas (Decreto 57.596/2024, publicado em 01/05/2024).

Tratamento

O tratamento (antibioticoterapia) está indicado em qualquer período da doença, mas sua eficácia costuma ser maior na primeira semana do início dos sintomas. Sempre com uma avaliação de um profissional de saúde, na fase precoce são utilizados Doxiciclina ou Amoxicilina. Para a fase tardia, Penicilina cristalina, Penicilina G cristalina, Ampicilina, Ceftriaxona ou Cefotaxima .

Acidentes com animais peçonhentos

As autoridades também devem ficar alerta para o aumento na ocorrência de acidentes com animais peçonhentos, em função de deslocamentos dos habitats naturais destes animais, provocados pelas inundações. Os profissionais de saúde devem estar atentos aos fluxos de encaminhamento da sua região dos pacientes para tratamento com antivenenos.

Em casos de suspeita ou acidentes com animais peçonhentos, qualquer pessoa ou o profissional de saúde, durante o atendimento, pode contatar o Centro de Informações Toxicológicas (CIT) pelo telefone 0800-7213000, disponível 24 horas.

Mais informações estão disponíveis no site da Secretaria da Saúde.

Foto: Brigada Militar/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 597 Visualizações
Cidades

Chega a 54 o número de mortos nas enchentes no Vale do Taquari

Por Marina Klein Telles 17/04/2024
Por Marina Klein Telles

O Instituto-Geral de Perícias (IGP) confirmou, nesta quarta-feira (17/4), a identidade de mais uma vítima das enchentes de setembro de 2023 no Vale do Taquari. Trata-se de uma moradora do município de Roca Sales. Com isso, aumentou para 54 o número de óbitos causados pela tragédia.

O corpo dessa pessoa havia sido encontrado em 6 de janeiro de 2024, flutuando no Rio Taquari, na cidade de Lajeado. A partir desse momento, começaram os trâmites de identificação. Devido ao avançado estado de decomposição, foi necessário utilizar diversas técnicas para obtenção de um perfil genético que possibilitasse as análises e comparações próprias do trabalho pericial.

Com a confirmação da identidade, a Polícia Civil (PC) retirou o nome dessa pessoa da lista de desaparecidos, que diminuiu, portanto, para quatro pessoas. Desde novembro de 2023, não havia variação na relação de mortos e desaparecidos resultante desse desastre.

O processo de localização e identificação de vítimas exige trabalho minucioso por parte do governo do Estado. A PC e o IGP são as instituições responsáveis pela condução desses processos. A tarefa envolve uma série de cuidados, protocolos e obrigações que devem ser cumpridos para evitar erros que poderiam gerar ainda mais transtornos e sofrimento aos familiares das vítimas.

Como ainda há quatro pessoas desaparecidas, as equipes do governo seguem em operação, conjugando o rigor dos protocolos com a necessidade de dar respostas à sociedade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2024 0 Comentários 401 Visualizações
Política

Santa Cruz reforça projetos para acabar com enchentes

Por Marina Klein Telles 06/03/2024
Por Marina Klein Telles

Dando sequência às agendas em Brasília, na última terça-feira, dia 5, a prefeita Helena Hermany reforçou importantes projetos que prometem acabar com os alagamentos na Várzea e também na área central de Santa Cruz do Sul. Acompanhada do deputado federal Heitor Schuch e do secretário municipal da Saúde, Fabiano Dupont, Helena esteve reunida com o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos do Ministério do Planejamento e Orçamento, Paulo Eduardo Nunes de Moura Rocha.

O Poder Executivo, por meio das secretarias de Planejamento e Governança e de Obras e Infraestrutura, inscreveu dois projetos no PAC Seleções, no valor total de R$ 261 milhões, com o objetivo de resolver os problemas crônicos de inundações e enchentes nas cheias do Rio Pardinho e Arroio Lajeado, que atingem a região da Várzea, e na microbacia dos bairros Centro e Santo Inácio.

As ações propostas são baseadas em estudos realizados pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e pelo Serviço Geológico do Brasil – SGB (antiga CPRM), e incluem sistema de monitoramento de cheias, sinalização e demarcação de cotas de cheias, hidrojateamento e limpeza do sistema de drenagem, desassoreamento, canalização e estabilização dos cursos d’água e construção de reservatórios de amortecimento de cheias.

A prefeita Helena Hermany destaca que os recursos seriam a fundo perdido, sem necessidade de pagamento de valores pelo Município. “Pedimos uma atenção especial a estes dois projetos, que resolverão problemas históricos da nossa cidade, trazendo alívio e segurança para milhares de famílias que moram nas áreas citadas”.

Foto: Lanna Silveira/divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2024 0 Comentários 607 Visualizações
Ensino

Escola infantil de Muçum é totalmente reformada após enchentes de 2023

Por Jonathan da Silva 26/02/2024
Por Jonathan da Silva

Cinco meses após ficar completamente submersa nas enchentes do Vale Taquari, a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Família Feliz, de Muçum, foi totalmente reformada e adaptada para novas situações de cheia. A reestruturação do espaço foi viabilizada por meio de doações da iniciativa privada. A solenidade de entrega do prédio aconteceu na manhã do sábado (24).

A mobilização para a reforma da escola que atendia mais de 80 crianças de quatro meses a quatro anos em 2023 foi liderada pela plataforma social Vvolunteer (VV). A entidade, que atua com voluntariado e ajuda humanitária no Brasil e no exterior, reuniu apoio de diversos empresários a fim de devolver a instituição para o município ainda melhor. “O prédio foi totalmente reformado e tratado, para que, em novas situações de enchentes, não ocorram tantas perdas”, explica o Coordenador Humanitário da VV, Fábian Chelkanoff, líder do projeto.

Algumas das medidas tomadas foram construir elementos de concreto, como bancadas, e utilizar esquadrias de alumínio em áreas mais baixas. Parte da estrutura também foi erguida para mais de 1,40 m, ficando a salvo em caso de cheias. Para além da reforma, foram feitas melhorias, como estruturação de uma sala de artes – desejo do corpo docente -, instalação de aparelhos de ar-condicionado, computadores e televisão nas salas de aulas.  “Nossa participação foi gerenciar a campanha, fazer a aproximação com os parceiros, levar voluntários e fazer, gerenciar a obra. E, agora, a gente vai adiante então com a etapa da educação” diz Chelkanoff.

A Allgayer Engenharia foi responsável pelas obras. Segundo o diretor da empresa, Maurício Allgayer, após tomar conhecimento da situação, a companhia se mobilizou para ajudar como podia. “No momento em que soubemos que a escola não poderia abrir as portas depois do verão, na volta às aulas – e quantas famílias e crianças seriam afetadas com isso –,  nasceu a nossa motivação”, lembra.

O Instituto Moinhos Social (IMS), pilar social do Hospital Moinhos de Vento, também apoiou a causa. Desde que as enchentes assolaram a região, o IMS se aproximou da Vvolunteer e, em conjunto, as entidades atuaram levando equipes de enfermagem para atender a população do município. Em paralelo a essa ação emergencial, o Instituto iniciou a arrecadação de recursos, que foram distribuídos ao longo de diversas ações. Parte das doações foi encaminhada para auxiliar na reforma da EMEI.  “Quando identificamos que a cidade tinha sido devastada, as primeiras áreas que pensamos em ajudar foram a saúde e a educação, afinal, são temas extremamente alinhados ao propósito do Hospital Moinhos de Vento. Portanto, foi natural destinarmos os recursos que arrecadamos para a reforma da Família Feliz”, afirma o superintendente de Responsabilidade Social e Gestão de Riscos do Hospital Moinhos de Vento, Admilson Reis, acrescentando que o hospital também atuou como interlocutor em conversas com empresários.

Vida e novas cores na Família Feliz

No cargo de diretora da EMEI Família Feliz desde fevereiro do ano passado, a educadora Alice Lorezon se dedicou à organização dos dez anos da instituição, celebrados em 2023. Conseguiu recursos para realizar um jantar e conquistou melhorias na infraestrutura. Contudo, em agosto, o prédio sofreu as primeiras avarias, depois de uma tempestade de granizo. Em 4 de setembro, então, foi registrada a maior destruição com a tragédia ambiental  sofrida pelo Vale do Taquari. “Erguemos os móveis, mas foi muita água. Depois disso, começou nossa batalha. Graças a Deus, tivemos ajuda de anjos, chamados voluntários, que nos auxiliaram no processo de limpeza. Na sequência, soubemos que a Vvolunteer iria nos ajudar na reforma total”, relembra Alice.

Impossibilitada de utilizar o prédio, a instituição passou a atender na estrutura de outra escola do município. Após a nova enchente, registrada, dessa vez, em novembro, a Família Feliz entrou no processo de reestruturação. Para felicidade da comunidade, os alunos e professores puderam retomar as atividades no prédio totalmente novo em 29 de janeiro deste ano. “Agora, é levantar a cabeça. A escola está colorida, alegre novamente. É gratificante estar de volta, receber calorosamente cada família e testemunhar a empolgação de cada criança. Seguimos trabalhando para dar o melhor a elas”, comemora a diretora.

Pais dos alunos da Família Feliz reagiram de forma positiva à entrega do prédio reformado. “Quem viu como a escola ficou não imaginaria que estaríamos aqui, hoje, vendo esse espaço tão bonito”, disse o agricultor Marciano Brandão, pai Luiz Guilherme, de sete meses, e do João Vicente, de 4. “É uma alegria entrar nessa escola com minha filha, que adora a escola, os professores e os colegas”, comemorou Viviane Stumm, mãe da Alice, de 3 anos.

Para o prefeito de Muçum, Mateus Trojan (MDB), toda a reforma e restabelecimento da EMEI Família é um símbolo de reconstrução. “É, de certa forma, uma motivação para as demais ações que o município precisa tomar nesse processo de recuperação. Então, a gente conseguiu elevar o nível da escola, entregar ela ainda melhor do que era antes. É um exemplo de parceria com a iniciativa privada, com instituições como a Vvolunteer, que vieram a somar e demonstrar o quanto tem pessoas, instituições e empresas boas no mundo” avalia.

Participaram da reforma da escola: Instituto Moinhos Social, Volkswagen Brasil, QuintoAndar, Arquitetura Nacional, Martiplas, Allgayer Engenharia, PUCRS, NT Consult, Sirtec Sistemas Elétricos, E-projeti Soluções em TI, Ingecon Instalações Comerciais, Mundo Educação Infantil – Porto Alegre, Rede de Escolas Anjinho da Guarda – Passo Fundo, Instituto Ascendendo Mentes, Andrade Maia Assessoria Jurídica e Tramontina.

Fotos: Cassius Souza/Hospital Moinhos de Vento/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2024 0 Comentários 588 Visualizações
Cidades

Montenegro cobra agilidade em repasse a cidades atingidas por enchentes

Por Marina Klein Telles 08/02/2024
Por Marina Klein Telles

O prefeito Gustavo Zanatta participou nesta tarde, em Brasília, de uma reunião da Comissão Externa da Câmara dos Deputados criada para tratar dos danos causados pelas enchentes no RS em 2023. Ele aproveitou a oportunidade para defender uma mudança na forma como a União se propõe a ajudar as cidades atingidas pelas cheias e cobrou mais agilidade no socorro.

Uma das questões que requer modificação é a impossibilidade de as prefeituras se ressarcirem dos valores investidos em tarefas como a limpeza e a destinação de entulhos. Pelas regras em vigor, aquilo que já foi feito não pode ser cobrado. “Se esperassemos, a cidade viraria um lixão”, afirmou, destacando que mais de 200 cargas de móveis e outros itens destruídos pela água foram recolhidos.

Zanatta lembrou que até hoje os recursos não chegaram, o que obrigou o Município a arcar com estas despesas. “Defendemos um olhar mais atento sobre as cidades”, pediu, lembrando que a primeira linha de frente em defesa do cidadão são as prefeituras, que dependem da União e dos Estados para atender a população em situações de calamidade e emergência.

Durante a reunião, o deputado federal Pompeo de Mattos (PDT) prometeu apoio para retomar a tramitação do projeto de enfrentamento às cheias na região. A proposta prevê a construção de diques e canais para reduzir o impacto das enchentes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/02/2024 0 Comentários 452 Visualizações
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