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Cidades

Projeto de lei do Executivo aumenta auxílio para empresas através do Pige

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o intuito de ampliar os incentivos, auxiliar as empresas que estão instaladas no município e trazer novos empreendimentos, aumentando a geração e manutenção dos empregos em Campo Bom, a Câmara de Vereadores aprovou o projeto de lei do Executivo que aumenta o auxílio para empresas através do Programa de Incentivo à Geração de Emprego (Pige). Com a nova lei, a Prefeitura poderá destinar até R$ 750 mil para empreendimentos que necessitarem de auxílio locativo e até R$ 500 mil destinados para a compra de móveis e equipamentos. “Mais de 120 projetos já foram contemplados pela Prefeitura”, afirma o prefeito Luciano Orsi. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Airton Schäfer, explica que os valores foram atualizados em função de que, por se tratar de uma lei de 2003, estavam defasados.

“A ideia de alterar os valores é criar melhores condições para prospectar novas empresas e consolidar as existentes no município.”

Auxílio emergencial

O auxílio por meio do Pige integra o programa Supera, implantado pela Administração Municipal para prestar assessoria e traçar diagnósticos às empresas, processo conduzido em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e instituições financeiras. O apoio, direcionado para Microempreendedores Individuais (MEIs), micro e empresas de pequeno porte, foi elaborado para amparar as empresas durante a pandemia do coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 575 Visualizações
feevale
Variedades

Feevale busca empresas para a inserção de jovens aprendizes

Por Gabrielle Pacheco 31/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O projeto social Jovem Aprendiz Feevale busca novas empresas para que os adolescentes do projeto possam se inserir no mercado de trabalho. As organizações interessadas em contar com os jovens do projeto no segundo semestre devem manifestar o seu interesse até o dia 31 de agosto, pelo site. Atualmente, os jovens aprendizes da Feevale atuam em empresas de Novo Hamburgo, Campo Bom, São Leopoldo, Sapiranga, Ivoti e Dois Irmãos.

Para as empresas parceiras, o projeto possibilita a contratação de jovens qualificados para atividades das áreas administrativas e de TI, atendendo às exigências da chamada Lei do Aprendiz.  Após a formalização do interesse da empresa, será encaminhado o acordo de cooperação com a Universidade, o que permitirá à empresa participar do programa, receber os currículos para seleção e encaminhar a contratação do jovem aprendiz.

Para a professora Claudia Maria Teixeira Goulart, líder do projeto, a inserção acontece de forma gradual, intercalando a prática empresarial com as aulas. “Queremos assegurar a inclusão de jovens nas dimensões social, cultural e profissional. O projeto promove a preparação de adolescentes em situação de vulnerabilidade social para o trabalho e para a vida, estendendo os benefícios da educação e do ensino técnico a um segmento da população com poucas possibilidades de acesso ao progresso pessoal e profissional, contribuindo para o desenvolvimento comunitário sustentado”, destaca. Segundo ela, neste momento de distanciamento social, os estágios ocorrem tanto presencialmente quanto na forma de home office e isso pode variar conforme a atividade da empresa e a bandeira de isolamento aplicada em cada município.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2020 0 Comentários 557 Visualizações
Business

Banco do Povo libera quase meio milhão de reais para socorrer empreendedores

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a economia fortemente afetada pela pandemia de coronavírus e a incerteza rondando o futuro dos negócios, micro e pequenos empreendedores viram seus rendimentos cair drasticamente. A saída foi recorrer a linhas de financiamento, seja para pagar funcionários, adaptar o negócio ou apenas prover a subsistência enquanto a atividade não pode ser retomada.

Dada a burocracia e os altos juros cobrados pelas instituições financeiras tradicionais, a Prefeitura de Santa Cruz do Sul, através do Banco do Povo, lançou um auxílio emergencial para socorrer esses empreendedores, o chamado Programa Municipal de Recuperação de Renda com Subsídio, que encerra no dia 15 de agosto.

Desde que foi anunciado o crédito, 45 empreendedores assinaram os contratos, no valor global de R$ 220.420,00. Interessados podem solicitar até R$ 5 mil, com até seis meses de carência para o pagamento da primeira parcela. Para quem paga em dia, a taxa de juros chega a 1,75% ao mês. “É simples e sem burocracia, uma alternativa que a gestão municipal encontrou para ajudar as pessoas neste momento que é tão delicado para tantas famílias”, avaliou o coordenador do Banco do Povo, Paulo Mans.

Para outros empreendedores, porém, a necessidade de um valor maior fez com que muitos buscassem junto ao Banco do Povo a linha tradicional de crédito, que pode chegar a R$ 20 mil. 23 empreendedores acessaram essa alternativa e R$ 261 mil já foram liberados desde março. Na soma das duas modalidades, quase meio milhão de reais foram disponibilizados desde então. Além disso, no mesmo período, outras 600 pessoas estiveram no local em busca de informações sobre o microcrédito.

Para Paulo, a média no aumento de projetos aprovados nos meses de abril, maio, junho e julho é de cem por cento, se comparado ao mesmo período do ano passado. “Muitos vêm até nós em busca dos R$ 5 mil mas vendo a possibilidade de obter mais, uma vez que a taxa de juros é bem atrativa e as condições são muito boas, acabam optando pela linha tradicional de crédito. A procura tem sido grande”, informou.

Na avaliação da secretária municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Carina Inês Panke da Silva, com a procura expressiva pelo microcrédito, pode-se dizer tranquilamente que o propósito da iniciativa está sendo alcançado. “O prefeito, se antevendo e buscando alternativas para amenizar as consequências na economia dos empreendedores, devido às restrições advindas dos decretos estadual e municipal para contenção da propagação da Covid-19, solicitou que a secretaria, através do Banco do Povo, abrisse crédito especial para esse público, que fosse de fácil acesso e rápido”, disse.

Quem não deixou passar a oportunidade foi Susana Werner Garmatz, 48 anos. Com uma agenda repleta de eventos – de dois a três por fim de semana -, ela é responsável pela administração de dois salões de festas no condomínio Reserva dos Pássaros – um para 120 pessoas e outro com capacidade para 48. A empreendedora  viu seu faturamento cair a zero quando a pandemia chegou com força, em março deste ano.

Para ela, que organizava festas de 15 anos, formaturas e casamentos, o baque financeiro foi grande. “Parou tudo. Alguns até remarcaram para outubro, dezembro, mas não sabemos como será. A gente tinha tantos planos”, lamentou.

Depois de tentar um empréstimo junto a uma instituição financeira tradicional e ter o pedido negado, Susana procurou a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo e foi encaminhada ao Banco do Povo. A recomendação foi de uma vizinha que já era cliente da instituição. O crédito chegou para dar um fôlego enquanto os trabalhos não podem ser retomados.

Em casa, a situação não tem sido fácil. O marido, que trabalha como jardineiro, também quase não tem demanda e o que faz com que a situação não seja ainda mais difícil é o fato de que o filho, que mora na mesma casa, embora tenha tido o contrato de trabalho suspenso por dois meses, já retornou ao serviço.

Atuando em uma atividade que certamente será das últimas a retornar à normalidade, ainda assim Susana não esmorece e segue cultivando o bom ânimo, apostando em dias melhores. “Tomara que quando essa pandemia passar, todos queiram comemorar, aí vou ter muitas festas para organizar. Estou com essa expectativa”, disse.

Se para a maioria dos empreendedores o cenário atual é dramático, tem também quem tenha visto o seu negócio se expandir em meio a esse período turbulento. Para Cléber, sócio proprietário da empresa Contel Tecnologia e Inovação, incubada no Parque Tecnológico da Unisc, desde 2016, a necessidade de redução de gastos de muitas empresas é justamente o que tem alavancado a atividade.

Atuando na área de consultoria em telefonia fixa e móvel, sua carta de clientes é composta hoje por mais de 200 empresas e 50 prefeituras, de médio a grande porte. Qualquer problema relacionado a telefonia é resolvido pela Contel, ou seja, o cliente não precisa contatar a operadora. “Se a linha está muda, se o cliente precisa liberar um home internacional, instalar uma nova linha, cancelar um número, enfim, a gente providencia. Hoje uma empresa grande tem uma ou duas operadoras de telefonia fixa e outras duas ou três de telefonia móvel. Nós fazemos a gestão completa”, explicou.

Desde outubro, a empresa passou por toda uma reformulação e desde março está com nove franqueados. “Buscamos vários empresários que antes não iriam olhar para a telefonia e agora estão olhando. As operadoras não tiveram problemas com a pandemia, pelo contrário, estão vendendo mais.  Quem hoje está trabalhando de casa precisa de uma internet melhor, talvez mais uma linha de celular e assim vai. E nós, precisamos ajudar nossos clientes a se readequarem”, afirmou.

Há cerca de três anos, Cléber buscou um empréstimo de R$ 20 mil junto ao Banco do Povo para uma empresa da qual era sócio e que depois foi incorporada à Contel. Ele ainda segue pagando as prestações e, diante das incertezas geradas pela pandemia, pôde contar com a opção de interromper o pagamento por noventa dias.

A renegociação consistiu em jogar as parcelas para o final do contrato, o que para ele veio em boa hora. “Em qualquer negócio o recurso é importante. A gente não sabia como ia ser, o mês de março ainda foi  normal, mas em abril tivemos clientes que pediram pra postergar os pagamentos. Foi o mês de mais baixo faturamento da história dos últimos quatro anos, teve quem pediu para pagar em dezembro, quem pediu pra parcelar, quem pediu pra diluir nas próximas parcelas. O que deu pra postergar postergamos”, contou ele.

Interessados em acessar o Programa de Microcrédito podem procurar a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, no Parque da Oktoberfest. Os telefones são (51) 2109-9270 e (51) 371301288. Também é possível obter mais informações pelo e-mail [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2020 0 Comentários 589 Visualizações
Cidades

Campo Bom já liberou R$ 114 mil para 50 empresas cadastradas no Pige

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em ações práticas, Campo Bom tem prestado auxílio aos seus empreendedores. Dos R$ 315 mil destinados ao Programa de Incentivo à Geração de Emprego (Pige) para auxiliar Microempreendedores Individuais (MEIs) e micro e pequenas empresas, R$ 114 mil já foram liberados para 50 empresas que aderiram ao programa. Na próxima semana, outros 28 projetos serão votados na Câmara de Vereadores, o que totaliza o recurso de aproximadamente R$ 61 mil.

O empreendimento de Guilherme Adalberto Braun, 39 anos, do ramo de sustentabilidade, se enquadra na categoria de pequena empresa e o auxílio emergencial por meio do Pige será fundamental para o pagamento do aluguel de dois pavilhões que a empresa utiliza. “Esse auxílio será de grande valia, é uma ótima iniciativa da Prefeitura e vai dar um ‘fôlego’ para os empresários nesse momento tão difícil que viemos enfrentando. Graças a esse comprometimento não só por meio do recurso financeiro, mas com todo o apoio que a Administração vem nos dando, temos conseguido nos manter no mercado. No momento em que passar essa pandemia, estaremos mais fortes e conseguiremos contratar pessoas e desenvolver nossas atividades de forma mais qualificada”, afirma o empresário.

A verba colabora para que empreendedores de Campo Bom garantam a manutenção de empregos, podendo ser usado como auxílio locatício, uma das dificuldades apontadas por empresários que viram seu faturamento cair em função da pandemia do novo coronavírus. Os recursos para o auxílio provém da economia do Município resultante da não realização de eventos e programas que estavam previstos para este ano. O prefeito Luciano Orsi reforça que o momento é delicado para a economia. “Estamos cientes das dificuldades que as empresas têm sentido e o recurso ajudará a enfrentar os desafios em tempo de pandemia”, afirma.

Auxílio emergencial

“O prolongamento da pandemia tem feito com que as atividades das empresas de pequeno porte ficassem paralisadas todo esse tempo, consequentemente, as dificuldades deles aumentam a cada dia que passa. E para a própria retomada dos negócios, a necessidade de um capital de giro é muito importante. Esse auxílio emergencial, mesmo sendo para pagamento locatício, vai representar muito, porque muitos empreendedores usaram recursos que não tinham para poder dar continuidade aos seus negócios”, avalia o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Airton Schäfer.

Pige integra o programa Supera

O auxílio por meio do Pige integra o programa Supera, implantado pela Administração Municipal para prestar assessoria e traçar diagnósticos às empresas, processo conduzido em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e instituições financeiras.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 558 Visualizações
feevale
Variedades

Feevale busca empresas para a inserção de jovens aprendizes

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O projeto social Jovem Aprendiz Feevale busca novas empresas para que os adolescentes do projeto possam se inserir no mercado de trabalho. As organizações interessadas em contar com os jovens do projeto no segundo semestre devem manifestar o seu interesse até o dia 31 de agosto, pelo site. Atualmente, os jovens aprendizes da Feevale atuam em empresas de Novo Hamburgo, Campo Bom, São Leopoldo, Sapiranga, Ivoti e Dois Irmãos.

Para as empresas parceiras, o projeto possibilita a contratação de jovens qualificados para atividades das áreas administrativas e de TI, atendendo às exigências da chamada Lei do Aprendiz.  Após a formalização do interesse da empresa, será encaminhado o acordo de cooperação com a Universidade, o que permitirá à empresa participar do programa, receber os currículos para seleção e encaminhar a contratação do jovem aprendiz.

Para a professora Claudia Maria Teixeira Goulart, líder do projeto, a inserção acontece de forma gradual, intercalando a prática empresarial com as aulas. “Queremos assegurar a inclusão de jovens nas dimensões social, cultural e profissional. O projeto promove a preparação de adolescentes em situação de vulnerabilidade social para o trabalho e para a vida, estendendo os benefícios da educação e do ensino técnico a um segmento da população com poucas possibilidades de acesso ao progresso pessoal e profissional, contribuindo para o desenvolvimento comunitário sustentado”, destaca. Segundo ela, neste momento de distanciamento social, os estágios ocorrem tanto presencialmente quanto na forma de home office e isso pode variar conforme a atividade da empresa e a bandeira de isolamento aplicada em cada município.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 557 Visualizações
Business

Quase 70% das empresas do comércio possuem capital de giro para apenas mais um mês

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um levantamento realizado pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre junto a lojistas da Capital reafirma o que já era previsto a partir dos relatos informais: a crise provocada pela pandemia de coronavírus deverá ter impactos devastadores no comércio. E com o anúncio do governo municipal de novas restrições para o setor pelas próximas semanas, a situação se agrava, já que 67,8% das empresas possuem capital de giro para somente mais um mês, conforme revelou a pesquisa.

A dificuldade em obter crédito das linhas de financiamento anunciadas pelo governo é outro fator que agrava o cenário. Segundo 58,3% dos lojistas, essa tentativa não foi bem-sucedida. Apenas 11,1% dos varejistas que tentaram, conseguiram o crédito. Outros 30,6% ainda não haviam entrado em contato com os bancos em busca do benefício até o final desta sondagem, realizada entre os dias 29 de junho e 2 de julho.

Entre aqueles que não conseguiram obter o crédito, o principal motivo relatado foi a exigência de contrapartidas por parte dos bancos. Dificuldade com a plataforma ou sistema de obtenção de linha de crédito, excesso de burocracia e problema em contatar o agente bancário também apareceram entre os principais impeditivos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 490 Visualizações
Business

ACIST-SL promove webinar sobre acesso ao crédito

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

No próxima terça-feira (7), as empresas associadas da ACIST-SL terão a oportunidade de conhecer as oportunidades de acesso ao crédito ofertadas pelas instituições bancárias que também fazem parte do quadro associativo. A apresentação acontecerá durante um webinar, a partir das 17h. As inscrições devem ser feitas antecipadamente pelo portal da ACIST-SL ou pelo e-mail [email protected], uma vez que o evento é exclusivo para associados. As equipes do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Sicoob e Sicredi farão um relato sobre as opções para as empresas.

Conforme a gerente executiva da ACIST-SL, Maiara Fangueiro, o evento atende a uma demanda do Conselho de Núcleos da entidade, tendo em vista a necessidade das empresas em obter informações sobre o que o sistema financeiro está ofertando para o enfrentamento à crise do novo coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 522 Visualizações
Business

Pesquisa do Sebrae aponta que desde o início da crise, apenas 16% das pequenas empresas que procuraram crédito conseguiram

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Quatro meses depois da confirmação do primeiro paciente no país, a pandemia de Covid-19 continua provocando danos também na economia brasileira. Levantamento feito pelo Sebrae mostra que entre a primeira semana de abril e o início de junho, período em que as pesquisas foram concluídas, a proporção de pequenos negócios que buscou crédito variou 9 pontos percentuais (de 30% para 39%). Isso significa que desde o início da crise, cerca de 6,7 milhões de Pequenos Negócios buscaram empréstimos em bancos. Por outro lado, a mesma pesquisa também aponta que continua elevado o número de empresários que tiveram o crédito negado ou ainda aguardam resposta das instituições financeiras. Dos 6,7 milhões de empreendedores de pequeno porte que tentaram, apenas 1 milhão efetivamente conseguiu obter crédito desde o início das medidas de isolamento social,

“Nos países desenvolvidos, existem políticas de crédito a juros zero porque os pequenos negócios são essenciais para o funcionamento do sistema econômico. No Brasil, o crédito continua caro e burocrático. Em cada sete pequenos negócios que buscam empréstimo em banco só um consegue. Elas são 99% das empresas e respondem por a maior parte dos empregos. Em tempos de pandemia, a prioridade deveria ser manter as empresas vivas. Se não socorrermos as empresas que precisam de crédito, não vai haver empresa para voltar a produzir e não sairemos dessa crise tão cedo”, explica o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Segundo os entrevistados, o CPF com restrições foi a principal razão (19%) apontada pelos bancos para a negativa do crédito. A negativação no CADIN/Serasa também foi citada por 11% dos entrevistados para a negação dos empréstimos, este foi o quarto item mais citado. Outros 11% dos empresários ouvidos afirmaram que a falta de garantias ou avalistas teria sido o principal obstáculo.

O mais recente levantamento feito pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (quarta edição da série de pesquisas iniciada em março), ouviu 7.703 donos de pequenos negócios de todos os 26 Estados e do Distrito Federal. Além de confirmar a dificuldade no acesso a linhas de crédito, a pesquisa mostrou também um crescimento do número de empresas com dívidas/empréstimos em atraso (a variação foi de 33% para 41%) entre a primeira semana de maio (dia 5) e o início de junho (dia 2).

Mudança de comportamento

A pesquisa do Sebrae e FGV revela outros aspectos da realidade enfrentada pelos microempreendedores individuais e donos de micro e pequenas empresas e identifica um movimento de retomada da atividade econômica que já começa a acontecer na maior parte do país.

Entre as mudanças apontadas pelo levantamento, está uma elevação significativa do número de empresas que conseguiram se adaptar à conjuntura de isolamento social e passaram a usar as redes sociais, aplicativos ou internet para realizar vendas. Antes da crise essas empresas representavam 47% dos pequenos negócios. No último levantamento do Sebrae, esse percentual subiu para 59% dos empreendedores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 537 Visualizações
Business

Sebrae cria solução digital para ajudar pequenos negócios a reduzir custos de serviços financeiros

Por Gabrielle Pacheco 23/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Disposto a ajudar os donos de pequenos negócios com dificuldades para escolher a melhor opção de serviço financeiro para a sua micro ou pequena empresa, o Sebrae criou o EmConta, solução digital de acesso gratuito que facilita a busca e contratação de produtos e serviços financeiros ofertados por instituições do mercado brasileiro presentes na plataforma. Em sua 1ª versão operacional, o EmConta permite que o empreendedor conheça e compare os serviços oferecidos para ter uma conta corrente de pessoa jurídica em bancos digitais e tradicionais, e uso de diferentes máquinas de cartão.

“Identificamos que sempre houve muito desgaste neste processo. O empresário, de um modo geral, não sabe o que existe disponível no mercado e, mesmo sabendo, é sempre complicado comparar os serviços oferecidos”, explica o analista da Unidade de Gestão de Soluções do Sebrae, Hugo Lumazzini.  Ainda de acordo com o analista, o EmConta ajuda os empresários a reduzir custos de forma significativa: “Muitas empresas já têm uma conta bancária há muito tempo, mas acabam pagando por serviços embutidos desnecessários ou por tarifas que nem são cobradas por outros bancos. No caso das tarifas, a redução pode chegar a mais de 50% ”.

Na sua segunda versão, prevista para julho de 2020, o cliente do EmConta também terá a sua disposição a busca por serviços contábeis. A plataforma oferece inicialmente simulações de serviços de empresas digitais que realizam todo o atendimento de forma remota, tanto para aqueles que estão abrindo uma nova empresa ou que já tem uma empresa, quanto para microempreendedores individuais (MEI) que ultrapassaram o faturamento anual e que, por isso, são obrigados a migrar para uma nova modalidade empresarial e contratar um contador. Nesse mesmo momento, o EmConta estará aberto para que outros parceiros de contabilidade não digital possam se cadastrar.

A meta do Sebrae é alcançar 100 mil acessos no EmConta até o final de 2020, com a realização de 10 mil simulações. O próximo passo será ampliar o número de parceiros dentro da plataforma online e fortalecer a integração tecnológica com os parceiros para oferecer mais benefícios para os pequenos negócios com condições exclusivas na contratação dos serviços.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2020 0 Comentários 494 Visualizações
Cidades

Prefeito entrega na Câmara os primeiros 25 pedidos de auxílio locatício de empresários

Por Gabrielle Pacheco 19/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O prefeito de Campo Bom, Luciano Orsi, entregou ao presidente da Câmara de Vereadores, João Paulo Berkembrock, na noite desta quarta-feira os 25 primeiros projetos de empresas que ingressaram no Programa de Incentivo à Geração de Emprego (Pige) para receber o auxílio locatício em tempos de pandemia do coronavírus. O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo Airton Schäfer, participou do ato. “Sabemos das necessidades de empresários em manter seus negócios e esse auxílio ajudará a enfrentar essa fase”, afirmou. Os projetos serão votados pelos vereadores na sessão da próxima segunda-feira. “Não podemos deixar que entraves burocráticos atrapalhem o recebimento desse valor pelos empresários, então serão votados o mais breve possível”, disse Berkembrock.

O recurso por meio do Pige integra o programa Supera, implantado em 27 de maio pelo Executivo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com instituições financeiras para auxiliar na manutenção de negócios e empregos em Campo Bom.  Em menos de duas semanas, mais de 300 empresas da cidade haviam solicitado o auxílio. Todas estão sendo avaliadas e 110, inicialmente, serão contempladas. Destas, 40 microempreendedores individuais (MEIs), 40 micro e 30 pequenas empresas. A procura superou todas as expectativas da Administração Municipal. Novas inscrições ao Pige estão temporariamente suspensas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2020 0 Comentários 488 Visualizações
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