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enchentes

Variedades

Saiba como agir em caso de deslizamentos

Por Marina Klein Telles 15/07/2026
Por Marina Klein Telles

A partir de quinta-feira, 16 de julho, o Rio Grande do Sul deve enfrentar uma sequência prolongada de condições adversas no tempo, com vários dias seguidos marcados por risco de temporais, chuva intensa, ventos fortes, movimentos de massa e descargas elétricas. Diante desse cenário, a população deve acompanhar as informações nos canais oficiais da Defesa Civil estadual e da sua cidade.

O risco de deslizamentos exige atenção às orientações e a adoção de medidas preventivas conforme o nível de alerta emitido. Em situações de alerta moderado, é importante conhecer o histórico de deslizamentos e outros eventos na região, identificar áreas de risco e consultar o Plano de Contingência do município para saber como agir em caso de necessidade.

Com a elevação do nível de alerta, a orientação é reduzir a exposição aos fenômenos, manter-se abrigado durante os temporais, preparar um kit de emergência (com documentos pessoais e da família), avaliar as condições dos trajetos e dos locais onde os veículos serão estacionados e adotar medidas para garantir a segurança dos animais domésticos.

 

Níveis de alerta

Nos níveis mais altos de alerta, qualquer sinal de instabilidade no terreno ou nas edificações (como rachaduras, inclinação de árvores e postes ou vibrações) deve ser tratado como um indicativo para deixar o local imediatamente e comunicar a Defesa Civil ou o Corpo de Bombeiros.

Caso seja determinada a evacuação, a população deve seguir as orientações das autoridades, permanecer em local seguro até o fim do risco e não retornar às áreas evacuadas até que haja liberação oficial. Também é importante manter-se informada sobre a evolução da situação e, sempre que possível, compartilhar informações com vizinhos e apoiar pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

15/07/2026 0 Comentários 168 Visualizações
Variedades

Saiba como agir em caso de temporal

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

A partir de quinta-feira, 16  de julho, o Rio Grande do Sul deve enfrentar uma sequência prolongada de condições adversas no tempo, com vários dias seguidos marcados por risco de chuvas intensas, ventos fortes, granizo e descargas elétricas. Diante desse cenário, a população deve acompanhar as informações nos canais oficiais da Defesa Civil estadual e da sua cidade, além de conhecer o Plano de Contingência do município e os riscos existentes na região onde mora ou transita.

O risco de chuvas intensas exige atenção às orientações da Defesa Civil e a adoção de medidas preventivas conforme o nível de alerta emitido. Em caso de alerta amarelo (moderado), é importante verificar as condições de calhas, ralos, telhados e árvores; checar, junto à Defesa Civil municipal, se há riscos em sua região; informar-se sobre o histórico de alagamentos, inundações e deslizamentos de terra na área; e acionar a Defesa Civil municipal se identificar bueiros entupidos ou com a tampa danificada.

Se for emitido alerta laranja (alto), o cidadão evitar sair de casa e manter-se abrigado durante o temporal. Caso precise sair, deve informar-se sobre as condições do trajeto. Se mora em locais com histórico de alagamentos, precisar buscar informações com a Defesa Civil municipal para saber se é necessário deixar a área. Também é recomendável preparar um kit de emergência – com documentos, muda de roupas, garrafa de água e medicamentos, entre outros itens – para sair imediatamente, caso necessário.

Na hipótese de alerta vermelho (muito alto), deve-se buscar abrigo ou permanecer em local seguro até cessarem as fontes de risco; estar pronto para sair ou deixar locais com riscos de alagamentos, inundações e enxurradas; e manter-se informado sobre a evolução do evento, inclusive à noite.

Em caso de alerta roxo (extremo), as pessoas devem sair imediatamente de áreas de risco. Outras orientações importantes são:

  • não retornar para áreas que foram evacuadas até que os órgãos oficiais informem que é seguro;
  • não transitar em áreas alagadas ou inundadas (a pé ou de carro);
  • garantir a segurança de animais domésticos, caso seja necessário deixar a casa rapidamente;
  • se possível, compartilhar informações com os vizinhos e apoiar a saída de pessoas com problemas de mobilidade e vulneráveis sob seus cuidados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

14/07/2026 0 Comentários 135 Visualizações
Política

Novo Hamburgo recebe seminário da Câmara dos Deputados sobre enchentes e retomada

Por Jonathan da Silva 03/07/2026
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo sediará, no dia 13 de julho, o seminário “Proteção contra Enchentes e Retomada Econômica da Região do Vale do Sinos”, promovido pela Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre os Danos Causados pelas Enchentes no Rio Grande do Sul. O encontro ocorrerá das 8h30min às 11h30min, no 10º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry, e reunirá representantes dos governos e de entidades da região para discutir os impactos das enchentes, os desafios da reconstrução e propostas voltadas ao desenvolvimento regional. A iniciativa busca reunir demandas dos municípios atingidos e contribuir para a formulação de encaminhamentos relacionados à recuperação da região.

O seminário contará com a participação de representantes das diferentes esferas do poder público e de entidades da sociedade civil impactadas pelas enchentes. Durante o encontro, os participantes poderão apresentar avaliações sobre as ações já realizadas, as medidas ainda necessárias e os principais desafios enfrentados pelos municípios do Vale do Sinos.

Espaço para apresentação de demandas

Além da apresentação de ações governamentais, o seminário abrirá espaço para que entidades regionais exponham as dificuldades enfrentadas após as enchentes, apresentem questionamentos e encaminhem demandas às autoridades participantes.

Segundo a organização, a proposta é compreender os diferentes impactos provocados pelo evento climático na região, ouvindo representantes de diversos setores para identificar de que forma a Comissão Externa da Câmara dos Deputados pode contribuir para a reconstrução dos municípios e para o fortalecimento do desenvolvimento regional.

Experiência de outros encontros

De acordo com a organização, os seminários realizados anteriormente em outras cidades do Rio Grande do Sul reuniram reivindicações relacionadas ao apoio à tramitação de projetos de lei voltados à reconstrução dos municípios atingidos, além de relatos sobre entraves ao desenvolvimento econômico e urbano.

Também foram apresentadas demandas de diferentes setores produtivos e da sociedade civil, com o objetivo de ampliar o diálogo entre os representantes públicos e as comunidades afetadas pelas enchentes.

A realização do seminário é da Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre os Danos Causados pelas Enchentes no Rio Grande do Sul, em parceria com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e a Frente Parlamentar do Empreendedorismo e da Desburocratização.

Serviço

  • O quê: Seminário “Proteção contra Enchentes e Retomada Econômica da Região do Vale do Sinos”
  • Quando: 13 de julho, das 8h30min às 11h30min
  • Onde: Centro Administrativo Leopoldo Petry – 10º andar (Rua Guia Lopes, 4.201, bairro Canudos, em Novo Hamburgo)
  • Quanto: Gratuito
Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2026 0 Comentários 160 Visualizações
Política

Novo Hamburgo apresenta projeto de ampliação de dique ao governo estadual

Por Jonathan da Silva 05/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Novo Hamburgo apresentou um estudo avançado para ampliação do sistema de proteção contra cheias no município ao Governo do Estado, com investimento estimado em R$ 800 milhões. A proposta foi discutida nesta segunda-feira (4), em reunião com a Secretaria da Reconstrução Gaúcha (Serg), em Porto Alegre, e prevê a ampliação de quase 21 quilômetros de dique entre os limites com São Leopoldo e Campo Bom. O objetivo seria de ampliar a proteção contra alagamentos nos bairros Santo Afonso e Canudos, beneficiando diretamente cerca de 92 mil moradores.

O projeto inclui a recuperação da Casa de Bombas do Santo Afonso e a construção de até sete Estações de Bombeamento de Água Pluvial (EBAP). O valor estimado já contempla os custos para elaboração do projeto final, que corresponde a cerca de 2,5% do total, sendo que o montante definitivo dependerá da conclusão do projeto executivo.

Próximos passos

De acordo com o município, a próxima etapa depende da captação de recursos por meio do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), que viabilizará a contratação do projeto executivo. Após essa fase, a execução da obra deverá ser financiada com recursos do Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos (Firece).

O prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck (PP), afirmou que a administração municipal tem atuado de forma antecipada na busca por soluções para as cheias. “Novo Hamburgo não ficou de braços cruzados, aguardando a conclusão dos projetos do estado. O município está agindo e largando na frente, com a certeza de que o governador Eduardo Leite é sensível à necessidade de mitigar a situação das cheias”, declarou Finck.

Avaliação do estado

A secretária-adjunta da Reconstrução Gaúcha, Angela de Oliveira, avaliou positivamente o estudo apresentado e indicou a realização de uma nova reunião técnica entre as equipes do município e do Estado ainda nesta semana. O encontro também contou com a participação da subsecretária de Parcerias e Concessões, Anna Clara Yaginuma.

Outros temas discutidos

Além do sistema de proteção contra cheias, a reunião abordou a busca por recursos para pavimentação de estradas no bairro Lomba Grande, ações de hidrojateamento, questões relacionadas ao saneamento e a Parceria Público-Privada (PPP) de escolas estaduais localizadas no município.

Participaram do encontro, representando Novo Hamburgo, o procurador-geral do Município, Vanir de Mattos, a secretária municipal da Fazenda, Michele Antonello, o secretário municipal de Educação, André Luis da Silva, integrantes da equipe técnica da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura e o diretor técnico da Comusa, Neri Chilanti.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2026 0 Comentários 229 Visualizações
Cidades

Igrejinha prepara área para abrigar 50 famílias atingidas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 03/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Igrejinha está finalizando a terraplenagem de uma área que irá acolher 50 famílias que perderam suas residências nas enchentes de 2024. A ação faz parte das ações de reconstrução e amparo aos atingidos realizadas pela administração local, com trabalhos executados pela Secretaria de Obras do município.

De acordo com a administração de Igrejinha, a preparação do novo espaço está em andamento e contempla, neste momento, a conclusão da terraplenagem dos lotes. Nos próximos dias, terá início a terraplanagem da via de acesso ao local, etapa considerada necessária para garantir segurança, estabilidade e qualidade à estrutura que será construída.

Andamento das obras

Todo o trabalho inicial está sendo realizado pela Secretaria de Obras, com utilização de servidores e maquinário próprios do município. A administração destaca que a execução direta demonstra a capacidade operacional da equipe na condução do projeto.

Após a conclusão dessa fase, serão iniciadas as próximas etapas da obra. Está prevista a pavimentação da rua e a instalação da tubulação pluvial, serviços que serão executados por empresa terceirizada contratada por meio de processo licitatório.

Foto: PMI/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/03/2026 0 Comentários 282 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Novo Hamburgo remove casas para avanço das obras do dique

Por Jonathan da Silva 13/10/2025
Por Jonathan da Silva

Pelo menos dez residências foram demolidas na manhã desta sexta-feira (10) na Avenida Nações Unidas, no bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo. A ação, conduzida pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Smopi), faz parte de uma nova etapa das intervenções de reforço no dique que protege a população das cheias do Rio dos Sinos e do Arroio Luiz Rau. De acordo com a Prefeitura, as remoções foram necessárias para permitir o avanço das obras, que já alcançaram 65% de execução.

As demolições ocorreram nas proximidades da ponte da Rua Manágua, em uma área onde as construções estavam erguidas junto ao dique. De acordo com o secretário de Obras Públicas e Infraestrutura de Novo Hamburgo, Eroni dos Santos, o objetivo é garantir o andamento do projeto e ampliar a segurança da população. “A iniciativa reafirma o compromisso da Administração Municipal em viabilizar o andamento de uma obra que trará mais segurança para milhares de cidadãos. Ainda restam outras edificações, que serão retiradas nas próximas semanas”, afirmou o titular da pasta.

Expectativa de conclusão das obras

O diretor de Obras Públicas da Prefeitura de Novo Hamburgo, Dalmar Verdade, informou ainda que, se as condições climáticas forem favoráveis, a recuperação completa do dique deverá ser finalizada já nesta semana. “Cerca de dois terços da intervenção necessária já foram realizados. Assim que todas as unidades forem retiradas, poderemos avançar na elevação da estrutura”, explicou Verdade.

Medida também busca evitar novas ocupações irregulares

Além de permitir a continuidade das obras, a ação tem como objetivo prevenir que os imóveis desocupados sejam novamente ocupados de forma irregular. A secretária de Desenvolvimento Social e Habitação de Novo Hamburgo, Juciane Saul, destacou a importância dessa medida. “Essa ação também é essencial para evitar que os imóveis, atualmente desocupados, sejam novamente ocupados de forma irregular. Se isso ocorrer, outras pessoas poderão estar expostas ao risco de novas inundações, além de comprometer o andamento das obras”, alertou Juciane.

Apoio social aos antigos moradores

A operação, executada com o uso de duas retroescavadeiras, foi planejada em conjunto com ações sociais. Todos os imóveis já estavam desocupados, e as famílias foram encaminhadas para programas habitacionais, como o Compra Assistida, da Caixa Econômica Federal.

Foto: Weslei Fillmann/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/10/2025 0 Comentários 469 Visualizações
Cultura

Sul em Dança Pela Vida promove espetáculo solidário em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

O projeto Sul em Dança Pela Vida realiza um espetáculo solidário no próximo dia 17 de outubro, às 20h, no Teatro Fiergs, em Porto Alegre, com entrada gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. A iniciativa, criada em 2022, tem como objetivo unir arte e solidariedade, e neste ano ganha novo significado ao ocupar um espaço que também foi afetado pelas enchentes de maio, transformando o palco em símbolo de recomeço e esperança.

A abertura da noite será marcada pela coreografia “Entrelaçando os Dedos e Aproximando Corações”, apresentada por 104 integrantes do Grupo Explosão, de São Leopoldo. Severamente atingido pelas enchentes de 2024, o grupo retorna aos palcos com um espetáculo que simboliza gratidão e superação.

Na sequência, o público poderá conferir apresentações de companhias e escolas que se destacaram nas edições anteriores do Festival Sul em Dança, entre elas: Ballet Lenita Ruschel, Carol Dalmolin Estúdio de Dança, Dullius Dance, Gira Centro de Dança, Grupo Gross, Mega Dance School, UFA! Instituto de Arte e Cultura e Suzana D’Ávila Studio de Dança.

Participação social e inclusão

O evento também contará com o Grupo Renascer da Restinga, destaque da Mostra Estudantil e Projetos Sociais, reafirmando o compromisso do festival com a inclusão e o protagonismo das comunidades periféricas.

Além das apresentações artísticas, o projeto amplia seu alcance com ações formativas, que incluem o Workshop Técnico “Iluminação Cênica para a Dança” e a palestra “A Força da Arte e Seu Impacto em Vidas e Comunidades”, voltadas ao aperfeiçoamento técnico e à reflexão sobre o papel social da arte.

Um manifesto pela arte e pela solidariedade

De acordo com a diretora do projeto Sul em Dança Pela Vida, Margit Kolling, o evento representa um movimento coletivo de recomeço. “Mais do que um espetáculo, o Sul em Dança Pela Vida é um manifesto de solidariedade e reconstrução. A dança tem o poder de unir, acolher e transformar, e este encontro celebra justamente isso: o movimento coletivo de artistas e comunidades que escolheram recomeçar pela arte. Cada gesto, cada passo, é também um ato de esperança e gratidão”, destacou Kolling.

Realizado por meio do Programa Rouanet Emergencial RS, do Ministério da Cultura, o projeto conta com patrocínio da Vale e apoio do Teatro Fiergs e do Grupo RBS, com produção da Arte&Ideias e direção de Margit Kolling.

Serviço

  • O quê: Sul em Dança Pela Vida – A dança como ponte entre a arte e a reconstrução
  • Quando: 17 de outubro, às 20h
  • Onde: Teatro Fiergs (Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi, Porto Alegre)
  • Quanto: Entrada gratuita mediante doação de 1 kg de alimento não perecível
  • Instituição beneficiada: Banco de Alimentos de Porto Alegre
Foto: Nando Espinosa/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 400 Visualizações
Cidades

RS instala 130 novas estações para monitoramento de bacias hidrográficas

Por Jonathan da Silva 03/10/2025
Por Jonathan da Silva

O governo estadual iniciou a implantação de 130 novas estações hidrometeorológicas para monitorar 24 bacias hidrográficas do Rio Grande do Sul. O investimento de R$ 47,175 milhões, anunciado nesta semana pela Casa Militar – Subchefia de Proteção e Defesa Civil, integra o Plano Rio Grande e tem como objetivo aprimorar a prevenção e a preparação contra desastres naturais. A previsão é de que os equipamentos entrem em operação ainda em 2025.

Das 130 unidades, 113 são estações hidrológicas, equipadas com sensores de nível e precipitação, e outras 17 são hidrometeorológicas, com sensores de velocidade e direção do vento, umidade, pressão atmosférica, temperatura e precipitação. Os equipamentos têm atualização de dados a cada 15 segundos, operam com transmissão em rede 4G/5G e contam com redundância por satélite, assegurando funcionamento contínuo mesmo em situações adversas.

As estruturas possuem entre 6 e 12 metros de altura, conforme a necessidade de cada local, e contam com sistema solar off-grid, com autonomia mínima de sete dias garantida por baterias. Também incluem câmeras para acompanhamento visual em tempo real.

Aprimoramento após as enchentes

Durante as enchentes de 2024, gestores públicos apontaram fragilidades nos mecanismos de monitoramento e alerta, muitas vezes recorrendo a plataformas abertas ou a fontes não oficiais. Segundo o governo, a contratação das novas estações corrige essa lacuna, fornecendo informações técnicas completas para decisões estratégicas e medidas preventivas.

Bacias contempladas

Entre as áreas que receberão os equipamentos estão as bacias dos rios Taquari-Antas, Sinos, Caí, Jacuí (alto e baixo), Ibicuí, Ijuí, Pardo, Camaquã, Tramandaí, Santa Maria, Passo Fundo, Piratinim, Negro e Quaraí, além das bacias da Lagoa Mirim e do Canal São Gonçalo, do Lago Guaíba, do Litoral Médio e dos rios Turvo-Santa Rosa-Santo Cristo, Apuaê-Inhandava, Vacacaí-Vacacaí Mirim, Várzea, Mampituba, Butuí-Icamaquã.

Plano Rio Grande

O Plano Rio Grande é um programa de Estado que busca proteger a população, reconstruir áreas atingidas por desastres e preparar o Rio Grande do Sul para responder a futuros eventos climáticos extremos. A instalação das estações está em andamento com as primeiras estruturas sendo montadas para receber os equipamentos.

Foto: MKS/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2025 0 Comentários 326 Visualizações
Business

Fecomércio-RS pede flexibilização do BNDES para empresas atingidas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 29/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS encaminhou um ofício ao Ministério da Fazenda na terça-feira (23) solicitando a flexibilização das regras do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) para empresas gaúchas afetadas pelas enchentes de 2024. A entidade pede a ampliação do prazo de carência para início dos pagamentos e maior tolerância na exigência de manutenção de empregos, argumentando que as atuais condições podem comprometer a recuperação econômica do estado.

Entre as reivindicações apresentadas, a federação destaca a necessidade de estender em pelo menos um ano o prazo de carência dos financiamentos contratados. Segundo a entidade, muitas empresas ainda não conseguiram restabelecer plenamente suas operações devido a atrasos na reconstrução de estabelecimentos, reorganização de estoques e dificuldades no mercado de trabalho. A medida, conforme a Fecomércio-RS, permitiria que os empreendedores direcionassem recursos à reestruturação dos negócios antes de iniciar a amortização das dívidas.

Exigência de empregos

Outro ponto apontado é a exigência de manutenção ou ampliação do número de empregados, com base nos registros do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Atualmente, o descumprimento dessa meta implica a substituição retroativa da taxa de juros contratada pela Taxa Selic. A entidade considera a penalidade desproporcional no contexto de calamidade e propõe a tolerância de até 20% na redução do quadro de funcionários em relação ao período anterior às enchentes, em razão das dificuldades do mercado de trabalho e da migração de trabalhadores para fora das áreas atingidas.

Posição da entidade

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn, reforçou a importância da revisão das regras. “Reconhecemos a importância da preservação de empregos, mas a conjuntura exige medidas realistas. Sem ajustes nas regras, muitas empresas correm o risco de não conseguir cumprir suas obrigações, comprometendo não apenas sua sobrevivência, mas também a recuperação econômica do estado”, afirmou Bohn.

A Fecomércio-RS reiterou que está à disposição para contribuir com o debate e colaborar na construção de soluções que ajudem as empresas a atravessar o período de reconstrução de forma sustentável.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
29/09/2025 0 Comentários 404 Visualizações
Cidades

Casa de Bombas do bairro Santo Afonso recebe novo equipamento

Por Jonathan da Silva 25/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Casa de Bombas do bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo, passou a operar com uma nova bomba a partir desta sexta-feira (22). O equipamento, adquirido pela Prefeitura por R$ 225 mil, foi instalado pela Secretaria de Obras Públicas e Infraestrutura (Smopi) para substituir a bomba 1 do espaço, que passará por uma manutenção preventiva.

Segundo a Prefeitura de Novo Hamburgo, após a manutenção, a bomba 1 será realocada no espaço destinado à bomba 7. Com isso, pela primeira vez desde a construção da Casa de Bombas, na década de 1970, toda a estrutura estará em pleno funcionamento. Atualmente, o local conta com seis bombas fixas e duas anfíbias, cedidas pelo município vizinho de São Leopoldo.

Funcionamento por demanda

O secretário de Obras Públicas e Infraestrutura de Novo Hamburgo, Eroni dos Santos, explicou que o acionamento dos equipamentos depende do nível de água do Arroio Gauchinho. “Importante destacar que nem todas ficam ligadas 24 horas por dia, pois depende do volume de água que chega pelo Arroio Gauchinho”, afirmou o titular da pasta.

Para garantir a operação da nova bomba, a Prefeitura afirmou que lançará uma licitação para contratar uma empresa responsável para a parte elétrica.

Melhorias complementares

Além da instalação do novo equipamento, também foram colocados canos entre as bacias de contenção ao lado da Casa de Bombas do bairro Santo Afonso. A medida deve facilitar o fluxo de água em períodos de estiagem e aumentar a capacidade de retenção durante chuvas mais intensas.

Foto: Smopi/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2025 0 Comentários 431 Visualizações
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