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enchentes

Projetos especiais

Governador Leite participa de inauguração do modelo de casas que serão doadas ao RS

Por Jonathan da Silva 05/08/2024
Por Jonathan da Silva

O governador Eduardo Leite (PSDB) esteve presente na inauguração da casa modelo do Movimento União BR, entidade especialista em criar hubs de emergências para desastres climáticos. O evento ocorreu na tarde deste sábado (3), na unidade da Leroy Merlin na Marginal Tietê, em São Paulo. O movimento reuniu dezenas de entidades e empresários, que em conjunto doaram 500 unidades habitacionais para desabrigados pelas enchentes de maio no Rio Grande do Sul. As casas serão feitas em parceria com a SteelCorp e o Instituto Leroy Merlin Obramax, construídas pelo método light steel frame e serão produzidas em uma fábrica temporária localizada na Ulbra, em Canoas.

Modelo de casas que serão doadas aos desabrigados no RS

Para o governador Leite, a mobilização é uma demonstração de que os gaúchos conseguirão se reerguer após a catástrofe “Para além da doação propriamente dita, que vai chegar nas pessoas e vai transformar a vida delas, essa mobilização tem um efeito moral, porque injeta energia e uma sensação, uma percepção em cada um de nós, seja em quem está na vida pública, como eu, ou em cada um dos gaúchos de que não estamos sozinho. Que a gente vai ser capaz de superar esse imenso desafio”, afirmou o chefe do executivo estadual.

É muito mais do que o valor da casa ou de qualquer item que esteja sendo doado ou colocado lá. É o valor de impulsionar todo o povo de um estado diante de um imenso desafio para a superação. Muito obrigado por esse gesto”, expressou o governador Eduardo Leite.

Para a presidente do Movimento União BR, Tatiana Monteiro de Barros, o sonho dela virou o sonho de muitos. “E nada disso seria possível sem o apoio de todos vocês. Ninguém faz nada sozinho. Muito obrigado a todos que fizeram parte desse caminho”, afirmou Tatiana. “É um prazer enorme poder expressar nossa profunda gratidão com cada um dos nossos parceiros”, acrescentou a cofundadora do União BR, Marcela Balthar, que também destacou o apoio da entidade aos Centros Humanitários de Acolhimento construídos pelo governo gaúcho.

Cada casa terá custo de R$ 110 mil. As unidades medem 44 m² e têm dois dormitórios. Todas serão entregues com todos os acabamentos, louças de banheiro e eletrodomésticos. O movimento ainda fará esforço extra de arrecadação para custear o mobiliário. O Instituto Mulher em Construção irá capacitar mulheres para atuar nas obras, gerando também emprego e renda para o Rio Grande do Sul. “É uma alegria colocar a nossa tecnologia a serviço de quem mais precisa. Em termos de conforto térmico e acústico, de durabilidade, manutenção e muito mais, o nosso pós-obra é espetacular. Então, a gente fica muito feliz em poder contribuir com esse tipo de casa, que vai deixar essas pessoas bem acomodadas, confortáveis e sem ter grandes custos de manutenção, pois o material realmente é tecnológico”, comentou o sócio da SteelCorp, responsável pelo projeto das casas, Roberto Justus.

A escolha das famílias beneficiadas será feita pelas prefeituras, a partir do cadastro das necessidades nas áreas locais de assistência social. O Governo do Estado está atuando no alinhamento com os executivos municipais para a seleção e doação dos terrenos. No evento em São Paulo, Leite e Tatiana anunciaram que as primeiras 50 casas deverão ser destinadas ao município de Muçum.

O projeto

Batizado de Reconstrução RS – Habitação, o projeto reuniu recursos para a produção das casas por meio de doações encaminhadas ao União BR, de aproximadamente R$ 40 milhões de cerca de cem empresas e entidades. O movimento apoia o Rio Grande do Sul desde as enchentes de setembro do ano passado, tendo realizado parcerias com 40 organizações não governamentais (ONGs) locais e 30 cozinhas solidárias e coletivos, além da Defesa Civil estadual. Representando as dezenas de empresas participantes, o superintendente de Relações Institucionais do Itaú, Bruno Crepaldi, destacou a importância da coordenação do Movimento União BR para dar segurança aos demais doadores de que os recursos destinados iriam para o lugar certo.

O CEO da Leroy Merlin Brasil, Ignácio Sanchez. destacou que nunca viveu uma situação como a de maio. “Naquele momento, estávamos numa reunião em São Paulo para desenvolver nosso plano para daqui três anos. Quando vimos fotos do que estava se passando, encerramos na hora, pois não fazia sentido. Imediatamente, fizemos uma doação de R$ 10 milhões, depois, outra de R$ 3 milhões. E seguimos. É uma honra participar desse primeiro projeto de 500 casas. Espero que venham muitas mais, 5 mil, 50 mil”, afirmou Sanchez. “Honra. É a palavra que mais define esse momento histórico de reconstrução. Os eventos nos deixaram extremamente tocados. A Obramax tem o propósito de fazer diferença na vida das pessoas. Esse projeto é símbolo disso”, completou o CEO do Instituto Leroy Merlin Obramax, Michael Reins.

Autoridades e lideranças presentes na cerimônia

A cerimônia na capital paulista foi transmitida ao vivo para outro ato de lançamento realizado em paralelo, em São Leopoldo, na região gaúcha do Vale do Sinos, com presença do secretário de Habitação e Regularização Fundiária do RS, Carlos Gomes. A casa modelo ficará em exposição na Leroy Merlin de São Leopoldo.

Fotos: Mauricio Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2024 0 Comentários 636 Visualizações
Variedades

Governo Federal anuncia R$ 249,3 milhões para prevenção às cheias em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 31/07/2024
Por Jonathan da Silva

O Governo Federal anunciou a destinação de R$ 249,3 milhões para obras de infraestrutura e melhorias estruturais do sistema de proteção de cheias de São Leopoldo. O recurso faz parte do Novo PAC Seleções para projetos de reconstrução do Rio Grande do Sul e foi divulgado em reunião realizada na manhã desta terça-feira (30), em Porto Alegre. O município utilizará o valor na elevação dos diques, na construção de casa de bombas no Arroio Gauchinho no bairro Santos Dumont/Vila Brás e nas bacias de contenção e amortecimento. Os recursos preveem ainda a construção do dique no bairro Feitoria, no valor de cerca de R$ 93 milhões. No total, o Governo Federal deve destinar cerca de R$ 9 bilhões às cidades gaúchas na prevenção de enchentes.

No encontro que reuniu os ministros Rui Costa (Casa Civil), Paulo Pimenta (Reconstrução), Jader Filho (Cidades) e Waldez Góes (Integração), prefeitos da região metropolitana e Governo do Estado, o prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi (PT), defendeu que a fiscalização e controle dessas obras emergenciais sejam feitas pelos Consórcios das Bacias Hidrográficas e os municípios. “Porque os consórcios e os municípios conhecem a realidade, têm capacidade técnica e sabem do planejamento estratégico para os projetos dessas obras emergenciais que precisam ser executadas”, pontuou o chefe do executivo leopoldense.

Vanazzi na reunião de anúncio dos recursos

Projetos para São Leopoldo

Diques

O Governo Federal liberou R$ 1,9 bilhão para os municípios da Bacia do Rio dos Sinos na execução de projetos do sistema de proteção de cheias (diques). Os projetos de São Leopoldo devem contemplar a elevação e melhorias nos diques, incluindo Arroio Cerquinha e construção do sistema de proteção no bairro Feitoria.

Drenagem Urbana

Serão R$ 69,4 milhões para a casa de bombas no Arroio Gauchinho, redes de galerias auxiliares para evitar o extravasamento do arroio no bairro Santos Dumont/Vila Brás e bacia de proteção e amortecimento, além do desassoreamento.

Esgotamento Sanitário

O Arroio da Manteiga irá receber R$ 124 milhões para o esgotamento sanitário.

Abastecimento de água

O município vai receber R$ 55,9 milhões para a execução de projetos de cinco reservatórios, três elevatórias e adutoras.

Foto: Estevan Benacchi/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2024 0 Comentários 369 Visualizações
Política

Fiergs defende acesso facilitado à linha de capital de giro do BNDES para empresas

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

A ampliação da linha de capital de giro para R$ 7,5 bilhões anunciada pelo BNDES ajudará as empresas gaúchas atingidas pelas enchentes, incluindo micro, pequenas e médias. No entanto, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, avalia que apenas isto não será suficiente para resolver o problema. Bier salienta que as empresas do RS seguem com dificuldades para acessar as operações de crédito em função da burocracia envolvida no processo de solicitação e liberação do dinheiro, e algumas reclamam de não terem sido incluídas nesta seara da inundação, mesmo localizada em áreas submersas.

O presidente espera que situação que ele espera que mude a partir de agora, com a mudança do critério de elegibilidade. Bier lembra que em encontro realizado por uma comitiva da Fiergs com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, em Brasília, no mês maio, ele sugeriu uma linha de crédito direta das empresas com o BNDES, pedido que não foi atendido. A modalidade lançada funciona de forma indireta, com o empresário precisando recorrer a instituições financeiras da rede credenciada junto ao BNDES. Segundo o presidente da entidade, muitos bancos solicitam garantias que as empresas não estão em condições de oferecer depois de passarem praticamente 60 dias sem operar.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2024 0 Comentários 501 Visualizações
Variedades

Estudo aponta prejuízo de R$ 97 bilhões à economia brasileira com enchentes no RS

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

O prejuízo à economia brasileira em função das enchentes no Rio Grande do Sul pode atingir cerca de R$ 97 bilhões de acordo com estudo realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Conforme o levantamento, as perdas podem chegar a R$ 58 bilhões no RS e a R$ 38,9 bilhões em outros estados. O impacto potencial no PIB do RS pode ser de 9,86%, com efeito de até 1% no PIB brasileiro. Além disso, a tragédia pode resultar na perda de 195 mil empregos em solo gaúcho e 110 mil em outras unidades federativas, totalizando 305 mil empregos, 7,19% do estoque de empregos formais no RS e 0,69% em nível nacional.

Para mitigar os efeitos do desastre, o Governo Federal anunciou um pacote de apoio ao RS de R$ 46,1 bilhões, incluindo recursos, antecipações de benefícios e crédito. O estado estima necessitar R$ 19 bilhões para reconstruir sua infraestrutura. No entanto, o consenso é de que esses esforços precisam ser complementados com outras ações. A CNC apresenta sugestões em três eixos temáticos:

1. Preservação dos Empregos:
  • Redução proporcional da jornada de trabalho e salários;
  • Suspensão temporária de contratos com compensação financeira;
  • Flexibilização do trabalho remoto;
  • Antecipação de férias;
  • Utilização de bancos de horas.
2. Acesso a Crédito:
  • Programa de crédito para pagamento de folha salarial;
  • Standstill para linhas de crédito públicas;
  • Renegociação de dívidas tributárias;
  • Redução a zero do spread bancário do BNDES.
3. Alívio Tributário:
  • Diferimento de 6 meses para pagamento do Simples Nacional e impostos federais;
  • Criação do Programa Perse-RS, com redução de alíquotas para o setor de turismo até 2027.

De acordo com o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, tanto as estimativas quanto as sugestões da confederação têm o objetivo de orientar a retomada econômica do RS e minimizar os impactos negativos da tragédia climática. “A rápida implementação das medidas de auxílio é muito importante para evitar efeitos prolongados e danos adicionais à economia gaúcha e à brasileira como um todo”, reforça Tadros.

O presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-RS e 2º vice-presidente da CNC, Luiz Carlos Bohn, destaca a necessidade de que as medidas a serem traçadas tenham um viés de resiliência. “O Rio Grande do Sul passou por uma tragédia histórica, com perdas que não se restringem apenas ao momento atual. Muita infraestrutura e muito capital privado de famílias e empresas foram destruídos. Para amenizar as perdas futuras, é necessário auxiliar todos que foram atingidos direta e indiretamente no Estado e, fundamentalmente, garantir que isso jamais se repita nas proporções vistas recentemente”, ressalta Bohn.

Impactos no setor produtivo

O economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, afirma que “a reconstrução do Rio Grande do Sul exigirá esforços contínuos e investimentos substanciais para restaurar a economia e os empregos perdidos”. A tragédia tende a afetar a atividade econômica, inflação e dinâmica fiscal de todo o país. O comércio, os serviços e o turismo sofrerão duramente caso as medidas mitigatórias não sejam implantadas de maneira efetiva. O estudo da CNC estima uma perda diária de R$ 5 bilhões no comércio, equivalente a 31,5% do valor previsto para maio. A infraestrutura e o abastecimento foram afetados, resultando em uma queda de 28% no fluxo de veículos de carga nas estradas. O RS representa 7% do volume de vendas no varejo brasileiro. As perdas no comércio podem chegar a R$ 10 bilhões, 5% do faturamento de 2023.

No turismo, a perspectiva é que o setor tenha perdas superiores a R$ 49 milhões por dia, acumulando até R$ 2 bilhões de perdas até junho de 2024 e podendo chegar a R$ 6 bilhões em 2024. O RS foi responsável por 6% do faturamento do turismo no Brasil, em 2023. A perda de faturamento pode representar até 21,4% do total faturado em 2023 no estado. A infraestrutura de transporte comprometida é um grande risco, com a interrupção do fluxo de turistas, por conta do fechamento do aeroporto de Porto Alegre e rodovias afetadas.

Além disso, o RS é um importante produtor agrícola, responsável por cerca de 6% do PIB estadual, com a produção de arroz representando 1%. A indústria do estado, com impacto relevante na transformação de máquinas, produtos químicos e veículos, também será afetada.

Confira na íntegra do estudo elaborado pela CNC.

Foto: Lauro Alves/Secom-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2024 0 Comentários 409 Visualizações
Cidades

Cisvale amplia debate sobre soluções tecnológicas para desastres climáticos

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

Projetos e propostas para a adaptação e reconstrução dos municípios após as enchentes pautaram a assembleia geral do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), realizada nesta quarta-feira (24). Com os prefeitos dos municípios associados ao consórcio, o encontro aconteceu junto à Feira da Produção, em Vera Cruz.

Para a presidente do Cisvale, Sandra Backes, a realidade da região foi completamente alterada após os eventos climáticos de maio. “Nosso próprio município (Sinimbu) acabou se tornando um grande laboratório de estudo para que se tome decisões e medidas neste pós-enchente”, exemplifica Sandra.

O engenheiro civil Lucas Reginato, apresentou um novo método de avaliação para uma edificação atingida por enchentes. “A ReHabilar tem como proposta ir além dos problemas causados pelas enchentes, entender quais os problemas que poderão surgir a partir do evento de enchente e mapear custos para a recuperação”, explica o engenheiro.

Segundo Reginado, a partir do estudo e mapeamento detalhado das edificações, torna-se possível criar projetos e cronogramas de recuperação, com a capacidade de quantificar estes recursos. “A avaliação dura em torno de 15 minutos, fazendo com que os dados estejam disponíveis ao gestor em quase tempo real. Avaliamos 50 edificações em Sinimbu, e pudemos constatar até o tipo de material utilizado nas edificações. Isso pode inclusive estar definindo nos planos diretores dos municípios, para criar estratégias de reabilitação nestas áreas”, detalha o engenheiro.

Olhar diferente para a região

De acordo com o pesquisador da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Daniel Allasia, inundações estão entre os principais desastres naturais, especialmente nas pequenas bacias hidrográficas, situação que torna este tipo de evento praticamente inevitável. “Percebemos que é dada maior atenção à região metropolitana, e os municípios da região Central acabaram ficando em segundo plano”, salienta o pesquisador.

Conforme Allasia, em média, uma grande enchente atinge municípios da região a cada 20 anos, e isto não está mapeado em níveis federais. “O que se precisa trabalhar é que estes municípios, onde ocorrem estes eventos cíclicos precisam estar preparados e equipados. Um dos primeiros pontos é mapear por batimetria o fundo dos rios, para criar as estratégias nas cidades”, pontua o pesquisador, ao destacar que além destas ações, a previsão de desastres precisa estar focada na mancha de inundação e áreas que serão atingidas em um evento. Segundo ele, hoje este serviço não existe no Rio Grande do Sul.

Na avaliação do pesquisador, é necessário que consórcios regionais sejam utilizados como parceiros para a captação de recursos para implantar soluções resilientes, com capacidade de suportar desastres naturais, com o mínimo de perda ou risco à população.

Sinergia para a região

De acordo com o professor e pesquisador da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Marcelo Luís Kronbauer, o conceito de resiliência está muito próximo da sinergia regional para que as ações que precisam ser tomadas sejam otimizadas, quanto ao uso de recursos e assertivas no que se refere aos resultados. “Todos os projetos que estão em abafamento e que são propostos precisam desta sinergia na região, porque precisaremos deixar de pensar nos limites dos municípios neste novo normal”, define Kronbauer.

A Unisc também prepara a instalação de estações de monitoramento nas bacias hidrográficas para gerar informações e dados de precisão para o alerta às comunidades ribeirinhas e municípios banhados pelos rios. “Estamos juntos para, inclusive, buscar recursos para a implementação destas ações, para não onerar as prefeituras com estas ações e dispositivos para auxiliar no trabalho de prevenção e resposta rápida aos eventos”, complementa o pesquisador.

A presidente do Cisvale destacou na assembleia que urge a necessidade de inclusão da região no Plano Rio Grande, criado para a adaptação das áreas atingidas pela catástrofe do clima. “É essencial que sejamos incluídos neste projeto, pois todos os municípios da nossa região precisam de planos e programas coletivos para recuperação e adaptação a esta nova realidade”, salienta Sandra Backes, ao antecipar que será criada uma Comissão Regional, por meio do Cisvale, Amvarp, universidades, faculdades, e outras entidades regionais, para desenvolver ações e projetos para o Vale do Rio Pardo, com foco na prevenção e adaptação aos eventos climáticos.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2024 0 Comentários 375 Visualizações
Projetos especiais

Com sede em Bento Gonçalves, Unicasa adere ao projeto “Operação de Volta pra Casa RS”

Por Jonathan da Silva 25/07/2024
Por Jonathan da Silva

Em adesão ao projeto solidário “Operação de Volta pra Casa RS”, a Unicasa irá ajudar a mobiliar 500 casas de famílias gaúchas atingidas pela catástrofe climática de maio. A empresa com sede em Bento Gonçalves fará a doação de móveis de uma série especialmente desenvolvida para atender à ação, que foi realizada em parceria com as arquitetas Mariana Simões – Arquitetura Conceitual -, e Renata Pocztaruk do escritório ArqExpress, presente em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.

Os kits produzidos na fábrica da empresa, que se manteve em operação normal durante as chuvas, são compostos por móveis para cozinha, rack de sala de estar, conjunto de roupeiros e móveis para banheiro. As entregas acontecerão a partir já do mês de julho.

Iniciativa liderada pelo Ciclo Empreendedor em parceria com o Instituto Cultural Floresta, a “Operação de Volta pra Casa RS” está mobilizando empresas e pessoas físicas em diferentes frentes de atuação no auxílio à população gaúcha impactada pelos eventos climáticos recentes. Uma das frentes se refere à reconstrução e reposição de móveis e eletrodomésticos danificados. O projeto conta com auditoria externa para transparência na gestão dos recursos e dos beneficiados. Informações adicionais podem ser obtidas em  www.operacaodevoltaparacasa.com.br.

Foto: Roberto Majola/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2024 0 Comentários 609 Visualizações
Saúde

Hospital Centenário de São Leopoldo recebe mais de 100 kits de higiene da Cruz Vermelha

Por Jonathan da Silva 23/07/2024
Por Jonathan da Silva

Uma doação da Cruz Vermelha com mais de 100 kits de higiene foi recebida pelo Hospital Centenário de São Leopoldo na sexta-feira (19). Os donativos são destinados aos servidores do hospital que tiveram perdas de todos seus pertences durante a enchente de maio. Os itens foram entregues pelo coordenador geral da Logística Humanitária no Estado do RS da Cruz Vermelha, Marciano Barbieri e recebidas pela vice-presidente de operações do hospital, Adriana Freitas Moreira.

Barbieri foi quem organizou um termo de cooperação com os cinco distritos de Rotary no estado e a Cruz Vermelha para a realização do trabalho conjunto de ações humanitárias. A vice-presidente Adriana agradeceu a solidariedade e generosidade da entidade com os servidores que passaram por momentos tão difíceis.

Foto: Geisiely Vargas/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2024 0 Comentários 527 Visualizações
Variedades

Dono da Havan surpreende criança de Estrela ao realizar pedido de carta

Por Jonathan da Silva 23/07/2024
Por Jonathan da Silva

O dono da Havan, Luciano Hang, surpreendeu a pequena Monique Beatriz da Rosa Bairros, de 9 anos, moradora de Estrela, nesta sexta-feira (19), com a entrega dos pedidos realizados pela criança em carta. Monique havia entregado o pedido ao empresário em junho enquanto ele visitava municípios do Vale do Taquari atingidos pelas enchentes. A pequena, que mora com sua avó e teve sua casa arrastada pela enxurrada, pediu um sofá, uma televisão e uma cama, e foi atendida por Hang com direito a entrega de outros itens.

Impactado pelo cuidado e carinho que a menina demonstrava pela avó, o empresário procurou manter contato com a família para ajudar, porém, após sair do abrigo, não recebeu mais notícias. “Naquele dia, durante a visita, Monique esperou eu dar a volta toda pelo abrigo e quando eu já estava na porta me entregou a cartinha e saiu correndo. Mas, as palavras dela mexeram muito comigo e todos que estavam junto”, recorda Hang. A história tomou um novo rumo quando uma fotógrafa encontrou Monique e gravou um vídeo, que chegou até o dono da Havan. Com isso, foi possível localizar o novo endereço da família da menina, que mora com o irmão Dominique, de 6 anos, o pai Gediel, 27, e a avó Luciane, 53.

Determinado a realizar uma surpresa com a entrega, Hang chegou à nova casa de Monique dirigindo o caminhão da Havan e entregou não apenas os itens pedidos na cartinha, mas também todos os móveis e um enxoval completo para a casa. A menina demonstrou emoção ao reencontrar o empresário. “Eu pedi para ele pensar com o coração e ele pensou”, conta a pequena.

Hang com a família de Monique durante a entrega dos itens

Além dos itens doados, Hang ainda fez a entrega de R$ 10 mil do Troco Solidário, valor doado pelos clientes nas lojas físicas da Havan. Ao se despedir, o empresário ainda fez uma promessa à Luciane, avó de Monique. “Vou providenciar uma prótese dentária para que ela possa sorrir sem vergonha, para que mude a vida dela para sempre”, destacou o dono da Havan.

Seugndo Hang, o encontro com Monique foi um milagre. “Fiquei muito feliz quando conseguimos reencontrar, por meio do vídeo da fotógrafa, a Monique. Foi Deus, não tenho dúvidas. Foi gratificante demais poder proporcionar esse recomeço para essa família e levar um pouco mais de esperança”, declara o empresário.

Desde maio, quando iniciaram as enchentes, Luciano Hang e a Havan têm realizado ações para ajudar as famílias atingidas pelas inundações no Rio Grande do Sul. “Não vamos parar. Tem muita gente precisando de ajuda. As pessoas não podem parar de enviar doações. São milhares de pessoas que viram suas vidas mudarem da noite para o dia, perderam tudo e precisam de um amparo para reconstruírem”, garante o empresário.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2024 0 Comentários 584 Visualizações
Projetos especiais

Sicoob apoia ação solidária de contadores do Vale do Taquari para mobiliar casas

Por Jonathan da Silva 22/07/2024
Por Jonathan da Silva

A agência Sicoob São Miguel, em Lajeado, tem apoiado uma iniciativa solidária do Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade do Vale do Taquari (Sincovat), que busca a doação de móveis e eletrodomésticos para famílias cujas residências foram atingidas pelas enchentes na região. A cooperativa destinou recursos financeiros, disponibilizados pelo Instituto Sicoob, para a compra de itens por parte do comitê de crise do Sincovat. A aquisição é feita em empreendimentos locais, privilegiando o comércio da região e movimentando a economia do Vale. As doações estão sendo encaminhadas conforme cadastro prévio feito pela entidade de profissionais contábeis.

Uma das beneficiadas por doações do projeto é a profissional de serviços gerais Sabrina Duarte Ribeiro, de 32 anos, moradora de Lajeado. “Minha família não tem palavras para agradecer todas as doações recebidas. Nosso coração está transbordando de felicidade em podermos ter um novo recomeço. Para nós significa muito ganhar o que a gente perdeu. Não tem sensação melhor que o sentimento de gratidão. Que Deus continue abençoando vocês cada vez mais”, destaca Sabrina. A lajeadense residia com o marido Luís José Vieira, 34, e a filha Nayla, 6, no bairro Conservas e teve a casa devastada pela cheia do Rio Taquari. Com isso, a família teve de se mudar e a nova residência está no bairro Santo Antônio.

Família de Sabrina é uma das beneficiadas pela iniciativa solidária

As voluntárias Fran Daldon e Nicole Schneider tem atuado no movimento solidário do Vale do Taquari. Além de organizar a coleta de donativos, procurar espaço para guardar materiais e fazer a ponte para que cheguem a quem precisa, as amigas se envolvem emocionalmente com essas famílias. “Se amanhã eu não estivesse mais aqui, posso dizer que todos os tombos que levei foram necessários para viver, no meio da tragédia, os dias mais intensos e verdadeiros da minha vida”, destaca Nicole, que é também diretora financeira do Sincovat.

União de esforços

Com a terceira grande enchente da região em um curto espaço de tempo, a dupla de amigas presenciou e participou de uma união de solidariedade. “Conhecemos pessoas que pensam como a gente, que vieram somar nesse movimento transformador. Assim também foi com o apoio do Sicoob, de repente, pelas mãos de alguém superior que une propósitos”, pontua Nicole.

A contadora agradece a quem tem contribuído com a mobilização capitaneada pelo Sincovat como entidade representativa, movimentada por cidadãos e apadrinhada pela sociedade. “Esse auxílio transforma a vida de famílias que estão tentando recomeçar a vida, reestabelecendo seus lares. Sem esse olhar de organizações como o Sicoob, nada disso aconteceria. Somos apenas a ponte, junto com uma enorme vontade de fazer a nossa parte no meio da tragédia”, valoriza Nicole.

A gerente da agência do Sicoob São Miguel, instalada no bairro São Cristóvão, Jaqueline Herrmann da Silva, destaca a mobilização nacional em prol do povo gaúcho. “O Sistema Sicoob, com o aporte financeiro da Campanha de Doações Emergenciais SOS Rio Grande do Sul, mobilizada pelo Instituto Sicoob, está dando a sua contribuição nesse momento de reconstrução do estado. Além dos valores recebidos em doação, o Sicoob dobrou esses recursos financeiros com aportes extras, e tem possibilitado que cheguem e auxiliem quem precisa, transformando-se em doações em benefício da sociedade como um todo”, detalha Jaqueline.

Utilizando a agência de Lajeado como exemplo, a gerente recorda que a mobilização iniciou logo na segunda semana de maio, no auge da catástrofe, quando foram entregues as primeiras cestas básicas, além de recursos aportados para atender necessidades pontuais de cada momento, como a doação de produtos de limpeza e higiene pessoal, sempre por intermédio de alguma entidade local. “A mobilização não pode parar. Por isso, uma das frentes de apoio, nesse momento, tem relação com a reconstrução de moradias, quando contamos com esse importante trabalho do Sincovat. Percebendo esse movimento, o Sicoob acionou a entidade e se colocou à disposição para auxiliar e atender demandas identificadas a partir do mapeamento realizado. Esse olhar atento oportuniza que sejamos assertivos nas doações”, conclui Jaqueline.

Continuidade da mobilização

A campanha do Sincovat já levou doações para famílias de diversos municípios do Vale do Taquari, principalmente nas cidades de Lajeado, Estrela, Cruzeiro do Sul e Arroio do Meio. O trabalho acontece desde setembro do ano passado e, no dia 1º de maio de 2024, tomou outra proporção, quando todos foram surpreendidos com uma catástrofe ainda mais avassaladaora. Na primeira etapa da iniciativa, foram realizados atendimentos às necessidades básicas para sobrevivência, com o Sindicato custeando o combustível, abrigo e alimentação da infraestrutura de operação com helicópteros, além de organizar a doação de água, alimentos, remédios, fórmula de leite para bebês e o transporte de pacientes em situação de emergência.

Em julho, a mobilização entrou em uma segunda etapa, que trata de mobiliar os lares para o retorno das famílias. Não há uma data para até quando a campanha terá continuidade, dependerá do recebimento dos recursos, que podem ser enviados para o Pix oficial do Sincovat, na chave CNPJ 90803974000104, ou adquirindo itens que auxiliem a mobiliar as casas das famílias que constam no cadastro da entidade.

O levantamento das principais necessidades do momento aponta para geladeiras, máquinas de lavar, roupeiros, mesas com cadeiras, sofás, fogões, toalhas e roupas de cama, cobertores e utensílios de cozinha (panelas, talheres, pratos, copos, xícaras, potes e panos de prato).

Para que as famílias atingidas tenham acesso aos donativos, é necessário que efetuem cadastro junto ao Sincovat. São pré-requisitos ter vínculo de emprego e estar em um endereço que não esteja em área de risco para uma nova enchente. “Depois de atender os pré-requisitos, realizamos o cruzamento das informações com as prefeituras. Se mesmo assim permanecer alguma dúvida, vamos até a casa da família”, explica Nicole. Mais detalhes podem ser obtidos na página do Sincovat no Instagram (@sincovat_vt).

Fotos: Leandro Augusto Hamester e Nicole Schneider/Sincovat/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2024 0 Comentários 446 Visualizações
Projetos especiais

Rodízio Solidário do Cara de Mau arrecada mais de 7 toneladas de alimentos

Por Jonathan da Silva 16/07/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de 7 toneladas de alimentos e 12 mil itens de limpeza e higiene foram arrecadados na ação “Rodízio Solidário”, promovida pelo Grupo Unity por meio das pizzarias temáticas Cara de Mau e Navio Cara de Mau. Em cerca de dois meses, clientes de ambos os restaurantes que realizaram doações obtiveram 50% de desconto no valor do rodízio.

O projeto beneficente foi criado de maneira emergencial com o intuito de auxiliar pessoas atingidas pela catástrofe climática gaúcha. “Distribuímos os itens arrecadados em Canoas, São Leopoldo, Montenegro, Gramado e Canela. Também repassamos para os nossos funcionários e seus familiares afetados pelas enchentes”, contam as irmãs Gabriela e Michele Scur Dalateia, gerente e diretora do empreendimento respectivamente.

Além da campanha social, os restaurantes se tornaram organizados postos de coletas. “Foi um momento muito delicado e triste para todos os gaúchos, que ficará marcado na nossa história”, afirmam as empresárias. “Assim como o lindo movimento de solidariedade e amor que se criou, das pessoas ajudando as pessoas, também não será esquecido”, completam.

Foto: Juliana Santos/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2024 0 Comentários 437 Visualizações
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