Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Cavalgada Para Elas mobiliza Novo Hamburgo contra o feminicídio
Aliança Francesa Porto Alegre celebra o Dia Internacional da Francofonia...
Fórmula Truck reúne cerca de 15 mil pessoas em Santa...
Obras de contrapartida ampliam drenagem em Novo Hamburgo
CPI critica modelo de pedágios no Rio Grande do Sul
Etapa da Fórmula Truck movimenta Santa Cruz do Sul
Show gratuito de Xande de Pilares será atração da Semana...
La Fabbrica Juventus conquista selo ‘Aqui tem Nutricionista’ e é...
Amrigs empossa novas diretorias das Sociedades de Especialidades Médicas e...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

emprego

Business

Abicalçados se reúne com governos do Ceará e da Bahia

Por Jonathan da Silva 24/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) se reuniu com empresários e os governos estaduais do Ceará e da Bahia, respectivamente, nos dias 18 e 19 de junho. Os encontros ocorreram nas sedes dos poderes executivos destes estados e tiveram como objetivo apresentar as principais demandas do setor para as duas unidades federativas, que estão entre os maiores produtores, empregadores e exportadores da indústria calçadista do Brasil.

Com o emprego direto de mais de 288 mil pessoas em cerca de 600 cidades brasileiras, a indústria calçadista brasileira é a maior do ocidente, com uma produção estimada em mais de 865 milhões de pares. No entanto, de acordo com a Abicalçados, o setor vem perdendo competitividade em função dos custos produtivos acumulados no chamado “Custo Brasil” e da concorrência dos players asiáticos. “Já fomos o terceiro maior produtor de calçados do mundo, hoje estamos na quinta posição. E, quando falamos de exportações, estamos perdendo ainda mais espaço em função dos nossos grandes custos produtivos”, pontua o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que há cerca de duas décadas, 35% da produção nacional era exportada e hoje apenas 14% dessa mesma produção é destinada ao mercado internacional.

Concorrência considerada desleal

No mercado interno, para Ferreira, o problema tem sido o que ele define como crescente “Custo Brasil”, estimado em mais de R$ 1,7 trilhão por ano, além da “invasão” de calçados asiáticos no varejo. Os países da Ásia, segundo o dirigente, são países com baixa ratificação das convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), tratados internacionais que definem padrões e pisos mínimos a serem observados e cumpridos por todos os países que os ratificam. “Os três maiores players asiáticos, China, Vietnã e Indonésia, por exemplo, não ratificaram convenções importantes relacionadas a jornadas de trabalho, salários ou políticas sociais. Então, é uma concorrência desleal não somente com a indústria brasileira, mas com todas as melhores práticas de ESG”, avalia Ferreira.

Pleitos

Entre os pleitos levados aos governos cearense e baiano, o presidente-executivo da Abicalçados lista a necessidade de manutenção e ampliação do direito antidumping aplicado contra o calçado chinês, hoje em US$ 10,22 por par. “Porém, mesmo com a aplicação, três grandes grupos chineses, que respondem por quase metade dos calçados chineses que entram no Brasil, ficaram isentos. Ou seja, continuam exportando produtos com dumping – preços abaixo dos praticados no mercado – para o Brasil sem qualquer sobretaxa”, salienta Ferreira. O dirigente também lista a importância da manutenção da tarifa de importação de 35%, a inclusão do Vietnã e Indonésia no direito antidumping, a maior taxação das plataformas internacionais de e-commerce em remessas de até US$ 50, entre outros pontos.

Força dos mercados

Com a maior produção de calçados do Brasil e a segunda maior exportação, em volume, o Ceará tem neste setor uma importante base da sua economia. Atualmente, a indústria calçadista cearense gera 64,7 mil empregos diretos e é a que mais emprega no âmbito da Indústria de Transformação no estado. Já a indústria de calçados na Bahia emprega, diretamente, 39,6 mil pessoas, e é a quinta maior produtora do setor no Brasil, sendo a quarta principal exportadora, em volume.

Abicalçados e governo cearense se reuniram

Sensibilização

Em ambas as reuniões, Ferreira destacou a sensibilização dos poderes executivos, que colocaram suas bancadas nas câmaras estadual e federal à disposição para auxiliar nas pautas do setor calçadista brasileiro. “Foram encontros bastante produtivos, no sentido de que as equipes entenderam a importância do nosso setor no âmbito econômico e social brasileiro”, salientou o dirigente.

Na reunião com o governo do Ceará, participaram o governador do estado, Elmano de Freitas (PT), o senador Júlio Ventura (PDT), o presidente Ferreira e os empresários calçadistas Pedro Grendene (Vulcabras) e Vilson Hermes (Grupo Dass). Já na Bahia, estiveram presentes o governador Jerônimo Rodrigues (PT), os secretários estaduais Manoel Vitório (Fazenda), Angelo Almeida (Desenvolvimento Econômico) e Afonso Florence (Casa Civil), além de Ferreira e os empresários Grendene e Hermes.

Fotos: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2024 0 Comentários 496 Visualizações
Business

Indústria calçadista criou 7,7 mil vagas de emprego no primeiro quadrimestre

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista gerou 7,7 mil postos de trabalho durante o primeiro quadrimestre de 2024 de acordo com dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). 1,13 mil vagas foram criadas em abril. Com o resultado, o setor encerrou os quatro primeiros meses empregando diretamente 288,28 mil pessoas, número que representa 4,9% de redução em relação ao registro de abril de 2023.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que existe uma retomada em curso, principalmente em função da melhora das vendas no mercado doméstico. “Devemos encerrar o ano com crescimento entre 2,2% e 3,8% no consumo interno de calçados. Com isso, a atividade deve registrar incremento produtivo entre 0,9% e 2,2% em 2024. Tivemos bons resultados na feira BFShow, no final de maio, e estamos otimistas para as vendas na segunda parte do ano”, ressalta Ferreira.

De acordo com o dirigente, embora não tenha sido com a taxação esperada pelo setor, a retomada do imposto de importação para remessas de até US$ 50 do e-commerce internacional, em 20%, deve ajudar na produção nacional, refletindo também no nível de emprego. “Também temos a manutenção da desoneração da folha de pagamentos para 2024, o que foi uma conquista importante”, acrescenta o executivo.

Estados

De acordo com os dados, o maior empregador do setor calçadista no Brasil continua sendo o Rio Grande do Sul, que tem cerca de um terço da mão de obra da atividade no país. Nos primeiros quatro meses do ano, a indústria gaúcha de calçados gerou mais de 3 mil novos postos de trabalho, encerrando o período com 87,3 mil empregos diretos na atividade, o que representa 3,5% a menos do que no mesmo período do ano passado.

O segundo estado que mais emprega no setor também segue sendo o Ceará. Entre janeiro e abril, as fábricas cearenses de calçados perderam 434 postos, encerrando o mês quatro com 64,72 mil empregos diretos na atividade, 3,4% menos do que no mesmo período do ano passado.

O terceiro maior empregador da atividade no Brasil foi a Bahia, que nos primeiros quatro meses do ano perdeu 117 postos no setor. Com o resultado, as fábricas baianas encerraram abril com 39,62 mil empregos diretos, 9,1% menos do que no mesmo mês de 2023.

Com a criação de 2,82 mil empregos nos quatro primeiros meses do ano, São Paulo encerrou o período com 32,63 mil postos de trabalho na atividade, 5,2% menos do que no intervalo correspondente de 2023.

Rio Grande do Sul

Embora os resultados sejam positivos, Ferreira alerta que o mês de maio foi de “instabilidade” para a indústria gaúcha, que responde por 24% da produção nacional do setor. Durante todo o mês, o setor foi atingido pelas enchentes que assolaram o estado. Segundo o executivo, para mitigar o problema, a entidade está solicitando para que sejam liberados o quanto antes os créditos para as empresas atingidas, visando honrar seus compromissos com folha de pagamentos e fornecedores.

Os dados completos do estudo da Abicalçados podem ser conferidos no link.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 369 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo é a cidade com mais empregos gerados na região no começo de 2024

Por Jonathan da Silva 15/03/2024
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo começa o ano como o município que mais gera empregos na região do Vale do Sinos. Se considerada toda a região metropolitana de Porto Alegre, a cidade fica atrás apenas da capital. No total, Novo Hamburgo criou 290 novos postos de trabalho em janeiro deste ano conforme o balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal, divulgado nesta sexta-feira (15).

A indústria hamburguense foi o setor que mais gerou empregos no primeiro mês do ano, respondendo por 77% de todo o saldo da economia hamburguense. Foram 226 novos empregos no setor. Na segunda colocação está o setor de serviços com 64 novos postos, seguido de perto pela construção civil, com 57 empregos gerados. Desta vez, os homens lideraram as contratações, e, entre as faixas de estudo, a maioria tinha ensino médio completo.

Com este resultado, Novo Hamburgo inicia o ano com um estoque de emprego de 70.361 postos de trabalho, ou seja, o montante de postos de trabalho ocupados, o quinto maior saldo em todo o Rio Grande do Sul. Este saldo vem crescendo anualmente e representa uma alta de mais de 12% em relação a 2020 (o ano mais antigo deste dado disponibilizado pelo atual levantamento do Caged).

O diretor de Trabalho da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Nelson Dietrich Júnior, o Nelsinho, destaca que o município segue ofertando mais empregos. A Agência Municipal de Emprego (AME) de Novo Hamburgo começou esta semana com a oferta de 205 oportunidades de trabalho. Para se candidatar a uma das vagas, basta o candidato comparecer à Agência, que fica na Rua Joaquim Pedro Soares, número 349, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, com a carteira de trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/03/2024 0 Comentários 751 Visualizações
Business

Segunda edição do Feirão de Empregos acontece neste sábado em Santa Cruz

Por Jonathan da Silva 14/03/2024
Por Jonathan da Silva

A segunda edição do Feirão de Empregos será realizada no próximo sábado, 16 de março, no bairro Santa Vitória, em Santa Cruz do Sul. A ação é uma iniciativa da Prefeitura de Santa Cruz do Sul, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, em parceria com o FGTAS e o Sine.

O feirão acontecerá das 13h30min às 16h30min do sábado. A sede do evento será o ginásio de esportes da Escola Municipal de Ensino Fundamental Harmonia, vizinho ao Cras Beatriz Frantz Jungblut. A primeira edição do Feirão de Empregos, realizada em 2023, foi considerada um sucesso pela organização, que espera a presença de mais interessados em capacitação e oportunidade de trabalho.

A secretária municipal de Desenvolvimento Social, Roberta Pereira, informou que a organização do evento está finalizando os preparativos e que haverá diversidade de atrações e serviços. Além da oferta de vagas pelo FGTAS/Sine, através da Unidade Móvel, cerca de 35 empresas estarão instaladas no local ofertando vagas de emprego – aproximadamente 350 – e realizando cadastros de candidatos para banco de currículos. O CIEE também participa com a oferta de estágios.

Oportunidades de emprego em pauta

Para os interessados em capacitação profissional, haverá a possibilidade de conhecer mais sobre diferentes cursos profissionalizantes em diversas áreas de atuação. Estarão participando do Feirão instituições como Sebrae, Senac, Senai, Instituto Mix e também os programas Qualifica Santa Cruz e Transformação, esses dois últimos disponibilizados pela prefeitura, através do Cras Beatriz Frantz Jungblut.

Para quem busca empreender, mas não tem acesso aos sistemas tradicionais de financiamento, o Banco do Povo estará no ginásio divulgando as diversas linhas de microcrédito popular disponíveis nas instituições parceiras e repassando orientações sobre abertura de empresas e outros assuntos relacionados.

Nesta segunda edição do Feirão de Empregos, a prefeitura participará também com o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Compede) e com as coordenadorias municipais da Diversidade, da Mulher e da Inclusão da Pessoa com Deficiência. Dentre outras participações já confirmadas no evento estão a Clínica Recomeçar, o Unicemar, o Grupo Mães Solo, a Casa do Artesão e a Aesca.

O Cras Beatriz Frantz Jungblut também vai realizar inscrições para o Cad Unico e levar opções de oficinas para a comunidade da zona sul. Interessados poderão conhecer o Projeto Guarda-Costas, que será levado pela Secretaria Municipal de Segurança e Mobilidade Urbana. Já a Secretaria Municipal de Saúde (Sesa) vai reforçar as ações de combate à dengue, enquanto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade fará cadastros para castração e atendimentos no Hospital Veterinário.

Fotos: Claudine Friedrich/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/03/2024 0 Comentários 438 Visualizações
Política

Executivo Municipal e entidades debatem ideias e ações para Gramado

Por Jonathan da Silva 23/02/2024
Por Jonathan da Silva

O vice-prefeito de Gramado Luia Barbacovi, que também é secretário de turismo do município, se reuniu com lideranças de entidades nesta quinta-feira (22). Participaram do encontro representantes de Abrasel, Sindtur, Sindilojas, APASG, Visão, CDL e Convention. Os principais temas da reunião foram o turismo, a infraestrutura e a geração de renda e emprego.

O encontro entre o poder executivo municipal e entidades de Gramado foi realizado para conversar sobre ideias e ações que visam qualificar ainda mais a cidade da serra gaúcha neste ano de 2024. “Essa troca de ideias é fundamental e é um aspecto que garante o sucesso do nosso município. O Executivo Municipal está sempre aberto para dialogar e construir ações e soluções que beneficiam nossa comunidade e que atraem cada vez mais visitantes para Gramado”, destaca Luia Barbacovi.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/02/2024 0 Comentários 464 Visualizações
Business

Carnaval deve garantir aumento de vendas do comércio em fevereiro

Por Jonathan da Silva 24/01/2024
Por Jonathan da Silva

Em função do Carnaval 2024 que ocorre nos dias 10, 11, 12 e 13 de fevereiro, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) planeja aumento das vendas do comércio estadual no próximo mês. Muitas lojas já estão em clima carnavalesco, em preparação para atender a demanda que deve ser intensa nos dias que antecedem a maior festa brasileira.

Para o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, o Carnaval é um período que movimenta intensamente a economia do país e do estado, com impacto sobre diversos setores. No comércio, as vendas de roupas, calçados e acessórios tendem a crescer. “Neste ano, prevemos que a busca de peças de vestuário deve crescer bastante, pois a maioria dos foliões quer vestir algo confortável para brincar no Carnaval. Esse é um novo cenário que se apresenta para o comércio. O Carnaval sempre teve grande influência no incremento das vendas no período de sua realização, com fantasias e adereços sendo os artigos mais procurados. Hoje, com o crescimento dos blocos em muitas cidades, aumentou a procura por roupas leves, como bermudas, shorts e camisetas, por exemplo, que fazem as pessoas se sentirem mais à vontade”, explica Vitor Augusto Koch.

Há ainda o natural aumento expressivo de vendas de lojas especializadas em artigos de decoração e fantasias. Os setores de hospedagem e alimentação também também irão se beneficiar do Carnaval 2024. “Embora com uma procura menor do que em anos anteriores, os artigos típicos dos festejos carnavalescos, como máscaras, tiaras, fantasias completas e glitter, entre outros, certamente terão vendas expressivas. Hotéis, pousadas, agências de viagens e restaurantes, além de empreendimentos ligados a eventos, comunicação, audiovisual, arte e cultura também têm seu faturamento ampliado durante o carnaval, especialmente nas cidades litorâneas do Rio Grande do Sul”, ressalta o presidente da FCDL-RS.

Recomendações da FCDL-RS

Para incrementar as vendas nesse período, a FCDL-RS recomenda que os lojistas, especialmente os que atuam no litoral, onde se prevê uma grande presença de foliões, realizem liquidações e promoções. Além disso, é importante organizar o estoque da loja, disponibilizar preços atrativos e oferecer um atendimento personalizado aos consumidores. Essas ações podem contribuir, também, para a redução do excesso de produtos em estoque.

O consumo nos dias que antecedem o feriado e durante o carnaval, ainda de acordo com a FCDL-RS, deve ficar concentrado em restaurantes e bares, supermercados, vestuário com roupas leves, bijuterias, calçados e farmácias, especialmente cosméticos. O preço médio das compras pode ficar na casa dos R$190,00.

Oportunidades de emprego

Neste período carnavalesco há ainda um aquecimento na geração de empregos, com a criação de vagas temporárias, das quais se destacam a busca por cozinheiros, garçons, recepcionistas, profissionais de limpeza e animadores, entre outros. Em diversos casos, os colaboradores temporários podem ser efetivados ao quadro fixo das empresas, especialmente em casos de atuação destacada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/01/2024 0 Comentários 636 Visualizações
Business

Oferta de emprego volta a crescer em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 27/04/2023
Por Marina Klein Telles

Novo Hamburgo apresentou em março deste ano o melhor saldo na geração de emprego com carteira assinada desde agosto do ano passado. Segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal divulgado nesta quinta-feira (27), a economia hamburguense teve um saldo positivo de 464 postos de trabalho no mês de março.

Com isso, a oferta de emprego volta a crescer em Novo Hamburgo. Foi o segundo melhor resultado na Região Metropolitana, atrás apenas de Porto Alegre, e o sexto melhor em todo o Estado. No primeiro trimestre deste ano, o Município acumula 469 novas vagas de emprego criadas, com estoque de 69.460 postos de trabalho.

A indústria e o setor de serviços foram os destaques de março, respectivamente com 195 e 187 empregos criados. O comércio também se destacou, com 80 novas vagas, enquanto a construção civil teve saldo positivo de quatro postos de trabalho. Já a agropecuária foi o único setor que demitiu mais que contratou, com saldo negativo de dois.

O diretor de Trabalho da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Nelson Dietrich Júnior – o Nelsinho, reforça a importância da educação. Segundo ele, os candidatos com ensino médio completo e curso superior (completo ou incompleto) responderam por quase 70% das contratações em março. “Os jovens precisam estar atentos ao nível de educação, pois isso é um importante item no currículo”, completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2023 0 Comentários 537 Visualizações
Cidades

Campo Bom tem saldo positivo na geração de empregos em 2022

Por Amanda Krohn 02/02/2023
Por Amanda Krohn

Em Campo Bom, a geração de empregos formais foi positiva pelo quarto ano consecutivo, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Apesar de terem sido apontadas mais demissões do que admissões no município em dezembro, o saldo em 2022 foi positivo, 296. Destaque para os setores da Indústria e do Comércio, que registraram 373 e 142 novos empregos, respectivamente, compensando as perdas no setor de Serviços.

Para o prefeito Luciano Orsi, o resultado atesta mais uma vez que Campo Bom se consolidou como um ambiente favorável para a geração de empregos. Isso só foi possível, de acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Henrique Scholz, porque o Município apostou na desburocratização para facilitar a abertura de empresas, o que garantiu mais oportunidades para os campo-bonenses. Em 2022, Campo Bom registrou a abertura de mais de 1 mil empresas. Desde 2017, já são quase 5 mil novos negócios e, apenas nos dois últimos anos e meio, mais de 4 mil novos empregos foram criados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/02/2023 0 Comentários 488 Visualizações
Cidades

Construtora do Grupo Sacyr abre 250 vagas de emprego em Santa Cruz do Sul

Por Amanda Krohn 23/12/2022
Por Amanda Krohn

A Sacyr Construções, empresa parceira da Concessionária Rota de Santa Maria, está com 250 vagas abertas. As oportunidades na empresa do Grupo Sacyr são para moradores de Santa Cruz e região nas diversas áreas de atuação, como motoristas, pedreiros, carpinteiros, ajudantes, mecânicos, eletricistas, soldadores, operadores de escavadeira, dentre outras. As entrevistas para o preenchimento das vagas vão iniciar em janeiro, mas os currículos já podem ser entregues diretamente na empresa, localizada na Avenida Independência, 3284, Bairro Renascença, Santa Cruz do Sul. Os currículos também podem ser enviados no e-mail rh.rotadesantamaria@gmail.com ou pelo WhatsApp (51) 98025-1167.

Oportunidades

Ajudantes (serventes, bandeirinhas, rasteleiros, greidistas) – 70 vagas
Motoristas – CNH D – 20 vagas
Pedreiros – 20 vagas
Armadores – 20 vagas
Carpinteiros – 10 vagas
Apontadores de obra – 10 vagas
Encarregados de obra – 5 vagas
Líderes de frente – 10 vagas
Mecânicos – 5 vagas
Soldadores – 5 vagas
Eletricistas – 5 vagas
Operadores de escavadeira – 5 vagas
Operadores de trator esteira – 5 vagas
Operadores de rolo compactador – 5 vagas
Operadores de rolo liso – 5 vagas
Operadores de motoniveladora – 5 vagas
Operadores caminhão pipa irrigadeira – 5 vagas
Operadores caminhão auxiliar – 5 vagas
Operadores de fresadora – 5 vagas
Operadores de vibro acabadeira + mesista – 5 vagas
Operadores de minicarregadeira – 5 vagas
Operadores de pá-carregadeira – 5 vagas
Operadores de retroescavadeira – 5 vagas
Operadores de caminhão espargidor de asfalto – 5 vagas
Operadores de manipulador de telescópio – 5 vagas

Foto: Diego Madeira/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/12/2022 0 Comentários 1,4K Visualizações
Business

Setor calçadista ultrapassa marca de 300 mil empregos no Brasil

Por Amanda Krohn 05/09/2022
Por Amanda Krohn

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e julho, a indústria calçadista nacional criou 34,8 mil postos de trabalho. Com isso, encerrou julho empregando, diretamente, 301,1 mil pessoas no País, o melhor registro desde abril de 2017. Em relação ao mesmo período de 2021, o setor está com estoque de empregos 18,5% maior. Já em relação ao mesmo intervalo de 2019, na pré-pandemia, o registro aponta para incremento de 7,9%.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a recuperação das vendas no varejo doméstico, somada às exportações, vêm sendo determinantes para a criação das vagas. Entre janeiro e junho, conforme dados mais recentes do IBGE, as vendas de calçados aumentaram mais de 17%, no comparativo com o primeiro semestre do ano passado. Já as exportações de calçados, entre janeiro e julho, somaram o embarque de 86,87 milhões de pares, 32% mais do que no mesmo intervalo de 2021. “O setor calçadista, por ser intensivo em mão de obra, responde muito rapidamente aos estímulos da demanda”, avalia o executivo.

Estados

Com a criação de 8,5 mil postos de trabalho entre janeiro e julho, a indústria calçadista do Rio Grande do Sul é a que mais emprega na atividade. No final do mês sete, o setor gaúcho empregava um total de 84,35 mil pessoas, 15,46% mais do que no mesmo período de 2021. O segundo estado que mais emprega na atividade é o Ceará, que nos primeiros sete meses do ano criou 6,33 mil vagas na atividade. Com isso, terminou o mês de julho empregando 67,84 mil pessoas, 15,48% mais do que no intervalo correspondente do ano passado.

No terceiro posto entre os maiores empregadores da atividade, a Bahia registra um incremento de 31,1% nos postos gerados pela indústria calçadista em relação a julho do ano passado. Nos sete primeiros meses do ano, o setor local gerou 6,7 mil vagas, somando um total de 42,38 mil pessoas empregadas na atividade.  Tendo gerado 6,13 mil vagas nos primeiros sete meses de 2022, a indústria calçadista de São Paulo encerrou julho com 34,9 mil pessoas empregadas na atividade, 24,5% mais do que no mesmo período do ano passado. Confira a tabela com dados dos estados no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2022 0 Comentários 553 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 303 | Fev 2026

Entrevista | Marlos Schmidt projeta resultados da Fimec 2026

Moda | Destaque no mercado internacional: Juliana Schmitt

Turismo | Confira os encantos da Serra Gaúcha durante da Vindima

Agronegócio | Expoagro Afubra chega à 24ª edição com extensa programação

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Cavalgada Para Elas mobiliza Novo Hamburgo contra o feminicídio

  • 3

    Aliança Francesa Porto Alegre celebra o Dia Internacional da Francofonia com espetáculo de música e luzes

  • 4

    Fórmula Truck reúne cerca de 15 mil pessoas em Santa Cruz

  • 5

    Obras de contrapartida ampliam drenagem em Novo Hamburgo

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO