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compostagem

Variedades

Evento em Porto Alegre debate compostagem urbana e gestão de resíduos orgânicos

Por Jonathan da Silva 10/04/2026
Por Jonathan da Silva

Um evento sobre compostagem urbana será realizado na próxima segunda-feira, 13 de abril, no Tecnopuc, em Porto Alegre, com o objetivo de discutir soluções para a gestão de resíduos orgânicos nas cidades. A iniciativa é promovida pela Arco – Ações para Reciclagem e Compostagem e terá participação gratuita, mediante inscrição pelo Sympla.

O evento ocorre das 9h às 12h e integra um conjunto de iniciativas que buscam ampliar o debate sobre sustentabilidade e incentivar práticas mais eficientes na gestão de resíduos sólidos nas cidades.

50% do lixo urbano

De acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente, os resíduos orgânicos representam cerca de 50% do lixo urbano no país, mas ainda são majoritariamente destinados a aterros sanitários. O cenário contribui para a emissão de gases de efeito estufa e o desperdício de recursos, o que reforça a necessidade de alternativas sustentáveis.

Quem estará no evento

O encontro contará com a participação da especialista Andrea Lieske, integrante da organização Earth Matter NY, que apresentará experiências de compostagem e engajamento comunitário desenvolvidas em Nova York, nos Estados Unidos.

Também participam do painel a sócia da Arco, Natália Pietzsch, e Artur Ferrari, representante da Igapó, que irá apresentar uma tecnologia de compostagem indoor voltada a centros urbanos.

Serviço

  • O quê: evento “Soluções para Compostagem Urbana: caminhos para cidades mais resilientes”
  • Quando: Segunda-feira, 13 de abril, das 9h às 12h
  • Onde: Tecnopuc, em Porto Alegre
  • Quanto: Inscrições gratuitas, via Sympla
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2026 0 Comentários 11 Visualizações
Projetos especiais

Leopoldense “Virando a Terra” tem projeto aprovado na Lei de Incentivo à Reciclagem

Por Jonathan da Silva 16/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Virando a Terra, empresa de São Leopoldo especializada em compostagem, teve um projeto aprovado pelo Ministério do Meio Ambiente por meio da Lei de Incentivo à Reciclagem. A iniciativa permite que empresas da região enquadradas na modalidade de lucro real destinem até 1% do Imposto de Renda (IR) devido para apoiar a ação, sem custo adicional, já que o valor corresponde a um tributo federal.

Os recursos arrecadados com o projeto serão revertidos em atividades voltadas à comunidade, como coletas de resíduos orgânicos, palestras e oficinas sobre compostagem e separação de resíduos, visitas escolares à sede da empresa, distribuição de composteiras e doação de composto orgânico para hortas comunitárias.

Marco na história da empresa

Para a sócia-proprietária da Virando a Terra, Eduarda Jaeger, a aprovação representa um marco na trajetória da empresa. “Este projeto nos dá condições de ampliar significativamente nossa atuação na redução dos impactos ambientais em São Leopoldo e arredores. Agora, buscamos parceiros que compartilhem dessa visão e queiram associar sua marca à sustentabilidade e à responsabilidade social”, afirmou Eduarda.

Compromisso com a economia circular

A Virando a Terra destaca que, com a aprovação, reforça seu compromisso em promover a economia circular e transformar resíduos em recursos. A iniciativa incentiva que empresas locais se engajem em práticas que tragam benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a comunidade.

Foto: Chico Júnior/Trilha Conteúdos/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2025 0 Comentários 333 Visualizações
Projetos especiais

Empresa aposta em Educação Ambiental para conscientizar crianças em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 27/02/2025
Por Jonathan da Silva

A empresa de compostagem Virando a Terra, localizada em São Leopoldo, tem apostado na Educação Ambiental como estratégia para incentivar a conscientização ambiental entre crianças, com o objetivo de promover mudanças na relação entre sociedade e meio ambiente. A empresa realiza atividades educativas para estudantes no próprio espaço da compostagem, buscando estimular a formação de cidadãos mais participativos e atentos à preservação ambiental.

A sócia da Virando a Terra, Eduarda Jaeger, explica que a empresa direciona as ações principalmente para o público infantil, apostando no potencial de as crianças transmitirem o aprendizado para suas famílias. “Acreditamos que através da Educação Ambiental voltada ao público infantil, os pequenos reverberam os conteúdos assimilados no ambiente familiar, despertando, assim, maior conscientização dos adultos”, ressalta Eduarda.

Além das atividades educativas, a empresa proporciona o contato das crianças com a natureza por meio de diferentes dinâmicas ao longo das visitas.

Modalidades de visita

A Virando a Terra oferece dois formatos de visita escolar: gratuita e remunerada. Na visita gratuita, com duração de uma hora, os alunos conhecem as instalações da empresa e recebem explicações sobre o processo de compostagem.

Na modalidade remunerada, a visita dura três horas e inclui dinâmicas práticas relacionadas ao meio ambiente. Durante essa atividade estendida, os alunos também participam de uma pausa para o lanche, fornecido pelos organizadores.

Previsão para 2025

Ao longo de 2024, mais de 200 alunos de diferentes escolas visitaram a Virando a Terra. Para 2025, a expectativa da empresa é dobrar esse número. As agendas para novas visitas começam a partir de março, e tanto escolas públicas quanto privadas podem agendar diretamente com a empresa pelo WhatsApp (51) 98158-4667.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2025 0 Comentários 337 Visualizações
Projetos especiais

Bares e restaurantes do Vale do Sinos adotam compostagem para destinação de resíduos

Por Jonathan da Silva 19/02/2025
Por Jonathan da Silva

Restaurantes e bares do Vale do Sinos têm passado a destinar seus resíduos orgânicos para a compostagem como forma de atender às diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010). O serviço é realizado pela empresa Virando a Terra, de São Leopoldo, única licenciada na região para esse tipo de operação. A medida busca evitar problemas sanitários, atração de pragas, multas e até mesmo a perda de alvará.

A Virando a Terra realiza o manejo correto dos resíduos, transformando-os em composto orgânico. Com isso, evita que esse material seja encaminhado a aterros sanitários, onde geraria gases de efeito estufa, como o metano, que contribuem para a crise climática. A empresa atende atualmente 42 empresas e cerca de 70 residências, com a perspectiva de dobrar a gestão de 15 toneladas de resíduos orgânicos por mês até 2025.

Estabelecimentos aderem à iniciativa

Vários estabelecimentos gastronômicos da região já destinam seus resíduos à compostagem, alinhando-se a princípios de sustentabilidade e governança corporativa. Entre eles estão:

  • Zimbabwe Restaurante
  • 51 Bar e Cozinha
  • Majestic Drink
  • Buca di Sant’Antonio
  • Marquês Cucina
  • Afronte Cultural
  • República das Cervejas
  • Villa D’Assisi
  • Poke Delícia
  • Armazém 51
  • Naturale Fit

Compromisso ambiental

A sócia do Majestic Drink, Vanessa Clós, destacou a importância da iniciativa para a preservação ambiental. “Fazer o descarte correto dos resíduos orgânicos faz com que o nosso mundo seja mais próspero e sustentável. A Virando a Terra é a empresa que tem nosso coração”, afirmou Vanessa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/02/2025 0 Comentários 364 Visualizações
Projetos especiais

Empresa do Vale do Sinos busca consolidar compostagem na gestão de resíduos

Por Jonathan da Silva 06/02/2025
Por Jonathan da Silva

A compostagem tem se consolidado como alternativa para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e minimizar impactos ambientais causados pelo descarte inadequado de resíduos orgânicos. No Vale do Rio dos Sinos, a empresa Virando a Terra, única da região licenciada para essa atividade, busca dobrar sua capacidade de processamento de resíduos até 2025, passando das atuais 15 toneladas por mês para 30 toneladas.

Segundo a engenheira ambiental Eduarda Jaeger, sócia-proprietária da Virando a Terra, cada pessoa gera em média 1 kg de resíduos por dia, sendo metade de origem orgânica. “Esse tipo de matéria, quando destinada aos aterros sanitários, gera gases de efeito estufa, que contribuem significativamente para o aquecimento global, resultando também nos ciclos de cheias e de estiagem”, afirmou Eduarda. Quando compostado, esse material se transforma em adubo, enriquecendo a terra e auxiliando na produção de alimentos.

A compostagem pode ser realizada de diversas formas, como em caixas, pilhas ou sistemas de leiras. A Virando a Terra utiliza o método de leiras estáticas, que conta com controle de temperatura e oxigenação para garantir a decomposição correta da matéria orgânica.

Modelo de operação

A empresa oferece planos de assinatura para restaurantes, bares, escritórios, escolas, residências e organizações com refeitórios industriais. Os clientes recebem bombonas e baldes para o descarte de resíduos, que são coletados e transportados para compostagem. O adubo produzido é distribuído gratuitamente para hortas comunitárias.

Desde sua fundação, a empresa já transformou 180 toneladas de resíduos orgânicos em adubo. O objetivo, segundo Eduarda Jaeger, é seguir ampliando a iniciativa, incentivando a separação correta dos resíduos e reduzindo o volume de materiais enviados para aterros sanitários.

Fotos: Chico Júnior/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2025 0 Comentários 381 Visualizações
Variedades

Hospital Moinhos de Vento realiza melhorias

Por Stephany Foscarini 16/09/2021
Por Stephany Foscarini

Só no último ano, e em plena pandemia, o Hospital Moinhos de Vento ampliou a área de compostagem, construiu sua própria estufa agrícola e instalou um novo bicicletário. Também realizou o plantio de mudas de hortaliças e árvores frutíferas em comunidades em situação de vulnerabilidade social, como forma de promover uma alimentação mais saudável e o desenvolvimento sustentável. Essas ações se somam a iniciativas pioneiras nos últimos anos, como a implantação da primeira Central de Transformação de Resíduos dentro de um hospital no Brasil. A estrutura trata e reaproveita as 2 mil toneladas anuais de materiais gerados na própria instituição, reduzindo a zero o volume de resíduos infectantes destinados a aterros sanitários.

Esse conjunto de ações rendeu o Prêmio HealthARQ 2021 na categoria Sustentabilidade. Concedido pelo Grupo Mídia, a honraria é uma das mais importantes do Brasil no setor saúde. De acordo com o superintendente administrativo do hospital, Evandro Moraes, as tão badaladas práticas preconizadas no conceito ESG (Ambiental, Social e Governança, em livre tradução) estão no DNA da instituição desde o início de sua história e alinhadas com o propósito de cuidar de vidas. “Somos uma locomotiva que não para. Temos equipes que compreendem isso e estão engajadas na missão de manter um ambiente e uma sociedade saudável para as futuras gerações. O prêmio é o reconhecimento desse trabalho”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2021 0 Comentários 630 Visualizações
Variedades

Projeto ambiental é finalista do Prêmio Boas Práticas

Por Gabrielle Pacheco 27/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Promover a conscientização ambiental no âmbito das escolas municipais por meio da compostagem caseira e comunitária. Com esta proposta, em uma parceria das secretarias de Meio Ambiente e de Educação de Novo Hamburgo com o Laboratório de Estudos Ambientais (Leamet) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), o projeto “Valorização de resíduos sólidos urbanos através do incentivo à compostagem caseira e comunitária” está entre os finalistas na categoria meio ambiente do 3º Prêmio Boas Práticas da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs).

A premiação será realizada no dia 5 de julho durante o 39º Congresso de Municípios do Rio Grande do Sul, em Bento Gonçalves.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, cerca de 57% dos resíduos produzidos no município são compostos de matéria orgânica. Em Novo Hamburgo, desde o ano de 2018, mais de 30 escolas da rede municipal de educação infantil e fundamental estão desenvolvendo o projeto, por meio de oficinas de capacitação.

“Desde o ano passado realizamos esta parceria com o Leamet da UFRGS, capacitando os alunos da rede pública municipal e membros da comunidade em geral na confecção e manutenção das composteiras”, explicou a engenheira química Barbara Potrich Zen (foto), coordenadora do projeto e servidora da Secretaria de Meio Ambiente.

De acordo com a coordenadora, a principal finalidade do projeto é o de promover o aproveitamento dos resíduos orgânicos, através da compostagem, para a produção de adubo e fertilizante para utilização em projetos de construção e manutenção de pátios verdes e hortas das escolas municipais. Ainda, como resultado, também ocorre o aumento da vida útil dos aterros sanitários e uma expressiva redução de custos do município com gestão de resíduos, trazendo ganhos ambientais, sociais e econômicos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2019 0 Comentários 681 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis promove oficina de compostagem

Por Gabrielle Pacheco 21/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, em parceria com Perau do Encanto Escola de Paisagismo, promove uma oficina aberta ao público em geral no sábado, 29 de junho, das 9h30 às 11h, na Rua Coberta de Nova Petrópolis.

O tema da oficina será “A vida na terra” e os assuntos abordados serão compostagem e jardim comestível. A arquiteta paisagista, Gabriela Hilgert Pizzetti, será a facilitadora da atividade.

Serão 20 vagas abertas ao público interessado em aprender sobre compostagem e jardim comestível. A inscrição solidária será 1kg de ração para cães ou gatos, que será destinada à Associação Focinho Amigo.

Garanta sua vaga pelo e-mail agricultura2@novapetropolis.rs.gov.br, fone (54) 3281-8409 ou no balcão de atendimento da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, de segunda a sexta-feira, das 7h30min às 12h e das 13h30min às 17h.

Gabriela Hilgert Pizzetti

“Sou jardineira de jardins ecológicos e paisagista pela Escola de Paisagismo Perau do Encanto, onde coordeno o Curso Modular Paisagismo Regenerativo juntamente com uma equipe especial.
No escritório Toni Backes Paisagismo, atuo como arquiteta paisagista (Unisinos, 2003), coordenando, projetando e implantando projetos paisagísticos. Aqui no Perau, também produzimos e realizamos o Congresso Paisagismo Regenerativo, que esse ano está em sua 8ª edição. E onde aprendo com a natureza todos os dias, há 12 anos”, conta Gabriela.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
21/06/2019 0 Comentários 585 Visualizações
Variedades

Semam realiza o seminário Compostagem e Produção de Adubo Caseiro

Por Gabrielle Pacheco 21/09/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) promove o seminário Compostagem e Produção de Adubo Caseiro – 17º Encontro de Alto Nível/Aidis na próxima segunda-feira, dia 24. No Espaço Cosmos no 3º andar do Prédio Vermelho, localizado no Câmpus 2 da Universidade Feevale, o evento ocorre das 13h às 20 horas.

Para a iniciativa, a Prefeitura conta com a parceria da Universidade Feevale, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), do Laboratório de Estudos Ambientais para a Metalurgia (LEAMet), da Assessoria de Gestão Ambiental (AGA), da UFRGS, e da Associación Interamericana de Ingenería Sanitaria y Ambiental (Aidis). O evento é aberto a comunidade, estudantes, professores e profissionais da indústria e do comércio.

A engenheira química da Diretoria de Limpeza Urbana, vinculada à Semam, Barbara Potrich Zen, lembra que o encontro tem grande importância para a disseminação de informações sobre medidas de preservação do meio ambiente que estão ao alcance de todos. “A utilização de resíduos orgânicos para a produção de um composto rico em nutrientes para o cultivo de plantas, por meio da compostagem, é um processo que pode tranquilamente ser feito em cada residência do Município”, incentiva. “O principal objetivo do evento é, justamente, conscientizar a comunidade sobre a importância dessa prática no dia a dia.” Ela ressalta que os resíduos orgânicos representam grande parte dos resíduos gerados em cenário urbano. “Quando não são descartados da forma correta, misturados ao material seco, inviabilizam a reciclagem que gera renda para muitas famílias, trazendo prejuízos ainda do ponto de vista social”, completa.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
21/09/2018 0 Comentários 547 Visualizações

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