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Business

Câmara aprova proposta para pequenos negócios renegociarem débitos com a União

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os pequenos negócios terão uma nova chance de renegociar suas dívidas. A Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade nesta quarta-feira, 27, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 9/20, do deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), que permite às micro e pequenas empresas realizarem a negociação de débitos com a União, segundo a Lei do Contribuinte Legal (13.988/20). A proposta seguirá para o Senado e, caso seja aprovada sem vetos, irá para sanção presidencial.

A proposta foi relatada pelo deputado Gustinho Ribeiro (Solidariedade/SE), que acolheu algumas emendas, como a que abre novo prazo para que as micro e pequenas empresas possam optar pelo Simples Nacional. O regime de tributação especial previsto na Lei Complementar estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, mediante regime único de arrecadação, inclusive das obrigações acessórias, como o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias.

Com as novas regras, aprovadas de forma virtual pela Câmara dos Deputados, a Lei do Contribuinte Legal sancionada no mês passado, permite ao governo realizar negociações chamadas de transação resolutiva de litígio quanto a dívidas com a União. Isso pode ser feito de maneira administrativa, judicial ou de créditos inscritos em dívida ativa. Conforme a lei 13.988 deste ano, as MPE têm desconto de 70% e prazo de até 145 meses para pagamento do débito. Para firmas maiores, o desconto é de 50% e o prazo é de até 84 meses.

“Não são medidas adotadas em função da crise, mas que podem ajudar nesse momento”, observa Silas Santiago, gerente da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae Nacional. Ele explica que o projeto aprovado não representa um refinanciamento de dívidas ivididas (Refis), mas a regulamentação de um processo em que o empreendedor pode renegociar seus débitos que estão na dívida ativa da União.

“Essa norma permite que os empregos sejam preservados, já que os empregadores podem dialogar com o Fisco e pagar de acordo com a sua capacidade”, disse Bertaiolli à Agência Câmara. “A MP é do ano passado, quando ninguém imaginava essa pandemia, mas se encaixa perfeitamente neste momento”, continuou o parlamentar. O vice-lider do governo, capitão Alberto Neto (Republicanos-AM), observou que a aprovação é importante neste período de crise: “A renegociação é essencial dentro da perspectiva de recuperação dos empregos e dos pequenos empresários”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 567 Visualizações
BusinessCidades

Prefeitura de Campo Bom vai investir R$ 315 mil em auxílio financeiro às empresas

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Campo Bom vai destinar R$ 315 mil para auxiliar cerca de 100 microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas a manterem seus negócios e garantirem a manutenção de empregos. O dinheiro poderá ser usado como auxílio na locação, uma das dificuldades apontadas por empresários que viram seu faturamento cair em função da pandemia do coronavírus. Os recursos virão da economia do Município resultante da não realização de eventos e programas, sendo que, para os empresários, o acesso ao auxílio será por meio do Programa de Incentivo à Geração de Emprego (Pige) que sofreu alterações por meio de projeto de lei aprovado pelo Legislativo nessa quarta-feira, 27. O projeto estabelece que as empresas poderão ter acesso a subsídios entre R$ 1,5 mil e R$ 4,5 mil, dependendo de seu porte, sendo como contrapartida o compromisso com a manutenção de empregos. O recurso por meio do Pige integra o programa Supera, recém implantado pela Administração com a finalidade de prestar assessoria e traçar diagnósticos às empresas, processo que será conduzido em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e instituições financeiras. “O Município sempre foi comprometido com seus empreendedores e nesse momento de dificuldade que todos enfrentam são necessárias ações que exigem maior sacrifício, mas que podem fazer diferença para a manutenção de muitos negócios”, destaca o prefeito Luciano Orsi.

Diagnóstico financeiro é a primeira etapa

Para ter acesso ao auxílio financeiro é necessário que a empresa se inscreva no Programa Supera, por meio do qual terá acesso às análises técnica (no caso de MEI); e do perfil competitivo (no caso de micro e pequena empresa). O objetivo da análise é conhecer as necessidades do negócio a partir de um diagnóstico de gestão e verificar oportunidades de melhorias. “A ideia é não apenas financiar, mas sim oferecer formas de garantir a sustentabilidade destes negócios, para que possam se reinventar neste novo normal que vivemos”, explica o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), Henrique Scholz. Segundo ele, por meio do Supera as empresas podem também ter a consultoria de gerenciamento de crise, fluxo de caixa, modelagem de negócio e design para presença digital. Para as empresas que buscarem o auxílio financeiro por meio do Pige o valor da consultoria será subsidiado em 90% pela Prefeitura.

Como funciona o Pige

Para adaptar o Pige (concebido em 2003) à situação de pandemia estabelecida por meio de decreto o programa passou por adequações e precisou de aprovação do Legislativo. A novidade em tempos de quarentena é o auxílio locativo a microempresas e Empresas de Pequeno Porte com faturamento anual de até R$ 1,2 milhão. Outra categoria que pode aderir ao novo formato do Pige é a de microempreendedor individual. Esse precisa estar em funcionamento, com registro de formalização e contrato de locação e deve apresentar plano de manutenção de suas atividades durante e até três meses após estado de emergência, calamidade ou quarentena decretado pela Prefeitura.

Subsídios do Pige por categoria de negócio

Auxílio de até R$ 1,5 mil divido em três parcelas: voltado ao microempreendedor individual (MEI)

Auxílio de até R$ 3 mil divido em três parcelas: destinado à microempresa (ME)

Auxílio de até R$ 4,5 mil divido em três parcelas: para empresa de pequeno porte (EPP) que tenha o faturamento anual de até R$ 1,2 milhão

Como se inscrever

Interessados devem entrar em contato com o Sebrae pelo WhatsApp 3588-9300 para inscrição. O Sebrae fará o diagnóstico da empresa e encaminhará para a Sedetur para  encaminhamento na análise do pedido do Pige.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 529 Visualizações
Cidades

Estância Velha mantém execução de obras no parque industrial

Por Gabrielle Pacheco 12/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Parque Industrial e Tecnológico Engenheiro José Portela Nunes (Evetec) é um canteiro de obras em Estância Velha. Trata-se de uma obra de 7.200 metros quadrados de área construída num terreno de 12 mil metros quadrados no lotes 13, 14 e 15 da quadra B. Os trabalhos no local começaram com a terraplanagem em outubro do ano passado e o início das obras foi em janeiro deste ano.

De acordo com o gerente de controladoria da empresa, Ismael Kaiser, a previsão é de que o novo centro de distribuição passe a funcionar a partir de agosto, gerando 150 empregos diretos. Essas novas vagas se juntarão aos atuais 600 postos de trabalho já existentes no atual empreendimento da Johann Alimentos, que funciona desde 2014 com área construída de 12 mil metros quadrados em um terreno de 60 mil metros quadrados.

Segundo o engenheiro civil, Moisés Rosa, a previsão inicial era de término da obra para junho de 2020. “Em função da pandemia do novo coronavírus, paramos durante 15 dias e também estamos ainda encontrando dificuldades para receber material para a conclusão”, explica Rosa que comanda uma equipe de 50 operários no local.

Ismael Kaiser reforça de que a expectativa da empresa é para a conclusão em agosto. “Para que se possa gerar retorno para a empresa e ao Município”, prevê o gerente.

O secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo, Rudi Müller, lembra que a Johann Alimentos foi a primeira empresa a se instalar no Evetec. “É a empresa que gera o maior número de empregos com o maior retorno de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para Estância Velha”, reforça Müller.

Também estão atualmente em obras no Parque Industrial e Tecnológico Engenheiro José Portela Nunes outras empresas, entre elas a Nei Indústria e Comércio de Couros Ltda. nos lotes 12 e 13 da quadra A e a Recicladora Rodrigues no lote 7 da mesma quadra. A recicladora trabalha com transporte e compactação de resíduos industriais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2020 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

RS cria Regime Optativo da Substituição Tributária

Por Gabrielle Pacheco 20/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Empresas com faturamento inferior a R$ 78 milhões por ano e contribuintes do Simples Nacional terão o prazo prorrogado para se adequar às novas regras da Substituição Tributária (ICMS-ST). Os ajustes entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2021. O anúncio foi feito nesta terça-feira (19), no Palácio Piratini, com a presença de deputados estaduais, após análises da Receita Estadual decorrentes de diversas reuniões com os setores da economia gaúcha e sugestões de entidades e deputados.

Além dessa medida, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) vai lançar um novo Regime Optativo de Tributação da Substituição Tributária (ROT-ST) que, em 2020, poderá ser uma alternativa para diferentes setores, além do ROT já disponível ao setor de combustíveis. A medida também será apresentada a empresários nesta quarta-feira, 20, quando o governador participará da reunião-almoço Tá na Mesa, na Federasul. Apenas as grandes empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões seguem na obrigatoriedade do ajuste da ST este ano, o que corresponde a cerca de 200 empresas.

Para as demais – cerca de 280 mil empresas –, o prazo fica para 2021. Essas 280 mil empresas poderão aderir ao ROT-ST ou manter a obrigatoriedade, ou seja, restituindo ou complementando as diferenças de ICMS. O decreto será publicado nos próximos dias. Para o governador, a decisão tomada é a melhor possível, na medida em que leva em consideração debates prévios com sociedade, entidades civis e parlamentares, e que dá espaço para o empreendedorismo, sem dificultar a vida de quem empreende no Estado.

“Os deputados que estiveram aqui conosco para o anúncio foram muito importantes na construção dessa alternativa. Este governo assumiu uma postura de diálogo, principalmente no que diz respeito à Secretaria da Fazenda, com muita disposição para ouvir empreendedores, tendo uma postura que olha para as contas do Estado, mas que compreende e analisa as repercussões econômicas das decisões de governo”, acrescentou.

“Os deputados que estiveram aqui conosco para o anúncio foram muito importantes na construção dessa alternativa.”

As mudanças na apuração da ST estão em vigor após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de outubro de 2016, que abrange todos os Estados. A norma prevê a restituição ao contribuinte do ICMS-ST pago a maior – ou seja, quando a base de cálculo presumida do produto for superior ao preço final efetivamente praticado, mas também a complementação ao Estado do valor pago a menor – quando a base de cálculo presumida for inferior ao preço final.

De acordo com o secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, o Rio Grande do Sul defende no Congresso a aprovação de uma PEC que restabeleça os princípios da definitividade da ST. “Vamos seguir trabalhando junto ao Confaz, Assembleia Legislativa e entidades para que possamos avançar numa reforma tributária que resgate a definitividade da ST”, adiantou.

Para o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira, essa foi uma solução estudada e construída levando em consideração as manifestações dos setores econômicos. “O RS, assim como outros Estados, está num processo de transição para implementar as mudanças na cobrança da ST. Diante da complexidade do assunto e das dificuldades para as empresas se adequarem à nova sistemática, encontramos esse caminho, que é a criação de um novo calendário para os ajustes e uma alternativa para que as empresas possam voltar a definitividade como antes”, esclareceu.

Foto: Felipe Dalla Valle/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/11/2019 0 Comentários 483 Visualizações
Business

Energia renovável está na pauta do Sebrae RS

Por Gabrielle Pacheco 11/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os custos com energia elétrica têm um peso considerável nas despesas de uma empresa. Para fazer frente a estes gastos, muitos empreendedores estão optando pelo uso de energias alternativas. Uma das mais utilizadas é a energia solar. Uma pesquisa encomendada pelo Sebrae em 2017 para a CELA – Clean Energy Latin America mostra o potencial de geração para a energia fotovoltaica e revela o cenário atual da geração distribuída de energia com fontes renováveis no Brasil.

De acordo com o estudo, em 2016, o Brasil possuía 7.458 sistemas fotovoltaicos conectados. A projeção é ainda mais otimista. Esse tipo de energia representará 32% – entre 110 e 126 GWac – da matriz elétrica brasileira em 2040, passando da fonte com menor representatividade na matriz para a fonte com a maior representatividade (BNEF, 2015b).

Com um mercado crescendo, ainda há muitas dúvidas. Uma pesquisa da Aneel sobre o primeiro trimestre de 2019, mostra que Rio Grande do Sul é o terceiro estado com maior número de sistemas conectados à rede, com 10.110 conexões, e o segundo estado com maior potência conectada à rede, com 117.155 kW.

Desde 2106, o Sebrae RS oferece oportunidades para empresas do setor de energias renováveis, conectando-as com outros empresários e ajudando a organizar a cadeia produtiva. As iniciativas visam aproximar empresários e estimular novos negócios através de orientação sobre estratégia de comercialização e desenvolvimento de parcerias.

“O Sebrae RS facilita o desenvolvimento de uma cadeia comercial consolidada para as empresas, para que elas aprendam a apresentar para os clientes os benefícios da energia renovável, como relatar esses benefícios para os clientes e para que se consiga aumentar a taxa de conversão (orçamentos enviados versus orçamentos aprovados”, comenta coordenador de projetos da indústria do Sebrae RS, Fabiano Cislaghi Dallacorte.

O setor de energia traz diversos benefícios e demonstra cada vez mais como a produção pode ser um caminho de muito sucesso.

Um setor em expansão

Outro segmento de energia que está em constante crescimento é o da Energia Eólica. A consolidação deste tipo de energia já é uma realidade. O setor cresceu 24,8% no último ano, no Rio Grande do Sul. Esse tipo de energia elétrica gerada a partir dos ventos está se consolidando como verdadeira fonte energética complementar no Brasil.

No último ano, a energia eólica atingiu a marca de 14,34 GW de capacidade instalada no território nacional. Isso corresponde a produção de uma usina de Itaipu, a maior hidrelétrica do Brasil e segunda maior do mundo. As pequenas empresas de energia se beneficiam indiretamente desse segmento, provendo manutenção e projetos complementares, assim como o desenvolvimento empresarial e do território onde os parques eólicos se localizam.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/08/2019 0 Comentários 509 Visualizações
Cidades

Ato formaliza adoção de espaços públicos em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 09/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ocorreu na tarde desta quinta-feira (8), no auditório do 4º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry, mais um ato de assinatura dos termos de adoção de canteiros, rótulas e praças do município. A atividade, que foi realizada pela Secretaria de Obras Públicas, Serviços Urbanos e Viários, contou com a participação de representantes das 39 empresas e associações que firmaram parceria após o chamamento público.

A prefeita Fátima Daudt destacou a importância da parceria firmada. “Fiz questão de estar aqui neste evento para agradecer às empresas que entenderam a importância desta parceria, visando tornarmos nossa cidade cada vez mais bonita. Muito bom contar com vocês”, frisou.

Ao todo, já foram adotados 129 espaços, em diversos bairros pela cidade. O membro do Conselho de Administração da Tintas Killing, Paulo André Killing, ressaltou aos presentes a parceria com o poder público, já que a empresa foi a primeira a adotar um espaço público, elaborando um projeto de revitalização sob as linhas do trem, começando na Avenida Primeiro de Março, entre a Avenida 7 de setembro até a Estação Industrial da Trensurb.

Presente ao evento, o secretário de Obras Públicas, Serviços Urbanos e Viários, Raizer Ferreira, apresentou algumas ações da pasta em parcerias com as comunidades na revitalização dos espaços públicos.

Acompanharam também o ato de assinatura os secretários da Fazenda, Betinho dos Reis, e do Esporte e Lazer, João Luís Ferreira da Silva (Preto).

O projeto de adoção dos espaços públicos tem a parceria da Secretaria do Meio Ambiente. Um novo chamamento público para a adoção de espaços públicos deverá ser lançado em outubro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2019 0 Comentários 785 Visualizações
Business

Empresas têm até 15/07 para solicitarem retorno ao Simples Nacional

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

As empresas que foram excluídas do Simples Nacional têm até o dia 15 de julho para solicitar o reingresso nessa modalidade de arrecadação fiscal. Isso porque a Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) regulamentou, no dia 3 de julho, a possibilidade de as empresas excluídas do Simples Nacional em 1º de janeiro de 2018 poderem realizar nova opção por esse regime.

A nova opção foi autorizada de forma extraordinária pela Lei Complementar nº 168, publicada em 12 de junho de 2019. De acordo com a regulamentação, os contribuintes poderão realizar a nova opção desde que, cumulativamente:

I – tenham sido excluídos do Simples Nacional com efeitos em 1º de janeiro de 2018;

II – tenham aderido ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN), instituído pela Lei Complementar nº 162, de 6 de abril de 2018; e

III – não tenham incorrido, em 1º de janeiro de 2018, nas vedações previstas na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.

Importante ressaltar que a adesão ao Pert-SN só será considerada válida para os contribuintes que tiveram o parcelamento deferido e realizaram o pagamento integral dos 5% do valor da dívida consolidada, como entrada (Resolução CGSN 138/2018, art. 4º, §2º).

A opção extraordinária retroagirá a 1º de janeiro de 2018 e deverá ser realizada por meio da apresentação de requerimento em uma unidade da Receita Federal. O modelo de requerimento pode ser encontrado no site da Receita.

Cerca de 470 mil empresas no Brasil têm direito ao benefício de retornar ao Simples.

“Essa medida abre uma oportunidade para que as empresas que foram excluídas possam retornar ao Simples Nacional. Destacamos que este retorno é retroativo a 2018, e que o empresário deverá fazer todas as apurações junto ao PGDAS-D, deste período em que esteve fora do regime e entregar as obrigações acessórias. E não é tão ‘simples assim’ porque tem toda documentação emitida neste período, como nota fiscal, seja de venda de mercadorias ou serviços. Então, é necessário analisar, inclusive todos os recolhimentos realizados neste período. Indicamos que o empresário procure um contador, para que possa auxiliar na melhor condução destes cálculos”, comenta a técnica de gerência de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial do Sebrae RS, Claudia Cittolin.

O Simples Nacional consiste em um regime simplificado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às microempresas e empresas de pequeno porte. Atualmente, o regime abriga cerca de 12 milhões de micro e pequenas empresas, incluindo os Microempreendedores Individuais (MEI).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2019 0 Comentários 516 Visualizações
Business

Registro automático de empresas entra em funcionamento

Por Gabrielle Pacheco 23/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

A partir de agora, os empreendedores contam com mais uma facilidade para a abertura de seus negócios. Começou a funcionar na Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul – JucisRS o sistema de registro automático e que beneficiará a maioria das empresas.

De acordo com dados divulgados pela JucisRS, um levantamento elaborado pelo Ministério da Economia mostra que 96% das empresas que procuram as juntas para efetivarem o registro se enquadram no novo sistema. Atualmente, menos de 1% desses pedidos são indeferidos após análise. No ano passado, por exemplo, a JucisRS, contabilizou apenas 0,48% de indeferimentos.

Pelo novo sistema, os processos de registro das empresas poderão ser liberados em apenas cinco minutos, por meio de cruzamento de dados. Pelo novo regulamento, o Empresário Individual, Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) e Sociedade Limitada (LTDA) serão registrados automaticamente após a etapa inicial de viabilidade de endereço e nome e envio da documentação no órgão de registro. Desta forma, o empresário já pode contar com o número do seu CNPJ.

A análise do cumprimento das formalidades legais do ato constitutivo, pela Junta Comercial, passará a ser feita após o registro. E se for detectado algum problema, o órgão de registro comunicará os demais órgãos públicos envolvidos no processo de abertura de empresas para que providências sejam tomadas.

O gestor de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial do Sebrae RS, Marcio Benedusi, alerta, porém, que, para que os empreendedores possam utilizar esta nova funcionalidade do registro automático, é necessário que o município onde ele se encontra esteja integrado à Redesimples, pois é preciso ter aprovação da consulta prévia de viabilidade de endereço, que é analisada pela prefeitura.

O Sebrae RS em parceria com a JucisRS vem trabalhando desde 2014 para implantar a Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesimples) nos municípios gaúchos, com objetivo de modernizar, desburocratizar e simplificar os processos de registro empresarial. O Rio Grande do Sul conta, atualmente, com 161 municípios integrados à Redesimples, ou seja, 83% das empresas do Estado já estão sendo beneficiadas.

“Estamos nos organizando para ampliar esse percentual e apoiar mais 100 municípios em 2019. Cabe salientar que isso tudo não gera nenhum custo para o município”, complementa Marcio.

Para aquelas cidades que ainda não estiverem integrados à Redesimples, e que, como os demais, tenham interesse em tornar o ambiente mais favorável ao empreendedorismo, colaborando com o desenvolvimento local e com a retomada da economia do Estado, o responsável pela gestão municipal poderá fazer contato com o Sebrae RS, através do telefone 0800 570 0800.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2019 0 Comentários 555 Visualizações
Business

Empresas dizem que demandarão menos crédito em 2019, aponta Boa Vista

Por Gabrielle Pacheco 28/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um percentual menor de empresas de todos os portes buscará crédito no mercado em 2019, é o que constatou a Pesquisa Perspectiva Empresarial da Boa Vista, realizada no 4º Tri/2018.

Já das que contratarão crédito, são as microempresas (36%) que devem demandar mais ao longo do ano, seguida das médias (33%), das grandes (28%) e das pequenas (21%).

Também segundo a pesquisa, são as empresas da Indústria as mais contundentes ao afirmar que não demandarão crédito em 2019. No 4º Tri/17, 37% disseram que não demandariam crédito em 2018. Já no 4º Tri/18, 58% das respondentes afirmaram que não demandarão crédito em 2019.

Para as empresas que demandarão crédito, 41% das grandes farão para alavancar capital de giro. 47% das médias e 46% das micro informaram que usarão para realizar novos investimentos e 35% das pequenas empresas para pagar empréstimos.

Ao avaliar por ramo de atividade, a pesquisa constatou que a maior parte das empresas, tanto da Indústria, quanto do Comércio e de Serviços, demandará crédito em 2019 para realizar novos investimentos.

A pesquisa também constatou que cresceu a proporção de empresários que acreditam que em 2019 irão pagar taxas maiores ao demandarem crédito.

Para os economistas da Boa Vista, apesar do aumento da confiança apontado em diversos indicadores, os dados da pesquisa refletem cautela dos empresários, que, diante da retomada lenta da economia, ainda estão evitando novas dívidas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2019 0 Comentários 502 Visualizações
Business

Pesquisa revela que 82% dos empresários consideram positivo o investimento em equidade de gênero

Por Gabrielle Pacheco 12/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisa realizada pela Sage com micro e pequenos empreendedores mostra um panorama sobre como essas empresas enxergam a presença das mulheres nos negócios.

O levantamento revela que 63% das empresas entrevistadas não possuem políticas para inserção de mulheres no seu quadro de colaboradores, ante 31% que responderam positivamente.

Já quando o assunto é divergência salarial entre os gêneros, 84% dos respondentes afirmam que não existe disparidade salarial, contra 16%. Para a parcela de respondentes que disse sim sobre a divergência salarial, 42% afirmam que a disparidade em suas empresas gira em torno de 10%, 13% dizem ser de 20%, já outros 29% afirmam ser de 30% e 11% dos questionados dizem ser mais de 50%.

Quando questionadas se empresas que investem em equidade de gênero conseguem alavancar seus negócios, 82% dos questionados dizem que sim, contra 18% dos respondentes que consideram que não. Entretanto, quando perguntadas sobre políticas para inserção de mulheres no corpo de colaboradores, 63% dos respondentes dizem não ter políticas, contra 37% que responderam positivamente.

“É muito interessante ver que a grande maioria dos entrevistados enxerga que a diversidade de gênero é importante para o crescimento dos negócios. E o fato de que mais de 35% delas possuírem políticas voltadas para contratação de mulheres em cargos majoritariamente ocupados por homens, também é surpreendente e aponta um cenário otimista, afinal a amostra analisou empresas micro e pequenas, que provavelmente não dispõem de recursos substanciais para esse tipo de programa. ”, afirma Adriana Maia, Diretora de Comunicação da Sage Brasil.

O levantamento foi realizado com representantes de empresas de diversos setores da economia como varejo e serviços. Um total de 191 empresas foram entrevistadas durante o mês de fevereiro de 2019.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/03/2019 0 Comentários 464 Visualizações
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