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Expansão
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Business

Aprovada taxação de 20% em importações abaixo de U$ 50

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de terça-feira (28), projeto que volta a tributar as remessas de até US$ 50 das plataformas internacionais de e-commerce. Para a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), embora o imposto de importação estabelecido, de 20%, ajude a estabelecer melhores condições de isonomia tributária com a indústria nacional, não resolve o problema da concorrência desleal no setor. O projeto, agora, vai para o Senado Federal e posteriormente para a sanção presidencial.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que a alíquota de 20% é fruto de acordo entre o Congresso Nacional e o executivo e é um “meio termo” entre o solicitado pela indústria nacional e a isenção total estabelecida pelo Governo Federal. “Alertamos, desde o princípio, que a alíquota zero para as plataformas internacionais de e-commerce estava exportando empregos brasileiros, principalmente para a Ásia, origem de grande parte das remessas enviadas ao Brasil. Não tem cabimento a indústria nacional pagar impostos em cascata e concorrer com importações que entram sem tributação federal”, comenta o dirigente. Segundo ele, a isenção das plataformas coloca em risco milhares de empregos gerados pela indústria calçadista brasileira diante de uma concorrência absolutamente desleal. “Mais do que isso, precisamos conscientizar a sociedade de que de nada adianta poder comprar nas plataformas sem impostos se não existe emprego”, acrescenta.

Ferreira destaca o esforço do Congresso Nacional, especialmente do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que entendeu a urgência de se retomar a taxação das compras internacionais realizadas via plataformas. “A indústria calçadista brasileira é produtiva, tem qualidade e sustentabilidade, mas precisa de condições mínimas para concorrer em par de igualdade com grandes players internacionais. A alíquota de 20%, neste contexto, resolve parte do problema”, conclui o executivo.

Entenda

Foi publicada no Diário Oficial da União do dia 30 de junho de 2023 a Portaria MF nº 612/2023, que alterou a Portaria MF nº 156/1999 para modificar as regras de tributação das compras internacionais realizadas por meio de empresas de comércio eletrônico. As novas regras entraram em vigor a partir do dia 1º de agosto de 2023. Uma das alterações foi a redução da alíquota do Imposto de Importação para 0% em compras on-line de até US$ 50, mesmo quando o remetente for pessoa jurídica. Após grande mobilização da indústria nacional diante do desequilíbrio concorrencial gerado, a retomada da taxação foi incluída no projeto de lei que cria o Mover (Programa Mobilidade Verde e Inovação), programa do Governo para a descarbonização do setor automotivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 484 Visualizações
Cidades

Slogan “Vamos, Montenegro!” vai simbolizar reconstrução da cidade

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

A maior enchente da história de Montenegro deixou muitos prejuízos e uma certeza: a de que a cidade vai se recuperar. Durante reunião no gabinete do prefeito, foi apresentado o slogan “Vamos Montenegro”, que vai dar o tom desse novo momento, de reconstrução. O verbo “vamos” é empregado com sinônimo de avanço, de “seguir em frente”, usando o passado como referência e lição.

O encontro contou com a presença de secretários e diretores. Junto com o prefeito Gustavo Zanatta, foram alinhadas propostas de curto, médio e longo prazo que visam devolver a normalidade aos montenegrinos. Cada iniciativa será desdobrada em planos de ação. Nos próximos dias, a Administração começará a chamar as lideranças locais em diversos segmentos para apresentar estas propostas.

De imediato, o prefeito determinou esforço máximo no restabelecimento de serviços nas áreas de Saúde e Educação. Os postos de saúde Industrial e de Porto Garibaldi já foram reabertos e estão operando com limitações. O da Santo Antônio vai precisar de reparos no telhado. Na Educação, a única escola que não está funcionando é a EMEI Tio Riba. Seus alunos foram redistribuídos na EMEI Áurea Noval, no bairro Centenário, e na Escola Delfina Dias Ferraz, no Centro.

Outra preocupação é com a mobilidade. Ruas e estradas foram fortemente prejudicadas e serão alvo de operações tapa-buracos, patrolamentos e manutenções com brita e saibro. Parte dos recursos que foram financiados para a pavimentação de novas ruas neste ano serão realocados para recuperar as vias mais esburacadas. Pelo menos 50 pontos críticos da rede pluvial exigem manutenção. A Administração também está contratando máquinas e equipes e ampliará a compra de materiais para estas ações, consideradas fundamentais.

Entre as muitas ações que vão compor o programa “Vamos Montenegro”, figuram ainda auxílios para o setor produtivo e uma campanha de promoção do comércio, a busca de investidores para a região do Pólo – totalmente livre de inundações – e uma análise sobre a ocupação da cidade, bem como medidas para mitigar os efeitos das cheias. O próprio Plano Diretor da cidade deverá ser alvo de uma nova revisão. “Serão diversas iniciativas que visam combater os efeitos da enchente e devolver a alegria aos montenegrinos”, resume o prefeito. “Estamos passando por um momento difícil, mas a nossa comunidade é muito solidária e vamos superar tudo isso”, garante Zanatta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 362 Visualizações
Variedades

RS tem queda de 55% no desmatamento em 2023

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

O desmatamento no Rio Grande do Sul teve redução de 55% em 2023 na comparação com o ano anterior, conforme dados do Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD) divulgado na terça-feira (28) pelo MapBiomas. Pelo quinto ano consecutivo, todos os estados e o Distrito Federal tiveram alertas detectados. A área desmatada em território gaúcho no último ano foi de 2,3 mil hectares, o que situa o Rio Grande do Sul entre as oito unidades federativas com menor perda de vegetação nativa no país. O estado com maior perda foi o Maranhão, com 331,2 mil hectares desmatados, segundo o levantamento.

Considerando especificamente o Pampa, bioma exclusivo do Rio Grande do Sul em território brasileiro, a redução no desmatamento foi de 50% no mesmo período.

“Os números reforçam que as políticas públicas implementadas pelo Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) dentro da agenda ProClima 2050, e as ações de controle executadas pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) têm surtido efeito”, avaliou a titular da pasta, Marjorie Kauffmann. “Em relação ao Pampa, foi a partir do novo Código Ambiental, por exemplo, que o bioma passou a ser reconhecido, dando visibilidade e ampliando a possibilidade de financiamentos e ações efetivas de conservação”, acrescentou.

Em 2023, considerando somente as operações Mata Atlântica e Mata Atlântica em Pé, esta última coordenada pelo Ministério Público do Paraná com participação dos estados, a Fepam constatou 218 hectares de área irregularmente desmatada, que resultaram em autuações. Ao longo do ano, também foram feitas diversas fiscalizações pontuais, incluindo o bioma Pampa. O Estado firma, ainda, termos de cooperação com municípios para gestão florestal, o que prevê ações de fiscalização na esfera municipal.

“No último ano, adotamos ferramentas para atuação remota, por meio de imagens de satélite, de forma a otimizar os resultados e atender o maior número de alertas possível. Temos trocado experiências com outros Estados e, recentemente, aderimos ao Programa Meio Ambiente Integrado e Seguro Brasil Mais, do Ministério da Justiça, ampliando ainda mais nossas possibilidades de monitoramento”, ressaltou o presidente da Fepam, Renato Chagas.

Para além das políticas de comando e controle, o Estado, por meio da Sema, tem apostado em medidas de incentivo a modelos produtivos sustentáveis como alternativa à supressão da vegetação nativa. É o caso, por exemplo, do programa Campos do Sul, que oferece assistência técnica especializada a proprietários rurais e certifica aqueles que adotam boas práticas ambientais.

Outra política pública de incentivo a práticas sustentáveis são as Certificações de Sistemas Agroflorestais (SAFs), de Extrativismo Sustentável e Viveirismo Artesanal. Voltada a agricultores familiares, povos indígenas e comunidades tradicionais, a iniciativa reconhece as atividades econômicas ecologicamente orientadas. Já são 276 certificações, que equivalem a aproximadamente 1,2 mil hectares de área certificada, em 73 municípios gaúchos.

“Temos buscado valorizar as boas práticas, convidando diferentes setores da sociedade a atuarem em conjunto nesta temática. Também por meio da atualização do Código Ambiental, inserimos a modalidade de pagamento a quem presta serviços ambientais, outra iniciativa alinhada a esse propósito e que integra a agenda ProClima 2050”, pontuou Marjorie.

O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) é um instrumento de estímulo à proteção ambiental que prevê a remuneração daqueles que preservam áreas privadas. Serão destinados à iniciativa R$ 15 milhões ao longo de 36 meses. Todas as ações que integram o conjunto de estratégias para o enfrentamento das mudanças climáticas podem ser conferidas no site do ProClima.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 411 Visualizações
Projetos especiais

Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac lança ação de assistência alimentar

Por Jonathan da Silva 29/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac acaba de lançar a ação “Comércio Solidário”, que distribuirá cestas básicas para funcionários das empresas do comércio de bens, serviços e turismo. Parte do projeto ‘Tchê Acolhe Fecomércio-RS’, a medida é mais uma iniciativa das entidades em apoio ao estado na reconstrução após as enchentes.

O projeto consiste na distribuição de cestas básicas, pela Fecomércio-RS, para funcionários de todas as empresas do setor terciário e dos sindicatos filiados dos 78 municípios em estado de calamidade pública. Para receber a doação, os empregadores devem cadastrar os funcionários até o dia 7 de junho no site www.fecomercio-rs.org.br/comerciosolidario. Será distribuída uma cesta básica por mês para os contemplados durante quatro meses.

Esta é a maior tragédia ambiental do nosso estado. Tivemos muitas perdas materiais e emocionais, impactando fortemente famílias e empresas. O Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac sempre esteve ao lado dos gaúchos e não poderia ser diferente neste momento, que pede união e resiliência para nos recuperarmos. Estamos, desde o início das enchentes, atuando em diferentes frentes, com diversas ações humanitárias em todas as cidades do estado. E o Comércio Solidário é mais um elo dessa corrente de solidariedade para ajudar a população”, explica o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

Mais informações sobre o projeto “Comércio Solidário” podem ser obtidas no site www.fecomercio-rs.org.br/comerciosolidario.

Outras frentes

Além deste projeto, o Sistema está trabalhando com outras ações para auxiliar os atingidos pelas enchentes. Todas as unidades Sesc e escolas Senac do Rio Grande do Sul e Sindicatos filiados à Fecomércio-RS são pontos de coleta de doações para pessoas atingidas pelas enchentes.

As arrecadações estão sendo distribuídas por meio da logística do programa Sesc Mesa Brasil nas cidades atingidos, em suporte à Defesa Civil. Para ajudar aos abrigados, as doações podem ser feitas em dinheiro, via Pix para mesabrasil@sesc-rs.com.br ou depósito/transferência para Banco do Brasil, agência 3418-5, conta corrente 6461-0, CNPJ 03.575.238-0001/33, em nome de Sesc Mesa Brasil 2020.

Até o dia 24 de maio, o PIX do Programa Sesc Mesa Brasil já arrecadou R$ 2.172.601,20. Nas escolas do Senac, unidades do Sesc e sindicatos filiados à Federação, foram arrecadados 78.579 litros de água, mais de 170 toneladas de alimentos, 105.713 mil peças de vestuário, 59.627 produtos de higiene e limpeza e cerca de 4 toneladas de ração. No total, também estão sendo desenvolvidas 161 ações sociais para ajudar os atingidos pela enchente no Rio Grande do Sul.

Foto: Angele J/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 415 Visualizações
Cidades

Santa Cruz prestigia instalação de Gabinete do Ministério da Agricultura

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

Santa Cruz do Sul foi palco de um importante evento político na manhã da terça-feira (28). A prefeita Helena Hermany foi a anfitriã dos atos de instalação do Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) no Rio Grande do Sul e de entrega de maquinário a diversas prefeituras, realizado no Parque da Oktoberfest.

A cerimônia contou com a presença do ministro da Agricultura Carlos Fávaro, representantes do Governo do Estado, deputados federais e estaduais, prefeitos de diversas regiões do Estado, vereadores e representantes de entidades de classe ligadas ao agronegócio. Helena esteve ao lado de Fávaro durante a assinatura que instituiu o Programa Emergencial de Reconstrução do Agronegócio no Rio Grande do Sul e a instalação do Gabinete Itinerante.

Em seguida, ela fez uso da palavra. A prefeita frisou que, apesar do pior evento climático já registrado no Estado, a mobilização de todos os segmentos da sociedade tem sido inspiradora. “Temos a força da resiliência pela parceria que celebramos com tantos voluntários, com nossas entidades, e pela esperança nos governos federal e estadual e na bancada gaúcha na Câmara Federal.”

Helena reiterou seu compromisso em atender todos os atingidos pela chuva e suas consequências no município. “A todas essas famílias, quero expressar a nossa solidariedade e a necessidade de uma resposta firme e rápida. Precisamos urgentemente das normativas para a construção das casas emergenciais e do uso adequado dos recursos enviados pelo Governo Federal.” A chefe do Executivo Municipal reforçou seu compromisso com o futuro do município e a sua reconstrução. “As dificuldades são grandes, mas nossa determinação é ainda maior.”

O ponto alto da atividade foi a entrega a 32 prefeituras de máquinas pesadas adquiridas através de emendas parlamentares da bancada gaúcha na Câmara dos Deputados. Santa Cruz do Sul recebeu uma patrola, adquirida com recursos destinados pelo deputado federal Heitor Schuch. Em uma breve saudação à plateia, o parlamentar enalteceu a entrega do maquinário. “Esses equipamentos vão melhorar a vida e a estrutura dos municípios, ajudar no desenvolvimento e na reconstrução, que vai ser tão importante. E eu tenho uma convicção: nós vamos sair dessa mais fortes do que estávamos.”

Helena agradeceu o apoio de Schuch à Santa Cruz do Sul e destacou que as máquinas entregues – retroescavadeiras, motoniveladoras e escavadeiras hidráulicas, entre outras – representam ferramentas de esperança para as comunidades beneficiadas. “Elas permitirão que nossos agricultores voltem ao trabalho, que nossas terras voltem a produzir e que nossas comunidades se reconstruam com dignidade e força. Cada máquina entregue aqui hoje representa uma semente de futuro, uma nova oportunidade de prosperidade para o nosso povo,” concluiu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 364 Visualizações
Política

ALRS demanda obras de infraestrutura na região Central do Estado

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Durante audiência na manhã desta terça-feira (28), o presidente da ALRS, deputado Adolfo Brito (PP), apresentou ao governador do Estado, Eduardo Leite, e ao secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, a situação geral da infraestrutura de rodovias da região Central gaúcha, como a recuperação estrutural da ERS 400, que, segundo Brito, precisa também de serviços de manutenção como roçadas, pintura e colocação de placas sinalizadoras. Devido às enchentes, o asfalto cedeu, escadas e muitos buracos se formaram na pista.

O parlamentar pautou ainda a construção da terceira pista entre Candelária e Sobradinho. A rodovia é um importante corredor de exportação para caminhões da região da Produção. Pelo trajeto são escoados produtos como soja, milho e trigo, bem como o transporte de adubos e defensivos agrícolas.

Recursos para a sequência da ERS 410, entre a localidade de Pinheiro-Candelária, em direção à ERS 403, foram solicitados pelo chefe do Legislativo. Já a ERS 348, que, por causa das fortes chuvas, apresenta estragos entre Agudo e Dona Francisca, precisa de obras para reativar um desvio, que agora requer empedramento e cascalhamento. Foi solicitada ainda a elaboração de projeto técnico para asfaltamento entre Agudo e Ibarama.

Na área da Educação, Adolfo Brito demandou recursos para a construção do ginásio de esportes da Escola Estadual Catarina Bridi, de Ibarama; a implantação de Colégio Agrícola, em Arroio do Tigre; e de turno integral na Escola Estadual Santo Carniel, de Sobradinho. Foi encaminhado também pedido para a recuperação do piso do ginásio da Escola Estadual Lindolfo Silva, de Sobradinho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 391 Visualizações
Cidades

Procon de São Leopoldo fiscaliza preços de alimentos em mercados do município

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

O Procon de São Leopoldo esteve em quatro supermercados na segunda-feira, 27 de maio, três da Feitoria e um no Centro. A fiscalização registrou os preços do arroz, feijão, óleo de soja, leite e água. Não foram identificadas irregularidades nas práticas de preços de alimentos. Entretanto, um dos estabelecimentos tinha produto armazenado de forma inadequada, tendo sido notificado e os itens foram separados para descarte correto.

O menor preço de 1kg do arroz foi de R$ 5,90 e o maior, R$ 8,98. O pacote de 5kg foi de R$ 26,90 a R$ 42,90.

Os preços do quilo do feijão foram registrados de R$ 4,99 a R$ 9,89.

O óleo de soja foi encontrado com preços de R$ 5,78 a R$ 6,59.

O menor valor do litro de leite foi encontrado a R$ 4,99 e o maior R$ 5,89.

Os preços da água mineral de 5 litros foram: menor preço: R$ 6,49 e maior R$ 7,99, já da água mineral de 500 ml foram R$ 0,99 e R$ 1,29.

Denúncias

O Procon de São Leopoldo é um dos órgãos municipais da sede administrativa da Prefeitura que foi afetado pela enchente, em função disto o atendimento está sendo realizado através do contato da fiscalização: WhatsApp (51) 99564-0574. Para fazer a denúncia o consumidor deve encaminhar vídeo ou foto que comprove a reclamação; informar o nome do estabelecimento e o endereço deste local.

As denúncias podem ser feitas mesmo que já tenham passado da data, desde que haja comprovação. É necessário enviar as informações solicitadas e imagens.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 445 Visualizações
Business

Assintecal abre inscrições para missão tecnológica à China

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Com o objetivo de colher insights sobre o mercado chinês de calçados, com foco em tecnologia e robotização, a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) abriu inscrições para a Missão Tecnológica à China. A iniciativa é do Brazilian Materials, programa de apoio às exportações do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), e acontece entre os dias 1º e 14 de setembro.

Conforme a pré-agenda, os empresários interessados têm visitas programadas em seis cidades chinesas. A primeira parada será em Xangai, quando a delegação participa de uma visita guiada na All China Leather Exhibition (Acle), única feira internacional de couro na China que oferece grande variedade de couro, componentes e acessórios, equipamentos e serviços de tecnologia para o setor; reuniões no escritório local da ApexBrasil com apresentação sobre o mercado chinês e com tendências e projeções gerais e do setor naquele país; visita guiada de moda nas principais grifes e marcas de Xangai, com acompanhamento do consultor de Design e Pesquisa do INSPIRAMAIS, Marnei Carminatti; e visitas à loja Nike House of Innovation e à uma fábrica de materiais para calçados.

A segunda parte da Missão acontece em Quanzhou, onde o grupo visita duas importantes fábricas locais de calçados. Na sequência, o grupo vai até Guangzhou, Shenzhen e Dongguan, onde terá agendas em fábricas das cidades e uma das maiores empresas mundiais de tecnologia, a Huawei.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, ressalta que a iniciativa visa identificar pontos positivos que fizeram a China ser a principal potência mundial do setor de calçados. “Hoje, a China responde por mais da metade da produção mundial do setor, agregando toda a tecnologia necessária para a produção das principais marcas mundiais, principalmente do segmento de esportivos. Evidentemente, existem pontos em que a indústria brasileira está mais adiantada, como a questão da sustentabilidade, mas existem também muitos pontos em que eles são mais competitivos. Precisamos identificar e agregar esses pontos no nosso segmento”, avalia.

Mercado

A China, além de ser um país com grande consumo de calçados, é a maior produtora do setor, com mais de 13 bilhões de pares produzidos todos os anos, sendo mais de 9 bilhões destinados para a exportação. Mais informações e inscrições disponíveis pelo e-mail internacional@assintecal.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 508 Visualizações
Business

Estudo da Fiergs mostra que 47 mil indústrias gaúchas foram atingidas pelas enchentes

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) sobre o impacto da catástrofe climática no setor industrial gaúcho mostra que nos municípios afetados – em estado de calamidade pública ou situação de emergência – estão localizadas 47 mil do total de 51 mil indústrias do RS.

Os resultados foram divulgados na tarde da segunda-feira (27). “As inundações no Rio Grande do Sul revelaram um impacto econômico significativo e abrangente. Os dados destacam a importância de direcionar recursos de maneira eficiente para as áreas mais necessitadas. Mas é fundamental ressaltar que os efeitos desse desastre natural ainda estão em curso. Só com a continuidade das avaliações e a divulgação de novos dados será possível obter uma compreensão mais completa dos impactos e planejar estratégias de recuperação mais eficazes, assegurando que os esforços de reconstrução atendam às necessidades reais das comunidades atingidas”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

De acordo com o trabalho elaborado pela Unidade de Estudos Econômicos da FIERGS, conforme o Decreto Estadual 57.626 de 21 de maio, foram reconhecidos 78 municípios em estado de calamidade e 340 em Situação de Emergência. Nestes 418 municípios, estão sediadas 47 mil indústrias do RS, que empregam 813 mil pessoas. As regiões com o maior número de municípios em estado de calamidade foram Vale do Taquari (23), Central (20), Vale dos Sinos (11) e Metropolitana (7).

O estudo da FIERGS inclui os principais indicadores econômicos – atividade, quantidade de estabelecimentos industriais, arrecadação de ICMS e exportações – dos municípios e regiões mais importantes atingidos pelas chuvas. Essas variáveis são as principais informações relevantes para a indústria disponíveis que contemplam os municípios afetados pelo fenômeno meteorológico. O estudo também divide o RS em dez regiões econômicas: Metropolitana, Vale dos Sinos, Serra, Serra Centro, Vale do Taquari, Central, Planalto, Missões, Campanha e Sul.

Em relação à atividade econômica, as regiões com municípios em estado de calamidade pública com maior Valor Adicionado Bruto (VAB) – que é o valor que cada setor da economia (agropecuária, indústria e serviços) acresce ao valor final de tudo que foi produzido em uma região – potencialmente afetado eram: Metropolitana (R$ 87 bilhões), Vale dos Sinos (R$ 52 bilhões), Vale do Taquari (R$ 29 bilhões), Serra (R$ 29 bilhões) e Central (R$ 28 bilhões). Em relação ao VAB da Indústria, as regiões com maior atividade industrial potencialmente atingida eram: Vale dos Sinos (R$ 19 bilhões), Vale do Taquari (R$ 14,6 bilhões), Metropolitana (R$ 11,4 bilhões) e Serra (R$ 9,9 bilhões).

Apesar de representarem apenas 15,7% dos municípios do Rio Grande do Sul, as cidades em estado de calamidade possuem uma alta representatividade econômica no Estado, especialmente no setor industrial: 50,7% do VAB do RS, 57,1% do VAB industrial, 48,1% dos estabelecimentos industriais, 52,7% dos empregos industriais, 65,6% das exportações da indústria e 56,3% da arrecadação de ICMS com atividades industriais.

Já na Indústria de Transformação, mais de 50% da massa salarial dos segmentos estão em municípios em estado de calamidade. Ramos com grande representatividade na massa de salários do RS se encontram nessas regiões: Alimentos (R$ 190 milhões nos locais em calamidade), Máquinas e equipamentos (R$ 162 milhões) e Produtos de metal (R$ 128 milhões). Essas cidades concentram quase a totalidade da produção de Tabaco (99,8%) e de Farmoquímicos e farmacêuticos (93,1%) do Rio Grande do Sul.

Ainda, quanto às exportações da Indústria de Transformação em cidades potencialmente afetadas, as regiões Sul (US$ 3,7 bilhões), Central (US$ 3,1 bilhões) e Metropolitana (US$ 2,6 bilhões) se destacam. Por fim, as regiões com maior impacto potencial sobre a arrecadação de ICMS em estabelecimentos industriais foram Vale dos Sinos (R$ 4,7 bilhões), Metropolitana (R$ 2,1 bilhões) e Serra (R$ 2 bilhões).

Situação de emergência

Também de acordo com o decreto estadual de 21 de maio, 68,4% dos municípios gaúchos estão em situação de emergência (340). Entre as regiões que possuem municípios nessa situação, destacam-se em atividade econômica, medida pelo Valor Adicionado Bruto: Missões, com R$ 43,8 bilhões; Planalto, R$ 42,1 bilhões, Campanha, R$ 24,9 bilhões; e a região Sul, R$ 20,3 bilhões. Ao focar especificamente o VAB da indústria, 37,7% desse total se concentra nas regiões afetadas, com os maiores valores encontrados em: Planalto (R$ 9,1 bilhões), Missões (R$ 7,3 bilhões), Serra Centro (R$ 5,2 bilhões) e Metropolitana (R$ 5,0 bilhões). As localidades ainda abrigam cerca de 22 mil indústrias, o que representa aproximadamente 44% do total do Rio Grande do Sul. Na Indústria de Transformação, 42,5% da massa salarial está concentrada nesses municípios que se encontram em situação de emergência.

O cenário de calamidade influenciou no sentimento do industrial gaúcho. Em maio, a pesquisa de Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) divulgada pela FIERGS teve a sua maior queda desde novembro de 2022 e atingiu o menor nível desde junho de 2020: 44,4 pontos, 6,1 a menos que em abril.

As expectativas com relação ao futuro das empresas, que até então sustentavam o otimismo e a confiança da indústria gaúcha, foram as mais impactadas. O Índice de Expectativas das Empresas desabou dez pontos, de 57,7 para 47,7, menor valor desde maio de 2020, voltando ao campo pessimista pela primeira vez desde novembro de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 414 Visualizações
Política

Leite reforça demandas do Estado ao governo federal para recuperação econômica

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Em audiência realizada na tarde da segunda-feira (27) na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) Caxias do Sul, o governador Eduardo Leite voltou a apresentar demandas do Estado ao governo federal, representado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, para reconstrução após as enchentes de maio. No encontro, Leite ressaltou como prioridade na pauta econômica a criação, por parte da União, de programa para manutenção dos empregos.

“Algumas medidas do governo federal já evoluíram, como a suspensão do pagamento da dívida, e é importante que possamos avançar ainda mais. Com absoluta prioridade e urgência, precisamos da criação de um programa como o Benefício Emergencial para dar as condições de manutenção dos empregos. Também precisamos avançar nas medidas de crédito a empreendedores, com a participação dos bancos públicos e cooperativas de crédito, dando capilaridade a essas iniciativas no nosso território”, afirmou Leite.

As medidas solicitadas pelo governador estão em análise pelo governo federal. Leite também demanda a recomposição das perdas de arrecadação, que a Secretaria da Fazenda (Sefaz) calcula poderem chegar a R$ 11 bilhões até o fim do ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 359 Visualizações
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