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Defesa Civil

Cidades

Defesa Civil de Gramado transporta donativos para vítimas de terremoto na Venezuela

Por Jonathan da Silva 30/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil de Gramado participou de uma ação humanitária para o transporte de donativos destinados às vítimas dos terremotos registrados na Venezuela na última semana. A iniciativa ocorreu na manhã desta segunda-feira (29), a pedido da Coordenadoria Estadual Regional de Proteção e Defesa Civil (Crepdec 9), em parceria com a Associação de Venezuelanos do Sul do Brasil, com o objetivo de encaminhar alimentos, produtos de higiene e outros itens essenciais às áreas afetadas.

Os donativos foram recolhidos nos municípios de Gramado e Caxias do Sul e transportados pela Defesa Civil até o Centro de Coleta Principal, em Canoas. A partir desse ponto, a carga será enviada para Curitiba, por meio da Redeven – Rede de Venezuelanos no Brasil, que ficará responsável pelo encaminhamento dos materiais à Venezuela.

Campanha segue em andamento

De acordo com a coordenadora da Defesa Civil de Gramado, Juliana Fisch, a mobilização busca ampliar o apoio às pessoas atingidas pelos terremotos e reforçar a atuação conjunta entre instituições e voluntários. “Cada gesto de solidariedade fortalece a esperança e demonstra que ajudar é um compromisso de todos”, destaca Juliana.

A Defesa Civil informa que a campanha de arrecadação permanece ativa e segue recebendo contribuições da comunidade e do setor empresarial.

Itens prioritários

Entre os donativos solicitados estão alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal, produtos de limpeza não tóxicos, fraldas infantis e geriátricas, além de materiais hospitalares e de primeiros socorros, como luvas descartáveis, máscaras, gazes, ataduras, esparadrapos, soro fisiológico, álcool 70%, algodão e seringas descartáveis lacradas. Os materiais devem estar dentro do prazo de validade e em condições adequadas para uso.

Também podem ser doados outros itens essenciais de ajuda humanitária, desde que estejam em bom estado para envio. A Defesa Civil orienta que, neste momento, não há necessidade de doações de roupas.

Pontos de coleta

As doações podem ser entregues em dois locais de Gramado: na GAV Matriz, localizada na Avenida Borges de Medeiros, 2454, no Centro, e no escritório QRV Multisserviços, situado na Rua Senador Salgado Filho, 89, também na região central do município.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2026 0 Comentários 127 Visualizações
Cidades

Defesa Civil de Novo Hamburgo apresenta medidas de preparação para fenômeno El Niño

Por Jonathan da Silva 30/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil de Novo Hamburgo apresentou as ações preventivas adotadas pelo município para enfrentar um novo ciclo do fenômeno El Niño. A primeira conversa pública sobre o tema foi realizada nesta segunda-feira (29), no Centro Social Madre Regina e reuniu moradores dos bairros Santo Afonso e Industrial para apresentar previsões climáticas, investimentos em infraestrutura e estratégias de prevenção voltadas à redução dos impactos de possíveis eventos extremos. Segundo a administração municipal, a previsão indica um ciclo prolongado do El Niño, com maior volume de chuvas entre o final de 2026 e os primeiros meses de 2027.

Durante o encontro, o diretor da Defesa Civil, Gilson do Amaral, apresentou as medidas implementadas pelo município para ampliar a capacidade de resposta a situações de emergência. Entre elas estão a recomposição do dique do bairro Santo Afonso, a realização de serviços de hidrojateamento em diferentes pontos da cidade, a elaboração de um novo Plano de Contingência e a ampliação do treinamento dos agentes da Defesa Civil em parceria com a Guarda Municipal.

Investimentos em estrutura e equipamentos

A Defesa Civil também informou que realizou melhorias em sua estrutura física e adquiriu novos equipamentos para atuação em ocorrências. Foram incorporadas quatro caminhonetes, quatro embarcações, três motores e cerca de 80 coletes salva-vidas, além da reforma da sede do órgão. “O nosso objetivo é que Novo Hamburgo esteja cada vez mais preparada para enfrentar eventos climáticos extremos. Investimos em equipamentos, tecnologia, monitoramento e planejamento para agir de forma preventiva e proteger a população”, afirmou o diretor Gilson do Amaral.

Monitoramento meteorológico e geológico

Outro anúncio feito durante a reunião foi a contratação da empresa Catavento, em parceria com os municípios da Associação dos Municípios do Vale Germânico (Amvag), para fornecer monitoramento meteorológico e geológico exclusivo para Novo Hamburgo.

O sistema disponibilizará informações em tempo real sobre temperatura, volume de chuvas e ventos, além de análises do solo para identificar os níveis de precipitação capazes de provocar riscos de deslizamentos em diferentes regiões do município. Também está prevista a identificação de rotas de fuga para áreas suscetíveis a desastres, que futuramente serão disponibilizadas à população.

Voluntariado

A administração municipal informou ainda que está estruturando um cadastro de voluntários para atuação em situações de emergência. A proposta está em análise na Procuradoria-Geral do Município (PGM) e prevê etapas como entrevistas e verificação de antecedentes dos candidatos.

Próximos encontros

A programação de debates sobre o El Niño terá continuidade nos próximos dias. Estão previstos encontros durante a Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, nesta quarta-feira, dia 1º; no Plenarinho da Câmara de Vereadores, em 7 de julho, às 9h; e na Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI/NH), em 21 de julho, às 8h.

Foto: Weslei Fillmann/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2026 0 Comentários 149 Visualizações
Cidades

Campo Bom participa de congresso internacional sobre proteção e defesa civil

Por Jonathan da Silva 26/06/2026
Por Jonathan da Silva

Representantes da Defesa Civil de Campo Bom participaram, entre os dias 23 e 25 de junho, do Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil (CIPDC), realizado em Porto Alegre. O município foi representado por Jarbas Bilhar e Fábio Rosa no evento, que reuniu gestores públicos, especialistas, pesquisadores e representantes de instituições nacionais e internacionais para discutir estratégias de prevenção, preparação e resposta a desastres climáticos. A participação teve como objetivo acompanhar debates e iniciativas voltadas ao aprimoramento das ações de gestão de riscos e proteção da população.

O congresso foi promovido pelo Governo do Estado, por meio da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, em parceria com o ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade. A programação integrou o 4º Encontro Nacional do ICLEI e reuniu mais de mil participantes, entre representantes do Brasil e de delegações da América do Sul, Europa e América do Norte.

Debates sobre prevenção e adaptação

Durante os três dias de programação, foram abordados temas relacionados à gestão de riscos, adaptação às mudanças climáticas, resiliência urbana, planejamento preventivo e fortalecimento das estruturas de proteção e defesa civil.

Os painéis e debates reuniram especialistas e gestores para apresentar experiências, discutir políticas públicas e compartilhar estratégias voltadas à prevenção de desastres e à resposta a situações de emergência.

Participação do município

Segundo a Prefeitura de Campo Bom, a presença dos representantes da Defesa Civil no congresso reforça o compromisso do município com o aperfeiçoamento das ações de prevenção, monitoramento e resposta a eventos climáticos extremos.

A participação também permitiu o intercâmbio de experiências com profissionais e instituições de diferentes regiões do Brasil e do exterior, além do acompanhamento de discussões sobre práticas voltadas ao fortalecimento da gestão de riscos e da proteção da população.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 108 Visualizações
Variedades

Congresso Internacional de Defesa Civil é encerrado com visita técnica ao Lago Guaíba

Por Jonathan da Silva 26/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil foi encerrado na tarde desta quinta-feira (25) com uma visita técnica ao Lago Guaíba, em Porto Alegre. A atividade contou com um percurso de catamarã para apresentação de aspectos relacionados à gestão de riscos, recursos hídricos e resiliência urbana. Especialistas abordaram questões técnicas sobre a hidrodinâmica do lago, o sistema de proteção contra cheias da capital gaúcha e os desafios da prevenção de desastres.

Durante o trajeto, o professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IPH/UFRGS), Fernando Dornelles, e o engenheiro do Departamento Municipal de Águas e Esgotos (DMAE), Marco Faccin, conduziram as explicações sobre o funcionamento do sistema de proteção contra enchentes e sua evolução ao longo das últimas décadas.

Histórico de cheias

O professor Fernando Dornelles apresentou um panorama histórico das cheias do Guaíba e explicou como o sistema de proteção atuou em diferentes eventos climáticos. Segundo ele, Porto Alegre não sofreu um desastre de grandes proporções em 2023 porque a estrutura de contenção funcionou, situação diferente da registrada em 2024. “Depois de uma grande cheia, estamos todos conscientes e interessados no tema e, se seguir o padrão, anos e décadas depois, sem ter acontecido uma cheia importante, vai acontecer novamente este esquecimento da importância do sistema de proteção contra cheias, sua manutenção e funcionamento, podendo ocorrer novo desastre. E nosso papel é não ter mais esse esquecimento, temos aprendido a lição definitivamente. Só que, além de nós termos aprendido, temos que passar para as gerações futuras, como vamos manter essa cultura de prevenção de riscos, prevenção contra desastres no futuro. É um trabalho difícil mas necessário”, afirmou o pesquisador.

Sistema de proteção

Ao longo da visita, os participantes conheceram uma das casas de bombas responsáveis pela drenagem urbana de Porto Alegre e observaram diferentes tipos de diques que integram o sistema de proteção contra cheias.

O engenheiro do DMAE, Marco Faccin, explicou como o sistema foi implantado na capital gaúcha e destacou limitações existentes, como a ausência de proteção em áreas da Ilha da Pintada e de parte da zona sul. Também apresentou o funcionamento das casas de bombas e respondeu a questionamentos dos participantes sobre a infraestrutura de drenagem.

Encerramento da atividade

No encerramento da visita técnica, o subchefe de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul, coronel Santiago Dias de Castro, agradeceu a presença dos participantes e das instituições envolvidas. “Temos aqui integrantes de outras Defesas Civis Estaduais, membros do Conselho Nacional de Gestores de Proteção e Defesa Civil, colegas das Defesas Civis Municipais e também pessoas da Província Autônoma de Trento, da Itália, que têm uma expertise fenomenal em Proteção e Defesa Civil, um ciclo de Proteção e Defesa Civil exemplar, que serviu como inspiração nas nossas ações, e agradecemos também ao João Pedro Wolff, da Catsul, pelo apoio com essa visita, e ao Fernando Dornelles e ao Marco Faccin pelas explicações”, ressaltou Dias de Castro.

Foto: Roger Anjos/DCRS/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 135 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis participa de congresso internacional sobre proteção e defesa civil

Por Jonathan da Silva 26/06/2026
Por Jonathan da Silva

Representantes de Nova Petrópolis participaram, entre os dias 23 e 25 de junho, do Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil (CIPDC), realizado no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre. O evento reuniu gestores públicos, especialistas, representantes de organismos multilaterais e profissionais da área para debater estratégias de prevenção, preparação e resposta a desastres naturais e eventos climáticos extremos. A participação do município ocorreu por meio da Diretoria de Proteção e Defesa Civil, da Vigilância em Saúde e dos Bombeiros Voluntários, com o objetivo de ampliar conhecimentos e fortalecer a atuação local diante dos desafios relacionados às mudanças climáticas.

Representaram Nova Petrópolis no congresso o diretor de Proteção e Defesa Civil, Lucas Gustavo Attmann; o coordenador da Vigilância em Saúde, Rafael Aguiar Altreiter; e as bombeiras voluntárias Eliana Eibel e Josiane Fernanda Medeiro da Silva. O evento foi promovido pelos Governos Locais pela Sustentabilidade (ICLEI) e pelo Governo do Estado, por meio da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil.

Troca de experiências

O congresso ocorreu conjuntamente com o 4º Encontro Nacional do ICLEI e reuniu mais de mil participantes. A programação incluiu oficinas, visitas técnicas e debates com especialistas e representantes governamentais de diferentes países que enfrentaram eventos climáticos extremos, incluindo discussões relacionadas à enchente histórica registrada no Rio Grande do Sul em maio de 2024.

Também foram realizados painéis sobre o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil 2025–2035 e os planos estaduais, abordando ações voltadas à gestão de riscos, preparação para emergências e fortalecimento das estruturas de resposta a desastres.

Fortalecimento da prevenção

Segundo a organização, o Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil teve como objetivo promover a troca de conhecimentos, experiências e práticas voltadas à prevenção, preparação e resposta a desastres naturais. A iniciativa também buscou incentivar a cooperação entre diferentes esferas de governo e instituições, além de contribuir para a construção de comunidades mais resilientes diante dos impactos das mudanças climáticas.

O diretor de Proteção e Defesa Civil de Nova Petrópolis, Lucas Gustavo Attmann, destacou a importância da participação do município no evento. “Eventos como este são fundamentais para que possamos conhecer experiências bem-sucedidas, acompanhar as discussões mais atuais sobre gestão de riscos e desastres e trazer novas ideias para serem aplicadas em nosso Município. A troca de informações entre profissionais e instituições contribui diretamente para o fortalecimento da prevenção e da capacidade de resposta da Defesa Civil”, afirmou Attmann.

Foto: Defesa Civil de Nova Petrópolis/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 126 Visualizações
Variedades

Autoridades discutem resposta a eventos extremos em congresso internacional

Por Jonathan da Silva 26/06/2026
Por Jonathan da Silva

Representantes do governo gaúcho, das Forças Armadas e de órgãos estaduais participaram, na manhã desta quinta-feira (25), do painel “Atuação das Forças de Resposta em Desastres”, realizado durante o último dia do Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre. O encontro reuniu autoridades para debater estratégias de preparação e resposta a eventos extremos, compartilhar experiências e reforçar a integração entre instituições responsáveis pela atuação em situações de emergência. O evento integra o Programa Estadual de Preparação para Eventos Extremos (Prepara RS – El Niño) e é promovido pelo Governo do Estado, por meio da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, em parceria com a entidade Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade.

O painel foi mediado pelo diretor do Departamento de Gestão de Desastres da Defesa Civil Estadual, major Felipe Ghidini Stangherlin, que destacou a importância da articulação entre os diferentes órgãos envolvidos na resposta a desastres. Segundo ele, a experiência das enchentes de 2024 contribuiu para fortalecer o modelo de governança da Defesa Civil. “Temos um sistema de Proteção e Defesa Civil forte e contamos com o apoio de instituições igualmente preparadas. O maior legado da crise de 2024 é o sistema de governança da Defesa Civil Estadual. A Defesa Civil que projetamos é um órgão que realiza a articulação entre todas as instituições que possuem capacidade de resposta. O nosso modelo de governança é empoderar tecnicamente cada um desses entes”, pontuou Stangherlin.

Integração entre forças de resposta

O chefe do Centro de Coordenação de Operações do Comando Militar do Sul (CMS), general de brigada Renato Souza Pinto Soeiro, ressaltou que a atuação conjunta entre os diferentes órgãos é fundamental para enfrentar eventos extremos. “Somente juntos conseguiremos fazer face a eventos extremos. Devemos estar organizados, articulando as nossas estruturas e os nossos planejamentos. Estamos atuando para que os nossos gabinetes de crise sejam mais unidos, a fim de que a nossa resposta seja cada mais rápida. O Exército está pronto para apoiar a Defesa Civil no que for necessário”, afirmou Pinto Soeiro.

O subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Alexandre Sório Nunes, apresentou os investimentos realizados por meio do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs) e as ações voltadas ao fortalecimento da capacidade operacional da corporação. “Recebemos investimentos que possibilitaram a compra de veículos e de equipamentos que aumentam nossa capacidade de resposta, como robôs, caminhões, aeronaves, picapes e embarcações. Agora, na estratégia de preparação, estamos realizando diversos treinamentos, adestramento de cães, simulados de resposta a desastres e reuniões de alinhamento operacional”, expressou Nunes.

Aprendizados após os desastres

Representando o Comando da Polícia Ambiental da Brigada Militar, o tenente-coronel Tiago Carvalho Almeida afirmou que os eventos climáticos registrados no Rio Grande do Sul em 2023 e 2024 impulsionaram mudanças estruturais na corporação. “As experiências de 2023 e de 2024 transformaram a Brigada Militar numa instituição muito mais preparada e capaz de proteger nossas comunidades. A crise acabou sendo o catalisador dessa mudança, com a criação de uma normatização e novas doutrinas de trabalho, com capacitação e mudanças de cultura. A Brigada Militar é um braço central na proteção da população em cenários de emergência climática”, relatou Almeida.

A diretora do Departamento de Assistência Social da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado (Sedes), Ana Paula Rodrigues, também destacou a necessidade de atuação integrada entre os diferentes setores do poder público. “A principal lição de 2024 foi entender a necessidade de realizar um trabalho intersetorial. É muito importante, por exemplo, a construção do Gabinete Integrado de Gerenciamento de Desastres (Giged), porque vai fazer com que atuemos de forma integrada. É necessário fortalecer nossas instituições intersetorialmente e trabalhar de maneira articulada. Só assim conseguiremos fazer a preparação e a prevenção necessárias e dar uma resposta qualificada”, ressaltou Ana Paula.

Participação de diferentes órgãos

Também participaram do painel o diretor adjunto do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde, Marcelo Vallandro, e o chefe do Departamento de Emergências da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Rafael dos Santos Rodrigues. O debate integrou a programação do Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil, que reuniu especialistas nacionais e internacionais para discutir ações de prevenção, preparação e resposta a desastres climáticos no Rio Grande do Sul.

Foto: João Pedro Rodrigues/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 132 Visualizações
Variedades

Coordenador da Defesa Civil de Dois Irmãos participa de congresso internacional

Por Jonathan da Silva 25/06/2026
Por Jonathan da Silva

O coordenador da Defesa Civil de Dois Irmãos e secretário municipal de Turismo e Cultura, Edson Maicá, participa do Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil (CIPDC), realizado entre os dias 23 e 25 de junho na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre. O evento reúne representantes de municípios, especialistas e autoridades do setor para discutir estratégias de prevenção, resposta e recuperação em situações de desastres, além de contribuir para a elaboração do Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul.

Promovido pelo Governo do Estado, por meio da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, em parceria com o Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade, o congresso conta com uma programação voltada à qualificação técnica dos participantes e ao debate de políticas públicas relacionadas à gestão de riscos e desastres.

Construção de plano estadual

Entre as atividades previstas estão painéis, palestras, oficinas territoriais e visitas técnicas conduzidas por especialistas nacionais e internacionais. Um dos focos do encontro é a construção do Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil, documento que está sendo elaborado em parceria com os municípios gaúchos e que deverá orientar as ações do Estado em todas as etapas relacionadas a eventos adversos e desastres.

Segundo o coordenador da Defesa Civil de Dois Irmãos, Edson Maicá, a participação no congresso possibilita o acesso a novos conhecimentos e a contribuição dos municípios na formulação do plano. “É o momento para buscar novos conhecimentos e conseguimos participar diretamente na elaboração de um documento estratégico que irá orientar a atuação do Estado durante todas as fases de desastres”, afirmou o secretário.

Integração regional

Durante a programação, Maicá também se reuniu com representantes de municípios do Vale Germânico que acompanham as atividades do congresso.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2026 0 Comentários 108 Visualizações
Variedades

No RS, especialistas defendem integração entre ciência e gestão de riscos climáticos

Por Jonathan da Silva 25/06/2026
Por Jonathan da Silva

A integração entre ciência, governança e comunicação de riscos foi apontada como um dos principais desafios para o enfrentamento de eventos meteorológicos extremos durante painel realizado na manhã desta quarta-feira (24), no Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil, realizado em Porto Alegre. O encontro, promovido pelo Governo do Estado em parceria com o Local Governments for Sustainability (Iclei), reuniu especialistas do Brasil e da Argentina para debater sistemas de alerta precoce, adaptação climática e estratégias de prevenção. A atividade integra o Programa de Preparação para Eventos Extremos (Prepara RS – El Niño).

Os participantes destacaram a necessidade de transformar dados científicos em informações capazes de subsidiar decisões rápidas e eficazes diante de situações de risco, além de reforçarem a importância da cooperação entre instituições e da comunicação clara com a população.

Emissão de alertas

A coordenadora de Prognósticos Regionais do Serviço Meteorológico Nacional da Argentina, Viviana Elisa López, afirmou que a principal missão dos órgãos de meteorologia e hidrologia é proteger a população por meio da emissão de alertas. “O nosso objetivo principal, tanto da meteorologia quanto da hidrologia, é proteger a população. Os alertas são o produto mais relevante emitido por essas instituições para as defesas civis, pois permitem antecipar ameaças e orientar medidas que ajudam a salvar vidas”, afirmou Viviana.

Segundo a especialista, a definição dos níveis de alerta envolve fatores que vão além dos modelos matemáticos. “O prognóstico não é 100% certeiro. Por isso, o prazo é muito importante no momento de decidir o nível do alerta, porque deve considerar a incerteza, a intensidade do fenômeno e o contexto em que ele vai ocorrer”, ponderou Viviana.

A palestrante também destacou a evolução dos sistemas de monitoramento. “Atualmente estamos trabalhando para levar o nosso sistema de alerta precoce para um modelo baseado em impactos, em que não apenas se prevê o fenômeno, mas principalmente o que ele vai causar nas pessoas e nos territórios”, completou Viviana.

Mudança climática

A secretária de Mudança do Clima da província argentina de Santa Fé, Verónica Irizar, defendeu uma atuação voltada à prevenção e ao fortalecimento da resiliência dos territórios. “Não temos responsabilidade [pelas emissões], mas sem nenhuma dúvida estamos pagando as consequências da mudança climática. Isso exige que a gente saia de uma lógica de apenas reagir às emergências e passe a usar esses recursos para prevenir riscos e fortalecer a resiliência dos territórios”, afirmou Verónica.

A especialista também ressaltou a necessidade de mudanças estruturais relacionadas ao modelo de desenvolvimento e à redução das emissões de gases de efeito estufa. “Temos um compromisso ético de redução de emissões e de avançar fortemente na transição energética e na mudança do modelo produtivo, porque não se trata apenas de responder a desastres, mas de evitá-los antes que aconteçam”, ressaltou Verónica.

A palestrante também abordou o cenário institucional argentino. “Nós temos um governo nacional que adota uma postura negacionista em relação à mudança climática, que se retirou dos territórios e reduziu os recursos com os quais os governos subnacionais contam, o que torna ainda mais difícil sustentar políticas de adaptação de longo prazo”, observou Verónica.

Monitoramento e comunicação

A diretora do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Regina Célia dos Santos Alvalá, destacou que a gestão de riscos depende da articulação entre monitoramento, prevenção e comunicação. “Precisamos conhecer os riscos, nos preparar, disseminar e comunicar. E, para isso, é fundamental monitorar e alertar antecipadamente, porque, sem informação qualificada, não há como proteger vidas”, afirmou Regina Célia.

A diretora também ressaltou a importância da atuação interdisciplinar. “O elemento social é fundamental no trabalho que fazemos. As nossas equipes são formadas tanto por profissionais das ciências exatas quanto das ciências sociais, porque não basta entender o fenômeno físico – é preciso compreender também quem está exposto e em que condições”, explicou Regina.

Base em riscos

O meteorologista e coordenador do Centro de Monitoramento da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Bruno Zanetti Ribeiro, apresentou ferramentas utilizadas pelo estado para monitoramento meteorológico e emissão de alertas. “Não há uma previsão de tempo convencional, é uma previsão focada em risco. Isso muda completamente a forma como a informação é produzida e utilizada, porque o objetivo não é apenas dizer se vai chover, mas qual é o impacto que essa chuva pode causar em cada território”, afirmou Ribeiro.

Sobre a utilização de radares meteorológicos, o especialista explicou que a tecnologia permite análises mais detalhadas das tempestades. “O radar nos permite fazer basicamente o raio X das tempestades. A gente consegue identificar o que tem dentro delas, se há chuva, granizo, qual o tamanho do granizo e a intensidade do vento, o que é essencial para a emissão de alertas mais precisos e rápidos”, pontuou Ribeiro.

Governança integrada

Ao longo do painel, os especialistas convergiram na avaliação de que o fortalecimento da gestão de riscos climáticos depende da integração entre instituições, da padronização dos processos de comunicação e da articulação entre diferentes níveis de governo.

A consolidação de uma governança meteorológica integrada, com foco na população e na antecipação de impactos, foi apontada pelos participantes como um dos principais elementos para enfrentar o aumento da frequência e da intensidade dos eventos meteorológicos extremos.

Foto: João Pedro Rodrigues/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2026 0 Comentários 183 Visualizações
Política

Defesa Civil apresenta ações em reunião com a Famurs durante congresso internacional

Por Jonathan da Silva 24/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil estadual apresentou ações voltadas ao fortalecimento da proteção e resposta a desastres nos municípios gaúchos durante reunião com a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), realizada no primeiro dia do Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil (CIPDC), nesta terça-feira (23), em Porto Alegre. O evento reuniu prefeitos, gestores municipais e representantes do sistema estadual para discutir estratégias de integração, esclarecer dúvidas e coletar sugestões. A iniciativa integra o Programa Estadual de Preparação para Eventos Extremos (Prepara RS – El Niño) e teve como objetivo ampliar a cooperação entre os entes envolvidos na gestão de riscos e desastres.

Na abertura da reunião, o coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira, destacou que o Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil está sendo elaborado de forma conjunta com os municípios e o Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade. “O Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil, que está sendo construído junto ao Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade, é um instrumento que sustenta a nossa Política Estadual de Proteção e Defesa Civil. Nós não queremos construir esse plano sozinhos, e nossa política traz o conceito de integração, de governança integrada. A Política Estadual, assim como a Política Nacional, não vê a Defesa Civil como um órgão, e sim como um sistema, e para que o sistema funcione bem precisamos atuar juntos, em sinergia, de forma integrada”, destacou Boeira.

O coordenador também reforçou o papel das administrações municipais no funcionamento do sistema. “Os grandes protagonistas desse sistema são os municípios, e uma vez que temos municípios fortalecidos, nós temos o sistema fortalecido”, enfatizou o coronel.

Fortalecimento da capacidade de resposta

O subchefe de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul, coronel Santiago Dias de Castro, ressaltou a necessidade de aperfeiçoar os mecanismos de atuação conjunta entre diferentes setores. “Nós temos que aperfeiçoar a nossa cultura de lidar com riscos. Nós precisamos ter instrumentos que permitam a multissetorialidade, a interoperabilidade, a transversalidade. Que todos sejam escutados para que a gente possa ter mais clareza nas nossas ações. Por mais capacidade que tenha o Estado, que tenha o município, nós temos que nos tornar fortes juntos”, afirmou Dias de Castro.

Durante a reunião, coronel Boeira apresentou medidas adotadas pelo estado para ampliar a estrutura dos municípios. Entre elas está a aquisição de kits operacionais que serão destinados a 73 cidades. Cada conjunto será composto por uma caminhonete leve, um gerador de energia de 10 Kva e quatro rádios transceptores multibanda. A entrega está prevista para os próximos meses.

O coordenador também destacou o edital voltado aos municípios que possuem unidades de Bombeiros Voluntários, com o objetivo de reforçar a capacidade de resposta em localidades que não contam com unidades do Corpo de Bombeiros Militar.

Demandas municipais

Outro tema abordado foi a resolução de repasse de recursos por meio da modalidade Fundo a Fundo, lançada em 17 de junho. A medida é destinada a ações municipais de mitigação e preparação para desastres e integra o Programa Estadual de Preparação para Eventos Extremos.

O diretor do escritório do Iclei Brasil e secretário-executivo adjunto do Iclei América do Sul, Rodrigo Corradi, destacou a participação dos municípios tanto no congresso quanto nas oficinas de elaboração do Plano Estadual. Segundo ele, novas oficinas territorializadas serão promovidas em diferentes regiões do estado para ampliar a construção coletiva do documento.

Ao longo do encontro, prefeitos e representantes municipais apresentaram dúvidas e sugestões relacionadas à Defesa Civil em suas cidades. Questões sobre os mecanismos de repasse de recursos concentraram parte significativa dos debates, além de demandas voltadas ao funcionamento do sistema de proteção e defesa civil como um todo.

Foto: Rodrigo Vasques/Ascom/Defesa Civil/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2026 0 Comentários 123 Visualizações
Política

Plano Estadual de Defesa Civil avança durante congresso internacional

Por Jonathan da Silva 24/06/2026
Por Jonathan da Silva

A construção do Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul ganhou novas etapas durante o Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil, realizado no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre. No primeiro dia do evento, nesta terça-feira (23), cerca de 520 prefeitos, vice-prefeitos e coordenadores municipais participaram da elaboração do documento estratégico que irá orientar a atuação do estado na gestão de riscos e desastres. A iniciativa integra o Programa Estadual de Preparação para Eventos Extremos (Prepara RS – El Niño), lançado pelo governo gaúcho na semana passada.

O Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil está sendo desenvolvido desde março deste ano, após a contratação do Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade pelo Governo do Estado. O documento definirá princípios e diretrizes para a atuação do executivo estadual e será utilizado como ferramenta para o aperfeiçoamento da governança de riscos e desastres. A proposta prevê políticas transversais de prevenção, mitigação e preparação de longo prazo, indo além de um plano de contingência.

O chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira, ressaltou a importância do envolvimento dos municípios no processo. “Queremos que os municípios participem, junto com a Defesa Civil, da construção do Plano Estadual. Este é um momento muito importante, em que eles estão participando diretamente da elaboração desse documento estratégico, que irá orientar a atuação do estado”, afirmou Boeira.

O Congresso é uma forma de oportunizar essa cooperação, e houve uma grande adesão dos gestores municipais. O Plano Estadual tem como base a Política Estadual de Proteção e Defesa Civil (Pepdec), que foi sancionada em dezembro de 2024 e destaca a importância da integração”, complementou o coronel Luciano Chaves Boeira.

Definição de metas

Após a abertura dos trabalhos, representantes da Defesa Civil Nacional apresentaram um painel sobre a elaboração do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil 2025-2035. Na sequência, os participantes foram divididos em grupos, conforme as Coordenadorias Regionais de Proteção e Defesa Civil (Crepdecs), para oficinas de construção do plano estadual.

As atividades, mediadas pelo Iclei e acompanhadas pelas Crepdecs, envolveram o mapeamento de riscos, a definição de objetivos e a elaboração de ações e metas. Prefeitos, vice-prefeitos e coordenadores municipais compartilharam experiências, apontaram desafios e apresentaram propostas para o futuro. Os resultados foram posteriormente reunidos em uma plenária de síntese realizada no auditório principal do congresso.

Planejamento até 2027

O secretário executivo do Iclei América do Sul, Rodrigo Perpétuo, destacou o caráter coletivo da iniciativa. “O processo de planejamento participativo, que começa com esse evento, se estenderá até o fim do ano. Esse congresso significa compromisso, engajamento e contribuição participativa, que poderão fazer do Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul uma referência nacional e internacional. Estamos confiantes de que faremos um trabalho coletivo que se tornará um paradigma”, ressaltou Perpétuo.

O Plano Estadual também considera as diretrizes do Plano Nacional de Defesa Civil e deverá ser elaborado ao longo de 12 meses, entre março de 2026 e março de 2027.

Congresso reúne especialistas

O Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil segue até quinta-feira, dia 25, e é promovido pelo governo do Estado, por meio da Defesa Civil, em parceria com o Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade. O evento reúne gestores públicos, coordenadores estaduais e municipais de defesa civil, organismos multilaterais, representantes da academia e especialistas internacionais para discutir estratégias de prevenção, preparação e resposta a desastres.

Foto: João Pedro Rodrigues/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2026 0 Comentários 115 Visualizações
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