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Cidades

Nova Petrópolis celebra 71 Anos com shows, cultura e gastronomia na Rua Coberta

Por Marina Klein Telles 25/02/2026
Por Marina Klein Telles

Nova Petrópolis completa 71 Anos de emancipação política no dia 28 de fevereiro. Para celebrar a data, a Administração Municipal preparou uma programação intensa que une cultura, música e gastronomia na Rua Coberta e na Praça das Flores, integrando o calendário do Verão no Jardim da Serra Gaúcha e as atrações do Sommer Bier Fest.

“Celebraremos 71 Anos de uma história construída com trabalho, coragem e amor por esta terra. Uma cidade que nasceu do sonho de muitas famílias, muitos imigrantes, e que cresceu mantendo vivos seus valores, sua cultura e seu forte espírito comunitário”, destaca o prefeito, Daniel Carlos Michaelsen.

O vice-prefeito, Alexandre da Silva, reforça o convite à população: “Convidamos toda a nossa comunidade e visitantes para participarem desta grande festa. Preparamos momentos especiais para celebrar nossas conquistas e a alegria de viver em Nova Petrópolis.”

As atividades do final de semana começam na sexta-feira, 27, com dois shows na Rua Coberta. Às 18h, Cássio Farias abre o palco com uma apresentação acústica. Após, às 20h, quem anima o Sommer Bier Fest é o grupo Du Nosso Jeito.

No sábado, as apresentações começam às 12h na Rua Coberta. Charles Diel abre o palco com apresentação acústica e às 14h a Banda 80 por Litro sobe ao palco. Às 17h começa o primeiro show do Aniversário de 71 Anos de Nova Petrópolis, com o bailão do grupo Festerê. Às 20h, a banda Pandora sobe ao palco para o show de aniversário. Ainda no sábado, as ruas do Centro serão animadas por uma bandinha itinerante, das 15h às 17h.

O domingo começa com bandinha típica na Rua Coberta a partir das 10h. Ao meio-dia, Gerson Müller sobe ao palco. Às 14h, é a vez do acústico Thiago e Dionathan. Às 17h, o Grupo de Dança Folclórica Internacional se apresenta no palco da Rua Coberta, seguido pelo Grupo Blaska, às 18h, que encerra a programação de aniversário.

Biblioteca celebra 32 Anos nesta semana

A semana começou com atividades na Biblioteca Pública Municipal Professora Elsa Hofstätter da Silva, que também celebra aniversário nesta semana. Até o dia 27 de fevereiro, o espaço promove o 2º Empréstimo Misterioso e sessões de Contação de Histórias para crianças da Educação Infantil. Na sexta-feira, dia 27, a Biblioteca comemora seus 32 Anos com solenidade e o tradicional corte do bolo às 14h.

Música no Ninho das Águias

No domingo, 1º de março, o entardecer no Ninho das Águias será acompanhado de música. A dupla André Menegazzo e Jéssica Voltz apresentam seu acústico a partir das 18h. O Ninho das Águias tem acesso gratuito para moradores e visitantes neste fim de semana. Em caso de chuva, a atividade será cancelada.

Caminhada em Nove Colônias

Também no domingo, 1º de março, a localidade de Nove Colônias receberá caminhantes. O ponto de encontro e chegada será na Casa Sander, de onde os caminhantes sairão às 7h30 para um percurso de 11 quilômetros, passando por estradas rurais e cenários encantadores da região. Ao final da caminhada, os participantes poderão degustar e adquirir produtos coloniais diretamente dos produtores locais, valorizando os sabores, a cultura e a hospitalidade da comunidade. Esta caminhada é organizada pela Associação Tchon Ji. A inscrição custa R$ 50,00 e deve ser feita com antecedência pelo link https://bit.ly/caminhada9colonias2026.

O Verão no Jardim da Serra Gaúcha é uma realização da Prefeitura de Nova Petrópolis, em parceria com a Associação Tchon Ji; tem o patrocínio de Sicredi Pioneira e Sommer Bier Festival e conta com apoio de Associação Rota Romântica. O evento segue até 15 de março, em todo o Município. Saiba mais em @veraonovapetropolis no Instagram e Facebook.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Business

Ouro dispara no cenário global enquanto commodities agrícolas ficam estagnadas

Por Marina Klein Telles 25/02/2026
Por Marina Klein Telles

O painel “O que esperar para 2026? Da macroeconomia às commodities” discutiu na terça-feira (24), durante a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, o comportamento dos ativos financeiros e os reflexos no mercado agrícola. A atividade ocorreu no auditório Frederico Costa, na sede da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com palestra do pesquisador do Centro de Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), Felippe Serigati. A mediação foi do presidente do Instituto Riograndense do Arroz (Irga), Alexandre Velho.

Serigati iniciou a apresentação com uma análise do cenário macroeconômico internacional. Segundo ele, ativos como ouro e outras commodities metálicas registraram valorização expressiva entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, apesar de incertezas associadas ao aumento de tarifas nos Estados Unidos. “Mesmo com fatores de instabilidade, como o aumento de tarifas anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vários ativos se valorizaram de forma significativa no período. Metais preciosos, por exemplo, acumularam alta de 94% em dólar”, afirmou o pesquisador, destacando que, no mesmo intervalo, as commodities agrícolas não acompanharam o movimento. “Embora o preço do arroz no Brasil seja influenciado pelo dólar e pela conjuntura macroeconômica, a formação do valor depende de fundamentos como oferta e demanda”, explicou.

O pesquisador observou que a cotação internacional do arroz, referenciada na Tailândia, indica cenário de preços pressionados, o que ajuda a explicar a ausência de valorização no segmento agrícola de forma agregada. No panorama global, Serigati apontou desaceleração do crescimento econômico mundial, ainda que o desempenho tenha superado as projeções iniciais. Segundo ele, a China mantém atuação intensa no mercado internacional, mas enfrenta desafios internos, enquanto, nos Estados Unidos, empresas de tecnologia compensam parte dos efeitos negativos da política tarifária.

No Brasil, o pesquisador avaliou que o dólar em patamar mais baixo contribuiu para conter a inflação e reduzir o risco país. A projeção, de acordo com Serigati, é de manutenção de mercado aquecido em 2026, mas com limitações estruturais. “Será necessário um ajuste, especialmente em relação aos gastos do governo, para garantir sustentabilidade no médio prazo”, alertou.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 87 Visualizações
Business

Entidades empresariais divulgam posicionamento contrário ao fim da escala 6×1

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Onze entidades empresariais do Vale do Sinos divulgaram nesta segunda-feira, 23, manifesto com posicionamento contrário ao fim da escala de trabalho 6×1. Veja o documento na íntegra: “O debate sobre o fim da escala 6×1 precisa ser tratado com responsabilidade e visão econômica — sem simplificações. O Brasil não enfrenta um problema de excesso de trabalho. O Brasil enfrenta um problema de baixa produtividade, falta de mão-de-obra qualificada, alto custo estrutural e perda de competitividade internacional.

Reduzir a jornada por imposição geral e uniforme sem enfrentar o custo Brasil, sem redução proporcional de salário e sem reduzir a insegurança jurídica, a complexidade tributária, o peso sobre a folha de pagamento, a baixa qualificação média dos profissionais e a infraestrutura deficiente não representa avanço social — representa aumento de custo.

A questão central é: quem paga essa conta? Não é o Estado. Não se trata de “torcida” a favor ou contra, mas sim abordar de o assunto com responsabilidade. É a empresa que investe com juros altos, paga tributos elevados, enfrenta burocracia, assume risco diariamente e mantém empregos mesmo em ciclos negativos.

Em um cenário de produtividade industrial abaixo dos concorrentes globais, informalidade crescente, margens comprimidas e pressão sobre preços, impor redução estrutural de jornada sem compensação produtiva significa aumento do custo por hora trabalhada, redução da competitividade, deslocamento de investimentos e risco ao próprio emprego que se pretende proteger.

Antes de discutir menos dias trabalhados, o Brasil precisa discutir como produzir mais por hora, como reduzir o custo sobre o emprego, simplificar regras, dar previsibilidade a quem investe e como melhorar a qualificação técnica. O verdadeiro compromisso social é gerar crescimento sustentável — e crescimento sustentável nasce da competitividade.”

Assinam o documento as seguintes entidades: SinmaqSinos, Sindimetal RS, ACI-NH/CB/EV/DI/IV, Sindartcouro NH, Sindivest SL, Siab RS, Sindicis, Sinborsul, Abrameq, Sinduscon NH e SICNH.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 72 Visualizações
Business

Arroz gaúcho enfrenta cenário desafiador e setor pede crédito, seguro e equidade regulatória

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas foi aberta no Auditório Frederico Costa com o painel inaugural “Cenário Atual e Perspectivas – Conectando Campo e Mercado”. O evento segue até 26 de fevereiro, na sede da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

Na abertura, o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Denis Dias Nunes, destacou que o encontro simboliza não apenas o início de uma nova safra, mas também a resiliência e a capacidade de superação do produtor rural diante de um cenário complexo. “Importante destacar que toda a programação do evento foi pensada justamente neste desafiador cenário que estamos enfrentando”, afirmou.

Nunes ressaltou que o Rio Grande do Sul vive uma conjuntura marcada por desafios e oportunidades. “O arroz, cultura que moldou nossa identidade produtiva, atravessa um período de forte atenção nacional. Estoques elevados, volatilidade de preços, endividamento, dificuldade de acesso a crédito, juros incompatíveis com a atividade e reiteradas fraudes setoriais de tipificagem no arroz ofertado ao consumidor são fatores que colocam o Rio Grande do Sul no centro da discussão sobre segurança alimentar”, declarou.

O dirigente alertou que a fragilidade da agricultura impacta diretamente a segurança alimentar e a economia. Segundo ele, o setor gera empregos, divisas e sustenta cadeias como transporte, indústria e comércio. Ao comparar políticas de apoio, destacou que na União Europeia cerca de 19% da renda dos produtores rurais vem do Estado, enquanto nos Estados Unidos o percentual é de aproximadamente 11% e, no Brasil, varia entre 1% e 5%. “A tecnologia digital, cada vez mais presente, transforma a lavoura em um ambiente de precisão, onde cada decisão é tomada com base em dados e não mais em incertezas”, acrescentou.

O presidente defendeu ainda a necessidade de um seguro rural mais robusto e acessível, linhas de crédito compatíveis com o custo real de produção e infraestrutura logística eficiente para escoamento e armazenagem. “Que nossos concorrentes tenham que cumprir a mesma legislação, seja trabalhista, ambiental, tributária ou sanitária, que os nossos produtores”, defendeu.

O diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Clênio Pillon, ressaltou a evolução tecnológica da agricultura nas últimas décadas. “Há 50 anos se plantava arroz com semeadora manual. Hoje vemos aqui essa verdadeira cidade da inovação. Uma revolução não apenas na lavoura arrozeira, mas na agricultura brasileira”, afirmou.

Pillon lembrou que, no início da década de 1970, o Brasil tinha cerca de 90 milhões de habitantes e produzia meia tonelada de cereais por habitante ao ano. “Hoje não produzimos apenas segurança alimentar, mas ajudamos a alimentar cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo”, comparou. Ele acrescentou que os desafios permanecem, especialmente na ampliação da soberania nacional na produção de insumos estratégicos para reduzir a dependência externa.

O superintendente do Senar, Eduardo Condorelli, avaliou o momento atual da orizicultura como delicado. “Poderia ser um problema para o país se a seca tivesse atingido 60% da colheita. Mas, lamentavelmente, a seca é no faturamento, não na produção. E, neste caso, o problema é só nosso”, observou. Condorelli destacou a capacidade técnica do orizicultor gaúcho. “Vocês representam o farol da agricultura do Rio Grande do Sul e é em vocês que os demais produtores se espelham”, declarou.

O presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Alexandre Velho, enfatizou a expansão do evento ao longo dos anos. “Em 2013, lá em Mostardas, a abertura ocupava uma área de 4 hectares, com cerca de 27 ou 28 empresas. Ao chegar aqui na Embrapa este ano, me surpreendi mais uma vez com o tamanho da estrutura”, relatou. Velho observou que o evento contempla múltiplas culturas e tecnologias estratégicas. “As ferramentas disponibilizadas aqui são fundamentais neste processo”, pontuou.

Velho também chamou atenção para o valor nutricional do cereal e a necessidade de estimular o consumo. “O arroz não envolve apenas o valor pago ao produtor, mas também o seu valor nutricional. Por isso, o Irga colocou na rua uma campanha nacional para promover mudança de hábitos da população na questão do consumo e do valor nutricional do cereal”, afirmou.

O presidente do Sistema Farsul, Domingos Velho Lopes, lembrou que até 1997 o Brasil era importador de alimentos. “Em 27 anos nos tornamos uma potência agrícola, pecuária e silvícola, sendo o maior exportador líquido do mundo. E em cinco a dez anos seremos o maior produtor e exportador, e só o Brasil pode fazer isso”, enfatizou. Ele defendeu maior investimento em pesquisa. “Não podemos ter um orçamento limitado para a Embrapa. Precisamos investir mais para tornar viável inclusive a produção de etanol a partir do arroz”, argumentou.

O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Edivilson Brum, alertou para a queda de rentabilidade do produtor, que hoje recebe menos de R$ 1,25 por quilo de arroz produzido. “Isso é desanimador e prejudicial para uma economia em que 40% do PIB está ligado ao agronegócio”, avaliou. Ele ressaltou o impacto multiplicador do setor e pediu prioridade ao Rio Grande do Sul nas políticas federais. “Não há lugar neste Brasil onde exista produção agrícola que não tenha o trabalho de um gaúcho”, finalizou.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 64 Visualizações
Variedades

Setcergs e Federasul realizam terceiro e último encontro do Fórum de Debates sobre as rodovias gaúchas

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

O Setcergs e a Federasul promovem na próxima quarta-feira, 25 de fevereiro, às 13h30, na sede do SETCERGS em Porto Alegre, a 3º e última agenda do Fórum de Debates Setcergs | Federasul, encerrando o ciclo de encontros voltados ao diálogo qualificado entre o setor produtivo, entidades representativas e o poder público sobre o futuro das rodovias do Estado.

A moderação será conduzida pelo ex-governador Germano Rigotto e pelo presidente da FEDERASUL, Rodrigo Sousa Costa, com a presença do governador Eduardo Leite e do secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi. Nesta etapa final será apresentada a devolutiva institucional do Governo Leite em relação às contribuições construídas ao longo das duas agendas anteriores, realizadas em 21/1 e 4/2, na sede do Setcergs, a Casa das Rodas e Rodovias.

No primeiro encontro,  o governador Eduardo Leite apresentou a modelagem dos blocos 1 e 2, desenvolvida em parceria com os técnicos do BNDES e o Governo do Estado. Já no segundo encontro, o Governo do Estado recebeu sugestões e proposições de aprimoramento ao modelo apresentado. A terceira e última etapa desta quarta-feira trará mais uma vez representantes do Governo do Estado e quais proposições poderão ser incorporadas ao projeto, e de que forma serão realizadas.

O Fórum consolidou-se como um espaço estratégico de escuta e construção conjunta, reunindo lideranças empresariais, representantes institucionais e especialistas para tratar de temas estruturantes para a infraestrutura e a competitividade do Rio Grande do Sul.

O presidente do Setcergs, Delmar Albarello, destacou que as rodovias são parte essencial do desenvolvimento do Rio Grande do Sul e precisam ser debatidas com profundidade e base técnica. Segundo ele, o Fórum representa um momento oportuno para o futuro da logística no Estado, reunindo o setor privado, o poder público e a participação ativa da sociedade na construção de caminhos sustentáveis e eficientes.

Já o presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, afirmou que a iniciativa se consolida como uma oportunidade concreta para alinhar interesses, fortalecer o diálogo entre diferentes setores e construir soluções estratégicas para o futuro do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 72 Visualizações
Variedades

ACI de Santa Cruz empossa diretoria para gestão 2026-2027

Por Jonathan da Silva 24/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz do Sul realiza um jantar festivo para dar posse à diretoria da gestão 2026-2027 nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, às 19h30min, no Country Club. A entidade será conduzida pelo presidente Marco Antônio Borba e pelo vice-presidente Tironi Paz Ortiz, reeleito para o cargo para o novo biênio. Embora empossados oficialmente em 1º de janeiro, os dirigentes participam do encontro com autoridades e representantes de entidades empresariais locais e regionais.

O evento marca o início formal da nova diretoria perante a comunidade empresarial. A programação prevê a presença de convidados da região, em um encontro voltado à integração institucional.

O presidente da ACI de Santa Cruz do Sul, Marco Antônio Borba, destacou o significado do momento. “Este momento festivo é fundamental para selarmos nossa união com a comunidade. Estar à frente desta entidade centenária, cuja trajetória se confunde com a própria história de Santa Cruz do Sul, é um desafio e acima de tudo um compromisso com as forças produtivas de nossa região”, afirmou Borba.

O que faz a entidade

A ACI de Santa Cruz do Sul completou 108 anos de atuação em janeiro de 2026. A entidade reúne associados dos setores de comércio, indústria, serviços e agronegócio. Ao longo de sua trajetória, ampliou sua atuação para além da representação empresarial, assumindo papel institucional na comunidade regional, com atuação voluntária e apartidária.

Integrantes da diretoria

Diretoria Executiva
  • Presidente: Marco Antônio Borba (BVK Advogados)
  • 1º Vice-Presidente: Tironi Paz Ortiz (Imply Tecnologia)
  • VP de Indústria : Luiz Carlos Nunes Motta (Excelsior Alimentos)
  • VP de Serviços: Carlos Köhler (Grupo Cindapa)
  • VP de Agronegócios: Marco Dorneles (Afubra)
  • 1º Secretário: Cleber Grasel (Contel)
  • 2º Secretário: Claus Dummer (Unimed VTRP)
  • 1º Tesoureiro: Marcelo Francesquet (MT Gestão Contábil)
  • 2º Tesoureiro: Eduardo Bitencourt (Bitencourt Corretora de Seguros)
  • Diretor Jurídico : Dr. Guilherme Valentini
  • Diretora Executiva: Roberta Corrêa Pereira
Departamentos
  • Ambiental + ESG: Débora Leonhardt (Lixo Zero e Toca Ambiental) e Cassio Arend (OAB)
  • Desenvolvimento Humano: Kelly Canez (LKC Transportes)
  • Educação: Rafael Kirst (Unisc)
  • Esportes: Jader Volnei Spindler (CT Baré)
  • Eventos: Edina Kaffer (Weiss Blumenn Eventos)
  • Infraestrutura, Logística e Transportes – João Pedro Heck (Modal Transportes)
  • Inovação e Transformação: Eduardo Kroth (Idealogic)
  • Marketing: Laudelino Ferreira (Grupo Gazeta de Comunicações)
  • Núcleo de Mulheres Empreendedoras: Cristina Coradi (Orizzon Imóveis Ltda)
  • Relações de Trabalho: Tatiane Schmitt (BVK Advogados)
  • Sustentabilidade: Jaques Eisenberger (BiomeCarb/Bios Consultoria Ambiental)
  • Tecnologia: Eduardo Bitencourt (Bitencourt Corretora de Seguros)
  • Turismo: Gustavo Pauli (Viação Santa Cruz)
Conselho Deliberativo
  • 1. Astor Gruner (Projeto Arquitetura e Construções)
  • 2. Miqueline Maske (Universal Leaf Tabacos)
  • 3. Nédio Cupinni (Cuppini Auto Center)
  • 4. Mara Schwengber (Solled Energia)
  • 5. Jacob Braun (Pitt)
  • 6. Carlos Adriano Ferrugem (Germani Alimentos)
  • 7. Leandro Siqueira (Gazeta Grupo de Comunicações)
  • 8. Ario Sabbi (Engepro Construções)
  • 9. Rafael Henn (Unisc)
  • 10. Romeu Schneider (Afubra)
  • Marco Antônio Borba – presidente ACI
  • Tironi Paz Ortiz – vice-presidente ACI
Conselho Fiscal
  • Titular: Vilmar Thomé (Thomé Finanças e Gestão)
  • Titular: Roberto Ruschel (Postos Shopping Car)
  • Titular: Carlos Augusto Gehardt (Suhma Engenharia)
  • Suplente: Claudino Simon (Pitt)
  • Suplente: Ido Inácio Dupont (Dupont Distribuidora)
  • Suplente: Niceia Wünsch (Hey Peppers/LFex Educação)
Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 93 Visualizações
Variedades

Consumo em alta reposiciona carne suína no cardápio das famílias brasileiras

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A projeção da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) de crescimento aproximado de 2,5% no consumo per capita de carne suína em 2026 aponta para uma mudança consistente no comportamento alimentar do brasileiro. Com estimativa próxima de 19,5 kg por habitante ao ano, a proteína amplia presença nas refeições semanais, impulsionada por fatores como custo-benefício, diversidade de cortes e maior oferta de itens adaptados ao consumo doméstico.

Dados históricos da ABPA indicam que o consumo per capita de carne suína no Brasil estava próximo de 14 kg por habitante em 2010 e avançou de forma consistente ao longo dos anos. Ou seja, ao considerar essa evolução na série histórica, o consumo da proteína registrou crescimento em torno de 35% nos últimos 15 anos, movimento que reflete, também, a ampliação da oferta de produtos voltados ao consumo cotidiano.

No setor produtivo, a avaliação é de que essa evolução também reflete mudanças no portfólio disponível no varejo. “A carne suína passou a ocupar um espaço mais frequente nas refeições. O consumidor busca praticidade e variedade, e a indústria respondeu com cortes porcionados, linhas fatiadas e produtos voltados ao dia a dia”, afirma Weber Vaz de Melo, diretor geral de operações da Suinco, maior cooperativa processadora de carne suína de Minas Gerais.

Com sede em Patos de Minas, a cooperativa encerrou 2025 com cerca de 55 mil toneladas produzidas, sendo aproximadamente 95% destinadas ao mercado interno. Industrializados como presuntaria, linguiças e mortadelas já representam a maior parte do volume da empresa, reflexo de investimentos recentes em automação e modernização industrial. A ampliação de cortes porcionados e produtos de preparo rápido reflete a busca por soluções que dialoguem com diferentes perfis de consumo e regiões do país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 80 Visualizações
Business

Empresa participa da FIMEC com o apoio da Prefeitura de Estância Velha

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A empresa de couros Curtidora Ribeirãozinho (CR Leather), localizada no bairro Rincão da Saudade, confirmou participação na Fimec 2026 com incentivo da Prefeitura de Estância Velha. A feira ocorre de 3 a 5 de março de 2026, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo, reunindo empresas da cadeia produtiva do couro e do setor calçadista.

A Curtidora Ribeirãozinho receberá um subsídio de 50% do investimento para participação no evento, limitado a R$ 6 mil. “Estamos muito satisfeitos em contar com o apoio da Prefeitura de Estância Velha, que desde o primeiro contato com o edital demonstrou profissionalismo e comprometimento. Acreditamos que esses incentivos são fundamentais para fortalecer o couro autoral e impulsionar ainda mais o nosso crescimento”, destaca Claudemir Lorenzi, estilista da CR Leather.

Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SEDEIT), a Prefeitura mantém o compromisso de apoiar micro e pequenas empresas na prospecção de novos negócios, ampliando mercados e fortalecendo o setor coureiro-calçadista, segmento estratégico para a economia local e regional. O incentivo integra a política municipal de fomento ao desenvolvimento econômico e vem sendo realizada há pelo menos cinco anos.

Além da Fimec, o município também disponibiliza, anualmente, incentivo para participação na Inspiramais, ampliando as oportunidades de inserção das empresas estancienses em eventos de relevância nacional e internacional. “Esta é uma forma que encontramos para incentivar nossas empresas e empresários. A participação em eventos como esse traz impactos expressivos para a nossa economia”, explica o prefeito Diego Francisco.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 95 Visualizações
Variedades

Picada Café realiza 33ª Kaffeeschneis’Fest em março

Por Jonathan da Silva 24/02/2026
Por Jonathan da Silva

O município de Picada Café realizará a 33ª Kaffeeschneis’Fest de 20 a 22 de março, com três dias de programação cultural, musical e gastronômica, incluindo shows, desfile cultural e feira de produtos, com entrada e estacionamento gratuitos. O evento é organizado pela Prefeitura e pela Associação Cultural de Picada Café para valorizar as tradições germânicas e oferecer atividades à comunidade e visitantes.

Abertura na sexta

A abertura oficial ocorre na sexta-feira, 20 de março, às 20h. Às 21h, haverá show da Banda Os Atuais. A programação segue com DJ Pava à meia-noite, com encerramento previsto para as 2h.

Atividades de sábado

No sábado, dia 21, as atividades iniciam às 9h com transmissão ao vivo da Rádio Imperial FM no Programa Manhã Alegre com Luiz Alberto Reidel. Ao longo do dia estão previstas apresentações da bandinha típica alemã Goela Seca e da Orquestra de Sopros de Picada Café.

A programação inclui ainda oficina da Emater, apresentações do Coral Municipal e Vocal de Picada Café, do Grupo de Danças Alemãs Volkstanzgruppe Johannetertal e shows das bandas Brilha Som, San Francisco e do grupo Tchê Chaleira. Também integra o evento o 1º Pedal Noturno, com inscrições prévias e limitadas.

Programação de domingo

No domingo, 22, a programação inicia às 8h com o Desfile Cultural. Em seguida, ocorrem apresentações de bandinha típica alemã, jogos germânicos e atrações culturais, como a Invernada Juvenil do CTG Encosta da Serra.

Os shows do dia serão de Rogério Magrão e Banda, Luan e Kauã e do grupo Julian e Juliano & Só Vanerão, responsável pelo encerramento do evento às 21h.

Estrutura e organização

Durante os três dias, o público terá acesso a gastronomia típica, cervejarias artesanais, parque de diversões, jogos germânicos, feira da agricultura familiar, artesanato, produtos coloniais e feira comercial.

A realização é da Prefeitura Municipal de Picada Café e da Associação Cultural de Picada Café, com patrocínio de Sicredi, Sicoob e Cresol e apoio da Emater e da Rota Romântica. Informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 3285-2147 ou pelo e-mail turismo@picadacafe.rs.gov.br.

Programação

Sexta-feira, 20 de março
  • 20h – Abertura Oficial
  • 21h – Banda Os Atuais
  • 0h – DJ Pava
  • 2h – Encerramento
Sábado, 21 de março
  • 9h – Rádio Imperial FM ao vivo – Programa Manhã Alegre com Luiz Alberto Reidel
  • 9h – Bandinha típica alemã Goela Seca
  • 10h30min – Orquestra de Sopros de Picada Café
  • 11h30min – Bandinha típica alemã Goela Seca
  • 13h30min – Oficina Emater
  • 14h30min – Apresentação do Coral Municipal e Vocal de Picada Café
  • 15h – Apresentação do Grupo de Danças Alemãs Volkstanzgruppe Johannetertal
  • 16h – Banda Brilha Som
  • 18h – 1º Pedal Noturno (inscrições prévias e limitadas com RS Bikers Cicloturismo)
  • 18h30min – Banda San Francisco
  • 21h – Grupo Tchê Chaleira
  • 23h – Encerramento
Domingo, 22 de março
  • 8h – Desfile Cultural
  • 10h – Bandinha típica alemã Novos Camaradas
  • 11h – Jogos germânicos
  • 13h – Apresentação da Invernada Juvenil do CTG Encosta da Serra
  • 14h – Rogério Magrão e Banda
  • 16h30min – Luan e Kauã
  • 19h – Grupo JJSV – Julian e Juliano & Só Vanerão
  • 21h – Encerramento

Serviço

  • O quê: 33ª Kaffeeschneis’Fest
  • Quando: de 20 a 22 de março
  • Onde: Picada Café
  • Quanto: entrada e estacionamento gratuitos
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 113 Visualizações
Variedades

Prazo para inscrições no Fundo Social da Sicredi Pioneira termina na próxima semana

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Entidades interessadas em participar da edição de 2026 do Fundo Social da Sicredi Pioneira têm até o dia 6 de março para garantir a inscrição. Desenvolvido desde 2015, o programa busca fortalecer as comunidades da região através de iniciativas educacionais, culturais e de esporte inclusivo. Para isso, destina parte dos resultados financeiros da cooperativa para apoiar ações de instituições sem fins lucrativos. O cadastro deve ser feito pelo site sicredipioneira.com.br/social-e-educacional/fundo-social.

Reconhecido como o programa de maior abrangência da Sicredi Pioneira, o Fundo Social já destinou mais de R$ 19,4 milhões desde a sua criação, viabilizando 2.537 projetos e impactando diretamente mais de 859 mil pessoas. Somente em 2025, foram 409 projetos contemplados, com investimento superior a R$ 4 milhões e mais de 125 mil pessoas beneficiadas. “O Fundo Social representa a materialização do cooperativismo em sua essência: pessoas cuidando de pessoas. Ele é a ponte que transforma recursos em oportunidades, sonhos em ações concretas e boas ideias em impacto real”, destaca a gerente de Atuação Social e Educacional, Alini Cossul Martinelli.

Podem participar entidades sem fins lucrativos (pessoa jurídica) associadas à Sicredi Pioneira até 31 de dezembro de 2025, com atuação nas áreas de educação, cultura ou esporte inclusivo, e que desenvolvam os projetos em um dos 21 municípios da área de ação da cooperativa. Cada entidade pode inscrever um único projeto, com valores de apoio que variam entre R$ 3 mil e R$ 15 mil, conforme critérios definidos em regulamento.

Entre as iniciativas que podem ser contempladas estão projetos educacionais, como ampliação do acervo de bibliotecas, formação de profissionais e atividades de preservação ao meio ambiente; projetos culturais, envolvendo música, dança, teatro e outras expressões artísticas; e projetos esportivos inclusivos, como bolsas em escolinhas, aquisição de materiais e contratação de instrutores. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente no site da Sicredi Pioneira, através do link sicredipioneira.com.br/social-e-educacional/fundo-social.

De acordo com Martinelli, a expectativa para esta edição é dar continuidade à trajetória de crescimento e impacto do programa. “A ideia é fortalecer ainda mais as entidades e potencializar projetos que atuem no presente, ajudando a construir um futuro melhor para as comunidades”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 77 Visualizações
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