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crítica

Política

ACI e SinmaqSinos lançam manifesto com críticas a políticas econômicas do governo federal

Por Jonathan da Silva 05/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) e o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) lançaram, nesta terça-feira (5), um manifesto conjunto em que cobram mudanças de postura do governo federal em relação à condução da economia. O documento divulgado pelas entidades da região do Vale do Sinos apresenta críticas a medidas como oferta de crédito, políticas de juros e propostas de redução de jornada de trabalho, apontando impactos na competitividade e no endividamento.

Intitulado “Menos promessas, mais responsabilidade”, o manifesto afirma que o país precisa adotar decisões econômicas com maior responsabilidade e transparência. Segundo o texto, a ampliação do crédito é apresentada como solução imediata, mas pode resultar em aumento do endividamento das famílias e comprometimento da renda futura.

Críticas a políticas econômicas

As entidades também apontam que a redução de jornada ou carga de trabalho tem sido apresentada como avanço social sem a devida análise dos impactos sobre produtividade e custos. De acordo com o manifesto, esses efeitos podem refletir no aumento de preços, perda de competitividade da indústria nacional e maior presença de produtos importados no mercado interno.

O documento questiona ainda quem é beneficiado pelas medidas adotadas. “No fim, quem paga é a sociedade, ou seja, todos nós. Ou paga mais caro pelos produtos ou perde espaço no mercado de trabalho ou ainda vê sua renda real encolher. E aí surge a pergunta inevitável: este é um governo para os trabalhadores? Para quais trabalhadores? Os brasileiros que produzem aqui ou os trabalhadores de países que passam a exportar mais para o Brasil quando nossa indústria perde competitividade?”, diz o texto.

O manifesto também aborda o crescimento do sistema financeiro em cenários de aumento do endividamento. “E mais: quem realmente se beneficia desse modelo? São as famílias ou o sistema financeiro, que cresce justamente quando o endividamento aumenta?”, relata.

Posicionamento das entidades

No documento, as entidades defendem a adoção de medidas econômicas com foco em resultados de longo prazo. “O país precisa sair da lógica das soluções fáceis e dos anúncios de curto prazo. Medidas econômicas sérias exigem responsabilidade, transparência e compromisso com os efeitos reais, não com o ganho político imediato. Prometer é fácil. Sustentar crescimento, renda e emprego é o que realmente importa”, conclui o manifesto, assinado pelos presidentes da ACI, Robinson Klein, e do SinmaqSinos, Marlos Schmidt.

Foto: João Pavese/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/05/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Política

Prefeita de Novo Hamburgo faz crítica ao uso da tragédia para “politicagem”

Por Jonathan da Silva 07/06/2024
Por Jonathan da Silva

A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt (MDB), realizou nesta sexta-feira (7) uma crítica ao que ela avalia como uso do maior desastre climático da história da cidade e do Rio Grande do Sul como palco para “politicagem”. Em vídeo divulgado nas redes sociais, a chefe do executivo hamburguense afirmou que algumas pessoas estão tirando proveito da situação para fazer ataques com intenções eleitoreiras.

São críticas e mentiras sendo espalhadas como se não estivéssemos trabalhando junto aos hamburguenses. Minha função, como prefeita, é cuidar das pessoas. Estou na linha de frente de todo o planejamento e organização das ações da prefeitura, comandando equipes. São decisões e encaminhamentos difíceis que precisam ser tomados com segurança, responsabilidade e rapidez”, exclamou a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt.

Fátima deu como exemplo a ordem e o comando da operação de evacuação antecipada dos moradores da Vila Palmeira devido ao transbordamento do dique do Rio dos Sinos e à montagem de abrigos para acolher os moradores atingidos. Quase 7 mil pessoas foram acolhidas, sendo delas cerca de 850 de São Leopoldo. O abrigo da Fenac chegou a receber 3 mil pessoas, estrutura que foi elogiada pela equipe da ONU Migração durante visita.

É minha função estruturar os serviços públicos para que não falte comida, água, atendimento médico, segurança, transporte, limpeza. É minha função fazer contatos com o governo federal e governo do estado para trazer recursos para reconstruir Novo Hamburgo”, afirmou a prefeita.

A gestora também comentou que, diante de uma emergência jamais vista anteriormente, todos estão empenhados no acolhimento, na limpeza e na reconstrução das estruturas atingidas. Ela afirma que o trabalho da prefeitura não para até que a normalidade seja restabelecida.

A exploração da tragédia para fazer marketing político ou promoção pessoal é inadmissível. Não ficaremos omissos frente a politicagem em ano eleitoral. Somos um governo no oitavo ano com entregas importantes para a cidade e nenhum escândalo de corrupção. Nenhum!”, ressaltou Fátima Daudt.

Por fim, a prefeita afirmou que o momento requer união. “Novo Hamburgo precisa de todos, precisa de nós, fortes e unidos. Estamos do mesmo lado, o lado de Novo Hamburgo”, concluiu Fátima.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2024 0 Comentários 476 Visualizações
Business

Entidades se reúnem e pressionam pela manutenção da desoneração da folha

Por Jonathan da Silva 21/02/2024
Por Jonathan da Silva

Representantes dos 17 setores que mais empregam na economia se reuniram nesta quarta-feira (21) para uma coletiva de imprensa no Congresso Nacional, em Brasília. Na oportunidade, o grupo, denominado “Desonera Brasil”, lançou um novo manifesto criticando a medida provisória que determinou a reoneração gradual da folha de pagamentos e cobrou a devolução da medida para o Governo Federal ou a derrubada dela o mais breve possível para que as empresas possam planejar o ano de 2024.

Presente no encontro, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, destacou que para ele a medida do Governo Federal é autoritária e inconstitucional, já que foi amplamente discutida e aprovada no Congresso Nacional, inclusive com votos da base governista. “A indústria calçadista iniciou 2024 com muitas incertezas no cenário nacional e internacional, com a concorrência desleal imposta pelas plataformas internacionais de e-commerce e com esse imbróglio que já deveria estar solucionado. A reoneração, caso ocorra, vai tirar ainda mais a competitividade da atividade, colocando em risco milhares de empregos”, afirmou.

Segundo Ferreira, apenas na cadeia coureiro-calçadista, uma possível reoneração agregaria mais de R$ 700 milhões em carga tributária por ano, impactando na produção e, consequentemente, no emprego do setor. “Caso ocorra a reoneração, estimamos a perda de mais de 30 mil empregos somente nos próximos dois anos, além de uma queda de cerca de 20% na nossa produção”, planeja o executivo.

Manifesto

No manifesto divulgado, que será entregue para o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), 35 entidades vinculadas aos 17 setores abrangidos pela desoneração, citam que a Reforma Tributária aprovada em 2023 prevê que a regulamentação dos aspectos tributários sobre trabalho e renda deverão ser apreciados pelo Congresso Nacional, o que afastaria a possibilidade da decisão unilateral via medida provisória.

Além de representantes das entidades, participaram da coletiva parlamentares defensores da política da desoneração da folha de pagamentos, como o autor do PL aprovado, o senador Efraim Filho (UNIÃO-PB), a deputada federal Any Ortiz (CIDADANIA-RS) e o deputado federal líder da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Coureiro-Calçadista, Newton Cardoso Júnior (MDB-MG).

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no país, entre eles o calçadista. Atualmente, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%. No entanto, em função da MP, o mecanismo fica válido até abril, quando iniciaria uma “reoneração gradual” dos setores contemplados. As entidades defendem que a MP seja devolvida ou derrubada definitivamente no Congresso Nacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/02/2024 0 Comentários 446 Visualizações
Cultura

O Filme da Minha Vida, uma joia do cinema nacional

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2017
Por Gabrielle Pacheco

Por Mayara Morales

Presente e questionado, o tempo está ali, na obra-prima que é O Filme da Minha Vida, dirigida por Selton Mello e inspirada no livro Um Pai de Cinema, de Antonio Skármeta. Essa produção cinematográfica é mais do que um filme sobre um pai que abandona sua família e os dilemas que surgem a partir disso.

Assim, o tempo das relações, de conhecer a si mesmo e o outro, são trabalhados com delicadeza por meio de metáforas. O filme da minha vida se mostra uma produção profunda com diálogos verdadeiramente palpáveis para o público. As atuações de Johnny Massaro, como Tony Terranova, e Bruna Linzmeyer, como Luna Madeira, são marcantes e impecáveis, assim como de todo o elenco.

E o que falar da fotografia desse filme? Os cenários escolhidos são de encher os olhos do telespectador. Os enquadramentos usados evidenciam as marcas de cada personagem, revelando o talento e cuidado que Selton Mello teve como diretor, ao transpor a história para o cinema. Por ser uma obra emotiva com toques existencialistas, era necessário que o público tivesse essa sensação e proximidade com os personagens e a trilha sonora ajuda a costurar essa relação com o filme.

Aliás, é curioso ver a coragem e a facilidade com que o jovem diretor, roteirista e ator brinca com o seu público. Paco, o personagem que Selton interpreta, faz algumas tiradas sobre o papel do cinema, televisão e rádio. Skármeta também atua no filme e usa de metáforas sobre vida e morte, reforçando os questionamentos sobre a existência humana. Por fim, O Filme da Minha Vida é a produção que o cinema brasileiro deseja e merece.

O Filme da Minha Vida

Data de estreia: 3 de agosto
Diretor: Selton Mello
Inspirado em Um Pai de Cinema, de Antonio Skármeta

28/07/2017 0 Comentários 748 Visualizações

Edição 305 | Abr 2026

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