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Elicit Plant Brasil

Business

Clima e custos devem guiar decisões para a próxima safra de milho

Por Ester Ellwanger 14/08/2026
Por Ester Ellwanger

O plantio da próxima safra de milho será pautado por uma combinação de fatores econômicos e agronômicos. Os preços e a rentabilidade continuam sendo determinantes; no entanto, a capacidade da lavoura de responder às adversidades climáticas passou a ter peso crescente no planejamento do produtor. O clima se consolidou como um dos principais fatores de risco para a produção agrícola e tem influenciado diretamente as decisões no campo.

Essa influência do clima ficou evidente nos resultados da última safra, que apresentou diferenças significativas de produtividade entre regiões e até mesmo entre propriedades vizinhas. Conforme o diretor de marketing e produtos da Elicit Plant Brasil, Felipe Sulzbach, a variação ocorreu, muitas vezes, em função da distribuição irregular das chuvas e da intensidade dos estresses enfrentados durante o ciclo.

“Isso reforça a percepção de que não basta apenas buscar altas produtividades em cenários ideais, mas também construir estabilidade de produção diante das oscilações climáticas”, afirma.

Planejamento

Diante dessa variabilidade, o planejamento da próxima safra passa a considerar não apenas o potencial produtivo, mas também a capacidade de resistência da cultura. Segundo Sulzbach, o produtor tem buscado estratégias que aumentem a resiliência da cultura, reduzindo sua vulnerabilidade a eventos climáticos adversos e protegendo o potencial produtivo desde as fases iniciais de desenvolvimento.

Ele explica que há uma mudança clara de foco: antes, o planejamento era orientado principalmente pelo potencial produtivo em cenários favoráveis. Hoje, grande parte das decisões busca equilibrar produtividade e estabilidade, preparando a cultura para enfrentar condições menos previsíveis ao longo do ciclo. A capacidade de reduzir os impactos do estresse hídrico e preservar o desempenho da planta tornou-se um diferencial estratégico dentro do sistema produtivo.

Equilíbrio

A busca por equilíbrio também se estende aos custos de produção, que seguem entre os principais fatores considerados na tomada de decisão. Fertilizantes, defensivos, sementes e operações de campo representam investimentos elevados, e o produtor tem buscado cada vez mais eficiência na alocação desses recursos. Sulzbach ressalta, no entanto, que o desafio não é simplesmente reduzir custos de forma indiscriminada, o que pode comprometer diretamente o potencial produtivo da cultura.

“Em muitos casos, o retorno do investimento não depende apenas do volume de insumos aplicados, mas da capacidade da planta de expressar todo o seu potencial genético, mesmo quando submetida a condições de estresse”, observa.

Novas Tecnologias

É nesse ponto que ganha espaço o interesse por tecnologias capazes de aumentar a eficiência do manejo já realizado. Conforme o diretor, essa procura vem crescendo.

“Quando a lavoura consegue manter sua atividade fisiológica por mais tempo diante de condições adversas, o aproveitamento dos investimentos feitos ao longo da safra tende a ser maior. Ou seja, não se trata apenas de aumentar a produtividade, mas de proteger o retorno econômico dos recursos investidos pelo produtor”, salienta.

Os dados obtidos na última safra ajudam a dimensionar esse efeito sobre o desempenho da lavoura. Felipe Sulzbach informa que os resultados mais recentes vêm confirmando os ganhos observados pela Elicit Plant em diferentes regiões produtoras de milho.

Considerando os dados consolidados das avaliações conduzidas em campo na última safra, a tecnologia tem apresentado ganho médio de 11,4 sacas por hectare, reforçando sua capacidade de contribuir para a proteção do potencial produtivo da cultura.

Resultado

O retorno da cultura em situações de adversidade está diretamente relacionado a esse resultado. De acordo com o diretor, esse desempenho está ligado à capacidade da planta de enfrentar situações de estresse abiótico ao longo do ciclo.

Em ambientes com períodos de déficit hídrico, altas temperaturas ou outras condições que impactam o metabolismo e o desenvolvimento da lavoura, a resposta tende a ser ainda mais evidente, uma vez que a tecnologia auxilia a planta a ativar mecanismos naturais de adaptação e resiliência.

Ainda assim, os resultados não são uniformes em todas as condições de cultivo. Sulzbach ressalta que a magnitude dos ganhos pode variar conforme fatores como intensidade do estresse, condições climáticas da região, manejo adotado e potencial produtivo da área. Em anos ou ambientes com menor pressão climática, os ganhos podem ser mais moderados; já em situações de maior adversidade, a contribuição para a preservação do rendimento tende a ser mais significativa.

Nesse cenário, o principal efeito observado vai além de um ganho pontual de produtividade. Segundo o diretor, os resultados demonstram maior estabilidade produtiva entre diferentes safras e condições de cultivo.

“Em um cenário de crescente variabilidade climática, essa capacidade de reduzir perdas e proteger o potencial da lavoura torna-se um diferencial importante para a sustentabilidade econômica da produção de milho”, conclui.

Foto: Di Fontoura/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

14/08/2026 0 Comentários 64 Visualizações
Business

Trigo entra em fases sensíveis sob risco de oscilações climáticas

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

A safra de trigo começou com boas perspectivas em parte das regiões produtoras, mas o desempenho final ainda dependerá do comportamento climático ao longo do ciclo. A avaliação da Elicit Plant Brasil é de que as lavouras apresentam desenvolvimento dentro do esperado na maioria das áreas, embora a variabilidade do clima já mantenha o setor em atenção.

O diretor de marketing e produtos da Elicit Plant Brasil, Felipe Sulzbach, afirma que o trigo mantém papel estratégico nos sistemas de rotação e segue despertando interesse dos produtores. Ele observa, porém, que a cultura é sensível a oscilações ambientais em diferentes fases do ciclo. “Eventos como déficit hídrico, ondas de frio intenso, geadas em fases críticas e períodos prolongados de excesso de chuva podem comprometer o potencial produtivo”, afirma Sulzbach.

Segundo ele, o ponto de atenção não está apenas na ocorrência de eventos extremos, mas na frequência e na intensidade dessas variações. Esse cenário aumenta a busca por ferramentas que auxiliem a planta a manter equilíbrio fisiológico em condições adversas. “Vemos uma demanda cada vez maior por soluções que ajudem a planta a preservar seu desenvolvimento e sua capacidade produtiva mesmo em ambientes menos favoráveis”, diz Sulzbach.

Avaliações

As avaliações realizadas pela empresa em diferentes regiões e condições de cultivo indicam que um dos principais efeitos dos estresses abióticos no trigo está relacionado à redução da atividade fisiológica da planta. O termo se refere a impactos causados por fatores ambientais, como seca, frio, calor ou excesso de água, que podem alterar o crescimento e limitar a expressão do potencial produtivo da cultura.

Nas áreas acompanhadas com tecnologia da Elicit Plant, voltada ao fortalecimento da resposta fisiológica, a empresa observou maior uniformidade no desenvolvimento das lavouras e retomada mais rápida do crescimento após períodos de estresse. Para Sulzbach, esses resultados têm relação com a capacidade da planta de manter componentes ligados ao rendimento. “Isso se reflete em plantas mais equilibradas, com melhor manutenção do potencial reprodutivo e menor impacto sobre os componentes de rendimento”, explica.

Outro ponto observado nas avaliações é a estabilidade produtiva em ambientes sujeitos a oscilações climáticas. Conforme Sulzbach, os resultados estão alinhados com respostas obtidas em anos anteriores e indicam que o fortalecimento dos mecanismos naturais de adaptação da planta pode reduzir perdas associadas aos estresses abióticos. “Os produtores buscam cada vez mais previsibilidade. Fortalecer esses mecanismos contribui para aumentar a consistência dos resultados entre diferentes safras e ambientes de produção”, acrescenta.

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

20/07/2026 0 Comentários 111 Visualizações
Variedades

Tour técnico encerra colheita da soja e da safra de milho verão no RS

Por Jonathan da Silva 20/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Elicit Plant Brasil realizou um tour técnico para marcar o encerramento da colheita da soja e o fechamento da safra de milho verão 2025/2026 no Rio Grande do Sul. A iniciativa ocorreu em diferentes regiões do estado e reuniu pesquisadores, agricultores e representantes da distribuição. Durante as visitas, foram apresentados dados de campo e desempenho das lavouras, com o objetivo de analisar resultados práticos e orientar decisões para o próximo ciclo agrícola.

O tour passou por áreas de pesquisa e propriedades rurais nos municípios de São Luiz Gonzaga, Cruz Alta, Ijuí, Passo Fundo, Pontão e Santa Bárbara do Sul. Ao longo da agenda, os participantes acompanharam o desempenho das lavouras, discutiram estratégias de manejo e avaliaram os impactos das condições climáticas sobre a produtividade.

De acordo com o responsável pelas operações da empresa no Brasil, Felipe Sulzbach, a proposta foi integrar ciência, prática e mercado por meio da observação direta dos resultados em campo.

Resultados nas lavouras

Nas áreas conduzidas por pesquisadores, foram apresentados ensaios e avaliações técnicas relacionadas ao comportamento de cultivares, sanidade das plantas, manejo nutricional e controle de pragas e doenças. Já nas propriedades rurais, os agricultores compartilharam decisões adotadas ao longo da safra e os resultados obtidos em condições reais de produção.

Segundo a empresa, o produto Elizon apresentou desempenho nas lavouras de soja, contribuindo para a proteção do potencial produtivo e a estabilidade frente a estresses abióticos. Conforme o responsável pelas operações da empresa no Brasil, Felipe Sulzbach, os resultados foram consistentes em áreas de pesquisa e campos comerciais. “com excelente seletividade, favorecendo a manutenção da área foliar sadia e o equilíbrio fisiológico ao longo do ciclo”. “Esses atributos resultaram em maior uniformidade de desenvolvimento e mais segurança no manejo fitossanitário, reforçando o posicionamento de Elizon como uma solução estratégica de valor agregado para programas de manejo da soja, alinhando desempenho agronômico e resultado econômico ao produtor e à distribuição,” destacou Sulzbach.

Desempenho do milho

O encontro também marcou o fechamento da safra de milho verão, com a apresentação de dados de produtividade que indicaram ganhos entre 15 e 17 sacas. Foram discutidos ainda o comportamento das lavouras diante das condições climáticas, o desempenho das tecnologias utilizadas e os principais aprendizados do ciclo.

Para o responsável pelas operações da empresa no Brasil, Felipe Sulzbach, a iniciativa contribui para transformar os dados da safra em informações aplicáveis ao planejamento. “Os dados da safra são transformados em informações estratégicas para apoiar a tomada de decisão e o posicionamento junto ao produtor rural”, reiterou Sulzbach.

Foto: Elicit Plant/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2026 0 Comentários 184 Visualizações

Edição 309 | Agosto 2026

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